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Full text of "1937 Fevereiro 09"

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t>  IMOTOS 


M.  PAULO  FILHO 


taedtôtio  »  offiolnM  —  Av.  Qomca  Freire,  81/88 


Correio  da  Manhã 


BinECTOBOERBKTB 

JOSÊ  P.  LISBOA 

Administração  —  Rua  Gonçalves  Dias,  15 


BRDAOTOn  CHEFE 

COSTA  REGO 


RIO  DE  JANEIRO,  TERÇA-FEIRA,  9  DE  FEVEREIRO  DE  1937 


N.  12.960 

ANNO  XXXVI 


Malaga  já  se  encontra  em  poder  dos  nacionalistas 


Uma  vista  de  Malaga 


Declarações  do  general 
Hayashi 

Conta  administrar  o  paiz 
sem  se  afastar  da  Cons¬ 
tituição 

Toklo.  7  (Havaa)  —  Annunela 
a  Agencia  Reuter  que  o  goneral 
Hayashi,  cheíe  do  novo  gabinete, 
fez  decln  rações  aos  representan- 
les  da.  Imprensa  no  trem  quo  o 
conduzia.  Ise.  hontem  ft  tarde.  O 
novo  presidente  do  Conselho  de¬ 
clarou  quo  não  (ol  objecto  do 
suas  cogitações  cmprohender  na 
sua  administração,  reforrnaa  ra- 
dlcaes,  mas  que,  ao  contrario,  se 
esforçará,  para  proceder  fia  refor¬ 
mas  necessários  progressivamen¬ 
te  e  tendo  em  conta  os  aconteci¬ 
mentos  futuros.  'Proscguindo  nas 
suas  declaraçõeB,  disse  o  general 
que,  quanto  &  política,  adoptario 
Uma  norma  de  nítida  Justiça  o 
salientou  a  devoção  e  o  respeito 
que  vota  ao  Imperador  o  povo 
japnrez  quo  comprebendo  —  dis¬ 
se  que  a  thaocracla  constltue  o 
fundamento  do  espirito  nacional  e 
a  alma  da  política  da  nação.  An- 
nunclou,  finalmente,  o  general 
Hayashi  . que  os  ministros  de  Es¬ 
tado  visitariam,  por  aua  vez,  o 
eantuario  de  Ise,  apõs  a  sua  no¬ 
meação,  e  accrcscentou:  "Os  mi¬ 
nistros  estão  animados  do  maior 
desejo  do  remover  as  dlfflculda- 
des  com  que  lota  a  nação." 

A  despeito  de  não  dominar  na 
Dieta  o  Partido  governamental,  6 
com  o  apoio  unanimo  desta  que  o 
general  Hayashi  conta  adminis¬ 
trar  e  realizar  o  seu  programma 
político,  sem  se  afastar  da  ConB- 
tltulçSo. 


O  porto  de  Malaga  foi  toma¬ 
do  ás  11  horas  de  hontem 

OS  NACIONALISTAS  DE  POSSE  ABSOLUTA  DA  CIDADE 


Assaltado  um  automovel 
e  roubados  30.000 
dollares 

Nova  York,  8  (Havas)  —  Tres 
bandidos,  de  revolver  em  punho, 
assaltaram  um  automovel  em  que 
se  encontravam  seis  passageiros 
que  regressavam  do  um  grande 
restaurante.  Os  bandidos,  snb 
ameaça  das  armas,  lograram  rou¬ 
bar  Joias  no  valor  de  30.000  úol- 
lares  e  fugiram  em  seguida.  A 
policia  estA  oonvenclda  do  que  ae 
trata  dos  autores  de  attentado 
análogo  a  31  de  dezembro  ultimo. 


O  rei  Jorge  VI  sairá  pela 
primeira  vez,  com  gran¬ 
de  pompa 

Londres,  8  (Havas)  —  Annun- 
cia-se  que  o  rcl  Jorge  VI  sairá 
amanhã,  com  grande  pompa,  na 
capital,  pola  primeira  vez,  desde 
a  sua  nsconção  ao  throno. 

O  soberano  deixará  o  palácio  de 
Bucklnghom  ás  11  horas,  em 
grande  uniforme,  acompanhado 
dos  “gentlemen  ln  wattlng",  es¬ 
coltado  pela  cavallarla  da  casa 
real,  afim  de  dlrlgir-so  ao  palaclo 
de  Salnt  James,  onde  se  realizará 
a  primeira  "cerimonia  do  levan¬ 
tar  do  rei”. 

O  rei  será  reoebldo  nos  jardins 
do  palaclo  pelos  eamarclro-már  e 
grandes  dignitários  da  casa  real, 
*  "yeomen"  da  guarda. 

Duranto  a  cerimonia  serão  apre¬ 
sentados  aos  soberanos  os  mem¬ 
bros  do  corpo  diplomático  e  outras 
personalidades  de  destaque  social. 

O  rei  deixará  o  palaclo  com  o 
mesmo  cerimonial  da  chegada., 


O  rei  Jorge  VI  nlo  será 
coroado  na  índia  duran¬ 
te  este  anno 

Londres,  8  (UTB)  -  Foi  hoje 
offlclnlmonto  onnunclado  que  o 
rei  Jorge  VI  está  resolvido  a 
ndlar  para  data  opportunn  a  BU3 
viagem  ã  Imlln,  para  a  cerimonia 
de  aua  coroação  como  Imperador 
das  índias,  prevista  para  n  pró¬ 
xima  primavera,  <*m  Durbnr. 

O  rcl  Já  fez  nesse  sentido  uma 
oomimmicação  no  secretario  do? 
Nogoclos  dn  índia,  a  quem  decla¬ 
rou  que  ns  clrcumBtiinelns  espe- 
claes  que  rodearam  a  sun  ascen 
çSo  no  throno  c  os  deveres  novo? 
que  teve  assumir  nío  lhe  pormlt 
tirão  afastar-se  da  moiropole,  du¬ 
rante  o  primeiro  anno  de  seu  rei¬ 
nado,  polo  espaço  de  tempo  ncces- 
farlo  ft  realização  daquclln  ceri¬ 
monia,  que  deverá  ser  levado  o 
•■tfelto  mais  tarde. 


Avila,  8  (Do  enviado  espe¬ 
cial  da  Agencia  Havas)  —  Foi 
confirmada  a  noticia  da  to¬ 
mada  de  Malaga  pelos  na¬ 
cionalistas.  As  tropas  do  ge¬ 
neral  Queipo  de  LUano  esta¬ 
vam  de  manhã  na  cidade,  que 
já  se  acha  Inteiramentc  ero 
poder  'dos  nacionalistas.  — 

•  Entraram  em  Malaga 

Londres,  7  (Havas)  —  Commu- 
nlca  a  Agoncla  Reuter,  de  Gibral¬ 
tar,  conBtar  all  quo  os  Insurroctoa 
entraram  A  tarde  em  Malaga. 

A  esquadra  nacionalista 
no  porto  de  Malaga 

Cordoba,  8  (Havas)  —  An- 
nuncia-se  que  toda  a  esqua¬ 
dra  nacionalista  occupou  o 
porto  de  Malaga.  Um  navio 
cargueiro  soviético  foi  apri¬ 
sionado. 

Oà  insurrectos  tomaram 

Londres,  8  (Havas)  —  Com- 
municam  de  Gibraltar  para  a 
Agencia  Reuter  que  segundo 
informação  officlal  ali  divul¬ 
gada  os  rebeldes  controlam,1 
agora,  toda  a  cidade  de  Ma¬ 
laga. 

Assaltados  os  armazéns  an¬ 
tes  da  retirada  dos 
milicianos 

Rúutlha,  8  (O.  P.)  —  A  esta¬ 
ção  emissora  desta  cidade  infor¬ 
ma  que  os  nacionalistas  tomaram 
a  dtlatlo  do  Malaga.  Os  milicia¬ 
nos  hcspunliocH,  os  russos,  fran- 
eczes  e  outros  elementos  que 
constituíam  a  gunrniçüo  govor- 
nista,  antes  da  ehogada  do  exer¬ 
cito  libertador,  assaltaram  os  es¬ 
tabelecimentos  commerclaes  e  as 
casas  particulares,  roubando 
quunto  puderam,  levando  tam- 
l>cm  aB  armas  o  as  munições.  Diz 
ainda  o  communlcado  quo  os 
anarchistas  e  os  eommunlstas 
continuam  a  saquear  e  a  assas¬ 
sinar  sem  que  a  Gcneralidad  pos¬ 
sa  ImpOr  a  disciplina  o  a  ordem. 

Occupadas  as  primeiras  ca¬ 
sas  de  Malaga 

Scvllha,  7  (liavas)  t—  Falando 
no  radio,  hoje,  declarou  o  general 
Queipo  do  Llano: 

“As  primeiras  horas  da  nolto 
uma  cohimnu  nacionalista  oc¬ 
cupou  na  primeiras  casas  de  Ma¬ 
laga.  A  columna  do  Marbello 
avançou  multo  rapidamente:  oc¬ 
cupou  a  vllln  de  Fuenglrola  pela 
manhã  e  a  de  Torre  Mollna,  & 
tardo.  A  columna  nacionalista 
que  entrou  cm  Malaga  operará 
amanhã  do  manhã,  na  cidade,  a 
Juncção  com  as  outras  columnas.” 

Vinte  cinco  mil  soldados  da 
Legião  Estrangeira  entra¬ 
ram  cm  Malaga 

.Vo  fronteira  franco-hetpa- 
v Isola,  8  (Por  Harrlson  Laroche, 
correspondente  da  U.  P.)  —  Pou¬ 
cas  horas  nntcB  de  entrarem  as 
primeiras  columnas  reboldpa  na 
maior  cidade  portuarln  do  gover¬ 
no  no  sul  da  Hespanha,  o  general 
Queipo  de  Llano  annunclou  hoje 
dn  proprin  Malaga  que  a  vletorla 
enquistada  nsslgnnlnrá  uma  dos 
mais  decisivas  batalhas  dn  guer 
ra  civil,  ao  lado  das  do  Irun,  Ba¬ 
dajoz  o  Toledo. 

Vinte  e  cinco  mH  nacionalistas, 
usando  o  dlsttnctlvo  dn  Legião 
Estrangeira  —  sobretudo  allc- 
tnSos  e  Italianos  — e  as  marroqui¬ 
no?  na  vanguarda,  tomaram  a  cl 
dado  de,  trinta  ml]  defensores,  que 
br,  leram  cm  retirada,  hbntem,  ft 
noite,  ao  longo  dn  costa,  om  dire¬ 
cção  a  Motrll  o  Almerln,  ou  pro¬ 
curaram  abrigo  em  Storra  Ne¬ 
vada. 


A  pequena,  maB  poderosa  cs-  { 
quadra  do  general  Franco,  nave¬ 
gou  durante  a  noite  para  lêste, 
ao  longo  da  costa,  deixando  ape¬ 
nas  a  estrada  aberta  aos  fugiti¬ 
vos  e  tropas  em  retirada.  O  va¬ 
lor  estratégico  da  vletorla  tor¬ 
nou-se  evidente  á  ndlté,'  porque 
o  general  Franco  domina  agora  o 
unico  porto  de  mar  importante 
que  atnda  tolhia  a  liberdade  de 
coramunlcações  com  o  Marrocos 
Hèspanhol.  E  com  Malaga  em 
seu  poder,  o  supremo  chofo  na¬ 
cionalista  terá  facilidade  de  fazer 
nialor  uso  ds  Melllla  como  porto, 
addtcionalmente  a  Ceuta. 

Combate-se  nas  ruas  de 
Malaga 

Lontirai,  7  (Havas)  —  Segundo 
noticias  de  Gibraltar,  de  fonte 
seml-offlcial,  oa  rebeldes  entra- 
ram  &  tarde  em  Malaga  e  travam, 
neste  momento,  vlolentoe  comba¬ 
tes  dentro  das  ruas  da  cidade  com 
os  governlstas.  Accresccntam  as 
mesmas  noticias  que  os  combatea 
são  encarnlçadoe  e  quo  as  perdas 
de  parte  a  parte  são  elevadas. 

Chegam  prisioneiros  e  feri¬ 
dos  a  Algeciras 

Londres,  7  (Havas)  —  Commu- 
nlca  a  Agenda  Reuter,  do  Gi¬ 
braltar,  que  varloe  caminhões 
procedentes  de  Fuenglrola  e  Tor- 
ie  Mollna,  chognram  á  tarde  a 
Algeciras,  carregados  do  pçlslo- 
nelros  e  feridos. 

Navios  de  guerra  bombar¬ 
deiam  Malaga 

i  ,  -  . 

Londres,  7  (Havas)  —  Commu- 
nlca  a  Agoncla  Reuter,  de  Gi¬ 
braltar,  que  segundo  Informações 
do  Grande  Quartel  General  Na¬ 
cionalista,  os  Insurrectos  se  en¬ 
contram  ás  portas  do  Mnlagn.  a 
se  preparam  para  entrar  na  cida¬ 
de  amanhã.  A  1  frota  nacionalista, 
aomprehcndendo  uma  canhoneira 
e  vários  barcos  armados  se  en¬ 
contra  á  entrada_  do  porto  e 
submettem  a  cidade  a  um  rigoro¬ 
so  e  Intensivo  bombardeio. 

Consta,  por  outro  lado,  quo  o 
cruzador  ollemão  “Graf  Bpee" 
cruzou  ao  largo  de  Malaga 

Descrevendo  a  entrada  rdas 
tropas  nacionalistas  em 
Malaga 

Fucnplrolo,  8  .Jean  de  Gandt 
correspondente  da  United  Press) 
—  Depois  de  tres  dias  de  ataques 
Incessantes,  ns  tropas  nacionalis¬ 
tas  entrarom  em  Mnlagn.  Com  a 


dia  cedoii  ao  impelo  doa  nacio¬ 
nalistas  o  pharol  de  Calaburras, 
na  estrada  do  Marbello,  a  33  mi¬ 
lhas  de  Malaga.  As  tropas  re¬ 
beldes  entraram  em  Fuenglrola 
á$  primeiras  horas  da  manhã  do 
sahbndo,  depois-  -que~.es  ta  -  tüclodç 
tfúl  vlolantemeJnte  hamhardeadn 
pela  esquadra,  composta  dos  cru¬ 
zadores  "Almirante  Cervera", 
“Canarlas"  e  "Baleares'’. 

Tres  columnas  nacionalistas 
desfecharam  a  offenslva  final  so¬ 
bro  Malaga.  A  primeira,  proce¬ 
dente  do  Loja,  occupou  os  redu- 
ctos  exteriores  da. cidade  nas  pri¬ 
meiras  horna  da  manha  do  hon- 
tem,  emquanto  outra  columna 
procedente  de  Alhnma  procurava 
cercar  a  cidade.  A  torcolra  co¬ 
lumna,  avançando  pela  estrada  de 
Marbelln,  chegou  ás  portas  de 
Malaga  depolB  de  ter  occupado 
Torro  de  Molinos. 

Os  soldados  da  Legião  Estran¬ 
geira  e  as  tropas  mouras  foram 
os  primeiros  a  entrar  na  cida¬ 
de,  capturando  centenas  de  prl 
slonciros. 

A  Inteira  resistência  dos  lega¬ 
listas  em  toda  a  frente  sul  do 
Mediterrâneo  desmoronou-se  om 
face  ao  poderoso  avanço  dos  na- 
oloualtstas.  O  tempo  optimo  au¬ 
xiliou  notavelmente  os  atacantes, 
quo  gradualmento  foram  ostrellan 
do  o  cerco  em  torno  A  praça  for¬ 
te  doa  governlstas,  avançando  ao 
mesmo  tempo  sobre  uma  frente 
de  350  kilometros. 

Emquanto  a  principal  columna 
dos  nacionalistas  avançava  pela 
estrada  de  Marbella  a  Malagn, 
capturando  aldeia  apÕB  aldeia,  a» 
duas  columnas  auxiliares  conver¬ 
giram  sobro  Malaga,  procedonten 
das  montanhas  do  norte.  A  ca 
ptura  de  Ventas  de  Zaíarmya 
collocoii  os  naclonallBtas  no  pon¬ 
to  mais  elevado  da  região  ma- 
Ingucnha,  a  3.000  sobro  o  nlvol 
do  mar,  do  qual  dominavam  as 
linhas  de  defesa  dos  legalistas, 

Foi  tão  rápido  o  avanço  das 
tropas  revolucionarias,  quo  tor¬ 
nou-se  Impossível  estabelecer  um 
nystema  de  communlcações  bas¬ 
tante  mpldo  para  manter  o  con¬ 
tacto  com  o  Estado  Maior -Gene¬ 
ral. 

Finalmente  foram  requisitados 
automovets  particulares  para  ser¬ 
viram  de  ligação  entro  ns  tres 
columna;. 

O  correspondente  da  United 
Press  chegou  a  Fuenglrola  ás 
primeiras  horas  da  manhã  do 
sabbado,  Junto  com  as  Torças  na¬ 
cionalistas.  Entremos  na  cidade 
pola  estrada  real  de  Marbella,  quo 
no  encontra  cm  poder  dos  nacio¬ 
nalistas  há  varias  somanaa. 

Apõs  deixarmos  Marbella,  os 
nossas  olhos  acharam  o  caracte¬ 
rístico  espectáculo  offerecldo  por 
recentes  combates,  postes  o  li¬ 
nhas  telephonieas  derrubadas  ao 


As  negociações  enceta¬ 
das  pelo  embaixador 
francez  em  Washington 

Paris,  8  (Havas)  —  Segundo 
informações  do  boa.  fonte,  um 
primeiro  ponto  declrrerla  clara¬ 
mente  das-  dlrcclrlzcs  recebidas 
pelo  novo  embaixador  de  França 
em  Washington. 

O  sr.  Georges  BonBet  não  seria 
encarregado  de  negociar  nos  Es¬ 
tados  Unidos  nenhum  emprésti¬ 
mo.  .  qem  entaliolar  nenhuma  ne¬ 
gociação  a  respeito  do  pagamen¬ 
to  das  dividas  de  guerra,  ma»  sim¬ 
plesmente  de  procurar  alargar  as 
disposições  do  tratado  do  com- 
merclo  actuRlmonte  em  vigor  en¬ 
tre  os  dois  palzes.  . 

Do  outra  porte  o  novo  embai¬ 
xador  teria  a  Incumbência  do, 
manter  'e  "(fenenvolvcr  ó  aSWWo 
monetário  asslgnodo  em  Setembro 
do  1936  entre  Paris,  Londres  • 
Washington. 

De  outra  parte  é  sabido  que  o 
extto  da  let  de  noutralldode  que 
prohtba  a  exportação  de  armas, 
para  qualquer  destino,  em  osso 
de  confllcco  fõra  do  continente 
americano  não  deixou  de  suscitar 
certos  preoccupações  na  maior 
parto  dos  palzes  ouropeus  que  de¬ 
sejariam  ver  reconhecida  a  im¬ 
portância  que  apresentaria  para 
os  Interesses  da  paz,  a  dlsttnccão 
entro  aggressor  e  vlctlma  nos 
confllctos  lnternaclonnes,  baso  da 
acção  preventiva  consagrada  em 
Genebra. 

Por  fim,  caso  as  perspectivas,  de 
negociações  com  a  Allemanha  em 
vista  do  reergulmento  economlco 
devessem  .prcclsar-se,  o  sr.  Geor¬ 
ges  Bonnot  seria  provavelmente 
levado  a  examinar  o  referido  pro¬ 
blema  com  p  i  governo  dos^Estados 
Untâos,  visto  q“uá  a  solução  enca- 
radià  para  ser  efflcaz  deveria  ser 
de  âlciihco  mundial. 


frente  de  Malaga,  figura  ura 
carro  blindado,  que  os  defensores 
não  puderam  manobrar  com  suf- 
ftclento  rapidez  na  sun  retirada 
sobre  Malagn.  Os  soldados  na¬ 
cionalistas  apoderaram-se  do  car¬ 
ro.  utlllzando-o  em  perseguir  os 
legalistas  em  fuga.  observei  que 
as  forças  legalistas  construiram 
um  Importamo  syslema  de  trin¬ 
cheiras  e  obras  da  defesa  do  ara¬ 
me  farpado,  mas  o  ataque  nacio¬ 
nalista  foi  tão  violento,  que  oe 
milicianos  quftsl  não  fizeram  ten¬ 
tativas  de  resistência. 

Pouquíssimos  estrangeiros  fi¬ 
guravam  entre  as  tropas  legalis¬ 
tas  neste  sector,  na  sua  mulorla 
russos.  O  grosso  dag  forças  le¬ 
galistas  compunha-se  de  uma  co-j 
lumna  de  Infantaria  procedente 
de  Carthngena  e  de  varlos  bata¬ 
lhões  de  tropas  de  choque  e  de 
milicianos  anarchistas.  As  tro- 
pas  nacionalistas  comprchsndtaip  i 
contingentes  de  cavallarla  mar¬ 
roquina  e  columnns  de  Infanta¬ 
ria.  Os  poucos  civil,  que  conse¬ 
guiram  ficar  e  ser  testemunhas 
da  oceupação,  pelos  nacionalistas  j 
das  cidades  c  aldeias  nas  proxi¬ 
midades  de  Malaga,  npplaudlram 
ns  tropas  do  oceupação.  Em  vᬠ
rios  lognres  foram  encontradas 
minas,  collocadas  pelos  legalis¬ 
tas  com  o  Jntento  de  destruir  as 
pontes  e  ns  estradas;  no  entan¬ 
to.  nenhuma  explodiu,  devido  a 
fuga  precipitada  dos  legalistas. 

Durante  o  regresso  a  Marbella, 
os  nutomovels  que  conduziam  os 
correspondentes  dc  guerra  passa¬ 
ram  no  lado  de  dois  soldados  que 
agitavam  seus  fuzis,  aos  qua.es 
tinham  amarrado  dois  lenços 
brancos.  Detidos  os  cario»,  os 
Jornalistas  e  oe  offtcines  que  os 
acompanhavam  correram  ao  en¬ 
contro  do»  dois  homens.  O  capi¬ 
tão  que  guiava  o  grupo,  com  uma 
carabina  automática  debaixo  do 
braço,  grltou-lhcs  que  levantas¬ 
sem  as  mãos.  Os  soldados  não 
comprchenderam  a  ordem,  e  se 
jogaram  ao  solo,  como  ae  quizes- 
sem  atirar.  Esperaram  no  en¬ 
tanto  a  nossa  chegada  sem  fazer 
um  movimento. 

Ao  ae  npproxinmrem  os  offl- 
claes  nacionalistas.  Immedlata- 
mente,  os  dois  soldados  entrega¬ 
ram  seus  fuzis.  Dcaseram  que 
pertenciam  as  unidades  legalistas 
de  Mnlagn,  tendo  fugido  do  nolto 
afim  de  se  passarem  para  o  ter¬ 
ritório  nacionalista,  escondendo- 
se  nas  montanhas.  Ao  chegarem 
&  estrada  de  Marbella,  entrega- 
ram-sa  aos  primeiros  que  viram. 

Um  dos  soldados  foi  conduzido 
A  Marbella,  no  carro  da  United 
Press.  Parece  unpreclar  grande¬ 
mente  os  viveres  -que  lhe  foram 
offerecldo,  pote,' de  aecordo  com  a 
sua  cbnflssão.  não  comera  havia 
tres  dlns. 

Mas,  quasl  pareceu  enlouquecer 
de  alegria  quando  soube  que  não 
seria  fusllndo,  pois,  explicou,  ti¬ 
nha-lhe  sido  dito  que  oa  naciona¬ 
listas  fuzilavam  todos  seus  pri¬ 
sioneiros. 

'  Malaganovaniente  •  - 


A  noticia  da  assignatura  de  um  accordo  entre 
a  Allemanha  e  a  Republica  do  Equador  causa 
apprehènsões  na  America  do  Norte 

UMA  BASE  NAVAL  MUITO  PROXIMO  D0  CANAL  D0  PANAMÁ 


hespanhola  1 


Paris,  8  (U.  P.)  —  Segundo  In¬ 
formes  que  circulam  nas  chnncel- 
larlas  de  Paris,  foi  concluído  e 
será  brevemente  asslgnado  um  ac¬ 
cordo  que  outorga  á  Allemanha 
importantes  concessões  econômi¬ 
cas  no  Equador,  assim  como  o  dl. 
reito  do  construir  e  controlar  ln- 
tclramcnte  o  novo  porto  na  bahia 
de  S.  Lourcnço.  Attrlbue-se  ao  ac¬ 
cordo  grando  Importância  militar 
asslmí  como  economlca,  por  dois 
motivos:  1)  Porque,  segundo  os 
Informes,  um  dos  membros  do  co¬ 
mitê  eflearPegado  de  elaborar  oa 
planos  é  o  coronel  Webber,  do 
itelehswehr;  !•)  Porque  o  Japão 
o  a  Italla  foram  notificado?,  o  esta 
ultima  potência  convidada  a  par¬ 
ticipai-  do  desenvolvimento  do  re¬ 
ferido  plnno. 

O  caso  é  que  o  nccordo  foi  con¬ 
cluído  em  Berlim,  entre  o  governo 
allcmão  o  o  antigo  ministro  das 
Finanças,  sr.  AvIIob.  Com  o  fim  do 
assegurar  o  segredo,  o  financia¬ 
mento  terá  logar  por  intermédio 
do  Banco  Sulsso. 

Em  conformidade  com  os  ter- 
moB  do  accordo,  a  Allemanha  terá 
o  direito  de  conetrulr  um  porto 
na  bahia  de  S.  Lourenço,  protegi¬ 
da  por  um  grupo  de  ilhas,  e  cons- 


0  porto  de  Guayaquil  na  Republica  do  Equador 

CONTRATO  DA  FERROVIA' 
QUITO-B8MERALDA 


Irulr  estaleiros  o  um  acraporto.  A 
linha  de  estrada  do  ferro  que  por¬ 
te  de  Idnrra,  e  da  qual  Já  foram 
construídos  trinta  e  novo  kilome¬ 
tro»,  será  concluída  em  confor. 
mhlade  com  o  accordo. 

Em  troça  da  concessão,  Avlles, 
que  foi  a  Berlim  em  dezembro  ul- 
limo,  oliteve  um  empréstimo  do 
tres  milhões  de  dollnres  a  serem 
empregados  cm  diversos  eropre- 
liendlmontos. 

As  fontes  que  divulgaram  o 
caso  declaram  que  o  antigo  mi¬ 
nistro  das  Relações  Exteriores,  sr. 
TchlPlboga.  foi  o  "pae"  dn  Idfa  e 
que  as  negociações  foram  levadas 
li  cffclto  |wr  sua  Iniciativa.  Foi 
dito  que  outras  nações  sul-ameri¬ 
canas  se  mostram  preoccupados 
em  face  do  nccordo,  o  qual  foi 
discutido  cm  uma  dna  reuniões  se¬ 
cretas  da  Conferencia  Pan-Ameri¬ 
cana  Immedlatumonto  apõs  a  re. 
niincla  do  ministro  Tchlrlboga. 

Os  círculos  europeus  salientam 
que  o  completo  controle  allemão 
«obre  aquelle  porto  equatoriano 
proporcionaria  &  Allemanha  uma 
hase  naval  a  curtíssima  distancia 
do  Cannl  do  Panamá,  razão  pela 
qual  daria  motivo  e  anclodode 
nos  Estados  Unidos. 


Paris,  á  (U.  P.)  —  Interpellado 
pela  United  Press  acorca  dos  In¬ 
formes  segundo  os  quaes  a  Alle¬ 
manha  obtivera  concessões  no 
Equador,  o  sr.  Alberto  Pulg  Aro. 
semena,  encarregado  do  negoeloa 
equatoriano,  disse  que  não  tsva 
conhecimento  do  qualquer  em¬ 
préstimo  obtido  na  Allemanha 
qunndo  o  ministro  Avlles  esteve 
em  Berlim,  assim  oomo  não  soube 
de  qualquer  contrato  de  serviço» 
publicas.  Relatlvamonte  &  estrada 
de  ferro  Qulto-Esmeralda,  o  diplo¬ 
mata  equatoriano  explicou  que  a 
mesma  estava  sendo  prolongada 
nté  San  Loronzo  pela  firma  suls- 
sa  Scottonl  Brothers,  com  a  qual 
foi  feito  o  contrato  antes  da  Ida 
do  mlnlBtro  Avlles  1  Allemanha, 
O  sr.  Arosemana  garantiu  que  não 
existem  Interesses  allcmães  occul. 
tos  por  detraz  dn.  mencionada  fir¬ 
ma  sulsso,  e  accrcscentou  que  o 
unico  contrato  de  obras  publicas 
concedido  pelo  Equador  a  firma 
estrangeira  foi  &  American  Foun¬ 
dation  Corapany,  para.  a  contra- 
cçío  de  estradas  do  rodagem. 


■ - -  - -  -  —  ,  llliua  iiiviiivua  - - - - 

queda  da  grando  cidade  anda-  BolDi  cllíias  saqueadas  ao  longo  da 
luza,  o  governo  de  Valência  per-  Petvnaai  e  m0Vels  e  petrechoe  de 


de  a  sua  principal  praça-forte  no 
sul  da  península,  tornando-se  vir¬ 
tualmente  nulla  qualquer  resis¬ 
tência  dos  legalistas  naquellc 
sector. 

Falando  ao  mlcrophone  da  es¬ 
tação  de  "broadeasting”  do  Sc- 
vilha,  o  general  Queipo  dei  Llano 
annunclou  quo  toda  a  provlnola 
de  Malaga  hb  encontra  actual- 
monte  em  poder  dos  rebeldes,  ten¬ 
do  oe  legalistas  abandonado  a  ci¬ 
dade  em  fuga  desordenada, 

Tres  columnas  rebeldes,  pro¬ 
cedentes  de  tres  direcções  con¬ 
centraram  sous  ataques  sobre 
Malagn  nos  últimos  dias  da  se¬ 
mana  passado,  ocoupando  sabba¬ 
do  as  localidades  de  Fuenglrola 
e  Torre  de  Molinos.  Nos  ulti¬ 
mas  horas  da  manhã  do  domin¬ 
go,  as  tropas  nacionalistas  en¬ 
travam  em  Malaga  sem  encontra¬ 
rem  resistência.  Entrementes,  a 
esquadra  do  geneml  Francisco 
Franco,  que  na  sexta-feira  to. 
mara  parte  no  bombardeio  do 
Fuenglrola.  entrava  e  lançava  ns 
ancoras  no  porto  de  Malaga. 

A  offenslva  dos  revoluclonnrloB 
no  seçlor  sul,  foi  umn  das  mais 
declfllvna  desde  o  romper  da 
guerra  civil. 

Zafarraya,  Boquetc  de  las  Ven¬ 
tas  e  Puerto  do  los  Alcazarcs  ca- 
hlram  na  sexta-feira.  No  mesmo 


varlos  especles  abandonados 
beira  do  caminho. 

Destacamentos  nacionalistas  pa¬ 
trulhavam  a  costa,  occupàndo  rs 
praias,  onda  alguns  postes  a  rol- 
los  de  arame  farpado  constituíam 
os  últimos  vestígios  das  defesas 
legalistas. 

Toda  a  estrada  apresentava  sl- 
gnnes  do  Intensos  combates.  Pou¬ 
co  antes  de  chegnrmos  a  Fuengl¬ 
rola,  passamos  por  um  expesso 
bosquo  de  pinheiros  quo  se  nos 
figurou  optimo  para  a ,  defesa, 
embora  as  tropas  governlstas  o 
tivessem  abandonado  apõs  um 
breve  combate,  deixando  sobro  o 
terreno  varlos  dezenas  de  mor. 
toa 

Um  caminhão  legalista,  incem 
dlftdo.  continuava  ardendo:  vo 
rios  caixões  de  munições  Jaziam 
abandonados  em  ambos  os  lados 
da  estrada. 

Ao  entrarmos  em  Fuenglrola,  a 
esquadra  nacionalista  conttnuavo 
patrulhando  a  costa,  cobrindo  com 
os  seu»  canhões  a  entrada  doe 
nacionalistas  na  cidade.  A  oc- 
cnpação  dc  Fuenglrola  offerccou 
um  espectáculo  phantosUco;  os 
contigentes  do  Infantcrla,  eondu 
zlndo  os  muares  carregados  do 
material  do  guerra,  formam  uma 
eorronto  animada  quo  oceupova 
um  lado  da  estrada,  emquanto  a 


Fronteira  franco-hcspanhola,  8 
(Por  Harrlson  Sarochs,  corres¬ 
pondente  da  United  Press)  —  As 
Informações  chegadas  a  esta 
fronteira,  hoío  ft  nolto,  confirmam 
quo  os  rebeldes  capturaram  Ma¬ 
laga;  a  estação  de  radio  da  Va- 
ladolld,  ao  meio-dia  e  vinte  mi¬ 
nutos  do  hoje,  tombem  annunclou 
que  o  general  Queipo  de  Llano 
confirmará  offlclálmcnte  a  que¬ 
da  de  Malaga,  no  quartel  gene¬ 
ral  rebelde  em  Salamanca. 

.  o  ataqua  foi  multo  rapldo.  Se¬ 
te  columnas  motorizadas  conver¬ 
giram  sobre  a  cidade,  o  os  gover¬ 
nlstas  foram  obrigados  a  fugir, 
ecm  oppõr  resistência  aos  tnsur- 
rectoa.  Uma  columna  proceden¬ 
te  de  Loja  e  outra  dc  Marbella 
forem  es  duas  que  desencadea¬ 
ram  o  ataque  decisivo  sobre  a  ci¬ 
dade;  ellos  fomm  as  primeiras  a 
entrar  cm  Malaga. 

A  columna  procedente  do  Loja 
envolveu-se  numa  batalha  violen¬ 
ta,  em  Leon,  causando  entro  as 
hostes  governlstas  multas  mor¬ 
tes  e  grando  numero  do  feridos. 

O  general  Queipo  de  Llano  havia 
escolhido  Leon  como  o  local  pa¬ 
ra  suas  tropas  atmvcsaarcm  a 
sorra,  detrás  da  qual  Malaga  so 
encontra. 

Os  governlstas  foram  obrigados 
»  fugir  quando  sa  viram  fronte 
a  frente  com  um  esquadrão  de 
tanques  leves,  os  quaes  desenca¬ 
dearam  seu  ataque  protegidos 
pelo  forte  fogo  das  baterias  re¬ 
beldes,  situadas  nos  montanhas 
próximas.  Apõs  atravessar  Leon, 
a  columna  pôde  avançar  multo 
rapidamente  sobre  Mainga.  Este 
contingente  occupou  as  primeiras 
oasbs  da  “Cidade  Jardim",  bair¬ 
ro  localizado  na  entrada  da  el- 
dado.  Neste  momento,  foi  esta¬ 
belecida  ligação  entro  está  colu¬ 
mna  e  outra  procedonto  dc  Alha- 
ma,  para  o  que,  oa  rebeldes  ca¬ 
pturaram  Velez  e  Torre  dei  Mar. 

A  estrada  Corniche,  que  liga 
Malaga  ft  Motrll  o  Almerla,  Já  se 
encontrava  ha  poucob  dias  em 
sua  posse,  o  que  não  tornou  pob- 
slvel  aos  governlstas  receberem 
reforçoB  de  Motrll. 

A  columna  procedente  de  Mar¬ 
bella,  auxiliada  pela  aviação  e 
pela  artllhcria,  havia  tomado,  ha 
alguns  dias  atrás,  Fuenglrola. 

Os  habitantes  desta  cidade  ln. 
formaram  que  os  governlstas,  an¬ 
tes  do  desoccupnrem  a  referida  lo 
calldado,  fuzilaram  todos  os  di¬ 
reitistas.  Os  governlstas,  aos 
quaes  foi  ordenado  retardassem 
o  mais  possível  o  avanço  dos  re¬ 
beldes,  morreram  em  seus  pos¬ 
tos  durante  a  captura  de  Torra 
Molnos.  Em  seguida,  a  columna 
avançou  até  á  entrada  de  Mala¬ 
ga,  e  esta  manhã  conseguiu  oc- 
oupar  o  suburblo  da  cidade,  por 
nome  Churriana.  Consequente 
mente,  Malaga  ficou  entre  dois 
fogos  rebeldes,  e  toda  e  qualquer 
resistência  seria  inuttl.  Apôs  es¬ 
caramuças  nas  ruas  da  cidade,  a 
columna  que  se  enoontravn  no 
bairro  "Cidade  Jardim"  estabe¬ 
leceu  contacto  com  a  que  havia 
tomado  Churriana,  l 

Os  contingentes  governlstas, 
quo  atê  o  mqmonto  não  foram 
aprisionados,  refugiaram-se  nas 
posições  fortificadas  nas  monta¬ 
nhas  Atadatajala,  ao  norte  de  Ma¬ 
laga,  onde  os  rebeldes  os  estão 
cercando. 

A  maior  porte  dos  quarenta 
mil  soldados  quo  defendiam  Mala¬ 
ga  fugiu  para  Motrll  antes  dos 
rebeldes  occuparom  Torro  dei 
Mar.  Onde  sc  encontram  no  mo¬ 
mento,  não  so  sabe.  O  numero 
de  mortos  de  ambos  os  exercitos 
í  multo  grande,  rols  os  comba¬ 
tes  nos  suburblos  da  Malaga  fo¬ 
ram  de  uma  ferocidade  sem  pro¬ 
cedentes.  As  casas  da  rua  Lar- 


parte  central  era  ocoupada  por 
uma  columna  composta  do  cente¬ 
nas  de.caralnliões  carregados  com 
peças  do  .  artllherla,  munições, 
ovelhas,  farinha  e  outros  viveres. 

A  outra,  margem  do  caminho  es¬ 
tava  reservada  ft  cavallarla,  com¬ 
posta  prlnclpalmcnte  de  unidades 
mouriscas,  com  seus  característi¬ 
cos  e  plntorcscos  uniformes,  can¬ 
tando  hymiius  patrióticos,  qua 
davam  ft  oceupação  de  Fuenglrolo 
a  aspecto  do  uma  marcha  trlum- 
phol. 

De  ropente,  toda  esta  mossa  em 
movimento  so  deteve,  devido  e 
um  carro  blindado  legalista,  om 
Iiarto  destruído,  quo  bloqueava  o 
caminho,'  maa  o  tanque  foi  logo 
removido,  e  o  avanço  continuou. 

Durante  a  marcha,  soube  que 
vinte  milicianos  legalistas  chega¬ 
ram  na  noite  anterior  no  pharol 
de  Calaburras,  Julgnndo  estarem 
nas  posições  governlstas. 

Quando  a  vanguarda  dos  na¬ 
cionalistas  entrou  em  Fuenglrola 
a  cidade  encontrava-se  quasl  de¬ 
serta,  tendo  sido  evacuados  seus 
7.009  habitantes,  Junto  com  o; 
últimos  defensores,  que  se  refu¬ 
giaram  em  Malaga.  Varlos,  no 
entanto,  conseguiram  escapar  ao 
controle  das  autoridades,  fugindo 
para  as  colllnas  próximas,  de 
onda  mais  tarde  emprehendoram 
o  regresso  a  Fuenglrola, 

Uma  hora  depois  da  entrada 
das  tropas  nacionalistas  na  cida¬ 
de,  os  aviões  legalistas,  embora 
quasl  Invisíveis  .devido  á  altitu¬ 
de,  fizeram  sua  appariçõo  ao  lar¬ 
go,  e  deixaram  cair  ft  uma  duzia 
de  bombos,  ao  que  parece,  desti¬ 
nadas  ao  cruzador  "Almirante 
Cervera."  No  entanto,  não  cau¬ 
saram  nenhum  prejuízo  e  poucos 
minutos  mais  tarde,  ao  se  dirigi¬ 
rem  para  a  costa,  foram  postos 
em  fuga  pelos  canhões  anti¬ 
aéreos  do  "Almirante  Cervera". 

Dentro  da  cidade,  foi-mo  dado 
contemplar  amostras  unlcaa  do 
poder  destructlvo  das  milícias  le¬ 
galistas.  A  egreja  daquella  paro- 
chla  e  outroB  esplendidos  edifí¬ 
cios  estavam  reduzidos  a  escom¬ 
bros,  completamente  demolidos. 

Foi  Informado  do  que  o  parocho. 
depois  de  ter  sido  aprisionado  pe- 
loa  legalistas,  fõra  executado  Jun¬ 
to  com  onze  pessoas,  accusadas 
de  possuírem  IdSãs  direitistas. 

Varias  tamlUos  foram  assassina¬ 
das,  depois  das  mulheroq  terem 
sido  submettldos  a  todos  os  tor 
mentas  e  todas  as  ultrages.  De¬ 
pois  da  oceupação  de  Malaga,  vl 
varlos  caminhões  regressarem  a 
Fuenglrola  oom  mulheres  e  cre- 
nnças,  uma  das  quaes  não  conta¬ 
va  mais  de  uma  semana,  cujos 
maridos  e  paes  foram  obrigados 
pelos  legalistas  a  sb  retirarem 
com  a»  tropas  afim  de  participa 
rem  na  defesa  de  Malaga, 

Entro  o  material  de  guerra  ca¬ 
pturado  pelos  nacionalistas  uajrloa  foraja  completamenta  des 


traídas  pelo  fogo  do  barragem  da 
artilharia  governlsta,  destinado  a 
sustar  o  avanço  do»  rebeldes. 
Multas  vlllas  na  estrada  ao  lon¬ 
go  da  costa  em  direcção  de  El 
Paio  foram  Incendiadas. 

A’s  11  horas  da  manha,  o  ge¬ 
neral  Queipo  de  Llano  entrou  em 
Malaga  commandando  uma  co¬ 
lumna  de  reforço.  Em  sua  en¬ 
trada  encontrou  grande  numero 
de  mortos  e  feridos  deitados  pe¬ 
las  ruas. 

Os  rebeldes  Informaram  que 
muitos  refens  foram  fuzilados  pe¬ 
los  governlstas.  Disseram  tam¬ 
bém  que  todo  prisioneiro  gover- 
nlsta  será  Julgado  por  umn  cõrte 
militar  de  emorgenclo,  e  que  to¬ 
dos  os  marxistas  condemnados 
serão  executados  lmmedlatamen- 
te.  Espera-se  que  reprosatlns 
sangrentas  tenham  logar  cm  Ma¬ 
laga,  Identicamente  ao  quo  acon¬ 
teceu  em  Badajoz. 

Em  Sevllha.  houvo  grande  en- 
thuslasmo,  quando  a  queda  de 
Malaga  foi  annunoiada.  O  povo 
acclamou  o  exercito  o  o  general 
Queipo.  Tombem  pregaram  car¬ 
tazes  por  toda  a  parte,  os  quaca 
diziam:  A110  Moscou,  Malaga  ê 
novamente  hespanhola:  “Exerci¬ 
to  hèspanhol,  precisamos  avançar 
sobro  Valência". 

Manifestações  Idênticas  tiveram 
logar  em  todo  o  torritorlo  Insur- 
recto  ás  G  horas  da  tarde  de  liojo. 


Afundados  dois  navios  go> 
vernistas  em  Fuenglrola 

Tenerlffe,  8  (U.  P.)  —  A  es¬ 
tação  de  radio  Informou  hontem 
o  seguinte: 

No  porto  de  Fuenglrola  foram 
afundados  dois  navios  governla- 
tas  equipados  com  artilharia, 
quando  os  mesmos-  pretendiam 
fugir. 

A  artilharia  antl-aerea  rebelde 
abateu  dois  aviões  Inimigos, 
quando  elles  procuravam  cobrir 
a  retirada  dos  milicianos  de  Fu¬ 
englrola. 

Em  consequência  da  formidável 
conquista  de  Fuenglrola,  o  gover¬ 
no  de  Valência,  temendo  oa  con¬ 
sequências  da  vletorla  naciona¬ 
lista,  prepara-se  apressadamente 
para  abandonar  Valência  e  trans- 
ladar-se  para  Barcolona. 

Apôs  permanecer  dois  dias  em 
Madrid,  o  primeiro  ministro,  sr. 
Largo  Caballero  regressou  a  Va¬ 
lência,  tendo  sido  informado, 
quando  na  capital,  pelo  general 
Miaja,  do  effeotlvo  da  tropa  e  do 
material  de  guerra  com  que  con¬ 
tam  resistir  contra  a  offensiva 
governlsta. 

Segundo  Informam  as  estações 
de  radio  madrilenas,  regtstram-s.e 
em  Madrid  graves  Incidentes  em 
consequência  do  fuzilamento  de 
trinta  o  oito  milicianos  que  des¬ 
obedeceram  seUB  chefes,  cal- 
culando-ao  que  o  numero  da  mor¬ 
tos  e  feridos  seja  elcvndlsslmo. 

Limpando  a  cidade 

Junto  ds  forças  nacionalistas 
dentro  do  italarjo,  8  (U.  P.)  — 
Os  naclonallBtas,  esta  tarde,  es¬ 
tão  progredindo  rapidamente  na 
llmpesa  da  cidade. 

Os  governlstas  retiraram-se 
da  cidade 

Londres,  8  (Havas)  —  Tole- 
grammas  dc  Almerla  transmiltl- 
dos  pela  Agencia  Reuter  Infor¬ 
mam  que,  por  ordem  do  alto 
commando  lega],  a  cidade  dc  Ma¬ 
laga  foi  evacuada  pelos  governa- 
meoitaes  que  so  retiraram  em  bôa 
ordem. 


0  FALLECIMENTO  DE 
EL1HU  R00T 

Traços  biographico*  do 
estadista  americano,  Prê¬ 
mio  Nobel  da  Paz  e  ex- 
hospede  do  Brasil 


ttlifau  Root 

Nova  York,  8  (UTB)  —  Em 
sua  residência  nesta  cidade, 
íalleceu  o  notável  estadista 
norte-americano  Elihu  Root, 
antigo  secretario  de  Estado  t 
Prêmio  Nobel  da  Paz  em  1912. 


Nota  da  U .  T.  B.  —  Elihu  Root, 
que  acaba  <ie  fallecer  ero  Nova  York, 
foi  uma  figura  de  destaque  na  política 
exterior  dc  ceu  pair,  com  actuação  no¬ 
taria  nos  Estados  da  America  do  Sul  e 
da  Europa. 

Nascido  em  Clinloo,  Estado  de  Nova 
York,  a  15  de  fevereiro  de  1845,  o  ex- 
llncto  citava  ero  vesperaj  de  completar 
aeua  92  annoa  de  edade.  Seu  pae  era 
um  profeuor  do  Hamilton  College,  o 
ir.  Orcn  Koot,  e  nesse  mesmo  Instituto 
fez  cllc  seus  estudos  tectindarios,  até 
entrar  para  a  Universidade  Jurídica  de 
Nova  York,  onde  ac  formou  em  Leis. 

Sua  estrea  na  vida  publica  foi  coroo 
adjunto  da  commisflüo  de  limite»  do 
AU&ka,  onde  pôde  demonstra/  habilida¬ 
des  c  conhecimentos  que  Ibe  gransearam 
a  nonieaçlío  para  procurador  federal  no 
díitricto  sul  de  Nova  York,  funcçôes 
que  desempenhou  dc  1883  até  1885. 

Depois  de  alguns  annos  entregue*  cx- 
clusivamcnle  5a  actividadcs  politicas  e 
ao  aperfeiçoamento  dc  seus  conhecimen¬ 
tos,  Elihu  Root  vein  a  ser  secretario  da 
Guerra,  de  1899  a  1904,  co  tno*  prcíi- 
dentei  McKinley  e  Theodore  Roosevclt, 
passando  a  eccrctarlo  de  Eitado,  com  a 
pMtno  dos  negocio*  estrangeiros,  cro 
1905,  para  nlii  permanecer  até  1909, 
quando  George  Tnft  subiu  A  ptesiderteia 
dos  Estados  Unidos. 

Deixando  a  pasta  ero  que  alcançara 
vasto  renome,  na  política  interna  dos 
Estados  Unidos  e  na»  aua»  relações  ex- 
teriorca,  Elihu  Root  foi  eleito  senador 
federal  pelo  «cu  Estado  natal,  Novn 
York.  tendo  permanecido  nesse  posto 
até  1915. 

De  sua  passagem  pela  secretaria  de 
Estado  restou-lhe  a  outorga  do  Prêmio 
Nohel  da  Paz,  que  lhe  foi  concedido  em 
1912,  qunndo  occupava  ainda  a  sua 
bancada  na  Coroara  Alta  amcrkann. 

Em  1917  foi  o  chefe  da  missão  espe¬ 
cial  enviada  A  Ruiria,  então  sob  o  do¬ 
mínio  de  KerensM,  e  logo  depois  fa* 
designado  membro  plenipotenciário,  pe¬ 
lo»  Estados  Unidos,  da  coromiVsSo  in¬ 
ternacional  dc  juristas  designada  prlo 
conselho  da  Sociedade  da*  Kiç6es,  «n 
1920,  para  a  prc-organização  da  vòrtc 
Permanente  de  Justiça  Internacional  de 

i  _  (Continua  na  6.»  pag.) 


Acceita  pela  Grã  Breta¬ 
nha  a  patrulhagem  das 
aguas  hespanholas  pela 
marinha  britannica 

Londres,  8  (Por  Frederick  Kuh, 
oorrespomlento  da  United  PresB) 
—O  governo  brltannlco  endereçou 
uma  nova  nota  ft  Lord  Flymoutli, 
presidente  do  Comitê  Internacio¬ 
nal  para  a  Fiscalização  do  Pacto 
de  Não-Intervenção,  concordando 
Implicitamente  om  participar  do 
plano  naval  russo  para  a  patru¬ 
lha  das  aguas  em  torno  da  Hes- 
panlm  a  de  sua»  depcndenclas, 

□  fim  de  augmentar  a  efficiencl» 
do  novo  oehcma  do  não  Interven¬ 
ção  na  Hespanha. 

A  United  Pres»  pode  revelar  • 
nota  enviada  a  semana  passada, 
devido  não  ter  oldo  recebidas  as 
respostas  das  outras  vlnto  e  seis 
potências  que  fazem  parto  do  co¬ 
mitê. 

Na  sua  nota  a  Grã  Bretanha  In¬ 
siste  na  necessidade  dos  navios  da 
guerra,  empenhados  em  sous  de¬ 
veres  dc  fiscalização,  terem  ac- 
ccsso  á  bases  convenientes  para 
reparações  o  para  cereberem  com¬ 
bustível. 

Em  seguida  a  nota  rcfcrc-sc  ft 
proposta  sobre  a  Grã  Bretanha, 
França,  AHomo-nha  a  Itália  assu¬ 
mirem  a  tarefa  do  controle,  e  sl- 
gniricamemo  accresconta:  “EbIm 
quatro  potências  já.  mostrarám, 
mantendo  conllnunmonte  navios 
cm  aguas  hespanholas,  que  tám 
todas  as  facilidades  necessárias. 
Entretanto,  dcBdo  quo  desappa- 
reçam  bs  diffleuldades  neste  sen¬ 
tido.  o  governo  brltannlco  não  ví 
razão  por  que  á  qualquer  outr» 
potência  quo  deseja  participar  do 
controle,  não  aeja  designada  um» 
zona  conveniente  para  fiscaliza¬ 
ção". 

Desui  fôrma,  a  Grã  Bretanh» 
apoia  o  projecto  sobre  a  designa¬ 
ção  de  zonas  nautleas  para  diver¬ 
sas  esquadras  patrulharem,  em¬ 
bora  a  nota  soviética  entregue  » 
Lord  Plymouth  a  semana  passa¬ 
da,  seja  contra  o  syslema  de  zo¬ 
nas. 

O  mesmo  communlcado  russo, 
entretanto,  annunclou  que  “o  go¬ 
verno  soviético  desejava  em  par¬ 
te  a  proposta  de  flscaUzaçfio  na¬ 
val”  o  a  nota  britannica,  com- 
quanto  que  evitasse  do  referir-se 
especiflcamento  t  Russla  tomar 
parte,  concorda  claramente  oom 
quo  a  esquadra  soviética  exerça 
fiscalização  naval,  esclarecendo 
que  neste  caso,  arranjos  preci¬ 
sam  ser  foltos  tornando  possível 
a  Rússia  encontrar  portos  para 
reparações  o  para  a  tomada  do 
combustível. 

A  United  Pjoss  foi  ainda  Infor¬ 
mada  que  a  Allemanha  entregou 
sua  resposta  a  Lord  Plymouth,  a 
qual  ê  “em  geral,  favorável"  ao 
plano  proposto  para  a  fiscaliza¬ 
ção.  Entretanto,  nesta  capital  fa¬ 
zem  conjecturas  sobre  a  AJlcma- 
nha,  Italla  o  Portugal  concorda¬ 
rão  com  a  participação  da  RubsIb 
na  fiscalização  naval. 

Entrementes  o  embaixador  bri- 
Innnlco  om  Portugal,  Sir  Charles 
Wlngfleld,  está  propondo  á  Por. 
tugnl  que  abandone  suas  objecçõe; 
ao  sehema  de  controle. 

A  reunião  do  sub-comltê  tech. 
nlco,  marcado  para  terçn.-felra  as 
11  horas  da  manhã  no  “Forolgn 
Office"  foi  adiada,  devido  a  diver. 
sos  membros  do  ramllô  nuo  pode» 
rem  estar  presentes  ao  mesmo. 
Provnvntmnnte  a  reunião  terá  to¬ 
gar  quarta-feira. 


(0  SERVIÇO  TELEGRAPHICO 
CONTINÚA  NA  6."  PAGINA) 


CORRETO  EA  MÀNTTA  --  Terça-feira,  9  <lc  Fevereiro  fie  1937 


CHRONICAS 


EM  DEFESA 
DA  PECUARIA  RIO 
GRANDENSE 


SOBRE  A  INTERPRETAÇÃO  DAf  O  PROGRESSO  DE 
NOVA  LEI  DO  SELLO  UM  MUNICÍPIO  FLU 

MINENSE 


Carnavalandta 


Um  parecer  do  consultor  jurí¬ 
dico  da  Liga  do  Commercio 

O  professor  Fausto  de  Freltna 
o  Cestro'  advogado  de  nosso  íõrn 
e  consultor  jurídico  da  Liga  do 
Commercio,  deu  o  seguinte  pare¬ 
cer  soore  a  lei  do  sello: 

Consulta-se: 

1*  —  Feia  nova  le!  do  sollo,  to¬ 
das  as  contas  correntes,  ajuiza 
dss  ou  nSo,  continuem  n  ser  çel- 
ladas? 

2*  —  No  coso  de  uma  flrmn 
commcrclal  ter  um  (reguez  com 
duas  contas  correntes  e  de  ven¬ 
das  e  devendo  o  saldo  da  coutn 
do  vendas  ser-lho  creditado,  ou, 
melhor,  fazondo-se  um  encontro 
de  contos  —  qual  a  conta  que 
popa  o  nello  o  oomo  paga  7 

A  questão  da  sellogcm  das  con¬ 
tas  correntes  deu  margem  a  du¬ 
vidas  e  a  longas  discussões. 

Pracmou  o  Congresso  remedlor 
a  situação,  determinando  que  ne 
contas  correntes  íõ  papaesem 
sello  "quando  ajuizadas". 

Vetando  casa  disposição  (n.  6 
da  tabeliã  A),  o  presidente  da  He 
publica  Justificou  o  neto  dizendo 
que  pela  doutrina  do  (Isco,  o  sollo 
era  devido  em  duas  hypothesoa: 
—  quRndo  a  conta  fosso  ajuizada 
e  quando  o  saldo  devedor  fosnu 
reconhecido.  No  ebu  entender, 
nno  se  deveria  modifler  esea  dou 
trina  e  para  mnntel-a  votava  a» 
palavras  —  "sdmcnte  quando 
ajuizarias”. 

Ficou  esse  dlspoiltlvo  alejado 
na  redacção  porque  o  nello  paesou 
a  ser  exigido  noa  contas  corren¬ 
tes,  seni  mais  expllcaçõei.  Nno  se 
ficou  aahondo  onde  é  pago  esse 
sello  nem  quando  deve  sor  pago. 

Entretanto,  buscando-se  o  de¬ 
mento  histórica,  as  razões  de  tio 
defelluoea  redacção,  vcrlflen-se 
que  a  Intenção  foi  manter  aquol- 
la  doutrina  do  fisco  de  m  co¬ 
brar  o  tello,  no  reconhecimento 
do  saldo  devedor  ou  no  momento 
de  ajuizar  a  conta  para  cobrança 
não  havendo  reconhecimento. 

Ou  essa  é  a  Interpretação,  ou 
lião  tem  sentido  o  n.  11  do  ta- 
lella  A. 

Nssae  sentido  me  manifestei  em 
dlvovsds  consultas,  a  com  sntln- 
fação  vl  o  meu  ponto  de  vlsla 
adoptado  pelo  fisco. 

De  facto:  —  na  circular  n.  62 
de  23  Js  dezembro  de  1986,  a  DI- 
rectorla  das  Rendas  Internas  do 
Theaouro  Nacional  dnva  ae  se¬ 
guintes  Inslrucçíes: 

"As  comas  correntes  sõ  estão 
sujeites  a  tello  proporcional  no 
momento  de  sua  liquidação,  ou  ao 
xerem  demandadas  ou  njuizadus, 
escapando,  portanto,  ao  Imposto 
os  extractoK  quo,  periodicamente, 
os  bancas  enviam  aos  clientes, 
pora  almplea  conferencia." 

(■'  Dlnrlo  Off letal"  de  24  de  de¬ 
zembro  do  11)36). 

A  segunda,  pergunda  não  ê  r-itf- 
ficlento  caclnrcclcln,  pola  mio  diz 
c  que  scyt  casa  coutn  do  vendas. 

SuppoPho  que  a  firma  coinmer- 
cjal  "compre"  desse  eau  freguoz 
e  o  vã  creditando  pelas  Importân¬ 
cias,  em  reparado.  Ao  fim  de  al¬ 
gum  tempo,  osso  credito  f  truiia- 
forldo  i>aia  a  conta  corrente,  apu¬ 
rando-se  o  saldo  em  favor  da  casa 
commerclsl  ou  do  ficgitez. 

Bonda  assim,  essa  "conta  de 
venda"  não  está  sujeita  a  sello, 
pois  nno  #  contu  corrente. 

Cl  sello  nô  6  devido  na  “conta 
corrente''  quando  encerrada  o  ro- 
conhçclrio  a  saldo  pelo  devedor, 
ou  quando  ajuizada,  embora  sem 
reronheclmcnto  do  saldo. 

A  meu  ver,  a  circular  62,  no 
trecho  acima  transcrlpto,  foi  al*m 
do  razoável  quando  dlnso  ser  lam¬ 
bem  devido  o  Nello  "no  momento 
da  liquidação  da  conta  corrento". 

Não  i  leso  que  se  contem  nr.s 
razões  do  véio  approvado  pelo 
Congresso. 

:  Oro,  sl  o  presidente  da  .Repu¬ 
blica  vetou  parte  do  dispositivo 
para  que  as  conUs  correntes  In¬ 
cidissem  cm  nello,  nes  dois  casos 
apontados,  oomo  o  dlrcctor  das 
Rendas  Internas,  pOdo  contrariar , 
esse  resolução  quando  eile  6  um 
hgrnte  executor  du  vontade  do| 
governo? 

Precisando 
resposta.'  digo 

1“  —  As  contas  correntes  e-tSo 
sujeitos  a  sello,  quando  encerra¬ 
das  e  reconhecido  o  saldo,  ou 
quando  ajuizadas  embora  som 


O  deputado  Renato  Bar¬ 
bosa  proporá  a  creação 
de  um  laboratorio 
veterinário 

Pnrlo  Alegre,  7  (Havas)  —  O 
ar.  Ronato  Barbosa  em  entrevista 
concedida  &  "Folha  da  Tarde" 
dcclurou:  "Entre  as  questões  que 
me  prooccupum  na.  actlvldaõr 
narlumcntar,  figuram  em  primei¬ 
ro  plano,  pela  sua  Incomraitavel 
relevância,  ae  que  dizem  rcrpello 
t  defesa  dos  nossos  rebanhos  ovi¬ 
nos  o  bovinos,  Numa  visita  q-ie 
fiz  ulliinnmonte  aos  frigoríficos 
dtt  "Swltt”.  em  companhia  de  um 
tcclinlco  votoHuurio  tive  oceasüto 
de  observar  quo  Iin  uma  grands 
percentagem  do  tuberculose  nos. 
rebanhoo  gaúchos,  calculada  cm 
certas  regiões,  até  em  46  %  da 
producçto.  E',  sem  duvido,  de  ar¬ 
caria  com  eklallstlcas  em  meu 
poder,  um  Índice  devirás  alar- 


Não  parece  aconselhável  a  sua 
adopção 

Pelo  ministro  da  Fazenda  foi 
declarado  ao  1“  secretario  da  C⬠
mara  dos  Deputados  que  não  lho 
pareço  aconselhável  a  adopção  do 
projecto  que  modifica  taxas  do 
Imposto  de  consumo,  salvo  se  um 
substitutivo  regular  toda  a  maté¬ 
ria  de  Incidência  i‘  taxação  doe 
artefactos  do  tecidos.  Foi  trans- 
miuldo,  outroslm,  ft  referida  C⬠
mara  um  projecto  dc  substitutivo 
organizado  pela  Dlrectorla  das 
Rendas  Internas  do  Thcsouro. 


As  reclamações  do  em-  A  GREVE  DOS  OPERÁRIOS  AU- 
baixador  do  Reich  TOMOBILISTICOS  PROSEGUE 

-  AINDA  - 

As  negociações  para  sua  so¬ 
lução  continuam 

Delro lí.  8  (D.  P.)  —  O  gove-r- 


Dados  fornecidos  sobre 
São  Gonçalo 

Na  marcha  de  ascenção  que  o 
Estado  dD  Rln  vem  Imprimindo  a 
todos  os  ramos  de  sua  vida,  o 
município  de  São  Gonçalo  oceupn 
um  dos  logarea.  mais  destncndos, 
Já  pela  lntonstflcaçâo  crescente 
do  suas  industrias.  Jâ  pelo  ale- 
vanlamento  de  sou  nível  cultural 
conto  também  pela  contribuição 
cada  vçz  maior  que  representa  n* 
balança,  financeira  nacional. 

Dos  recontes  dados  fornecidos 
pelo  Departamento  de  Estatística 
o  Publicidade  destacamos  Iras  as¬ 
pectos  que  focalizam  6.  saciedade 
o  desenvolvimento  do  município. 

Nas  rendas  arrecadadas  pelas 
duas  collectorlas  federaes  do  São 
Gonçalo  verlfica-se  um  augmen- 
to. que  dtBpenea  qualquer  com- 
inontarlo.  Com  unta  arrecadação 
de  3.169:892336?  em  1916,  foi  a 
seguinte  a  arrecadação  no  quln- 
quennlo  1931/1936:  1031  —  Reis 
8.848:1861752:  1932  14.811:8771272: 
1933,  19.420:9013100:  1934  —  réis 
17.365:3613000;  1  9  3  6  —  réis 

23.467:6813800. 

Culturalmente  6  Impressionan¬ 
te  o  desenvolvimento  de  &  Gon¬ 
çalo  se  nos  detivermos  no  nume¬ 
ro  de  escolas  que  funccionam  de 
1931  a  1938,  cujas  cifras  transcre¬ 
veremos  detalhadamente  para  me¬ 
lhor  fixar  às  etapas  dsste 
progresso:  1931  —  20;  2932  —  29; 
1933  -  28;  1034  —  34;  1936  —  38; 
1936  -  43. 

O  desenvolvlmonlo  Industrial  do 
município  melhor  se  avallarit  pe¬ 
lo  total  dos  capitães  realizados 
nis  prlnclpaes  Industrias  existen¬ 
tes  que  oe  eleva  a  178.000:00i)t, 
cifra  que  reprosenta  um  elevado 
nível  de  vida  Industria!,  e  que 
multo  concorro  para  a  collocação 
de  8.  Gonçalo,  entre  os  municí¬ 
pios  vanguardeiros  do  progresso 
flumlnsnsB. 


'  Rutdo,  barulho,  tnfernriro, 
De  vozes  desafinadas; 

E'  a  hora  da  pagodeira 
Entre  gritas  e  risadas  ! 
Todo  inundo  cnntarõla, 
Fula,  dansa,  pinoteia. 
Cabriolo, 

Rebola  o  saracoteia, 

Impera  a  momocroola: 
Tudo  t  "Irmão",  é  tudo  ei 
Polyfolta  I  Alegria  t 
Carnaval  I 


las  'ohronicae  que  tem  publicado  a  livros  de  poesln.  Se  qulzesse- 
m  Imprensa  carioca,  ospeclalmen-  mos  exemplificar,  lemhrailamos 
to  no  "Correio  da  Manhã",  Deu-  que  a  singela  carta  do  escrivão  dn 
lhe  o  titulo  feliz  do  "Palco  girato-  frota  de  Cabral,  polo  flagrante  quo 
rio".  Entrotnnto,  finda  a  teltura  encerra,  Ingcnuo  e  maravllnado.  da 
desse  livro  do  penetrantes  obser-  terra  descoberta,  ainda  hoje,  ã  diu- 
vaçfles.  bom  gosto,  Ironia,  erudl-  tnneta  (Ids  séculos,  6  pretexto  de 
çfio.  piedade,  enlhuslaamo,  o  leitor  citações  brasileiras. 

Pensará  preferentemente  que  o 
prazer  recebido  significou  inata  do 
que  a  contemplação  do  um  lindo 
palco  glratorlo,  de  mtilllplita  e  nt- 
traentes  figuras.  Foi,  com  maior 
agrado,  em  companhia  do  vlbm- 
ttl  e  delicado  espirito  feminino,  um 
demorado  o  levo  passeio  polos  Jar¬ 
dina  da  Intolllgcncla.  Aqui,  pas¬ 
seio  de  manhã  do  sol,  quatulo  um 

horrlso  preside  o  commenMrio;  all,  A  BrH.  TclrA  de  Teff6t  em  aol|| 
paece|#  de  sol  poente  de  tarde  ro-  «I^,00  gtrgtorto",  não  so  limita  u 
colhida  e  triste,  quando  a  h-mbratt-  [lDa  proporcionar  uma  vleSo  doí 
ça  doe  ooffrlmenlos  hmnanoa  en-  auccesslvss  Imagens  pequeninas  e 
volve  em  sombras  ae  palavrea  «dtJclora3.  BrBlwndo  0  MU  c0. 

murmurantes;  e,  naquella.  outrt  r£,çj0  u  a  BUa  iruelllgenclti  Mostra- 
curva,  um  rato  ardente  de  moto  dDt  acinm  da  fugacldndu  daí  aua, 
dls.  se  é  o  ontliuslassrno  generoso,  impressões  de  numerosas  viagens, 
o  motivo  da  communltõu  do  Idíos  o  como  a  milcumba  no  Bgypt“  d' 

a  I3íít!5\l.  -  ,*  ,  „  ‘lue  nos  fala  com  generalizações  do 

A  idéa  do  livro  estã  lntlmomen-  irop.lcos  commentarlOB,  toca,  otn 
te  associada  a  ldéa  do  unidade.  uma  do  8uas  chronlcaa  _  »'Com. 
Por  Isso,  para  multa  gente,  um  II-  prohepder,  acreditar..."  -  em 
vro  de  ohronlcss,  que,  em  regra.  p0Ilt0  wnolvcl  da  nossa  ípnea  de 
tepresenta  fragmentos  de  assum-  tamanhos  preoccupações  mate- 
J’*?.*’  ê  uma  preciosidade  tncnoc  rliies.  Nota  de  critica  e  louvor  ao 
valiosa  do  que  um  romance  ou  um  ,„.0rac|0  do  Br.  embaixador  Can- 
entalo.  Aaslm  seria  se  a  unida-  talupo,  escrlpto  para  a  treducção 
de  por  sl  sõ  tivesse  ura  valor  nb-  pn liana  da  obra  de  RonaM  de  Car- 
soluto,  um  sentido  Intrínseco  de  v«lho,  aobre  a  .literatura  brasllel- 
grandeza  ou  poríelção.  ra,  a  chrontca  referida  t  um  Ins- 

Na  realidade,  porém,  o  que  sa-  tante  de  meditação  ooercn  doe  fl- 
bemos  ê  que  ha  llvroe  íntslramen-  gurlnos  superiores  dae  noesas  at- 
te  esterels  e  tediosos  na  stja  uni-  t|tudel!  mwitacs.  Ao  vorbo  oom- 
dude  de  concepção,  e  outroB  f«-  prahender.  da  preferencia  do  sr. 
cundos  e  euggostlvos,  ao  longo  das  cantalupo.  como  culminância  espl- 
stias  paginas  de  pensamenton  vo-  rltuali  a  Totrl  do  Te;f6  ^p. 

luvels,  Incompletos,  acenas  esbo-  põo  a  suprcmaola  do  verbo  ncredl- 
çadoa,  e  logo  substituídos  por  no-  Ul.  M  qua,  attrjbuo  Borb.ontoa 
vos  aspectos  de  cogitações.  Dopt»  ma|B  rasgado6  do  qll6  os  cnni(d0J 
mutabilidade,  aliás,  a  vida  ve  com-  em  outr0i  verbos  totalitários,  como 
põe.  Em  tase  coiidlçOss,  se  um  gmar  e  dominar,  este  da  escolha 
livro  de  ohran  cas.  outro  merlto  doa  arabe,  que  tóo  ,  d  d#. 

tao  possuísse,  teria,  ao  menos  o  tert0i  da  aolldâ(Jt  da  for,.a  do  lm. 

Z  caZu  uní  lr{“rT"10SR,,’enle  rC“l8t,aCl0 
versaea  *  ■ 

A  perfeição  mutilada  de  Venus  ra“fn7nraft 
de  Mllo  «  u;n  eterno  aymbolo  da 

vido,  pelo  que  euggere  o  promette  r°  ‘  !í’ 

cm  nossa  expectattva  interior.  ™ 

Amamos,  eobretudo,  o  Indefint-  piema  ulupla  de  acrcdilaj' 1 
vel  das  nosso*  aspirações,  porque  “Sem  duvida,  comprehender  — 
toõa  realidade  tangível,  ainda  que  escreve  a  sra.  Tclrã  de  Tefíé  — 
formosa  e  correspondente  a  deso-  forma  de  superioridade,  que  mul- 
Jos  ou  sbnhoe  nossos,  sempre  per-  tlpllca  de  modo  prodigioso  a  pro- 
manecerA  aquem  da  patenctatlda-  Pila  vida  Individual",  é  reulmentu 
du  dae  nossas  Idealizações.  Uma  uh>  Ideal,  ms»  ideal  somonte  para 
chronlca  é  um  fragmento  de  vida.  1  Intelllgencla,  cm  cujo  tii>‘cnnls- 
de  acção,  Idêa  pura  ou  poesia  cie  mo  se  materializa.  Jtfala  sublime 
treaberta.  é,  a  mou  ver,  acreditar,  trabalho 

Um  volume  que  enfeixo  multas  <ta  alma,  onde  se  crystalteim  us 
cbronicas  approxlma  traçoB  de  per-  nossas  aspirações.  " 
wnaltdadca  do  autor,  além  de  ac-  E'  natural  e  encantador  uue  es 
cumular  contribuições  variadas  mulheres  amem  partlculannente  o 
pura  pensamontoa  e  Impiosfõea  a  verbo  que  mnl*  de  perlo  evoca  ae 
serem  desenvolvidos,  com  tanta  suas  glorias  de  rosas  mystlcas...  1 
motor  felicidade  possível  quanto  t  e  as  suas  lugiimas  Junto  ás  perfl- 
i:ertO  que  uma  simples  p.tgina  ds  dtaa  e  cegueiras  masculinas.  , 
literatura  põdc  conter  todo  um 

mundo  de  emoções  em  ryntliesc,  Waldentar  dc  Vaãconccllos 


embaixador  do  Itclch*  escolher  o 
momento  om  quo  o  capitão  An. 
thony  Eden  (secretario  do  Forclgn 


Office)  e  cencontra.  ausento  de 
Londres,  cm  goso  de  férias,  para 


Intelleotualmente,  nos  livros  de 
obronteas  assim  protegidos  contra 
o  perecimento  do  dia  n  dia  da  Im¬ 
prensa,  onde  ortglnarlnmcnle  sur¬ 
giram  e  rapidamente  envelhecem 
o  morrem  —  oe  bello»  esforços  do 
espirito  que  ficou  a  meto  <:mnlnho. 

A  sra, 

“Palco  glratorio 


apresentar  as  suas  oxlgenclus  oo- 
lonlaes.  Entretanto,  o  mesmo  Jor¬ 
nal  diz  ser  dlfflcl!  acreditar  quo 
o  gosto  do  representante  diplomᬠ
tico  do  Reich  seja  motivado  pêlo 
facto  do  mesmo  «ontlr  que  Lord 
Hall  fax  —  substILuto  do  secreta¬ 
rio  das  Relações  Exteriores  —  se 
mostrará  male  sympathlco  ás  pre- 
tonsões  germânicas,  sallontardo: 
“Seria  estranho,  na  verdade,  que 
o  embaixador  do  Reich  pudesse 
fazer  um  calculo  tão  subtil,  neste 
partloular.  Elle  não  pode  Ignorar 
o  facto  de  que,  se  apresentar  a 
questão  a  Lord  llallfax,  ao  envez 
de  a  jubmetter  a  Eden,  lerá  que 
concluil-a  este  ultimo,  do  vez,  que 
Eden  assume  offlclalmenta  a  res¬ 
ponsabilidade  da  política  externa 
da  Grã  Bretanha  perante  o  Ga¬ 
binete  e  o  Parlamento. 

"Seria  um  Insulto  a  Lord  Hall- 
fox  o  Biippor-ee  por  um  sõ  Instan¬ 
te  que  elle  se  deixaria  Influenciar 
por  sentimentos  possoaes  quando 
se  trata  de  uma  quostüo  de  Inte¬ 
resse  geral  do  lmpevlo.  Além  do 
mais,  seria  absurdo  acreditar  quo 
tal  negociação  pudesse  ser  Inicia, 
da  e  terminada  om  poucos  dias,  e 
dc  modo  tal,  que  o  capitão  Edon, 
ao  regressar,  se  visse  em  face  de 
um  facto  oonsummado." 

O  grande  org&o  parisiense  con¬ 
sidera  que  os  ataques  alIemAes 
coptra  o  capitão  Edon  não  devem 
ser  tomados  demastadnmcnta  a 
sério  e,  cm  qualquer  esso,  a  Al- 
lemanha  deve  comprehander  que 
“a  verdade  é  quo  exiete  sâniento 
uma  política  externa  «m  Londres; 
é  a  política  deliberada  peto  Gabi¬ 
nete  que  tem  a  seu  cargo  a  res. 
ponssbllldnde  da  Inglaterra,  e  que 
e  ministro  das  Relações  Bxterlo- 
ren  é  encarregado  de  a  oxoeutar 
de  pleno  aceordo  com  todo*  os 
membros  do  gabinete  e  a  maioria 
do  Parlamento.  Não  existe  pe- 
nhum  Indtclo  de  que  o  embaixa¬ 
dor  Ribentrup.  não  Importa  que 
omlsades  pessoaes  possa  ter  na 
Inglaterra,  logrará  modificar  calo 
estado  de  coisas' 

Concluindo, 


Saem  de  todos  as  bõcas, 
Esganiçadas  o  roucos. 

Cantigas  loucas 

De  lofra  maluca  que  o  ouvido  azu- 
[crina. 

Emptna-se,  osprala-as  «  humana 
[nvird. 

Cantando  o  "Sou  China” 

Quo,  com  a  Butterfly, 

Chegou  de  Shanghai 
Na  ponta  do  pé 
Llg-llg-lig-lõ. . . 


Consultas  enm  hora  mercada. 
Tsl  97-7810 

(4047) 


Perfuração  de  poços 

Nafoí,  E  (Do  correspondente) 
—  O  encarregado  do  serviço  de 
poço*  da  I.  F.  O.  C.  S.  estbve 
hontem  em  conferencia  com  o  dr. 
Aldo  Fernandes,  «ecretarlo  geral 
do  Estado,  assentando  medidas 
para  tnstallação  Immedlata  de  18 
cataventos  em  poços  tubulares 
perfurados  de  cooperação  com  o 
Estado.  Nessa  tnstaltaçlo  o  go¬ 
verno  estadual  contribuirá  com 
18  contos  da  réis,  attendondo  aos 
Justos  reclsmos  das  populações 
dD  sertão. 


Agora  8  a  bahiuna 
Que  tem  vatapá, 

Quo  tem  munguzá, 

E.  no  coração, 

Tem  seducção 
E  cangerè 
Pr'a  vocè.., 

Depois  é  o  palhaço  que  p.nt  annuit- 
(cía 

Que  "hoje  tem  marmoladu." 

Que  “hoje  tem  goiabada''... 

Vém  outros  que  cantam 
Mulheres  e  orgia 
E  ha  outras,  ainda,,. 


arasrolsjtls  —  Vias  Drlnarlss. 

Consultarlo,  Uruguayana,  104  — 
Ttlsphonsi  CS- (3 16.  2  ts  4. 

tsm> 


O  movimento  do  com¬ 
mercio  exportador  em 
Porto  Alegre 

Porto  Alegre.  7  (Ha vas)  —  Ps- 
los  vapores  “Itahllé",  “Oswaldo 
Aranha"  e  “Affonso  Penna"  fo¬ 
ram  exportados  os  seguintes  ar¬ 
tigos: 

1.060  fardos  de  alfafa;  3.000 
saccos  de  srroz;  1.363  caixas  dc 
banha;  3.603  saccos  de  fsrlnha: 
8.733  saccos  de  feijão;  3.666  far¬ 
dos  de  fumo:  3.803  tardos  de  xar- 
que;  6.738  barris  de  vinho;  3,021 
caixas  de  vinho. 


A  turma  não  finda 
Nte  lõas  que  canta,  nos  rinohos 
[  Cqu»  dá. . . 

Chlrlblribl,  qui-quá  I 
Chtrlblrtbl,  qui-quá  I 
*  *  *  - 

Maluqueira  I  Pagodeira  >  i 
A  insensatez  í  gorai. 

No  domínio  da  Infernelra 
E'  a  moral 

Transformada  em  sarabullio. 

E'  delírio  I  Eaturnit  I 
Apotheose  do  barulho, 

Vlctorla  do  tpsttncto  I  Orgulho 
Da  liberdade  animal: 

Carnaval ! . , , 

E  o  brum-gum-dum  con  Linda, 
Rolando  de  rua  em  rua, 
Estrldulante. 


A  nova  directoria  do 
Syndicato  dos  Enfermei¬ 
ros  Terrestres 

No  Syndicato  dos  Enfermeiros 
Terrestres,  em  reunião  de  23  do 
corrente,  tomou  posse  a  uomrrtls- 
ain  executiva  daste  Syndicato 
olelta  cm  assembtéa  geral  ordl- 
narla  realizada  no  dia  18  do  moz 
passRdo,  assim  constituída; 

Presidente,  Luta  Teixeira  de 
BarroB;  vlce-presldente,  Marta 
Adelaide  Wltte  Fernandes;  secre¬ 
tario  geral,  Jandira  M.  de  Olivei¬ 
ra;  1*  secretario,  José  Dlonyslo  do 
Silva  Brasil;  3"  secretario,  Agos¬ 
tinho  Simões;  1*  thoaourelro,  An- 
tonlo  Pinheiro  Mollo;  !•  thesou- 
retro  Cecília  Mttnlz  Roschermant; 
procurador  geral,  Américo  Paulo 
ria  Cunha;  arehtvlsta.  Arlstldes 
Manoel  Fernandes. 

Commlssão  riscai  —  Mlnervlno 
Domingos  de  Souza,  VlrglHo  Vllla, 
Zulmlra  Miranda  dc  Carvalho. 

Supplemea  —  Angela  de  Carva¬ 
lho:  Aprlglo  L.  Gazzlo. 

Commlssão  de  syndlcapcla  — 
Carmctt  Gonçalves,  Maria  Ama- 
lia  Casalho  Rosas,  Noemis  Gue¬ 
des  Mondes. 

Supplenlob  —  Antonlo  Gonçal¬ 
ves  Eprejs,  Ceoy  Clausen  Lens.. 

Secretario  do  Trabalho  —  Be- 
nedlclo  Alves  Baptlsta. 


UB.  MARTINHU  UA  HOCHA 
Prece  13800a 


Adquiridos  no  Rio  Gran¬ 
de  do  Sul  novos  animaes 
para  o  Exercito 

Ungi,  7  (Hiivís)  —  O  capltâe 
Oswaldo  Touflnho,  prestdante  da 
Commlssão  de  Compras  ds  Ca- 
valios  para  o  Exercito  entregou 
ao  12*  R.  C.  1.  160  cavalloi  ad¬ 
quiridos  de  vários  fazendeiros  do 
município. 

O  capitão  Oswaldo  Tourinhn 
viajou  para  Livramento  de  avião 
dondo  regressará,  dentro  de  20 
díns.  afim  do  visitar  diversos  esL- 
bolcclmcnlos  dc  criação  cavslür 
do  município. 


Le  Temps"  diz 
que,  além  do  mais,  o  Incidente  da 
saudação  de  Hltlor  peranto  o  Rei 
Jorge  VI,  dirricllmento  Induzlt-á  os 
Ingleses  a  ouvirem  com  coniple- 
vencia  as  «ugsestões  que  o  dlplo- 


Utt  ANTONIO  LEAO  VELLOSO, 
Livre  docente  da  Unlvsreldade. 
Chefe  de  Clinica  da  Pelleltntca  ds 
Botafogo.  Rua  Uruguayana.  66 
e  17  -  Selae  42-83  —  Dee  14  áe  té 
hora.  —  Tet  2,1-8279  (xxx) 


azoinante: 
Tréco-tréco,  prá-tra-traz  I 
Casem-se  sons  tnharmanteus 
De  Instrumentou  anachronkoe: 
Pandeiros,  cuícas,  genzAs, 
Rcco-récos,  maracés. 

Bombos,  calxae  e  flautins. 
Chocalhos,  caracachãi, 

Tambores  e  tamborins. 

Orcheetra  louca  o  bizarra 
Quo  acompanha  a  symphonla 
Da  algazarra... 

—  TVagner-Satan :  Tetralogts 
Vinho,  Mulher,  Densa  e  Farra  - 
E,  apotheose  final, 

A'  vida. 

Bem  merecia  ser  vivida. 

Fosse  ella  sempre  assim,  tal  qual. 
—  Carnaval ! 


mata  ellomão  possa  apresentar. 
As  conversaçOcs  ncereti  do  pro. 


bloma  colonial,  pcrmltllrêo  aqui- 
letar,  com  toda  n  nocossatja  pre¬ 
cisão,  os  verdadeiros  aspectos  d  lí 
relações  germano-brltannicas,  e 
pode.se  ficar  convencido  de  que. 
te  a  Inglaterra  tomar  a  decisão 
de  fazer  sertos  sacrifícios  para 
consolidar  a  paz  e  converter  ent 
realidade  a  cooperação  européa. 


Associação  Brasileira  de 
PharmaceuHcos 

F.callzou-se  na  eédc  da  Associa¬ 
ção,  que  eplgrapha  este  noticiᬠ
rio,  uma  reunião  oipeclaj  de  sua 
directoria. 

Compareceram  todos  os  dlrecto- 
res  a  ficaram  resolvidas  Impnr- 
tanlei  medidas  de  ordem  admi¬ 
nistrativa. 

O  progrnmnm  da  nova  directo-, 
ria  visa  fncromenlar  a  vida  asso¬ 
ciativa  dos  pjtarmaceullcos  brasi¬ 
leiros,  melhorando-lhes  ae  condi¬ 
ções  acluaes.  A  creação  da  "Or¬ 
dem  dos  Pharmacoulicos”  e  a 
organização  do  "Montepio"  con¬ 
stituem  pontos  básicos  da  nova 
orientação.  F|cou  deliberado  ain¬ 
da  a  Inserção  na  acla  doa  traba¬ 
lhos  de  um  voto  de  congratula¬ 
ções  com  a  AssacrtaçSo  Brasi¬ 
leira  de  Impronsa  e  de  agradecl- 
moutoa  aos  Jornaes  brasileiros, 
que  serviços  valiosos  võnt  pres¬ 
tando  á  classa  phsrmaoeuilctt. 


Asilo,  7  (U.  P).  —  Por  motivo 
de  uma.  grande  enfermidade,  Cal- 
loceu  hoje  na  prisão  de  Pamplona 
o  Indivíduo  Rtimon  Rodrigues, 
cogitomlnndo  “o  Porlugttez"  que 
cqm  o  auxilia  de  dois  cúmplices 
commotleu  ha  pouco  mais  de  um 
nono  o  famoso  roubo  da  cathe- 
dral  de  Pnmplona,  lavando  o  ou- 
ro,  as  Joias  e  outros  objectos  de 
enornte  valor  contidos  naquelle 
templo,  nlquna  dos  qttaes  verda¬ 
deiras  relíquias  históricas. 

A  policia  eventuslmcnte  canse- 
os  objectos  furta- 


PENHOREs?M;ir"r 

a  n.  A  UR  BA  BKAflILEIRA 
187-Rnn  Seta  <le  SetcmfiTo-lfi; 


Denunciada  a  existência  de 
emissoras  de  radio  na  em¬ 
baixada  gér  nanica 


ella  não  fechará  os  olhos  ás  evi¬ 
dencias,  e  está  tlrmcmento  resol¬ 
vida  a  não  ae  deixar  eurprehender 


Prestará  apoio  ao  Insti¬ 
tuto  de  Cereaes  rio- 
grandense 

Porto  Alegre,  8  (Havisl  —  Alt- 
nuncla-ae  que  o  general  Flore»  d* 
Cunha  prometteu  apoiar  o  Insti¬ 
tuto  de  Cereaes,  uma  vez  que  is- 
Jnm  defendidos  os  Interesses  do? 
produetores  e  dos  Eommtsssnoo 
exportadores. 


pela  obvia  habilidade  da  manobra 
alloinô  num  terreno  cm  que  g  opi. 


Pela  regulamentação  da 
profissão  de  enferma¬ 
gem  no  Brasil 

O  Syndicato  do»  Enfermeiros 
orgâo  da  classo  doe 


nlio  brltannlca  é  parllcularmenle 
sensível". 


LoLuircr,  8  (liavas)— O  dopu- 
tudo  trabalhista  Matkden,  refe- 
rlndo-se,  hoje,  na  Cornara  dos 
Commtins,  ás  Informações  da  im¬ 
prensa,  segundo  as  quaea  a  Al- 
lemanha  tinha  fnstallodo  postos 
omlssores  de  radio  na  eéde  da  em- 
belxads,  pediu  esclarecimento»  a 
respeito  do  poder  do  controle  do 
governo  sobre  os  locaca  de  omis¬ 
são  estrangeiros. 

O  *r.  Crenthorne  respondeu  que 
os  privilégios  dllpomatjcos  se  op- 
pimttanj  á  inepccção  da»  aédes 
ila»  embalxndaa  e  se  apparolhos 


ú»  passageiros  •  a  tri¬ 
pulação  nada  soffreram 

Vlctorla,  8  (Havas)  —  Quin- 
xe  minutos  depois  de  levantar 
v6o  regressou  a  este  porto  o 
avião  da  Panair  que  fazia  a 
linha  do  Norte  c  viajava  rumo 
ao  Rio  de  Janeiro.  O  regresso 
foi  provocado  por  um  Incên¬ 
dio  a  bordo. 

Todos  oe  passageiros  e  os 
tripulantes  '  desembarcaram 
Incólumes.  O  avião  e  as  ma¬ 
las  ficaram  perdidos. 


0  embaixador  Macedo 
Soares  partiu  dos  Esta' 
dos  Unidos 

Viarnl,  7  (U.  P.) 


*utu  rehuver 
dos. 

Das  dois  cúmplices,  Relejero 
morreu  nn  mesma  prisão  ha  oito 
nteres  pussndos,  emquanto  Ice- 


Terrestre», 
enfermeiros,  bate-se  no  momento 
pela  regulsmenlacio  da  salário  e 
horário  de  todos  os  enfermojros  do 
Brasil. 

Tanto  aaílm  que  Já  enviou  A 
Camará  um  projecto  oujo  fim  6 
a.  aspiração  desses  proflsslonacs . 

As  organizações  congenores  doe 
Estado»  representadas  pelo  Syn- 
rileato  estão  dando  franco  e  soli¬ 
do  s polo  ao  que  espera  alcançar 
o  Syndicato  dos  Enfermeiros  Ter¬ 
restres. 

O  presidente  do  Syndicato  dos 
Enfermeiros  Terrestres  tem  rece¬ 
bido  Inmimeroa  telegramnias  e  di¬ 
versos  cartas  dos  Syndicatoe  doe 
Estados  nns  qua  cs  seus  presiden¬ 
tes  commnnlca-lho  que  Já  tele- 
grapharam  aos  representantes  dô 
fona  Estados  no  Parlamento  Fe¬ 
deral  pnra  apprnvurem  a  merecida 
aspiração  de  todos  os  enfermeiros 
do  Brasil. 

O  presidente  tia  Cornara,  Br, 
Antonlo  Carlos  Já  deve  ter  rece¬ 
bido  tolegrammas  doa  Estados  nos 
quae»  as  estadnanos  demonstram 
a  razão  da  approvaçáo  do  proje¬ 
cto  enviado  âquolln  Cornara  pelo 
Syndicato  dos 1  Enfermeiros  Ter¬ 
restres. 

E'  Justo  o  que  esperam  os  en¬ 
fermeiros  do  Brasil,  pois,  não  lia 
multo  um  deputado  federal  ap- 
plaitdlndo  o  que  proferia  na  C⬠
mara,  o  sr.  MartlnB  o  Silva  di¬ 
zia  "os  enfermeiros  desempenham 
verdadeiro  sacerdoclo". 


Cyrano  &  Cia 


Em  avião 
da  Panslr,  partiu  hoje  para  o  Rio 
de  Janeiro,  o  sr.  José  Carlos  de 
Macedo  Soares-  A  psrllda  do  ex- 
chancellêr  brasileiro  teve  legai-  As 


Cirurgia  gsral  —  Via»  urino* 
rln*.  Assembtéa,  87  —  32-1118, 
I  it  I  hnr*a  (ixx) 


eAKCO  DO  CONHERCK) 


do  emissão  eram  InstatrHdos.  Isso 
i»  fazia  som-  consentimento  c  ap- 


loaugurado  o  serviço  aereo 
entre  a  Inglaterra  e  todo  o 
Império  britannico 

Londres,  8  (Havas)  —  O  hy- 
dui-avlão  glgnnte  "Castor",  da 
Imperial  Airways",  Isvnntou  vôo 
em  ãouthampton,  ás  7  horas  e 
16  minutos,  afim  do  ineugurar  o 
Bervtço  aereo  entre  a  Inglaterra 
e  todo  o  Importo  britannico. 

A  primeira  escala  será  em  Ro¬ 
ma,  da  onde  parltrá  para  Ale¬ 
xandria,  via  Brlndlsl,  centro  rias 
rotos  acreas  Impcrlaes  para  o 
Afrlca,  sul  dn  índia  e  Australla. 


Fallecimento  em  Natal 

Natal,  6  (Do  correspondente) 
—  Falleceu  hontem  o  *r.  Pedro 
Viveiros  pee  do  dr.  Paulo  Vivei- 
rne,  chefe  de  gabinete  do  governa¬ 
dor  do  Estado,  tendo  sido  o  nu 
scpultnmento  multo  concorrida. 


provação  do  governo. 

■O  trabalhista  Thurle  tndagou. 
por  sua  voz,  se  o  governo  tinha 
manifestado  a  embaixada  do 
Reich  a  sua  desapprovação  pela 
Installaçüo  de  posto»  emissores, 
O  ar.  Cramborne  declarou: 

_  “Quando  o  governa  recebe  pe- 


Dooente  da  Faculdade.  Clrur- 
»  cerol.  Tret*.  do  oanetr  pela 
eotro-ctrurgi».  Uruguayan*  nu- 
ero  104.  (xxx) 


e  slnthctlzando  a 


A  caminho  de  Alegrette 
o  general  Goes  Monteiro 

,  Porto  Alegre,  8  (Havas)  —  O 
general  Góes  Monteiro  seguiu  pn¬ 
ra  Alegrete,  de  onde  regressará 
dentro  de  ulguns  dias. 


dldos  da  parte  de  inlssfles  estran¬ 
geiras  a  respeito  da  utilização  do 
telcgrnpho  sem  fio.  responde  In¬ 
variavelmente  quo  sõ  os  súbditos 
britannico»  têm  o  direito  de  uti¬ 
lizar  ss  cmlssorae." 


LEILOES 


Situação  financeira  do  Rio 
Grande  do  Norte 

■Vflíill,  4  (Do  correspondente)  — 
O  Jornal  offlclal  “A  Republica", 
publicou  hontem  dados  referentes 
ã  situação  financeira  do  Estado 
que  Impreisionaram  favoravel¬ 
mente.  r.eceita  geral  Impostos 
1936  attlnglu  a  somma  d*  réis 
17.679:3758000  comV.i  somma  dc 
19.498:0118700  em  1935,  tendo  ha¬ 
vido  assim  diminuição  na  recei¬ 
ta  do  1.818:6168100.  Apezar  deste 
decréscimo  de  rendes,  o  Estado 
manteve  em  dia  lado»  bs  compro¬ 
missos,  tendo  sido  gastos  rél» 
3.848:2003200,  da  renda  ordinária 
com  os  serviços  de  Saneamento  e 
Aguas,  cuja  conitrucçfto  eslál 
sendo  feita  peloi  escrlptarios  Sa¬ 
turnino  de  Brltto.  O  governador 
Raphaet  Fernandes  Iniciou  tam¬ 
bém  em  1936  a  construcçSo  do 
edifício  do  Grande  Hotel  de  Na¬ 
tal  cm  pleno  andnmenlo.  A  dlvl- 
dn  que  o  Estado  contraíra  com  o 
Banco  do  Brast!  e  que  o  governa¬ 
dor  Raphaol  Femandoa  encontra¬ 
ra  com  o  montante  de  1.400:000), 
tul  reduzida  para  1.100: 000)000. 
tendo  sido  pagos  em  dia  os  res¬ 
pectivos  juros.  Todas  a»  contas 
de. fornecimento  de  material  fo¬ 
ram  devidamente  pagas  bem  co¬ 
mo  o  funcclonallemd.  Juros  ds 
apólices  •  divida  externa.  O  gd- 
vsrnador  tem  roeebldo  felicitações 
polo  exito  verificado  no  seu  prl* 
melro  a  nno  de  «eistáo. 


Fornecimentos  á  Casa  da 
—  Moeda  — 

O  Tribunal  de  Contas  ordenou  o 
registro  do  pagamento  de  réis 
217:3778600.  a  Castro  Sohral  4 
Cl»,  ds  fornecimentos,  em  1936, 
á  Casa  ds  Moedu. 


Para  coilaborar  com  o  Insti¬ 
tuto  dos  Commerciario8 

Ao  cunimuntoar  no  presldenu 
du  Instituto  do»  Commerclario» 
a  possa  de  sua  nova  directoria, 
ti  Liga  dos  Emprogndoa  no  Com- 
nicrclu  ilo  Santos,  acci-escentou  o 
sr.  Alberto  Rebouçns,  o  novo  pre¬ 
sidente  da  syndicato.  que  é  utn 
nos  malares  do  Estado  de  náo 
Paulo,  o  seguinte: 

"Ao  fazei-  esta  cominunlcação, 
6  com  a  mixlma  satisfação  que 
vimos  roafflrmer  a  v.  s.  a  dis¬ 
posição  em  que  se  encontra  a  dl- 
vectorla  da  Liga  dos  Empregado» 
no  Commercio  de  coilaborar  oom 
essa  administração  nos  estudos 
e  soluções  dos  assumptos  em  que 
dtreata  ou  Indlrectnmente  este¬ 
jam  entrelaçados  os  Interojsex 
doa  aommerclarloa  com  o  sou  Ins¬ 
tituto.  • 

Conhecedores  que  somos,  pela 
palavra  de  v.  s.,  do  grande  pla¬ 
no  do  acção  quo  ea«a  administra¬ 
ção  tem  traçado  para  que  o  nosso 
Instituto  possa  em  breve  estar 
cumprindo  Inlegralmente  a  sua 
tlnalldado.  e  com  a  responsabili¬ 
dade  quo  tem  este  syndicato  nus 
destinos  do  mosmo  Instituto,  res¬ 
ponsabilidade  osaa  resultante  dos 
esforços  que  dtspomtou  em  oeca- 
elão  opportuna  para  a  sua  orga¬ 
nização  e  para  a  sua  estabiliza¬ 
ção.  nos  sentimos  pcrfetlamaiite 
a  vontadi  para  nos  cotlocarmos 
ao  lado  do  v.  s,  a  podermos  con¬ 
tinuar  a  prestar  ao  mesmo  a  nos¬ 
sa  sincera  collaboração." 


Rrelluun-i*  ri  resuInlM! 

C.  H,  AtingA  BRAdtLEIPA  -  fl- 

nlxtrit»,  so  dls  12  4o  cortentr.  4  rui 
T  de  Setembro  ».  U7. 


Terminou  tragicamente  um 
reunião  política  no  México 

México,  6  (UTB) 


0  presidente  Lebrun  fala  em 
favor  da  liberdade  de  imprensa 

Paria,  8  (liavas)  —  O  presi¬ 
dente  Albort  Lebrun,  cm  discur¬ 
so  pronunciado  durante  o  banque¬ 
te  da  Associação  dos  Jornalistas 
Republicano.",  declarou  que  tanto 
t  natural  a  liberdade  da  Impren¬ 
sa  em  um  palz  como  a  França, 
perigosa 


Reclamando  a  porta  aberta 
para  a  Terra  Santa 

IFushlnglon,  6  (U.  p.)  —  a 
Confsrenoia  Nacional  Prõ-Pstes- 
llmt  adoptou  a  quota  de  1937,  no 
tolal  de  quatro  milhões  e  molo  do 
dollares.  reclamando  a  política  da 
poria  aberta  pura  a  Terra  Santa, 
u  íoltaltnndo  du  Commlss.to  Real 
que  encare  com  sympalhla  o  caso 


PAGAMENTOS 


A  polida 
deu  uma  batida,  de  surpresa,  na 
casa  do  conhecido  político  ve.  Orl- 
zaba,  na  occaalâo  cm  que  alt  so 
realizava  uma  reunião  secreta,  de 
caracter  político,  com  a  presença 
de  numerosos  asslstontea,  mulhe¬ 
res  em  sua  malorln. 

A  diligencia  foi  devida  a  serem 
tao»  reuniões  prohlhldon  por  lai. 

Com  ç  alarme  verificado,  mn|- 
tos  dos  presentes  procuraram  fu¬ 
gir,  o  quo  deu  logar  a  grande 
confusão,  ao  fim  da  qual  põdc 
sa  ver  quo  uma  mulher  e  tuna 
creança  havism  morrido,  em  olr- 
cumstanclas  ttlnda  não  esclareci¬ 
dos. 

Foram  effectuadss  numerosas 
prleões,  Inclusivo  de  setonta  o 
tre»  mulheres. 


NO  THKBOPRO  NACIONAL  —  Ni 
1'aitdorlt  do  TUt»urn  leria  MIM  *fi- 
nh4,  n-  -pj-jint-B  fnthsn  do  7*  4t>  *4(11  k 
ASDKDladna  da  Vindo,  do  A  a  X. 

rOLICIA  MILITAR 

SEHVIÇO  PARA  HOJB 
Ülnformí  4» 

ffuí*prJor  de  41a.  rapitlio  Ouah* ;  Affl* 
clll  d<?  dia  ao  nnartcl  ginoral,  c»p»Ub 
í»«nçi|Tf0j  m«dfce  de  dia.  cepUA*  4r. 
Quireama;  m*dico  de  promptldUo,  J*  te¬ 
nente  dr.  Aauibal;  pbftrmaceiiUco  d«  11*. 
1*  trnoTit*)  praduado  JldhMitar:  dantiita 
de  dia.  2*  tanente  Mldlilei:  auerrf#  dl 
Policia  Centrei.'  2*  tenente  8ll?#lre.  da 
Ia;  tuarde  de  hospital,  aiplrante  llattei. 
dn  B,  I,:  fiiMda  da  Mn^Ji,  ta 
nrnte  Fauatlno.  do  2*  B.  I.;  miNlir  da 
níMclal  de  . dia  an  quartel  itaerel.  iir* 
cauto  WaJdyr,  do  O.  8.  A.:  nmaJra  da 
promtftldlo.  i  dn  R.  C. :  plqiwto  ao  qoir* 
tal  venerai,  do  «•  B.  I.|  ordana  4  1»* 
atiteocla  do  Peiioal:  coldadai  Zuniu’* 
dtno,  Tcrtullann  e  Merino:  pratlcn  és 
dia.  aoldado  Ylorleno. 

NO»  CORPOS: 

pl*  —  Nn  1®  hitnlblOj  I*  taeiate 
Nobre;  no  3®  batalhão,  2*  inauita  Ltau; 
nn  3“  betalblo,  rapltãn  laalaa;  ao  4o  ba* 
tnlbão»  capitão  Bener|de*i  no  Bn  beta- 
Itilo,  1»  tenente  V|»lra  Junior;  no  •»* 
betalblo,  1»  tcoento  Juitlnlauo;  oe  r»»* 
líimento  de  caTallarta.  tenente  Alw* 
rei;  no  corpo  de  eervicon  auxillirea. 
tinentt  Merln. 

1’romptldio  — .  Nn  |»  hatelhle.  5*  te* 
nente  Garcia;  no  21»  batalblo,  aaplreote 
Hllton;  nn  batelbRÕ,  2"  tenaete  Mar* 
quea;  no  4«  hatalhân.  2*  tapenta  Jn«/> 
aal;  no  5*  betaltiAo,  eeplranta  Gmtlik*; 
■o  batalhifl.  2*  tenente  fleiliaiuid* : 
jje  regimento  de  cavelUHa,  í*  teaaote 


Dividas  de  exercícios  findos 


O  Tribunal  de  Conths  ordenou 
o  registro  da  despesa  de  800:000), 
A  Viação  Ferrea  do  Rio  Oramle 
do  Sul. 


EM  VIAGEM  DE  INS 
TRUCÇÃO 


quantu  Inopportuna 
quando  degenera  cm  abuso  e  8 
dominada  por  Interesses  subalter¬ 
nos  de  odlo  e  do  paixão. 

Salientou  os  consequência»  fu¬ 
nestas  que  as  falsas  noticias  po¬ 
dem  acarretar,  não  sõ  pnra  o  palz 
de  onde  partiram  como  prlncl- 
palmcntc  para  aquellcs  que  essas 
noticias  affectam,  s  frisa: 

Interesse 


«*■  184.(4  VAI)  Wt&ã  l)C» 

feijão  e  ovos  tem.  além  de  outros 
Inconvenientes,  os  de  augmenlar 
a  prodticçáo  de  acldoa.  de  favore¬ 
cer  o  arthrlttsmo  e  Incrementar  a 
putrefaeção  Intestinal,  intoxican¬ 
do  o  organismo. 


dos  judeus  sem  lar 


Obras  urgentes  de  regulariza¬ 
ção  de  um  aeroporto 

O  Tribunal  de  Contas  ordenou 
o  registro  do  credito  espcelat  do 
366:906)066  para  ser  despendido 
com  as  obres  de  rogulArlzaç&o  do 
aeroporto  do  Rio  Ceará,  que  ser¬ 
ve  4  capita)  do  Estado  do  Ceará. 


Está  desde  hontem,  na 
Guanabara  a  fragata 
“Sarmiento” 

Acha-se,  desde  hontem,  nt  Gua¬ 
nabara,  a  fragata  “Sarmlento”, 
da  Marinha  do  Guerra  argentina, 
que  realiza,  no  momento,  um  cru¬ 
zeiro  de  Instrucçâo. 

A  "Sarmlento"  transpôs  a  bar¬ 
ra  ás  8  hora»  da  manhã,  Indo 
fundear  no  ancoradouro,  ás  proxl- 
mldttdas  da  ilha  Fiscal.  Viajam, 
na  elegante  nave,  cerca  do  clnço- 
enta  aspirante»,  os  quaee,  olnda 
hontem,  descoram  á  turra  pondo- 
se  cm  contacto  com  a  alegria 
communlcatlva  das  ruas,  agora 
tomadas  pelo  confottl  e  pelos  ser¬ 
pentina».  Os  aspirantes  argenti¬ 
nos  se  demurarâo  alguns  dias  no 
Rio, 


Estomtgo  •  Figtdo  •  Intestinos 

De.  Maria  Fnqtea  de  Miranda 
Ru»  do  Paeielo,  70  —  Tet.  33-4010 
.  («(«) 


"Pensar  sempre 
superior  dn  pátria  e  renunciar,  no 
andor  doa  polemicas,  a  tudo  o 
que  Ih.e  põde  sor  nocivo,  deve  ser 
o  lomttm  da  Imprensa”. 

Elogiou  flnahuenle  a  imprensa 
francezn  que,  "no  momento  em 
quo  so  preparo,  a  exposição  In¬ 
ternacional, 


0  professor  Baslide  faz  uma 
conferencia  sobre  o  Brasil 


Uma  creança  brasileira 
morta  por  trem  na  Ar¬ 
gentina 

Diienoe  Aíeee,  8  (U.  P.)  —  Na 
estação  de  Baitholonicu  Mltre,  da 
Central-Argentina,  um  trem  ele. 
ulrlco  apanhou  a  creança  brasilei¬ 
ra,  de  sele  annos,  Bernardo  811- 
voslre,  mntandq-a  instaqtaqea. 
mente. 


,  não  tem  cessado  do 
contribuir  para  o  brilhantismo  do 
ccrtnmon  quo  mostrará  ao  mun¬ 
do  o  trabalho,  a  ordem,  a  união  e 
o  progresso  da  França." 


0  Tribunal  de  Contas  quer  sa¬ 
ber  se  houve  dispensa  de 
concorrência 

Havendo  o  Ministério  da  G per¬ 
la  enviado  ao  Tribunal  da  Conte» 
copla  do  decreto  que  abre  o  cre¬ 
dito  de  5.066:066)006  pnra  com¬ 
pra  de  avlõee  do  trommiento,  o 
Tribunal  de  Contos  ordenou  o  re- 
glsfrò  do  credito.  Quanto  á  sua 
distribuição,  converteu  o  Julga¬ 
mento  em  diligencia,  pnra  que  o 
Ministério  da  Guerra  informe  se 
houve  dispensa  dn  concorrência  e 
contrato  por  parto  do  presldemo 
d*  Repubtlea,  no»  termos  do  art. 
3(8  tetra  a  do  Rcaulqmcnlo  Ge¬ 
ral  de  Contnbllldado. 


CeneMa,  8  (Havits)  —  Na  uo- 
cflstno  da  passagem  por  Genebra 
do  professor  Bastido,  chefe  da 
missão  cultural,  franoeza  no  Bra¬ 
sil  e  professor  da  Universidade  de 
São  Paulo,  o;  èr. '  Cario»  Munlt, 
con»u|  geral  do  Braall,  apresen¬ 
tou  em  um  dos  melhorei  cinema» 
da  cidade  tvbs  Úlnij  documentᬠ
rios  sobro  o  Brasil,  o»  common- 
tnrlos  foram  feitos  pelo  profes¬ 
sor  Bastido.  s 

Na  assistência  figuravam  nu¬ 
merosos  diplomata»,  altos  fuua- 
ctomirlos  da  Sociedade  da»  Na¬ 
ções  e  delegados  sul-tintericBnos 
á  Sociedade.  Todos  applnudlram 
com  vivo  Interesse  an  Informa¬ 
ções  sobra  a  Imntlgração  no  Brn- 
ril,  as  qunes  lllimtraiain  o  recen 
ta  debate  travado  na  Repartição 
Internacional  do  Trabalho,  sobre 
u  problema  d»  emigração. 


0  embaixador  japouez  confe¬ 
renciou  com  o  marechal 
Chiang-Kai-Shek 

Seutklm,  7  (Havas)  —  o  em¬ 
baixador  do  Japão,  sr.  Kawagoe, 
permanecerá  trea  semanas  em 
Nanklin,  onde  conferenciará  com 
o  marechal  Chung-Kal-Sliek  e  o 
ministro  de  Estrangeiros  e  acom¬ 
panhará  os  debates  sobre  a  po¬ 
lítica  da  China  cm  relação  ao  Ja¬ 
pão  na  sessão  plenária  dos  comi¬ 
tés  contrees. 


A  Sociedade 


Rural  Brasltotra 
transmlltla  o  eogulnte  tclegiam- 
ma  ao  presidente  da  Republica, 
gbvcrnndor  do  Eetado,  mtntslro 
da  Agricultura  e  secretario  da 
Agricultura: 

“A  Bocledade  Rural  Brasileira 
lamenta  a  resolução  do  Conselho 
Federal  de  Commercio  Exterior, 
lientando  o  í»  rol  lo  e  torta  de  al¬ 
godão  do  confisco  cambial,  crean- 
do  situação  de  privilegio  para  o 
sub-produoto,  quando  o  algodão 
oontrlbue  com  o  pesado  omie  de 
35%.  A  exportação  de  torta  de 
algodão  repreaenla  o  esgotamento 
do  sõlo  patrlo,  para  enriquecer 
outra»  terras,  e  priva  a  pecuária 
nacional  do  alimento  mal»  con¬ 
centrado,  em  um  palz  pobre  de 
forragens  azotadas.  E'  uma  dla- 
cordancla  de  actos  pregar  o  aper¬ 
feiçoamento  da  pradueçuo  animal 
o  encorajar  a  exportação  dc  um 
alimento  do  teõr  da  torta  do  a|. 
godáo.  Accretice  ser  essa  torta  um 
precioso  adubo,  sob  a  forma  or- 
ganlc»,  condição  primacial  da 
restituição  da  fertilidade,  maxlmé 
om  um  melo  como  o  nosso,  de  cli¬ 
ma  devorador  do  humua.  Ae  ci¬ 
fras  cm  dinheiro,  representando  o 
valor  da  exportação  de  torta  de 
algodão,  6  antea  um  empobreci¬ 
mento  do  pata,  de  vez  que  a  som¬ 
ma  dlspendlda  na  acqulslção  do 
adubos,  axcedi  a  Importância  en¬ 
trada  no  palz  pela  sue  exporta* 
çâo.  Quanto  A  exportação  de  fa* 
vello  de  trigo,  além  de  privar  o 
gado  leiteiro  de  lâo  rica  alimento, 
constitua  mais  um  favor  A  Indus¬ 
tria  JA  favorecida,  em  detrimento 
da  pscuarla  nacional  e  principal- 
mente  com  graves  diinnos  A  pro- 
ducção  d*  léltt  sadio  •  nutritivo. 
Respeitosas  naudoçõe»  Sociedade 
Rural  Brasllslra.  Benfo  A.  6am. 
polo  Vútal,  presidenta." 


0  CENTENÁRIO  DE 
PUCHKINE 

A  civilização  moderna  comme- 
mora,  hojo  o  centenário  da  mor¬ 
te  de  uma  da»  grandes  almas  so¬ 
noras  do  mundo  slnvo  —  Pucltl- 
no.  Foi  o  grande  cantor  do  ex- 
plendor  do  povo  russo.  Teve  a 
sensibilidade  do  futuro  do  povo 
slnvo,  definido  nas  reformas  do 
Imperador  Podro.  o  Grande.  A 
gloria  Inlcllcotnnl  de  Puohklno  es¬ 
tá  no  pturimonlo  cultural  da  hu- 
mnnldado,  A  data  do  hoje  tem, 
por  Isso  mosmo,  repercussão  em 
todo  o  mundo  culto,  despertando 
Justos  Júbilos  nos  conlros  lite¬ 
rários. 


Eleita  a  nova  directoria  da  So¬ 
ciedade  Naturistas 

Na  assembléu  geral  ordinária 
da  Bocledade  Naturista  do  Brasil, 
realizada  sabbado,  dia  15  do  cor¬ 
rente,  An  8  t|2  horas  da  noito  ule- 
Reu-se,  uma  nova  directoria  que 
rteou  assim  constituída: 

Presidente  ,  Alelxo  Alves  de 
Souza:  vice-presidente,  dr,  David 
Madeira;  ihosourclrn,  loléa  do  Le¬ 
ntos  Froixo.  1*  eerrotarlo,  José 
Magyar  Junior;  2"  secretario, 
l-rofsseora  Marlcla  Alveu  do  Sou¬ 
za;  dlrcctor  dB  propagandn,  pro¬ 
fessor  Guoyflnúa  de  Souza. 

Para  commlssão  do  contas: 
Paulo  Portugal  líropf,  Artliur  M. 
C.  Ribeiro  o  Eduardo  Dutra. 


0  café  estrangeiro  importado 
pela  Inglaterra  talvez  venha  a 
ser  laxado  novamente 

Lomiree,  8  (U.  P.)  —  O  reda- 
olor  do  assumptos  commerctaes 
do  Jornal  “  Evenlng  Standard'', 
diz  cm  artigo  que  apparece  hoje 
ticsse  folha: 

"Embora  faltom  ainda  algumas 
semanas  para  a  approvaçáo  do 
projecto  da  orçamento,  começn-so 
a  discutir  na  praça  a  possibilidade 
do  sor  oreado  um  tmpoato  extra¬ 
ordinário  aobre  o  café.  Actual- 
mente  a  taxa  que  paga  o  café  es¬ 
trangeiro  &  do  14  ahlllinga  por 
cem  ttbroa  e  de  4  shllllnga  e  8 
pencc  sobro  o  produzido  no  Impé¬ 
rio  britannico.  O  Imposto  que 
paga  o  café  produzido  em  qüul- 
quer  das  unidades  do  Imporio.  foi 
reduzido  em  vlrtuda  dos  aecordoe 
ds  reciprocidade  concluídos  na 
Conferencia  to  Ottawa. 

Devido  As  concessões  mutuas 
decorrentes  desses  conventos,  não 
parece  provável  que  o  Imposto 
sobre  o  café  da  Afrlca  ou  da  ín¬ 
dia  seja  sobrecarregado.  O  mar¬ 
cada  acredita  que  todos  os  cafés 
estrangeiros  serão  sujeitos  a  no¬ 
vas  taxas.  Observa-se  uue  em¬ 
quanto  aiignienm  o  consumo  da 
ruhiacea  no  Roino  Unido,  a  Im¬ 
portação  desse  artigo  não  se  ele¬ 
va,  antes  pola  contrario  diminue. 
provavelmente  devido  aos 
dos  "atocks"  disponíveis," 


Indemnização  de  damnos 
causados 

O  Tribunal  de  Contas  recusou 
registro  ao  pagamento  de  réis 
172:476)300,  ao»  aucceisore»  de 
ll.vppollto  José  de  Souza,  dc  In¬ 
demnização  proveniente  de  da- 
mnos  caitHados  pela  revolução  aul- 
rlograqdense  de  1923. 


0  exercito  de  Cheng-Sue-Liang 
deixou  Sian-Fu 

7  (Havas)  —  Nott- 


Descoberta  uma  terra  nova 


Skcapal, 

cias  ile  Sian-Fu  communleam  que 
o  exercito  de  Chang-Sue  Ltang 
evHcuma  aquelta  cidade.  Um  trem 
mililar  transportando  forças  do 
governo  partiu  de  Tung  Kuan, 
para  Slan-Fu. 


Oslo,  8  (Havas)  —  Annuncta-ze 
qut  fol  deecoberla  pelo  aviador 
tUirUCguea  Vingoivlderce,  ,u  m  a 
ttrra  nova,  situada  entre  33*  o 
40*  de  latitude  liste. 


soccorridos 


Vae  servir  como  secretario  da 
Procuradoria  da  Fazenda 

Pilo  dlreetor  geral  da  Fazenda 
fui  designado  o  offlclal  do  The- 
soitro,'  bacharel  Ary  dos  Santos 
Silva,  para  servir  como  scorelarlo 
da  Procuradoria  Geral  da  Fazen¬ 
da  Publica. 


N0  TRIBUNAL  DE  SE¬ 
GURANÇA  NACIONAL 


Parle.  9  (Havas)  —  O  ministro 
do  Trabalho  anminola  que  o  nu¬ 
mero  de  derempregadox  i.oceorrl- 
dos  a  30  do  Janeiro  da  1937  fol  do 
430.073,  contra  427.933,  na  sema¬ 
na  precedente. 

Deve  observar-se  que  a  dimi¬ 
nuição  é  rclntlvamente  pequena, 
na  apparéncla.  mas,  em  geral  n» 
mesma  época  dos  annos  anterio¬ 
res  reglstrava-se,  ao  contrario,  o 
augnienlo  do  numero  dos  sem 
trabalho.  Assim,  por  exemplo, 
<-m  Janeiro  de  1936,  o  augmento 
do»  deaoccupadcB  fol  de  8.421 
unidades  em  pertuddo  correspon¬ 
dente. 

No  total  os  algarismos  de  30 
le  janeiro  de  1937  representam  a 
diminuição  de  51.101  unidade»  r«- 
latlvamente  aos  algarismos  ds  30 
do  janeiro  dc  1936. 


Proseguirá,  amanhã,  o 
summario  de  cuipa  dos 
parlamentares 

Na  séje  do  Tribunal  de  Segu¬ 
rança  Nacional,  sob  a  presidên¬ 
cia  do  rominandante  Adalberto  dç 
Lemos  Liistos.  eorvlndo  como  pro¬ 
curador  o  udjunto  dr.  Clovls 
Kruell,  proseguirá,  1  tardo  de 
niiiHtiliH.  o  summario  de  culpa  du 
senador  Abel  Chermont  e  dos 
deputados  João  Manga  beira.  Oetiw 
vlo  da  Silveira  e  Abguar  BaEto». 

Deverão  ser  ouvidas  as  teste, 
nt  unhas  Jorge  Fernanda»  Morta, 
nl  Machado  ■  Manoel  Pereira  doa 
Santos.  ~  i 


Santiago  tln  Chile,  8  (liavas) 
—  O  chanceller  Cnichrega  Tocor- 
naj  accsltou  a  Indicação  do  aett 
nome  rara  senador  e  renunciará 
so  posto  ds  ministro  de  Relações 
Lxterlures,  ainda  eeta  semana, 
sftm  de  tomar  parte  nos  traba¬ 
lhos  eleitorais. 

Santinrjn  rio  Chile,  8  (Havas)  — 
O  ministro  ria  Educação  desmen¬ 
tiu  os  boatos  correntes  da  sua 
próxima  demissão. 

Santiago  to  Chile,  8  filavas)  — 
Chegou,  (lo  nvlao,  cm  transito 
paia  os  Estados  Unidos,  o  sr, 
Alexandre  Wedilell,  embaixador 
do  govorno  de  Washington  cm 
T>  isnos  Air».. 


Dl«  —  No  1*  botAlblo,  1fl  tnr-*» 
F.  Arsajo;  no  q»  «MtnUiio.  tt  „a.,ia 
Snnlhnl:  no  3*  tiaioihlo.  roplUo 
no  (»  bntnltilo,  1»  t-™ni.o  p.rld:  to  »’ 
bnlotbéo,  t°  itntntn  Plmeatel.  no  é'  t**- 
totnéo,  1»  t-noato  n*  t»« 

m*ntn  dt  i-iTolItrls,  Io  («ntnr#  lrtno-J. 
no  i-orpo  do  ocrrlron  niiitlljr».  2*  «• 
nonls  Mollo. 

hnomrUdén  —  N«  |o  tutnltio.  }•  tt 
nnoto  Jimi:  Ç»  hnlntbAo.  towntí 

Mornuoo:  no  3*  bntilblo.  noptrtnro  is- 
ttnnr;  no  (•  éotnlbto.  Jtiplrjflit  Lzu: 
?d  B*  botnlblo.  2*  tenonto  V*rj r-i ;  no  " 
Dsulbnn,  2*  ton-nto  Gutricy;  to  t.(1 
*«»to  ds  csrillzrii,  3>  toDs&u  Bhjo. 


A  princeza  de  Orleans  de  Bour¬ 
bon  Uve  uma  lilha 

Loiísano,  7  (Havas)  —  A  prln- 
ceza  de  Orleans  d»  Bourbon,  mu¬ 
lher  do  infante  d»  Haspanha,  Al- 
foneo  Orleans  de  Bourhon,  dou  â 
luz  um*  creanra  do  eexo  fsml- 
ntno,  i 


O  Tribunal  de  Contas  ordenou  o 
registro  do  pagamento  de  réis 
220 ::n 63266.  a  The  Rio  de  Janei¬ 
ro  City  Improvcmenls  C*  Ltd.. 
de  quota  de  previdência  de  3  %, 
sobre  as  contaa  de  taxes  d*  esgo¬ 
tos  de  prédios  etc.,  no  3*  toros»' 


EM  PLENO  DOMÍNIO  PU  FOLIA 

Vão  transcorrendo  animadíssimos  os  festejos  carnavalescos  em  todos  os  arrabaldes  cariocas 

Ni  PM  UM  M  UÉ  li  SIM  liso  0  MOMENTO,  ESllPO  0  CORSO  CADA  VEZ  WAtS  INTENSO 

Desfilarão  logo  mais  os  préstitos  dos  Democráticos,  Fenianos,  Tenentes  do  Diabo,  Pierrots  da  Caverna  e  Congresso  dos  Fenianos 


Todo  o  Rio  vibra  em  aua  feetd 
maxIma. 

Of«de  o  centro  principal  da  ci¬ 
dade  dtã  os  mais  longínquos  su¬ 
búrbios.  a  Folia  manda,  Impera 
e  se  Impòe,  como  aULoridailo  utii- 
c.i  tio  Iriduo  carlocamenlo  legeii- 
da  rio. 

.tá  .Ttbbado  pela  inanhã,  a  ci¬ 
dade  despia  suas  roupas  proto- 
rellnres.  da  mascarada  de  lodo  o 
«uno.  para  «vesllr.ee  tlns  gnhis 


tnuelo  Lfliarr,  o  ennsrjrrtnfn  ar¬ 
tista  dn  nosnn  ttscotn  de  llellns 
Artes,  encarregado  dn  rnoterçiJo 
do  evrtcjn  d»  rinli  dos  De. 
moera  lli*  «IN 

•  qu«  tem  dlrcRo  o  Soberano  Úni¬ 
co  Senhor  da.  Troça  e  da  Alegria. 

Durante  o  dia  de  eabbado  o  de 
domlnso,  a  cidade  transfigurou- 
as.  Em  eua'  apresentação  feãlivu. 
ÍJm  sua  alegria  reemitida  no  lon¬ 
go  do  302  dias  de  tristezas,  appre- 
helijíes,  crise  o  outros  contra¬ 
tempos.  Na  esfuslanta  satisfação 
do  Eeus  habitantes.  No  atordoa¬ 
mento  encantado  de  seus  foras¬ 
teiros,  Internos  e  externos. 

CrrnavaJ  do  19271 

O  eterno  carnavu!  de  lodos  05 
ennos,  eom  as  novas  modalida¬ 
des,  qua  Bcmpre  apparcccm  do 
enno  para  anno,  dando  ao  reina¬ 
do  ophemerD  do  Sua  Mojcntarto  n 
da  rainha  Folia  Unlca  um  toque 
Inédito  de  fnebrianto  e  Inncnliadn 
farra. 

Anteclparam-se  os  festejos  com 
*s  batalhas  0  os  desfiles  dos  bto- 
ces.  '  Vieram  depois,1  no  subbado 
gordo,  os  blocos  das  repartl- 
C&es  publicas.  Ilontcm,  os  ran¬ 
chos,  com  as  suas  luzes,  seti 
luxo  0  riqueza,  0  prlncipnhnenle 
com  a  estupenda  hnrmonla  óe 
suas  vozes.  Do  ontromelo,  ns  es¬ 
colas  de  samba  também  desce¬ 
ram.  trazendo  para  0  cenlro  0 
encantamento  magnifico  da  alma 
dor  morros  e  do3  bairros  mais 
afastados. 

Hoja  ferí.  a  consagração  final, 
rierrols  da  Caverna,  Congresso 


doa  Fenianos,  Tenentes  do  Dlaho, 
Fenianos  e  Dfinocrutleos  enche¬ 
rão  a  cidnde  com  o  clangor  de 
nuue  clarins  c  fanfarrai,  a  ma¬ 
gnificência  dn.  nrte  tlc  seus  cor¬ 
tejos,  ü  grnçri  o  0  espirito  de  suas 
orltlcas,  elcBiintenicnto  morda- 
zcs... 

E  cmquanlo  Imo  .0  delírio  da 
dans-a  eni  centenas  de  saiões. 

Dansa-ae  cada  ver.  mais,  ilau- 
sa-so  sempre,  djinsa-oo  inlnler- 
ruplameute,  ao  longo  dessas  qun- 
sl  cem  horas  de  delírio  carnavu- 
lusco. 

R  como  que  entrelaçando  essa 
carnaval  dns  ruas  com  o  tloa 
grandes  snlfles,  ahl  lemos  n  corso 
do  nutomoveis,  enchendo  na  ruas 
rrlncJpaes  do  centro  eom  mil  0 
um  encantos. 

K'  o  mesmo  Carnaval  de  sem- 
pre,  modificado  A  feição  dns  cir- 
cumatRncIas,  melhorado  aqui  ou 
nll,  prejudicado  talvez  neata  ou 
naquello  ponto,  mns  sempro  e 
para  lodo  0  sempre  0  mesmo 
r  terno  Carnaval  carioca,  o  me¬ 
lhor  ou  unlco  legitimo  carnaval 
do  todo  o  mundo. 

Todos  A  Folia,  Todos  para  a 
rua  ou  pura  as  testas. 

Ainda  hão  do  nos  sobrar  mul- 
(on  dlns  do  resto  do  atino,  para 
as  magnas  e  Irlxtezns. 

Hoje  4  o  ultlmu  dia. 

O  ultlmol ... 

lufellzmenl*. 

84  teiu  outro  para  0  anno... 
—  P AN  AMA'. 

O  DESFILE  HOJE.  DOS  GRAN¬ 
DES  CEVES  ' 

O  iilllmo  dia  do  Império  abso¬ 
luto  do  Rei  dn  flnlhufn  c  ilii 
Alegria  vnc  ler  11  eorouincnto  do 


l-iV.r.xí::  .  • 


- 

■  ’**  •  <  .  j* 
§?-  '%■  m 


Hodeatlmi  Knntii,  taurenito  eirnl-' 
pfnr  dn  ntissn  Fbicmn  rip  Di-Ilas 
Artes,  rncnrrcaad»  dn  pnrte  plns- 
tlrn  do  cortejo  duo  Deraorrntleos 

destile  dos  cortejos  dns  grandes 

SQQíeüailes  pelas  ruas  ccntraes  da 
cidade, 

Quem  vonnorâ?  Democrallcus. 
Tenentes,  Fenianos,  Pierrots  ou 
Coiigruss-oi 


•Inyme  .«IItu.  1  enntsgrnriii  ni-enn- 
grnphn  tunltnno,  '  mnnitfnrtnrndor 
■lo  préstito  dos  Tenrntes  do  Dlolio 

niffloll  resposta. 

JA  nn  nossa  ultima  edição,  de¬ 
mos  noticia  clus  préstitos,  visi¬ 
tando  os  barraeflee,  com  excepçâo 
do  do  Club  dos  Democráticos,  or.- 
ile  não  foi  permlttlrio  0  Ingresso 
uo  nosso  representante,  poBto  quu 
outroa  oollegas '  0  fizessem.  pnbll- 
oandn  at4  photographlas  do  seu 
carnaval. 

O  primeiro  carro  allegorlco  do 
grande  cortejo  “oaràplcú"  dono- 
mlna-so  “Symphontu  inarsjoara" 
o  n  primeiro  do  rritlcn,  chamado 
"Casas  do  nimrtnmentos  e  des- 
apartamentos",  sat  Irisando  a  mo¬ 
derna  arohllecturn. 

ScguIr-se-A  outra  allcgorbt  co¬ 
gnominada-  “A  eterna  armadl 
lha",  Isto  4.  a  mulher,  encerran¬ 
do  a  primeira  parto  do  préstito 

A  iegundu  4  aberta  t-oin  outra 
iitlegorla,  ■  chrismada  "Turandoí" 

R  fatal  prlneezn  da  China, 

ApimreeerA,  depois,  a  critica 
"Novo^iboscnes'1,  A  procura  do 
Homem. .. 

O  sexto  carro  4  nutra  formlda- 
tel  allegoria  —  "Uythmo  Crys- 
lallno",  seguida  ria  «rllloa  "Unl- 
llnlia  morta",  epigrammando  a 
Liga  das  Naçõea. 

“Vortlgem  sobre  a  neve".  4  aln- 
da  outra  carro  allegoriun  de  .grar.- 
dc  effelto,  seguido  da  critica  que 
termina  o  cortejo,  "O  grande  do- 
inadot'”,  uma  charga  política  mul¬ 
to  bem  feita  e  que  proxocarA  hi¬ 
laridade.  1 

ATLANTIC  REFLXING  CLUB 
—  "LA'  VEM  O  SEU  CHINA", 

CONFIRMARA'  UMA  TRA- 
DICCAO 

Nada  mais  poderemos  ndeantHr 
com  relação  ao  baile  n  fantasia, 
que  o  Atlantic  Reflnlng  Club, 
leva  a  effcito  hojo  no  Gymnasío 
Ilo  Fluminense  F,  C. 

Sobre  esse  grandioso  bnllc  quo  ( 
marrará  um  dos  acontecimentos  1 
mala  sensaclonaes  do  presente 
carnaval,  faltam-nos  já  utijcctl- 
vos  para  hem  qusllficar  a  sua  ntn- 
gnlflcencia. 

Parada  dc  elega  nela.  reunião 
sympulhlca  do  “set"  carioca,  mim 
ambiento  dc  ahsohilu  confiança  s« 
processará  essa  noite  de  enthu- 
slasmo  vibrante,  do  alegria  sen 
par,  e  do  Invulgar  contcntnmento. 

A  graça  Insinuante  das  nossa? 


lindas  patrícias,  louras  "oxige- 
11406"  ou  moreninhas  queimadas 
polii  ardência  Implacável  do  nos¬ 
so  sol,  formará,  cnenda  a  bizarria 
das  cores  c  aos  reflexoB  camhl- 
hntes  da  llliiinlnnção  profiisn, 
c-sse  conlunlo  hnrmonloso  de  des¬ 
lumbramento  0  tio  encanto. 

OS  GKANDK8  BAILES  FAMI¬ 
LIARES  NO  THE  ATRO  .TOÀO 
CAETANO 

Tem  sido  a  nola  mais  animada 
e  Interessante  fotlonica  os  bailes 
familiares  realizados  pelo  C.  C. 
C.  no  thealro  João  Caetano,  rlgo- 
losamonle  familiares. 

-São  festas  magnificas,  om  que 
Imperam  a  ntaxlma  ordem  o  mnler 
respeito,  dc  entremeio  com  o  mala 
decidido  ,  o  ardoroso  espirito  car- 
iinvaleseo. 

O  baila  de  hoje,  0  Ultimo  da  *4- 
rie,  tá  servirá  para  confirmar  0 
jucceaso  dos  anteriores. 

O  CARNAVAL  NO  RIACHUE- 
LO  TENNIS  CLUB 

Com  0  seu  baile  earnaralesco, 
0  lthjelinelo  Tennls  Club  Inlclon 
n  edrle  de  “four-fdrrãbOdolesco" 
dasante,  pulante,  cordnounte,  gri¬ 
tante  e  cantante,  momlflcamente! 

Polo  dito,  4  ou  não  4  do  Btafn. 
0  carnaval  riachuelense?  014! 

O  Bolfio,  na  frente  du  "Tunna 
do  Socêgo",  sd  nâo  explodo  por¬ 
que  a  "borracha"  4  bfla!?... 

Fóm  Isso,  s4do  orimmentnda  A 
LI  Uno  L4  (nüo  fosso  a  84... 
Dlnhnt ),  profuza  lllumlnação, 
«te-,  etc...  Com  ümtas  maravi¬ 
lhas.  o  Oborlandx  Jidga  ter  nas¬ 
cido  pellu  na  cnrcca  luzidia  I  E 
faz  oaçoadu  das  "praias"  no 
“quengo"  do  Vulladão...  Applau- 


1'otille  Mnrrntir.  11  oensngrndn  «c- 
t  *sln  hrnsllelro  e.-trottililii  iirles 
'•Senadcres*'  porá  rniifeei-lnnndur 
dn  «en  préstito 

dludo  n  " juba-pellonlflca  "  do  Re¬ 
ze  mie: 

A  llreclorln  ioda  do  Riaclitielo, 
nexiiis  horas  de  râ  alegrin  n  fnn- 
lastlen  enUinslaatno  perulinr  ao 
etub  da  rua  Marechal  Blltencourt, 
4  t|m  hIAco  unlco  110  meio' dos  o.«- 
.-loçiados  e  ardorosos  defensores 


do  pavilhão  azul  e  branco  do  vlcç- 
campeào  do  36. 

Se  as  festas  mensaes  são  recor¬ 
dadas  com  agrado,  as  "gandaia- 
das"  carnavalescas  deleitam... 
E  as  zuo  ora  sc  rmHzam...  nem 
4  bom  fntavl 

Rtachiielo  hoje,  rinchttclo  sem¬ 
pre!  E'  a  divisa.  Para  a  farra 
pois,  "macncuda"!  O  maestro 
Cláudio  Ferreira,  fixo  ,c  .do  pblr. 
do  R.  T.  C-,  com  Betliiho,  Ary. 
3'le.tor,  Jflro,  Alcides  e  outras 
tantos,  vão,  como  sempre,  che¬ 
fiar  n  augmentav  a  farra  cnrira- 
vnlcsea  ao  querido  Ttlachueln  Teu- 
nin  Club. 

OS  AGRADECIMENTOS  DOS 
"LORDS  DA  TÍJUCA" 

Da  secretária  drsla  conceitua¬ 
da  agremiação  recebemos  0  se- 
gulnte: 

"Rio  de  .Janeiro,  6  de  fevereiro 
de  11)37  —  Prezndlsrlmo  amigo  — 
A  direelorl»  doa  “Lords  da  Tl- 
.Inca".  «Inceramente  reconhecida 
á  Imprensa  e  fts  sociedades  do 
Rndlo  desla  eapltnl,  pcln  Inlensa 


abriu  om  «eus  luxuosos  sa¬ 
lões  A  sociedade  local,  olferecen- 
do-llio  a  prlmolrn  das  suns  festas 
—  0  graúdo  bali»,  a  rigor  do  sab- 
bado  gordo',  "Os  salAer  da'  ffriuto- 
eratlc*  e  tradiclonnl  soelídart».  ee 


Aspectos  do  curso  de  honlem ,  na  Avenida 

publicidade,  graclueamcnle  feita,  Atravís  do  telefdione  23-1660  xo  CLUB  JUIZ  DE  F0'1ÍA 
do  grandioso  bajle  do  "Lorris",  serio,  lambem,  prestados  aos  t>o- 

reallzado,  com  brilhante  e  Ineon-  0,06  a*  lnformaçflea  de  que  no-  Dando  lnlclo  aos  folguedos  enr- 
lestavel  aucccsao.  no  Tlientro  »  rospcllo  desses  ser-  navalescon.  0  Club  .luls  dc  Fòta 

Joâo  Cnetano,  na  noite  dc  2  de  fc-  v'5°a-  abriu  om  seus  luxuosos  *a- 

vcnJro  corrontc,  vem,  jielo  pre-  l6cfl  *  soclcdode  local,  offereecn- 

acute,  manifestar  a  sua  gratidão  O  CARNAVAL  E.M  JUIZ  DB  do-lho  a  prlmolrn  das  suas  festas 

pelo  .VnlIosoVconcursó  que  a  eata  FO  RA  ~  0  Fraudo  bnik  a  rigor  do  sab- 

IHJMlcidado  v.  s.  dedicadameme  lí  A  V  !  bldo  gordo.  Os  salíev  ilaFrlalo- 

t.rpsiâll  cullihiMirfiii  Acto  min  .  .  ,  ...  *  *  i.»**!Ç  •  •  .CTRtlCN  6  trAdicloiinl  SCrClídUrU-  ué 

•li  ;■  nlí-a u  C6,a  n.  Juiz  de  Fira.  "  (Dp  ogrrespon-  apresentavam  llad  ac  caprlchu- 

V.m  íonle>  —  a  cidnde  vibra  desde  sarnento  ornamentados.  As  dan- 

uoips  deulslvos  do  e.vllo  social  üa  hontem,  com  os, folguedos  carna-  sos,  quo  tlvoram  iiilolo  às  tt  bo- 
inngnlflen  foaln,  valeccos.  Momo,  o  sóbefâno,  cujo  rns  do.  nolle.  decorreram  nulnia- 

Vnlho-ine  du  oppoHunldade  pa-  prestigio  e  nod«r  ninguém  coa-  dlnslmas,  entrando  pela  tnadrúga- 

ra  rniterar  ou  protestos  dn  maior  testa,  íssumlu,  dcr.de  hontem,  a  lIa  n  ãentro.  Grupos  de  moças, 
estima  o  apreço.  —  G.  r.  Ar-  dlrocçlo  da  cidade,  baixando  um  apresentando  ricas  o  orlglnaos 
iiiniirfo  prcsidciile."  derreto  no  qunl  exige,  dc  seus  "nutasla*.  davam  um  especial  ,re- 

Inniimoros  súbditos,  o  mnxlmo  dc  í,c*  *  festa.  A  alegria,  nll.  orn 
OS  SERVIÇOS  PE  ASSISTÊNCIA  Alegria.,.,  franca  e  eommtmleàllva.  A  folln 

,  ,  .  .  —  Ciisn  iniia  nuc  a  todoR  ront.i* 

nirU.\NTFi  O  CAHNAV.Ui  Àaalm,  PolSi  íl*1j  o  relnndo  dn  mina,  fazRiido-nnH  cBquecor  »lu« 

^ll  ,^^ra  ,oríí.  I}CH0'  v,“  ranta  os  «Ha»  do  Irliltio  c.irnava- 
Diirantf*  nt  fpkMd,ln,i  t,nriiMvalf‘*i»  ^  do  QMtnuBiAhnio!  B  coftio  SC  « 

1-OB  fniiccloiinriio  como  nos  dias  "'»  bastassem  os  follbes  da  ler-  « aradírn!’ue'1".eVÍm,r^ira‘ 

inniinnii»  «»  dlveraos  serviços  de  ^rara  trazer  «s  «uns  rua»  em  í  0‘c  í  ! 

assistência  technica  ans  sntnmobl  Permanentes  alegria,  ha  a  sc  ‘"JT  " '“..íl'",,,,,"1 *,„  *  ,"io“ 

listas,  mantidos  pelo  Toiulng  ronMntar  o  grande  numero  d »  àorn 1  A  , , »,=?•  I  h l  i 
Club.  O  Departamento  do  Aseis-  'Indar,  ou  ffira  para  as.  '*•  ..?nlVa."  *1,/"  f1?!’ 

tcm-lu  Muen tiles  eslurà,  aealiii,  sletlrem  o  Carnaval.  Mesmo  do  rectorin.  que  uàò  leni  poupado 
aplo  a  attciidor  uo*  pod  dos  de  Rio,  4  grande  o  numero  dn  fa-  enforyou  e  sacrifícios,  prometi»  a 
suceorrn  que  lhe  forem  Mios  pe-  mllias  que  para  aqui  se  dirigem  seus  innnmeros  associado!  mais 
los  soclqs  eom  ,i  prosleza  e  cf-  eni  aulomovels  e  em  aiito-omnl-  ires  nolle»  dc  Inlrnsa  vlbraçfln  r 

‘alegria,  .om  ns  ha  Mos  dc  domin¬ 


go.  segunda  *  terçs-felra  gorda, 
quando,  então,  encerrará,  do  ma¬ 
neira  brilhante,  or  folguedos  car- 
navalefcos. 

NO  CIRCULO  MILITAR  ' 

T.imbem  no  Circulo  Militar  nll» 
foi  menor  o  enthusInBinn  demons¬ 
trado  pelos  foilAcs  quo  enchiam 
n  sua  s4do.  O  bailo  de  sabbndo, 
quo  foi  a  continuação’  dos  suc- 
CC6S0.1  nlcançadou  com  as  .-ahhe- 
tlnns  LAMiavaleseas  quo  o  pfees- 
dornm,  velo  doiiionstrav  o  qus 
sorit  o  rnrnavRl  naquella  roncol- 
lunrla  soclodAde,  que,  alãm  de 
reunir  a  fins  fiflr  da  offlclsllda- 
de  da  4*  Região  Militar,  conta, 
também,  rom  o  eonciirso  de  elc- 
mento»  reprcsonLaLIvos  da  aocle- 
dndo  Juiz  dn  fnrana.  Assim,  pol*. 
ali  so  entrelaçam,  cm  vordadolro 
o  curdçnl  ramaradsgem  os  ele¬ 
mentos  militares  o  o  mofo  civil 
Juiz  do  forano. 

A  dlroctorln.  do  Circulo  Militar. 
i|u  «lambem  n.1n  poupa  «itorço* 
para.  garantir  o  êxito  do  suar 
foslas  ,está,  puis,  da  parabéns 
rom  os  «uccessoa  que  as  mcsmai 
t4m  alcançado. 


Animadíssimo  tem  transcorrido  o  corso  na  Avenida  Rio  Branco  c  na  Avenida  Beira-Mar.  A  nossa  gravura  fixa  alguns  dos  carros  que  nelfe  tomaram  parle,  conduzindo  grupos  bem 


hmlnsiadfis  i>  nlr.errs 


I 


3  '  ‘  ~  '  -  CORREIO  DA  MANHÃ  --  Terça-feira,  9  de  Fevereiro  do  1937 


Ev  p  p  it  1  F  V  rr  I?  Infatigável  pM»  crear  •  aperfel- 

d  {;  u  U  X  L  11  çoar,  atravoz  dos  aeculoi.  está  re- 

___  produzido  all,  pasto  a  paapo,  com 

4i8tGS*xo&»i  uma  exactidão  absoluta’'. 

Itt  imioi  MtinuDM.  ptdbno»  mia-  10  clle  accrc.-ce.nta: 

idx  ts&rmat  u  mai  aulcQsturu»  anui  "E’  como  uin  inventario  geral 

it  tmlsana  atira  da  arltai  a  lutar  da  humanidade.  Be  Deus  pergun¬ 
te  uçD,  du  rtniaua.  tusso,  um  dia,  uo  homem:  Que  £1- 

P  R  E  O  O  9  zestes  sobre  a  Terra  7,  o  homem 

lNTBhioB  poderia  vespotuler-lhc.  mostrando 

«nasnn  0  Deutsohea  MuBOum:  Fbs  leso...” 

"  '*  **  ”  ”  ”  “  BJiOuu  Ela  aqui  a  torra,  lai  como  a  rcce- 
SXTEBtOB  bl.  Eil-a,  como  OU  a  ílz. » 

“  ;; ;;  “  ;; ;; ;;  “SUIS  u  a  assim,  com  ctcoito. 

BDUEBO  »TOUO  TUÍ0  0  f,U0  t0m  rtallMdu  0  en- 

^  .foJ  genho  humano,  no  deem  ror  do» 

BUe  «uli .  .  *300  oeculon,  lá  está  representado  no 

Duralaioi  “  ”  **  ”  **  sruu  Deutschea  Mueeum.  Não  faltu 

Atrsuduu  ....  ......  ••  ..  Síoo  nada.  “EIh  aqui  o  vapor  e  o,  prl- 

plaa  nula  .  ......  ,,  ..  liou  molra  locomotiva.  Uma  galeria  de 

Dosloicu  ..  ..  .,  ..  .,  moo  minas,  uma  vista  gerai  du  plano 

roem  eorruioooínuctu  qn«  m  tataru  a  <j0  Melro”,  Tudo. 

&XT &  M  ha  outras  coisas,  ainda,  que 

Mra  aar  dlrldda  ae  eimtor  laraoM  se  Ver  cm  Munlch.  A  Studsntou 
toai  e.  Uibei.  t  roa  floocalre.  OUa.  a  ÍIausí  _  Cast  do3  E#tluJanteB  _ 

XELEPHONES :  d  uma  das  maiores  orgaiuzaçOef: 

Geraocia  ........  U3-003?  do  mundo  e  deveria  servir  de 

Agencie  Central  —  Can*  exemplo  uos  outros  povos  para  que 

8  •  ■  •  ■  rtulizassom  einprchondlmcntoH 

U»Mt>llXu  :  lúlábuj  esse.  A  BlblloUioca  Muni- 

Dlraetcr-arnurlftnrlo  .  •  SU-UÍUl  cipal  possuo  quasl  2  milhões  dc 

BrOaccOo . du-iosu  volumes  o  vivo  chola.  O  Arco  do 

Raffsr  ••••••  Trlumplio,  egual  ao  arco  do  Cons- 

Directos  ....#•«••  tu-utuu  tonttno  quo  existe  cm  itoms.  m- 

R*)ietiMtda  ■  •  •  •  >  4U-1WC5  ciue-so  entre  as  maravilhas  do 
ofHFtV.aU«â.,hic..  *  *  *  bimÜm  MunIcb’  vendo-se,  ao  alto,  domina- 
Fartaria —  Goata  Frelrè  113-5101  doI'“'  a  gloriosa  Baviera,  com  oa 
___  seus  quatro  loflcB  pelaB  correias. 

AOBKOUa  UB  ONNDNOlOi  *  *  * 

ATOtlUmm  Como  recebeu  Munloh  o  aclven- 

ii«o(ii  wtu.  oioiicp  t  Ou  ^  eocíal-naclonaltamo  ? 
rorctev  idmtWnf.  SebliUaj  Bitllsr  A  Todo  allemão  guardo,  hoje,  em 

fcn^Ja',í^”0»rw.Cú4^;  H*ínS;  matorla  P°UUc»<  uma  «sorva  ln- 

Pattínattt,  Anàeli  Uodaraa  «a  PahUca.  tolllgcnte.  A  Política  6  como  o 
clM.  too.  Kaaloaal  de  PNottaaaa.  Uo  ruehrer.  O  cidadão  outda  de  eeue 

wto  p^MiüSda^a^Ü^a  Itoiupióa  d«verca  habituaes,  sem  se  preoo- 
RfieU  udi.  cupar  com  o  que  £as  q  governo. 

-  Munlch  mostra.se  uma  cidade  de 

A*  noite  voe- 


ção,  ou  para  Estados  do  sui,  ondeam  31  da  dezembro  concluiu  a  pri¬ 
meira  commlesão  o  sou  estudo,  e 
foi  togo  o  processo  encaminhado 
A.  Commissão  de  Finanças.  Neita, 
o  presidente,  relatando  a  matéria, 
provocou  prellminarmento  a  ma¬ 
nifestação  dos  seus  membros.  E 
quando  se  la  começar  o  estudo  de¬ 
finitivo  do  assumpto,  só  então  so 
notou  que,  sobre  a  matéria,  ainda 
faltava  o  parecer  da  Comralsslo 
do  Industria  e  Commerclo.  Quan¬ 
do  se  faz  a  distribuição  a  duas  c 
mais  commlssSes,  inclusive  a  de 
Finanças,  prescreve  o  Regimento 
que  esta  se  pronunciara  em  ulll- 
a  dJstrl- 


maior  escala  para  os  soccovros 
prestados  pela  Assistência. 

A's  8  horas  da  noite  as  salas 
destinadas  la  mulheres  estavam 
iodas  tomadae,  passando  as  accl- 
dentxdas  a  tomar  logares  nas  de¬ 
pendências  destinadas  aos  ho-j 
mens. 


CRISES  E 
REMEDIOS 


mais  propicies  nos  limites  dos 
proprtos  Estadps  flagelados. 

H  não  seria  nova  a  Iniciativa, 
porquanto  a  cila  J4  ee  recorreu, 
com  exlto,  nas  primeiros  tempos 
do  governo  discricionário.  Essa 
providencia,  como  remedlo  lmme- 
illato.  teria  ainda  a  vantagem  de 
evitar  despesas  avultadisslmae, 


SOBRE  O  PROBLEMA  DA 
SUCCESSAO  PRESIDENCIAL 


Como  aconteceu  com  o  ca¬ 
fé,  o  governo  federal  creou 
o  Instituto  do  Àssucar  e  do 
Álcool  para  promover  —  as¬ 
sim  se  justificou  a  iniciativa 
—  a  defesa  da  lavoura  e  da 
industria  cannavieira  do  paii, 
visando  principalmente  comba¬ 
ter  a  superproducção  e  man¬ 
ter  O  equilíbrio  das  cotações  fazia  mais  ou  meros  discrlclona- 
nos  mercados  de  consumo,  rlamente  o  corria  —  corria  ê  bem 
Accentue-se,  todavia,  que  a  0  D8’ 

superproducção  do  assucar  é  lK,!B'  ,vlerlra  “  lnnov,l55ts’  05 

^  '  .  ,  methodos  modenioe  de  orientar  o 

um  plioiomeno  economico  de  trafego,  e  então  começaram  as  dif- 

mdlscutivel  verificação  em  tO-  flauldades  Impostas  peio  progres- 

dos  OS  paizes  que  concorrem  ao...  Mas  faltava  ainda  alguma 

com  esse  produeto  nos  merca-  coisa:  a  Prefeitura  completou-», 

dos  iuterqacjonacs.  NSo  se  desanimando  o  desfilo. 

coptesta  que  também  no  Bra-  B’  Mrt0  QUfl  a  lntervenção  daa 

sij  essa  superproducção  se  tem  f0  u“  Iliq  »'uma- 

•j  j-.j  j  -  .  ,  nltarlo  —  o  do  auxilio  a  institui- 

evidenciado  de  safra  a  safra,  c0eB  d(  e,„|n0  #  carldado.  B|W 

o  que  contribue  para  o  con-  auxilio,  porem,  poderia  obter-se 
gestionamento  do  produeto  nos  com  Uiqa  taxa  suave  que  talvez 
mercados.  rendesse  male  e  não  afugentasse 

Foi  para  atteuuar  essa  ano-  08  cai’ros  e  os  carnavalescos  que 
malia,  parece-nos,  como  a  to-  anln,avain  ««  avenidas  toqos  os 
da  a  gente,  que  se  articulou  o  <*°'",n*oa  £0rdC3' 

armimlKrv  rl*  /.«vaWÀTra  ^  alllda  HÔ  OBJ M5  dOtóllimp  ItOU- 

app  O  dc  controle,  CO)  XWBê  ^  vantagem  da  tomar  r«gu«? 
funccionamento  ha  alguns  an-  lar  0  tranelt0  du„  caJTMi 
nos,  porquanto  data  do  go-  seria  uma  vantagem.  Mas  o  facto 
verno  discricionário.  Cra  mais  6  que,  apezar  de  reduzido  o  nu- 
uma  affirmaçSo  dessa  decan-  mero  de  vehlculos  no  corso,  as 
tada  economia  dirigida,  cuja  irregularidades  oontinu&ra.  desta- 

actuação  tem  causado  ao  Bra-  auidt>'9e  “  ‘"“rrupeses  demora- 
•i  .  das  de  enormes  filas  de  automo- 

sil,  sobretudo  as  classes  m-  ^  dumnl9  me(a  hora  ,  Ag  vg. 
teressadas,  mais  transtornos  tM  mgjíi  gen,  uma  eXpiicaçSo  que 
do  que  benefícios.  O  mais  poSSa  ser  acceita. 
frisante  exemplo,  temol-o  na  Neste  andar,  o  Carnaval  da  rua, 
questão  do  café.  No  caso  do  que  é  tido  como  uma  teeta  sem 
assucar,  o  objectivo  não  va-  e&uaJ  a  qu»  W  attrae  um  gnmdo 
riou,  nem  se  vasou  em  novos  WffWw  turistas  estrangeiros, 
moldes.  Seguiu-se 


mo  logar.  Realmente, 
bulcão  do  uma  matéria  pelas  com- 
mlseOcs  attende  a  um  moUvo  te- 
chulcD,  talando  a  de  Finanças  par¬ 
ticularmente  quanto  so  aspecto  de 
recursos  para  sua  execução,  ou 
para  estudar  as  respectivas  con» 
e  financeiras. 


O  Eitado  e  a  propaganda 


aonmitnlata 


vestindo  uma  sotaina  branca, 
transportar  a  hoetla  sagrada  ao 
altar  do  Luneta,  o  celebrar  a  ben¬ 
ção. 

Quando  a  noite  baixou  sobre  a 
cidade,  cerca  de  duzentas  mil  va- 
laa,  trazidas  petos  romeiros,  lllu- 
mlnaram  a  Luneta  —  principal 
avenida  de  Manilha  —  cm  toda  a 
mia  extensão.  Sobre  a  balila  mi¬ 
lhares  de  rojfies  produziram  um 
espectáculo  magnifico,  no  mo¬ 
mento  em  quo  o  cardeal  Dau- 
gherty  se  preparava  para  embar¬ 
car  com  o  seu  séquito,  a  bordo 
do  "Tateuta  MarU”. 

A  policia  annuncla  que  algu¬ 
mas  pessoas  ficaram  llgelramcn- 
tn  ferides  e  outras  desfalleceram 
mas  que  nada  de  grave  coeorreu 
durante  as  oelobraçdos. 

Todos  os  dignitários  ecclesias- 
ticos,  bsm  nsaim  como  de  maioria 
doa  membros 
ajoelharam-se 


dições  economtcaa 
Aszin:,  antes  da  manifestação  da 
Commlesão  de  Finanças,  deveria 
(alar  sobro  a  mensagem,  uma  vez 
quo  também  trata  de  credito  'In¬ 
dustrial,  a  commlesão  respectiva, 
que  d  a  de  Industria  o  Commerclo. 
Resta  que  essa  commlesão  legis¬ 
lativa  se  compenetre  da  necessi¬ 
dade  da  solução  urgente  do  pro¬ 
blema,  o  apresente  logo  o  seu  pa¬ 
recer. 


Oi  menores  g  o  Carnaval 


Infellzmeute  a  policia  não  pfide 
ou  não  quis  attender  ao  fppello 
do  juls  de  menores,  no  sentido  do 
Impedir  que  os  mesmos  se  incor¬ 
porassem  aos  bandos  e  cordões,  de 
todos  os  naipes,  qus  percorreram 
as  ruis  da  cidade  e  doe  bairros. 
Parece  mosmo  que  em  nenhum 
outro  carnaval  houve,  como  neste, 
Ião  elevado  numero  de  menores 
saracoteando  entre  os  foliões  adul¬ 
tos  •  com  estes  frequentando  os 
casas  de  bebidas. 

De  modo  que,  se  a  justiça  con¬ 
cedesse  “habeas-corpus"  em  favor 
de  vsrlos  menores,  come  foi  re¬ 
querido,  teria  arrombado  uma 
porta  aberta. 


das  congregações, 
no  .momento  em 
quo  era  ouvida  s  bonçfio  pontifi¬ 
cal,  transmlttlda  pelos  poderosos 
alto-falantes.  Milhares  de  plillip- 
pinos  escutaram  a  voz  de  Pio  XI 
nela  primeira  vez  etn  sua  vldri, 
recelneos  do  nunca  mais  a  escuta¬ 
rem. 

Antes  da  benção  papel,  o  se¬ 
nhor  Banlto  Sollvmi,  membro  da 
Assembléa  Legislativa  Fhlilpplna, 
recitou  o  aoto  de  consagração, 
que  fot  repetido  peia  congregação, 
a  qual  sã  consagrou  novamante 
ao  amor  de  Deus.  Antes  do  acto 
da  consagração,  a  congregação 
imtoou  em  unlsono  o  Hynrno  do 
Congresso,  bom,  assim  como  o 
‘  Tatum  Ergo".  Milhares  e  mi¬ 
lhares  de  sinos,  em  toda  a  Ilha, 
repicaram  em  honra  do  Santís¬ 
simo  Sacramento,  emquanto  era 
transportado  atravfs  da  Luneta. 
O  secretario  do  dlrectorlo  do  Con¬ 
gresso,  reverendo  Austen  Han- 
non,  referindo-se  a  essa  aolemil- 
dade,  disse:  "Ultrapassou  ãa  es- 
PBctatlvas  mais  enthuslaatlcasl 
Creio  que  este  t  o  maior  aconte¬ 
cimento  na  historia  da  religião 
historia  do  Extremo  Oriente. 

Durante  toda  a  tardo,  cerca  de 
duzentas  mil  pessoas  desfilaram 
em  procissão,  formando  como 
uma  corrente  ienta,  qus  se  trans¬ 
portasse  em  direcção  du  Luneta, 
onde  ee  acotovelavam  milharei  e 
milhares  do  espectadores.  Acre¬ 
dita-se  quo  foi,  rsalrasnte  a  maior 
procissão  registrada  em  toda  s. 
historia  do  Extremi  Oriente. 

Tres  mil  e  duzentos  cadetes  de 
uniformes,  novecentos  membros 
do  exercito  phtllpplno,  o  quinhen¬ 
tos  escoteiros  enfllelraram-ss  ao 
longo  da  Luneta.  Encabeçava-os 
o  edro  du  Lunota,  entoando  onze 
hymnoa  quo  graçuz  aos  alto-fa¬ 
lantes  dispostos  cm  toda  a  exten¬ 
são  da  grande  avenida,  podiam 


AOS  NOSSOS  ANNDNCIAN- 
TES  DESTA  PRAÇA  AVISA¬ 
MOS  ODE  SOMENTE  ESTÃO 
AUTORIZADOS  A  RECEBER 
NOSSAS  CONTAS  OS  SRS. 
JOSE’  COELHO  DA  SILVA  E 
ART  MARINHO  MACHADO, 
8ENDO  CONSIDERADOS  FAL¬ 
SOS  QUAESQUEB  OUTROS 

ÍUB  EM  TAL  QUALIDADE  SE 
FRE6ENTEM 


mais  apreciados.  Ha,  ainda,  os 
caféo,  os  bare,  os  "danclngs".  Ha, 
também,  a  cerveja  de  Munloh, 
qus  é  a  mais  famosa  do  inundo. 

Munlch  recebeu  o  advento  de  Hl- 
tler  como  toda  a  Allemanha.  Hl- 
tier  ganhou  o  povo  allemão,  ho¬ 
mem  a  homem,  de  dletrloto  em 
dietrlcto,  de  cidade  em  cidade. 
Quando  eubiu  ao  poder,  na  qua¬ 
lidade  de  chefe  do  governo,  na  pre¬ 
sidência  do  Hlndemburg,  a  con¬ 
quista  moral  da  nação  esteva  fei¬ 
ta,  Em  Munlch  não  so  nommen- 
ta  política.  Mas  ha  ltiuogavel- 
mente,  por  parte  de  todos,  um  sen¬ 
timento  geral  de  admiração  pelo 
pulso  vigoroso  que  dirige  o  palz  e 
pela  obra  formidável  de  reergui- 
monto  da  Allemanha,  omprehendl- 
da  e  executada  intensivamente 
pelo  nazismo. 

*  *  * 

Deixo  a  cidade,  trazendo  uma 
Impressão  que  ainda  conservo. 
Gostei  da  tranqulllldade  de  Munloh 
do  aspecto  eaudavel  de  aua  gente, 
da  alegria  e  da  belleza  de  eune 
mulheres,  da  animação  que  vl  noa 
ssua  danolnoa,  do  espectaoulo  pit- 
toresco  daquelles  allemães  que  se 
reunem,  horas  e  horas,  &  volta  de 
uma  mesa,  eagottando  copos  de 
cerveja. 

Tive  de  Munlch  a  Impressão  de 
uma  cidade  feliz,  uma  cidade  que 
não  foi  attlngida  pela  crise  c  onde 
todas  as  pessoas  encaram  a  vida 
sem  medo  e  o  futuro  da  Allema¬ 
nha.  com  confiança. 

Numa  hora,  como  esta,  ê  jâ,  al¬ 
guma  coisa.  Multa  coisa,  mesmo. 


Succuraal  de  Minas 

«Vi  DA  BAHIA.  881 
BBIiLO  BORJZONTB 
Dlrsçtor  |  Dr.  Alberto  Al  raros 


o  mesmo 
rumo,  foram  adoptadas  majs 
ou  menos  medidas  idênticas, 
no  sentido  de  encontrar  a  so¬ 
lução  do  problema  no  equilí¬ 
brio  estatístico  da  produução. 
Ora,  o  que  os  factos  iniiludi- 
velmente  nos  demonstram  é 
que  a  finalidade  economica 
desses  apparelhos  não  foi  até 
agora  attingida., 

Mas,  como  tratamos  aqui 
apenas  do  caso  do  assucar, 
examinemos  alguns  de  seus 
aspectos.  Limitando  pura  e 
simplesmente  a  producção  as- 
sucareira  sem  cogitar  de  ou¬ 
tras  medidas,  simultâneas  e 
complementares,  para  que  fos¬ 
se  encontrado  o  valor  do  x 
dessa  importante  equação  eco¬ 
nomica,  o  Instituto  do  Assu¬ 
car  e  do  Álcool  deixou  de  re¬ 
correr  a  uma  das  medidas  a 
que  alludimos:  a  incrementa- 
ção  do  fabrico  do  álcool  anhy- 
drico.  Se  a  limitação  da  pro¬ 
ducção  foi  rigorosamente  ap- 
plicada,  ao  ponto  de  reduzir 
á  miséria  numerosos  lavrado¬ 
res  de  canna,  ficou  esquecida, 
ou  não  foi  sequer  lembrada 
a  outra  providencia  a  que  nos 
referimos. 

A  industria  cannavieira  tem 
sido  forçada  a  restringir  de 
modo  considerável  as  suas 
actividadcs,  em  consequência 
de  estar  limitada  a  producção 
do  assucar,  cujo  augmento 
perturbaria  o  pretenso  equilí¬ 
brio  estatístico  que  aquelle  ap- 
parelho  procura  alcançar.  Tem 
sido  Minas,  até  agora,  o  Es¬ 
tado  mais  prcjudicialmentc 
attingido  pela  política  da  va¬ 
lorização  artificial  do  assucar. 
Esses  prejuizos,  totacs  para 
alguns  lavradores,  seriam  pro¬ 
vavelmente  attenuados  ou  sof- 
frivelmente  compensados  se  o 
Instituto  houvesse  ao  mesmo 
tempo  fomentado  a  fabrica¬ 
ção  do  álcool  anhydrico,  afim 
de  transformar  em  outro  pro¬ 
dueto  de  incontestável  consu¬ 
mo  o  excesso  da  producção 
cannavieira. 

E  da  iniciativa  resultariam 
múltiplos  proveitos,  notada- 
mente  os  mais  assignalaveis 
ao  primeiro  exame:  o  produ- 
ctor  poderia  dilatar  a  sua 
plantação  e  decresceria,  forço¬ 
samente,  a  importação  de  ga- 
zolina,  um  dos  canaes  por  on¬ 
de  se  escòa  o  nosso  ouro  para 
o  estrangeiro.  Com  referen¬ 
cia  particular  a  Minas,  cal¬ 
cula-se  que  a  producção  an- 
nual  de  8  milhões  de  litros 
não  bastaria  para  attender  as 
encommendas.  O  presidente 
do  Instituto  do  Assucar  e  do 
Álcool  annuncia,  para  breve, 
a  construcção  da  primeira  usi¬ 
na  de  álcool  motor  em  Fonte 
Nova.  Donde  se  conclue  que 
a  economia  dirigida  compre- 
hendeu,  afinal,  que  controlar 
a  producção  e  tentar  o  equilí¬ 
brio  estatístico  nos  mercados 
de  consumo,  sem  a  adopção 
de  outras  medidas  simultâneas 
e  complementares,  não  basta 
para  valorizar  qualquer  pro¬ 
dueto. 

No  caso  do  assucar,  como  no 
do  café,  como  em  todos  que 
se  relacionem  com  a  super¬ 
producção,  o  remedio  para  a 
criEe  não  poderá  consistir  ape¬ 
nas  em  palliativos  infringen- 
tes  de  leis  econômicas  immu- 
taveis. 


A  valia  do  munda 


As  renda » 


Um  jornalista  norte-americano. 
Lio  Kleran,  ãa  tíorth  American 
Newipa per  AUlanco,  fez  a  volta  do 
mundo,  em  outubro  do  anno  pas¬ 
sado,  usando  os  meios  de  trans¬ 
porte  maia  rápidos,  empregando 
as  Unhas  normaes  de  passageiros. 
Levou  24  dias  e  20  horas,  despen¬ 
dendo  2.370  dollares.  Eis  os  por¬ 
menores  dessa  excursão:  de  Nova 
Fork  ao  aero-porto  de  Lakehurst, 
gostou  em  omnibua  8  dollares;  de 
Lakehursí  a  Francfort,  na  Alle¬ 
manha,  no  “Hlndonburg”,  gastou 
400  dollares;  de  Franofort  a  Basl- 
iea,  na  Suissa,  em  avião,  pagou  11 
dollares  a  20  centavos;  de  Basll&t 
a  Bolonha,  na  ItaJla,  em  ferrocar- 
rll,  despendeu  22  dollares  e  88  cen¬ 
tavos;  de  Bolonha  a  Brlndlsl,  ain¬ 
da  na  Italta,  desembolsou  118  dol- 
tares  em  automóvel;  de  Brlndlsl  a 
Hong-Kong,  na  China,  oip  avião, 
gastou  794  dollares  e  70  centavos; 
de  Hong-Kong  a  Manilha,  nas 
Phlllplrms,  a  vapor,  pagou  41  dol¬ 
lares;  de  Manilha  a  San  Francis¬ 
co  da  Colifornlo,  jã  na  America 
do  Norte,  em  avião,  799  dollares; 
de  San  Francisco  a  Newark,  ain¬ 
da  cm  avião,  165  dollares;  e  de 
Nownrk  a  Nova  York,  finalmente, 
cm  omnlbus,  pagou  5  dollares. 
Foram,  ao  todo,  2.351  dollares  e 


A  arrecadação  geral  da  Rece¬ 
bedoria  do  Dietrlcto  Federal  em 
1936  montou  a  892.836:730(800, 
contra  337.923;8403100,  cm  1935, 
verlflcando-se  aasim  o  augmento 
da  34.7X3:890(700. 

A  receita 


Convidamos  o  sr.  I.  Cintra, 
estabelecido  á  rua  dos  Ouri¬ 
ves,  49  e  Ouvidor,  144  a  com- 
Dgrecer  a  esta  Administração. 


epoijtod  —  Deicontoi 
X'*T  ^Cauções. T  ^ 

JRua  1.*  de  Março  47.  ^ 

venlda  Rio  Branco  1 91 


8ERASHAO  MAFR& 
Escrivão  do  Crime 
ITANHANDU’  -  MINAS 
Alia  da  prestar  contas  pe¬ 
las  irregularidades  pratica¬ 
das,  chamamos  a  pessòa  aci¬ 
ma  a  esta  Gerencia* 


ordinária  contri¬ 
buiu  para  eessa  cifras  com  réis 

361.087:130(600,  contra  . 

272.585:144(900,  em  1935,  ou  se¬ 
jam  menos  11.498:014(300;  m  ex¬ 
traordinária  com  77.928:434(300, 
contra  46.333:366(700,  em  1935,  ou 
sejam  mole  32.593:167(600;  a  de 

appllcaçõo  especial  com  . 

4.331:532(500,  não  tendo  havido 
arrecadação  em  1925;  e  finalmen¬ 
te  os  dsposltos  19.391:043(500  con¬ 
tra  10.005:428(500. 

Confrontando-se 


Nona  obra  dg  Santa  Engracla 


das  em  densas  florestas,  outros 
levantados  nas  fraldas  daa  mon¬ 
tanhas  cm  logares  do  aspecto  real¬ 
mente  “Innooentc’' 


A  Commlesão  do  Eatatuto  dos 
Funcdonarlos  Públicos  da  Corna¬ 
ra  é  quasl  Integralmonte  formada 
de  servidores  do  Estado,  ou  dos 
qus  vivem,  na  poliUoo,  exploran¬ 
do  o  seu  prestigio  eleitoral.  Foi 
ella  creada  na  própria  sessão  le¬ 
gislativa  especial, 


As  estradas 
de  ferro  subterrâneos  correm  en¬ 
tre  alguns  dos  prlnclplacs  cami¬ 
nhes  de  ferro  e  contam  com  ap- 
parei  hsmento  moderno  e  com 
quantos  a  sotencla  militar  conhe¬ 
ce.  Da  juncçüo  do  Rhcno  e  do 
Louter  om  Lauterburgo,  a  linha 
vira  para  oéste,  ao  longo  da  fron¬ 
teira  allemi,  mas  ha  outro  .cami¬ 
nho  atravõs  do  valle  do  Mcaella, 
c-ntre  Bltohe  e  Boulay  d»  cerca 
de  trinta  e  cinco  kilometros,  o 
qual  «  devido  ao  facto  de  estar 
essa  região  ooberta  de  lagos  a 
lagõas.  E1  provável  que  essa  zo¬ 
na,  se  torne  tão  resistente  como 
qualquer  das  regiões  fortificadas 
porque  cs  francezea  elaboraram 
um  plano  que  permittirft  a  Inun¬ 
dação  de  todo  o  território  de  um 
momento  para  outro. 

fortes 


Chamamos  s  esta  Adminis¬ 
tração  o  sr.  Samuel  MUler 
(responsável  pela  Publicidade 
Angío-BrssUelra)  para  prestar 
contas  das  Importâncias  re- 
tebldas. 


A  situação  religiosa; 
na  Allemanha 

Koanlffibèrtr,  8  (Havas)  —  Mow* 
senhor  Moxlmillano  Kaller.  hls- 
po  da  diocese  cathollca  da  Ar- 
melafid,  na  Prureta,  Oriontal,  fez 
ler  em  todos  as  capellas  e  egrs* 
Jas  da  aua  diocese  uma  carta 
pastoral  em  que  expõe  a  gravida¬ 
de  da  situação  religiosa  na  Alle¬ 
manha  e  declara; 

"Caros  diocesanos,  é  a  primei¬ 
ro  vez  em  dois  mil  annos  do  bis- 
torla  do  chrlBtlanismo  que  ad¬ 
versarias  odientos  annunclarara  e 
fim  da  religião  chrístã.  Nunca  a 
nossa  pátria  allemõ  attlnçiu  a 
grão  em  que  hoje  se  encontra, 
como  pampo  de  batalho  pera 
defesa  da  fó  chrlstã.” 


que  se 

transformou  a  aasembtãa  nacional 
constituinte.  E,  de  então  em  dean- 
te,  tem  eido  renovada  pela  C⬠
mara.  Mas  alfl  boje  nenhum  pas¬ 
so  utll  deu  a  Commlseão  para 
a  conclusão  d»  tarefa  que  é  a  ra¬ 
zão  de  ser  de  sua  exlatencla  le¬ 
gislativa.  A  commlesão  tem  ser¬ 
vido  mais  para  ostentação  que 
para  defesa  dos  funcdonarlos 
públicos,  toda  vez  que  uma  me¬ 
dida  legislativa  transita  pelas 
cótamls^õBS  ‘Bermapentes  ga  Ca- 


a  renda  de 
1936  com  a  ds  1935  apura-se  o  se¬ 
guinte: 

O  imposto  de  consumo  rendeu 
em  1938  148.884:448(200,  ou  mais 
15.388:180(700;  os  impostos  sobre 


MUNICH 


nllha,  e  bandeiras  de  sessenta 
paizes  precediam  os  grupos  os- 
trangelros.  Em  seguida,  os  por¬ 
ta-bandeiras  formaram  uma  enor¬ 
me  cruz  em  frente  ao  altar.  Os 
peregrinos  lavavam  velas,  que  II- 
luminaram  a  benção  final,  depois 
das  trovas.  Os  grupos  de  Indíge¬ 
nas  que  participavam  das  cele¬ 
brações  abrangiam  seiscentos  Igo- 
rots  e  mais  de  uma  centena  de 
annamltas. 

Encabeçava  a  procissão  o  che¬ 
fe  do  Estado  Maior  do  Exercito 
phllipplnc,  major-general  Basllio 
Valdez,  chamado  o  “grão-maro- 
olial  da  procissão’’ ,  Acompanhd- 
vam-no  a  cavailo,  os  demais 


Nenhuma  cidade  allcmã  t  mais 
talada  que  Munlch.  No  mundo  In¬ 
teiro  conhece-ee  a  capital  da  Ba¬ 
viera,  ouve- te  falar  de  ncus  en¬ 
cantos  naturaes,  da  alegria  g  bom 
humor  de  sua  gente,  da  bravura  de 
seus  soldados,  do  refinamento  do 
gua  cultura  Utterarla  e  artística. 
Munlch,  a  cldado  dos  bottos  jar¬ 
dine,  dos  bellos  cdlficlos,  dos  boi¬ 
tes  monumentos  e  do  um  dos  mu¬ 
seus  mais  famosos  de  toda  a  Euro¬ 
pa.  J1  Paul  Achard  havia  dito  om 
um  de  seus  livros: 

‘Munlch  ê  mala  que  uma  gran¬ 
de  oldade,  mais  que  uma  grande 
cspltal;  t  um  momento  da  Civili¬ 
zação,  ã  um  exemplo  de  cul¬ 
tura:  o  de  uma  cidade  Inteira  quo 
e%  devotou  ã  Arte.  Munlch  6  um 
museu,  que  se  torna  preciso  des¬ 
crever  pedra  por  pedra.” 

,Delxando  Berlim,  com  destino  a 
Veneza,  vou  conhecer  a  grande  cl¬ 
dado  histórica  da  Allemanha,  cujo 
nome  se  entrelaça  de  maneira  tão 
significativa  com  oa  feitos  mais 
memoráveis  do  glorioso  império 
germânico. 

Munlch  6  jã  uma  outra  Impres¬ 
são  dlfferento  da  do  Berlim.  Ber¬ 
lim,  mata  nervosa,  inata  trepidante, 
Ao  passo  que  Mu- 


noa  31.399:319(500  do  que  em 
1936:  o  imposto  sobre  a  renda 

45.014:6273600,  ou  maia  . 

5.127:2473000;  as  diversas  rendas, 

500:896(900,  ou  menoa  . 

165:286(900  do  que  em  1935;  az 

rendas  patrlmontaes . 

1.674:361(400,  ou  menos . 

444:291(100  do  que  em  1935;  as 
rendas  Induetrlaes  2:969(000,  ou 
mola  466(000  do  que  no  anno  de 
1935. 

Nb  receita  extraordinária  ha  a 
considerar  a  passagem  paia  a 
Prefeitura  de  varias  rendas,  entre 
as  quaea  o  impoBto  de  Industria  e 
profissões,  o  Imposto  de  consumo 
as  vendas 


Heitor  Monta 


estende-se 


A  linha  de  _ _  _ 

nlím  de  Thlonvllie  atráa  de  Lu¬ 
xemburgo.  Essa  secção  ccmpro- 
hende  os  oentroe  fortificados  de 
Metz,  Thlonvlll,  Verdum,  Toul  e 
.Vanoy  formando  um  vasto  tri¬ 
ângulo  de  fortulazu. 

O  actual  systems  chega  a  ura 
ponto  em  que  se  liga  As  fortifi¬ 
cações  belgas  que  ee  estendem  a 
noroeste  até  o  mar.  O  objectivo 
consiste  agora  em  estender  a 
própria  linha  da  França  ao  longo 
da  fronteira  até  Dunkerque,  pas¬ 
tando  através  de  Horson,  Mau- 
beuge  o  Valenclennea.  A  tarefa 
actual  é  complotamente  dlfferen- 
te  da  linha  Maglnot  original,  poi- 
que  o  terreno  em  geral  é  baixo, 
existindo  apenaB  algumas  monta¬ 
nhas  e  um  réde  de  canaes,  a  qual 
offereceri  Importantes  vantagene 
para  a  França,  partlcularmcnte 
na  região  de  Valenclennea  a  Cas¬ 
sei,  onde  está  sendo  construído 
um  systema  de  represas  que  per- 
mlttlrã  alagar  toda  a  região  em 
menoB  de  duas  horas.  Além  ds 
CaBsel,  a  facha  de  terreno  que 
conduz  ao  mar  eerã  fortificada, 
A  tarefa  é  mais  facll  que  na  rs. 
pião  oriental,  pois  as  conheoldas 
por  Mont  Noir,  Mont  Rouge  a 
Mont  d*s  Chats,  jã  eetão  fortifi¬ 
cadas.  Na  abertura  entre  aa  ool- 
Unas  outroa  canaes  Inundarão  os 
torrenos  baixos. 

Ob  francezee  realizaram  recen¬ 
temente  importantes  manobras 
na  região  dc  Vaidahon  ao  sul  na 
direcção  de  Genebra,  na  previsão 
de  possível  invasão  pela  Sulesa, 

Porta,  8  (Por  Harold  EtHInger, 
correspondente  da  United  Press) 
—  A  United  Press  ficou  conhe¬ 
cendo  hoje  os  detalhes  doB  planos 
trancezes  psra  extender  a  Unha 
Maglnot  do  fortificações  para  u 
aut  desde  os  limites  da  Alsacta 
até  as  montanhas  do  Jura. 

Ainda  não  fot  determinado  e 
typo  dos  fortes  a  serem  construí¬ 
dos.  oa  quaea  custarão  ã  França 
entra  canto  s  clncoenta  a  duzen¬ 
tos  milhões  de  francos,  e  cobrirão 
uma  orei  de  cerca  de  trinta  e 
cinco  kilometros,  entre  Flrotz  t 
Raodasdorf. 

O  problema  dos  francezes  é  a 
de  evitar  a  violação  do  tratado 
(ranco-tulaao,  peio  qual  ambos  os 
pulzas  concordaram  em  deixar 
permanecer  eem  fortificações  uma 
area  de  doze  kilometros,  de  am¬ 
bos  oa  lados  do  rio  Rheno,  em 
torno  da  oldade  da  Hunlzen. 

Os  novos  fortes  serão  localiza¬ 
dos  fdra  deste  zona  o  abrangerão 
sete  villas  aluada  nas. 

O  general  Ganielin  e  outroa  al¬ 
tos  ofltdacs  do  exercito 


Ameaça  de  greve  dos  me‘ 
canicos  e  chauffeurs  das 
minas  escocezas 

Londres,  8  (Havas)  —  Em  coa- 
sequência  da  recusa  daz  associa¬ 
ções  patronaes  do  acceltar  as  re- 
lnvldlcaçõsa  dos  operarloz.  a  In¬ 
dustria  mineira  escosseza  esta 
ameaçada  de  uma  crise  de  extre¬ 
ma  gravidade.  Com  effelto,  oe 
mecânicos  e  ohaufíaurs  das  mi¬ 
nas  resolveram  terminar  oa  wut 
contratos  de  trabalho  depois  d» 
um  aviso  prévio  do  tres  mezes. 


BOLETIM  DIÁRIO  DO  DEPARTAMEN¬ 
TO  DE  AEUOXAPTIOA  OIV1L 


Preiuílu  .vjri  o  oerlodo  ds»  tS  bons 
do  dli  8  á>  18  horii  do  dl*  8: 

Dlttrlolo  Federal  e  -VicíWroy  _  Tem¬ 
po  lniUblUMr.M-il  coaUauaaila  lojelto  s 
etiuTus  a  iromdti.  Teraperetun  esta¬ 
rei.  Ventos  rarlirels  o  sujeitas  a  raja¬ 
da  u  fraiau, 

Estude  du  Silo  de  Janeiro  —  Tempo 
Inetavcl  cem  cliurea  o  trorcsdei.  Tem¬ 
peratura  estavul. 

Eetudes  do  Sul  —  Tempo  loitare]  cura 
ctiuTiis  «  troTcmÍQi.  Terapereture  seta- 
ve!,  silro  no  Rio  Grande  onde  decUnsré. 
Ventos  variurelB  o  injclut  a  rajajai  de 
muito  frescos  a  fortes. 

SimojMf  do  tempo  ocnrrtdo  eo  Dlsfrt- 
clo  Federal  (dei  18  boras  do  dia  7  A* 
13  bons  do  dia  8) : 

O  tempo  foi  bem,  .alvo  buntera  ft  tarde 
o  perlo  da  noite  onde  decorreu  Instarei. 
A  temperatura  continuou  estarei.  As  rad- 
dtas  dss  temperaturas  «tremas  obserra- 
dos  uos  postos  dc  D.  Fedrral,  forsin: 
maiima  !9°2  o  mlnlma  51»8  •  ■■  tera- 
peralurss  eatrimss  r<|lstrsdss  no  Obser- 
raterlo  Metcorotoclco  ds  Ar.  dss  Na- 
edes.  ferira:  mulma  27=0  •  mlnlmo 


Á  /ar In  ha  de  ineea 


Caiu  grandeuanto  a  exportação 
do  farinha  de  mandioca.  As  esta¬ 
tísticas  offlclaes  registram  o  em¬ 
barque.  de  janeiro  a  novembro  do 
1936,  de  7.950  toneladas,  no  valor 
de  8. 062  contos. 

Em  comparação  com  egual  pe¬ 
ríodo  de  1935,  verifica-se  a  dimi¬ 
nuição  de  10.680  toneladas  e  4.002 
contos  de  réis  t 

A  quéda,  como  sa  vê,  foi  vio¬ 
lenta,  e  tanto  male  surprehenden- 
te  quanto  nos  ultimas  annos  o 
augmento  nas  vendas  foi  o  se- 
toneladas; 


sobre  combustíveis, 
mercantis,  oa  Impostos  e  taxas  de 
viação,  eto. 

Sô  oa  Impostos  de  Industria  e 
profissão  e  vendas  mercantis  ren¬ 
deram  o  primeiro  16.783:138(600,  e 

o  das  vendas  mercantis  . 

29.649:906(000  o  «ollo,  e  . 

41:331(500  a  verba. 


Oi  contratada 


Com  ob  decretos  baixados  o  an¬ 
no  passado,  pelo  governo  federal, 
exercitando  autorização  legislativa 
da  lei  do  abono  aos  funcdonarlos 
civis,  parecia  estar  doílnltivamen- 
te  resolvida  a  eorte  dos  contra¬ 
tados. 

Penzou-B»  haver  sido  assegura¬ 
do  o  direito  de  quantos  prestam 
serviços  nas  nossas  repartições 
publicas,  esm  pertencerem  ao  qua¬ 
dre  do  respectivo  pessoal  perma¬ 
nente. 

Iníelizmente,  porém,  a£slm  não 
aconteceu.  Estamos  quasl  que  em 
melados  de  fevereiro,  e  nenhuma 
providencia  se  tomou  sobre  a  re¬ 
novação  dos  contr&tOB. 

Os  Ministérios  organizaram  as 
listas  dos  seus  contratadas,  re- 
mettenão-ss  ao  Cattete.  Mas  essas 
listas  foram  mandadas  para  o  con¬ 
selho  que  fraudou  a  lei  do  reajus¬ 
tamento  do  funcclonallsmo  civil. 

E  IA  ficou,  aguardando  a  boa 
vontade  de  um  cônsul  de  aegunda 
classe.  Improvisado  em  technlco 
de  questões  administrativas. 


Lindbergh  chegou  5  Boc* 
ca  de  Falco 

Roma,  8  (Havas)  —  O  coronel 
Lindbergh  chegou,  de  avião,  âs 
16  horas  e  86  a  Bocca  dl  Falco, 
onde  foi  recebido  por  um  grupo 
de  offlclaes  aviadores,  aos  quaea 
declarou  quo  o  vOo  do  seu  a p pa¬ 
relho  fõra  retardado  pslo  vanta 
violento  que  encontrou. 


construída  oom  trinta  e  tres  va¬ 
riedades  diversas  de  madeira. 

A  carruagem  ora  cercada  de 
diáconos  que  transportavam  um 
esoudo  em  que  ãs  cõres  phillppl- 
nas  ee  misturavam  as  hespanho- 
Ias,  symbollsando  a  Influencia  da 
Hespanho,  na  formação  da  nacio¬ 
nalidade  phillpplna.  Atrás  da 
carruagem  do  cardeal  Dougherty 
vinham  o  vice-presidente  Osme- 
as  altas 


mais  exaltada, 
nich  dá  mais  um  aspecto  de  cal¬ 
ma,  da  tranqulllldade.  Berlim,  uma 
Cidade  futurista,  do  vida  Intensa  e 
agitada.  Munlch,  cidade  conser¬ 
vadora,  de  vida  Iria  e  tocegada. 
Quando  Hltler  se  cento  exlcnuadu 
em  Berlim,  toma  o  rumo  de  Mu¬ 
nlch  •  é  all,  á  sombra  de  sues 
montanhas,  que  elle  recupera 
énergiae  para  a  vida  trepidante 
de  lutas  em  que  vivo. 

*  *  * 

Olhada  á  primeira  vista,  de 
quem  desce  do  trem  do  Berlim, 
Munlch  malB  parece  uma  cldado 
provinciana,  com  os  seuu  ares  mo¬ 
destos.  Depois,  pouco  a  pouco,  ê 
quo  ee  vae  vendo  a  sua  belleea  e 
sentindo  a  sua  fascinação.  Ele- 
npB  eu  Karlplatz,  um  dos  centros 
mais  movimentadas  de  Munlch  e 
onde,  principalmente  &  tardo,  o  in¬ 
tenso  transito  de  bondes,  automó¬ 
veis,  omnlbus  e  pedeiitrea,  lembra- 
nos,  um  pouco,  a  Inquietude  de 
FostadupU-tz.  Karollnaiiplatz  é 
outro  ponto  admlravel  da  cldado. 
Um  circulo  Immeneo  de  canteiros 
domina  a  vastidão  da  praça  e,  no 
melo,  uma  columna  gigantesca  dc 
éJngular  Imponência. 

A  cidade  precisa  cor  corrida  de 
Vagar,  para  que  ee  pousa  bem 
sprecial-a  no  que  ha  do  mais  in¬ 
teressante  e  agradavcl.  Estamos 
agora,  em  Schlob  Nymi-henburg, 
um  dCB  recantos  mais  aprazíveis  e 
um  doe  aapectoe  mais  bonitoe  de 
Munlch.  Um  lindo  lago  artificial, 
com  algumas  dúzias  de  cytmes 
brancos  que  cortam  ininterrupta- 
monte  ae  euas  aguas,  apresenta  al¬ 
guma  coisa  de  romântico  e  do  plt- 
toreieo.  O  monumento  i  Bavie¬ 
ra.  entre  outros,  é  dB  expressiva, 
magestade.  No  cimo  do  pedeatnl 
ds  mármore,  uma  figura  significa¬ 
tiva  de  mulher  bonita,  domina  o 
ambiente,  tendo  em  uma  >hs  mãos 
a  corta  de  louros  e  na  outrrr  n  cor¬ 
da  com  que  segura  o  leão  emble¬ 
mático. 

Quem  foi,  porém,  A  Munlch  e 
nio  visitou  o  Deutschea  Mueeum, 
ê  como  ee  não  tivesse  feito  a  via¬ 
gem.  Forouú  ha  multa  gente  na 
Europa  h  (6n  da  Europa  que  vae 
.4  Aller.iantv.  especlolmnute  para 
conhecer  em  Munlch  esta  Museu 
que,  na  opinião  das  autoridades  no 
tssumpto,  è  o  maior  do  mundo. 

.  O  Deutsches  Museunt,  fltlz  um 
escrlptor  íreneez  que  andou  visi- 
reune 


.1  puerra  á  syphilts 


Em  toda  parte  do  mundo;  os 
governos  estio  empenhados  em 
Intensa  e  vigorosa  campanha  con¬ 
tra  a  ayplilUe,  despendendo  gran¬ 
des  sommas. 

Ainda  ha  poucos  dias,  referimo- 
nos  a  um  credito  quaat  astronô¬ 
mico  concedida  áe  autoridades  sa- 
nltarias  dos  Eetados  Unidos,  para 
o  combate  eem  tréguas  ao  trepo- 
nema. 

Agora,  é  da  Inglaterra  que  che¬ 
ga  a  noticia  mala  recente.  Um 
credito  de  dois  milhões  para  o 
mesmo  fim. 

Nos  paizes  onde  se  cuida  a  sé¬ 
ria  dessa»  coisas  faz-so  assim. 
Noutros,  porém,  e  parece  que  o 
caso  mais  sério  e  o  do  Brasli,  on¬ 
de  a  syphllls  está  espalhadlsslma, 
procede-se  de  outra  fôrma.  Aqui, 
mesmo,  ha  apenas  um  mez,  a  Ca¬ 
ntara  deu  uma  reforma  que  o  sr. 
Capanema,  ministro  da  Educação 
e  Saude  Publica,  lbe  exigia,  quasl 
de  armas  na  mão,  considerando  o 
seu  plano  reformador  um  caso 
político. 

Neesa  reforma  ha  muita  paro- 
lagem.  O  ministro  annunclou-a 
como  significando  a  solução  de 
varlos  problemas  brasileiros  que 
os  seus  antecessores  não  puderam 
ou,  por  Ignorância,  não  souberam 
dar.  Entretanto,  por  ollt,  o  mi¬ 
nistério  não  ficará  app&relhado, 
senão  na  letra  de  fôrma,  a  Inves¬ 
tir  contra  varlos  doa  moles  que 
alfllgem  aa  nossas  populações.  O 
ministro  limitou-se 


gulnte: 

1934,  13.308;  1985,  18.630  e  (inal- 
mente  1936,  7.950  toneladas, 

Com  referencia  ao  preço  houve 
pequeno  augmento. 

O  valor  médio  da  tonelada  foi 
de  385(000,  contra  379(000,  em 


na.  o  prefeito  Posadas, 
autoridades  consulares  e  munlc!» 
paes  e  oa  juizes  do  Supremo  Trl- 
bunai. 

Aununcla-se  que  o  Congresso 
otferecerá  a  Sua  Santidade  o 
Papa  Pio  XI  uma  homenagem 
ceplrltual  abrangendo  duzentas 
o  clncoonta  e  novo  missas,  sete¬ 
centas  e  onze  oommunhões  e  se¬ 
tecentas  e  oitenta  e  quatro  mor¬ 
tificações  e  outras  obras  espiri¬ 
tuais,  duranto  os  dias  do  Con¬ 
gresso. 


DEPÓSITOS  —  DESCON¬ 
TOS  —  CâUCOES  —  AD- 
MEítSTRAÇÍO  DB  TÍTU¬ 
LOS  B  PROPRIEDADES 

Riu  Candelaria,  24 

(55875) 


PrvIsSet  il rali  para  at  rola •  ttruut 
valida»  ufé  it  31  horat  it  bola: 

nio-Slo  Paulo  —  Tempo  luiUrel  oom 
cbuTau  a  trovoodu.  Viilbllldaío  de  w>f- 
Irlvcl  i  troei,  Venloa  rarlBTeí,  e  uj«l- 
toe  a  rejtdiu  dc  fteicei  e  multo  frui-ie. 

81o  1’oulo  •  Cara»  Grande  •  Oorumb»- 
Cujubó  —  Tempo  Initire)  com  eburaa  o 
treroedae.  Vlelbllldede  de  eoffrltel  A 


f/m  advogado  coinmuniíto 


David  Levtnson,  ao  que  mos¬ 
tram  oa  tactos,  d  um  Intrujão 
communiatA  com  mats  ousadia,  do 
que  comprehensão  do  ambiente  em 
que  vem  actuar  como  defensor  oí- 
ficlojo  de  dois  grandes  responsᬠ
veis  pelos  morticínios  selvagens  de 
Trazendo  a 


Proposta  franceza  parcí 
um  ãccordo  franco-al- 
Icmão.  turístico  ‘ 


OS  TRABALHOS  DE  DEFESA 
NAS  FRONTEIRAS  FRANCEZAS 

Prevenindo-se  contra  eventual 
desrespeito  de  tratados 
assignados 

Parti,  S  (Por  Harold  Ettltnger, 


São  Fiulo-Gorea  —  Tempo  Icitava] 
cara  cbuTic  e  truroedee.  Vitlbllldide  de 
loffrircl  d  fraca.  Vent«  rarliTele  e  eu- 
jettoi  t  njndit  de  Iteicii  >  multo  fne- 
cee. 

Elo  Feulu-Pareeiruii  —  Tempo  Ineta- 
vcl  cora  ebuviu  e  trocnidei,  VlelbUldedc 
de  wHrlr»:  t  fcece.  Ventoe  Tarlertle  c 
lujeltoe  a  rejedeu  du  (rateie  t  muito 
freio». 

Bla-Bueuee  Alxee 


novembro  de  1935 
mlseão  apparenle  de  patrocínio  de 

amparadas 


Entregai  de  ca/d 


•Bertlin,  3  (Havoe)  —  O  ‘'Pi* 
rle-Solr”  publica  o  aegulnts  des¬ 
pacho  do  zeix  correspondente  em 
Berlim:  “Os  círculos  políticos  de 
Berlim  preoccupom-se  vivomente 
com  aa  propostas  franceza»  que 
6«ráo  apresentadas  ao  Retcb  vi¬ 
sando  um  accordo  turístico  fran¬ 
ca -allemão.  A  opinião  gerai  é  que 
o  governo  allemão  estava  dispos¬ 
to  a  concluir  tal  accordo  por  oc- 
caslão  da  prcxlma  Exposição  de 
Tarls,  tanto  molt  que  esta  inicia¬ 
tiva  poderá  eervlr  do  basa  pira 
maia  amplas  negociações  d»  futu¬ 
ro.  Constata-se  qus  um  certo 
optlmlsmo  nascsu  em  Berlim  r» 
quO‘  concerne  á  evolução  da  si¬ 
tuação  política  e  economica  da 
Europa.  Além  disso,  dtz-ss  acre¬ 
ditar  na  Allemanha  que  a  these 
do  "fuehrer"  está  ganhando  ter¬ 
reno." 


Az  entregas  de  café  ao  consu¬ 
mo  mundial,  no  período  de  julho 
a  janeiro  de  1936/1937,  rcglatram 
uma  diminuição  de  3,06  por  cen¬ 
to,  em  relação  a  egual  período  da 
EGsa  diminuição. 


causas 

por  prollsstonaes  brasileiros,  em 
virtude  de  um  dever  de  offlclo, 
aquelle  agente  de  Moscou  preten¬ 
dia,  por  certo,  manter  o  fogo  ex- 
tlncto  da  propaganda  vermelha 
por  uma  devotãda  assistência  em 
que  não  falta  mysterlo. 

Não  qulz  vêr,  porém,  o  advoga¬ 
do  do  Komlntern  que  o  exorctcio 
do  ministério  da  defesa  exige,  an¬ 
tes  de  tudo,  o  conhecimento  da 
lingua  e  das  leis  do  pais  ondo  tem 
Géde  a  justiça  perante  a  qual  se 
pleiteia.  David  Levlnscn  Ignora 
ccmpletamcnto  o  vernáculo  e  o  que 
é  rudimentar  no  direito  brasilei¬ 
ro.  Na  situação  do  estrangeiro,  o 
patrono  ofíicloso  de  Harry  Ber- 
çer  e  Carlos  Prestes  não  põde  ad¬ 
regar  no  Brasil. 

Até  hoje,  ninguém  sabe  em  no- 
ino  de  quem  fala  o  defensor  de 
Dlnltroff.  Não  está  explicada  ain¬ 
da  convenientemente  a  historia  de 
sua  viagem  ao  Brasil.  O  Komln¬ 
tern  não  tem  autoridade  para  dar 
advogado  aos  rios  de  crimes  con¬ 
tra  a  segurança  nacional.  Nio  pa¬ 
rece  que  Luiz  Carlos  Prestes  o 
Harry  Berger  tenham  parente», 
r.os  Estados  Unidos,  que  ee  inte¬ 
ressem  tanto  por  um  julgamento 
de  delictoe  tratados  com  extremo 
de  outros 


_ _ Turai»  lsiHrel 

cura  cbuvii  e  Uotoiõu.  Vlslhllldidt  du 
loffrlrcl  a  raâ.  Ventos  vcrluvela  roo- 
7 .indo  unta  o  quadrante  iul  no  Riu  Oran¬ 
do  o  deite  quodrautu  uo  noto  da  rota; 
rajadas  de  Diulto  freiras  •  forlOI. 

IUo-Reeife  —  Tempo  toaUrel  com  cho¬ 
rai.  Trovoadas  (tS  E.  Estito.  Vlrlblll- 
dado  (J«  uoffrlvcl  á  trica.  Vccbn  rarli- 
vels  •  lultlioi  >  Rijadui  do  freicat  a 
muito  írcecii  uo  E,  du  Rio. 


correspondente  da  United  Press) 
—  A  França  não  contando  cora  o 
eventual  respeito  da  neutralidade 
da  Bélgica  e  da  Suissa  por  parte 


sofra  anterior, 
segundo  a  estatística  organizada 
por  E.  Laneuville  o  Léon  Regray. 
alcançou  excluslvamente  os  cafés 
do  Brasil. 

As  entregas  de  produetos  do 
outras  procedenclaa  acousaram 
«enstvel  augmento,  Indo  até  quasl 
16  %.  A  dlfferença,  para  menos, 
nas  entregas  de  hosbos  cafés,  foi 
de  mata  de  13  %,  percentagem  que 

representa  uma  porcella  de . 

t. 292. 990  saccas.  O  augmento  doe 
cates  de  outras  precedências  foi 
do  827.000  saccas. 

Em  janeiro  proximo  findo  o 
produeto  ds  outros  paizes  alcan¬ 
çou  augmento  ainda  maior,  cerca 
de  45,45  por  cento,  descendo  as 
entregas  do  Brasil  no  mesmo  mez 
a  uma.  reducção  sensível,  de  .... 
200. 0  0  0  saccas,  correspondentes  a 
uma  proporção  de  12,79  por  cento. 


da  Allemanha,  esta  apressando  a 
terminação  das  obrao  da  linha  de 
defesa  ao  longo  das  fronteiras  do 
norte  e  do  léste,  dos  Alpes  ao 
mar.  A  França  espera  que  essa 
linha  se  tome  ‘ 


estão 

preaentemento  estudando  o  ter¬ 
reno  afim  de  detérmlnarem  o  ty. 


invulnerável  a 
qualquer  Investida  de  forças  Ini¬ 
migas. 

A  famosa  Unha  Maglnot  de  aço 
e  concreto,  guarnecida  de  podsro- 


O  norddíte  flagelado 


O  governador  do  Ceará  dirigiu 
commovente  appcllo  ao  presidente 
ãa  Republica,  no  eentldo  de  obter 
soccorro  financeiro  dos  cafres  (a- 
deraes,  por  ee  encontrar  aquelle 
Estado  em  luta  com  uma  das  mais 
fortes  scccaa  que  periodicamente  a 
flagelam.  Entre  outras  coisas,  in¬ 
forma  o  governador  cearense  que 
“numa  extensão  de  kilometros  e 
kilometros  não  sa  vú  uma  folha 
\orde”.  Apresenta-se,  mais  uma 
vez,  com  a  eua  complexidade  im¬ 
pressionante,  a  desafiar  a  proba¬ 
bilidade  do  uma  solução  satisfa¬ 
tória,  o  problema  nordêstino. 

O  governo  federal  tem  despen¬ 
dido  Eommaa  avultadlsslmas,  nas 
tentativas  que  ds  velha  data  em- 
[prebende  para  attenuor  os  éffei- 
los  da  calamidade  periódica,  e  si¬ 
nistra.  A  construcção  de  açudes  6 
rrovldencia  bem  Inspirada,  incon¬ 
testavelmente,  mas  paralleiamcnte 
devoria  ser  oromovída  a  emigra¬ 


sse  baterías  de  defesa,  sob  cujo 
territorlo  existem  escondidas  ver. 
deitas  aldeias  subterrâneas  ar¬ 
madas  disfarçadas  com  bosques  e 
oumpos  agrícolas  de  apparencia 
pacifica,  deixaram  de  otferecer  a 
eufflcleute  segurança.  Sem  espe¬ 
rar  pela  primavera  turma»  de 


O  ministro  dos  estrangei¬ 
ros  vae  a  Vienna 

Bertlin,  8  (Havas)  —  O  minis¬ 
tro  doe  Negoclos  Estrangeiros  *r. 
von  Neuratli,  delxirA  Berlim  a  21 
do  correnle  com  destino  a  Vien- 
ua,  afim  ds  retribuir  a  vUUa  íei- 
u.  recentemente  a  Berlim  pelo  seu 
collega  austríaco  sr.  Guldo  Sch- 
inidt. 


a  planejar 
obras  sumptuarias,  a  bater  o  mar¬ 
telo  sobre  outras  jt  existentes,  o 
a  apparelhar-se  para  contentar  o 
filhotlsrao,  dando  boas  situações  a 
CuncctonarlOD  do  peito  e  attenden- 
fio  aos  empenbos  dos  amigos  que 
devem  ser  attendtdoe  á  custa  da 
nação  e  com  prejuízo  de  milhões 
de  brasileiros,  empalemados  pela 
mataria  e  peta  vermlnose  e  de¬ 
formados  petas  moléstias  veneraes. 


A  farinha  de  trigo  au- 
gmentou  de  preço 

Londres,  8  (Havas)  —  O  rreçé 
da  farinha,  que  já  tinha  augnicn- 
tado  de  um  ahllling  quarta-feira 
passada  nos  condados  metropoli¬ 
tano»,  experimentou  hojs  novo 
augmento  de  seis  pences  por  sac- 
co  de  280  libras-peso  Inglezas. 


Accidontci 


O  credito  agrícola 


O  numero  ds  occidentes  resul¬ 
tantes  de  quédas  ds  passageiros 

de  automóveis  e  de  bondes  foi, 
durante  a  tarde  £  ás  primeiros 
horas  da  noite  de  hontem.  o  mota 
elevado  ds  todos  cs  tempos. 

As  mulheres  concorreram  e« 


Festejado  o  jogador  Niginho 

Bfllo  Horlrontí,  8  (Havas)  — 
Chegou  a  esta  capital,  tendo  con¬ 
corrido  desembarque  o  player 
paleslrlno  Niginho  que  figurou 
na  equipa  que  representou  o  Bra¬ 
sil  no  Campeonato  Sul  Amerj- 

Li.'0,|  j 


A  mensagem  sobre  a  creação  da 
carteira  do  credito  agrícola  e  in¬ 
dustrial  (oi  distribuída,  na  Canta¬ 
ra,  a  troa  commlssões:  a  de  Agri¬ 
cultura,  a  de  IndUEtrla  o  Commer¬ 
clo  e  a  de  Finanças  e  Orçamento. 


•tendo  toda  a  Allemanha, 
tudo  o  que  o  genio  liumuno  põde 
inventar  desde  o  começo  lo  mun¬ 
do.  Tudo  o  auo  a  nua  activldade 


rigor  pela  legislação 
paizes  clvilizadeo.  . 


Petropolls,  8  (Do  corresponden¬ 
te)  —  Corre  animadíssimo  o  Car¬ 
naval  em  Petropolls.  Os  bailes  c 
fantasias,  aa  matlnées  Infan¬ 
tis,  as  bat&lhaj  de  confettl,  têm 
attraldo  multidões.  O  Carnaval 
em  Potropolls  dlffere  um  pouco 
do  a  que  os  cariocas  estão  no 


niomemo  aaaieiuuiu.  acni  quuur.i 
do  entliuslasmo  collectlvo,  a  festa 

maxlma  do  povo  tem,  aqui,  uma  •  _  r/_ 

propriedade:  é  menos  ensurdece-  OBlleS  UlfantlS  aO  Fia 

dom  quo  no  Rio.  Aqui,  os  pro- 

prloB  festejos  de  rua  parecem  fa-  lea  infanda  que  ranzeorreram  em  I  &  fantasia  esUveram,  por  ogual, 
mlHarea.  pleno  onhusltusmo.  |  animadíssimos.  O  Serrano  F.  C., 

No  Theatro  Petropolls,  no  8. 


Os  bailes  infantis  do  Flamento  e  do  Automovel  Club 

&  fantasia  esUveram,  por  ogual.  I  Os  ranchos  desfilaram  ante-  paia  hoje,  eatá  despertando  o .  nnvaes  mais  animados  destes  ui- 
animadíssimos.  O  Serrano  F,  C.,  hontem,  A  noite,  despertando  vivo  maior  Interesse,  Os  ranchos  com-  timos  annos.  Nenhum  incidem» 


No  Palaue  l.otel,  no  Tennls  lo  Banco  Constructor  A.  C.  e  os  Interesso  ontre  os  seus  enthuslas-  parecerão,  empresando  maior  o  perturbou.. 


C.  Rio  Branco  e  no  Banco  Cons-  Club,  no  Club  de  Xadrez,  no  Club  |  tricolores  do  Itamaraty  também  |  tas.  A  tradicional  batalha  de  con-  animação  a  ella.  A  alegria  communlcatlva  do 

tiuctor  S.  C..  reallzaram-es  bal-  de  Petropolls,  os  grandes  bailes  realizaram  festas  encantadoras.  fettl  da  Casentlriha,  annunclada  I  Petropolls  assiste  a  um  dos  car- 1  povo  absorveu  todos  e  tudo. 


São  Paulo,  8  (Havaa)  —  Sairão 
amanhã  os  préstitos  carnavales¬ 
cos.  Apresenta.-se  apenas  o  Club 
Tenentes  do  Diabo.  Os  outros 
grandes  clube  não  sairão. 


CORREM  ANIMADÍSSIMOS  OS 
FESTEJOS  EM  HOMENAGEM 
A  MOMO 


8AIRAO  OS  TENENTES 
DO  DIABO 


Eit  PETROPOLI8 


CORREIO  DA  MANHA  --  Terça-feira,  9  de  Fevereiro  de  1937 


DOMÍNIO  DA 


F 


billes  A  fantasia,  lodos  multo 
concorridos. 

Nota-se  como  Indlce  na  movi¬ 
mentação  do  Carnaval  Interno  o 
numero  conaldnravol  de  fantaslaa 
desde  as  mais  ricas  e  vistosas  até 
fls  mala  simples. 

O  policiamento  tem  eido  Irra- 
prehenstvel,  não  se  verificando 
nenhuma  occorrencin  de  caracter 
grave.  Apenas  reglstram-ee  dois 
sosaltos,  sendo  um  4  mão  arma¬ 
da,  tendo  oa  meliantes  carregado 
oito  contos  de  joias,  depois  de  en¬ 
frentar  o  morador  da  residência 
assaltada,  quo  os  surprehondeu 
no  Intorior  da  mesma.  No  se¬ 
gundo  assalto  os  ladrões,  depois 
de  roubaram  14  contos  de  Joias 
e  quatro  contos  em  dinheiro, 
tentaram  Incendiar  a  rosidcncíc. 
Oa  vizinho»  Intervieram  e  abafa¬ 
ram  as  chammae  que  partiam  da 
cozinha. 

Os  desastres  também  não  ttm 
excedido  a  cifra  normal .  O  mais 
grave  foi  um  choque  de  vehiculos 
na  rua  Conselheiro  Brotcro,  ten¬ 
do  ficado  feridas  Hete  pessoas. 

O  negociante  catharlnensa  Ma¬ 
noel  André  Demctrlo,  ora  nestn 
capital,  quando  assistia  a  um 
baile  publico  da  Praça  do  Pa- 
trlarcha,  foi  roubado  mima  car- 
tetra  com  perto  de  29  conto». 


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Um  grupo  de  endiabrados  "Satanazes"  na  delicia  do  corso 


0  CARNAVAL  DB  RUA 

Oi  festejos  de  rua,  que  repre- 
isntira  o  carnaval  verdadeira» 
mente  popular,  téru  decorrido 
tqul,  timbem  multo  animados. 
Innnmeros  bléco:  e  ranchos,  ea- 
racterlstlcamente  phantaalados, 
percorrem  o  centro  da  cidade,  es¬ 
palhando,  pelas  ruas,  a  alegria 
popular  atravds  dos  seus  cânti¬ 
cos. 

O  corso  também  s»  apresenta 
animado  .desticando-ae  carroa 
rom  ricas  o  ortgmaes  fantasias. 

0  itinerário  dos  préstitos 
de  hoje 

Si»  os  seguintes  os  Itinerários 
i  que  obedecerão  os  cortejos  que 
logo  mais  vão  desfilar: 

CLUB  DOS  DEMOCRÁTICOS 

Rua  Benedlcto  Hypollto  — 
Marques  do  Sapucahy  —  Sena¬ 
dor  Euieblo  —  Praça  da  Repu¬ 
blica  —  Avenida  Marechal  Fio- 
riano  —  Visconde  de  Inhaúma 

—  Avenida  Rio  Branco  —  Praça 
Parla  (em  volta)  —  Avenida  Rto 
Branco  —  Praça  MauA  (em  vol¬ 
ta)  —  Avenida  Rio  Branco  — 
Visconde  de  Inhaúma  —  Mare¬ 
chal  Florlano  —  Avenida  Pas¬ 
sos  —  Praça  Tlradentes  —  Rua 
da  Carioca  —  Rua  Uruguayana 

—  Rua  7  de  Sotombro  —  Praça 
Tlradentes  —  Rua  da  Constitui¬ 
ção  —  Avenida  Gomei  Freire  — 
Praça  Joio  Petwa  —  Avenida 
Mera  de  EA  —  Rua-  SanfAnna  — 
Rua  Benedlcto  Hyppolllo  — * 
(Barracão) . 

PDERROTS  DA  CAVERNA 

Avenida  Rodrigues  Alves  — 
Praça  MauA  —  Avenida  Rio 
Branco  —  Praça  Parle  —  Ave¬ 
nida  Rio  Branco  —  rua  Uru¬ 
guayana  —  t  ua  Acre  —  Avenida 
Rto  Branco  —  Rua  Viscon¬ 
de  de  Inhaúma  —  Avenida  Pas¬ 
tes  —  Praça  Tlradentes  —  rua 
de  Carioca  —  Avenida  Rio  Bran¬ 
co  e  barracão. 

CONGRESSO  DOS  FENIANOS 

Barracão  —  Avenida  Paulo  de 
Frontln  —  Avenida  do  Mangue 
(lado  da  rua  Sonador  Euzeblo) 

—  Praça  da  Republica  (lado  da 
B.  F:  C.  B.)  —  Avenida  Ma¬ 
rechal  Florlano  Peixoto  —  Rua 
Visconde  de  Inhaúma  —  Aveni¬ 
da  Rio  Branco  (em  volta)  — 
Praça  MauA  —  Rua  do  Acre  — 
Avenida  Marechal  Florlano  Pei- 
soto  —  Avenida  Passos  —  Fra- 
ça  Tiradentes  —  Barracão), 

CLUB  TENENTES  DO  DIABO 

Barracão  —  Rua  Major  A  vila 

—  finça  Saenz  Pena  —  Rua  Al¬ 


mirante  Cockrane  —  Rua  Ma- 
Irlz  e  Barroe  —  Praça  da  Ban¬ 
deira, —  Avenida  Lauro  Muller 

—  Avenida  Mangue  (lado  Sena¬ 
dor  Euzeblo)  —  Praça  11  de  Ju¬ 
nho  —  Rua  Senador  Euzeblo 
(contra-mão)  —  Praça  da  Re¬ 
publica  (lado  Quartel  General) 

—  Rua  Marechal  Florlano  — 
Rua  Visconde  de  Inhaúma  — 
Avenida  Rio  Branco  (em  volta) 

—  Praça  Mauã  —  Rua  Acre  — 
Rua  Marechal  Florlano  —  Ave- 


Emlllo  Catalegno.  confecclonedor 

do  cortejo  do  “Moinho" 

nlda  Passos  —  Praça  Tlradentes 
(lado  Theatro  João  Caetano)  — 
Rua  da  Carioca  —  Rua  Uru¬ 
guayana  —  Rua  Visconde  do 
Inhaúma  —  Avenida  Rio  Bran¬ 
co  —  Rua  do  Passeio  —  Aveni¬ 
da  Mem  de  Sã  —  Rua  Maran- 
guape  (Caverna) , 

CLUB  DOS  FENIANOS 

Arlstldes  Lobo  —  HaddccJ, 
Lobo  —  Machado  Coelho  —  6e- 
nador  Euzeblo  —  Merechal  Flo¬ 
rlano  —  Avenida  Rio  Branco, 
(em  volta)  —  Acre  —  Mureohal 
Florlano  —  Avonlda  Passos  — 
Carioca  —  (rua  de  largo),  13  de 
Maio  —  Evarlato  da  Veiga  — 
Poleiro  o  volta  ao  barracão-  ' 


O  CARNAVAL  NOS 
ESTADOS 

CARNAVAL  NA  BAHIA 

Bahia,  7  (Do  correspondente) 
—  Alcançaram  formidável  suc- 
cesso  oe  préstitos  doa  ‘grandes 
clubs  carnavalescos  Cruz  Verme¬ 
lha,  Fantoches  e  Innocentea  que 
foram  trlumphalmente  acclanva- 
dos  por  mais  dc  cem  mil  pessoas. 
A  vlctorla  do  Carnaval  ds  1937 
parece  que  caberá  ao  Club  Cruz 
Vermelha  que  apresentou  um 
préstito  monumental.  Na  próxi¬ 
ma  terça-feira,  a  Associação  dos 
Chronlatas  Carnavalsscos  darã  o 
seu  voto,  proclamando  o  campeão 
do  carnaval  bahlano. 

—  O  Carnaval  decorre  num 
ambiente  do  grande  animação, 
estando  as  ruas  e  avenidas  re¬ 
pletas  de  povo.  O  corso  de  auto¬ 
móveis  tem  sido  lmpcccavel,  gra¬ 
ças  as  providencias  da  policia. 
Também  oa  bailes  nos  grandes 
clubs  e  noa  boteis  têem  alcançado 
um  Invulga,-  succesao  com  rigo¬ 
roso  e  perfeito  serviço  policial. 

—  A  nola  mais  elegante  das 
festas  do  Carnaval  tem  eido  os 
bailes  no  Palaca  Hotel  com  a 
presonça  do  escol  da  alta  socie¬ 
dade  da  Bahia. 

—  O  chefe  de  policia,  capitão 
João  Facé,  cst4  pcssoalmenlc  fis¬ 
calizando  todo  o  serviço  policial 
durante  os  festejos  carnavalescos. 
Em  todos  os  prlnclpaes  pontos 
onde  verdadeira  multidão  do  mi¬ 
lhares  do  pessoas  so  comprimem 
assistindo  a  passagem  dos  prés¬ 
titos  dos  grandes  clubs  o  servi¬ 
ço  policial  tem  sido  perfeito,  man¬ 
tendo  a  ordem  e  garantindo  o 
trafego. 

O  CARNAVAL  EM  PORTO 
ALEGRE 

Porto  Alegre,  8  (Havas)  —  Os 
festejos  carnavalescos  não  tèm 
lido  grande  animação.  Os  bAllna 
estão  muito  concorridos.  Os  prés¬ 
titos  não  sairão  4  rua.  • 

ANIMADO  O  CARNAVAL  EM 
SAO  PAULO 

Sáo  Paulo,  S  (Havus)  —  Em¬ 
bora  não  apresento  a  mesma  ani¬ 
mação  do  anno  passado,  o  Car¬ 
naval  esta  sendo  enthuslastlca- 
mente  festejado  nesta  capital. 
Para  o  centro  afflue  desde  4s  pri¬ 
meiras  horas  da  noite  conside¬ 
ra  vol  multidão  que  acompanha  o 
corso  na  Avenida  São  João  ou 
nguarda  a  passagem  constante 
relas  ruas  do  centro  do  bldcos, 
cordões  o  ranchos. 

Reslinentc.  porém,  p  Carnaval 
paulista  se  desenrola  nos  bailes. 
Centenas  do  associações,  estabe¬ 
lecimentos  públicos,  taes  como 
cinemas,  theatros,  rlnks  «  dan- 
clngs,  abrem  os  sou»  salões  para 


E’  TORTURANTE  A  ASMA 
DOMINE,  JUGULE  ESSE  MAL 
ACABE  O  ACCESSO  COM 


JUGULAS MA 


ADEUS  AVIAÇÃO  CIVIL 

IMPRESSIONANTES  DETALHES  DO  DESASTRE 
QUE  VICTIMOU  HUGO  CANTERCIANI  - 
CONTINUA  EM  ESTADO  GRAVE 
0  ALUMNO  ACCIDENTADO 


■yà-# 


Interessante  aspecto  do  baile  Infantil  do  Theatro  Joio  Caetano,  domingo  ultimo 


—  Morro  como  queria!  —  fo¬ 
ram  as  primeiras  palavras  da 
Hugo  Canterglani,  quando  seus 
amigos  o  cercaram,  ainda  no  lo¬ 
cal  do  desastre,  no  Calabouço.  De 
facto,  quantos  se  davam  com  o 
Inatruotor  da  Escola  da  Aviação 
do  Calabouço  ouviram-no,  mul¬ 
tas  vezos  dizer  que  desejava 
morrer  num  accldente  de  avia¬ 
ção  e  dando  Instrucções  de  pilo¬ 
tagem. 

E,  aaslm  o  conhecido  piloto 
que,  pelo  seu  valor  aureolira  seu 
nome  da  estima  e  admiração  ge¬ 
ral,  na  tarde  de  sabbcdo,  num 
accldente  banal,  perdeu  a  vida  — 
elle  que  tantas  vezes  enfrentara 
a  morto  em  desastres  de  grande 
vulto,  e  sempre  cscapira. 

Parece  que  por  uma  Ironia  do 
destino,  o»  "azes”  da  aviação, 
como  do  automobilismo,  depois 
de  grandes  feitos,  são  vlcUmados 
em  pequenos  accldentea.  Ainda 
lembramos  Del  Prole. 

Canterglani,  quo  empolgava  a 
população  carioca  no  seu  peque¬ 
no  MMolh".  o  bastante  conheci¬ 
do  P.P.T.B.R..  que  cahu  cm 
Maria  AngU  de  mais  de  200  me¬ 
tros,  e  se  vira  no  melo  das  cliam- 
maa  no  cies  do  Porto,  ao  sof- 
trer  um  accldente,  no  dia  do  en¬ 
terro  dc  Santos  Dumonl,  caiu  de 
80  metros  para  mover! 

O  desastre  Jâ  foi  noticiado  nas 
edições  de  domingo,  causando 
profundo  pezar  em  todos  os  meios 
de  aviação,  onde  Hugo  era  bas¬ 
tante  estimado. 

Não  se  sentia  apenas  a  morte 
de  um  aviador,  mas  a  de  um  dos 
mala  audazes,  o,  Bobretudo,  o 
maior  pugnador,  entra  nõs,  pelo 
desenvolvimento  da  aviação  civil, 
4  qual,  tem  qualquer  auxilio  fe¬ 
deral,  votãra  toda  sua  vida,  numa 
luta  tltanlcn,  na  qual  baqueou 
como  heroe.  até  no  ultimo  mo¬ 
mento  nella  pensando,  e  excla¬ 
mando:  —  “Adeus  aviação  ci¬ 
vil  I". 

A  ESCOLA  DO  CALABOUÇO 

Ha  alguns  annos,  quatro  sar¬ 
gentos  da  Aviação  Mültar,  Hugo 
Canierglani,  piloto;  Leonel  Lima 
e  José  UblraJara  de  Souza,  mec⬠
nicos:  e  Darcy  Maggl,  photogra- 
pbo,  4  custa  de  grandes  jaerlft- 
dos.  ndqulrlrtm  um  poqueno 
avião  Brcda  15,  Inutilizado,  e 
conseguiram  reconatrull-o  total¬ 
mente.  Mereceram,  por  Isso.  ex¬ 
pressivo  elogio  do  commando  da 
Aviação  Militar. 

Em  Mangulnhos,  começaram 
com  võos  do  propaganda  e  de¬ 
pois,  com  os  primeiros  alumnos, 
Iniciaram  o  que  almejavam:  unia 
escola  de  avtação  civil.  Transfe- 
rlram-5C,  mais  tnrdc,  para  o  Ca¬ 
labouço  e  o  movimento  do  alu- 
mnos  foi  (augmentando  cada  vez 
mais.  Alguns  accldentea  sobre¬ 
vieram  avariando  o  apparelho, 
que  os  quatro  esforçados  sargen¬ 
tos  logo  reconstruíam, 

Hugo  era  o  Instructor  de  pilo¬ 
tagem.  como  J4  fõra  na  Escola 
de  Aviação  Militar. 

No  período  que  vae  de  agosto 
do  193D  até  hoje.  foram  “breve- 
tados’’  25  pilotos,  •  agora  seis 
nlumnos  estavam  quaal  promplot, 
além  de  haver  30  outros  alumnos. 

Para  a  Instrucção  desses,  Can- 
terglant  passava  o  dia  todo  no 
Calabouço,  is  vezes  fazendo,  ape¬ 
nas.  ligeiras  refeições. 

Tinha  grande  e.  Justo  orgulho 
da  escola,  e  confiava  que  «  avia¬ 


ção  civil  havia  de  triumphar. '  no 
Brasil. 

O  DESASTRE 

Ha  alguns  dias,  foi  ao  Cala¬ 
bouço  um  rapaz,  Cesar  Vascon- 
cclIoB,  quo  pretendia  aprender  a 
pilotar.  Um  parente  seu  eslava 
quasl  "laché"  e  elle  com  Isso  se 
anlm&ra. 

Fez  um  võo  de  domonstração 
oom  Leonel  Lima,  e  enthuslna- 
mado,  tnaorevou-se,  ficando  mar¬ 
cada  a  primeira  aula  para  sab- 
bado. 

A'  (arde,  Cesar  lã  se  achava. 
Depois  das  primeiras  Instrucções 
em  terra,  Hugo  ‘'docollou"  com 
o  apparelho,  levando  o  novo  alu- 
mno  para  uma  sobre  a  pista. 
Aterraram  nornialmcnte  e  o  Ina- 
truetor  deu  explicações  sobra  o 
commando  do  apparelho,  fazendo 
as  hablluacs  rccommendações. 

O  P.P.T.B.R.  “dccollou"  no- 
vamente.  Ganhou  altura.  Hugo 
fez  signal  para  o  alumno  com- 
mandar.  Por  signaes  manuaos,  o 
Instructor  corrigia  o  alumno.  Re- 
solveram  voltai-  ao  campo..  Pas¬ 
savam  sohre  Vlllegalgnon  a  cerca 
de  311  metros  de  altura,  quando 
Canterglani  fez  slgnnl  para  o  alu¬ 
mno  levantar  o  apparelho;  o  mo¬ 
vimento  feito  foi  forte  ds  mala; 
o  Instrnotor  fez  signal  para  bai¬ 
xar  um  poucb. 

Dau-se,  então,  o  Imprevisto. 
N&o  se  sabe  porque,  o  alumno 
baixou  todo  o  commando.  O  ar- 
parelho  voltou-se  para  o  eõto. 

Táo  Inesperada,  tão  violenta 
foi  a  manobra,  o  com  Ião  pouca 
altura,  que  Hugo  não  põde  evi¬ 
tar  o  desastre. 

O  “Molh",  com  lodo  o  motor 
atacado,  velu  bater  violentamen¬ 
te  no  eõlo.  A  helice  deeappare- 
ceu,  feita  em  pedaços. 

Foi  tão  rapldo  o  desastre  que 
quasl  todos  tiveram  sua  atten- 
ção  despertada,  npcnns  quando  o 
ruído  violento  do  choque  ee  fez 
ouvir. 

“QUINZE  DIAS  DEPOIS 
DO  BIRA’* 

Correram  empregados  do  Aero¬ 
porto  e  alumnos,  para  o  local,  na 
areia  do  aterro,  perto  do  ilha  de 
AVlllegalgnon. 

Leonel,  atnlgo  e  soclo  de  Hugo, 
em  desespero  correu  para  perto 
dos  destroços. 

Hugo  que  se  encontrava  na 
frente,  soffrcra  mais.  Estava,  po¬ 
rém,  em  plena  sclencla  do  quo  se 
passava.  O  alumno  desacordado, 
dava  Idéa,  no  primeiro  Instante, 
de  estar  morto. 

Leonel  correu  para  Hugo.  em 
pranto. 

—  Que  tal  Isso  Hugo? 

O  piloto,  passando  as  mãos  paio 
rosto  entanguontedo,  lhe  res¬ 
pondeu  : 

—  “Ha  quinze  dlae  que  o  “Bl- 
ra”  ao  foi  a  cu  vou  também". 

Ainda  na  hora  da  dõr,  Canter- 
glanl  se  lembrava  do  seu  grande 
amigo,  assassinado  pela  amante. 

Tlnhamba  visto,  dias  antes  Hu- 
gn  chorando  Junto  do  corpo  do 
“Blra".  Lembramo-nos  do  en¬ 
terro.  que  Canterglani  acompa¬ 
nhou,  no  mesmo  apparelho  que  o 
vlctlmou,  atirando  flores  sobre  o 
caixão,  e  ainda  no  cemllorlo,  pra¬ 
ticando  uma  das  maloree  faça¬ 
nhas  de  sua  vWb.  dando  um  “ra- 
Sb  mote"  sobro  o  tumulo,  que 
quasl  roçou  ,  çom  o  trem  de  ater- 
rigem,  e  que  todos,  mesmo  avia¬ 


doras  presentes,  classificaram  de 
loucura. 

- Era  a  minha  despedida  ao 

“Blra”  —  dlsae-nos  depois. 

OS  SOCCORROS 

Oe  presentes  proouraram  reti¬ 
rar  os  dois  do  avião. 

Hugo  Canterglani,  multo  cal¬ 
mo,  ainda  explicava  como  deviam 
fazel-os. 

—  Veja,  Leonel,  como  ficaram 
rainhas  pernas. 

—  Era  preferível  arranjarem 
uma  maca  para  mo  transportar. 

Nos  braços  doa  amigos,  foi  car¬ 
regado  até  pouco  adeante,  onde 
uma  ambulancla  o  recolheu.  Nou¬ 
tra,  foi  o  alumno. 

No  Posto  Central,  foram  am¬ 
bos  medloados.  Dosde  logo  bb  ve¬ 
rificou  quo  o  estado  de  Hugo  era 
desesperador.  Pernas  o  bacia 
fractu  radas,  um  grande  ferimon- 
lo  nu  cabeça,  denotavam  a  vio¬ 
lência  do  choque. 

O  alumno  continuava  desacor¬ 
dado  e  o  lnstruotor  cm  pleno  uso 
da  consciência.  Falava,  conversa¬ 
va  e  recusou  a  anesthesla. 

Foram  vãos  os  esforços  dos 
medico.  Cerca  de  9  horas  da  noi¬ 
te,  depola  de  se  despedir  dos  ami¬ 
gos,  de  falar  com  seu  Irmão  Hé¬ 
lio,  sobre  oa  velhos  pnes,  espo¬ 
sa  e  filhos,  fulleceu  tranqullla- 
monte,  exclamando,  pouco  antes: 

—  "Adeus  avlnção  civil! ". 

Todos  seus  amigos  choravam, 

O  ENTERRO 

Do  necroterlo  da  Assistência, 
Hugo  foi  removido  para  o  do  Ins¬ 
tituto  Medico  Legal,  onde,  és  U 
horas  da  manhã  de  domingo,  foi 
autopsiado. 

O  corpo,  depois,  foi  removido 
para  a  séde  do  Club  dos  Sargen¬ 
tos  Aviadores,  em  Caseadura,  on¬ 
de  foi  vellado  por  cotlegas  o  ami¬ 
gos  até  és  4,30  horas  da  tardo, 
quando  saiu  o  enterro  para  o  ce¬ 
mitério  d.e  Janaréragiiã.  Era 
pungente  o  desespero  da  esposa 
do  Infortunado  aviador  e  acua 
dois  fllhinhos:  Sady.  ds  0  annos  e 
Hugo,  de  3. 

O  mela  velho,  desds  que  soube 
do  desastre,  não  quiz  ficar  em 
caaa,  e  aos  grilos  de  desespero, 
exclamava: 

—  Quero  vêr  mau  pae! 

No  cefnlterlo,  Canterglani  foi 
enterrado  proximo  ao  seu  gran¬ 
de  amigo  UblraJara. 

Estavam  presentes,  dr.  Traja- 
no  Reis,  do  Departamento  da  Ae¬ 
ronáutica  Civil;  dr.  Cesar  Orlllo, 
ex-dlreator  daquelle  departamen¬ 
to;  dr.  Paulo  Brito,  director  da 
conatrucção  do  aeroporto  Santos 
Dumont  e  seus  auxiliares,  drs. 
Amaury  e  Chryaanto;  o  capitão 
ajudante  de  ordens  do  general 
Coelho  Nelto,  representando-o: 
coronel  Archlmcdes  Cordeiro  dc 
Paria;  representações  da  Panair, 
Vasp,  Condoí-,  aviações  Militar  e 
Naval,  Escola  Brasileira  de  Avia¬ 
ção  Civil,  pelo  seu  director,  sar¬ 
gentos  s  praças  da  Aviação  Mili¬ 
tar,  empregados  do  Aeroporto  e 
muitos  amigos. 

O  PILOTO  CANTERCIANI 

Hugo  Canterglani  era  um  dos 
mais  populares  aviadores  cario¬ 
cas.  Estuo  bem  vivos  na  lem¬ 
brança  de  todos,  o  seu  võo  com 
o  “Homem  Mosca",  bem  como  o 
seu  feito  de  escrever  no  espaço 
o  nome  “Brnall",  com  fumaça,  o 
mais  recentemente,  um  Impres¬ 
sionante  “plqué",  no  dia  da  inau¬ 
guração  do  hangar  do  Zeppelln. 

Natural  de  Caxias,  no  Rio 
Grande  do  Sul,  entrou  para  a 
aviação  mllllar,  onde  logo  se  dis¬ 
tinguiu  pela  sua  compotoncia, 
vindo  a  ser  Instructor  de  pilota¬ 
gem. 

Em  dezembro  de  1933,  foi  vlctl- 
ma  de  grave  desastre,  caindo  do 
grande  altura,  no  porto  do  Maria 
Angt).  morrendo  no  accldente  o 
observador,  sargento  Edmundo 
Seixas.  Canterglani  ficou  grave- 
mente  ferido,  com  fractura  do  pé. 
■  do  braço  esquerdo,  do  qual  per¬ 
deu  vários  oseofl  do  cotovello. 


I  Invallldo  para  a  aviação  mlll- 
|  tar,  foi  reformado  e  assim  ficou 
bom,  começou,  verdadeiramente 
sua  vida  de  piloto  cluti. 

Construído  o  “Brcda  15",  Hu¬ 
go  pediu  quo  o  apparelho  rece¬ 
besse  o  nome  do  seu  Infortunado 
companheiro  da  võo.  Nesse  avião, 
ello  volu  de  Reclfq  ap  vBlo,,  ppu> 
võo  digno  do  registro,  pela  pbíicá 
polencla  do  mesmo.  1 

Na  cucola,  Hugo  conquistou  lm- 
medlatamento  a  confiança  dos 
seus  alumnos  o  sabia,  pelos  seus 
modos  affavels,  fazer  amigos  d« 
todos  que  delle  se  approxlmavam. 
Canterglani  contava  amigos  em 
todos  os  Jornacs,  c  que  lhe  ad¬ 
miravam  a  pertinácia  e.  a  com¬ 
petência. 

Ha  pouco  tempo,  Hugo  tol 
num  apparelho  “Moth"  ate  For¬ 
taleza,  af|m  de  lcval-o  para  um 
amigo. 

PARA  VISITAR  OS  PAES 

Hugo  sempre  se  referia  aos 
seus  paes  com  gi-anda  carinho. 
Eva  um  volho  boiiIio  Ir  até  Ca¬ 
xias  num  apparelho,  afim  do  vi- 
sltal-oe.  Para  Isso,  elle  estava 
consumindo  um  “Motli"  que  es- 
IA  qunsl  prompto.  Pretendia  ir  ao 
sul  nessa  npparolho  para  abraçar 
os  paes. 

Dtzla  que,  14  o  campo  onde 
pretendia  pouBar  era  Improprlo. 
mus,  que  elle  havia  do  conse¬ 
guir  realizar  seu  intento. 

A  CALMA  DE  CANTERGLANI 

Um  doe  traços  característicos 
de  Hugo,  era  sua  extraordinária 
calma. 

Quando  do  dosaatro  do  Maria 
AngO,  Canterglani  manteve  com¬ 
pleto  contrõlc  do  sL 

Outro  exemplo,  foi  do  desas¬ 
tre  soffrldo  no  cíico  do  Porto. 

Voando  com  Leonel,  devido  a 
uma  “panne",  o  apparelho  caiu 
sobre  fios  da  avenida  Rodrigues 
Alves,  e  os  fios  troloys  dos  bon¬ 
des  amorteceram  a  quéda. 

Caindo  do  dorso,  pelo  circuito 
causado  nos  floa  arrebentados,  o 
apparelho  ía  Incendiou.^ 

Saindo  do  sob  o  avião,  llloso 
quasl,  Canterglani,  muito  calmo, 
puxando  do  muço  de  cigarros 
acendeu  um  clgavro  a  otfersoeu 
outro  a  Leonel,  ficando  ambos 
vendo  o  Inccndlo. 

APRESENTA  MELHORAS  O 
ESTADO  DO  ALUMNO 
CESAR 

A’  noite  nos  communlcamos,  pe¬ 
lo  telephone  com  a  esposa  do  Ce- 
Bar  de  Vosconcellos.  que  estã  In¬ 
ternado  na  Casa  de  Saude  Sãc 
Sebastião. 

Aquelln  senhora  nos  Informou 
quo  Cesar  tom  apresentado  ligei¬ 
ras  melhoras,  catando,  porém, 
ainda  multo  agitado  e  n&o  reco¬ 
nhecendo  pessoa  alguma. 

A  ESCOLA  CONTINUARA’ 

A  FUNCCIONAR 

Apõs  o  enterro  de  Hugo  Can- 
terglanl,  no  ccmltcrlo  pergunta¬ 
mos  a  Leonel,  o  ultimo  doa  “Tres 
Mosqueteiros  da  Aviação  Civil", 
como  eram  oitos  antes  conheci¬ 
dos,  se  com  o  duplo  golpe  que 
a  escola  acabava  de  receber,  per¬ 
dendo  dois  dlrcctorcs  cm  qnlnze 
dias,  cito  pretendia  continuar  a 
mantcl-a  cm  funçclonamenlo. 

—  Sim.  Mais  quo  nunca.  Ago¬ 
ra  temos  o  dever  de  manltr  dc 
pé  o  Ideal  do  Hugo  e  por  elle  ba- 
tallnunos  até  tombarmos  lambem, 
ou  enlão  vencermos.  SerA  nossa 
homenagem  ao  Inesquecível  Can- 
tergianl. 

Vario»  sargentos  e  outras  pes¬ 
soas  amlgaa  apoiaram  calorosa- 
meute  as  palavras  úo  Leonel. 

Assim,  logo  apõs  o  luto  otfi- 
clal,  continuara  em  funcclona- 
mento  a  Escola  de  Aviação  Civil 
do  Calabouço. 

A  FAMÍLIA  DB  HUGO  FICA 
DESAMPARADA 

Votando-se  4  aviação  civil,  Hu* 
go  Canterglani  não  tirava  pro¬ 


veitos  monetários  da  sua  actlvl- 
dade  senão  para  a  manutenção 
da  família. 

Tudo  quanto  pudesse  ser  lucro, 
elle  empregava  nas  próprias  des¬ 
pesas  da  Escola  e  na  conatrucção 
do  seu  avião. 

Assim,  subitamente  ferido  pela 
mqrte,  elle.  deixa  sua  famJUp. 
còrhpletaménio  j  ídisarnpsraJA,  •  •  b! 
tnlves,  rnésmo,  Krbra(Jds  com  sé¬ 
rias  dltflculd&des. 


Por  ter  commettido  um 
trime  de  morte 

Um  official  do  Exercito  •• 
foi  quasi  lynchado  pelo 


Porto  ■■llcare,  8  (Havas)  —  ln» 
formam  de  Alegrete  qu»  o  povo 
qulz  lynchar  o  tenonto  Oribo  Sil¬ 
veira,  portencento  ao  fi°  Regi-  . 
mento  do  Cavallarla  Indepanden- 
,(0,  por  ter  esso  militar  aeBsaeln*- 
100  o  sr.  Hugo  Rodrigues  que 
passeava  em  companhia  da  ospu- 
aã  e  de  tres  filhos  menores. 


Aos  Commerciantes 
do  Interior 

Dtpola  rir  «iftlfttlr  o  Carnaval  ao  Rio,  recaperc  aa  datpo- 
nna  de  aua  viagem,  faaendo  ama  boa  compra  de  reCalboa 
no  Depoelfo 

Deposito  de  Retalhos 

RUA  DO  COSTA,  8 

■«Cl»  de  atacado  nn  mesma  Roa  41 


Anrirni  iipIa  combates  nas  ruas,  deante  ds  re- 

Kr  VI II  I  I  AU  slstencta  encarniçada  dos  defen- 

I\Ll  ULU^rtVJ  aoreB  Aa  ba,X!le  6ram  el#V4íis. 

NA  HESPANHA 

_  Os  nacionalistas  lançam  vto- 

Roubo  de  material  bellico  na  len,os  em  Madrili> 
Escola  de  Cavallaria  80  5UI  da  c'dade 


Paris,  1  (Havas)  —  O  "Parla 
Midi"  publica  detalhes  do  roubo 
do  material  bellico  na  Escola  de 
Cavallaria  de  Saumur.  O  roubo 
rol  commettido  na  noite  de  Bexta- 
felra  para  sabbado,  com  o  auxi¬ 
lio  de  um  carro  de  transporto  mi¬ 
litar,  furtado  talvez  4  própria  eB- 
cola  de  onde  o  material  foi  reti¬ 
rado.  E'  corto  quo  a  cumplicida¬ 
de  de  elementos  militares  foi  que 
permittlu  o  roubo,  o  trata-se,  ao 
que  parece,  do  um  golpe  prepa¬ 
rado  do  longa  data  destinado  a 
prover  de  urinas  uma  polencla  es¬ 
trangeira.  As  autoridades  fazem 
Investigações  em  torno  de  Indiví¬ 
duos  euspcltos  de  portcnccrcm  a 
organizações  políticas. 

As  autoiisdcs  Judiciarias  guar¬ 
dam  a  maior  resorva  «obre  o  as¬ 
sumpto.  E'  a  primeira  vez  quo 
se  verifica  um  faoto  semelhante 
na  Escola  de  Cavallarla. 

Tomado  Torre  Molinos,  perto 
de  Malaga 

Seu  ilha,  8  (Do  enviado  especial 
da  Agencia  Haves)  —  Hontem.  4 
tarde,  a  situação  de  Malsga  era 
a  seguinte:  ao  oéste,  os  naciona¬ 
listas  tinham  tomado  Torre  Moll- 
nos;  ao  norte  uma  columna  de 
Almogla  esteva  em  Oueste  de  la 
Reina,  lambem  a  dois  kilometros 
dos  subúrbios  da  cidade. 

Os  vermelhos  dispunham,  então, 
apenas  de  um  estreito  corredor 
entro  Vele*  de  Malaga  e  costa.  — 
Jcan  d’Hospltal, 

Avançam  ao  nordeste  de 
-  Madrid  - 

Anila,  8  (Do  enviado  especial 
■la  Agencia  Havaa)  —  A  offensl- 
va  nacionalista  ao  audoéste  do 
Madrid  prosegue.  As  tropas,  en¬ 
corajadas  com  os  successos  de 
homem  continuavam  a  avançar 
Irresistivelmente  para  o  nordéste. 
Põde  dlzer-se  quo  a  Investida  deu 
JA  resultados  importantíssimos. 
—  Jean  d'Hospltal. 

Baixas  importantes  de  parte 
a  parte 

Londres,  8  (Havas)  —  Tele- 
gramma  de  Gibraltar  para  a 
Agencia  Reuter,  de  fonte  seml- 
ofriclal.  diz  que  os  lnsurrectos  ti¬ 
nham  entrado,  4  noite,  na  clda- 
ds,  V  travavam  violentíssima 


ao  sul  da  cidade 

Avila,  7  (Havas)  —  Violentís¬ 
simo  atnquo  dos  nacionalistas,  Ini¬ 
ciado  do  manhã,  continuou  duran¬ 
te  toda  a  noite. 

Ob  atacantes  altlngiram  varie» 
o  importantíssimos  objoctlvos. 
Tombem  foi  desfechado  violento 
ataque  contra  Madrid,  principal- 
mento  na  direcção  do  Et  Pardo,  ao 
sul  da  cidade,  na  estrada  de  To¬ 
ledo,  na  estrada  de  Valência  », 
mata  abaixo,  ao  norte  de  Aran- 
Juez,  no  valle  Jarana. 

Oa  naclonacs  obtiveram  Jã  ga¬ 
nhos  Importantes. 

Nomeado  um  delegado 
militar  para  Campos 

Campos,  8  (Havas)  —  Atten» 
dendo  ás  reclamações  das  asso¬ 
ciações  representativas  de  Cam¬ 
pos.  o  governo  flumlnenEC  nomeou 
o  major  Secundino  de  Oliveira, 
sub-commandante  do  batalhão 
aqui  aquartelado,  para  o  carge 
dc  delegado  militar,  tendo  o  refe¬ 
rido  offlclnl  assumido  Immedtata- 
mente  os  suae  novas  funcçõei. 

Em  signal  do  regosljo  a  directo- 
ria  do  Automovel  Club  offeraeei 
um  "cocktail”  em  honra  da  nova 
autoridade,  tendo  discursado  c« 
srs.  Lcovegtlda  Leal,  em  nome  de 
dlrectotia  e  Octecllio  Ramalho, 
presidente  da  Associação  da  Im¬ 
prensa  Campista.  O  major  Secum 
dlno  discursou,  agradecendo. 

CIA  BANCARIA 
AUREA  BRASILEIRA 

C/Limitada.  .....  6% 

C/Particulares . 5% 

C/Prazo  fixo . 9% 

AV.  RIO  BRANCO  -  112 
(Edif.  “Jornal  do  BrasU") 


0  ministro  do  Trabaihe 
despachou  hontem  em 
Petropolis 

Apesar  do  carnaval,  o  mlpisL® 
do  Trabalho,  sr.  Agamenmon  Ma¬ 
galhães,  subiu  hontem  a  Petro- 
polle,  tendo  despachado  cem  o 
jxrctidenle  da  RepubUta. 


CORREIO  DA:  MANHÃ  —  Terça-feira,:  í)  ele  Fevereiro  ele  1937 


VIDA  SOCIAL 


Joseph  de  Pesquidoux, 
novo  M immortal ” 

f  rances 


Vencendo  Andió  Haurais,  Jo- 
seph  dc  Pcsquldoux  foi  -leito,  com 
surpresa  gcrol,  fiujrt  a  Academia 
Franccca,  Joscph  de  Pcsquldoux 
icildo  no  campo,  inlcirameiitc 
afastado  dos  grupos  lltterarlos  do 
Paiis,  circu instancia  que  torna 
ainda  viais  expressivo  o  s cu  trl- 
umpho. 

Autor  desconhecido,  poslo  lues- 
peradamenle  em  fico,  ha  em  tor¬ 
no  dolla  um  sentimento  natural 
do  curiosidade.  Os  encontros  de 
Pesquidoux  com  os  Jornalistas,  que 
.  até  aqui  não  o  couhcc.am,  tilm 
sa  multiplicado  iiltlmamcnlo.  Pa¬ 
ris  a  a  França  desejam,  afinal,  sa¬ 
ber  quem  i  o  «ovo  "Immorlal" . 

Pergunta  a  Pesquidoux  um 
ckronlsta  literário: 

—  Como  lhe  frtll  a  vocação  dc 
escrever  f 

,  O  académico  irjpoiitfe  nn  sim¬ 
plicidade: 

—  Sou  de  uma  família  do  escrl- 
piores.  Meu  pao  e  minha  mãe 
escreviam .  Minha  mio  conta,  em 
sua  ascendência,  n  Bossuel,  uma 
Chantal  da  Chevlgni. 

D  accrcsccuta: 

—  Dirigindo  os  seus  domínios, 
meus  p acs  c  avós  tinham  sempre, 
no  bolso  do  sua  roupa  do  traba¬ 
lho,  um  Jlomero  e  ttm  Virgílio. 
Vlrgillo  e  Homero,  lidos  o  relidos 
ao  ar  livre,  cm  meio  ás  tarefas 
quotidianas,  ao  rpthmo  dos  tra¬ 
balhos  rústicos,  adquirem  imo  for¬ 
ça  nova. 

O  Jornalista  sublinha  euc  Pes- 
qulioux,  como  os  acus  anacentraea, 
passa  harmoulosamcnta  do  traba¬ 
lho  da  terra  ao  do  cscrtptn. 

—  E'  vardade,  concorda  o  au¬ 
tor  do  "ia  Livro  do  Rals uit"-.  Tio- 
servo  minhas  monhãs  ao  trabalho 
de  escrlptor,  as  tardes  Is  neces¬ 
sidades  do  campo  o  as  noites  í  lei¬ 
tura. 

—  B  quacs  os  cscrlplorcs  que 
mais  admira  T 

—  Bojsuet,  Cornei tlc,  Itadne, 
Lamartlne.  Chatcaubriand  e,  mole 
perlo  do  nós,  Picrre  Lotl.  Lainar- 
tino  i  o  poeta  que  sc  eleva  sem 
esforços... 

—  Ha  alguma  ligação  entre  os 
seus  trabalhos  literários  e  a  sua 
profissão  f 

—  Sim.  Em  primeiro  togar,  não 
sabería  escrever  senão  cvlsas  pro- 
fundameute  experimentadas  e  sen¬ 
tidas...  Escrevo  sangro  tendo 
deante  do  mim  excesso  àe  maté¬ 
ria.  E’-mo  preciso  um  fundo 
multo  rle o...  Varias  vezes  escre¬ 
vo  e  emendo  um  texto  alú  chegar 
d  simplicidade  que  desejo.  Meu 
primeiro  livro  appareveu  em  iOU. 
Antes  disso,  tinha  lido  mnlto,  ob¬ 
servado,  tomado  notas,  compos¬ 
to  numerosos  poema*. 

.  —  E  quacs,  entro  Os  seus  livros, 
os  que  rnafs  aprecia  t 

—  “VEgtisc  et  la  Torra'  e  "Le 
Litro  de  Bolsou". 

A  paleslro  proseguo  animada.  O 
—  Que  pensa  da  civilização  me* 
oanico  t  —  pergunta  o  Jornalista. 
Responde  Pesquidoux: 

—  Ella  tem  multa  coisa  loa. 
Mas  a  imtcliiiio  não  deve  substi¬ 
tuir  o  homem. 

Eleito  para  a  Academia,  i  pro¬ 
vável  que  Pesquidoux  venha  mo¬ 
rar  em  Paris,  ou  divida  o  anno, 
passando  uma  parlo  no  campo  e 
outra  na  capital,  üma.  vida  no¬ 
to  começará  para  ella.  E  com 
essa  vida  nova,  novo*  hábitos,  no¬ 
vos  horizontes,  qne  hão  de  ler,  fa¬ 
talmente,  Influencia  sobre  a  sua 
obra  lltcivrla. 

José  João 


Seguiram  na  referida  aeronave  m  te- 
guinte,  pimageiroa: 

1’sra  üanlui  a  ar.  Ncstor  Nogueira 
Correia  e  ara.  Mercedes  Drayn  Correia; 

Para  Paranaguá  os  ara.  Percy  Wi- 
tlicrt,  di,  Cícero  Nohre  Machado,  Joné 
Miranda  Couto  e  Waldnmiro  Piulo  de 
Almeida. 

Para  Fiorianapoli.  oa  era.  Fernando 
Wallcr  e  Curtav  Ilayersdoríf. 

Para  Porto  Alegre  oa  ara.  Kuriço  Pa 
llrareo  e  Ru*a  Marcimilianu. 

-«h- 


Informações  do  Exleríor 


A  REVOLUÇÃO  NA  HESPANHA 


Quer  conservar 
sua  peile  j 
macia,  limpa  efre.seu 

i/xe 

d  ermif  e 


A’  venda  nas  Perfumarias 
drogarias  e  pharmaclas.  DIS¬ 
TRIBUIDOR:  CASA  CIRIO 

Í42ÍI) 

—  Procedente  tio  Norte,  anieriimu 
domingo,  à%  M.JÜ  tuiras,  no  aeroporto 
Santos  Dirniont,  mn  hydroavISo  tia  Pa- 
uair  do  Bnuil,  Intzentlo  ns  seguinte» 
pniwgeiros  paru  esta  capital;  dc  For- 
Ufa*»  José  Pinheiro  Ilarreir»  e  ara. 
I.çonor  Parreira:  de  Natnl,  Geneiio  de 
Lima  Cnnura;  dc  Aracaju.  Joaquim  de 
Abreu  Cnrdoso;  da  D.iliíu,  monsenhor 
Pedro  Mnasi:  de  Ilhéoa,  luaac  Fidetman 
e  Oawaldo  Villa  Verde  ;r  tlc  Cararcl- 
taj.  Alberto  Ferreira  de  Si, 

A’s  16,15  lioras,  atuerlsiou  no  mesmo 
aeroporto,  um  '‘Clipper”  da  Pan  Ame¬ 
rican  Airwnyi,  trazendo  oa  seguinte* 
pnMAgciros:  de  Rucnos  Aires,  A,  C. 
Fontes.  Ernesto  Koralek.  dr.  Aulus  de 
VaseonccIIoj,  Rnlpli  Filkin  c  sra,  Fo¬ 
rem:  Fitkin;  de  Monteviiléo,  majur  Jnaé 
Eduardo  A  mirre ;  de  Porto  AlepTe,  Cfl- 
tel»  Leal  Marquei,  Allierfo  Dextieimcr. 
Acliyllca  Culcfft  c  AbrnUSo  Fcrnnndes 
Bmiçns;  e  de  Santos,  senhorita  Maria 
do  Carmo  Pcnido  Monteiro,  Pedro  Va- 
«nne,  ara.  Helena  \rasonc,  Evilasio  H, 
Moreira.  Francisco  de  Soora  Dautns, 
.lese  Carlos  de  Siqueira,  Virgilio  C. 
Oliveira,  Gndoírcdo  dos  Santos  Silva  e 
Alberto  Pcrez. 

Com  destino  aos  portos  do  Norte  e 
Ettadus  Unidos,  partiu  bontem,  ns  6,30 
bom»  da  manlil,  do  aeroporto  Santos 
Dtmtont,  uma  arnraavc  ''dipjrer"  da 

Tan  Ainericnn  Ainvays.  conduzindo  os 

seguintes  jMwaxciros:  para  Vktoría, 
Georges  F,  1'ichel,  Uodnlphe  Plcard  c 
Natalio  Rubens;  para  UaHin,  Autoido 
Petirn  Leão  e  dr.  Edgard  Marques  da 
Motta;  para  o  Recife.  Aguinaldo  Men¬ 
des  Vatcoticellci,  I.uia  Granja  Coimbra, 
dr.  Atetno  Fonseca,  Pedro  Vasone  e 
ira.  Ifeleua  Vasoue;  para  Rrlcm  do  ra¬ 
ra,  deputado  Dcopora  Machado  Men¬ 
donça.  Joseph  II.  Normiujtton  c  iro. 

Clara  A.  Normingtan;  pnra  Port  of 
Spaiii.  Trinidad,  Frank  M.  Matliew»; 
para  Port  au  Príncc,  Haiti,  o  guarda* 
marinha  allemâo  Paul  Hftnr.  Gustav 
Ferdlnand  Kln*c;  c  para  Mlarai,  Ilctiry 
T.  Mtilry  c  Ernesto  Kornluk. 

_ ^2 _ 

DESPERTE  A  BILIS 
DO  SEU  FÍGADO  SEM 
CAL0MELAN0S 

E  Saltara  da  Cama  Disposto 
Para  Tudo 

O  flgndo  devo  derramar,  diaria¬ 
mente,  no  «tomago,  um  litro  dc  biils. 

Sa  i  bilis  nio  corre  livremente,  oa 
alimentos  não  são  digeridos  e  apodre¬ 
cem.  Oa  gaiea  incham  o  estomago. 
Sobrevem  a  prisão  de  ventre.  Você 
sente-se  abatido  e  como  envenenado. 
Tudo  6  amargo  c  a  vida  é  lun 
martyrio. 

Sá  es,  óleon  minara»,  laxantes  ou 
purgantes,  de  nada  valem.  Uma 
■implcs  evacuação  não  tocará  a  cau¬ 
sa.  Nada  ha  como  uh  famosas  PIIIuIaii 
CAIITERS  para  n  Fígado,  para  tuna 
«eção  certa.  Fazem  correr  livremente 
inWfíUtflM,  WU,.  . 

i afWWKW  :  V 

lanádiuui:, .  coando’  ü«-:«a»Bi»i-  ' 

IhofiüD  para  fazer  a  hllis  correr  livre¬ 
mente.  Teça  ao  Pillulai  CARTEKB  - 
paro  o  Fígado.  Não  occcite  imitações.  - 
Preço  31000. 


Hj>- 

Fallecimento a 


Em  fiia  midencia,  á  rua  Maríz  » 
üarroa  421,  falleeeu,  honteui,  aos  44 
aitnos  de  edade,  a  dr.  Júlio  Monteiro, 
medico  por  concurso,  desde  1905,  do 
Hospital  de  S.  Sebastião,  Bastante 
conhecido  nos  meios  clinico»,  formara- 
se  cm  1895  c  deixa  esposa  c  tres  filho» 
e  duns  íilbas.  Seu  enterramento  terá 
logar,  boje.  h  9  horas  da  manhã,  sain¬ 
do  da  resídcncia  para  o  cemitério  dc 
Suo  Joào  BuptlsLtL. 


ISataliciot 

Faz  annos  boje.  o  nosso  antigo  com¬ 
panheiro  das  offkina»  giaplticas  Alfre¬ 
do  Cravo,  que  por  este  motivo  lerá 
muito  felicitado. 

— -  Fax  anno»  amanhã  o  nosso  com¬ 
panheiro  dc  redacção  Gcsiier  Dc  Wiltan 
Morgado. 

-0- 

Via  jantes 

—  Destinan do-ar  a  Porto  Alegre  com 
as  escalas  de  costume,  deixou  boje  estu 
capital  *o  avião  "Tupan",  do  Syndlcato 
Condor  Ltda..  tob  o  cominando  do  pi¬ 
loto  Studait*. 

NOTICIAS  DÉ  PORTUGAL 

Lisboa.  8  (liavas)  —  O  navio 
brllnnnlco  "Mal»»"  cliocou-so 
ao  largo  do  Leixões,  com  o  vapor 
hollHiidez  "Kertosono”.  Bste  ul- 
tJmo.  scRundo  an  Iniormaçôfis  re¬ 
cebidas.  estava  sírlamenle  avaria¬ 
do.  Tinham  b!<Jo  onvlndos  Boccor- 
1  Os  com  urgência  nnra  o  lotai  do 
desastre . 

Llsbou.  S  (Huvns)  —  Pt»'  mo- 
llvo  do»  festejos  cnrnavalescus 
ieallzoii-sc  na  uvcnitla  da  Libov- 
dado  riu  mie  desfilo  de  niimorosíis 
carruagens  e  cnvullclros  do  grupo 
“Cnmplnns  do  Ribatejo".  , 

Por  toda  u  parte  liout  o  anima¬ 
dos  bailes  à  fantasia. 

Lishoa.  8  (Ha vas)  —  As  aguas 
do  Tejo  subiram  oro  consenuen- 
cia  dss  chuvas,  tendo  Inundado  ns 
campos  do  Rlbulejo.  O  nível  do 
rio  nttliiRlu.  cm  certoB  pontus. 
seis  melros  acima  do  normal. 

Lisboa,  8  (Ifnvas)  —  As  parti¬ 
da,  do  foolbnll  lionlom  disputados 
tiveram  o»  scRuIntes  resiiliados; 
Acadêmica,  do  Coimbra,  D  Uele- 
nen,Ds  2 ;  *  \,iclor!a.  de  Setúbal.  3 
Carcavellnhos  1. 

Llíftoa.  J  (Havos)  —  Falleeeu 
na  povoa  ono  do  Ftibo,  na  edade  dc 
83  annos.  o  pruprletnrlo  Albino 
Pimenta 

Lisboa  T  (U.P.)  —  O  w.  Ull- 
velra  Salutar  estuda  prosoiitoincn. 
te  uma  piupnstn  iln  Assomldoa 
Nacional  m>  sentido  de  ser  conca- 
dídn  tuna  pensfio  ü  sonharlta  Mu 
na  Machudci  Sun  los.  Irmã  mitts 
Joven  do  Machud»  Sun;  os.  o  ‘mi 
dador  da  Republica  cm  Portugal 

A  piopobtu  6  favoiuvnl  a  .on 
cessão  de  muiadc  da  pensão  ea- 
tabelecldu  qimnrlo  Machado  San¬ 
tos  ainda  era  vivo,  para  a  referi¬ 
da  Irmú.  montando  approxlmudu- 
mente  a  mil  e  ouinhcnlos  ofeudos 
menraes. 

Esta  propotta  resulta  da  pre- 
c-arla  ultuacâo  financeira  cm  nue 


Imi 

Falleeeu  l.o.itcni  na  Cata  dc  Saude 
São  José»  na  largo  do.  Leões,  n  ar. 
Manoel  Dias  Garcia,  conceituado  e  co¬ 
nhecido  negociante  desta  capitai,  sócia 
■la  (irma  Fontes,  Garcia  &  Cia. 

O  cxtmclo.  figura  de  destaque  do 
coiumcrcio  carioca,  deixo  viuva  a  se* 
nhora  D.  .Maria  Loira  Corteis  Coreia 
e  filhos,  os  senhores  Luiz  c  Anlonio 
Dias  Garcia,  olõnt  dc  outros  parentes, 
entre  os  qoacs  a  fainilia  Marques  Cor¬ 
rêa  e  os  condes  Dias  Garcia. 

O  enterramento  realiza-se  hoje  no  ce¬ 
mitério  de  Sio  João  Daptista,  saindo  o 
féretro  daqueila  casa  de  saude,  ás  5 
horas  da  tardo. 

Missas 

Xa  egrejn  de  S.  José  será  cclelirada 
ui  quinta-feira  pioxima,  dia  II,  às  9 
horas  da  manhã,  missa  de  2-  annlver- 
sarlo  do  inllecimento  do  nr.  José  de 
Oliveira  Gomes. 

—  Sorá  rezada  no  proximo  dia  11, 
missa  tle  .10-  dia  por  alma  da  ara.  Yo- 
lauda  Muzílo  Slailde,  na  matria  do  Sa¬ 
cramento,  is  10  1|2  Jmra,. 

—  Na  cereja  de  S,  Francisco  .  de 
lhinla  ren-se  amanhã,  às  9  1(2.  mista 
de  trigésimo  dia  por  alma  do  dr.  Ulricn 
Krocr. 

se  tmeontra  a  Imvã  do  fundador 
da  Roptibllcit. 

Lisboa,  7  (U.P.)  —  0  Tribunal 
de  Lisboa  absolveu  hojo  Aldn  Pri¬ 
mavera,  rentltuliido-lho  a  llborda- 
iln  o  t-osolveu  que  continuo  nu  pri¬ 
são  Htm  Irmã  Atnclla  Primavera 
uccuuatla  da  quebrti  (rsiudulonta 
tle  um  buneo. 

Lisboa,  7  (U.P.)  —  Falleeeu 
hoje.  Intoxicado  por  gaz  dc  lllit- 
mltmçãD,  o  ciisul  Mn  riu  do  Cnr- 
nttt  Foliz-Josõ  Ignuelo. 

Lourcuço  Marques,  7  (U.P.)  — 
Soubo-MC  ttqid  que  o  nnvlo  brlton- 
nlco  “Baron  PolWOlth "  naufrn- 
«oii  no  dln  29  do  Janeiro  nau  pro- 
xtnildarieB  dtt  lllm  de  João  Nova. 

O  vapor  "AnBola'‘  nttondeu  aos 
pedidos  de  succoiTO  do  navio  per¬ 
dido,  que,  entretanto,  dispensou 
o»  auxílios  offerecldoii. 

A  trlpiiluqfto  do  “Buron  Pol- 
worlh”  conseguiu  snlvnr-se.  tles- 
emborcando  na  lilin  de  João  Nova 
o  recebendo  mnitt  tanlc.  soccorrps 
do  “  Madngusmir”. 

Lisboa,  7  (U.P.)  -  O  “Ama- 
iterar",  pcriodico  dc  Snragoqu, 
iniurmu  que  os  linbltnntoB  dn- 
qtielli»  pravbioln  Itespunholn  ten 
clnnnm  ronllzar  a  puerrtt  t-lvD 
com  uma  pereurluueâo  un  tumule 
da  rainha  Knntu  Isabel,  etn  Coim¬ 
bra. 

Llsbuo.  7  (U.P.)  —  O  rio  Ase 
voltou  homem  a  transbordar,  nas 
Immedlnçües  da  Villa  Conde,  ten¬ 
do  suas  ogunx  Inundado  o  cen¬ 
tro  daqueila  povoaipio.  Ao  anoi¬ 
tecer,  o  volitme  das  aguas  Ja  es¬ 
tava  diminuindo; 


Resumindo  os  últimos  movi¬ 
mentos  registrados  nas  linhas 
de  \combate 

A’a  Fronteira  Franco. bea/ia/ibo- 
fo,  8  (Por  Harrlaon  Larocho)  — 
Corrcapomlonlc  da  United  Press 
—  Anmmdn-se  ter  sido  realiza¬ 
da  uma  Importante  rectlficacüo 
dc  Poslgões  raa  Unhas  rebeldes, 
com  os  tres  utaquen  simultâneos 
contra  a  defesa  «ovcrnlsta,  leva¬ 
dos  a  effelto  pelos  nnclonallatus. 

Na  marcha  pnrn  Muluga"  do 
cxorcllo  rtibcldo  do  sul,  úma  co- 
lumna  dc  Alhamti  dcctipou  vl- 
otorlosamcnte  a  Aldeia  de  Cal- 
mennr  e,  om  seguida,  proscgulu 
para  o  sul,  num  avanço  letal 
do  sete  kilometros.  Refere-cc 
que  uma  outra  calumna,  partin¬ 
do  dc  Ampcquera,  capturou  Vila 
Nileva  do  la  Conccpclon,  ent- 
qtianto  no  Boctor  de  Marbolla  o» 
robldes  afflrmaiu  ler  conqula- 
tntlo  importantes  posições  estra¬ 
tégicas,  dominando  Fuongiruln, 
na  costa. 

Na  frcnlo  do  Madrid,  os  na¬ 
cionalistas  tentaram  atacar  VII- 
ln  Verde;  uma  a  offonslva  fel 
datlda  pelo  togo  da  artllharis 
legalista  obrigando  os  atacantes 
a  voltarem  4  sna  posição  ante¬ 
rior.  com  o  campo  Jiingado  de 
cadaveros.  Notlcla-so  tambem 
que  sc  registraram  Intonsos  bom¬ 
bardeios  om  Casa  dei  Campo  e 
Parque  d'Ostes,  cmquanto  sc 
effectuou  um  pequeno  ataque  lo¬ 
cal  no  sector  do  Pompllla. 

Oa  prisioneiros,  feitos  pelos  le¬ 
galistas  relatam  successlvos  ata¬ 
ques  louucH  nu  rrento  do  Mndrld, 
fatigando  os  rebeldes  c  causan¬ 
do-lhos  perdas  multo  alõm  daB 
st|matlvas  govcrnlslas. 

Rcfcro-so  tambem  que,  no  se¬ 
tor  do  Campltdo,  o  rio  transbor¬ 
dou  alagando  as  trincheiras  re¬ 
beldes  alõ  a  altura  do  Juelho,  o 
que,  Juntamonlo  com  o  estado 
do  lamaçal  das  estradas  utiliza¬ 
das  para  transportes  do  viveres, 
torna  a  posição  dos  mesmos  In¬ 
sustentável. 

Na  região  tle  Aranjtiez,  ao  que 
consta,  os  reboldcs  estão  con¬ 
centrando  tropas  frescas  para  um 
bravo  ataquo  destinado  a  re¬ 
cuperar  as  posições  perdidas  na 
sector  de  Cõrtc  do  la  Reina. 
Desertores  de  Guadulajara  re- 
latnm  a  chegada  all  do  novos 
contingentes  nllcmucs. 

Nas  Asturlas,  os  milicianos  lo- 
galistas  noticiam  ter  desfecha¬ 
do  vigoroso  atuquo  proximo  a 
Ollvare»  e  haver  folto  uma  In¬ 
cursão  nas  Immedlações  de  Cam¬ 
po  de  San  Francisco  onde  ca¬ 
pturaram  considerável  material 
de  guerra,  antes  da  retirado  do 
Inimigo. 

A  aviação  rcbcldo  da  Lcon 
tenta  deter  o  ataquo  dos  lega¬ 
listas.  Na  front  basca,  a  artt- 
Ihrla  govornlste  continua  a  bom¬ 
bardear  as  posições  rebeldes  cm 
Barantio  e  Orduna,  bom  uomo 
om  Mondragon.  A  mlllcla  bas¬ 
ca  conseguiu  destruir  o  quartel 
general  dos  reboldcs  Inatallado 
om  Orlol,  cmquanto  um  avião 
robeldo  lançou  numerosas  bom¬ 
bas  sobro  um  trom  do  abasteci¬ 
mento  das  legallstas- 

As  autoridades  rebeldes  de 
San  Sebastlan,  explicando  as  ul¬ 
timas  offenslvas  contra  Madrid 
e  Maluga,  noticiam  quo  a  Inves¬ 
tida  rebelde,  asslgnalada  peta 
captura  do  Clempogulos.  nos 
proximidades  de  Madrid,  foi  re- 
rtultntju ..(Je,.-  longos  preparativos 
realizados  polu  general  Varela, 
o  que  q  verdadeiro  ubjectlvo  do 
tal  avanço  não  foi  apenas  rc- 
otlflcár  .as  posições,  mas  tam¬ 
bém  Interceptar  a  estrada  da 
Madrid  4  Valência,  que  õ  a  li¬ 
nha  prlnalpal  da  resistência  le¬ 
galista.,  Essa  operação  est4  en¬ 
quadrada  dentro  da  ultima  ta- 
otlca  dos  robcldes,  que  consiste 
om  cortar,  lima  por  umu,  todas 
as  linlras  legalistas  da  commu- 
nicação,  afim  de  reduzir  a  capital 
pelo  fome,  em  vez  do  caPtural-a 
por  ataque  quo  Importaria  numa 
destruição,  o  quo  os  chefes  re¬ 
beldes  affJrmam  preferir  evitar. 

A  operação  contra  Clempozuc- 
los  foi  realizaria  por  um  esqua¬ 
drão  de  cavallaria  mourisca, 
apoiado  pela  Infantaria  dos  mou¬ 
ros  e  por  destacamentos  da  Le¬ 
gião  Estrangeira,  e  amplamente 
protegida  pelos  “tanks"  o  arti¬ 
lharia  de  campo.  Ao  Iniciar  o 
ataqu,  os  nacionalistas  captura- 
rnram  a  elevação  do  mesa,  que 
era  o  sou  primeiro  objectivo,  a 
poucos  kilometros  de  Pinto,  do¬ 
minando  a  aldeia  de  Maranesa. 
A  batalha  cm  volta  da  locallda- 
do  estratégica,  a  mais  feroz  dc 
toda  a  offenslva,  durou  toda  a 
manhã,  tendo  os  legallstoB  rece¬ 
bido  numerosos  reforços  de  Ma¬ 
drid,  Inclusivo  "tanks”,  artilha¬ 
ria  de  campanha  e  munições. 

Ao  mesmo  temPO,  dois  esqua¬ 
drões  de  cavallaria  o  dois  regi¬ 
mentos  dc  Iníanterla  capturaram 
as  nldelas  dc  Gomez  de  Arriba 
o  Loina  dol  Fralo.  apõs  o  que  a 
artilharia  rebelde  rompeu  fogo 
lançando  mais  de  150  obuzes  em 
monoB  de  uma  hora.  Entremen¬ 
tes..  duns  outras  columnas  do 
Valdomoro  capturaram  Clempo- 
zuolos,  consolidando  o  avanço 
total  de  dez  kilometros. 

A  Investida,  entretanto,  não 
conseguiu  o  objeotivo  principal, 
uma  vez  que  a  estrada  de  Ma¬ 
drid  a  Vnloncla  continuou  ilvrc, 
embora  tendo  havido  perdas  de 
antboB  os  ladoB,  conformo  se  ro- 
tore. 

A  Importante  aldeia  de  Manila 
esta  agora  dominada  polos  pos¬ 
tos  avançados  dos  reboldcs  que 
cercam  as  elevações.  A  estra¬ 
da  de  Tngus,  na  llnlm  cm  quo 
Mornta  está  situada,  £  agora  a 
uhica  disponível  do  Madrid  para 
OiiRdalajara,  e  está  sendo  utili¬ 
zada  em  grande  escala  para  eva¬ 
cuação  da  população  civil. 

Fontes  rebeldes  noticiam  que 
um  ataque  semclhtmto  ao  que  foi 
effecluado  na  ostradt  da  Valên¬ 
cia  estã  Immlncnto  na  estrada 
que  liga  n  capital  com  Guadar- 
rnma. 

Condecorado  o  defensor  de 


Luta  corpo  a  corpo  em  Oviedo 

Bilbáo,  T  (U.  P.)  —  Annuncla- 
sc  que  uB  tropas  govcrnlslas  que 
cercam  a  chiado  do  OVledo  realt- 
znram  esta  madrugada  uma  acÇãa 
efflcaz  contra  na  forças  avança¬ 
das  Inimigas  quo  hostilizaram  as 
posições  de  Olivarcs  o  Intercepta¬ 
ram  a  estrada  de  rodagem  local, 
prejudicando  grandomonto  os 
communlcnções  dos  rebeldes.  O 
combato  durou  duns  horas,  lu¬ 
tando-se  mesmo  corpo  a  corpo 
o  fazendo-se  uso  do  granadas  do 
mão.  Ah  forças  legalistas  chega¬ 
ram  As  linhos  tnsurreclns  at£  os 
proximidades  do  “chalet"  perton* 
conto  Milqulades  Alvarez  c  situa¬ 
do  cm  Villa  dol  Rey,  proximo  no 
campo  dc  São  Francisco  da  cida¬ 
de  de  Ollvaros. 

As  tropas  rebeldes  deixaram 
em  campo  grande  copia  de  ma¬ 
terial  bcllico. 

Durante  o  combale,  ns  duna  ar- 
lIlIrarlaB  estivarem  om  ducllo. 
sondo  desso  modo  os  nacionalis¬ 
tas  Impedidos  do  frustrar  as  ma¬ 
nobras  dna  Iroptts  do  governo. 

A  caravana  de  esudanles  por- 
luguezes  em  visita 
a  Hespanha 

Sevlllia,  7  (U.  P .)  —  Chegou 
liuntcm  a  esta  cidade  a  caravana 
do  estudantes  portuguezes  quo 
vem  prestnr  homenagem  ao  exer¬ 
cito  nacionalista  o  As  mlllclss 
quo  lutam  contra  o  govorno  hes- 
panhol. 

A  caravana  em  questão  é  for¬ 
mada  do  estudantes  de  todos  os 
liceus  o  academias  de  Portugal, 
e  £  chefiada  por  Botelho  Munlz. 

A  população  de  Sevllha  recebeu 
emocionada  os  caravanclros. 

Em  honra  -aos  estudantes  luzt- 
tnnos  foram  organizados  diversos 
festejos  o  cerimonias.  i 

Os  governistas  avançam  sobre 
Portuna 

i 

Madrid,  7  (U.  P.)  —  O  ropre- 
senlanto  da  ngencla  “Fobus"  om 
Anduja  informa  quo  duranlo  a 
nolto  de  hontem  para  hojo  Rs  ira-  ■ 
pas  govornlstas  avançaram  al¬ 
guns  kilometros  em  direcção  a 
Portuna,  forçando  os  InaurrectoB  i 
a  ovncunr  as  cidades  de  Illora  de 
Cnlatrava  e  Santiago  de  Cala- 
tiavti. 

A  pressão  dos  legalistas  sobre 
Portuna  o  Lodora  continua,  vc- 
rlflcnndo-se  combates  Intonsos  om 
algumas  partes. 

O  representante  da  agencia 
“Febus”  afflrma  quo  a  luta  na 
região  do  Burgos  £  tambem  fa- 
voravol  4  causa  do  governo. 

Os  cruzadores  “Cervera”, 
“Canarias”  e  "Boleares”  1 
bombardearam  a  cosia 
hespanhola 

Almerla,  8  (Do  enviado  especial 
da  Agoncia  Havos)  —  Os  cruza¬ 
dores  facciosos  “Cervera”,  “Ca- 
narlaB"  o  “Bailares"  bombardea¬ 
ram  hontem  o  campo  de  aviação 
de  Motrll,  rjccaslonamlo  vlctlmas 
civis.  Ainda  ao  melo  dia  do  han- 
tom  os  mesmos  cruzadores  bom- 
Inrrdearam  na  estrada  do  litoral  o 
povlado  de  Torro  de  Mollna,  fa¬ 
zendo  Innumcras  vlctlmas,  prln- 
clpalmento  creanças.  O  enviado 
especial  da  Agencia  Havns  visitou 
os  feridos.  A'a  duas  horas  da 
tarde,  ainda  de  hontem,  a  avia¬ 
ção  rebeldo  bombardeou  a  povoa¬ 
ção  de  Adra,  destruindo  a  rua 
principal  o  ocoaslonando  ferimen¬ 
to!  graves  em  oorca  de  20  ou  30 
pessoas.  All  o  enviado  da  Agen¬ 
cia  Havns  presenciou  o  bombar¬ 
deio,  A  população  das  localidades 
costeiras  estA  fugindo  para  ou¬ 
tros  loenes  menos  expostos,  en¬ 
contrando-se  pelas  estradas  do 
rodagem  centenas  de  famílias.  — 
Francisco  Ocana. 

0  comité  de  não-intervenção 
reunir-se-á  quinta-feira 


Teruel 


.Itriiti,  7  (U.  P.)  —  O  majur 
conitimiiilantu  du  guarnição  do 
TorucJ.  cujo  nume  não  foi  dlvul- 
gndu  por  razões  do  Estado,  foi 
hoje  convidado  a  receber  u  Cruz 
tio  nierllo  da  ordom  de  Suo  Fer¬ 
nando,  por  motivo  da  resistência 
heroica  demonstrada  por  cllo  e 
por  sous  soldados  durante  os  ata¬ 
ques  insistentes  o  poderosos  das 
forças  governistas  no  sector  de 
Tentei,  verificados  recenlemcnto. 

0  communicádo  da  frente  de 
—  Biscaia  — 

Bilbao.  7  (U.  P.)  -  Fo|  liujo 
tiailo  a  publlcltlnde  n  scgulnto 
oammunlcudo  da  frtnto  tle  Bis¬ 
caia  : 

"Nossa  artilharia  continuou 
hontem  o  bombardeio  da»  posi¬ 
ções  Inimigas,  conseguindo  no  se¬ 
ctor  üc  Earanthlo  Crozco  Incen¬ 
diar  a  parte  superior  do  edlfklo 
em  quo  íuncclona  o  quartel-ncço- 
ral  do  Inimigo. '• 


Londres,  8  (Havos)  —  O  comi¬ 
lã  ds  não  Intervenção  na  Hespa¬ 
nha  roune-se,  provavelmente,  na 
quarta  ou  quinta-feira.  Não  est4 
fixada  n  data  definitiva. 

Detido  o  avanço  dos  na* 
cionalistas 

Madrid,  8  (Havas)  —  o  conse¬ 
lho  de  defesa  communlca  quo  foi 
detlila,  na  frento  de  Madrid,  a 
progressão  lealtzd  pelos  rebeldes 
em  certos  pontos  do  sul  dn  capi¬ 
tal,  nas  ultimas  24  horas  não 
houvo  nenhuma  alteração  nas 
posições  republicanas, 

Morreu  o  commandante  dos 
regulares  de  Alhucemas 

Bagonna,  7  (Havas)  —  Com- 
municam  de  San  Sebastlan  quo 
um  despacho  do  Pamplona  conflr- 
mn  a  morte  do  commandante  da 
columna  de  regulares  de  Alhuce¬ 
mas,  don  Lucas  Lorduy  e  Mas- 
sot,  vlctlma  do  ferimentos  quo 
recebeu  no  sector  da  Cidade  Uni¬ 
versitária,  em  Mndrld. 

Os  insurrectos  pretendem  re* 
encetar  a  gnerra  em  Aragon 

Perpignan,  8  (U.  P.)  —  O  go¬ 
verno  da  Generalltat  catalã  divul¬ 
gou  hojo  um  avlBO  informando 
que,  após  alguns  mezes  de  rela¬ 
tiva  tranquilidade,  os  rebeldes  es¬ 
tão  prestts  n  desfechar  um  ata¬ 
que  em  grande  oscnln  no  "front" 
de  Aragon. 

O  Ministério  da  Propaganda 
deu  a  publico  o  seguinte  commu- 
nlcndo; 

“O  tranqulllo  “front”  de  Arn- 
gon.  ao  que  parece,  está  prestes 
a  retomar  a  physlonomla  de  cam¬ 
po  de  batalha,  o  alto-commando 
relwldo  quo  dirige  as  operações 
acredita  ser  opportuno  o  momen¬ 
to  para  desfechar  novo  ataque 
contra  Aragon  e  Catalunha.  O 
Inimigo  estA  concentrando  forças 
em  Saragoça  a  accumulando  ho¬ 
mens.  “tanks"  c  aviões.  Todas  es¬ 
tas  medidas  induzem  4  crença 
de  um  eventual  ataque  ao 
“front"  do  Aragon,  combinado 
com  uma  tentativa  de  desembar¬ 
que  dc  tropas  na  Catalunha.” 

Outras  rontes  do  Informação, 
ira  fronteira,  corroboram  o  Infor¬ 
mo  relativo  a  rnn  ntaque  cm 
grande  escala,  cujo  objectivo  se¬ 
ria  o  dc  cortar  as  communlca- 
ções  entre  n  França  e  a  Catnlu- 
nhn.  Interrompendo  assim  uma 
das  linhas  vltacs  do  governo. 

Segundo  Informes  aqui  recebi¬ 
dos,  cerca  tle  cinco  mil  soldados 
rebeldes  se  encontram  presente- 
mento  concentrados  cm  Saragoça 
e  promptos  a  entrar  em  acção, 
o  que  se  verificara  cm  futuro 
proximo. 

Foram  feitas  nesta  cidade  rigo¬ 
rosas  buscae  destinadas  a  desco¬ 
brir  o  paradeiro  de  Irezo  metra- 


,  lhadorus  e  outros  matcrlacs  bclll- 
cos  desviados  dá  Escola  do  Cu- 
vallarin  do  tjnumur.  Segundo 
consta,  aquellas  nrma»  foram  en- 
vludas  para  a  Hespanha  via  Per- 
plgnun.  ah  busca»,  pordm,  não 
deram  o  menor  resultado.  Tanto 
os  círculos  esquerdistas  como  os 
direitistas,  desta  cidade,  Insistem 
nn  afflrmntlva  do  que  são  Intel- 
ramente  alheios  ao  desvio  no  ma¬ 
terial. 

Um  grupo  de  homens  de  Uou- 
slllon,  que  se  alistaram  no  exerci¬ 
to  rebelde  hOBpunhol,  vieram  hoje 
nos  seus  lares,  cm  goso  do  fdrlaa. 
Todos  clica  envergavam  os  uni¬ 
formes  do  guerra,  lnlcrpcllodoii 
pelos  representantes  da  Imprensa, 
disseram  quo  são  bom  pagos,  bem 
alimentados,  que  os  tmncezes 
são  considerados  polos  rebeldes 
conto  soldados  de  valor,  por  moti¬ 
vo  dtt  sua  coragem  c  vivacidade. 
Os  referidos  llconclitUoB  expres¬ 
saram  a  confiança  tfc  que  o  go- 
ueinl  Flanco  sorvi  u  voncedor  oo 
ctilio  desta  guerra  Ião  cruenta,  o 
quo  a  mesma  JA  teria  lormlnudo 
Ira  multo  tempo  so  não  fosso  o 
grande  auxilio  exltnra  qiio  tem 
sido  dadu  aos  clomoiitiw  guvcrnls- 
(as. 

Julga-se  que  a  resposta  do 
Reich  seja  íavoravel 

Londres,  s  (Havas)  —  os  cír¬ 
culos  autorlzndoK  ucrcdiUnn  que  n 
resposta  tln  Allemanha  do  comité 
da  nüo-lutcrvençüo  na  Iluupanhn, 
entregue  esta  manhã,  tt  lord  Ply- 
moulh  £.  no  ivuiijutito,  fuvoiavtd 
ás  suggcstõos  feitas. 

A  Italia  tambem  responderá 
favoravelmente 

Londres,  8  tilavas)  —  Scgundu 
Impressão  colhida  nos  círculos 
aulorlzndos.  a  resposta  da  Italia 
ao  cdtnltó  de  não-lnlerveiiçâu,  será 
entreguo  amanhã.  O  embaixador 
Italiano  recebeu  InstrucçSeg  quo 
lho  pennlUom  preparar  o  texto  il>; 
dooumento.  Ao  que  no  uuredita, 
a  resposta  da  Italia,  serâ,  como  a 
dn  Allemanha.  em  conjunto  fttvo- 
fnvel  aos  projectos  do  comlt£. 

Adiada  a  reunião  do  sob-comité 

Londres,  8  (Havas)  —  A  reunião 
du  sub-comttfi  do  não-lntervenção 
murcada  pnra  amanhã,  íol  adladt. 

Emquanto  cuidam  de  não-inter¬ 
venção  desembarcam  tropas 

Olbraltar,  7  (Havnti)  —  Annun- 
cla  a  Agencln  Reuter  que  um  súb¬ 
dito  britannlco  chcgndo  esta  ma¬ 
nhã,  do  Caxllz  declara  traver  pre¬ 
senciado  o  desembarque,  nnquells 
porto,  hontem,  tlc  10.000  Italianos, 
e  sexta-feira,  do  outras  seis  mil 
homens  da  mesma  nacionalidade. 

0  consulo  britannico  conferen¬ 
cia  com  o  governador  basco 

Bagonna,  7  (Havas)  —  Do  Bil- 
báo  annunclam  que  o  cônsul  da 
Inglaterra  naquella  cidade  visitou 
o  governador  basco.  sr.  Agulrre, 
com  quem  mantevo  uma  cordial 
entrevista. 

Os  nacionalistas  a  dois  kilo¬ 
metros  de  Malaga 

Gibraltar,  7  (Havas)  —  Segun¬ 
do  noticias  aqui  chegadas,  proce¬ 
dentes  do  Algcclras,  as  Insurrectos 
sa  encontravam  J4  a  2  kilometros 
ds  Mulnga. 

Deu  á  costa  franceza  o  sétimo 
corpo  amarrado 

La  Roclie  Sur  Yanno,  7  (Havas) 
—  Dou  4  costa,  hoje  pela  irmnhã, 
nesta  praia,  o  sctlmo  uaduver  en¬ 
contrado  ultlmnmcnte  nn  pralv 
vendõanu,  que  so  presumo  scr, 
cumo  os  anteriores,  do  espunhoes 
lançados  no  mar.  O  cadáver  hoje 
encontrado  acha-so  em  adeuntado 
estado  de  putrcfucção  o  Unira  tam¬ 
bem  as  pornaa  o  na  mios  atados 
com  cordas  enroladas  no  corpo. 

O  codnver  encontrado  cm  4  dcc- 
te,  no  prata  de  Crols  de  Vle  tra¬ 
zia  uma  calça  de  gabardine  c,  unto 
camisa  com  a  nnirca  de  Cadiz.  No 
bolso  da  camisa  foi  encontrada 
uma  nota  do  800  pesetas  o  3  de 
cem.  O  cadaver  não  foi  ainda  ln- 
liumado,  aguardando  a  autopsia 
quo  serA  feita  a  0  deste,  quo  reve- 
iarA  sa  os  corpos  foram  lançados 
vivos  ao  mar. 

A  rainha  Maria  Christina  vae 
ter  uma  estatua 

San  Sebastlan,  7  (Havas)  — 
Apõs  ás  homenagens  do  hontem. 
prestada  por  San  Sebostlnn  A 
memória  da  rainha  mão  Maria 
Christina,  foi  aberta  uma  subscrl- 
pção  para  so  erguer  uma  estatua 
4  mão  de  Affonso  XIII.  O  monu¬ 
mento  que  deverá  substituir  o  quo 
foi  destruído  por  occasião  da  pro¬ 
clamação  da  Republica,  serA  ergui¬ 
do  no  mesmo  local  do  antigo.  Isto 
£,  na  praça  Almerdi,  cm  frente 
an  Casino  de  San  Sebastlan. 

Os  governistas  supportam  vio¬ 
lentos  ataques  ás  suas  posições 

Madrid,  8  (Por  Honry  T.  Gor- 
rell,  correspondente  tia  United 
Press)  —  Os  rebeldes  mantive¬ 
ram,  durante  o  dia  de  hoje,  forte 
pressão  sobre  os  legalistas  qua 
defendem  a  estrada  de  Valência, 
pela  qual  £  feito  o  trafego  de 
Vallecas,  e  atacaram  tambem  Ar- 
gnndu,  mas  não  ganharam  terre¬ 
no  devido  no  forte  fogo  de  barra¬ 
gem  do  artllhcrla  n.  As  chuvas 
torrcnclaes  que  mio  deixaram 
com  qne  bs  unidade»  motorizadas 
cperassem  efficazmenlc. 

Os  rebeldes  encontraram  resis¬ 
tência  forUsslnui  por  parto  dos 
governistas,  c  se  a  mesma  for 
mantida  até  que  suas  tropas  pos¬ 
sam  estar  novamente  bem  orga- 
nlzadns,  os  legalistas  terão  uma 
opportunidadc  de  realizar  unta 
ccntra-cargn . 

Entrementes,  as  eoltimnns  vo¬ 
lantes  estão  empenhadas  actlva- 
mente  nu  tcrrltorio  ao  sul  de  Ma¬ 
drid  e  ao  £sto  da  ostrada  dc 
Cuhnchon,  o  qual,  presontomenie, 
£  uma  terra  do  ninguém. 

A  despeito  de  dois  ataques  des- 
r.neadeodos,  domingo,  poios  re¬ 
beldes,  estes  não  sc  encontram 
muis  proximo»  da  estrada  do  que 
eslava  tn  por  occasião  do  primeiro 
grande  ataque  snhlxtdo,  pela  mn- 
nhn. 

As  llnlm?  Insurreetns  ao  mil  de 
Villa  Vonlc  foram  grnndemente 
damnlflctulns  polu  fortu  icslstsn- 
clu  dos  luititlliOes  dc  inatrulhado- 
rns  e  du  luiiçB-butnhus,  ds  inodn 
que  nãu  sc  espera  que  haja  mais 
aulhjrlnde  mtqitelle  seclor  nt£  que 
o  commando  rebelde  para  14  en¬ 
vie  reforços. 

No  eoctor  de  Madrid,  ambas  as 
nvlllherlas  estão  cm  franca  acll- 
\idttde,  c  os  circules  militares  dn 
capita'  declararam  quo  oa  ata¬ 


ques  rebeldes  no  soclor  sul  de 
Mndrld,  estão  >  sendo  rcullzaiLis 
com  o  npoio  de  grande  numero  de 
allemães.  Os  mesmos  droulos  ett- 
llentaram  que  todas  as  Investi¬ 
das  rebeldes  sobre  Árgniida  nssu- 
nilrain  a  natureza  do  utaques  ctu 
massa,  Idênticos  aos  quacs  os  ul- 
lemues  são  fumosos. 

As  tncticns  empregadas  peles 
robeldes  nns  operações  om  Clon 
Pozuelos,  e  San  Martin  tlc  la  Vo¬ 
ga,  são  dcscrlptas  como  muito  sc- 
mclhnntcs  As  usadas  pelo  Inimigo, 
ha  um  ntez  atrás,  cm  Pozuelo, 
Majada  o  Honda,  ondo  dizem  que 
centcnns  da  nllcmucs  foram  mor¬ 
tos  c  feridos. 

As  ultimas  Informações  notl- 
rlam  que  o  ataque  de  domliigs 
foi  d  mais  violento,  tomando  par- 
to  rio  momno  esquadrões  do  tan¬ 
ques  e  cavallaria  moura. 

Acredltn-so  que.  se  a  chuva 
oentlnunr,  n.  mare  pfldo  virar  para 
os  IcgiiIMus,  ctilrclnnlo,  o  alto 
unmmuntlo  está  dando  toda  mu 
ut  tenção  o  esforçando-ee  por  to¬ 
dos  os  modos  nflm  dc  crear  uma 
ilefess  Inexpugnável. 

0  novo  embaixador  hespanhol 
em  Londres 

Londres,  8  (Havas)  —  A  em¬ 
baixada  du  Hespanha  declara  que 
sào  destituídas  de  fundamento  oa 
noticias  segundo  as  quites  o  sc- 
iiltor  liiflnleclo  Prleto,  ministra 
do  Art,  seria  nomeado  embaixador 
ent  Londres  cm  substituição  do 
sr.  Azcarato. 

1'YORRHÈA*  ««phrac®**. 

■  i  v  II  II  II  v  n  IahctJf>  ,|r(!0i,„n 

Dr.  Rubem  Silva 

I'.  23-03(10.  da»  IS  6»  17. 

7  de  Setembro.  84-8°. 

(7028) 


Mercado  estran¬ 
geiros 

Cotações  da  Bolsa  dc 
Nova  York 

(Fornprltlna  pHa  (Jnllfd  Preai) 

(8  uh  n:n;itEino  dd  imd 


nojo 

Anterior 

AlllcH  Cliciiiical  .  ,  . 

234 

237 

Ainrrlvnn  <’un  .... 

101.59 

100,25 

Amerlrjin  Forv-lsu  Fouror 

1.1, GO 

11 

Amerlcnu  MeUil»  .  .  . 

H4 

62,07 

Aumricim  Itiultntor  .  , 
Inrcricmi  BmeUini;  ncd 

2S.ST 

20 

ltfíluiiig . 

93.15 

94 

Ánierkvtii  Tcl.  mu)  ToL 

1 « 

182,25 

Amerli-uu  Tobacuo  ,'15"  . 

99,37 

98,50 

Aiuerlrnn  Woolwi  .  .  . 

ia 

13,12 

AnnroDilit  Copper  .  .  . 

35,87 

04,87 

Amlni  Copprr  .... 

— 

— 

Ariuniir  íiulxwnre  Fref. 

199.23 

— 

Armour  IIIIiioIh  IVior  A 

12 

11,31 

Arrmmr  Illinois  Prior  F 

03 

91,23 

AIIjiiiHc  ItcUninfi  .  .  . 

31  \í 

M 

Hntlllohow  Hfrrl  .  .  . 

81,73 

fia. 37 

CuiUiilUn  r.iclfti*.  .  . 

17 

10,7.t 

ClioBfl  Treabtjig  Machtoe 

175 

175.73 

Cerro  da  Foaeo.  .  .  . 

60.73 

09,50 

Clillo  Coppor  .... 

49.75 

— 

Cliryitor  Mulor.  .  .  . 

128,75 

127,75 

ColunihU  Gnu  Hleclrlc. 
ConnollilnteiJ  Ghz  of  New 

17.62 

17,03 

York . 

43.30 

45.02 

Continental  Can  .  .  . 

50.73 

OO.ftC 

(Juta ii  American  Sugar. 

11,62 
08  % 

11,31 

Corn  Prodncti  .... 

08.50 

Dupont  rfe  Neiimor*  .  . 

174.7G 

173,30 

Enutmnn  Kodnck  .  .  . 

174 

174 

Kloctrlc  Power  ond  Llfht 

22,50 

22.25 

General  ICtccfrlc  .  .  . 

62,02 

02, 2G 

General  Fooda  .... 

44 

44 

Grnerat  Motori  .  .  . 

00.87 

68 

Gllleto  Bnfoty  Ratar.  . 

39.25 

10.87 

Gnifjcsr  Kiiltber  .  .  . 

38,30 

35.02 

HuiIboq  Motnra  .... 
fnlrrnnt.  Buslnn  Ma- 

22.37 

22,87 

chlnea  . 

177.30 

Intnntntlonal  nitrveuter. 

103,87 

104,71 

Ir.tcrantlonal  Nlekel  .  . 
lutem»  tlonal  Tel.  «ind 

03 

05 

Tftfg . 

13.25 

12, BO 

Kcnrmcott  Copper  .  .  . 

00,75 

00,75 

Kroger  Giwp rj  .... 

22.73 

22,87 

Lnmhcrt  Corp . 

23,20 

22,37 

Lelimnn  Corp . 

128.37 

129 

Loevv  Ini . 

77,80 

77,37 

t.ono  St  nr  Clment  .  . 

09,50 

07,75 

Sluntpomtry  Wnrd  .  .  . 

G0, 25 

58.25 

NnMonnl  Go»h  Ueglitrr 

30.12 

30,12 

.Sntlaniil  LomJ  Co.  . 

35,73 

ao 

Now  York  Central  .  , 
North  Anicrloíto  Corpo* 

43.87 

44 

rnllon  ' . 

30,30 

80,25 

Otln  Elcvntor  .... 

42,23 

42,25 

Pacific  Gaz  Electric.  . 

34 

34 

Pnritmount  Plcturca  .  . 

Sll.fí 

27 

Fnllno  Mluea  .... 

15,30 

14,25 

PemiH.rlTnnln  Rnllroml  , 
FnMlií  Service  of  New 

43.25 

43 

Jeraey  . 

51 

51,25 

RndJo  Corporation.  .  . 

12,12 

11,60 

Stundnrd  Urnuila  .  .  » 
Standard  OU  of  Catlfor- 

10 

13,87 

itln . . 

Standard  OI1  of  Inillnna 
Slnr.il.ini  OI]  of  New 

48.75 

47,73 

40.87 

49,  GO 

Jcrtry  . 

71,87 

71,37 

flocrnnj  Vnccun  .  .  . 

19.37 

19,  U' 

Sivlft  International  .  . 

31,75 

31,87 

Toxna  Corporal lon .  .  , 

RS 

58 

Tem*  Gulf  Bulphtirc.  . 

41 

41 

Union  Carbide  .... 

105,75 

70  8 

Union  Pnolflc  .... 

33H 

131 

United  Alrcrafl  .  .  . 

32,25 

30,25 

United  Frult . 

United  G  i  a  Improve- 

82,75 

S3.22 

mwit . 

15,23 

15,50 

U.  S,  I.entbcr.  •  .  . 
U.  8.  Smcl.  and  R«fl- 

8.23 

7.87 

nlog . 

S9 

80 

ti.  s.  Steel . 

101,87 

00,75 

Warner  HrotlwfB  .  .  . 

15,73 

13,12 

Worren  Brothrni  .  .  . 

_ 

7,02 

WctllnsboiiM  Electric  . 

158,25 

158,62 

Wool  north . 

59,62 

00 

L,  K.  T.  P.  F.  .  .  . 

28,12 

27 

Strift  and  Co . 

CÜRU: 

27.87 

27,12 

American  Giz  Electric. 

43 

43.12 

At  tu»  Corporation  .  .  . 

17.75 

17,75 

Urar-lllnn  Tr»ctlon  .  . 

24.25 

24,12 

Electric  Dond  and  Sbare 
Nlasnra  Badaon  nnd  Fo- 

24.87 

24,50 

wor . 

15,75 

10 

Pnn  American  Airwajs. 

71 

70 

Unltod  Giib . 

BANKS: 

12,87 

12,87 

Bnnkcra  Truat  .... 
Cbnne  Nutlonnl  Bank  of 

79 

79 

Doiton . 

Flrat  National  Bank  of 

58,50 

57 

New  York  .... 
National  City  Bank  of 

58, G0 

57,87 

New  York  .... 

53 

52 

Uojrnl  Bank  of  Canadá. 

BBA2BOND8: 

Eitrnda  Ho  Ferro  Central 

223,50 

do  Braall  7  tf,  1P25 
Empr.  Braellelro  0  tf  tf 

43  K 

43  11 

30150-37 . 

Empr.  Hrnallelro  6  %  tf 

45 

44  ti 

1027-C7 . 

Rln  Grande  do  Sul  0  tf, 

43  n 

44 

0  FALLECIMENTO  DE 
ELIHU  R00T 

(Continuação  da  1.*  pag.) 

liava,  da  fjual  vchi  2  na  um  dos  pri¬ 
mei ruu  membros  pcrm.nicntcs, 

Knj  192i  íol  cwiimihiwtrlu  pleuijioteu- 
cínrio  dou  Fsfadoa  Unidos  n.i  Cottfcrcn- 1 
d<  Internacional  de  limitação  dn  arma¬ 
mentos  que  $c  reuniu  cm  WoshinRloti  j 
12  de  novembro  desse  anno. 

Sua  actwiçüo  quer  á  tesU  da  Secre¬ 
taria  de  Ffttudo,  «tucr  nus  Innunieraa  c 
impoit.intc»  commiisõea  ijnc  dearnipe- 
uliuu  cm  kua  vida  dc  cktüdista,  junto  u 
conferencia»,  rcnniõee  e  nn»  ncKOciaçíics 
iutemadotiuc»,  valerum-ltie  numerosa» 
honraria»  e  os  mais  vaIíobo»  galardões. 
Assim,  foi  feilo  ilutilor»  aob  vario»  ti- 
Inlns,  dc  Lcydcn,  Jlucno»  Aires,  Uxíord, 
Yalc,  Frinceton,  McGill,  Paris,  c  dc 
outros  vnstou  centros  cullurae*  do 
mundo» 

Autor  Hc  numerosos  artigos,  publico* 
dus  em  _  jornacs  c  revlatjis  cu I lurar»  c 
úitcmacioime»»  Klüiu  Roat  deixa  ainda 
a»  seguintes  nbraa: 

“A  parle  do  cidadão  no  governo'', 
(1907);  “Exprrlcrtcia»  dc  governo  e  os 
pontoa  cseeuciaM  da  Constituição”,  — 
(19 IJ);  “Discursos  sobre  atsmnnloa  In* 
Icriiadonxcs”,  (1910);  "A  l'oliln.i  Mi¬ 
litar  e  Colouinl  dea  Kslado»  Unidus", 
(191d);  "Discursos  «obre  o  governo  e 
11  Ci(i»daiiMn,  (1916);  *‘A  America  Iji- 
linx  c  0»  Estados  Unidos",  (191?);  MA 
Ituasia  e  oa  listados  Unidas”,  1917; 
“Variou  UlKtiisos”,  (1917);  "llomcii» 
t  Puliticos",  (192-1). 

FLUIU  ROOT  NO  UIO  UE 
JA.NEIUO 

Depois  de  sua  brlilianlc  gestão  inter¬ 
nacional  acima  assignalada,  e  após  baver 
actuado  com  fucccsso,  habilidade  e  alao 
deicortinin  pnlilico  em  Cuba  e  nas  Phi- 
lippinas,  Flibu  Roc-t  cbefiau  a  delegação 
nortc-atnerkan.i  á  Confcrciurla  Pan- 
Americana  que  sc  reuniu  uo  Uio  dc  Ja¬ 
neiro  em  julho  de  1906. 

For  11  u  manhã  de  27  dc  julho  dc  1906 
*l»e  o  crttfidor  “Clinricitoivn",  2  cujo 
bordo  viajava  com  aua  família  0  emi¬ 
nente  embaixador  uorle-aniericano, 

1  rn nr  1*02  a  barra,  comboiado  pelo  ooi»o 
velho  **Uarroso",  itido  nncorar  çntre  0 
"Buenos  Airea",  argentino,  t  o  "Drc- 
tucn"  ullemão,  que  «c  achavam  no  porto. 
Depois  dus  primeiros  cumprimentos  tro¬ 
cado»  n  liordo,  o  RnlcáD  "D.  João  VI" 
atracou  ao  crurador  visitante,  levando 
of  senhores  Joaquim  Nubuco,  Chcrmont. 
Domicio  da  Gama  c  Gomes  1-erreín, 
membros  Ha  cominissão  de  recepção  ao 
eminente  hospede.  Logo  depois,  a  hordo 
da  lancha  "Fernando  Lobo”,  chegava  0 
general  Glycerio,  seguido  de  urna  com- 
missão  de  académicos,  tendo  um  destes, 
o  sr.  Figueira  de  Mello,  pronuiidado 
uma  allocução  de  saudações  ao  visitante. 

E  foi  ao  ruído  das  salva»  dnu  forta- 
lezae,  navios  de  guerra  naciotiítra  c  es* 
trntiBeiros.  qne  0  "D.  Joio  VI”  rumou 
tvua  0  Cães  Pharoux,  trazendo  0  sr. 
IClilui  Root,  sua  eenlrora,  sun  filha, 
membro»  da  commissfio  do  recepção  e 
officiacs  às  ordens.  As  onre  horas  da* 
va-sc  o  desembarque,  quando  o  inolvidᬠ
vel  Barão  do  Rio  Branco  já  se  adiava 
nu  cáes,  rodeado  de  qtuui  todo  o  Mi¬ 
nistério  e  pcesofls  gradas.  As  honras 
militares  foram  prestadas  pelo  32°  de 
infantaria  do  exercita  c  o  I"  Regimento 
de  Cavallaria.  Num  pavilhão  previa- 
mente  preparado,  0  sr.  Hlthu  Root  foi 
apresentado  as  autoridade»,  e  á»  com- 
missões  de  académicas  que  haviam  che¬ 
gado  de  Mina»,  S3o  Paulo  e  dx  Bahia. 

José  Mariano  Filho,  então  académico 
de  Direito,  lett  um  significativo  discurso 
cm  francez,  a  que  0  *r.  Root  rcepondcu 
etn  inglea,  sob  calorosas  spplauso#  da 
multidão.  Formou-se  depois  o  préstito, 
em  que  tiveram  participação  de  desta¬ 
que  as  numerosas  rcprcacnatçõe»  acode- 
mica»  do  Brasil,  c  que  rumou  para  a 
Avenida,  toda  engalanada  como  cru  seu» 
grandea  dias,  entre  flores  e  vivas  ac- 
claiuações  do  povo  carioca  cm.  demanda 
do  palacete  Silva,  na  rua  Marquei  de 
Abrantes,  onde  sc  hospedou  0  emérito 
visitante. 

Durante  8  sua  estado  nesta  capital, 
tão  auspiciosamente  iniciada  com  essa 
acolhida  triumphal,  0  sr.  Elibu  Root 
recebeu  as  maia  significativas  homena¬ 
gens  de  nosso  mundo  oíficiat  e  da  popu¬ 
lação,  tendo-lhe  cabido  uma  actuação  de 
destnque  na  Conferencia  Pan-Amcrica 
na  que  então  sc  reunia  no  Talacio  São 
Luiz,  desde  então  denominado  Palaciu 
Monroe. 

O  préstito  organizado  na  chegada  do 
sr.  Root  (oi  interrompido,  cm  plena 
Avenida  Central,  por  um  grande  incên¬ 
dio  que  se  declarou  na  rua  Theophilo 
Oltoni,  c  que  forçou  a  interrupção  para 
a  passagem  do  Corpo  de  Bombeiros.  O 
nosso  hospede,  erguendo-se  em  seu  car¬ 
ro  de  Estado,  acompanhou  com  grande 
interease  o  desfile  galopante  dos  carros 
da  benemerita  corporação  carioca. 

A  3  de  agosto,  0  “Charlestown"  dei¬ 
xava  a  bahia  dj  Guanabara,  depois  de 
uma  recepção  a  hordo,  com  a  presença 
do  presidente  Rodrigues  Alves,  todo  0 
Ministério  e  alta  sociedade  carioca.  A's 
oito  da  noito  n  crurador  americano  dei¬ 
xava  0  porto,  comboiado  pelo  ” Barroso" 
e  pelo  "Buenos  Aires”,  lendo  este  es¬ 
coltado  a  nave  americana  ntc  Buenos 
Aires,  que  Elibu  Root  tambem  visitou, 
depois  de  rapida  estada  em  Montevideo, 
c  com  uma  ulterior  passagem  cm  Vai- 
paraíso. 

Ante»,  porem,  qula  ainda  o  nosso  vi¬ 
sitante  pausar  algumas  horas  eu»  SSo 
Paulo,  onde  foi  recebido  com  honras  ex- 
cepcionaes,  c  ande  permaneceu  até  0  dia 
7  do  mesmo  mez  de  agosto  de  1906, 
quando  enviou  dc  Santos  um  expressi¬ 
va  'telegramma  de  agradecimentos  e  de 
despedidas  ao  barão  do  Rio  Branco. 


A  MENSAGEM  DO  PAPA 

SUA  SANTIDADE  FOI  PERFEITAMENTE  OUVIDO 
PELO  MONDO  CAT1IOLICO 


1(168  . —  59  <H 

Munkip.  de  Sito  Pnnlo 

1953  ......  —  — 

Munlclp.  rio  Rio  do  Ja¬ 
neiro.  n  íi,  mu.  .  30  28  717 

BUNDS : 

Empr.  Rclao  da  Itolli, 

7  :i . —  90  tt 

Itraalt  Frd.  B  tf,  1941  —  50  H 

Rio  Orando  do  8‘.i)  8  tf 

1040  . —  — 

Títulos  do  Estado  de  6âo 
Paulo,  1958  •  .  .  —  — 

Tltuln»  do  F.itado  dc  8ão 
Faoto  7  tf,  J940  .  .  —  95  % 

Titulas  do  Estado  de  81o 

Paulo  8  tf,  1930  .  .  —  •  — 

Títulos  do  Estado  dp  São 

1’fttllo,  0  tf  tf,  1937.  —  34 

UorniM  do  Mlnns  Gernca. 

0  tf  tf,  11150  .....  — 

Bnnim  Ho  Mlnoa  Gerar», 

0  tf  tf.  1950  ...  —  — 

O  doUar  em  Paris 

Paris,  8  (U.  P.)  —  ,V  abertu¬ 
ra,  hoje,  do  mercado  Internacio¬ 
nal  do  cambio,  o  dollar  era  cota¬ 
do  a  vinte  e  um  francos  e  qua¬ 
renta  e  oito  cêntimos,  e  a  libra 
L-stcfllna  a  cento  o  cinco  trancos 
e  doz  cêntimos. 

O  ouro  cm  Londres 

Londres,  8  (IJ.  P.)  —  O  ouro 
ura  boje  coindo.  A  abertura  do 
merendo  Internacional  dc  cambio, 
n  cento  o  quarenta  c  dois  shll- 
llngs  e  ura  dinheiro  a  onça.  ten¬ 
do  sida  realizadas  transacçfles  no 
valor  total  de  duzentas  e  noven¬ 
ta  o  cinco  mil  libras  esterlinas. 

A  cotação  do  dollar 

Londres  8  (U.  P.)  —  A'  aber- 
lura.  bojo,  dp  mercado  Internaçlo- 


O  nome  da  nova  prince- 
zinha  britannica 

Londres,  8  (UTB)  —  A  infanta 
filha  do  duquo  o  tia  duquezn  dc 
Kent  foi  boje  registrada  sob  o 
nome  dc  Alexandra  Helena  Ell- 
zabotli  Olga  Cbrlstabcl,  devendo 
reallzar-se  amanhã  o  baptlHado. 
na  capella  privada  do  pulado  du 
Bucklngham,  offlclando  no  actn  o 
arcebispo  de  Cantuarla,  e  deven¬ 
do  eatar  presentes  o  rei  Jorge  VI, 
a  rainha  Ellzabeth  e  a  rainha 
Mary. 

- a - 

0  embaixador  dos  Estados  Uni¬ 
dos  na  Argentina  partiu 
para  Washington 

Buenos  Aires,  7  (I-Iavas)  — 
Partiu  de  avião,  As  10,30,  com. 
destino  ao  Chllo,  o  embaixador 
dos  Estados  Unidos  nesta  capital 
sr.  Alcxander  IV.  Wcddel,  que 
permanecerá  na  capital  chllona 
em  Valpnraiso  durante  olgimB 
dias,  embarcando,  depois  para  a 
America  do  Norle. 

Pelo  mesmo  avião  seguiu  o 
conselheiro  da  missão  economlca 
hoHandcza,  sr,  Van  B.elon,  quo 
sc  dirige  ao  Chile  alim  de  se  des¬ 
empenhar  do  diversas  incumbên¬ 
cias  relacionadas  com  a  próxima 
visita  A  America  do  Sul  daqueila 
missão. 


nnl  de  cambio,  o  dollar  era  cota¬ 
do  a  4,80.00. 

O  mercado  de  títulos  de 
Nova  York 

Noto  York,  8  (U.  P.)  —  As 
tranfiacções  da  bolsa  de  valores 
fecharam  lioje  com  alta. 

As  acções  dc  companhias  do 
aço  tiveram  ns  maiores  nltus  des¬ 
de  1931.  Os  dftniiU  títulos  soffre- 
ram  alta»,  mns  Irresularmente. 

O  mercado  de  algodão  fechou 
Irregular  em  suas  corações. 

O  mercado  do  cerencs  fechou 
firme.  O  milho  soífrcu  alta. 

Foram  vendidas  durante  o  dia 
do  hoje  2 .990.(100  títulos. 

A’  libra  fechou  a  4.89.37. 

Durante  o  tila  a  colação  do  al- 
gotlrijo  variou  de  elttvo  pontos 
abaixo  a  onze  pontos  mais  alto, 
de  sun  cotação  nnlerlov. 

O  preço  do  iilgrulãu  pnra  entre¬ 
gas  próximas  soffreu  baixa,  duvi¬ 
do  a  Hquldnçào  externa.  Entre¬ 
tanto,  a  cotuçfiu  pnra  rntregas  a 
longo  prazo  permanece  firme,  de¬ 
vido  áa  Informações  de  (alta  de 
humidade  no  Oeste. 

A  cotação  do  assucar  variou  dc 
um  a  dnco  pontos  mais  baixo  do 
que  a  cotação  anterior,  devido  a 
.vcndjta  tardias. 


A  allocução  dc  Pio  XI  foi 
ouvida  com  perfeição 

Chiado  do  Vaticano,  8  (Por 
ltnlph  Forte,  correspondente  da 
Uniied  Prcas)  —  Os  circulou  du 
Egreju  ucham-se  possuídos  de 
grande  satisfação,  conformo  so 
observou  om  totla  a  tarde  o  nas 
primeiras  horas  da  nollc  dc  lion- 
iein,  em  vlrludc  do  oxlto  da  men¬ 
sagem  pontifícia  dtrigld»  no  Con¬ 
gresso  Eucharlstlco  Internacional 
de  Manila.  Oa  prelados  confes- 
sant-so  abortamento  surpresos 
com  u  força  da  voz  do  Santo  Pa¬ 
dre,  quo  sobrepujou  os  cxpoclatl- 
vtiM  gentes. 

Uma  (onto  fidedigna  revelou  A 
United  Press  que  a  mensagem  foi 
lltla  com  n.  maior  facilidade,  pola 
quu.  quando  chegou  a  hora  tnur- 
catbt.  o  punllfloo  Interrompeu  a 
leitura  do  sua  correspondência 
pnrtleuliir,  volveu  a  cabeça  pnra  o 
mk-ropliono  e  come<;oii  a  falar. 

Logo  quo  terminou  a  leitura  da 
monsageu).  o  Papa  retomou  h  sun 
uarrespondcncla.  sem  o  inuls  li¬ 
geiro  slgnal  de  cansaço,  Asslgnti- 
ín-ee  quo  na  véspera,  do  Natal  « 
allocução  era  multo  mulor,  o  al£m 
disso  u  Santo  Padre  «c  áchavti 
com  fortes  dores  nas  pernas  c  o 
coração  enfraquecido.  Havia  alfim 
disso,  motivo  do  maior  emoção 
porque,  na  vespeva  do  Natal,  a 
guerra  civil  na  Hespanha  parecia 
exlremaniento  cruel. 

Na  manhã  do  hontem,  no  salão 
em  quo  costuma  ficar  em  sua  ca¬ 
deira  do  rotltis,  Sna  Santidade  deu 
audiência,  setíaradamente,  a  mon¬ 
senhor  Celeo  Constantlnl.  secre¬ 
tario  da  Congregação  da  Propa¬ 
gação  da  Ff.  ao  governador  âe- 
rufinl,  ao  condo  Dulla  Torre,  re- 
dactor  do  "Osservatoro  Romano”. 
hij  engenheiro  Momo,  presidente 
tia  Junta  Teehnlca  e  Consultora, 
o  ao  padre  Soccorsl,  com  quetn. 
combinou  a  Irradiação  da  mensa¬ 
gem . 

Um  solonno  nfflclo  dc  acção  dc 
graças  foi  celebrado  na  Basílica 
do  S.  João,  bontem,  A  tarde,  pelo 
declino  quinto  umtlverearlo  da 
eleição  o  coroação  do  Pio  XI,  as¬ 
sistindo  A  cerimonia  os  prelados 
dD  Vaticano,  os  membros  ãa  CAr- 
lo  Pupal,  seminaristas  e  diploma¬ 
tas.  ü  cardeal  Marchettl  Selvag- 
glní,  arcebispo  da  Basílica,  deu  a 
benção  cuclrarlstlca.  Antes  do 
“To  Dcum”  foram  recitadas  pre¬ 
ces  pela  saude  do  Bua  Santidade. 

Appcllo  papalino  em  favor  da 
paz  mundial 

Cidade  do  Vaticano,  8  (Por 
Ralpli  Forte,  correspondente  da 
United  Press)  —  Na  allocução 
quo  pronunciou  do  seu  quarto  de 
enfermo,  o  Papa  Pio  XI  fez  um 
appcllo  A  humanidade  para  sa 
unir  nrals  oslrettnmeníe  a  Jesus 
Christo,  afim  do  se  restaurar  a 
paz  do  mundo,  O  Soberano  Pon¬ 
tífice  falou  do  salão  cm  quo  sc 
encontrava  assentado  em  sua  ca¬ 
deira  do  rodas,  com  a  mesma  facl- 
Itriado  com  que  falou  em  varias 
outras  occaslões  81110»  da  sua 
aclual  enfermidade. 

O  correspondente  da  "United 
Press  se  achava  na  estação  de 
radio  do  Vaticano,  em  companhia 
de  oito  estudantes  etlilopcs  que 
derramaram  lagrimas  ao  ouvir  a 
voz  do  Santo  Padre. 

O  Papa  foi  apresentado  em  la¬ 
tim,  Italiano  e  inglez  pelo  padre 
Soccorsl,  que  declarou:  “O  Santo 
Padre  vae  ocoupar  o  mlerophone, 
(Urlglndo-se  ao  Congresso  Euchu- 
ristlco  Internacional  de  Manila”. 

Contrastando  com  a  mensagem 
tia  vespora  do  Natal,  o  Pontifico 
não  manifestou  nenhum  cansaço 
na  voz  nem  pediu  agua.  S6  no 
dor  a  benção  final  6  que  a  voz  lho 
fraquejou  um  pouco.  A's  2,14  o 
padre  jesuíta  John  Kileen  Butfa- 
lony  leu  cm  Inglez  a  tradução  da 
allocução  que  durou  exactamon- 
te  quatro  minutos,  cmquanto  o 
Santo  Padre  falou  por  sela  minu¬ 
tos. 

O  mlerophone  estava  lnstallado 
so  lado  direito  da  çadeira.  de  ro¬ 
das  do  Papu,  quo  tinha  as  pernas 
comploUimenle  estendidas.  Por 
causa  da  vista  onfraqueclda,  uma 
Inmpada  foi  collocada  por  trás  da 
cabeça  do  Santo  Padre.  Estavam 
perto  os  secretários  Vcnltll,  Gon- 
falonlerl  e  Soccorsl,  bem  conto  o 
assistente  Andréa  Marchesl  e  o 
dr,  Miltini.  Antes  que  o  padre 
Kileen  terminasse  a  Irradiação, 
já  de  Mtmlla  communlcavam  que 
a  recepção  era  perfeita. 

O  iradre  Soccorsl  declarou  a 
United  Press  que  o  Tapa  não  se 
fatigou  nem  mesmo  llgelramente, 
o  que  retomou,  depois  da  Irradia¬ 
ção,  a  leitura  da  correspondência 
que  havia  Interrompido. 

O  Papa  recebeu  varias  pessoas 
gradas 

Cidade  do  Vaticano,  7  (Havas) 

—  O  Papa,  cujo,  estado  de  saude  £ 
satisfatório,  recebeu  hoje,  em  au- 
dlcncht,  no  Vaticano,  monsenhor 
Constantlnl,  secretario  da  Con¬ 
gregação  de  Propaganda,  o  mar- 
quez  de  Seraphin,  governador  da 
cidade  do  Vaticano,  o  condo  Dallu. 
Torre,  dlrector  do  “Osservatore 
Romano"  e  o  engenheiro  Momo, 
presidente  do  orgão  consultivo  te- 
clinlco  de  radio  do  Vaticano. 

Pio  XI  não  está  fatigado 

Cidade  do  Vaticano,  8  (Havas) 

—  O  estado  de  saude  do  Papa  não 
soffreu  alteração.  O  Summo  Pon¬ 
tífice  não  apresenta  fadiga  em 
consequência  da  allocução  de  hon. 
tem. 

A  mensagem  do  Papa  trans- 
mittida  pelo  radio 

Cidade  do  Vaticano,  7  (Havas) 

—  E'  a  seguinte  a  mensagem  que 
o  Papa  dirigiu  ao  mundo  pelo  ra¬ 
dio,  por  occasião  do  encerramen¬ 
to  do  Congresso  de  Manilha:  “Vo- 
ncrados  Irmãos,  filhos  bem  ama¬ 
dos:  comquanto  tenhamos,  JA.  por 
occasião  do  30"  Congresso  Euolta- 
rlstlco  Internacional,  aberto  a 
nossa  alma  na  carta  dirigida  ao 
nosso  legado  "a  latere"  queremos, 
não  obstante,  trazer-vos  algumas 
palavras  paternaes,  lulando-vos, 
por  assim  dizer,  do  viva  voz.  An¬ 
tes  do  tndo,  vos  felicitamos  effu- 
sl  va  mente  o  de  todo  o  coração,  por 
lerdes  preparado,  no  atmiversario 
do  Jesus  Chrlsto,  rei  do  Universo, 
occullo  sob  as  volos  cueharlstl- 
oaa,  um  magnifico  trlumpho  quo 
partiu  do  fundo  dos  corações  ar¬ 
dentes  de  caridade,  para  com  o 
Divino  Redemptor,  o  que  não  pode 
ser  considerado  por  nõs  como  uma 
manifestação  de  caridade  passa¬ 
geira,  mas  antes  como  uma  pro. 
mossa  do  ceda  um  collocar  todo 
zelo,  de  conformidade  com  a  sua 
vida.  na  pratica,  de  toda»  as  vir¬ 
tudes  christâa.  Entre  os  ricos  fru¬ 
to»  que  auguramos  c  pedimos  n 
Deus  vos  conceder,  aptnz-mn  s». 
Itenlar  um  que  £  piirtlctltorment- 
propilo.  B*  qne,  A  ciisln  da  devo¬ 
ção  nrals  ardento  da  participação 
nrals  assídua  e  mais  larga  do  San- 
tbsinio  Sacramento  do  Altar,  vos¬ 
so»  esforços  e  obras  pHra  as  san¬ 
tas  mbeSes  cresçam  dia,  a  dia. 
E’  de  IA  que  a  luz  se  faz  nas  a), 
mar,  o  lervor  nes  corações  fieis  n 
a  fecundidade  sobrenatural  nos  i 
lavores  e  emprehendlmentoí.  Co- 1 
•uo  A  grande  actualmeute  o  nu¬ 


mero  do  hcmnnii  qne  estão  crgei' 
Impulsionados  poloH  erre-  c»  pt. 
lua  paixões  movem  guerra  un» 
contra  os  outros,  riltlaiiclando.s^ 
assim,  do  , lesou  Chrlsto.  nur  4  n 
caminho  da  Verdade  c,  ,rp  irailc» 
d’Elle,  correm  lameniuvcimcitt» 
para  o  fim.  V6s,  veneradas  lt. 
mãos,  filhos  bein  atirados,  \<y 
proxlmaes  mal»  cMreitninent, 
d'Ellc,  prentoveiido  a  reparaçà» 
que  11(0  (5  devida.  Agi  mira  qaco- 
vossos  Irmão»  (|iio  esbln  mu  «rro  • 
todos  aqueltos  qua  »e  mit-ontrsn 
nas  trevas  (S.  Lucas  1.79)  Ve|. 
tem,  quanto  niitc»,  para  EU,  que 
£  a  luz  da  Verdade  quo  tmlns  0s 
homens  precisam  reconhecer 
amar  e  servir.  Venerados  trntlot,' 
filhes  hem  amados;  üs  (ctoa  qiiè 
fazemos,  nãu  sómente  per  Intcrm» 
tilo  do  nosso  legado,  mas  tambem 
etn  virtude  desta  caridade  raior. 
tml  iino  nfln  eotiltece  >lréi n iv-io.  > 
atravessa  todua  os  espaços  t  tu- 
gjmitoK  no  Sagrado  Coração  t \ • 
Jesus  para  ipic  a  benção  de  D»;i> 
tudo  roderoso,  T’ae  r  Filho,  cjii 
todo»  os  dlaa  uobre  vo?." 

Cantado  Tc-Deuni  pela  J5.< 
coroação  dc  Pio  X! 

Roirtq,  7  (liavas)  —  Fet  cíl*. 
brado  na  celebre  Basílica  ds  gJn 
João  Ltttrào  o  15*  annlversarlo  di 
coroação  do  Pio  XI.  Fo|  caatsds 
solenno  “To  Doum"  pelo  cardeal, 
vlgarlo  Jlurchettl  Belvugginl,  da 
ante-camara.  pontifical,  em  ptv. 
sença  do  numerosos  prelados  das 
«ssoclBções  «iitliollças  Jcf,  colle. 
glos  de  Roma. 

PARA  NÀO^ATRAPELAR 
0  MENOR 

A  ambulância  tombem,  ferindo- 
se  os  que  neila  se  achavam 

Uma  atnbulanrla  do  Hoaplul 
Miguel  Couto,  a  de  n.  3,  saiu  hos- 
tom,  A  noite,  a  attender  il  uts 
rhamado,  Ao  'pasear  pela  rua  ,ie 
Copacabana,  esquina  da  rua  Eu:- 
ccllos,  um  pequono  sa  precipitou 
á  frento  do  VehtcUln.  O  cliaufíeur 
para  evitar  atro|>elal-o,  deu  uní 
golpe  do  direcção  e  d»  Ut  moda 
quo  «  ambulância  derrapando, 
tombou,  Etn  consequência  de  ar- 
tridente,  rccoborain  ferimtntos  o 
motorista  Orestcu  Rodrigues  sil¬ 
va,  morador  A  ru»  Mario  Botelha 
89,  caBa  4, quo  fmclurnu  o  liraço 
esquerdo  o  recebeu  varlsn  ezen- 
rlnçõe»;  o  enfermeiro  Adalbreto 
nsmo»,  residente  â  rua  Alaria 
Lopes,  33-:\,  com  oscorlncões  gr- 
ncralizadas;  Gcrvasio  Tbeedote 
dR  Silva,  auxiliar  do  turma,  dn- 
mlclllado  á  rua  Guimarães  Na. 
tal,  33,  com  escoriações  n  contu¬ 
sões  generalizadas  e  n  scademl- 
co  Vletorlu  Lamirl  o  qual,  apõs 
no  accldcnto,  tomou  rumo  Igno¬ 
rado. 

Uma  outra  ambulância  fnl  eh», 
mada  a  soccorrer  as  vlctima», 
cujo  estado,  aliás,  não  Inspire 
cuidados. 

Todos,  apõs  aos  curativos,  re- 
tlraram-Bo. 

O  pequeno,  ou)s  Imprudcncle 
deu  causn  ao  desastre,  tembea 
não  foi  mais  visto. 


Atropelado,  o  menor  fallecel 
na  Assistência 


O  menor  cslanlelau.  de  8  ati¬ 
no».  filho  de  EsraiiUlau  Bestei, 
resldcnto  h  rnn.  Jjnráo  dc  Mes¬ 
quita  n.  823,  foi  colhido  per  utn 
auto,  homem,  um  frento  á  rcil- 
dencla,  soffrcndo  fractura  de 
craneo  e  outros  ferimentos  gre¬ 
ves.  Levado  A  Assistência,  Esta- 
itlslau  velo  n  falieucr  ao  ser  ope¬ 
rado.  O  corpo  tio  Infeliz  menino 
foi  removido  para  o  necrotério. 


ULTIMA  HORA 


Manoel  Dias 
Garcia 

TT  Maria  Luisa  Cor- 
FR  rêa  Garcia  e  fi- 
'1/  lhos,  Luiz  Corrêa 
Dias  Garcia  e  família, 
Antonio  Dias  Garcia  So¬ 
brinho  e  familia,  Joa¬ 
quim  Dias  Garcia  e 
familia,  Heitor  Marques 
Corrêa  e  familia  e  Con¬ 
des  Dias  Garcia  c  famí¬ 
lia,  desolados  pelo  ines¬ 
perado  fallecimento  do 
seu  boníssimo  e  querido 
esposo,  pae,  sogro,  avô, 
irmão,  cunhado,  tio,  so¬ 
brinho  e  primo,  commu- 
nicam  que  o  seu  enterra¬ 
mento  será  hoje,  ás  17 
horas  da  Casa  de  Saude 
de  S.  José  (Largo  dos 
Leões)  para  o  cemiterio 
de  S.  João  Baptista. 

(3:330) 


Manoel  Dias 
Garcia 

+  Fontes  Garcia  & 
Cia.  cumprem  o 
dever  de  partici¬ 
par  aos  seus  amigos  o 
fallecimento  do  seu  esti¬ 
mado  socio  e  amigo  MA¬ 
NOEL  DIAS  GARCIA 
saindo  o  feretro  lioje,  ás 
17  horas  da  Casa  de  Sau¬ 
de  de  S-  José  (Largo  do» 
Leões)  para  o  cemiterio 
de  S.  João  Baptista,  e 
muito  agradecem  áquel- 
les  que  o  acompanharem 
á  sua  ultima  morada. 

Dr.  Ulrico  Fróes 

ríd»  lia  ' 

tUeburab  Vi .  FtW 

l»r  Joaquim  MuMÍrG* 
nnli-irii  *)  M’"»  1  ,-i|íE » ^ * 

. . .  '• 

'  -riiic j.  nçrpcj^tni 

<  *ic  jiísiir  rú':€»w*1' 
pe*lo  fxlterlinfiito  tio  .*cm 
qucrlVfl  MpQf  ■  I-  ‘  -  ■' 

hiftü.  i:l,P1CO  e  íjjnjj** 

nicam  que  a  uhsía  Ht  :- 
r»*z«i1a  r-o 

rgrfj,i  »Ic  FmneU-o 


CORRETO'  D~A  MANHA  —  Térçá-íeíra,  9  de  Fevereiro  de  1937 


0  DIA  POLICIAL 


CU/H-SEJ 


SEM  FIO 


.0  governador  íluminen-f 
«e  esteve  hontem  no 
Rio  Negro 

Chamado  pelo.  presidente  dg 
Rjpublloa,  «teve,  hontem,  no  pa- 
Itelo  Klo  Negro,  em  Petropoll», 
a  governador  do  Estado  do  Bto 
ri»  Janeiro,  almirante  Protogenes 
Cíutmarãee. 

S.  «x  deixou  a  capital  flumi¬ 
nense  na  barca  das  12  horaa  • 
tepesaou  do  palaclo  Rio  Negro 
j  tempo  do  viajar  n(t  barca,  de 
ã  30  horas  da  tnrde. 


ABALROADO  POR  OUTRO  1  POR  CAUSA  DE  UM  ESBARRO 


“PINGENTE” 


Arnou-se  um  conílicto,  no  qml 


FDàDUEZA-NEPVüSà 


0  menino  ciin  do  bonde  e  teve  houve  um  morto  e  ires  feridos 

_  J.  Em  Csacadura  occorreu  hon- 

3  perna  esquema  esmagaua  t«m,  *  tarda,  um  vioiemo  contu- 

Esti  Cmsesl  Mm  «Ido  tustssu  f«ui  «to,  talves  motivado  pela  exalta- 
r_  áesnir#»  Qtto  carntvalescn,  o  cujaa  cons®-! 

A>  coltt,  oo  Ilrfo  d.  AMUO,  «•  MUS  ,0ram  bl’tftnl8  l4m*n'í 
<iulni  dá  avealdt  euburbtni,  wn  ttttot  O  soldado  Altlno  Gonçalves 
Jadntbo.  de  13  mos,  filho  de  Jeeé  Hen-  Pinto,  da  Pollcl®  Militar,  e  mo* 
rirjut  Blndea,  mldente  A  rua  Ferreira  rador  &  Avonhla  Suburbana  nu- 
L*Ue  a.  111.  quinfl®  vlajivs  o  um  bondo  *nero  3.088,  achava-ee  na  ru* 
de  l.do  d.  «I -sílaba,  Mlutnm  «ostro,  quanüo  passava  um 

■rlniMU.”  dun  bonde  «o,  ctuwt»  .  tf0° a$fre do  momento.  «m  dado 
fol  «tirado  «o  «alo.  Innlant®,  o  ollolnl  recebeu  ura 

Tio  vrende  eua  Infelicidade  que  eu»  tranco  de  qualquer  transeunte  e 
porie  otquerd®  foi  colhida  per  nm  dos  com  iseo  foi  atirado  mobre  um 
vehleulei  t  «nmigado.  doe  componentes  do  bloco. 

T*oáo  rido  mrilcsdo  P.U  A.ilitmcl.  ,  Altlno  la  vlraj-se  Pava  pidlr 

u.„,  j.niMK.  ,„i  émti  desoulp».,  quaiidu  recebeu  um 

do  Míj.r,  JMlatte  foi  dn»ti  tvno.ldo  vlolonto  ,íoo  na  bíca  ,aiva» 

D.r.  o  noipltil  do  PMBPIO  iocoorro,  vlt,rldo  por  qu#m  f4ra  alcançado 
ond#  ficou  cm  tt.l.racnto,  p,;0  «.barro, 

.  ■  f?4  O  soldado  reagiu  A  aggroaião 

J.  ».  então  se  viu  envolvido  por  lo-, 

oomingo  ne  varnavai  dD.  0.  eamaviioicos  que  o  >g- 

n  .  #■  j  gr.dlram,  chegando  a  derrub»l-o 

no  Prompto  Socorro  de  .  a  puai-o  a  P«». 

.  Conseguindo  levanlar-st,  AHI- 

Nictherov  no,  ®m  desespero,  para  se  livrar 

»  dos  aggressDres,  sacou  da  sua 

-  pistola  e  dsu  varlos  tiros. 

Tm  vtatmas  hospita -  ^^^ífvef^í^r-^hoiai 

»• _ J _  oalu  logo  morto,  com  uma  balo 

IIZQQflS  na  cabeça.  Era  olle  Flemdnt  Xa- 

«Klí  IVT At  S?  tT»« 

pto  Soccorro  de  Nlctheroy,  no  do-  Engenho  de  Dentro, 
mlngo,  primeiro  dia.  de  Carnaval,  Ainda  foram  attlngldoa  pelo» 
attendeu  a  um  total  do  67  aoo-  disparo»;  Oawaldo  doa  Santo., 
corros.  sendo  44  em  domicilio  e  soldado  de  cavallarla  da  Policia 


As  Pilulas  Radway 
R.  R.  R.  combatem  as 
alfecções  do  fígado,  rins, 
intestinos  a  as  irregu¬ 
laridades  dos  períodos 
das  senhoras. 

PILULAS  RADWAY 


PROGRAMMA  DAS  ESTA-  vtowe.  A‘a  U.30  -  Programm.t 
ÇOE8  DE  ONDAS  CÜRTAS  DA  variado  com  Fred  Aetalre.  A  mela 
rvvmiT  mrTRtr  rn  noite  ©  trlnli  *■  Jiniiny  Kidlor  6 
GENERAL  ELECTRIC  CO.  Ho||ywcod  Go„Btp.  A.  ,nuta  noite 


BOA  PELLE  S0’  COM  0 

CREME  MEDICINAL  DE  HAMAMELIS 
Preparação  de  De  Faria  &  Comp.  S.  Joae,  74. 


dei  Sampaio,  â  rua  Visconde  de 
Rio  Branco  n.  2GI:  I  presunto  e 
1  prato  de  carne  de  vacai. 

No  Restaurante  Severa,  da  Ro- 


R.R.R 


Uma  viclima  dos  autos 


(Estações  de  ondas  curtas  da  Oo-  *  “  R°V  Campbell  a  Hoyallst. 

±;?Tvcio-rr- «VT»n“"ST‘--8x 

-  &*?■>  sSí  «Sfi  -  iS-i  CORREIO 

Programma  para  terça-feira,  0  tra  Ruis  Morgan.  A  a  í  —  8h»n- 
do  corrente:  dor  vlollnl.ta.  A  a  2.  OS  -  Des- 

A'«  11.65  —  Novidade»  pelo  podida.  _ 

radio.  Ao  melo  dia  —  Mrs.  Wlggn  _ .  ,  . 

of  the  Cabbag»  Fatch.  A' a  12.16  Profframma  para  quarta-feira, 

—  A  outra  eoposa  de  John.  A'a  ^  corrciue : 

12.30  —  Just  Fluiu  Blll.  A’a  13,46  A  a  6  —  Henry  Buue  e  ttur- 


_  ithdne"  a  "Lígende  Egyptienne", 

S6  podia  aer  Imprevista,  mas  na 
sua  ultima  obra:  “Romío  et  Ju* 
J|/ffTT  Ç  T/^  A  J  Uctle".  dada  em  primeira  audlçío 
ifi  U  ti  A  V-4  *  I  Al  Daadrintiii.  Prnkofleff  narsea 


por  Paedeloup,  Prokofleff  parece 

_ _  eslar  absolutamente  decidido  a  se- 

O  SUCCESSO  ALC  ANÇADO  p(,jr  niogremente  a  nova  dlro- 

FOR  PROKOF1EFF  EM  clrls.  "Roméo  st  Jullette"  d  uro 
PARIS  dlvertlmenlo  choreographlco  lm- 

„  nortente,  em  quatro  actoa,  offl- 

Serge  Prokofleff.  um  do»  mais  '  ■  H  ...  ... 

,  ,  ,  -  „  cia  menta  encommandado  pela 

Va  oroeo»  e  Interessantes  compo-  ...... 

,,  _ Opera  de  Moecow,  e  do  qual  o 

atores  russos  contemporaneoa  y 
....  compositor  extraiu  duaa  “Sultds 

esta  íatendo  enorme  aucceaso  em  '  ...  .  . . . 

_  ,  ,  Agradável  bucccsbío  de  quailroí. 

Parla,  conforma  narra  “Ma-  ...  .  , 

„  de  Inspiração  mala  Itallane  do  qua 

»i  ..  «  ,  _  i-.-M.  I,.  i<  aliakce  pearia  na,  onde  o  vemos, 

Prokofleff  lol-no»  trazido,  ha  jâ 

. .  çomtudo.  sempre  com  InfaJllvel 


iyo  rvçBuiuranio  oe^oia,  u«  _ 1(._la  «nt 

drlguei  4  MerMhSse,  t  rua  Via-  ^  vlSÍa  B.atrl.  ^ 

coral®  4o  Hlo  Branco  n.  306:  3  Augusto  d«T  Silva,  do  40  nuno*i 
franro»  aaaadoB  e  1  prato  d«  car-  moradora  i  rua  doa  Araujoi,  118,  «o,  63 


-A»  cvcançns  de  hoje.  A*.  1  bu-  ~  *!**”**'  PAHIS  dlvertlmenlo  chorei 

rirJ^h^lf^Tl.^  «d-.  A^-^Ul^Sra  serge  Prokofleff.  um  do.  mal»  ™  <'u*^ 

-  O  chrie  níXloso  A*g  1-40  T.16  -  Aventura,  do  Tom  v,l0rOf08  9  lnleresaa„te,  compo-  «“«Mj*  'l,COm' 

—  Wlfer  Saver.  A’»  i  -  OU  »«■  ^ 3®  *52M:  alto»,  russo,  contemporaneoa  OP-tva  d.  Moecow. 

Alnno  A'h  'MB  —  A  historia  de  A  u  A  poQ*»ona  orpna  An-  compositor  «xtralu 

;  I fdary ' MarÜn!  A’a  2.30  -  Pro-  «'«■  A'.  I  -  To  b.  announced.  e8ti  íatendo  enorme  auccesao.  em  *  ■  ,Uecc*, 


ne  de  porco. 


GONORRHÉA 


OD  QUALQUER  CORRIMENTO 
NO  HOMEM  B  NA  MULHER. 


nova  ou 
antlgf 


•offrendo  contundo,  e  ascorlaçd,».  iiywuou  ram  «ou»™.  -■«'<  — 

A  ApslBtencla  prestou-lhe  seceor-  Ia  esposa  de  Dan  Kardlng.  A’« 
.roe,  faiendo-a  Internar  no  H.  —  -  **  * — * 


l.*rr  JerryMarlowee'  Irml  ^  -  »»  ~  ^  ^TT  coMMça  deeeorlptae  de  fd.nu 

Lyon  —  Duelto  de  plano.  A’«  i  ^  da  bo,,|**  0  insinuante  pianista  Arthur  Ru-  ^  ^  ^  ^  ^ 


U-  Dr.  Madri y’o  Band  lafssons.  | dado»  pm  hespanhol. 


Essa  affabll Idade  elefante  e  d® 


—  Dr.  Maddy's  Band  lafesons.  jaoes  om  neapannoi.  ■  a  ®  JU  7  blnsteln,  que  nos  deu  a  conhecer  kssa  arraoiiiaade  eiifinu  e  u® 
A-a  4.30  -  Concerto  miniatura,  T^ieht^A'  mela  algumas  da,  suas  obra,,  entre  *e  bom  tom  í,  em  ,umrna.  multisíl- 

TARAM  AO  D.  P.  E.  6A,14A  rBmUtaS.pSr' vSüiW.  a£  iU  -  vSur  hV  Se.  1  Zu  quase  *vu.lavam,  naquella  época,  mo  agradarei;  ma.  confesso  que 
Apresentaram-se  ®o  Departa-  5. 16  -  Ma  Ferkina.  A*a  6.30  -  J  - ^Orchiwtra  Mero< ■  a  -Marcha”  e.  sobretudo.  “Sug-  lhe  profiro  a  robuila  Itof ua**ra  do 

lento  do  Pessoal,  os  sefulntea  vio  and  Sado.  A  s  5.4B  -  Des-  WütoOlU  4  l  hora  da  ma-  Dlibolloue”.  *4Trolsl«ra®  Concerl  .  para  plano. 


rilu  UOÇIUOI  nill’PO  ou  U  •  -  1’lli  t  utniHH.  »»  «  ....  .  1  ,  I _ _  J-  -  —  - 

CURA  RADICAL  H  RAP1DA  COM  mento  do  Pessoal,  os  seguinte»  vio  and  Sado.  A's  5.45  -  Dss-  5llh  Wdlson.  A  1  hora  da  ma-  tj  Dllbollnue". 
_ _ _ _ _ _ _  .iii.ii».  druaada  —  Orchestra  Hal  Food-  . 


INJECCOEa  H  7  PODERMICAS 


;  M.  ...... ....  .rT  -  — 

sSsSjSí  „wsa,  a.Aü-Aí.ías  "ZZ-*  “ " — ~sz?? . .. 


corros,  sendo  44  em  domicilio  e 


dado  de  cavallarla  da  Policia 


23  no'  poato  central,  que  são  os  I 


seguintes: 


pelo  que  fel  para  o  hospital  de 
sua  corporaçAo;  e  Durval  Xavier 


DROGARIAS 

(Pelo  Correio:  Ra  lOfOOO) 
Caixa  1.07a  —  Rio  da  Janeiro, 

(3152» 

VICTIMAS*D0S  AUTOS 

A  Aeelutoaela  preatmi  «ncoorrat  i«  »«• 
1'intf»  TlctJm»  do«  autoi: 

—  Bcllo  Brntoa  Blaa.  d»  2  inno».  no* 
ttfrr  é  tfiTetu  JHjrnlhfl»»  C nitro.  14. 
nrfpnlndo  na  rua  Sio  José.  ctqulaa  dc 
/v»aida.  Bortrcu  contorfia»  •  eacorli* 
thm 

—  DU-rmnndo  Agatap.  da  14  annei. 
w*»M(íar  I  rua  Onrfo  da  llarndpfi.  102, 
colhido  por  auto  na  rua  Bnddock  Labo 
cniiinn  da  rua  Eataelo  da  BA.  Bufíreu 
eratui4«a  e  aacoriacBea; 

—  Jo»l  da  Bojir.  da  10  annoa,  empre- 
j.-da  ao  canwntrela,  roorudor  A  rua  B«* 
endor  Kabnro.  bcq  nunrro,  atropalido 
n«  rua  Vtaconda  de  Itauaa.  Boífrau  eoo- 
iu«èai  «  racorlacB»: 

—  Armando  Farralra,  da  81  aneoa.  «a* 
prffido  no  eommercl,  naiftanta  â  •▼«* 
cl  dá.  28  da  8etembro.  228.  colhido  por 
aijta  oá  praça  da  Bandeira.  Boffnu  con- 
tuiôM  a  eicoriaçãaa: 

—  Brbaatllo.  da  8  anooi,  filho  de  Cl* 
erro  de  Bouaa,  morador  no  Àlborcua  da 
p-  a  Vontade,  altopelada  na  rna  do  LI* 
n  imanta.  Becehiu  conluiBaa  •  «aaorla* 
ç6ai  cencraltaidai  | 

—  Jcrff  Alva»  da  Bocba,  da  16  ennoa, 
d-  nldllado  á  rua  Jullo  do  Canae,  178, 
atropelado  na  rua  do  Mattoao.  eaqulna  d« 
Eaddock  Lobo.  Recebeu  costuibea  a  «•* 
(rrlaçfiia. 

Ai  eletlmav,  ipda  aoi  curatlvna,  tl- 
tiriratn*ie. 


PARA  OS  BAILES 
E  BATALHAS 

SA  poderã  gozar  e  carnaval 
quem  não  tiver  dflres  nos  pés 
on  comichão,  —  de  acido 
«rico,  frieiras,  etc,;  por  Isso 
xidos  curam  oe  péa  com 
D  B  R  M  O  L. 

Uma  pincelada  dl  logo 
alivio*  (xxx) 

VVHBBMW 
.  - ♦©» - 

Atropelada,  a  menor  fallecea 


Antonlo  José  de  Oltvolra.  resl-  q.  oitvelri.  irmlu  d»  riemonl,  e 
I  dente  1  rua  Visconde  de  Moraes  cem  elle  realdeuts,  timbem  ba- 
n.  249,  vlctlma  de  uma  quéda  de  loado  na  coxn  direita,  ssndo  que 
bondo  na  rua  Presidente  Psdrel-  fs'®  ^ol  medicado  mais  tarde, 
ra  n.  249.  apresentando  contusBes  *"?'  •.  J  3RTJ!KV'  “  4*' 
n®  regl&o  occiplto-frontal.  oom  ^  proprlo  Altlno  foi  m«dlc»dn 
homatoma  da  í^griao  parietal  es-  pd*  AsBistonola.  do  Meytr.  pola 


no  rneop  A  FPANrn  Tenqnto  coronot  iaa^üvno  nc  Prntrramma  n«ra  Qumtn-feir®  Jcíter.  A  1.80  —  orchestra  mos  qu®  Kiibinstein  annuncia.va  c 
DR.  JUKCJfc  A.  I-KANLU  gou,»  dm»,  do  Q.  8  d»  Ç,  por  Profframma  '«ra  qua. ta  rena,  prinW#  Mutera  A'a  í  -  Shaii-  novo  MtorI 

CHEFE  OO  LABORATOniO  DO  inetnK^ão^da "ollcls  Mlllur  do  A‘a  11.65  —  Novidades  pelo  dor,  violinista.  A's  2.08  —  Des-  _  ..Je  val,  exéculer  Proko 

IN8T1TUTO  OSWALDO  CRUZ  —  Dlstrloto  Federal  e  entrar  em  radio.  Ao  moto  dia  —  Mrs.  Wlggs  Pooma.  _  Cleff". 

57.  ASSEMBLÍA.  L*  ANDAR.  DE  tra1iw0. -P.*—  ‘  Ü, ot  l!10  Cnbbage  Çatch.  A’»  12.16  Prn,r,mma  n.rA  milnla-felr».  m  d.v.-on».  nonnella  «stvlo  fui 

I  A'S  I.  TEL.  51-9119 

(7197) 


virtuosismo  Imperturbáveis." 

Assim,  pois,  Seiga  Prokofleff 
cstl  dando  em  Parte  novas  mís- 


inoinicunv  UM  ã  VIIWI»  f ...  — *  UB  T«1«  cam.uroi  *  •  ",,v  ■  - 

_ _ _ _  Dlstrloto  Federal  »  entrar  em  radio.  Ao  niolo  dia  —  Mrs.  Wlggs  pooma.  _  fleff".  •  eatá  dando  em  Parle  nova*  mís- 

AS5EMBLÉA,  ».*  ANDAR.  DE  “câpUã»»*-  ‘  Rulíns^^^oronha  ^  A^utra^e* nora‘ de  John  “a*®  Programma  para  quinta-feira,  b  dáva-noe,  naquello  estylo  fui-  iraa  do  seu  múltiplo  talento  de 

I  A’8  *.  TEL.  39-111»,  Miranda,  dp  1*  MU.  Pont.,  por  ter  „  J#  _  Jll(ll  p,nin  8U.  .v's'  12. 4C  11  <*°  corrente:  guranta  que  é  tio  ecu,  uma  exe-  compositor,  pianista  e  regente,  de 

_ _ ZW>  -  AS  er 1  ho.  ^  -Eddy  Du^ln  «  sua  ov  •  ^  de  vtd(l  ,  de  co.  orchestra. 

RBirnil  mu  n  AMÍMTF  F  5,rc»mln‘T  dro 'h*0R  HCUI.r  MÍ  íai 6 a_tlBaíkBfaíf  W« J! W A™  1  .to  >“«•  A1,  6.45  -  To  he  announ-  lorldo  da  peça  Inédita.  O  noticiarista  de  “Marianne'’ 

BRIGOU  COM  0  AMANTE  E  f4r  ^ld0  cI«;,|(|c4ll0  Vcgl-  _  Como  ser  encantador.  A*  1.45  ceí-  A's  7  —  Bmquinto  a  cidade  Caso  é  que  Frokofloft  se  tornou  qclxa  perceber  facilmente  o  seu 

INCENDIOU  AS  VESTES  mento  e  obtido  permlMlo  per»  _  A  Voz  ris  Experiência  A’s  i  J,orm\  A  .  ,aAv  i  ,urlf8A,.B  quaal  popular,  entre  nôs,  devido  â  cnthuslnzmo  —  que  também  com- 

_  "5rim.I?o,,.1"6t.‘nom.,d6f  VlÔ  or  -  âariín  5  1 »  m"'  A>  7  46  -“A  pe5uwa  «nslztencla  .  predilecção  do  gran-  pari.lhamos  -  pelo  autor  d. 

„  „  e  Hugo  d»  Alencar  Cabral,  do  23*  “r“  “"'y  ,r*rl'n'  T.1  ,  _  orphi  Annle.  A'a  8  —  Cabln  In  de  vlrtuose  em  fazer-lhe  no  Rio  ••suggesliun  Dlsbollque".  —  4IC 

infeliz  falleceu  no  H.  P.  S.  «irac-<s?r00‘r"  Í^TSfilSSl  5JS275S  K.  a*.  V»  Janelro  a  ma!’  ln,0l"sínle  '1aa  - - - - 

dr.  José  d»  Arauio  Moura,  me-  —  Hlllvwood  Hlgh  Hatters.  A’s  Marlows  e  Irma  Lyon,  Plano.  A  s  nronnganda».  n _ 


querda; 


Upr, sentava  ferimento  Incise  no 


—  O  menino,  João,  de  8  annoa  sbdomen  »  expetlla  sangue  pela 

do  edode,  filho  de  Llndolpho  ^ 0 ^ c * ■  ,  ,  .  , 

I , „  ,  Aioioid*  mfln.n,  a  *>«■■  Durval,  vendo  seu  Irmão  cair 
Frelro  de  Almeida,  morador  A  rua  mort0>  iU(0U  C0IR  Altlno.  conse- 

Suo  Miguel  n.  *96,  em  Suo  Gon-  gdindo  tomar-lhe  a  plstçla.  que 
çalo,  atropelado  por  blcyclcta  no  tem  o  n.  20.633. 


dr.  José  d«  Araújo  Moura,  ms-  —  Hlllywood  Hlgh  Itatlers.  A'a  manows  r  irm*  a.yon.  piujiu.  «  »  propagandas.  ,,ncTn  .  nr 

Heloísa  Maria  <]•  Lourdu,  pre-  dlco.  da  8*  B.  I.  A.  C.  (Obldos).  3,30  _  a  esposa  de  Dan  lbrdlng.  ~  Novidades  pelo  radio.  A  s  concertei  Pasdeloup  MOSTRA  DE 

l»,  de  30  anifos,  domiciliada  6  por  Ur  d»  sçgulr  destino  com  A.-  3  4S  _  mu.i0  a„|id.  A's  4.4G  8-35  —  CotaçSes  da  Bolsa.  A'e  9  ABcra  0,  concerio,  rasae.oup  " 

rua  Jullo  do  Carmo,  318,  teve  permls«lo  de  gonar  0  transito  _  _  .  *-«  s  —  a  fu-  —  Aino6'n'Andy.  A's  9.15  —  A  eslão  festejando  eumptuoeamente  CCI  VATCDIA 

uma  deilnlelllgencla  com  »®u.  ,m  Maranguapa  Hetado  do  Csa-  _  *  A*«  6  15  -  Voz  da  Expevlencla.  A'a  P.3«  —  sergo  Prokoflelf  e  consagrando  títL V  AVlWVlA 

amante.  Joaquim  Jíorato,  e,  des-  rg.  dr.  Renato  Bllvelra  Calaldl,  mmafeppor  xoung.  as  b.i»  gcicnca  Forum.  A's  10  —  Hora  .  .  ......  ...  .. 

esperada,  resolveu  matar-.e.  Par»  m.dico,  do  1*  R.  C.  I.,  por  ler  de  Ma  Perkln».  A’a  5.30  -  \  lc  and  ^mnce  ronjm.  a  s  iu  «ora  fis  BU(U  obr4#  gj-njphonlcaa  verda-  - - 

Isso,  trancou-so  no  quarto,  He-  ,»  reoolher  a  esse  regimento,  Sftde.  A  s  5.45  —  Despedida.  variai»,  com  y  •  "  a4lroí  r*cttaea.  A  L„11|_l:J-  J.  Jw;. 

loisa  jogou  álcool  sobre  ts  ves-  Com  permlsaío  psr»  gosar  o  -  L-f*7,U,3l .R° Ui  *S*S*n  ni  S  .  A  DrUtallflaJC  Of  <3018 

tes,  pondo-lhee  fogo.  Horrível-  transito  em  São  Paulo;  dr.  Anto-  Programma  para  qulnía-telra,  ShowbOat.  A  mela  noite  —  Blnrf  Marianne  ,  jornal  vlbiante  »  ..... 

mente  queimada,  a  Infeliz  foi  nlo  do  Castro  Fleury.  modlco,  do  ..  d  corrente-  Ciosby.  A'  1  hora  da  madruga-  jymbolleo,  assim  se  exprime  a  sou  onarnaz.PiVIt  nnminffA. 

psnseda  na  Asolstencla,  vlntle.  a»  r,  av„  por  ter  sido  transferi-  ..  jj0vidndon  nelo  do  —  Vlidlmlr  Brenner,  plonlsta.  ..  .  gUaiadí  CIVIS,  QOIDIIIgV) 

sll,  a  fallsoer.  O  oorpo  foi  man-  d0,  desllgsdo  s  snlrado  em  tran-  * 8  j,  «ovionaon  p* o  A'  1,05  —  Footnotes  on  tho  Heed-  é  -J  n*  D 

dado  ao  necrotério.  sito  até  2  de  março  proximo:  Da-  «J»)?*  ^°,?’el°  d'a  “  11,,..  A‘  1  15  —  Orchestra.  Henry  "PlanlzU,  compositor,  chefe  de  na  AvCdlda  RlO  BrailCO 


logar  denominado  Rocha,  apre¬ 
sentando  fractura  exposta  da  per- 


O  guarda  civil  n.  213  prendeu 
Altlno  e  Durval,  ainda  quando 


na  esquerda.  Jo&o  (ol  Internado  &"írh„°®  _!u w  i.v.un.  «...  . 

_  vj_  _  u.i  o*  ».r .  DanHafg  f  OrfllTl  tlIUDOS  lIVtOQ»  P&T®  & 

no  Hospital  Slo  Jo&o  Baptlata,  dilatada  do  34»  dlitrlclo,  ond® 
—  Annlta  Pacheco,  residente  ã  o  commlssarlo  Mula  sbrju  lnque- 
travessa  Carlos  Gomet  n.  76,  ca-  rito. 

sa  VI,  atropelada  por  um  auto-  O  eadavir  d»  Flemont  foi  re¬ 
movei  na  rua  Visconde  do  Uru-  a,n”í?l*rl°  do  ln“’ 


—  Amoe^-Andy.  A’s  9.15  —  A  eslão  festejando  sumptuoeamente 
Voz  da  Expevlencla.  A'a  9.30  —  sergo  Prokoflelf  e  consagrando 
Science  Forum.  A's  l0  —  Hora  6  BUM  obrM  gj-njphonlcas  verda- 

variada,  com  Rudy  Valia».  A'a  . 

11  —  Lanny  Ross,  apreaenta  o  aelr0B  r«cUaes. 

ShowbOat.  A’  mela  noite  —  Bln«  "Marlanno”,  jornal  vibrante  e 


SELVAGERIA 

A  brutalidaJe  de  dois 


sll,  a  falltcer.  ü  corpo  foi  man 
dado  ao  necrotarlo. 


no  H.  P.  S. 


A  msaor  Allco,  do  16  nof,  filho  de 
Ntiilm  Coben,  tnoradop  A  nu  Tlefnale 
KTJ4.  70.  foi  f<ontnd«  na  AMlatencia 
ptirtien toado  fraciart  d«  bteit  •  conta- 
svtt  fieoerolizailaos  Alice  fôrt  atropela* 
d.i  por  auto  na  avroldt  Paaaai.  proximo 
4  rua  d»  EJo  Pedro,  tendo  o  cbaaffcur 
lr;r»da  oradlr-H.  A  lofolis  menino,  ln- 
t*,-aadi  no  B.  P.  8-,  oelu  flll  a  fallacer 
vodo  o  codoTer  remroldo  para  o  ne* 
tritcrio. 


A»“» , 


guny,  apresentando  forte  conta*  tltuto  Medico  Legal. 
são  no  pâ  direito; 

—  Joeé  Gonçalves,  morador  ã 

rua  Dr.  Morch  g|n,  atropelado  por  ' 
um  aulo  no  Barreto,  apresentar.-  fc.  W 
do  ferida  contusa  ao  nível  da  yw  C*-- 

região  branchlal  posterior.  ^3 táT  \ 

—  Zenlta  Alves  da  Bllvo,  real-  .  ,  IvB  -|g/ V 
dente  ã  rua  Barão  do  Amazonas  V  y\  ^ 

n.  403,  ceaa  IV,  vlctlma  de  uma  ... 

quéda  de  bonde  na  rue  Marechal  Wg  IYQO  jUÍ/l 
Deodoro,  apresentando  farida  oon-  W  lOitM  OS 
tusa  na  região  temporal  esquerdo,  f  IklCmAC 

—  A  menina  Glld»,  filha  do  I  ■ll«tVlW9 

Joio  Garcia,  de  6  annos  de  edade  I  U-lTZ.  _ _ í2y  N 

residente  ã  rua  Banlo  d»  Maui  I  COto  ^ 

n.  338,  casa  I,  na  Ponta  d' Areis.  ®,  ■■■  ■■  m/f/A 

atUngida  por  um  fragmento  d*  TTvB|  ■  4 

vidro  de  lança-perfume.  apreaun-  BB  m  m  ! _ 

tando  ferida  contusa  na  rczlio  '^■MjígjâÊE^HãBHB 

mentonlnna  (queixo);  MJT 

—  Romano  Gomes  Coutlnho.  (  |fvWaHH®p®p®||M|^| 

pintor,  rcstclents  d  rua  Martins  /V JriÇ  f1 

Torres  n.  1S6.  vlctlms.de  asgre»- 

sto  a  zocos,  na  rua  Dr.  Mario 

Vianna,  apresentando  ferida  con¬ 
tusa  na  região  malar  direita;  ”,x) 

—  Raul  Cândido,  residente  A  »  •  TTi  L  T 

travessa  Uma  n.  47,  na  Engenho-  ITI8I8  UIDS  llÇdDn»  Uf 
ca,  mordido  por  um  cão,  no  largn  ç 

Oo  Barreto,  apresentando  Mridn  Oaljllarclna 

contusa  na  perna  esquerda;  Foi  submettldo  hontem,  a  exa- 

—  Dlonysla  Santos,  residente  me  de  corpo  d»  dellcto,  no  Insti- 
no  morro  do  Holophot»  n.  31.  «uto  Medico  Legal,  o  lavrador 

Antonlo  Macarlo  Guedes,  domicl- 

atropoladapor  um  ‘uto.  na  rua  ,lld0  no  logar  denom|n8flo  Ata- 
da  Concolção,  apresentando  ira-  quli  no  dumlnxo  4  tarde, 

atura  dos  ossos  do  tarso  direito;  (0;  vlctlma  d»  uma  estúpida  e 

—  Nelson  Guimarães,  residente  covarde  aggress&o  por  parte  de 

ã  rua  Conego  Goulart  n.  33,  vl-  dois  desordeiros  —  Manoel  Sa- 
clima  de  quéda,  no  rtnfc,  apre-  W™"*  '’í.m!oXrlo  "h" 

sentando  ferida  contusa  na  região  ola0°  ^sd^r^jacario  qu.  epre- 
fronto-occlpltal;  sentava  vsrlas  iiontus6e»,  foi  ag- 

—  O  menino  Ubertlno,  filho  de  gr.dldo  a  soco»  e  taponas,  no 
Joaqulna  Pinto  Amorlm,  reslden-  terreiro  s  mesmo  no  Interlo  do 
te  ã  rua  Dr.  Paulo  César  n.  330,  sua  casa,  onde  se  efuglou  da  sa- 
vlctlma  do  quéda  de  bonda  na  Jj*  doa  seus  aggcasorss  gratul- 

mesma  rua,  apresentando  fractu-  A  mulher  d»  Mecerlo,  Albertlna 
ra  d®  clavícula  eaquarda  ®  ®*ca-  silva,  apresoutava  lambam 
rlftçties  gcnorallradAs;  uma  grande  eclitxnoa®  em  torno 


alto  alé  3  de  marco  proximo:  Da-  Ao  melo  dia  —  Mif.  wigi;®  •  18  —  Orcheitn  Henry  “PlanleU,  corapoeltor,  chefe  de 

X  dorl‘*l0Bâ0C..  iTo^tffriírí;  Touua  ^ora  de  jXVH  Bwj.  ^  LSO  -  Oroh^ra  Fr.n-  orchestra,  Prokofleff  é  uma  das 
transferencia  e  entrar  em  tran.  12.30  —  Just  Platn  Blll.  A’s  12.15  “*8  H“8“-  A  s  2  —  Shondor,  Mo-  f|£ur»s  mala  Interessantes  da  arte 
sito  que  tsrinlnarl  a  3  d»  março  _  A8  creanças  de  hoje.  -V»  1  ho-  1,nlsta-  A  8  08  Uespealda.  mufl;cai  contemporânea  que,  dea- 


proximo; 

Segundos  lenenlea  —  Erolhide» 


ra  da  tarde  —  Davld  Harum. 


Ine».  A*  1. lí  — Orchestra  Henry  "PlanleU,  compositor,  chefe  de  na  Avenida  Rio  BrailCO 
lusse.  A’  1.30  —  Orchestra  Fran-  orchestra,  Prokofleff  t  uma  da» 

:(e  Busie.  A'e  2  —  Shandõr,  vio-  f|CurM  mais  Interessante»  da  arte  Louvável  foi  a  Iniciativa  da 
Inlsta.  A-s  2.08  -  Despedida.  ,  ,  oonleniporanea  dca-  Prefeitura,  collocando  em  dlver- 

■  .  i  «  «.  «esrai jas»»  60i  pontos  d®  avenida.  Klo  Brin* 

Programma  para  sexta-feira,  12  d®  as  suai  primeiras  manifesta-  cq  auto.fRjRnteBi  dando  mâlor 


aejunaoa  lenemca  — -  nromiaue  -  __  w|f«  A’  1  30  rrogrsmma  para  ®exia*ieira,  xé  . . .  . . 7  co  auto-falantes,  oanao  maior 

t  ti,  a.  Bísnoel  Prgiss,  do  lí*  -1  Rativ  Mnorn  Triancla  Club  A’b  do  corrente:  C&es,  coube  conquistar  a  opinião  aleorria.  &  mauêa  popular,  dlvul* 

do%oUKlo,  dr.  Farl®  noCId4  do°corríi»iCe0;  Dorival  ãon-  1.46  —  Wlíe  Saver.  A'b  2  -r-  Glil  A’“  *  TJR  T}m*  Rt  MomUa.  pUbUca  •  a  eetlraa  doa  mustclataa.  gr.ndo  as  muiicaa  camavaleicU. 


dircotor  do  Instituto  Medico  Le 

?»1  do  Estado  Ao  Rio,  dr.  Xarla 
unlor,  designou  o  dr.  Luls  S.  ds 
Quelroí,  pera  proceder,  ns  referi¬ 
da  localidade,  o  exame  cadavéri¬ 
co  numa  creanolnha,  vlctlma  dt 
um  Infanticídio. 


deraon  de  Quolros  aoguo  hoje,  .mbercar; 
paio  primeiro  expresao  da  Leo-  com  permlts&o  nexta  capital: 
poldlna,  TAnAnl«  flnrntital  Franniica  Jo 


Musle  Gulld.  A's  4.30  -  Coita-  ÇnnoScs.  Barry  Mc  Kinloy.  a;s 
gloes.  A'a  4.45  —  Cotumna  ne-  8-88  —  Novidades  pelo  radio.  A  e 

p  _  .  ...  .  .  0  _  Drnirrnmrnn  hsiRnanhnl  A 


BIN«olh»“dit»"hes  sobre  a  triste  velra  ds  àânVAni*.  do  1*  Btl.  f"  Hlllywood  Hlgh  HatUrs.  A>  3.30  A  s  7.30  —  jacK  Armeirimg.  A  S  Kussevltzky.  ou  ainda  doa  roprs-  bas  eram  dançados  por  eentenil 

occorrsnda.  ví  por  *e?  obtido  permissão  para  -  A  esposa  <le  Dan  Hardlng.  A-u  a^.^^foPr8r^,'nT.,e^hiAv  ?  ?5  «ontaçOea  de  -Choux"  e  de  "Pas  de  populares.  Cerca  de  11  hôrw 

O  medico  legista,  dr.  Luls  San-  goear  o  transito  em  Sergipe  »  3.48  —  O  folia  Jaok.  A's  4  —  £  a  »  —  «orr  »n  raies.  A  s  o.io  Bailados  Ruesos  7  1)8  nolte.  que  a  onda  que  ts 

-  -  ■  ■  '  Jmbarcsr:  Musle  Gulld.  A'a  4.30  -  Colle-  '  Mc  WntoJ.  A  «  d  Aclci  ■  nos  Baimuos  i  uesoe  r  dlveI.„a  d„M  0  menor  mot|v0.  o 

com  permlsa&o  neata  capUtl:  gloes.  A*a  4.45  —  Columna  ns-  J-JJ  —  h^ovidades  pslo  radio.  A  s  Essa  musica  tuibuknto,  auda-  liarda  clvj,  n#  ggO,  soguldo  do 
Tonsnte  coron®!  ^r*nJÍ"c® .•???$  rea.  A'b  5  -  A  família  Tenner  8*38  --  Programma  bsspanhol.  A  s  cjoaa>  cjieja  de  inovações  foll-  d0  n<  corooceu  a  sspancar< 
autorisaoâo  pára"  oguardir  bn«s-  yoon^-  A's  6.15  —  Ma  Perklns.  *  so"— 'coIr-  ses,  envolta  em  rythmoa  e  melo-  brutalmente,  os  populires.  Impe- 

VSEP  f  ■  ■■"-V*.—  —•  «  S*S  £2  V.",S  Z  SS.  tt.  .=,1,™....  uma  «.O.  «,  W»  O.  =- 

-asa.  -  m,»..  ç., ......  M‘  m —  KSaircSnssik.  A;v.’. » «"»■  z  ísssssz 

Carmsllo,  do  5’  tí.  C.,  por  t®r  J.®  {««Li»  dia — Wlm  A1»  11,80  —  Côrt*  ds  relaçôe®  hu*  moda.  Ho|e.  csia  porionaildado  oi*dcm  ,  havendo  correria®  s  atro- 
gow  nu®  t«r-  •  r  hh  Pftérh.  Vl  12. IR  manas.  A*  mola  noite  —  A  pri*  n^rect  quersr  evoluiu  para  o  ge-  pelamentos. 


6.46  —  Despedida 


ENFERMA,  TOMOU  IODO 
A  joven  foi  internada  ao  H. 

P.  S.  ein  estado  grave  carmeuo,  ao  5»  u.  g.,  por  i»r  .....  .  ..  _  ..  wiecR  A's  11.30  —  COrte  de  rehtçoes  hu-  moua.  «oje,  csia  pcrionojiuano 

vindo  em  goso  de  ferias  que  ter-  •  -pu,,..  paicp.  v5  tj.ifi  mants.  A’  mela  nolto  —  A  pri.  pa,pec,  querer  evoluiu  para  o  ge-  pelamentos. 

»p en»«a  :o"an no'.  ° J acy1  Vtehra  4  ^  Prlm.íro"  tsnsn^^ewaldo  pe-  —  A  outra  esposa  d*  John.  A‘e  TnBvari?.^tghn^  frem^ ^oílelie  eam°  n8ro  íe,lcado  *  I,recloao-  SeIn,*  conveniente  que  esm 

uma  joven  dominada  por  forte  sltry.  d  o(*  R.  C.  D„  por  ter  vln-  13.39  —  Juet  Plaln  Blll.  -Vs  13,43  f  r m  * ■  lhante  transformação  do  estylo  e  Ir.lmlgos  do»  qua  e»  dh ertéra  «• 

neuraathenla.  «o  «m  goso  d»  ferias  qus  terral-  —  Aa  creanças  de  hoje.  A’s  1  ho-  Pu;“  throughout  th»  counlry.  A  cebessem  InslruoçBcs  de  seus  su> 

N»  manhã  d»  hontem,  sob  uma  nam  a  24  do  corrente;  m  ja  tar(jc  _  Davld  Harum.  A’  1  hora  <lâ  madrugada  —  Orgsnle-  de  tendcncla  Jã  as  fez  eenllr  roa  pCrioreSi  para  n8.0  tnals  repelirem 

das  crise».  J»ey,  sm  sua  rssldsn-  por  outro»  motivos:  1  15  —  Bockslane  Wlfe.  A'  1.30  ,a-  John  TVlnters.  A  1.05  —  pecentes  bailados:  “Sur  de  Borns-  0  10t0  de  selvegerla. 

ala,  4  rua  Xfatheua  Silva  91,  em  Coropels  —  Euetunlo^  A»  SI-  ‘r  Bnr-nrtartnr  A’  1.48  Spcaker,  George  R.  Holmea.  A  — _ 

Inhaúma,  Ingeriu  uma  regular  queira  Camucé,  do  5*  B.  C„  por  ~  Como  ser  encamaoor.  ai.io  _  tra  jMlern. - ' — —~ 

porção  de  lodo.  conclu»4o  dee  perlq»  em  cujo  —  A  Vos  da  Bxpcrtencu.  A  i  .  _  0„he.tr.  Key  Noh!t. 

A  Asalatsncla  do  M»y*r  medi-  goso  »e  achava;  Alberto  Duarte  —  Glrl  Alone.  A  8  -•1B  A  hlS-  ;  .  _  DeBBaiii(.a 
oou-a  e  devido  seu  sstado  ser  de  Mendonç».  do  18"  B.  C.  por  toija  de  Mary  Marlln.  As  3.30  A  a  .  pespeoiaa. 

grave,  foi  removida  para  o  Hos-  terminação  de  licença  prêmio;  _  rrocramma  Farm.  A'a  3  — 

pilai  d»  Promple  Soccorro,  onde  Onvaldo  Gomes  d»  Costa,  de  an-  orchestra  Dlck  Fldlor.  A's  3.15  Programma  para  eaDbadO,  13  do 

ficou  «m  tratamento.  genharl»,  por  lar  regressado  d»  _  Hollywood  HICh  Hattera.  A'a  corrente: 

A  nreltrila  ^ r»  tÍP  fliRAririft  toiVlOU  MtattO  CJro.THO.  OllÜ*  fOTft  A  iOrvl-  .  0  ...  A*«  1  _  Vrt  h*  nnrAlinrfiT.  A*« 


- TC-V - - 

Mais  uma  façanha  de 
Saquarema 

Foi  submettldo  hontem.  a  exi* 


nBUrtflinsniEe  «<»  om  buou  uo  wm»  — *  Aa  crcniiws  ue  o  i  nu*  »  :  -v  .  ,  .  .  ..  ,  _ i  vswwovu  -- 

N®  manhã  d®  hontem.  «ob  um®  nam  a  24  do  corrente:  m  ja  jar(jc  _  Davld  Harum.  A*  1  hor*’  <5a  madrugada  «—  Organlo-  d®  tendcncla  Jã  aa  fez  sentir  nos  |  pcrlores.  para  não  mais  repeliram 

da®  crla«®,  Jaey,  em  sua  reslden-  por  outro®  motivo®:  ti®  _  Backatace  Wlfe.  A'  1.80  ta*  John  Wtnten.  A  1.05  --  recentos  bailados:  MSur  de  Borni-  0  aoto  ds  sclvagerla. 

ola,  á  rua  Matheu®  Silva  91,  oin  Coropel®  —  Sueionio  d®  SI-  c  oncantador  Á*  1.45  Spcaker,  George  R.  Holmei.  A  _ _ _ _ _ _ _ _ _ 

inhaúma.  Ingeriu  uma  regular  queira  Camucé,  do  6"  B.  C„  por  -  Çomoserencamaaor.  ai.ic  _  tra  K]nc  j„lern.  -  -  - : - — — 

porção  de  lodo.  concluiilo  des  pcrlq»  em  cujo  —  A  Vos  da  Bxpcrtencu.  A  »  -  0rche.tr.  Key  Voblv.  ^ 

A  Asalatsncla  do  M»y*r  medi-  goso  »e  achava;  Alberto  Duarte  —  Glrl  Alone.  A  8  -•1B  “A  WJ*  .'.  -  _  Deaoedtda  I'-i  d  1 '  [IíllLlIILl^^Fj.1 1 

_  ...  .  _ I  B  n  n  r'  nnr  .......  >Tn,  n  A1.  1  70  —AS.  —  li.  EL  V 


pitai  de  Fromplo  soccorro,  onue 
ficou  «m  tratamento. 

A  policia  do  29*  dlatrlcto  tomou 


A's  3  —  To  b«  announoo'1.  A’a 


Em  todas  as  feridas  de  qualquer 
I  origem  mesmo  as  de máu  caracter, 

IniofiadüSBcatiuadéS.LAZ&Rfll 

E’0  REMEDIO  INDICADO 


mesma  rua,  apresenianuo  ira«u-  A  mulher  de  Macarlo.  Albsrtlna 
ra  da  clavícula  esquerda  •  erea-  ra  Silva,  aprosoutava  tambem 
rleçOes  generalizadas;  uma  grande  eclitmoss  sm  torno 

—  Alcides  Silveira,  morador  d  do  olho  esquerdu. 

rua  Cario.  Maxtmlano  n.  25.  vl-  ..  *o  'ha  ser  perauntado  «e  illa 

otlma  da  quéda  do  bondo  A  rua  í^a%  "C.bocl2"  Tía  rs.poídM 

Sao  Louronço,  apresentando  oa-  m6lo  -4  guache": 

corloçSes  generalizadas;  —  Hão  senhor,  Iseo  foi  ed  com 

—  Clarlta  Silveira,  residente  à  »  meu  marido. 


rua  JoBê  Clemente  n.  46,  attln- 


Instaurado  Inquérito  na 


clda  por  um  estllhaqo  do  vidro  de  Delegacia  da  capital 
,  '  í,,i  Saquarema,  "Caboclo"  e  outros, 

lança-perfume,  apresentando  feri  oon,orm#  temos  divulgado  varias 
da  Incisa  na  reglao  thenar  da  VMeSi  tém  praticado  Innumsras 


m&o  direita: 


façanhas  desta  natureza,  certos 


PODEROSO  ALIMENTO 


Caiu  do  Irem  e  falleceu  no 
H.  P.  S. 

6  smdn-ffálnâ  da  Ccatrtl.  Pâiildonlo 
Mi  fia  EaofAanâ,  do  41  anooa.  ca»ádo. 
tucrujor  4  ru»  J«»u«  O»»lor  n.  S,  foi  vl- 
ctlni  do  qutdi  d«  trem  d»  «táçlo  da 
iríli  Brtocn,  loffrendo  «ituigiraeuto  d» 
crnbá»  ••  p«rn«i.  O  infclls  vela  «  f«H«- 
ifr  no  Proinjito  Boccorro,  ío  »cr  opofádo. 
íi  cadáver  foi  rumor  Ido  jhwr  o  nccrote* 
rio. 


_  O  menino  Alberto,  filho  de  da  Impunidade  que  lhes  6  garan- 

Elyslo  ReveHIs,  de  8  anpoe  de  tWa  por  pessoai^ri®  influencl®. .. 
eflade,  residente  A  rua  Benjamln  — ^rS)r— 

rs  Sfii-KÍ  KWH®  DE 

apresentando  escoriaçfSes  no  ooto-  DA  CAIXA  ECONOMICA  B  DE 


A  dir  de  cabeça  pro¬ 
vém,  na  maioria  dos 
casos,  de  piisSo  de  ven¬ 
tre  de  má  dlieslio. 

Nio  elimine  apenas  o 
mal,  elimine  a  causa 
tambem  com  o  saboroio 

“SAI  Dl  FRUCTA” 

ENO 


Justiça; 
dr.  Ai 


Augusto  Haddock 


0  segundo  dia  de  carnaval  do  “CORREIO"  ESPIRITA 


mT.'eão''do'mInI»troT  ^  '  raflto.  Áõ"  melo  dia  "-—  Charlo-  chestra  Bluo  Barron,  A’s  8.30  -  NirlWnv  — 

Capitães  —  Juão  Corrêa  dos  teM.s  A'b  12.15  —  The  Vasa  Fa-  Nnvldadés  pelo  radio.  A’s  8.33  —  «—  BICIDCIUy  —  As  deolaraçOes  que  nos  faiem 

Santos,  da  E.  T.  E.,  por  ter  ob-  ..  '  . ,  .»  .«  _  Manhatters  Contralto.  Bonla  Essln.  A's  8.45  ol  espiritos  uae  reunlíea  ond»  e» 

lido  permlselo  para  gosar  ferias  .  ..  ».  ,  hora  da  —  Novidades  religiosas.  A's  9  —  Não  foi  menos  lntenao  o  traba-  manifestam,  são  por  toda  a  parte 

em  São  Lourcnço;  Altplo  Benedl-  com  Arthur  Lang.  A  l  nora  na  Jlmmy  Kemper.  A'«  9.15  lho  do  peaeoal  do  Serviço  d»  confirmadas  no  que  dia  respeito 

cto  Cerquelra:  de  Castilho,  vete-  tarde  -  Jndy  e  o  Bunch.  A.  1.15  A-s  Prompto  Soccorro  de  Nlctheroy,  &  ,orte  doe  nabltantea  deade 

rlnarlo.  do  S.  S.  31.  da  9*  R.  M.,  -  ImpressSes.  plano.  A'  1.36  -  -  Hamptom  Inalltute  singers.  A  s  hont#^  „gundo  dla  de  Carna-  mundo.  O  eeplrllo.  na  aua  phaie 

por  ter  sido  exonerado  do  qua-  o  chefe  myBterloso.  A’  1.45  —  9.30  —  CotaçSes  da  Bol3a.  A  s  iu  y4l_  Inlclsl,  não  tem  o  deaenvolvimsn- 

dro  d»  snsjno  d»  E.  V.  E.  e  ter  Hoine  To\vn,  eltetch.  A’s  2  —  To  —  8alurday  NIght  Party.  A  s  U  encerramos  l«  Intsllectual  apto  a  comprehen- 

sido  olasslflcado  no  S.  8.  M.  da  b  nnn0,mced.  A‘s  2.30  —  Pm-  —  Snow  Vlllage  Sketchos.  A»  *« «otliSa*  havtaaa  êldo  medi-  der  as  leis  divinas,  Isto  Indux  a 

D"  B.  31.::  Eduardo  de  Pontes  ve-  »J  A-,  3  L  chapol  «1-30  -  Chateau.  com  Jou  Cook.  «'a  nctlcU.  haviam  .Ido  medi  mu|toa  um  „ta(j0  de  mdolenc ta. 

Urinário,  por  ter  MdocJ...lf  Irado  Tid.pnrsch  A'  mela  nolto  e  trinta  -  Irvln  S.  "j^phlna  Maria  da  Conceição,  f»  ^'«ters»88  d»6  alma  o*ue  nãõ 

8-  *•  “  QU  **  A's  4  —  Yoiir  Hnst  Io  Buffalo.  A’s  Cobb  e  seu  Paditcah  Plintatlon.  residente  à  rua  Fagundes  Varei-  ll'*03'  8 IL1, nenküm 

Primeiros  lenontee  —  Dslmo  4.30  —  Contlnontsl.  A's  5  —  >tu-  A-  1  hora  da  madrugada —  V1»dl-  la  s|n.,  vlctlma  de^quéd»  de  bon-  co^Pho  nenhuma  Ucção.  Nâe 

Benlei  Monteiro,  do  eng.,  por  tor  ,|Cns,  Waltcr  Lognn.  A'a  6.30  —  mlr  Brenner,  pianista.  A  1.06  ínriltnííndo  °ferlda  coiUuss  ns  podendo  viver  em  sociedade  com 

sido  designado  auxiliar  de  lns-  Rcvlrins  Vcek-End.  A's  6.45  —  Sporfs,  por  Ciem  Mc  Carthy.  A  ^ Is.iíardã  outros  espíritos,  necessita  de  fa- 

truotor  do  curso  de  engenhsri»  1.16  —  Orchestra  Leo  Brown.  A’  i«lflo  parietal  «iquerua.  - - - - - 

ds  E.  M.:  Carlos  Pses  Leme  Can-  1  1  30  —  To  be  announced.  A's  2 


Ajie ds*«l . . . 
li|U(*  ■ 


5vs»e, 


vcllo  esquerdo  e  em  ambas  es  RuaTÜrí*“camíis“m  49. 
pernas:  (30170] 

—  Alayde  Marcos  Soares,  resl-  _ 4(5+ _ 

dente  em  Pendotlba,  vlctlma  ile  «  urimn  pni  rniuirvft 
quéda,  apresentando  esçorlaçOes  U  ItltrlUK  “UI  UJLfllL/u 
nos  cotovelloa;  DAD  AIITA 

—  Cacllda  de  Oliveira,  reslãnn-  «UI»  rtUIU 

te  6  rua  B5o  Januário  n.  118,  vi-  -  _  _ 

ctima  de  quéda  de  bonde,  apre-  (;0|n  varjas  fracturas,  foi  Hl 
sentando  contusão  na  região  es- 

capular  direita;  temado  IK>  H.  P.  S. 

—  Abelardo  Silva,  morador  no 


3IACHINAS  S1NGER 
Rua  Luls  da  CamOee  n.  49. 

(30170) 


0  MENOR  FOI  COLHIDO 
POR  AUTO 


morro  da  Penha  n.  T7,  vlctlma  de 


teraado  no  H.  P.  S. 

A’  tarde,  na  ru»  Padre  Tele. 


truotor  do  curso  de  «ngenhsria  _  ,,d  1,16  —  Orchestra  Lee  Brown.  A’  região  parieiai  wquerun.  r*r  a  sua  Incarnação  num  planeta 

da  E.  M.;  Carlos  Pses  Leme  Can-  1  l  36  —  To  be  announced.  A's  2  —  Joaquim  Medeiros,  morador  d8  condlçftea  naturaos  rudes,  onde 

guçu1,  do  engenharia,  por  ter  sido  ç_v.n.r,ajv  _  N  ¥  —  USA  -1  Shandor  violinista.  A’s  2. 9S  ã  rua  Vleconde  de  Itaborahy  nu-  para  pr0Ver  4s  suas  próprias  ne- 

tldo  permissão  para  gosar  ferias  Scnenectaay  N.  x.  u.a.a.  anan  ,  míro  J;i)i  apresentando  ferida  cesslda.dea  obrlga-se  a  trabalhar 

em  Campinas  (S.  Paulo)  e  om-  .  _  _  Despeaiaa.  contusa  na  rsglio  suparclllar  es-  t  vlVBr  #m  loc|edade  com  outras 

- -  R«t»r«p«  ria  ondas  cuitas  na  üe-  querda,  sm  consequência  de  qué-  creaturaa  Incarnadas,  para  ma- 

da,  tecla)  e  moralmonte  se  assistirem 

—  Francisco  Ribeiro  do  Sousa,  e  conjugarem  esforços  pxra  o  re- 
soldado  da  Foiça  Militar,  vlctl-  clproco  bem  astar. 
ma  de  aggressão,  apresentando  Reallaa-se  do.ta  fOrm»,  em 


Programma  para,  terça-feira,  9 


:<*£-  (Íí 


TOSSE  BRQn<hiteS 


FKYHATOSAN 


Duas  victimas  dos  autos 


O  menor  Helln»  de  IS  «dgci,  filho  d® 
Lnli  Gontig»  Ollteira,  morador  4  rui 
61o  Tranclico  Xcvlcr  a.  QTI,  cvu  1. 
foi  colhido  por  «uto  cm  fronU  A  reilden* 
clt,  loffretdo  fractura  do  craoeo.  O  In* 
MU  pá^urB®.  ipôa  ®oi  curallvoa,  o»  Aa* 
Uálroct».  foi  rerniblda  do  H.  P.  B. 

—  Oiitri  vklinit  doi  autoa  boaptuil* 
•adi  foi  o  mrnro  Murlllo  Tarrclra,  do 
13  anno»,  morador  A  roa  Bnrio  de  Báo 
fellx,  37,  «tropflado  rr«*l®o  *o  íino*' 
ciilo.  5offrau  conlualo  abdominal  •  •«* 
%crti*;òfi.  O  cbauffour  to;rou  fugir. 
- *£+ - 

MOLÉSTIAS  DO  FÍGADO? 


quéda.  ^tan^tortda  con; 

tusa  na  roglao  parietal  esquard,!,  d#  Apooto  canga,  do  11  annos  ds 

—  Laurlndo  Pires,  morador  em  cdadBi  morador  4  rua  Jota,  a|n.p 
São  Gonçalo,  no  logar  denomina-  iendo  soffrldo  fractura  de  am- 
do  Barracão,  atropelado  por  um  bos  os  braços  o  da  coxa  direita, 
auto  na  rua  Benjamln  Constant.  além  de  contusíos  e  escorlacíca 
apresentando  íractura  sub-cuU-  B*^^‘'p0,n  Assistência  do 
nea  completa  da  tlbla.  direita,  rra  ^|Cyflrt  0  pobre  menor  foi  remo- 
cturA  da  6*  costelia  direita  o  es-  vjdo  parR  0  Hospital  de  Prompto 
corlajçãoa  do  punho  esquerdo.  Soccorro. 

Laurlndo  foi  Internado  no  Hospi-  — — 

tal  de  São  João  Baptlsta;  ZELANDO  PELA  SAU- 

—  Francisco  Rodrigues  Coelho. 

morador  em  São  Gonçalo,  atrope-  QQ  POVO 

lado  por  um  auto  no  logar  deno¬ 
minado  Sete  Pontes,  apresentnn-  „  _  . 

do  fractura  aub-cutanea  completa  jYlCSniO  DO  vSrD8V3l  a. 
da  tlbla  esquerda  e  esoorlaçOea  ,  -j  j  -.  • 

generalizadas.  Francisco  foi  In-  3litoriQãu6I  lãllltftriftl  QC 

S3£,”  *’  J““  Nlctheroy  tr.b.lhar.m 

—  Newton  Pinheiro,  morador  Em  oh^iencia.  ao  programma 

na  rua  Oetavlo  Carneiro  n.  38,  do  d|r8C(0r  d9  Hyglone  Municipal 
atropelado  por  um  auto  na  Pr»Ctt  d()  Nlctheroy,  dr.  Adalberto  Gul- 
Martlm  Alfonso,  apresentando  n-al^ieii  ppossgue  eem  desfallccl- 
contusOca  o  cscorlaçflés  generall-  mentog  tt  campanha  de  repressão 
zadas;  aos  envenenadores  do  povo.  O 

—  Maria  José  da  Conceição,  re-  |na p«clor  santtario,  dr.  Francisco 
sldente  no  Campo  do  Ipiranga.  ^evareg  junior,  acompanhado  do 
atropelada  por  um  auto  na  Ala-  _uai.da  Astolpho  Mendonça,  ap- 
meda  São  Boaventura,  80ffr*u  prehendeu  e  Inutilizou  por  falta 


em  Carapinas  (S.  Paulo)  e  em-  .  _ ...  r„  ~  ^“P80108- 

bircar;  Estações  de  ondas  curtas  da  Ge- 

Begundoi  tenentes  —  Edusrdo  neral  Electric  Co.  —  Schene-  Sociedade  Radio  Nacional 

Pinto  Vahta,  de  sdm..  por  ler  ctady  —  N.  T.  —  U.  K.  A.  , 

sido  transferido  para  o  8.  P.  da  (3148,11».  —  9.530KC.)  A  s  7.29  —  Allfl,  A1I0.  Brasil  I 

1"  R.  M.;  Luolo  Munia  Barreto,  1  _  Fala  PRB-8. ..  Studlo,  com  o  apea- 

pharmaceutlco,  do  L.  C.  P.  M.,  pro*..amnia  para  terça-feira,  9  ker  Oduvaldo  CdzzI.  Jornaes  fa- 
por  ter  regressado  de  S.  Paulo,  Vtatwrn»  para  retça  |8do#  do  hora  em  hora  „  valsas 

onde  esteve  em  goso  de  ferias  e  ao,c,°„  nle,,„  .  ,  ...  ...  hm.ileli-a*  e  varias  cancõcs  A'a  8 

Luls  Gonzaga  de  Miranda,  oon-  A'a  6  —  To  be  announced.  A  s  brael  elias  e  varias  canções,  a  s  n 

votado,  do  1»  R.  C.  D.,  por  ter  8.16  —  Orchestra  ClUck  Webb.  —  Audição  Philips  —  Musicas 
sido  exonerado  de  delegado  da  6"  A'a  6.30  —  Seguindo  a  lua.  A’s  americanas  e  brasileiras.  A  s  j>-lü 
sona  da  3"  C.  JL  v  passado  4  dla-  5  45  _  fo  be  announced.  A’s  7  —  Cançõoa  brasileiras.  A  8 

posição  da  1*  C.  R.  _  Emqllanto  a  cldado  dorme.  A'a  -  Carioca,  chronlca.  A  s  8.35  - 

Por  motivo  de  transito:  -  Aventuras  de  Tom  Mlx.  Canções  mexicanas.  A’a  8.46  — 

UM^0r5.ORWSA°3ie  pAorr  re0r  rido  a4\.30  “rêS.  “i  Symphonla  do  verto  -  Antaretl- 
olasslflcado  nosso  '  reglmonto  e  7.45  —  A  pequena  orphu.  Annle.  c»,  —  Cançõw  fRUOsirlcaa  eul  an»- 

entrar  em  traneito:  A's  8  -  Novidades  eclcntlflcaa.  ricanas.  A  »  9  —  Mosaico  musl- 

Capttão  Heitor  Borges  Fortes,  A-a  g .  1 B  —  Cappy  Barra  Stvlng  cal.  As  9.39  —  vamos  ler...  « 


Sociedade  Radio  Nacional 

nrfniV  soldado  da  Força  Militar,  vicu-  ciprooo  oom  w«i. 

Fala  PRB-8...  Studlo,  com  o  spea-  m(l  d#  agírea,a0l  epreaentando  Kesllsa-se  desta  fõrm»,  em 
ker  Oduvaldo  Cozzl.  Jornaes  ra-  ferlda,  fi0ntusaa  no  couro  cabei-  conjunto,  o  progresso  material  e 
ledos  do  hora  em  hora  --  Valsas  iudo.  moral  do  homem  e  do  planeta  em 

brasileiras  e  varias  canções.  A's  8  _  Flrld  Jost  NunMj  resldents  Bm.0iV!SS2SUí25iê 

—  "Audição  Philips"  —  Musicas  na  travessa  do  Lima  n.  21,  Enge-  J81”;88*  n.c,0"'0 

americanas  e  brasileiras.  A's  8.1o  nlioca,  apresentando  ferida  con-  ,  incarnacão  os  espirito»  que 

-  Cançõoa  brasileiras.  _  A-.  8.49  i«a  »  região  occ,p  «o-frontal.  ^mblSim  com  .  «mbloneta^dl 


6"  A'a  6  30  —  Seguindo  a  Mu.  A’s  americanas  e  brasileiras.  A's  8.15  nlioca,  aproeenlando  ferida  con-  tnlT*™  "  * 

8-  6  45-To  be  announced,  A's  7  -  Canções  brasileiras  A^e  8.3!)  tuaanar.glâo  ocCp^o-fron  al  . 

-  Emquanto  a  cldado  dorme.  A'a  -  Carioca,  chronlca.  Al  8.35  -  em  «q»™8,' »“«»  cada  época,  .. 


Antaretl- 


e  7.45  -  A  pequena  orphi  Annle.  c. ^ Cançõ»  «***»£  wj-  An~  *  OTdíWno*. 

A’s  8  —  Novidades  Bclnnclflces.  rlcanaa.  A  »  9  Moauco  muiu  de  c0„egI[ll  r08|dente  4 
».  A's  8.15  —  Cappy  Barra  Stvlng  cal.  A  a  ».S#  —  'J-"1®8  dlgena  n.  93,  allliiglda 


»  oonuo  N.  .U.  uo,.»,..  v..-  0s  eaplrlt0B  J4  exi5tem  ante» 
IDl0-  da  oe  Incarnarem  nos  planetas 

—  A  menina  Angélica,  filha  de  grosselroa,  são  os  anjo»  dacsl- 
ngelo  de  (al,  do  6  annos  de  eda-  dos  e  0  peccado  original  é  a  pro- 
s.  collaglal,  residente  4  rua  In-  prla  Ignorância  que  lhes  não  par- 
Igona  n.  93,  alllugida  por  um  mltte  entrever  a  misericórdia  de 


-  ,  uo.oo..  .  A  o  O.JW  —  >-«  FI'J  . . e» - ”  nn1.  0  _  UIHOIIIV  ila  rikuuoiua  w  1)11  (.  L  a  CIIIIOTOt  «•  tmavi  IVÍUI  Ul«  W" 

(xxx)  do  R.  Mx-  A.,  por  l«r  sido  d«a-  Harmônicas.  A‘s  8.30  —  NovkU-  commentarlo  <3®  PRE-8,  oscnpto  Mtpjm00  d®  vidro  do  lança-por-  peua.  56o  rarlsalmo®  o®  cteo®  do 
- ligado  da  E.  M.  e  seguir  destino;  d  ,  Rndio.  A's  8.35  —  Cor-  por  Genollno  Amado.  A  s  9.36  ,um6>  soffreu  ferida  contusa  nç  uma  sõ  Incarnação  permlttlr  ao 

IAM  SAINDO  fOM  0  ROUBO  „Frlro,1í?.?  .  ,*n8Ilt*8  —  E1®y  «.fn„mlencia  nor  ondas  curtas.  —  PRE-8,  em  rythmo  de  tanto,  punho  esquerdo.  espirito  tornar-ss  livro  da  preoe- 

Wlm  üüllillU  vUlfl  v  livUliv  HasB«y  Oliveira  d®  Mcneze®,  do  *'c,  nn  e  a  aí-  n  m  At.  m _ Vimuiiplraii.  A'®  _ m.  .-1. _  _ - _ .•«  cimacfio  do  uma  roincaraac&o. 

13®  R.  C.  Xe,  por  l«r  ®ldo  Irans-  As  0  —  Amcsn  Andy 


A’b  8.15  A’fl  10  -  CancBos  braallsiraB.  A’*  _  Fer,iiindo  Büva.  empregado  «upacfio  de  uma  rolncaraacao. 


A-s  10.45  -  Muetcas  suaves,  nuída  de  bonde  na  travessa  Dee- 
,  vUL..  K„,.,ii  i  embargador  Lima  Castro. 


M..  «  ..lie;.!  «venJ.It  a.  niion  ferido  para  esto  reglmonto;  Jo-  -  A  Voz  da  Experlenela.  A  s  10-15  —  ™er“ÍX  ,, 

Mas  0  policial  prendeu-os  quan-  na,  de  Csrvalho.  do  5»  n.  Av„  e  #,30  —  Cotações  da  Bolsa.  A's  broellelras.  A  s  10.30  —  Nulte  II 

■  Milton  Fernandos  de  Mello,  do  0*  g  g0  —  Novidade»  em  héspanhol  lustradn  —  Commentarlos i  musica- 

do  menos  esperaram  tt.  1„  po  rterem  de  seguir  des-  U-g  10 _ Orchestra  Leo  Keleman,  dos.  A‘»  10.38  —  Treohqs  lyrl- 

O  soldado  Llcio  Augusto  Ro-  u5®f_  A's  10.30  —  Programina  hespa-  cos.  A's  10.48  —  Mu  ricas  suaves. 

ridrlr,“'"h  Z  pJmSIÍ  cãrttãeí  -  Êur"íê  de  Jesue  "hol.  A's  11  -  Sldetvatk  Inter-  A>  11  -  Dorme,  Brasil  I 

do  3  batalhão  da  Policia  Mül  Zerblnei  do  4.  r  j,t  p0r  t(r  vtn-  _ _ _ — - — 

i“rVÍ!líâf.r.d*»iíST,S!i»nrinPnr»í  d0  com  permlasão  para  passar 
de  Cascadura,  notou  QU»  dopre  d|A(  d#  eula  gérlaa,  em  cujo  goso 

hin.  nnri1.1  h».flumaeitàbeleclmen  "*  acha’  n#sta  ca0ltal!  Jost  da 
re"Bc-oZ^.at.UmumV‘1ra  lreria,  de' 

^lrí.*aídoaíunnemhru]ho,tí  V,dU0'  90  dl8S  da  "cença  premlo  para 
nL.Í-Iinfi.rin"1  ®?í«ndÍ«  o  la  tratamento  de  saude,  a  contar  do 

i-Pn«nírréíao  tanmim  ^ara  n  34"  26  do  j«telro  findo:  Conatantlno 
transportar  o  homem  para  o  34  Magn0  d,  c„ulho  Lisboa,  do  III 

r A  ,fm»  5*  R.  L,  por  ter  vindo  em  goso 

aalu  outro,  tambem  com  um»  d>  fer|aí  quB  terminam  »  4  de 

Foram,  antío,  ambos  levado.  vindouro; 

para  a  dolsgacilla  d»  Maduretra,  Primeiro  tenente  Joaquim  José  _ txxxi 

ond®  d®rnm  ob  nome®  de  Wald®-  d®  8ous&  Junior,  do  Q.  G.  d®  3*  "  Anno  uouunno,  n®  i*  annoi  ae  - - 

mar  Co»t®.  qu®  dli  residir  á  rui  Bda.  I.,  por  ter  vindo  era  kobo  do  t  d  eegllir  pRrR  Mâtto  Larabary;  Renato  Rooha  doí  Htn-  edade.  collaglal.  resldenl®  À  ru®  T  .  oualouer  dava  ®er  ®n- 
Teixeira  de  Azevedo,  62  e  Juve-  30  dla.  de  ferias,  que  terminam  de  ferias:  Entes-  toa,  veL,  do  17*  B.  C.,  oom  per-  Prefeito  Villanovi  n  118,  attln-  v,;da  **  escriSmriO  do  dn  Luli 

nal  do  Amarante,  morador  4  la-  a  24  do  corrente.  t  Gelset  do  G.  E.,  po  rter  dc  mlseão  para  caear  e  em  go»o  de  gldo  por  uma  pedrada,  eoffreu  Auluor,  A  avenida  Rio  Branco 

doira  do  Livramento  68.  por  outro»  motivos:  nenulr  para  o  Rio  Grande  do  Sul  15  dlaa  de  dlspenaa  a  contar  de  ferida  contusa  oom  hematoma  na  "  d  ,  'J.*®  ,.dl. 

Ambos  foram  autuados  »,  elo  Çoronet.João  Marcelllno  For-  "em8u^5S  dt  feriss,  quo  terminam  31  de  Janeiro  ultimo.  região  occipital  frontal.  flclo  do  *J^nM  do  Commereío') 

—  Antonl®  Coat®  ®  Silva,  mo-  «cni  o  qu®  nlo  eerá.  publicada 


CAI  PA  E  QUEDA  DO  CABELLO 


VE/*iDE  \E  EM  TODA\  A\  PHARMACIA*  E  DROGARIA* 

FRANCIKO  GIFF0MI  &CtA.-RYA  Y  0E  HARC0.17  RIO 


•I  uru.t  UO  uuiiiic  ne»  uaTDusu  e-nveeri* 

embargador  Lima  Castro.  rdlgnWado  humana,  não  re.peí 

—  A  pequenina  Dalva,  de  um  tando  nem  o  corpo,  nem  a  alma. 
anno  de  edade,  filha  de  Levy  nera  a  reputação  dos.  que  surtam 
Gonçalves,  residente  4  rua  João  no  eeu  caminho. 

BaptISta  n.  34,  spresentando  fe-  o  respeito  ã  familta.  4  craatu- 
rida  contusa  na  região  malar  ra  fraca  e  Ingênua,  a  paciência 
esquerda,  sm  consequência  d»  e  a  resignação,  são  es  portas 
quéda.  abertas  para  ns  que  procuram 

—  Pedro  Silva,  morador  no  entrar  no  retno  d»  Deus,  porqu» 
morro  da  Alegria  s|n.,  vlctlma  de  **m  earidade  nlo  h»  procreiso, 
quéda  do  alto  de  uma  arvoro,  nom  tranqulll  dado  adquirida  pela 
apresentando  forte  contusão  no  consclenol»  disposta  a  combater 
thorax.  foi  depois  de  medicado,  «  Proprlo  orgulho  »  egoísmo. 


removido  para  o  Hospital  de  São 
João  Bapttsto.  / 

—  O  menor  Manoel,  filho  de 
Artno  Coutlnho,  de  19  annoa  de 


J.  NUNES 


CORRESPONDÊNCIA 


delra  do  Livramento  68.  por  outros  motivos.  negulr  para  o  Rio  Grande  do  Sul  15  dla»  d»  dlspenaa  i 

Arnboi  foram  autuados  »  elo  Coronel  João  Marcelllno  Fer-  sm  0  de  ferlaJi  que  terminam  31  de  janeiro  ultimo, 

bastante  conhecidos  da  policia.  relra  e  Silva  do  t"  R-  por  ter  2a  da  marcc>  vindouro;  Jus-  ^  * 

- +®4 - - -  «Ido  ^nriertdo  Parao  7-  R.  t.  Camlllo  d,  Almeida,  da  F.  rrt-J-mn.Jn  n, 

Pnlminoiin  n/tr  um  rknntlP  8  ihe|r*?0  de  SR?  1*!  ''  D  ai  P.  A.,  por  ter  passado  4  dispo-  LOnaemnllQO  pi 
ruimmaao  por  uni  cnoque  Tenente  coronel  Eudorn  Barcel-  f.- ,  ' . "  „  M  E  H0m«0  d9  Fa-  .  i  .  •  «• 


hematoma  na  região  ocolplto-  c„mp]e[a  de  hyglene,  o  eegulnte: 
frontal  o  escoriações  general!-  y,g  rln!< .  jg  Iata9  gom  refree- 
zadns.  ^  _ _  tos,  87  copos,  2  cestos  com  269 

OS  PASSAGEIROS  DISCUTIAM  1  battdelja  ’  com  20  pasteis  e  2 

NO  BONDE  Na  rua  Noronha  Torrezlo:  2 

_  latas  com  60  picolés. 

Um  delles  ferido  a  bala,  na  ,/akl[£  *HS 2°iSft3ÍS 

nrnllts  Gonçalves. 

UICI,,fl  Na  praça  Martim  Alfonso: 

O  Investigador  de  policia,  José  i  tabuleiro,  de  Olympto  Gomes, 
Duarte  Ribeiro,  de  31  annos,  mo-  com  40  pasteis, 
rador  4  rua  Saphyra,  6.  teve,  ante  Na  rua  visconde  de  Uruguay: 
hontem,  uma  deeintelllgencla  em  (  tabo|ejr0i  com  166  péa  d»  mo- 

Swav^  2òm1,eh.rioPV»»râgoTro!1A  l*quc.  de  Joio  Jaoyntho.  .  no  la- 
meio  da  historia,  quando  a  dls-  boieiro  da  bahlana  Maria  Corria, 
ctuiíão  la  longe,  outro»  pn»»agel-  20  bolinho»  de  tapioca, 
ro»  tomaram.»»  do  dore»  pelo  que  r„a  josg  Clemente:  1  ban- 

dlscutla  com  0  policial.  De  rs-  df,jíL  com  paatels  e  1  lata  com 
pente  ouve-se  um  tiro,  partido  . 

í’lnglÜ*aS1oreth'a  “esSuerVdo*  p‘o-  Restaurante  Moderno,  de 

IleUl.  O  bonde  pára.  Chamam  »  Jnié  Martlne  de  Castro,  4  rua 
Assis.! enchi.  Rlbulro  é  levado  ao  Visconde  do  Rio  Branco  n.  257: 
po«lo.  100  bolos  de  bacalhlo,  2  pernis 

O  sggrcitor  havia,  em  meto  4  da  vlte|la  #  3  pratoj  com  carnes 
confusão,  desspparerldo.  Do  ca*o  .. 

tomou  qophaalmaato  a  sollcl*  Jo-  ««J  ^  poeira,  de  Fernan- 


NO  BONDE 

Um  delles  ferido  a  bala,  na 
orelha 


RESULTA  DO  CERTO.  INFALLI- 
VEL  D  GARANTIDO 

(69914) 

- - -+?♦— - •_ 

Deligencia  de  dia,  hoje, 

na  Policia  Fluminense 

De  accoido  com  «  escaln  de 
serviço  organizada  para.  0  perío¬ 
do  He  Carnaval,  eulsril  de  plantão 
hojr.  pa  Policia  Central  do  Estado 
do  Rio.  o  delegado  da  copltal  flu¬ 
minense,  dr.  Antonlo  Pereira 
OitUh  que  gerft  auxiliado  welo 
rommlsstrio  Patchoal  Paladino. 


Fulminado  por  um  choque 
elecirico 


região  occipital  frontal.  íclo  do  -JÍrnal ’dô 

IVa1?  ZJSSÜÍ  uífííW»  em  "22  de  março  vindouro;  Ju»-  -  ■»  - —  -  Antenla  Costa  e  Silva,  mo-  sem  0  que  nlo  eeri 

!dJi  Aíil? f  S  í  do®  riP  Vii  .Ia-  R’  1  cellna  Camlllo  d®  ÁlmeldR,  d®  F.  fftnflpinnilllft  OOP  Crilllê  ridorA  A  rUA  VUconrte  d®  MoraeB  n®Ata  ®eccAo. 

•  R.rr.i-  p-  A  -  P°r  ler  i>a64ad0  A  ^onaemnaaw  por  cnuic  n  S8<  vjQtlnia  untR  quédR  ■ 

Tênentj  corono  Eudorn  Barcel  alçâo  do  R  M  Et(  RoinRo  rR.  ,  lim  A(fírinl  bonde*  Cianeral  Andrade 

í' t2;.ari.íuvhft  ria  Leal,  cio  2®  G.  A.  C.,  por  ter  dC  hOIMClülO  Ufll  OlllCiai  NdV®a.  Roffrau  fractura  corapleia  n  11.  - 

por  ter  d®  têguu  par®  LUiityua  fç«rca!jRdo  do  ILio  Orando  do  bul  .  •  ■  ®  tl®  rotula  do  Joelho  direito  ®  e®«  r  llhlirííí*ftPÇ  A 

de  âMuniir  ®  chefia  do  S.  ie  Sohuvn  era  goso  d®  (6-  da  millCia  DiaUhyenSe  rírlaqCea  íin^adi.  Apóa  o.  rUÜ,lW5fUW  8 

15,  da  6  it.  _ _  ri®®:  Atlyr  Gulmarftes,  do  Q.  S.  primeiro®  curativos,  Antonln  foi  ■  ■  -  — 

removida  para  o  Hospital  Sfio 


r--  ---  --  — .  -  .  ..  ,  -  c  regressado  do  Ilio  Graúdo  do  bui 

®flni  d®  assumir  a  chefia  do  S#  n„.»n  __  «*].«.-»  en|  goso  de  fd- 
Manoel  Jacinlhu  Vlalr»,  da  36  u,  da  5«  R.  M.;  "’,0  *dyr  aulmarãe»,  do  Q.  S. 

snnov.  casario,  morador  ã  rua  Majores  -  ^“‘co  Braga ,  do  p^r  ,eP  do  3Cgulr  para  0 


Publicações  a  pedido 


Rlaohuelo  02.  Irabnlltava  como  f  r.  c.  D.,  por  ter  vindo  a  esta  n" ral'A  So-o  de  feria»  (perlo-  A  tPnUnra  lpVa  UIH  líia-  João  Baotlsla  P  UVHDArCI  C 

«ervente  da  Cia.  Antarcllca.  An-  capital,  regressando  no  mesmo  j"?!  ijm % L  rerminam  em  10  Seniença  leva  UIH  ma  João  Baptlsta.  HlUKUtfcLfc 

te-hontem,  quando  Vieira  lldav»  d|a;  dr.  Francisco  Rodrigues  de  Ao  n^arPO  vindouro-  José  Osorlo,  „•  i„,  J_  ■_  -oJ.’-  narantiae  .  T  £  m«"[na  Aldéa,  filha  de 

com  ura®  das  machina»  daquelle  oliveira,  raedloo,  por  ter  d®  ae-  j®  D  -  ro~  *er  gj,|f>  «or-  fllStttldO  R  DCuir  gaiünliaS  Antonlo  Pacheco,  d®  4  Annoa  dc  Tntimcnto  «em  operáçí®  pelo  dr.  Lee* 

estabelecimento,  íol  vletlnmdo  gu|r  plr»  a  I*  R.  M.;  Tilo  Coelho  88  *  8 8  um"cE  J.;dr.  Ar-  r/.neilna  7(Havas)  -  O  dr.  rí9|Hente  4  rua  Indígena  nldi0  Ribeiro.  Treven»  de  Ouvidor.  38. 

por  um  choque  electrlco,  tendo  Laniego.  do  Btl.  Escola,  por  ter  *8™  5*  c-ts  ro  Carvalho,  medi-  x,n„,.a«  V oL.  lote ' d»  Mreltõ  "•  ,60'  *b™”ntando  fractura  sub-  ,  } 

morte  Inatantanea.  A»  autorlda-  ,ido  dsilgnado  polo  mlnl.tro  d.  X*%°  SSJ  ter  sido  de-  ^llcl“4<5“  LT?,r“’  í  ,  .o  cu,t.ftneí  com!’1.‘:,a  do  braço  dl-  - * - - 

«!•  «•  ?•  L«“2-  «í-0*  OMrrfc_  ««sbrod.  commlssão  «M*  “•  sra  tcrt?r°na  D.  S.  E..  daJ SSft  r«“o.  ém  oonsequencia  d*  quéda.  .  rDIDC  VT  PiinftnA  P 


—  A  menina  Aldéa,  filha  de 

Antonlo  Pacheco,  d®  4  annoa  de  Tratamento  «cm  operáçSo  pelo  dr.  L*®* 


vor  o  corpo  para  o  ntcrotorlo.  organUadora  do  regulamento  áis-[ .  ®  '  f  .Ji'  'dft  k  s  e  : 

_ A»®  I  n I •%! i *1  ■  tmi  ri  V.TtarrlIn!  00  u  .  Um  7*  * 


presidente  da  Cõrte,  communt-  _  Bmlllano  doe  Santo,,  ope-  A  GRIPE  NA  EUROPA  E 


- ♦(*♦  ■  ■  clpllnar  par®  o  Exercito;  Primeiro®  tancutê®  —  Odilon  cando  o  Julgamento  de  um  tenen-  rarlo,  morador  A  avenida  Paiva  niniAni 

No  “Manacá”  houve  sari  ho  J  Caplt&,v  r  37  Lehman  de  Figueiredo,  do  12*  R.  te  da  poücla,  que  íol  condemnado  n.  50.  vlctlma  de  quéda  no  largo  Q  CARNAVAL  CAR  OCA 

no  lUdUiLH  ilUlIVC  baillliu  de  cavallarla.  por  ler  vindo  da  c  ,  lfr  ,|llo  tral,aferldo  do  n  M,e  nnnos  de  prisão,  por  cri-  Ho  Barreto,  apresentando  forte  v 
»*-  —  a.. - I-  j-  la.um  auian.ii^fiVAti*  nnr  «ffAitA  no  bu®  -  —  .  1  contusflo  na  regl&o  lombar.  —  -  — -  •-  — 


'  .  M  .  as.  _  _  v»,  I,,  UU  ã  iri  niuv  kinii..v..-v  il  2BIÇ  ãVIããJUB  «D  luuu.  §-»/•  V»  •  ~~  .  _  - »  — •  7. - , - : 

N®  madrugada  de  honUm,  quan-i  Lafajette  por  ttU lto  do  su®  Q  g  pnrjl  0  g  a  Q  classificado  nie  i]p  homicídio.  contusfto  na  rcglào  lombar.  Com  R  ameaça  da  gripe  n^ 

do  mal®  animadas  «ram  as  dan-  pArSl  S®f«HÍ®  com  rieffS®  regimento:  Llvlno  Llvlo  flespachQ  tclegraphlco,  o  —  Joaquim  José  de  Àv|»a,  Europa  e  dias  chuvosos  o  dlre* 

aas.  par®  celebrar  o  advento  do  tido  um  P®«odo  dê  feria,  com  CtA]vfí0t  dB  Rrlm.t  lU  E.  A.  M-.  por  •*  ****** ™  ®  Jtlvfrim  funcclonarlo  flumluens®  aposen-  tor  dF0  instituto  FreuUôr  acon. 

Carnaval,  houv®  um  sarilho  gro®«  permissão  para  go*al-a®  etn  Sao  .  entrado  cm  aufeo  d n  um  perlo-  mc8mo  Julz  orarau!  qu®  wmenm  .  __  .  edad®.  re*  ao  «co« 

ao  na  Sociedade  danaanU  Mimoso  Paulo;  Lula  Mailmo  Praelra  d®  do  do  ferias  ò  jr  gnsal-aa  om  Sfto  em  sua  vcaldoncla,  um  tenente  do  aldo„lo  à  rua  cônego  Gulart  nu-  f *! ,a  tt  todoa  t®rem  £#aa  JJJJ1 
Manacá,  «m  Nlctheroy.  Àraujo  Junior,  ao  10  R.  I.»  por  Lourçpgo,  eom  prrthlsiâo  (nté  S  Exercito»  outro  da  policia,  e  o  de-  mir0  J53  «probenlando  «acoria*  lu*K)  ou  envelope  do  Cessatyl, 

Serenados  o®  animo®,  verificou-  ter  de  regressar  á  sua  uniflcUiOt  mar^0  proximo;  legado  rl®  policia,  que  na  occaslSo  gôes  no  braço  esquerdo,  ao  nível  tufnándn  dois,  comprimidos  lopn 

®a  que  estava  ferido  a  itbr®,  o  1 vírtuda  1 d®  ter  ®ldo  deaeraba-  rfiklal  —  Alberto  dpefaramm  protestar  contra  a  da  regláo  deltoide  e  contuato  na  que  sfntam  os  primeiros  alnto- 

follfto  Manoel  Stl  ver  lo  do  Nasc  -  raçado  pile  T.  6.  ÍSÍÍfi  P«rio  /klVSr*  do  Btl.  L  genlença  do  julz.  Ircglflo  aupercülar  do  me.nto  lado.  mas  de  um  resfriado  ou  grire* 

5SDlír  .^SLÜÍ  J^KSâL110  S  K •  m  Sir  dt®r^ (S^Lr  :er  ai.ln  .Taa.-i  J  u  a  tio  -  regre®.  0  nr#«ldente  da  Côrte  offlclou  em  consequência  de  quéda.  o  Comtg!  «  o  especifico  coirtw 


Carnaval,  houve  um  aarllho  gro®-  permlsato  para  go*al-a®  etn  Sao  t  entrado  em  gufco  do  um  perlo-  mc8mo  Juiz  ad.nia  queè®Blal'Ivaíl 
ao  na  Soclsdad®  «UnsanU  Mimoso  Paulo;  Lula  Mailmo  Pratrra  do  do  do  ferias  ò  lr  gosni-an  era  ?Ao  em  sua  residência,  um  tenente  do 

Manacá,  «m  Nlctheroy.  Àraujo  Junior.  00  10*  R.  I., ,  por  Lonrcn,.Di  cem  prrraisiáo  (nlê  S  Exercito,  outro  da  pollcln.  e  0  de- 

Serenados  o®  anlmos,  verificou-  ter  de  regressar  A  aua  uniflauOtl^  marf«o  proximo;  legado  rl®  policia,  que  na  occaslSo 

8f.ív.ri0*40,âN»«í  Xsdo  prio  T  S.  N-  :' NeiíÔn  Aspirantes  a  »rilcl»1- Alberte  duraram  protériar  contra  a 

mento  nue  foi  modtcado  no  Ser-  Bandeira  Moreira,  de  Infantnria,  de  Clero  Porlo  Alegre,  do  Btl.  E..  sentença  do  juiz. 
viço  de  Prompto  Socoorro.  do  E,  M.  E.,  por  ter  regroesa-lpor  ter  ziilo  idas.-iilrado  »  regtes-  o  presidente  da  Cõr.e  offlclou 

*.  .  .  ..  *  .  ....  .  -  » _  J .  J.  V  ir.ll, .  A  a.  ...Usna  I  eirln  riu  ííin  .In. IO  R®V.  ftlldC  «simrne  #4^.,.  ,4  r>  ffimmil. 


No  Café  Palmeira,  de  Fernan-  ■  fâr.»  o  aigreesor. 


'  Madoel  soffreu  f # ríd a « 'cõtl t u! . »  do  de  V.'  Vsiha  onde  s»  acltav.  ,»do'  d»  São  Joio  dei  Rev  onde  »0  governador  do  Kstsdo.  commu-  8  ^r  e  contra  a  gripe,  podendo 

n*s  regiões  fronto-occlpltal  e  em  goso  de  ferias;  Antonlo  Alves  fftrs  eom  pormifsão.  ''  aJjj’|jL  nlcando-lhe  o  facto  -  pediu  £»•  deira  Maestro  Ricardo  n  13  Ber  t0ml<l0  Por  vclhos  ou  crian- 

írontil.  da  Silva,  da  1-  D.  L-.  por  «or  da  Çbn;  »  de  Av..  y,ut  i.r  «nriuMo  r,mla,  pa„  0  dr.  Mlld.de»  Lo-  íJrracntsíSo  ferlda  contura  n.  cas.  por  senhora»  em  qualquer 

A  pollcl»  nlo  conseguiu,  dada  '««zzar  a  Porto  Alegre  de  mtde  "  ,;[oUrc*Cnm  pír-  pea.  O  chef»  de  policia  tomou  lo-  mão  direita,  proveniente  de  que-  período,  sem  Inconveniente», 

fõra^o^greéso?  *'  ”Ur-r  BacVVÃraulo.  d"'^  ÍT'Eâ«  oT.» 5.S3.  m  d«  az  Kovidenclu  uadliafc  tpbr.  uma  folha  ds  alnco,  J*-JÍ) 


COHHKIO  DA  MANHA  —  Terça-frira,  0  «lc  Fevereiro  «l«  l!Ki7 


GRANDE  DESCOBERTA 


PARA  A  MULHER 


OS  MEOICOS 
RECEITAM 


(0  REGULADOR  VIEIRA) 

A  MULHER  NÍO  SOFFRERA’  DÔRES 
ALIVIA  AS  CÓLICAS  UTERINAS  EM  DUAS  HORAS 
Emprega-se  com  vantagem  para  combater  as  Flórcs 
Brancas,  Cólicas  Uterinas,  Menstroaes  e  após  o  parto 
Hemorrhagias  o  dflres  nos  ovários.  • 

E'  poderoso  calmante  e  Regulador  por  excellencia. 
FLUXO  SEDATINA  pela  soa  comprovada  efiicacla  é 
receitada  por  10.000  médicos. 

FLUXO  SEDATINA  encontra-se  em  toda  a  parte. 


FALAM  AS 

Cólicas  Uterinas 


Declaro  qu»  tenho  empregado 
FLUXO -SEDATINA  no!  caeoe 
do  oollcaa  monurunen  •  post- 
oartura,  oblondo  sempre  resul¬ 
tados  eatlsfaclorloa. 

Rio,  9  do  Outubro  d»  1817. 

Dr.  Jo«é  H.  Onrdnno.  medico 
da  Matonldado  do  Rio  de  Ja¬ 
neiro. 


CELEBRIDADES 

Utero, Ovários,  Cólicas 

[Uno.  Sr.  Silrloo  Pscbcco  ò« 
Araújo.  —  E’  um  preparado  arti 
daaei  e  excedente  a  rua  FLUXO 
SEDATINA.  Enpniurl-o  cora  tan 
lagem  a  pouo  atttndrr  a  ana  ef(i 
clcncl»  oo  tratamento  daa  eoaiet 
tSea  Idlopatbleia,  Ulero-orarlnal  e 
lobrtludo  nai  colicaa  menatnnea. 
Oiiponha  duta  carta.  —  Do  tmlro, 
Dr.  Otnr  LU Mx  Eapecialiau  cm 
moleillas  de  ecnhoraa  —  Sio  Paulo. 


MEDICAS 

PARTOS 

Atteato  que  tenho  empresado 
oom  «rand»  eucoeaao  o  aeu  pre¬ 
parado  FLUXO-SEDATINA  nai 
eolloaa  uterinas,  acalmando  ta 
dOrea  em  menos  de  duae  hora» 
a  noi  parto»  com  16  dlaa  da 
antecedendo,  tanbo  conaesuldo 
ovltar  ta  crandes  bemorrhagioa 
•  ta  dOrea.  Dr.  Narlo  Rarhcttl. 
Medico  da  Real  Unlvereldada 
de  Bolonha  —  Italla. 


Caxnara  de  Reajustamento 
Economico 


PROCESSOS  JULGALOS 


CORREIO  SPORTIVO 


Tennis 


NO  TORNEIO  DE  MON- 
TEVIDÊO 

Uma  brilhante  victoria  dc 
Alcides  Procopio 

O  tcnnlsta.  brasileiro  Alcides 
Procopio,  que  ora  disputa  o  tor¬ 
neio  Internacional  do  Montevi¬ 
déu,  logrou  hontem  uma  brilhan¬ 
te  'vlclorla  sobro  a  grande  tonnls- 
ta  argentino  Luclllo  Del  CnsUlho, 


...  I 


*  ’  ’ 

Ét  W  H:  li;. 


fe- 


Esto  ultimo  declarou,  por  sua 
vez:  “Aeho-ma  bastanta  satisfei¬ 
to  com  a  victoria  e  desejo  agra¬ 
decer  aos  espectadores  pelos  ap- 
plausos  com  que  me  estimula¬ 
ram  . " 

* 

O  DESENROLAR  DA 
PARTIDA 

Montevidio,  8  CU.  P.)  —  Pro¬ 
copio  perdeu  os  dois  primeiros 
Jogos  em  vlrtudo  do  nervosismo, 
e  ganhou  o  terceiro.  Em  seguida 
os  Jogos  foram  alternados,  até  o 
nono  quando  Procopio  ganhou 
dola  cm  soguldn,  mareando  cinco 
no  todo.  Castlllo  venceu  o  undé¬ 
cimo  e  Procopio  fez  os  tros  se¬ 
guintes  por  "eeL".  O  segundo  e 
terceiro  "sota"  foram  duplicações 
vlrtuaos  do  primeiro. 

O  jogo  foi  o  mais  seguro  e  cui¬ 
dadoso,  arrancando  1  Innumem 
apptausos  da  multidão .  como  o 
melhor  Joga  do  campeonato  at6 
hoje. 

Os  Jogos  ÍInaes  do  terceiro 
“set"  olectrizaram  n  multldfio  em 
virtude  do  excellente  Jogo  desen¬ 
volvido.  O  resultado  deu  a  pri¬ 
meira  victoria  pnra  o  Brasil  e  a 
primeira  perda  para  «  Argentina. 
# 

OS  RESULTADOS  DO  TOR¬ 
NEIO  DE  TENNIS 

Montcvidio,  8  (U.  P.)  —  Du¬ 
rante  o  segundo  dln  do  Campeo¬ 
nato  Internacional  de  Tonnls,  que 
estA  sendo  realizado  nesta  capital, 
o  argentino  Del  Cnstlllo  venceu 
o  brasileiro  Ivo  Slmone,  por  6|S, 
6|3.  O  Uruguayo  Hnrreguy  der¬ 
rotou  lambem  o  brasileiro  Sylvio 
Lara  por  8|2.  6|3. 

Os  Jogos  em  disputa  do  cam¬ 
peonato  sul-americano  de  tennis, 
do  simples,  noda  tiveram  de  bri¬ 
lhantismo,  tendo  os  mesmos  des¬ 
enrolado  do  um  modo  fraco. 


americanos.  Não  se  registrou  ne¬ 
nhum  Incidente  durante  o  "ma- 
tch". 

OS  URUGUAIOS  CONCOR¬ 
RERÃO  AO  CAMPEONATO 
DE  BASKETBALL 

Buenos  Aires,  ' 7  (Havas)  —  On 
uruguayos,  concorrerão  oo  cam¬ 
peonato  sul-americano  de  Basket¬ 
ball  a  se  realizar  em  Santiago  do 
Chile. 


?  Nã 


Interromper  a  continuidade 
alegro  e  festiva,  do  Carnaval, 
perdendo'  o  bom  humor,  o  pra¬ 
zer  e  a  disposição  geral  do  orga¬ 
nismo,  eô  pelo  aborrecimento  de 
uma  grlppo  ou  resfriado  sem  Im¬ 
portância,  podendo  aggravar-ae. 
a  desagradável', 

Ehttetanto.  as  tnjccções  de 
Pulmo-grlppe.  abortivas  a  oura- 
tlya»  ds  grlppe.  sno  '  Infallivéls. 

135323) 


REVISTAS 


Alrldes  Procojvfo 

um  dos  oses  da  raqueta  no  Pra¬ 
ta. 

Por  se  tratar  de  Del  Castlllo.  o 
leito  de  Alcides  Procopio  avulta 
ainda  mais,  e  os  apreciadores  do 
tennis  emprestam  a  essa  victoria 
grande  significação. 

Eis  o  lologrnmma  quo  recebe¬ 
mos: 

31onicvldio,  8  (Havas)  —  Em 
prosegulmento  do  Campeonato 
internacional  de  tennis,  Madrid 
(Argentina)  hntou  Cora  Maranon 
(Uruguay),  por  6|4,  G|l.  A  dupla 
argentina  composta  das  senhoras 
Xappn  o  Madrid  vencou  a  dupla 
uruguaya  Estrada-Cora  Maranon, 
por  7|6,  5|7,  6|4. 

Nas  provas  moscullnas,  Alcides 
Procopio  (Brasil)  vonccu  o  argen¬ 
tino  dei  Castlllo,  por  7|5,  3|6.  715. 
ORennisla  brasileiro  tovo  bri¬ 
lhante  actuação. 

3lontco<d{o.  8  (U.  P.)  —  O 

tonnlsta  brasileiro  Alcides  Pro¬ 
copio  vonoeu  o  argentino  Lucilo 


APFLAUDIDAS  AS  EXHIBI- 
ÇOES  DOS  TENNISTAS 
BRASILEIROS 

Montcclddo,  7  (Havas)  —  No 
torneio  Internacional  do  tennis  que 
ora  se  realiza  nesta  capital  o  ten- 
nlsta  argentino  Adriano  Zappa 
venceu  Carlos  Ponco  Leon,  uru¬ 
guayo,  por  6  a  4,  0  a  1,  e  5  a  4. 

As  exhlbições  dos  tonulstos  bra¬ 
sileiros  Ivo  Sjlmone  o  Alcides  Pro¬ 
copio  foram  multo  apptaudldas. 

* 

A  DUPLA  FEMININA  AR¬ 
GENTINA  BATE  A 
URUGUAYA 

iíoniovIiUo  8  ,(U.  P.)  —  No 
Campeonato  Internacional  do 
Tonnls,  a  dupla  feminina  Madrid 
e  Zappa,  du  Argentina,  vonccu  a 
dupla  Mmtinon  o  Estrada,  do 
Uruguoy. 

A  NÍTIDA  VICTORIA  DO 
TENMSTA  BRASILEIRO 
PROCOPIO 

J/ouírtWdu,  8  (U.  P.)  —  Fa¬ 
lando  a  respeito  da  victoria  do 
tonnlsta  brasileiro,  o  orgontlno 
Caatlllo  assim  so  exprimiu:  "Não 
põdo  haver  objecção  contra  a  vt- 
ctorla  do  joven  Jogndor  brasilei¬ 
ro,  que  Ji  deu  Indicações  de  que 
na  lornnrA  um  doB  melhores  Jo¬ 
gadores.  Joguei  o  melhor  possí¬ 
vel;  mas  fui  obrigado  a  curvar- 
me  ante  n  superioridade  de  Pro¬ 
copio.” 


Natação 

OS  GAÚCHOS  PROGRIDEM 
Melhorados  or  records  loçaw 

Porto  Akgre,  7  (Havas)  —  NÍf 
provas  do  natação  ultl mamente 
realizadas,  Ernesto  Ludorlz  con¬ 
seguiu  melhorar  o  sou  tempo  em 
100  metros,  nado  de  peito,  -apOs 
forto  luta  com  Mlgnori;  Arnò 
Barth  conseguiu  superar  seu  pro- 
prlo  tempo  em  200  metros,  mes¬ 
mo  estylo;  Bruda  fez  om  3  minu¬ 
tos  3|8  segundo  8(10.  sendo  que 
seu  tempo  anterior  ora  do  3*13“ 
8|1D.  Arno  Barth  também  supe¬ 
rou  seu  antigo  tempo  pois  fez 
cm  5*9 

Carlos  Slmon,  ap6s  lutar  com 
Edfi,  conseguiu  nova  marca  para 
400  melros,  nado  livra,  fazendo 
o  percurso  da  prova  em  6*43" 
sendo  o  seu  tempo  anterior  de 
5*44"  44  4|10. 


|  “MAGAZINE  COM.MERCIAL 

'  M  est&  em  circulação  o  nu¬ 
mero  3,  yóluuie  2.  deste  monsarlo 
lllustrndo,  cujas  secções  hsbttu- 
aes  tratem  InfurmaçOes  Interes- 
nantei  sobre  oa  assumptos  dn 
nctualidnde  brasileira  e  do  exte¬ 
rior. 

De  aeu  summario,  destacam-se 
Commerclo  lnteino  e  .  externo  da 
eflra  de  earnadb»  —  Conferencia 
do  eufé  c  do  chã  em  Marselha  — 
Mercado  exportador  do  Maranhão 
—  Froducçflo  do  lugodAo  no  Cea¬ 
rá  —  A  let  do  licllo  em  vigor  — 
Instituto  doa  lndufctrlarlos  — 
ProducçSo  mundial  do  ouro  —  O 
petroleo  nu  México,  estatísticas 
etc.  Firmam  artigos,  entre  outros, 
oa  ars.  Cunha  Baymn,  Synvnl  Pal¬ 
meira,  J,  Anthero  de  Carvalho. 


Cyclismo 


O  vencedor  da  corrida  eycllsta 
Rosarlo-Santa  Fé 

Buchos  Atre»,  7  (U.  P.)  — 

Hcallzou-so  hoje  a  segunda  corri¬ 
da  oycllstica  entre  as  cidades  de 
Rosário  o  Santa  Fã. 

O  vencedor  foi  o  cycltsta  Ma¬ 
rio  Mulheu,  cm  4  horas  e  57  se¬ 
gundos.  saindo  em  segundo  Iogar 
Annlbal  Lopoz  e  em  terceiro  Ra¬ 
fael  Schell. 


■:,Qlíi  FCOfOHia, 

#V^  '  I»  Oo  DiO  DC  JAHCinO 

LEILÕES  DE  PENHORES 

MATRIZ 

Uuko.MANOEt.25 

ÍJOlAGf 

Oln  17  —  ái  II  dorna 

AGENCIA  7  DE  SETEMBRO 

RUA  7  DE  SETEMBRO,  309 

Dln  10  —  An  11  dorna 

ÀGEHCU IMPER4TBIZ  LEQPOLDIKA 

inP.UOPOlOINâ  ES0.DE  UM7  0£  CAHÚE5 

Hl!AH  IC  HMIIOAIMIHM*' 
nia  10  ~  Aa  12  hora* 

i  AGENCIA  DA  BANDEIRA 

)  PRAÇA  DA  0  AND  EIRA 

IIIIAf»  R  HKIIdAUflRIARi 
Dln  18  —  An  J2  dornn 


Football 


O  JOGO  DE  FOOTBALL  EN¬ 
TRE  O  LAZIO  E  O  BOLOGNA 
TERMINOU  EMPATADO 

Roma,  7  (Havas)  —  As  duas 
mais  fartes  equipes  do  football 
da  Itolln,  a  do  Lazio  o  a  do  Bo- 
logna,  se  defrontaram  em  Homa, 
num  renhido  “match*  a  que  as¬ 
sistiram  mais  de  30.000  pessoas. 
A  partida  foi  disputada  impetuo- 
samento  a  lã  o  ultimo  minuto, 
tendo  terminado  sem  quo  a  con¬ 
tagem  fosso  aberta,  por  nenhum 
dos  bandos.  No  primeiro  tempo 
houve  ataques  de  parte  a  parto 
o  o  Jogo  transcorreu  equilibrado, 
sem  domínio  de  nenhum  dos  dis¬ 
putantes.  No  segundo  tempo  o 
Bologna  absteve-se  do  atacar, 
passando  4  defensiva  e  nesta 
se  manteve  atã  o  fim  do  Jogo, 
conseguindo,  dossa  forma,  man¬ 
ter  no  “placand”  a  eontagero  do 
0x9.  Da  equipe  do  Bologna 
dlstlngulram-so  no  segundo  ,  tem¬ 
po  ns  seue  tros  Jogadoree  sul- 


A  pequenina  morreu  sem  assis¬ 
tência  medica 

Domingo,  uoln  maiiliA,  compa¬ 
receram  ã  Doleguciu  dn  capital, 
•m  Nlctlieroy,  oo  Indivíduos  Pe¬ 
dro  Cardòso  o  Luiz  Jesus  Samoa, 
quo  communlcRram  ao  tnveatlgu- 
dor  Sylvio,  all  de  plantio,  ter 
fallsclil?,  .sem  assistência  medica, 
4  praia  do .  Samanguaya.  portão 
n.  73,  proxlnto  au  Forte  do  São 
Luiz,  a  pequenina  Maria  Joeã,  do 
3  nnnos  do  odade,  filha  do  José 
Gomes  Cardoso,  c  sobrinha  do 
Psdro  Gomes  Cardoso.. 

O  Investigado:  Sylvio,  fez  re¬ 
mover  o  pequenino  cadavar  paru 
o  necrotério  d«  Jurujube.  onde 
foi  feita  a  vcrlllcaçõo  do  oblto 
por  uni  mcdtcd  do  Serviço  de 
Prompto  Soccorr-j  do  Nlçtheroy.  I 


Pela  Cornara  de  Bcajustamento 
Economico  foram  Julgailos  os  se¬ 
guintes  processos: 

N.  23.605,  sãrlo  B,  de  Cajoby, 
Estado  de  S.  Paulo,  em  que  ã 
credor  Ernesto  Faro  o  devedores 
JoBê  Paro  o  sua  mulher,  cum  cre¬ 
dito  declarado  do  U9:726?200, 
sendo  negada  a  Indemnização. 

N,  21.836,  sãrle  B,  de  Amparo, 
Estado  do  S.  Paulo,  om  que  são 
credores  Baptista  Ferraz  &  Cla. 
e  devedora  Angelina  Conceição 
Cintra  e  Silva,  com  credito  docln- 
rado  de  50:6065000,  sendo  ncgnãá 
a  tndamnlzação. 

N.  9.919,  sãrle  C,  dc  Presiden¬ 
te  AVcnccslão,  EBtado  de  S.  Paulo 
om  que  são  credores  Ballão  &  Cla. 
e  dovedor  Vitorio  Plnzon.  com 
credito  declarado  de  3:7883300. 
sendo  negada  a  Indemnização. 

N.  25.151,  sãrle  B,  do  Barlry. 
Estado  de  EL  Paulo,  cm  que  é 
credora  a  Brezlllan  Warranl 
Agency  &  FInanco  Co.  Ltd.  o  de¬ 
vedor  Rlskalla  Ncml.  com  credito 
declarado  dc  4:8005300,  nendo  con¬ 
cedida  a  Indemnização  de  2:000$. 
Quitação  plona. 

'  N.  0.021,  sãrle  C,  de  Pennupo- 
Us,  Estado  de  S.  Paulo,  em  quo 
são  credores  Ballão  &  Cla.  e  de¬ 
vedor  Avelino  Soares  da  Rocha, 
com  credito  declarado  de  rõln 
5:3443000,  sendo  negnda  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  9.022,  sãrle  C,  do  Glyuerlu, 
Estado  de  S.  Paulo,  em  que  são 
credores  Ballão  &  cin.  o  devedor 
Francisco  Arraes,  com  credito  de¬ 
clarado  de  1:0583000,  sendo  nega¬ 
da  a  Indemnização. 

N.  9.013,  sãrle  C,  de  Ariranha, 
Estado  de  S,  Paulo,  om,  quo  são 
credores  Ballão  &  Cla.  o  devedor 
Josã  Miguel  do  SanfAnna.  com 
credito  declarado  da  3í:593$400. 
sendo  negada  a  lndsunlzaçãu. 

N.  2.602.  sério  C,  do  Pennapo- 
lis.  Estado  de  S.  Paulo,  em  que  í- 
crodor  o  Banco  do  Estado  de  São 
Paulo  o  devedores  Mattos  &  To¬ 
ledo,  com  credito  declarado  de 
54:3275700,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  de  27:000$.  Quitação 
plena. 

N.  6.889.  sãrle  C.  do  Jabatlca- 
bal,  Estado  de  a.  Titulo,  em  que 
são  credores  Coleses  Alves  Dlns 
&  Cla.  o  devedor  Pedro  Jds4  Pc- 
drlnho,  com  credito  declarado  de 
206: lOfiStOO,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  do  141:5005000.  Qui¬ 
tação  plena. 

N.  7.075,  sãrle  C,  de  BaurO,  Es¬ 
tado  de  S.  Paulo,  cm  que  sno 
credores  Ferreira  du  Rosa  &  Cln 
o  devedores  Domingos  pollce  c 
sua  mulher,  com  credito  docloru- 
do  dc  517:6163700,  sendo  concedi¬ 
da  a  Indemnização  da  258:6003000 

N.  5.774.  série  C,  do  Olymplu. 
Estado  de  São  Paulo,  em  que  ã 
credor  José  Kcrrnz  do  Carvalho  e 
devedor  Magld  Ruphncl,  com  cre¬ 
dito  declumdo  de  10:3695225.  sen¬ 
do  negada  a  Indemnização. 

N.  9.014.  série  C.  do  Glyccrlo. 
Estado  do  S.  Paulo,  cm  que  süo 
credores  Ballão  &  Cln.  o  devedor 
Antonlo  Anues,  com  credito  de¬ 
clarado  dc  1:44  4  3000.  sondo  nega¬ 
da  a  Indemnização. 

N.  0.017,  série  C.  de  Pennnpo- 
lis,  Estado  de  São  Paulo,  em  que 
são  credores  Ballão  &  Cla.  e  de¬ 
vedor  João  da  Silva  Louro,  com 
credito  declarado  de  5:0635500, 
seiido  negada  a  Indemnização. 

N.  0.015,  sãrle  C  do  Amparo, 
Estado  do  S.  Paulo,  cm  que  são 
(gedores  Ballão  &  Cln.  e  devedor 
Urlns  Leite  do  Almeida,  com  cre¬ 
dito  declarado  do  3:0325000.  sendo 
negada  a  Indemnização. 

N.  2,614,  sério  B,  do  S.  Pedto 
do  Turvo,  Estado  do  S.  Paulo,  em 
quo  é  credora  Mcscndlna  tlubusl 
o  devedores  Cassiano  Rodrigues ; 
da  Silva  e  sua  mullior,  com  cre¬ 
dito,  declarado  de  32:0803300,  sen¬ 
do  concedida  a  tndcmnlzaçün  de 
45:5063000. 

N.  7.530,  série  C,  de  S.  Vicen¬ 
te,  Estado  de  S.  Paulo,  em  que 
são  credores  J.  Somes  £  Cla..  e 
dovedor  o  ospollo  de  José  Pereira 
Barreiros,  com  credito  declarado 
de  143:5283800.  sondo  ncgn-lr.  n  In¬ 
demnização. 

N.  26.150,  série  B,  tlc  Lins,  Es¬ 
tado  de  São  Paulo,  cm  que  suo 
credores  Franca  do  AmAral  &  C. 
e  devedor  Jullo  César  Ferraz,  com 
credito  doclarado  do  8:0728700, 
sendo  concedida  a  Indemnização 
de  3:ü00$009. 

N.  2.643,  sério  C.  de  Itatlbn, 
Estado  de  São  Paulo,  em  que  é 
credor  o  Banco  do  Esladu  de  Hão 
Paulo  e  devedores  Vlctorlno  de 
Castro  o  sua  mnllier,  com  credito 
declarado  do  136:8883800,  sendo 
concedida  a  Indemnização  do  réis 
63:0005000. 

N.  4.047,  sãrle  C,  tle  Lins,  Es¬ 
tado  de  São  Paulo,  cm  quo  é  cre¬ 
dor  o  Banco  do  Estado  d:  São 
Paúlo  e  devedores  Okutna  Missão 
e  outro,  com  credito  decturudo  de 
70:0083100,  sendo  coneedltla  Inde¬ 
mnização  do  33:0003000. 

N,  25.134,  sério  B,  do  Ipans-tfl. 
Ejtodo  de  S.  Paulo,  om  quo  é 
credor  José  Botelho  o  devedores 
Nelf  José  Chequor  e  sua  mulher, 
com  credito  declarado  de  réis 
53:3715086,  sendo  concedida  n  in¬ 
demnização  de  25:0005000. 

N.  4.395.  sãrlo  C.  do  Pennap  >- 
Ha,  Estado  do  S,  Paulo,  em  quo  ã 
credor  o  Banco  do  Estado  de  São 
Paulo  o  devedores  Muttos  £  To¬ 
ledo,  com  credito  declarado  réis 
130:8603950.  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  de  57:5005000. 

N.  25.101,  série  B.  de  Arara- 
quara.  Estado  do  S.  Paulo,  em 
quo  Bão  credores  A.  C.  .Moraes  £ 
Cla.  c  devedores  Trlslno  Arruda 
e  sua  mulher,  com  credito  decla¬ 
rado  de  10:3333100,  sendo  concedi- 
dai  a  Indemnização  de  5:000800*). 
Quitação  plena. 

N.  8.579,  série  C,  tle  Snnts 
Amaro,  Estado  do  S.  Paulo,  cm 


Collegio  PAULA  FREITAS 

(Du  Sociedade  Propagadora  do  Ensino) 

PtINUAÓO  KM  1802,  MANTEM  NO  PRESENTE  O  PRESTIGIO 
UO  PASSADO 

Acrrlfa  Ironzítrelicliis  parn  <t  Core»  Scruiitlnrlo,  atã  14  de  março 
Estão  foncclonnndo  ai  aula*  do  JARDIM  UA  INFANCIA,  PRI¬ 
MÁRIO.  SEOUNDAHIO,  DACT V  I.OGRAPIUA  U  TACHVGILAPHIA 
Inporlpçflea  p.r  admissão  ao  secundário  ora  2‘  época  (fevereiro) 

EXTEIINATO--  . EE  811-1 NTEHN  ATO  INTERNATO 

Antn-omnlhua  proprlo  para  couducção  de  nlumnoe 
nCA  IIAhDOOK  I.ODO  N.  840  (N8o  tem  flllnee)  Tel.  Z8-03Õ8 


quo  é  credora  a  Providencia  (Cai¬ 
xa  Paulista  de  PensCes)  e  devu- 
dor  João  Carlos  de  Mello  (espo¬ 
lio),  com  credito  declarado  de  róis 
159:86684*10,  sendo  negada  a  Indz- 
mnlzaçtto. 

N.  8.582,  sãrle  C,  da  S.  João 
da  B0a  Vista,  Bstndo  de  S.  Paulo, 
em  que  é  credor  o  Banco  de  Süo 
Paulo  o  devedores  Marçal  Noguei¬ 
ra  Silva  e  sua  mulher,  com- cre¬ 
dito  declarado  de  107:1218500,  sen¬ 
do  negada  a  Indemnização. 

N.  24.896,  sãrlo  B,  de  Barretos, 
Estudo  do  S.,  Pauto,  em  que  são 
credores  Borges  Carvalho  &  Cla, 
e  devedor  Arthur  Angusto  de  O.l- 
volra,  eam  credito  declarado  dc 
45:7045000.  sendo  negada  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  23,406,  sãrle  B,  do  Ourlnhos, 
Estnrlo  do  Dão  Taulo,  em  que  ã 
credor  M.  O.  Assumpção  o  dBve- 
dorea  José  Nunes  e  sua  mulher, 
com  credito  declarado  do  réis 
5:2485000,  sendo  concedida  a  Inde¬ 
mnização  de  2:8008000. 

N.  22.383,  sãrle  B,  de  Catelan- 
dia.  Estado  de  S.  Paulo,  em  que  é 
credor  Salvador  Tagllatera  e  de¬ 
vedores  José  Mala  o  sua  mulher, 
com  credito  declarado  de  réis 
28:7495515,  sendo  concedida  a  in¬ 
demnização  da  14:0003000. 

N.  26.241,  sãrle  B,  de  Pennapo- 
lls,  Estado  de  S.  Paulo,  ora  çue  ã 
credor  Mtnaro  Aokt  e  devedores 
Beitnro  Mlrata  e  sua  mulher,  com 
credito  declarado  de  14:4645670, 
sendo  concedida  a  Indemnização 
de  6:500(000, 

N.  24.084,  sírio  B,  de  Vlradou- 
ro,  Estado  do  S.  Paulo,  em  que  6 
credor  Vicente  Ignaclo  do  Godoy 
e  devedora  Mnrla  Thcodora  da  Sil¬ 
veira,  com  credito  declarado  de 
56:3773700,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  de  28:0005000. 

N.  24.148,  série  B,  do  Santa 
Cruz  do  Rio  Pardo,  Estado  de  Süo 
Pnulo,  cm  que  0  credor  Domingos 
Ferreira  Dias  o  devedores  Doml- 
ctnno  Pereira  dc  Mendonça  e  sua 
mulher,  com  credito  declarado  de 
3:5445178,  sendo  concedida  a  Inde¬ 
mnização  do  1:600$600. 

N.  24.577,  sãrle  B,  ds  Santo 
Anastácio.  Estado  de  S.  Paulo,  wn 
que  6  credor  Seraphlm  Dali  For¬ 
no  e  devedores  Alexandre  Fonta¬ 
na  c  sua  mulher,  com  credita  de¬ 
clarado  do  30:0003000,  sendo  con¬ 
cedida  a  indemnização  de  15:0003. 

N.  8.S81,  sãrlo  C.  de  Barretos, 
Estudo  de  S.  Paulo,  em  que  6 
credor  o  espolio  do  Antonlo  Dlan- 
cti  e  devedor  Manoel  Franolscu 
Martin»,  com  credito  declarado  de 
139:2628600,  sendo  negada  n  Inde¬ 
mnização. 

N.  3.690,  sãrle  C,  de  S.  Paulo, 
Estado  «to  Süo  Paulo,  em  que  ã 
credor  o  Banco  Noroíste  do  Es¬ 
tado  de  S.  Paulo  o  devedores  Joa¬ 
quim  dn  Amaral  Bcllo  e  sun  mu¬ 
lher.  com  credito  declarado  de 
89:4118306,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  tle  34:5003000. 

N.  25.143,  séria  B,  do  Santa 
Cruz  do  Rio  Pardo,  Estado  de  S. 
Paulo,  rm  que  ã  credor  Domingos 
Ferreira  Dias  e  dovedor  Joaquim 
Rodrigues  de  Mendonça,  com  cre¬ 
dito  declarado  cio  67:2083630,  sen¬ 
do  concedida  a  Indemnização  de 
33:5n08600. 

N.  25.149,  sério  B.  de  Quatt), 
Estado  de  São  Paulo,  em  que  é 
credor  Francisco  Fernandes  Dias 
o  devedores  Antonlo  Bonifácio 
Flor  e  «tia  mulher,  com  credito 
declarado  de  10:1255300,  rendo 
coneedltla  a  indemnização  do  réis 
5:6603000. 

N.  7.186,  sãrle  C.  de  Bum-  Jo- 

sur,  Estudo  de  3.  Paulo,  em  que 

sus,  Estado  do  Klo  Grande  do  Sul, 
em  que  ã  credor  José  de  Faria 
Camelo  e  devedores  Sebastião  Al¬ 
ves  Mala  e  sua  mulher,  com  orc- 
dlto  declarado  de  5:4175320,  sen- 
dn  concedida  a  Indemnização  dt- 
2:500(000. 

N.  25,238.  sério  B.  de  Santa  VI- 
ctorla  do  Palmar,  Estado  do  Rio 
Grande  do  Sul  ,em  quo  é  credor 
Francisco  Piralna  e  devedores  Ba- 
slllo  Gregoiio  Silveira.  Machado  e 
sua  mulher,  com  credito  declara¬ 
do  de  10:3005000,  sendo  concedi¬ 
da  a  indemnização  de  6:000(000. 

N.  21.145,  sãrle  B,  de  Quarnhy. 
Estado  do  Rio  Grande  do  Sul,  em 
quo  6  credor  o  Banco  da  Provín¬ 
cia  do  Rio  Grande  do  Sul  o  deve¬ 
dor  Cunha  Corrêa  Irmãos,  com 
credito  declarada  de  153:1325450, 
sendo  concedida  a  Indemnização 
de  76:0003000. 

N.  26,284.  sãrle  B,  de  Camaquan 
Estado  do  Rio  Grande  do  Sul,  em 
que  6  credor  o  Banco  Nacional  do 
Commerclo  e  devedor  D.  R,  Pa- 
ranhOH  do  Oliveira,  com  credito 
declarada  de  80:5673800,  sendo  ne¬ 
gada  a  Indemnização. 

N.  24.806,  eérlo  B,  de  Pelotas, 
Estado  do  Rio  Grande  do  Sul,  em 
que  süo  credores  Viuva  Pedro 
Osorlo  &  Cla.  Ltd.  e  devedor  Cla¬ 
ro  do  Oliveira  Pires,  com  credito 
declarado  de  84:7875780,  sendo  ne¬ 
gada  a  Indemnização. 

N.  24.365,  sãrle  B,  de  Alegrete, 
Estado  dn  Rio  Grande  do  Sul,  em 
que  é  credor  o  Banco  Nacional  do 
Commerclo  e  devedor  Miguel  de 
Olivò  Leite,  com  credito  declara¬ 
do  de  16:8123500,  sendo  concedida 
a  Indemnização  de  6:50  03060.  Qui¬ 
tação  plena. 

N.  24.072,  sério  B,  do  Livra¬ 
mento,  EstndD  do  Rio  Grande  do 
Sul,  em  que  ã  credor  o  Banco  da 
Provlncln  do  Rio  Grande  do  Su]  e 
devedor  Cândido  Ribeiro  Borba, 
com  credito  declarado  de  réis 
Estudo  do  Rio  Grande  do  8ul,  em 
94:4505500,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  de  43:0003000. 

N.  4.502,  sãrle  C,  de  Vaccarla, 
que  í  credor  o  Banco  do  Rio 
Grande  do  Sul  c  devedores  Anto¬ 
nlo  Palm  dc  Andrade  e  sua  mu- 
llior.  com  credito  declarado  de  rêls 
52:6893100,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  dc  23:6903900. 

X.  0.996,  série  C,  de  Cachoeira, 
Estado  da  Rio  Grande  do  Sul,  em 
quo  é  credor  Guilherme  Preuseler 
e  devedoroB  Schrurlch  £  Cla., 
com  credito  declarado  de  réis 
440:5863260,  sendo  negada  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  9.006,  sãrlo  C,  de  Cachoeira, 
Estado  do  Rio  Grande  do  Sul,  cm 
que  ê  credor  Guilherme  Prou«<|nr 
o  devedor  Raul  Telvolra  de  Olivei¬ 
ra,  com  credito  declarado  de  réis 
4:8125900,  sondo  negada  a  inde¬ 
mnização. 

N.  4.360,  sério  C,  do  Quarnhy, 
Estado  do  Rio  Grande  do  Sul,  epr 


ação? 


VERMIOL  RIOS 

LIQUIDO  E  PÉROLAS  SEM  CHEIRO -SEM  SABÔR 


OtP  ARAÚJO  FREITAS  L  C-  -  OURIVES  88,  RIO 


quo  é  credor  o  acervo  dn  Banco 
Pelotenso  e  devedores  Cunha  Cor¬ 
rêa  Irmãos*  com  credito  declara¬ 
do  de  23:7615860.  sendo  negada  a 
Indemftltaçãa. 

N.  24.213.  sírio  B.  de  Trlum- 
pho,  Estado  do  Riu  Orando  do  Sul 
em  que  é  credor  o  Banco  Nacio¬ 
nal  do  Commerclo  o  devedores 
Coimbra  Grnefí  &  Cla.,  com  cre¬ 
dito  declarado  do  206:1505000,  sen¬ 
do  ooncedlda  a  Indemnização  de 
102:5003000. 

N.  4.711,  Série  C,  do  Rio  Gran¬ 
de,  Estado  do  Rio  Grande  do  Sul, 
om  quo  são  credores  os  herdeiros 
Jasê  Luiz  Câmara  o  devedor  o  es¬ 
polio  de  Scverlno  Gonçalves  Tor¬ 
ra,  oom  credito  declarado  do  róis 
309:7125210,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  do  127:5008000, 

N.  25,192,  sério  B.  do  Guahyba. 
Estado  do  Rto  Orando  do  Sut,  cm 
que  é  crcdór  Hyglno  Bcrnardcs  c 
devedores  Josí  Btasbcttl  e  sua 
mulher,  com  credito  declarado  de 
20:0003000,  sendo  coneedltla  a  In¬ 
demnização  de  10:6005. 

N.  0.007.  série  C.  de  Cachoeira, 
Bstndo  do  Rio  Grande  do  Sul,  cm 
que  são  credores  J.  Dlaz  &  Cla. 
e  devedor  Waldomlro  Rodrigues 
Pedroso.  com  credito  declarado  de 
0:650(400,  sendo  negada  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  23.802.  sãrle  B,  dc  Ercchlm, 
Estudo  do  Rto  Grande  do  Sul,  em 
que  ã  credor  Luiz  Flccoll  e  deve¬ 
dores  Antonlo  Tonlczso  e  sim  mu¬ 
lher.  com  credito  declarado  dc 
4:2248000,  BCndo  concedida  a  Inde¬ 
mnização  do  2:0005000. 

N.  7.985,  sírio  C,  do  Catngua- 
zes.  Estado  dc  Mlnus,  em  quo  í 
credora  DJanlra  Passos  Caleiro  c 
devedores  Renato  Vieira  de  Re¬ 
zende  a  sun  mulher,  com  credito 
declarado  de  24:1153111,  sendo 
concedida  a  Indemnização  dc  ríts 
11:5993000. 

N.  25:128,  sírle  B.  de  Poços  de 
Caldos,  Estudo  do  Minas,  em  que 
são  credores  Maria  Junqueira 
Cobra  e  outros  o  devedores  Pauto 
Affonso  Junqueira  e  sua  mulher, 
com  credito  declarado  do  ríts 
208:7858800,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  do  97:5003000, 

N.  7.912,  sírle  C,  do  Catogua- 
zes.  Estada  de  Minas,  em  quo  í 
oredor  Astolpho  Antunes  Pereira 
o  devedores  Walfrido  Antunes  Pe¬ 
reira  e  sua  mulher,  com  credito 
declarado  do  5:0345877,  sondo  con¬ 
cedida  a  Indemnização  de  2:9005. 

N.  5.739.  sírio  C,  de  Ncpomuce- 
no,  Estodo  dc  Mlnus,  em  quo  são 
credores  Rebetlo  Alves  &  Cla.  e 
devedor  Mario  Juslinlnno  dos  Reis 
com  credito  declarado  de  réis 
15:67GS006.  sendo  negada  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  22.603,  sãrle  B.  de  Juiz  de 
Fíra,  Estado  de  Minas,  cm  que  é 
credor  V.  A.  Honrlque  Porelra  o 
devedor  Vleonto  Adão  Bottl,  com 
credito  declarado  de  2:3625600. 
sendo  negada  a  Indemnização. 

N.  25.100,  série  B,  do  Conqulstu 
Estado  do  Mlnns,  em  que  é  credor 
o  Banco  Hypothecarlo  o  Agrícola 
do  Estudo  da  Minas  Goracs  e  do¬ 
vedor  Tancredo  França  Junior, 
com  credito  declarado  do  rãls 
821:2335726,  sendo  negnda  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  6.898,  sãrle  C,  de  Varglnhn, 
Estado  de  Minas,  cm  quo  são  cre¬ 
dores  Ostvaldo  dos  Reis  Tavaros 
c  outro  se  devedores  Fernando 
dos  Reis  Tnvures  e  sua  mulher, 
cont  credito  declarado  de  réis 
207:2705881,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  de  88:0003000. 

N.  5.937,  sírle  C,  de  Varglnha, 
Estado  de  Minas,  cm  que  ã  cre¬ 
dor  Francisco  Aurellnno  de  Paiva 
Filho  o  devedores  Manoel  de  Oli¬ 
veira  e  Silva  e  sua  mulher,  com 
credito  declarado  do  30:1685776, 
sendo  concedida  a  Indemnização 
de  15:000(000, 

N.  23.269,  sírle  B,  do  Santos 
DumonL  Estado  de  Minas,  cm 
que  í  credor  o  Banco  do  Credito 
Real  do  Minas  Gemes  e  devedores 
Antonlo  Roberto  Mottu  o  sua  mu¬ 
lher,  com  credito  declarado  de 
25:2113800,  sendo  concedida  a  In¬ 
demnização  de  16:5005000. 

N.  25.149,  sírle  B,  de  Luz,  Es¬ 
tado  do  Minas,  om  que  ê  credor 
José  Henriques  Cardoso  e  deve¬ 
dores  José  Bernardes  de  Faria  o 
sua  mulher,  com  credito  declara¬ 
do  da  5:716(750,  rendo  negada  a 
Indemnização. 

N.  25.130,  sírle  B,  dc  Ribeirão 
Claro,  Estado  do  Paranft.  em  que 
6  dovedor  Fcllclo  Mlnghlnl  e  de¬ 
vedor  Ruggero  Cosemlro,  .  om 
credito  declarado  de  10:101(665, 
sendo  concedida  a  Indemnização 
do  0:009(000.  Quitação  plena. 

N.  16.149,  sírle  B,  de  Ribeirão 
Claro,  Estado  do  Pttraná,  cm  que 
é  credor  Eugênio  Mlnghlnl  e  de¬ 
vedor  Ruggero  Casemlro,  com 
credito  declarado  de  14:8865856, 
sendo  concedida  a  Indemnização 
de  7:000(000.  Quitação  plenli. 

N.  25.136,  sãrle  B,  de  Ribeirão 
Claro,  Estado  do  ParanA,  em  que 
é  credor  José  Botelho  e  devedor 
Ruggero  Casemlro,  com  credito 
declarado  dc  41:744(437,  rendo 
concedida  a  Indemnização  de 
20:6008000. 

N.  18.164,  sfrlo  B,  de  Ribeirão 
Claro,  Estado  do  ParanA,  em  que 
ã  credor  Davld  Gollnelll  e  devedor 
Ruggero  Casemlro,  com  credito 
declarado  de  20:3785222,  sendo 
concedida  a  Indemnização  de  réis 
10:0008000.  Quitação  plena. 

N.  18.186,  sírio  B.  de  Ribeirão 
Claro,  Estado  do  Parnnã,  em  que 
í  credor  Humberto  Merlln  e  de¬ 
vedor  Ruggero  Carsemlro,  com 
credito  declarado  de  12:736(666, 
sondo  concedida  a  Indemnização 
do  6:000(000.  Quitação  plena. 

N.  26.136,  Sério  B,  de  Rlbclrüo 
Claro,  Estado  do  ParanA,  em  que 
é  credor  José  Botelho  a  devedor 
Ruggero  Casemlro,  com  credito 
declarado  de  20:5415440,  sendo 
concedida  a  Indemnização  de  réis 
10:0005000.  Quitação  plena. 

N.  26.184,  série  B,  de  Itabuna, 
Estado  da  Bahta,  cm  que  í  cre¬ 
dor  Francisco  Fontes  da  Silva  Li¬ 
ma  e  devedor  Joaquim  José  Viei¬ 
ra,  com  credito  declarado  de  réis 
39:1283610,  sendo  negada  a  Inde¬ 
mnização, 


j  N.  25.842,  sírle  B.  de  Itabuna. 

Estado  da  Bahia,  em  que  é  ere- 
j  dor  Clnrn  José  dn  Pera  o  devedo¬ 
res  Pordrlo  Antonlo  da  Silva  e 
sua  mulher,  com  credito  declara¬ 
do  do  13:180(000,  sendo  concedida 
a  Indemnização  de  6:509(000, 

N.  26.918,  sírle  B.  de  Rio  Eat- 
gatlo,  EBtado  da  Bahia,  em  que 
é  credor  Francisco  Fontes  da  Sil¬ 
va  Lima  e  devedores  Antonlo 
Francisco  dc  Oliveira  e  sua  mu¬ 
lher,  com  credito  declarado  de 
10:7823300,  sendo  concedida  o  In¬ 
demnização  de  9:500(000. 

N.  6.742,  sírle  C,  de  Porto  Se¬ 
guro,  Estudo  da  Buhla,  em  que  é 
credora  a  Cása  Domingos  Joaquim 
da  Silva  S.  A.  e  devedores  Ar¬ 
thur  do  Nascimento  Camlllo  e  süa 
mulher,  com  credito  declarado  do 
380:103(650,  sendo  negada  a  inde¬ 
mnização. 

N.  3.829.  sírle  C,  de  Nova  Frl- 
burgo.  Estado  do  Rio  de  Janeiro, 
om  que  é  credor  Nasclso  Francis¬ 
co  de  Castro  e  devedores  Álvaro 
Frotia  o  sua  mulher,  com  credi¬ 
to  declarado  de  8:810(400,  sendo 
concedida  a  Indemnização  de  réis 
4:0003000. 

N.  25.113,  sírle  B,  dc  Campos, 
Estado  do  Rio  de  Janeiro,  em  que 
é  credor  Manoel  dos  Santos  Silva 
o  devedores  João  Francisco  de  Al¬ 
meida  e  sua  mulher,  com  credito 
declarado  do  0:800(000,  sendo  con¬ 
cedida  a  Indemnização  de  3:0003. 

N.  20.737,  sírio  B.  do  Maralal. 
Estado  de  Pernambuco,  em  que  í 
credor  Luiz  Pimentel  Ribeiro  o 
devedores  J.  E.  de  Oliveira  £  C. 
com  credito  declarado  de  réis 
164:7328070,  sendo  concedida  a  in¬ 
demnização  do  47:0005  (Paragr. 
unlco  do  art.  16  do  decreto), 

N.  24.355,  sério  B,  de  Palma¬ 
res,  Estado  ds  Pernambuco,  em 
que  é  credor  S.  A.  Magalhães  o 
devedora  a  Viuva  Luzia  Pcdrosa, 
com  credito  declarado  do  réis 
14:0703900,  sendo  negada  a  Inde¬ 
mnização. 

N.  11.222,  série  S.  de  Quebran- 
gulo.  Estado  de  Alagoas,  em  que 
6  credor  ó  Banco  Agrícola  de  Que- 
brangulo  e  devedores  Apriglo  Lo¬ 
pes  da  Silveira  o  sua  mulher,  com 
credito  declarado  de  10:0003000. 
sendo  concedida  a  Indemnização 
de  5:0008000. 

N.  13.435,  série  B.  de  Murlcy. 
Estado  de  Alagoas,  em  quo  í  cre¬ 
do  ro  Banco  Contrai  de  Credito 
Agrícola  de  Alagoas  e  devedores 
Nomlnando  Mala  e  sua  mulher, 
com  credito  declarado  de  réis 
2:  2365200,  sendo  negada  a  Inde¬ 
mniza  pão. 

N.  5,318,  sírle  C.  dc  Dalbergln. 
Estado  do  Santa  Cntharlna,  em 
que  ê  credor  o  Banco  de  Credito 
Populhr  e  Agrícola  de  Hamsosla, 
o  devedores  Mlohael  Treltlnger 
Jr.  o  sua  mulhor,  com  credito  de¬ 
clarado  de  3:7055000,  sendo  con¬ 
cedida  a  Indemnização  de  1:5005. 

N,  25.233,  sério  B,  de  Canol- 
nhas.  Estado  do  Santa  Catharlnn, 
cm  quo  í  credor  o  Banco  Nacio¬ 
nal  do  Commerclo  o  devedores 
List) ou  £  Cla..  com  credito  decla¬ 
rado  de  117:814(800.  sendo  nogada 
a  Indemnização. 

N.  38.159,  sírle.  B,  de  Goyan- 
rtlra,  Bstndo  de  Goyaz,  em  que  são 
credores  Amorlm  £  Cla.  e  deve¬ 
dor  Nelson  Barbosa  de  Mello, 
com  credito  declarado  de  réis 
12:300(000,  sondo  negada  a  Inde¬ 
mnização.  -  1  ' 

PIANOS  NOVOS 

8ECHSTEIN 

STEINWEG 

1/4  do  CAUDA  e  AKMAJtlOS 

A  20  MEZES  —  Grande  stock 

Peçam  prospectoa  •  Unlco  agente: 
A.  MATHIAB-Av.  Rio  nrnnco,  OÇ 

_  (iHti) 

ACALMIAS 
&  ESCOLAS 

COI.LKGIO  MILITAR  DO  niO  DE 
JANEIRO 

Exames  para  o  dia  10: 

6«  anuo  —  Geometria  —  és  3 
horas  —  Oral  para  os  de  nu¬ 
meros  383  —  561  —  Ponto  bo 
moio-dla  —  1137  —  1190  —  1298. 
Banca:  drs.  Arruda,  Susseklnd  e 
C.  Neves. 

4°  anno  —  Goomotrla  —  ás  2 
horas  —  ponto  ao  melo-dla  — 
Oral  para  os  de  n».  102  —  109  — 
464  —  635  —  679  —  1022  —  1202 
1378  —  1308  —  1308  —  1115  — 
1489  —  1550.  Banca:  drs.  Asto- 
rico,  Qulnteila  a  Alonso. 

8»  anno  —  Cosmographla  — 
A  1  hora  —  Oral  para  os  de  nu¬ 
meros  40  —  660  —  738  —  1168  — 
1175  —  1300  —  ultima  chamada. 
Banca:  dr»,  Calo,  Doclo  e  Dulcl- 
d  lo. 

5“  anno  —  Literatura  —  Al 
hora  —  Oral  para  os  de  numeros 
45  —  674  —  780  —  1066  —  1197 
1168  —  1175  —  1109  —  1245  — 
Banca:  drs.  Serpa,  Ruy  e  Berílio. 

5°  anno  —  HlsLorlu  natural  — 
As  2  horas  —  Oral  parA  oa  de  nu¬ 
meros  708  —  1280  —  1265.  Ponto 
As  13  hnras.  Banca:  drs.  Loyraud 
Severo  e  Heitor. 

EXTERNATO  DO  COLLEGIO 
PEDRO  II 

Chamada  para  quinta-feira,  11. 
Alumnos  do  Colicglo  para  exa¬ 
mes  oraes.  —  Curso  seriado  —  1» 
2“  o  3*  turnos. 

Na  firma  da  leglsIaçAo  vigen¬ 
te,  oa  alumnos  chamados  para 
as  pravas  oraes  estfio  abrigadas 
a  prestar  aquellas,  cujas  discipli¬ 
nas  oonBtom  das  respectivas  pu¬ 
blicações.  Quem  não  obteve  mé¬ 
dia  de  conjunto  40,  alcançando, 
porém,  a  média  arlthmetlca  30 
no  oonjunto  das  tres  primeiras 
provas  porcinos  e  dos  trabalhos 
mensaes,  estA  no  dever  de  pres¬ 
tar  provas  oraes  do  todas  as  dis¬ 
ciplinas  da  sãrlo. 

—  NAo  haverá  segunda  chama¬ 


da 'para  esses  exames,  em  hypn- 
tnose  alguma, 

—  As  oliarnsdur  serAo  realiza¬ 
das  pelo  numero  do  Inscrlpçuo' 
para  os  contribuintes  c  pelo  nu¬ 
mero  de  matricula  para  os  gru-  j 
(uttos  offectlvos. 

—  Outroslm,  sé  serAo  convoca- , 
doo  os  alumnos  que  pngnrain  us 
taxas  ds  promoçflo,  com  excepçan 
I  dos  gratuitos  cffcctlvos. 


Português  —  Turmas  A  a  F, 
41  e  43  —  As  0  horas,  sala  1. 
CommlssAo  examinadora:  profes¬ 
sores  J.  Oiticica,  A.  Nascente»  o 
R.  Mendonça.  .Supplentc  S.  Ellu. 
DovcrAo  comparecer  os  alumnos 
145  —  168  —  363  —  258  — 

136  * —  410  —  oi3  —  595  — 

634  —  703  —  604  —  1106  — 

1159  —  1206  —  U66  —  1370  — 

1397  —  1454  —  1531  —  1633  - 

1438  —  1549  —  1668  —  IMS  - 

168  —  253  —  258  —  389  - 

Latim  —  Turmas  A  a  F,  41  ■ 
43  —  As  9  horas,  sala  3.  Comntls- 
sAo  oxamlnadora:  professores  J. 
Aololy,  N.  Rointro,  E.  Heis.  Sup- 
plcnte.  J.  B.  Pfilrclrn.  Deverão 
comparecer  o»  aluttinos  numeros: 
158  —  863  —  258  —  269  — 

410  —  563  —  595  —  703  — 

804  —  1106  —  1169  —  1206  — 

1266  —  1276  —  1397  —  1438  — 

1454  _  1531  —  1»33  —  1640  — 

1646  —  1668  —  1601  —  1703. 

Francoz  —  Tutmns  A  a  F,  41 
e  43  —  As  2  horas,  sala  1.  Com¬ 
mlssAo  examlnauura:  professores 
N.  Gabaglla,  G.  de  Carvalho  e  C. 
Farina.  SuppIenU,  M.  Las  Casus. 
DeverAo  comparecer  os  alumnos: 


158 

240 

_ 

247 

— 

253 

258 

_ 

296 

— 

108 

— 

410 

456 

_ _ 

552 

_ 

695 

— 

676 

703 

_ 

745 

_ 

801 

— 

1091 

1105 

_ ' 

1128 

_ 

1659 

— 

1206 

1224 

_ 

1265 

— 

1270 

— 

1397 

1436 

_ 

1445 

— 

1454 

— 

1501 

1531 

_ 

1533 

— 

1636 

— 

1549 

1646 

— 

1668 

— 

1601 

— 

1702. 

ACTOS  RELIGIOSOS 


José  de  Oliveira 
Gomes 

——  Viuva  josé  do  Olivntr» 
|j  j  <:<>mcs  e  illhoí  convidam 
EJ21  a  todos  os  anilgns  »  p(. 

nr  rentes,  para  assistirem  a 
<1  missa,  que  mandam  rs- 
^  lebrar  no  dia  11  do  cer¬ 
rei.  ás  0  horas  .na  egreja  de 
s.  .losé.  pelo  2*  annlveraarlo  «to 
fallccl  monto  «la  «-cu  samloso  «». 
poso  o  pae,  JOSE  1»E  OLIVEIRA 
UO.MES.  (P  2722») 

i  . — W 

Yoianda  Muzzio 
Slaude 

tVViilter  Mtixilo  Camlllo 
litMile  e  filhos  ngrarte- 
rm  a  todo»  quo  os  con- 
.ortaram  no  rude  golpe 
porqua  passaram  nn  per- 
ca  do  sua  nunca  esrmcd- 
d.i  e-posa.  filha,  irmlt,  cunhada, 
noras  o  sobrinho*,  «le  novo  <i» 
convidam  para  assistir  n  missa 
do  30°  dia  quo  pelo  «cu  descamjo 
mandam  rezar  na  Matriz  do  p«. 
ornmcnto.  As  10  l|2  do  quinta- 
feira,  11  do  corrente,  que  sines- 
rnniont.e  agradecem. 

_ (P  272041» 

mvwHm 

Dr.  Júlio  Mon¬ 
teiro 

_  Alclnn  Masca  re  n  lu» 


Latim  —  Turrna  C,  As  9  boroa, 
sala  3.  —  ComniIssSo  examinado¬ 
ra:  professores  J.  Accloly,  N.  Ro- 
méro  e  E.  Reis.  Supplente.  J.  U. 
Pedreira.  DeverJi.  comparecer  os 
alumnos  de  numeros  180  —  705 
1008  —  1173  —  1402  —  1502  — 
1640. 

Portuguot  —  Turma  C  —  As 
9  horas,  sala  1.  CommlssAo  exa¬ 
minadora:  protessorea^-J.  Oitici¬ 
ca,  A.  Nascentoa  e  H.  Mendonça. 
Supplente,  S.  lilta.  DeverAo  com¬ 
parecer  os  alumnos  189  —  795 
1008  —  1402  —  1040, 

Para  o  dia  12: 


Inglez  —  Turmas  A  a  F.  41  o 
43,  Aa  0  horas,  sala  1.  CominlHsão 
examinadora:  ptofessoros  P.  Ma¬ 
chado,  P.  Sarmnnto  e  J.  8.  Buc¬ 
ho.  Supplente,  8.  de  Souza.  Es- 
lâo  chamados  os  alumnos  nu¬ 
meros  158  —  253  —  258  —  296 
410  —  448  —  552  —  695  —  703 
804  —  1105  —  1128  —  1160  — 
1206  —  1265  —  1376  —  1397  — 

1436  —  1454  —  Í531  -  1533  — 

1549  —  1646  —  1668  —  1691  — 

1703, 

Geogrnphla  —  as  0  horas,  sala 
3.  CommlssSo  examinadora:  pro¬ 
fessores  H.  Silvestre,  Aldlmlr  8. 
Paulo  e  Segadas  Vlanna.  EstAo 
chamados  as  seguintes  ns.  134 


168  — 

168  —  253 

— 

358 

296  — 

410  —  303 

— 

652 

596  — 

602  —  703 

— 

■  864 

1068  — 

1105  —  1159 

— 

1296 

1265  — 

1276  —  i3!>7 

— 

1438 

1454  — 

1523  —  1531 

— 

1549 

1646  —  1653  —  1691  _  1703. 

Hlitorln  da  cIvlllzaçAo  —  As  2 
horas,  sala  1.  CommlssAo  exami¬ 
nadora:  professores  J,  Serrano, 

R.  Accloly  e  P.  Coutto.  Junior. 
Supplente,  Z.  Burlamaqul.  EstAo 
chamados  os  alumnos  numeros: 
158  —  253  —  258  —  296  — I 

410  —  553  —  505  —  634  — 

703  —  804  —  1105  —  1150  — 

1206  —  1265  —  1276  —  1397  — 

1438  —  1454  —  lb3l  —  1533  — 

1549  —  1646  —  1668  —  16JP -* 


Geogrnphla  —  Turma  C  —  As 
O  .horns,  sala  3.  CommlasAo  exa¬ 
minadora:  professores  H.  Silves¬ 
tre.  Aldlmlr  8.  Paulo  e  H.  Sega¬ 
das  Vlanna.  EstAo  chamados  oa 
alumnos  119  —  735  —  1008  — 
1402  —  1640. 

Historia  da  cIvlllzaçAo  —  Tur¬ 
ma  C  —  As  2  horas,  sala  1.  Com¬ 
mlssAo  examinadora:  professores 
J.  Serrano,  R.  Accloly  e  P.  Cou¬ 
to  Junior.  Sup.,  Z.  Burlnmaqtil. 
EstAo  chamados  os  alumnos  795 
—  189  —  1008  —  1403  —  1840. 

FACULDADE  DE  DIREITO  DA 

UNIVERSIDADE  DO  RIO  DE 
JANEIRO 

Exnmr  vestibular 

Realizar-se-á  no  dia  11,  is  ltl 
horas,  a  prova  escrlpta  do  latim 
para  a  qual  dovuráo  comparecer 
lodos  os  candidatos  Inscrlptos.  Os 
exnmtnandos  serAo  divididos  em 
turmas  de  50,  de  acnordo  com  n 
ordem  do  InscrlpçAo:  sala  1,  nu¬ 
meros  1  a  60;  sala  2,  ns.  51  a 
100;  sala  3,  ns,  101  n  150;  sala 
4,  ns.  151  a  200:  o  sala  6,  ns.  201 
em  deante. 

NAo  haveri  segunda  chamada  c 
nAo  serAo  Rdmltlldos  os  candida¬ 
tos  quo  chegarem  apôs  a  hora 
marcada  para  o  Inicio  das  pro¬ 
vas. 

Todos  os  candidatos  deverão 
apresentar  ao  professor  quo  pro- 
sldlr  ao  acto,  as  suas  carteiras 
de  Identidade,  logo  quo  forem 
chamados. 

Todos  as  examinandos  deverão 
levar  canetas. 

FACULDADE  DE  MEDICINA  DA 

UNIVERSIDADE  DO  BRASIL 

Concurso  vestibular  e  prova 
pratica  e  oral  pera  qunrta-felru, 
dia  10: 

Fhysica,  A  1  hora,  no  Labora- 
torlo  de  physlea  —  Os  candidatos 
Inscrlptos  sob  os  ns.  23  a  51. 

Chlmlca,  As  11  horas,  no  La- 
boratorlo  do  Chimlca  —  Os  Ins- 
crlplos  sob  os  ns.  97  a  117.  — 
Turma  aupplemontar  —  Os  Ins- 
crlptos  sob  os  ns.  118  a  138. 

Quinta-feira,  11: 

Historia  natural  —  As  10  1|2 
horns,  no  Laboratorlo  do  Para- 
sltologia  —  Os  inscrlptos  sob  os 
ns.  161  a  180. 

Francoz  o  inglez,  no  Amphl- 
theatro  de  histologia  —  As  8  ho- 
ras.  os  InscrlptoB  sob  os  ns.  225 


te  dc  Uarros  o  senhora, 
Ur.  Pedro  José  Monteiro  e  ínm'.- 
lin.  Dr.  Armamlo  Monteiro  e  f«> 
nitlln,  Dr.  Adhemnr  Monteiro  t 
família,  Ornilnila  de  Souza  Mon¬ 
teiro,  Dr.  Dialma  Monteiro  da 
Faria  e  família,  Edganl  Mim- 
ronhas  Monteiro  e  fomllln  t  de¬ 
mais  parentes,  participam  c  r«il. 
loclmontn  de  seu  Idolatrado  ma¬ 
rido.  pae,  sogro,  nví.  IrmOo,  tio, 
cunhado.  DR,  JÚLIO  MONTHIRf), 
o  convidam  a  Iodos  as  parentes, 
collega*  e  nmlgos  para  o  sru  en¬ 
terramento.  hoje.  terça-feira,  sa¬ 
indo  o  feretro  As  9  horas,  da  rua 
Marls  e  Barros  n.  431,  para  o  ce. 
mitcrlo  do  S,  JcAo  Bnptlata. 
_ (T  27233) 

FRACOS  10  ANÊMICOS.  Tomeiri 

VINHO  CREOSOTADO 

Da  Joio  da  Silva  Silveira. 

Combate  as  Tnases  •  nronrhllr» 


a  235:  An  9  horas,  os  Inscrlptos 
sob  os  ns.  230  n  243  e  os  do  nu¬ 
meros  129  a  130;  e  As  10  hora», 
oa  Inscrlptos  sob  os  ns.  131  a 
148. 

Pjiyslca  o  chlmlca,  conllnuaçAo 
para  ambas. 

COLLEGIO  MILITAR  DO  RIO  DB 
JANEIRO 

Exames  para  smanhA.  16: 

6»  anno  —  Geometria  —  A»  2 
horas  —  Oral  para  os  do  nume¬ 
ros  383  —  861  —  1187  —  1190  — 
1808.  Banca:  drs.  Arruda,  Snsse- 
klnd  o  C.  Noves..  Ponto  As  12  ho- 
ros. 

4°  anno  —  Geometria  —  As  2 
horas  —  ponto  As  13  hora»  — 
Oral  para -os  de  ns.  102  —  199 
464  —  535  —  679  —  1022  —  1202 
1278  —  1308  —  1398  —  1116  - 
14B9  —  1559  —  Banca:  drs.  As- 
torlco,  Qulnteila  e  S.  Jean. 

5»  anuo  —  Cosmographla  — .  A 
1  hora  —  Oral  para  os  ds  ns.  46 
660  —  738  —  1168  —  1175  —  1363 

—  Banca:  drs.  Calo.  Dcclo  e  Dul- 
cldlò. 

5*  anno  —  HUtorla  natural  — 
As  2  horns  —  ponto  As  12  horas 

—  Oral  parn  os  de  ns.  708  —  1399 
1235.  Banca:  drs.  Leyraud  Sevl- 
Iha  e  Heitor. 

4»  anno  —  Portuguez  —  A  1 
hora  —  Oral  para  os  de  ns.  165 
1315  e  1325.  Banca:  drs.  Alcides, 
Jonas  s  Jarbas. 

Aviso  —  ultimas  chamailas  e 
oncerramento  «lo*  exames  de  pri¬ 
mo!  ra  época. 


1*14 ECIO ANUO  DEPURAR 
O  SA.VGUE  —  Tome 

ELIXIR  DE  NOGUEIRA  1 

Combate  os  Ferldn»,  Espinha». 
Rheumallimo.  Srphlll».  etc. 


DECLARAÇÕES 

COMARCA  DE  BAR- 
BACENA 

FALLENC1A  DE  ALVES  &  CIA. 

O  abaixo  asslgnado,  nomea¬ 
do  syndlco  da  fallencla  de  Al¬ 
ves  ti  Cla.,  commerclantes 
estabelecidos  nesta  cidade 
com  casa  de  seccos  e  molha¬ 
dos  "Armazém  S.  José”  faz 
publico  que,  por  sentença  de 
27  de  janeiro  p.  p.,  do  Mmo. 
Sr.  Dr.  Juiz  de  Direito  des¬ 
ta  Comarca,  foi  declarada  a 
fallencla  da  referida  firma, 
composta  dos  soclos  solidário* 
José  Alves  de  Oliveira  e  José 
Cordeiro  dos  Santos,  marcado 
0  prazo  de  vinte  dias  para  que 
se  habilitem  os  credores  e  de¬ 
signado  p  dia  30  de  março  p. 
f.  para  a  primeira  Assembléa 
de  credores,  na  sala  das  au¬ 
diências  no  Forum  desta  ci¬ 
dade,  ás  13  horas,  e  commu- 
nica  aos  interessados  que  ts 
acha  á  disposição  dos  mesmos, 
diariamente,  em  seu  escripto- 
rlo  á  rua  Commendador  João 
Fernandes,  nesta  cidade,  das 
13  ás  16  horas. 

Barbacena,  2  de  fevereiro 
de  1S37. 

Henrique  Horta  dc  Andrade 

(P  26758) 


COLLEGIOS 


COLLEGIO  REZENDE 

CURSO  DE  AJ) MISSÃO 

Hna  Tlmotheo  ds  Coita—  134-130  —  Tel.  26.1278 
(Antlgn  Damblno) 

.  Ack»m-*t  aberta»  tnterlpçge»  para  om  enrao  laieaatvo 
aeatlnndo  a  candldatoi  a  exama  de  ndmlaago  A  i«  aírle  do  enr¬ 
ao  aeenndarlo. 

Informaçõee  oa  Secretaria  daa  11  la  1S  horne. 

(P  26864)  81 


11)  FOLHETIM  PO  “CO  RREIO  DA  MANHÃ" 


CAROLINA  I N  V  E  R  N I Z  I  0 

0  ultíoTeijo 


commlgo. ..  Odeia  essa  mulher  a 
quem  dovo  galantear  7 
O  rosto  de  Sylvla  tomou  umn 
expressão  feroz,  os  olhos  sclntil- 
larnm-llio,  Unha  oa  labtos  convul- 
sionados. 

—  Sim,  odeio-n  —  exclamou.  — 
Queria  vcl-a  morta. 

Ranco.  npezar  do  seu  scepllcls- 
in«i.  semlu-so  vlvnmento  pertuUbu 
cio  ao  ouvir  estua  palavras,  mas 
uão  era  tempo  do  retroceder. 

—  E  mesmo  quo  assim  succeda, 
quo  liicmrú  com  leso  7 
—  Quero  quo  a  sua  vlrtudo  suc- 
eumba  A  soducção.  quero  que  0 
senhor  a  vença. 

Apczar  da  sua  multa  presum- 


1  pção.  Ranco  não  poude  deixar  de 
experimentar  algumas  duvidas. 

—  Tental-o-cJ  —  dlsss  som  olhar 
para  Sylvla. 

—  Deve  consegull-o  —  excla¬ 
mou  com  sobranceria. 

Uma  cruel  alegria  brilhava  nos 
olhos  de  Sylvla. 

—  Assim  o  espero.  E  agora 
quer  sabor  0  nome  ?  E*  a  mulhor 
do  capitão  Belgrado. 

Ranco  cmpaliideceu. 

—  Ah!  minha  senhora  —  mur¬ 
murou.  —  Que  prova  tão  cruel 
ma  faz  soffrer  !  Alberto  6  meu 
amigo. 

—  Razão  do  mais  para  lhe  cor- 
qulster  a  mulher. 


—  Mas  6  uma  mulhor  vlrtuosa. 

—  Seria -fácil  demais  a  victoria, 
se  fosse  doutrb  modo. 

Nho  era  possível  replicar.  Ran¬ 
co  comprehendeu-o  e  Inclinou  a 
cabeça  com  resignação. 

Momentos  depois,  saindo  de  ca- 
»a  do  coronel.  0  joven  tenente  di¬ 
zia  pari  os  Seus  .botões:. 

—  Em  que  poço  eu  me  vim 
metter! ...  E  JA  não  é  possível 
voltar,  atrás.  Sylvla  é  capaz  dí 
tudo.  Mos  porque  odeia  ella  tanto 
a  mulher  do  Alberto  7  Sorâ  por 
acaso  Inveja  da  sua  formosura, 
da  eua  vlrtudo  7  Basta...  Seja  0 
que  fõr,  se  conseguisse  realmen¬ 
te. ..  que  bella  conquista! 

E  não  vendo  a  parte  odiosa  quo 
so  dispunha  a,  tomar  para  sl,  dl. 
riglu-se  com  passo  apressado  pᬠ
ra  o  quartel,  confiando  allánetra- 
monte  o  bigode. 


Mareia  estava  contentíssima  por 
ter  encontrado  uma  amiga  na 
muiber  do  coronel  0  falava  sem¬ 
pre  delia,  com  enthuslasmo,  a  Al¬ 
berto,  que  compartilhava,  por 
completo,  a'  Ingênua  confiança  de 
eua  Jovèn  esposa. 


Em  um  mer,  as  duas  mulheres 
tinham-se  tornado  inseparáveis. 
Marcln  fizera  a  Sylvla  a  doce 
confidencia  do  quo  ia  eor  mãe  e 
construía  com  cila  os  projectos 
para  0  enteslnho  quo  viria  ao 
mundo  completar  a  sua  radiosa 
felicidade. 

Sylvla  ouvla-n  sorrindo,  pro. 
curando  dor  ã  physlonomln  uma 
expressão  do  bondade,  mas  As 
vozes  0  seu  olhar  tornava-se  du¬ 
ro,  Imperioso,  a  fronte  sulcava-se- 
lhe  de  rugas  profundas,  ns  lábios 
tremlam-lho. 

Mareia,  que  observava  aquellas 
mudanças,  perguntava-lhe  com 
bondado: 

—  Sente-se  mal.  Sylvla  7 

Esta  sacudia  a  cabeça,  fitando 
suspeitosa  a  sua  amiga. 

—  Núo. ..  não,  porque  me  per- 
guntns  Isso  ? 

—  EstAs  pallldn,  triste...  tens, 
por  acaso  alguma  coisa  que  te 
prccccupe  7 

—  Ab-o''iliimcnto,  nada,  crê. 

E  loru  recuperava  o  sorriso  an¬ 
terior. 

Todü9  as  manhãs,  a  mulher  do 
coronel  ia  do  carruagem  buscar 
Márcia  e  durante  o  passeio  que 


davam  Juntas  era  certo  encontra¬ 
rem  sempre  o  tenente  Ranco. 

Cumprimentava  com ,  profundo 
respeito  os  duas  mulheres,  mas 
algumas  vezes  succedla,  Sylvla, 
sob  um  pretexto  qualquer  fazer 
parar  a  carruagem  e  convldal-o 
a  subir,  acabando  assim  o  passeio 
cm  companhia  delle. 

Mareia  não  o  podia  supportar, 
mas  não  se  atrevia  a  demonstrar 
abortamento  0  desgosto  quo  a  sua 
presença  lhe  causava.  No  emtan- 
to.  mantlnha-se  sempre  fria,  qua- 
sl  altiva  para  com  elle.  Achava-o 
atrevido,  porqus  lho  dirigia,  al¬ 
gumas  vezes,  certos  olhares  quo  a 
importunavam. 

—  Como  podia  Sylvla  —  pen- 
sava  —  supportar  aquello  rapaz 
quosl  Insípido  nas  suas  conver¬ 
sações  e  multas  vezes  Inso1onto7 

Üm  dia,  encontrando-se  s6  com 
ella,  dlssc-lhe  sorrindo: 

—  Ha  multo  tempo  que  conhe¬ 
ces  o  tenente  Ranco  7 

Sylvla  sobresaltou-se. 

—  Ha  quasi  dois  annos  —  res¬ 
pondeu. 

Mareia  fez  um  gesto  de  assom¬ 
bro,  accrcBcentando  vlvamente: 

e—  E  tens  podido  aturado  ha 


tanto  tempo  ?  Confesso-te  que  eu 
não  teria  paciência  para  Isso. 

Sylvla  olhava-a  flxamento. 

—  Porque  ? 

—  Antes  do  tudo,  porque  ma  í 
Unmensamenle  antlpathlco. 

—  So  elle  te  ouvlS9e,  querida, 
estou  certa  do  quo  muito  sof- 
freria. 

Mareia  sorriu. 

—  Quo  lho  importará  0  meu 
Juízo  a  aeu  respeito  ? 

—  Talvez  mais  do  quo  tu  Ima¬ 
ginas;  t  teu  ardente  admirador. 

—  Considero-o  mais  teu. 

—  Enganas-te. 

—  Tanto  peor  —  respondeu 
Mareia  —  porque  não  mo  agrada 
nada  essa  admiração.  Quando 
olha  para  mim,  expcrlmonto  uma 
sensação  do  desgosto,  de  repul¬ 
são  a  sinto-ma  ruborizar,  a  pezar 
meu.  Olha,  Sylvla,  não  sou  nada 
supersticiosa,  mas  parece-mo  quo 
Ranco  he  do  trazer-me  desgra. 
ça. . .  E  dizer  que  se  encontra  cm 
toda  a  parte  I . . . 

Sylvla  cingiu  a  cintura  da  Jo- 
ven,  attraindo-a  a  sl. 

—  E's  uma  ereança  —  excla¬ 
mou  com  estranha  entoação.  — 
Ranco  í  um  perfeito  cavalheiro, 
offlcial  extremarento  cumpridor 


doB  seus  doveres;  se  olha  para  ti 
í  porque  te  acha  bella  e  hão  me 
parece  que  seja  o  unlco;  so  o  en¬ 
contramos  com  frequência  ã  por¬ 
que  aprecia  o  convívio  das  se¬ 
nhoras. 

—  Está  multo  bem,  mos  eabes 
também  que  ha  occaslões  em  quo 
í  impossível  evitar  certos  presen- 
tlmentfls.., 

—  Sim...  sim,  mas  não  os  en¬ 
contro  Justificadas. 

Naquelle  mcBtno  dia,  Sylvla  re¬ 
feriu  a  Ranco  a  sua  conversa 
oom  Mareia. 

—  Vê  —  disse  0  Joven  offlcial 
—  a  culpa  não  í  minha;  J4  lá 
vao  um  mez  0  nada  tenho  ade- 
antado. 

—  Porque  não  tem  snbldo.  E’ 
preciso  tornar-so  ousado.  Ah ! 
fosso  eu  homem  e  lho  demonstra¬ 
ria  como  so  chega  a  conquistar  0 
coração  do  uma  mulher  ! 

—  Ajude* me,  então  —  mur- 
murou. 

—  Para  ee  chegar  á  mulher, 
procura-se  conquistar  0  marido  — 
respondeu  maiiciosamente  Sylvla. 

No  dia  seguinte  o  capitão  Bel¬ 
grado,  ao  vpltar  a  casa,  dizia,  bei¬ 
jando  os  rosados  lábios  da  Mar- 
rla; 


—  Ranco  í  verdadelramcnte  um 
bom  amigo;  recordaa-te  de  hon¬ 
tem  ã  noite  manifestares  u  desejo 
do  possuir  aquetle  quadro  da 
"Virgem  ds  Sllla"  ? 

—  Sim,  recordo-mo  —  Interrom¬ 
peu  Mareia  — e  também  falei  del¬ 
le  a  Sylvla. 

—  Pois  bem,  desejava  fazer-tc 
hojo  presente  desse  quadro  o  para 
esso  fim  dlrlgl-mo  00  estnbelocl- 
monto  onde  o  vimas  exposto;  sou¬ 
be,  porém,  quando  14  cheguei,  quo 
J4  tinha  sido  vendido.  Experi¬ 
mentei  uma  viva  contrariedade  e 
estava  do  bastante  m4o  humor 
quando  ao  voltar  para  casa  en¬ 
contrei  Ranco.  Parou  para  me 
cumprimentar,  dlzendo.mo  ao 
mesmo  tempo  quo  estava  devíras 
contento  por  ter  adtiulrldo  um 
quadro  que  parecia  ser  dovido  ao 
pincel  de  um  grande  nrUsta.  Era 
o  mesmo  que  tu  desejavas  c 
quaodo  o  soube,  empenhou-so  cm 
to  0  ceder,  a  todo  o  transo. 

Marola,  quo  ao  principio  tinha 
ouvido  seu  marido  com  um  sorri¬ 
so,  nos  lablos,  fol-se,  pouco  a  pou¬ 
co  tornando  séria.  Alborto  fltou-a 
com.  uma  esperto  de  receio. 

—  Não  estás  contente  1 


—  Oh!  etm,  meu  amigo  —  res- 
pondou,  inclinando  a  cabeça  no 
liombro  delle  —  tnos  vez,  preferia 
renunciar  dquclla  preciosa  virgem 
a  obtel-a  deste  modo. 

Alberto  sobresaltou-se,  0  aeu 
semblante  adquiriu  uma  exrree. 
são  severa. 

—  Que  quer  isto  dizer  ?  Tens, 
por  acaso,  que  quelxar-te  de 
Ranco  7 

—  Mareia,  toda  tremula,  00  ver 
as  feições  alteradas  do  seu  mari- 
do,  procurou  desvanecer  as  suas 
apprehcnsSes. 

—  Não  —  respondeu  vivamen- 
to,  com  a  maior  doçura  —  com* 
prehendeste  mal,  queria  dizer  çue 
sentia  que  outro  tivesse  feito  ura 
sacriíiclo  por  mim. 

Um  sorriso  assomou  sos  lablos 
do  capitão. 

—  Perdoa-me,  tinhas. mo  assus¬ 
tado,  atím  do  que  não  devería 
formai’  um  mân  juízo  de  Ranco, 
conhccondo-o  ha  tantos  annos  2 
sabendo  quo  possua  um  coração 
nobre  e  bom. 

Mareia  sorria  Ingenuamente, 
mas  na  sua  alma  uma  secrefcl 


.(CoetioAs) 


eqdifabaçao  fehmanentb 

EstAo  aberta»  ■■  matriculas  psr» 
o  eiarne  da  arimlasAo  «té  o  d!«  X 6 
d«  fevereiro.  Exame*  do  irt.  100  o« 
j.»  qidnxeoa  do  fevereiro.  AWrtart 
da»  niiUs  cm  marco.  Tre*  pavllbfi»». 
|>rlll  do  banho  própria.  CeedacçAo 
cm  ornnlbua. 

PAS50  DA  PÁTRIA  1A0.  NIcthorey 
[Jboio  2253 


iara  deposito  de  assucar,  de 
larracões  para  carpintaria, 


moro  recnado  e  Jacrado,  com 
os  dizeres:  "CONCURRENC1A 


DECIMO  —  O  Ooverno  se 
reserva  o  direito  de  annullar 


mente  observadas  m  dl: 


■  I  ,  f  ,|  1  "  I  ■  1,1  y  I  Hl  J  B  Hl  Cnt  «nvíirêl 

~  ^1  mtu  Jivhnho 
"0  MENSAGEIRO  PA  DlÇHA". •  Na  aua  leitura  eneontrará  o 
maio  SfÕpROJÍJifFlCÂZ  para  conttgutr  a  WEALISACiO 
da  lodãa  aa  auaa  aSPiraçôES,  m*i«r,a»i  a  •apínitia»». 
Eipiito  claramant»  aTafma  <fr  niumpha/  em*  AMOR.  LO- 

^eatSAS.  Níopoos. 

SMPH EGOS.  •  todo  oukPto  5,  r.l.t-on,  tom  ■  r t1.  £iÇÀ- 
0 1  hUmOíi  ,m  100.1  H  aua,  m,i»  SUBLIMES  tmolfti- 


i.cÒm  '  tf.m.Ma  |  500  «m  t.ilo,  oott.cl  i  Ltiii  NILO 
M*B«  .  WJ.cn  1211  •  B_UEf<05  ÀIWE5-(B,p  «,|frTo.) 


Onde  fizeste  pouso  «pis  a  tom- 
postado  7  lístiu  fazendo  multa 
(alta.  üeturol  esquecido  7  Q.  ■«rd 
tio  nOa  quando  vollaree?  Pro- 
oura-mo  6.*  feira.  Um  beijo  para 
voc«.  —  BITU’.  <P  17331)  70 


CORREIO  DÀ  MANHA  •-  Terça-feira,  9  de  Fevereiro  de  1937 


ANNUNCIOS 

Architectos  e  meitrcs  de 
Obras  não  licenciados 

VicJliti-M  e  exercida  d»  proftielo. 
Procurar  dr.  Santoa  —  Rui  General 
Sdforá,  77  —  Roebi,  tel.  22-SSOJ. 

■ _ (P  25922) 

Concertos  de  Radio 

Ceniulta  t  offielai  RADIO  CON 
TJtOL.  Tecbnico  competente.  Coocrr- 
5»  aarantido».  Pregei  mínimo,.  S5o 
Peilro  211 1  ««brido.  Tel,  e>  o»»*, 
r  ~  1  (P  2,834) 

Èncaixotamento  de 
moveis,  louças 

Cem  perfeição  e  lanntli. 
Ciliotarli  BRASIL.,  orcimentoi  iem 
centptoittiuee  e  i  domicilio.  Rui  Ge* 
ce.-il  Cintiri  112.  Tel.  43-43.19. 

,  _ tP  23956) 


SECRETARIA  DE  AGRICULTURA,  TERRAS  E  OBRAS 
(Departamento  dos  Serviços  Públicos  Industriaes) 

EDITAL  de  concurrencla  publica  para  venda  ou  arrendamento  dn  UZINA  PAINEIRAS,  de 
propriedade  do  Estado. 

rii^i!?rtíie?1i  8r‘  ®ecreta-  tirada  ou  transferida  do  Es-  que  deverá  ser  aulgnado  den-  zem  de  fornecimento  em  Pal- 
nh...  » ABrlcu  uía’  "crras  e  tado,  obrlgando-se  o  propo-  tro  de  j5  dias  da  notificação  nelras.  com  flllaes  em  “Mu- 
?u  para  C0‘  nente  a  mantel-a  pcrmanen-  que,  p&ra  Isso,  fôr  feita  pela  quy"  e  “Ouvidor",  dispondo 
mV.  22.  j  lnteressacios  temente  om  íuncclonamento,  Secretaria  ao  proponente,  também  de  hospital  e  phar- 
acc.?j  0  C0P,a  auto-  com  o  maxlmo  de  rendimento  Deixando  o  proponente  de  as-  macia  para  attendcr  aos  seus 
uC0  .  !  na  N-*  131-  possível.  slgnar  o  contrato  no  prazo  operários  e  colonos  a  quem 

.S.  ?  <le  ou.tubI?  de  19361  ,,ca  QUINTA  —  Fica  de  já  es-  aqui  determinado,  perderá  são  prestados  serviços  medl- 
aoerta.  nesta  Dlrectorla,  pelo  tabelecldo  .que,  em  qualquer  p  r.aucão  cos  gratuitos  por  um  medico 

prazo  de  flO  dias,  contaaos  da  caso.  arrendamento  ou  com-  aoima  referida.  As  cauções  pago  pela  Uzina. 

“ Ia  “a,  puoucaçao  deste,  cop-  pra.  deverão  ser  respeitados  depositadas  pelos  demais  con-  Quatro  escolas  publicas,  sen- 
currencla  publica  para  a  ven-  os  direitos  dos  colonos  da  Uzl-  ourrentei  ser&o  restituídas  lo-  do j  em  Paineiras  e  2  nas  fa- 
NA^aSaST  na-  adquiridos  em  virtude  de  go  após  o  encerramento  da  “além  de  uma  escola 

^IN  »  Pr°Prte*  contratos  ou  ajuate*  com  a  concurrencla,  mediante  re-  nactUrna  mantida  pela  Uzl- 

f5t?.d0'  s1t,uada  n0  sua  administração  actual.  qmrimento  ao  Secretario  da  „a  mmistram  lnstrucção  prl- 
”Spl°  de  Itapemlrlm,  me-  SEXTA  —  No  caso  de  qual-  Agricultura.  No  caso  de  com-  jj,arla  aos  filhos  dos  operários, 
diante  as  seguintes  condições:  quer  alteração,  pelo  arrenda-  pra.  a  caução  depositada  pelo  Ajém  do  seu  edifício  prln- 
PRIMEIRA  —  Os  Interessa-  tarl°  ou  comprador,  no  qua-  ooneurrante  vencedor  será  des-  clpai  com  'todaa  as  installa- 
dos  que  desejarem  concorrer  dro  de  operários,  trabalhado-  contada  do  valor  a  ser  pago  inclusivé  2  salões  de 
deverão  apresentar,  em  envo-  res  de  lavoura  e  tuxlllares  da  pelo  mesmo,  em  virtude  da  ac-  24  m  00  x  12  m  00  x  5,m00 


Club  dos  Demuctaticos  I  HOJE- Terça-Feira  Gorda,  9  de  Fevereiro ! ! ! 

FUNDADO  KM  18flT  3 

i  "piutpitio’1""  Orande  desfile  do  PRÉSTITO  requlnladamcnfe  artístico  com  que. 

.  nuA  ai ACHUicLo  n.  si/31  n0  memorável  Anno  do  seu  Centenário,  os  Veteranos  DEMOCRA- 

i  lUw  dr  Janeiro 

TICOS  concorreram  ao  engrandecimento  do  sensacional 


CARNAVAL  DE  1937 ! 


...  Conatloa  de  eonimlalnr.  nmla  uinn  vea,  na  hnnrnatta  ayrn- 
pafhliia  Uo  POVO  CAIUOCA  c  Juiitnr  umu  Brandloaa  Vlelorln  á« 
Iniurnieraa  fjaa  reflitrnm  aeua  KlorJaoa  Faatna  ! 

O  fulffumnte  FHH5TITO  i,uc  rale  nnno  wiireaentareaioa,  Im- 
unvldoa.  foi  anuKlalrnlmenlr  Idrnliaailo  c  niclliormeitte  cxccuiado 
pelo.  nân  dlremoa  formidável,  mm  uUrn-naaomliroao  Arllala  hrn- 
allelro .  . .  it%lt 

ANGELO  LAZARY 

...  QU.  à.  mal.  Invrjav.l.  culBilnanrl.a  il*  Arle-Aflt,  do  Luso 
uabnbc.es  a  do  Eaplcinlot  .Idi-rnl,  «cm  curoprlldn  a  aobrum-çlrn 
a  parque  o  nâo  dl.crf  —  a  ln«*«cdl*cl  "AULIA  DEMOCHA  NCA  ’. 

‘  O  PHESTITO  noe  cIccIrlzarA.  «om  a  uociitclhu  do  cn«hualoamo, 
a  cttl«a  Capital  dn  il«pnhll««,  «cm  «nu  invulsnr  arnndloildudr. 
monoa  nn  calcncDo  nnmcrlcn  dn»  »uu»  urKlunc»  Violam»,  do  auc 
aa  cacnipuloia  ccIcrcAo  e  bnbD  di-acnvulvlmcnlo  dn»  (hemna  nbnr. 
darinm  oa  Impoucnt-lo  da  »ua  cicl-iiçSii  pli-turnl  c  plncllcui  lio  fluo 
a  caldadu  acabamento  dn»  aoiu  liiihno  leve»  c  clrgantca.  Um 
PnKSTITO.  ndlnntnrcmo».  A  nltnrn  dn  cvuloifln  raplrllual  da 
nn...  ndmlrnvcl  c  Inaplradorn  “CIDAnE  MAUAVILII08A”. 

Denfartc.  nnte»  dr  Inlcinrninn  n  cniocloonnic  dcHrlpçdoi  cm 
honra  aa  Artlcta  p«nlnl.  oatormn».  nO»  todo»  Donioirnlki»,  olho» 
fltoa  aa  1’lnmmoln  nlvl-ncgrn,  iio»»o  nrdrntr.  no»»o  nlnccro,  ao»»n 
Imopltaccl. . . 


2’  fcARilO  (crltlcn)  (Casua  ilc  “íípcrtnniciitoe"  e 
“deoiipc,  luinciiKiH”) 

A  nrclii  ter  lura  imnJorna  Tovn.  6  |»pdi-Iho  ■  f  f  Irnm  r-l  ’o : 

íjne  noíM  Ulo  urbaulãR  Em  tttea  coti»lnkç*iut.  tà o  tu  lias 

K  avulta  o  «Iniiularlcii  Cabe,  no  quarta,  uu  bò  qua>iot 

A  aua  bi^llru  otrrnn;  Ktca  a  rt«Mulu  ni  janellab. 

Lxornü-íe  dc  truphíWu»  Vrrdudr  ar, In  que  cm  luiin 

Oli«triilfiitn-o.  ao  qip  Jutjjo.  IVu  mala  i|tic  xK  contra  a  mào, 

Do  •*akt-cruffpra"  que  o  riiliío  Ilq  a«'nipr*  o  Imprev l»to  asuila 

Alcuubou  de  ’*nrranhfl-c^ua,‘.  •  t»c  nl^uma  uonuH-iimt.-ilo. 

Mano.  P  claro,  o  aliaurdo  mrdra  Multvo  (da»  mula  nirluna») 

Secundo  o  quu  oitA  provtulo:  t'clo  qnal  taca  cdlflt-lo* 

Tiram- ar  mor  ma  de  pedra.  Mão  francnmrntc  |imp|rlna 

l,ôe-«i'-oa  de  cliarnto  armado,  Aua  cotloqulna  an-oroeu». 

Sina  ainda  o  qur  é  notarei  ExnuMta  cxlinibliute t 

K  de  toiloa  dã  UR  riMn,  OU !  ml*a  |»afadfl>al5 

K*  a  mura  Intolpwrl  Onde  um  ae  ae**lti»  mnl. 

Dn  aeaao  nllUfarlsl*  1  Fluim  t/n(a  mala  d  vontade!!! 

AnortomeiUM!! :  A’»  Vugea  DcaFiirtc,  nb!  Puvo  dllívtn, 

Ulmaa  do  notuo  •  dia  eatylc..«  Hàu  caaaa  de  apcr/omcwfM 

ApurlnuiPilloa  aqutltn  Qup  acuem,  «il»  oiilrn  ospcclo, 

Que  ranli  aa  odaplu  noa  cUlnctc* !  í  I  l^irn  i/rso/iirfaiuoilua  II J 

Uoatlnuam  n  drxlüar  vlatoaaa  "llinoiik  Inca*  coiu  u  1!"  Parle  da  famoso  GRUTO 
DOS  JXDRPENTE5  faicoda  retlolr  a  calrliiwidn  Btntnilur  dna  ,•^•ul^aB’’,  dai  -ftl* 
laa’*,  doa  tamborca,  doa  udufea  e  todo  o  Inairuitienful  laractrrlatkn  de  Moite.  » 
IteveJa  todo  caio  rumor  eatontcnntu.  n  appruxImnçAo  ícvrlcn  do 
CARKO  (Aliegorloü)  —  (A  cCcrtiu  arnindlllm) 

Ob  S  a  Xlutbcr!  íobce  elln  qtmnta  udait  No  dcejh-ltD,  no  oillu,  ao  qual  ae  Inflooima, 

Sa  tom  «llto  do  *  bero1co“  i\  "rcdonrlltlia-.'  Na  Incrlin.i  «tua  A  face  lhe  rrtirllba, 

Fnltii  illwr  —  r  leao  usmm  ae  ouaa  —  Tctn  praipru  «  Imuieni  coviUiiM»  trama  j 
Que  a  nmlUT.  mala  que  ílflr  e  murlpoM,  A  Mulhrr  atf*  mNmo  quando  ama 
E’  a  uterna  nrmndllhn.  E’  a  elorna  nrnmiHlln. 

•  Quaiidu  cila  exalta  hlmi  pfifrlotlarao 

Seu  aorrlnot  U  qua  &  pbrp  ar»rrle«  E  «In  VfWtl  t>«aHtU*U  iiurtllUu. 

Que  de  nocar  o  lablti  Ibc  poIrlUmT  Alil,  niula  do  qmi  nunt-u.  oreiilla  o  abrarao 

Horrho  qtui  o  bomem  pcnwt  llie  C  prcclao?  Pota  eru  rfl»paratad*i  fnulnlamo 
Inferno  de  una  e,  de  outroa,  nnraiioY  B'  a  eicriia  nrnindlllin . 


a  -rvf/vrd  DAMENTO  DA  UZINA  PAI-  gente.  A  Infracçãp  desta  e  da  a  presente  concurrencia.  no  de  machinas  agrícolas,  para 

|f  \  I  1 1 1  IW  NEIRAS  _  DOCUMENTOS"  Clausula  anterior  dará  moUvo  seu  todo.  ou  em  parte,  som  abrlg0  da  balança  de  pesar 

|V/-1  I J  51  /LJ  03  seguintes  documentos:  4  rescisão  do  contrato,  com  que  assista  aos  Interessados  cannai  para  aimoxarlfado, 

oíTTn.  •>  “  Prova  de  quitação  com  Ptrda  da  caução  e  multa,  no  direito  a  qualquer  reclamaçao.  in6tallações  sanltarlae  e  bar- 


CANTICO  DE  GLORIA! 


PH1LCO  —  PHILIPS  a  PILOT 

Par  prflçoE  baratlailmoa.  Bm 
ninucmu  príBtaçüOB  A  longo  pra¬ 
za,  Ataítnblía,  106.  TeL  38-1324. 

_ (P  24782) 

Caldeira  a  vapor 

Compra-se  uma  para  H0  a  200  Hbrai 
dt  preisio  de  serviço,  superfície  de 
«aueeiroimto  ca.  100  n  150  m2,  em  per* 
fe-.fo*  ratado,  Offertaa  á  caixa  poatal 
2275.  Rio  de  Janclrq. _ (P  27156) 


â)  —  prova  de  quitação  com  da  cauçao  e  muita,  no  tnrcito  a  qualquer  reclamaçao.  installações  sanltarlae  e  bar-| 

as  Fazendas  Estadoal,  Muni-  Ça80  de  compra,  além  de  ou-  n.nn(j  RnRRr  »  nonii  racão  de  alvenaria  e  madeira, 

clpal  e  Federal;  tras  penalidades.  MIOTIRAS  DE  OUE  TRAT 4  coberto  de  telha  de  15.m 

b)  —  prova  de  Idoneidade  SÉTIMA  _  Os  envolucros  O  EDITAL  ACIMA  *  10, m  00  x  4,m00  tam- 

financelra  para  efíectlvaçáo  d eSC‘'MrUMKNTna"V  serão  W  EW  T*L  * bem  para  deposito  de  assucar. 

da  proposta  que  houver  feito;  abertos  nodlaehora  estabe-  ^Uzlna  completa  para  fabri-  ^Upõe  a  Uzina  de  81  casas  de 


financeira  para  efíectlvaçáo  riP  *rv{r inGn?NTna‘‘  «crno  bem  para  deposito  de  as3ucar.| 

da  proposta  que  houver  feito;  abertos  no  dia  e  hora  estabe-  Uzina  completa  para  fabri-  dispõe  a  Uzina  de  61  casas  de 

c)  -  declaração  de  que  se  ?e°c]V°s  cação  de  assucar,  montada  alvenaria  de  tijollo,  assoalha- 

submette,  lntegralmente,  ás  na  DregenC«  dos  Interessados  em  1911,  com  capacidade  de  das  e  cobertas  de  telha,  5  ca- 

condiçoes  deste  Edital:  "a  p^eDnftça.°°smln^  trabalho  de  600  toneladas  de  sas  de  alvenaria  de  tijollo, 

pr2va  rá  um  praso  de  72  horas  para  enJ. a*  hoEa5.'„dLsP°ndo  ?‘“entada*-  w.^"ta  de 


iP  Uiwm  lhld°.  na  Recebedoria  do  Es-  êxamlnarT lülaár  da  ldontí-  tambem  de  uma  ^«Ularla  com  lhas.  um  ba 

ALBUM1N0L  tado,  «  caução  de  que  trata  a  5ar  5*  'S-  capacidade  productlva  de  6.000  Jollo  coberta 


ÁDgalo  Luary  —  AittxLa  ogroelo  —  1 

Toda  a  Qiey  alvl-nesra  ela  quo  te  cxnltn 
K  te  envolve  do  ardtinta  flortlrglo 
Da  suo  odmlrocta  acntlda  e  Rita! 

Axé  dlvlao  ArtiMa!  O  *rio  1'hattonte 
Vau  oa  quadriga  de  ouro  lmpbr-ta  >1  Hla- 
l  torta, 

Pois  logo  maia  hodu  exornor-to  a  fronlv 
A  iKimba  cyantpede  da  Gloria  I 
Balvt,  Campeão  da  Idla  —  maravilha  t 
Pincel  que  aasoiuhraa,  traoKedrnclaa. 

Uvra  1 

Pglatq  lalmltnTet,  tanto  brilha 
Qiit  cbega  a  Interpretar  t  (vhotoapbera  I 
Tou  Preatlto  aeni  par  que  ba  de  no  aíraflo 
Ber  tnfalllvel  cnmn  a  metbomaikn. 

Bem  precisnr  «opMamaa  va«  tium  brado 


Cobrir  do  louroa  a  Agnla-  Damocrnllca ! 
Aprceciilna  cato  anno,  em  trnço  lovt, 
Mintunioa  Carros,  do  brllexa  ra rn, 

TaI  como  a  MSjrniptionlu  mnrujauí#" 

Ou  mesmo  o  da  *  Vurtljftm  aotire  n  nove"  1 
Km  "Tuniiidot**  É»  gramla,  fs- Impctieatel 
Nn  dn  ■lifrrn*  nrmiillUiá"  As  citd»nbo40 1 
No  “ItTthmo  crjatalUno",  t rs iisrcndcetc  1 
Nos  dunittls.  almpleamentu  |«rtPuto«>! 

Com  vqrvt  Intensa  nbordas  os  de  Critica, 
Mna  tora  elln  tal  Arte,  tal  finura, 

Qui-  nteauio  cura  oa  que  troçnai  dn  Política 
Naila  |tddo  a  t brunira  da  Censura  1 
Klnnlmentc,  nh  I  prosel/lo  dn  Bsthetk'». 
Ho  outro  Préstimo  teu  —  rollqnlit  da  Artr 
J,1  nllo  rmiNtfjrniio  a  rauItlcISo  frenutlcn 
Kite  bastava  para  con»ngrnr-te  1 


Vrrdiidr  av.tn  que  cm  ludn 
ISir  nmla  que  tã  contra  a  mdo^ 
II. 1  B*'nipr»  o  Iraprctlsto  asudo 
t»c  alguma  uompeuMcdo. 

M i*l I vo  (da»  mula  rurlusaa) 

Pelo  qMl  taca  cdlíltloa 
Hâo  fiancniurnlc  iir^plrlna 
Aoa  «ulloqulns  oiV4>rir*oi. 

Kxquhlta  cxlifiibliide l 
OU!  ml»n  jMNidojnl! 

Omlc  um  ad,  ae  agrlln  mnl. 
Fluim  dn  ta  mala  n  vontade!!! 

Dcafurtc.  nb!  Pwo  dllrcln, 

Hão  vnaaa  do  nprr/oracwfM 
Que  aervem,  niI»  ontrn  ospreto, 
l**irn  i/<íaptrf(tKrciifoa  III 


Airii  anrrlsat  ü  que  &  esse  anrrlsu 
Que  d<s  mirar  o  lablu  Ibe  pobilbn? 

Harrlsn  qtui  o  boioera  jHmwi  llic  t  preclw? 
Inferno  de  una  e,  de  outroa,  pnrauoY 
C  a  utrrnn  armadllba. 


barracão  de  tl- 


CxpKifico  alburaínurUi  c  diliolvcntc 
naxirno  acido  urico.  (P  26611) 

'  WANTED 

Large  foreign  Corpo¬ 
ration  requires  first  class 
office  man,  experienced 
in  balance  sheet  and  in- 
come  statement  work. 
Age  between  25  and  30. 
Brazilian.  Knowledge  of 
english  desirable.  No  be- 
ginners  need  apply.  — 
Adress  application  gi- 
ving  age,  experience , 
qualifications  and  salary 
required  to  box  X.  Y. 


CP  S4811) 


VIAJANTE 


IrtiparUn!»  fabrica  da  Unhai  pan 
nn,,  torZjr  e  crcchet.  pracita  4c  cm 
riijanti  bera  telteionaao  a  que  tenba 
inbicic,  ;ara  eollocar  et  tcuc  prtxlu- 
eto*  era  todoi  a»  Eiladai  do  Braiil, 
raranifn  óptima  coramlsaio.  Carta*  cara 
todo»  o,  detalhei  e  tonai  qua  percorrer 
para  “SAHNIL"  na  re4acçSo  ãeatc 
jornal. _ (P  37211) 


VIAJANTE 


Ca»  ttaudiita  da  Lacldct  procura 
k«ra  rtimte  para  a  Ride  Sul  Hinalral 
ufieae  boa*  referencia»,  coohacimente 
da  ramo  a  da  rena.  Offertaa  por  ea- 
erípto  pira  eatc  Jornal  a  “Viajante  para 
•  KWe"s  iuarda-ia  reierva  no  caso 
da  candidato  nlo  convir. 

(P  37182) 


tado,  a  caução  de  que  trata  a  d*d  d  ‘  *,'d0  capacidade  productlva  de  6.000  jollo  coberta  de  zinco  e 

Clausula  Segunda  deste  Edl-  pr^p°"®  litros  de  álcool,  em  24  horas.  0  barracas  de  taipa,  cober- 

tal.  DublIcM  ni>  VínTl  oHlcial  do  A  Ualna  é  toda  movida  à  tas  de  palha,  comprehepden- 

SEGUNDA  —  Para  garantia  &ctflLar,a nr<>1Ja„âo  pw.dl.  electricidade,  dispondo  do  do  residências  para  o  pessoal 
da  asslgnatura  do  contrato.  dnt„  ,,ll]_(.dnaç,aI“  1.087  %  HP..  fornecidos  pela  da  administração,  escrlptorio. 

deverão  os  interessados  reco-  “a;?5  rip24hnraiHlA  “Cia.  Central  Brasileira  de  hospital,  Pharmacia,  arma- 

íher  ao  Thcsouro  do  Estado.  rtos  Força  Eléctrica",  de  acordo  zem.  casas  de  operários,  etc. 

a  Utulo  de  caução  e  mediante  'n  ‘  com  o  contrato  a  terminar  em  Dispõe  ainda  a  Uzina  de 

gula  que  lhes  será  fornecida  “?!Í£?C PR™5?dl.”  pr?s  1642.  cerca  de  600  cabeças  de  gado, 

por  esta  DlrectoWã;  a  Impor-  pro  a  dn**  cot^iMren  tes  Dispõe  de  varias  fazendas  20  carros  de  bois  de  rodas  de 
tancla  de  100:000$000  (cem  fu]_pfld  a  !f.OI5.)dadBr  "  ®  oojn  uma  area  total  de  cerca  aço,  60  de  rodas  de  madeira, 
contos  de  réis).  o  emnmlmndl  mmto  seráowE  de  alduelres  geometrl-  4  carretões.  2  carroças  e  uma 

TERCEIRA  -  As  propostas,  StuX S iSSS^tSiS  ^  sendo  cerca  de  240  em  locomotiva.  B*  servida  pela 
devidamente  selladas,  sem  mente  fechadas  e  lacradas,  P*5*'08’  cannaviaes.  Estrada  de  Ferro  Itapemlrlm. 

emendas  ou  razuras  e  em  en-  como  houverem  sido  reee-  do?  qua*®  d9  .c(u'tura  Pr°-  pertencente  ao  Governo  do 

velopes  fechados  e  lacrados,  bldas,  .  Pria’  *  <*«  «niltura.  de  co-  Estado,  com  ramaes  para 

com  os  dizeres  “CONCUR-  OITAVA  -  N0  caso  de  pro-  lon?,Sl  Possuindo  ainda  multas  transporte  de  cannas,  e  dista 

RENCIA  PARA  A  VENDA  OU  posta  para  pagamento  em  alRttV  p,#ra  le?ha  8  raadeira'  de  ®er5a  de  15  ^'ometros  do 

ARRENDAMENTO  DA  UZINA  prestações  c  para  efíelto  de  Aí, prIncipae3  ía?enda5  íPa,_  porto.  d0  Itapemlrlm  que  tem 

PAINEIRA8  -  PROPOSTA'  comparação  entre  aa  propos-  "eIras-  Concord  a,  Muquy  e  grande  movimento  de  peque 

serão  recebidas  nesta  Directo-  tas  apresentadas,  serão  leva-  Puvidar)  estão  ligadas  â  Uzl-  na  cabotagem  para  os  portos 

ria  até  ás  14  horas  do  dia  17  dos  em  conta  os  Juros  respe-  d°nfsnfte°tamhem0 de  ^ach?- 

dê  marco  d  vindouro  iunt&-  otivos  na  base  de  fl  %  to  en*  todes  atravwaadafl  pela  Dispoç  inmbcm  de  niRcnl- 

mente  com  os  envolucros  de  no.  rçaervando-se  tlnda  o  Es-  ®st,rR^a  ^  Ferro  Itapemlrlm.  nas  agricolas,  inclusive  3  tra- 

“DOCUMENTOS",  e  deverão  tado,  neste  caso.  o  direito  de  Da  matéria  prima  com  que  ctores-  _ 

conter,  no  caso  de  arrenda-  exigir  as  Barantlas  que  Julgar  trabalha  a  Uzina  65  %  é  for-  ninrinm.nt*.  nn  ntreci.ria  do 
mento,  o  prazo  de  duração  do  necessárias  para  a  defesa  de  necida  por  terrenos  proprlos,  »«*turta.«  *— 

contrato,  as  taxas  propostas  seus  Interesses.  sendo  o  restante  5  %  forneci-  "onlTnin  *u  Jn  nrtiof  nia  nlt- 

para  o  arrendamento  e  demais  NONA  —  O  proponente  cuja  do  por  terrenos  particulares,  nhiin  ottnni.  m  —  ã.-  anda*,  no 

condições,  e,  no  caso  de  pro.  nroDosta  fôr  accelta  deverá  83  %  fornecidos  por  ter-  hnmrio  u,  «  a>  is  horaa,  en- 
posta  para  compra,  o  preço  elevar,  no  caso  da  «renda-  Proprlos.  M  %  são  de  Zr^iroV  '2SSS£'STT. 

proposto  e  condições  de  paga-  mento,  a  caução  de  que  trata  oultura  própria  e  40  %  de  cul-  q„«  nco„.Dnt«»,. 
mento.  a  clausula  segunda  para  ^ura  de  colonos.  vu-torm.  «,n  ta  «•  Janeiro  d» 

QUARTA  —  Em  qualquer  200:0006000  (duzentos  conto*  Dispõe  também  a  Uzina  de  ,8?í',  _  n„doiPhn  nerardinain 
ceso,  arrendamento  ou  com-  de  réis),  a  qual  ficará  em  de-  uma  serraria  e  uma  carpJnta-  dinwtor  do  Exsediente.  r 
pra,  fica,  desde  Já,  estabele-r  poalto  po  Thesouro  do  Estado,  ria  para  attender  ás  suas  ne.  visto: 
cldo  que,  em.  nenhuma  hypo-  como  gáranUa  da  execução  cessidades.  JS  undSte»  sTorluuo  S 


thege,  poderá  a  Uzina  eer  re-  da  contrato  de  arrendamento.  Mantém  a  Uzina  um  arma-  Agricuíiura". 


(&)  —  Carlos  Fernando  Msn- 
telro  Mudenbrra  Secrotarlo  da 


Médicos  e  Pharmaceuticos 


PAPELARIA 

Viajante 

Vi*|ir.4o  bt  »d>  anno*  Hf*  eeaerl- 
hi«4»  firn.  dtiU  prica  *n  nutre  ramo 
á«  nttodo,  aoult*  rtprettoUçSo  tup- 
ptfr.untir  p»r»  irtlfoi  de  ptpelirU  n» 
teu  dt  Liopoldm*  o  preqea  inemi 
do  E.  do  Rio  e  E.  Sinto,  loelulivt 
Vietorit  •  praqtt  d*  E.  T.  Victona  a 
Minas.  Di  {clerrnrÍJS  dl  proprl»  fit¬ 
ai  pirt  que  trabalha. 

Ciiu  potul  —  3274  —  Rio. 

(P  27202) 


“Internacionar' 

MODELO,  1927,  é  um  iisombro,  «m 
<t<unn;i  contr-t  fojo  e  roubo,  aprovei- 
Hn  vsr  et  lindo». 

M.  J.  de  Almeida  &  Cia. 

Rui  do  Rourio  143  —  Rio. 


SANAT0RI0  BELL0  HORIZONTE 

Rlaallaa  »»m  a*  melhorei  ria  «nlaaa.  w—  Baaartafmaata 
«omtrulrio  paia  o  tratamaáto  da  tubérculo»».  —  DBI.I.0  HO¬ 
RIZONTE  —  MINAS, 

Dlracfllo  taohnlra  do  l’roleo»or  Samuel  Llhaolt  —  Calza 
Poetai,  480  ~  End  Telegr.  "S.natorlo"  —  lelephone  2141. 
toformacdee  uo  Rio  —  Mnurluln  Vlllela  —  ftua  d«  PR#  Pedro 
n.  30  —  l*  andar  —  Talapb-ne  48-6134.  (4193)  ID 


HEMORROIDAS  BLENORRAC1A 

Cura  radical  aam  oparacRo  —  —Ourives,  I.  L*,  a  1  -  I  li  I 
Dlt.  PEUUO  i  MAUAl-HAES 

C1RURG.  -  SENH.  V.  URINARIAS 


Sidin  de  luxo  1934  4  porUi  em  >i 
ude  prrfiilitiimo  com  8.03#  kit.  v»n- 
de-ie  n»  0*r*3<  Imptrlel  Af.  Gomt» 
Freire.  Treur  cora  o  ar.  Duartr. 

(P  3713») 


Implorando  a 
caridade 


PARTEIRA  DIPLOMADA 

Pata  ramldud»  da  Medielna  de 
Rocnoa  Alraa,  c  EnUrmelra  01»*- 
tcfrlea  da  Beeola  d»  Medicino  * 
Olrarala  do  Hto  de  Janeiro.  Al- 
(anda  Indoa  aa  dlaa.  dna  IO  da  >7 
horaa  d  raa  Prancteeo  Mnraluri 
a.  X,  onart.  7,  t*  nndnr  «»(,iil«o 
da  nia  fUachuelo.  fparlo  dn 
Lapa),  mna  12-1144. 

CONSULTAS  GRÁTIS 

(P  25961)  80 

DR.  JOSE’  DE  ALBUQUERQUE 

AlftiepSca  arinaca  mnanullnoa 
aaaaraaa  oa  nlo.  Tratomanto  da 

IMPOTÊNCIA  EM  MOÇO 

RUA  DO  ROSÁRIO.  172.  De  I  da  tl 

<P  29008)  30 


■  n  ;NRifA'ií»l»MíÍT*,,l 


Hemorroidas 

Tratiraento  irra  operaçSo,  Republlc» 
da  Petú  70  —  2°  »nd*r  d«t  14  4»  17 
borei,  (P  22339)  4) 


RrfvT»TiTTTTT^^ 


DR.  BR 

MoletDaa  do  oppartlh»  Uanlto- 
Urlnurlo  no  honiam  •  na  mvlhtr- 
OPKHACOBS  —  Útero,  ovarioa. 
hernlae,  «opendlelte.  orentata, 
rins.  boxtga,  ato.  Cura  rtplAs, 
t>or  proeeaao»  modamo»,  aam 
dDr  da 

GONORRHÉA 

•  «uai  compIlOAcOsa»  proiUtltea 
nroMtea,  cyatlUi*  estrelUmaotoi 
ola  DlathermlL  DapaonvtHnçI®. 
lltia  Uvpublloa  do  PAru',  23.  10- 
T»ratStx  clAt  7  Ab  I  i  dna  M  4l  U 
horas,  üomlncos  •  fsrlRdoa,  Cm 
7  ás  9  horaa.  (P  2Qg|T)  tQ 


Fòra,  porém,  u’a  macula  d«  Icm  Ju-»tlca  no*  enroltrr  noa  Imiroa  quo  cloistni 
o  Atalitn  Mm  l»ar.  win»  bIo  iiirnoa  rirdl uasldia  Ooraiianli«lroB,  tarabwn  Arll»tii* 
me  auaa  capedaUrladea,  dlcnaa  doa  dobbub  iniivarta  a  da  oilinlrixçio  do  tmloa  VAh 
que  aguardaea  cora  nnutaa  na  Cortejo  Aiaravllluuo.  —  dão  kltlca: 

Modeatlnn  Knnco 

(I  llcatr*  da  Eatatuaria  qua  boura  •>  Hraill  com  mu  talriilo  «  litro  prlvlUi* 
gtudüi  —  O  Canova  i«atrlt'io,  JA  IminortuItMih»  perante  a  Oplnlio  publica.  A  Mo- 
doaUno  oa  aaitoa  fotirla  asmitcdioaulon. 

Emílio  Kilvii 

Um  Borna  firmado  oa  Sconoífraphla  com  ama  trndlç.lo  rvapiltoia  do»  anaao» 
da  Bcena  britilelra. 

Alexandre  d  c  Almeida 

Üutro  batalhftdor  noa  prclloa  du  Eathftlca.  Vivo  uma  peraonaUdailB  marcnnle 
do  Artlata  olctorlco  do  lucoitfqndUol  mcrlto.  A  aniboi  am  Evobé  agradecido  dc 
lodo*  oó». 

Francisco  Silvn 

O  tecbnico  dai  traraoUa  «  tnacbliuirlaa ;  Inexeedivel  no  aeti  "rnelttr'.  que  aa»u- 
Pilu  &  grando  reapomalillldada  da  carpintaria  €Bpccla]1t*d«  da»  no^iaa  coinprliüa- 
alma»  vinturoa.  Um  multo  obrigado  daquvlleai  eatentorlcoa. 

Gaspar  Francisco  dos  Sn  mos 

O  fama*  Ucbnlco-ciaclriclita  que  aoohon  e  reallaoti  na  turbllhde»  hmitnaaoa 
qua  dealutubrar&o  oi  ollioa  nmla  ufíultoa  â  fulguração  aolar,  An  Onapqr,  noaio» 
ixradacIrarBtof,  |teia  acrA  eiie,  o  cramlo  Oaapnr,  um  doa  prtnclpaea  factorra  da 
CL.-WI  próxima  Vlctorla. 

Arnmiulo  Ditvnl 

B'  outro  crislor  do  no»ao  raconhadmento,  poia,  cara  rarn  tino  a  vuarfla  rara. 
Miou  paia  bei  ordem  a  rapidaa  dna  compivxoa  aorvlcu»  do  aoaio  larravúo.  Ao  ad* 
Bilniitradnv  correcto,  multo  frntua. 

Mmo.  Olympla  Fernandes 

Foi  a  dlrtadora  do  boiicgoaro  e  do  “aovoir  falrv“  quo  prcsldetn  mviao  c^loaaat 
o  polychromlco  guarda-roupa .  A'  proxecta  "malumloro"  noaeo  profundo  roconba- 
cimento» 

Mjtic.  .Iluydc  Mnrtlns 

Tate  a  «eu  cargo  a  «apcclnllracflo  doa  ailorccoa  a  nosaa  Intcreaaanlfl  iiicuin* 
beócia  an  boore  com  louror.  EgualrarmtO  multo  obrigado,  Evohft!  a  Todoi! 

Marqticz  de  Garatuju 

A  «Rt*  fitond#  BBlmadnr  o  intraitiml  rar;tftva!naco,  todo  o  Ooragfté  Democrᬠ
tico  pelo  oaíoroo  deapcndldo  ora  prdl  dj  tna«u«ratcl  conacenção  do  noteo  •1.1VHU 
Di!  OURO*  úc ato  anoo. 

Voltemoa  agora  dlrcctniurnte  para  n  querida  Topulação  Carioca:  par»  Ea«e 
que  t,  (liinlmeatt.  a  nona  raxfio  do  e ar;  o  ooaio  Camarada  elerno  a  berafacejo 
—  O  POVO: 

SAUDAÇAO 

POVO  da  Ouauabora,  valoroao,  M*  para  Vôa,  obi  Povo  nmlgo  a  bravo. 

Povo  dn  nobrt  o  altiva  Quannbara;  An  oonaaa  almni  Bonhadoraa  e  enti 
Vtmle  ver  o  napactacqlo  asnambroio.  Alogrla  aara  ruagai  o  arm  travo 

A  nmravJlba  dallcadn  e  rtra...  Dn  nuiaa  exan  plennmcutc  cm  feata. 

Vinde,  oom  «ojbo  eapirito  de  artiali.  i!  ie  «  Vldorln,  no  aeu  plnoatro  da  ouro. 
Anlmqr.  auraa  doida  exaltacAo,  Du  oovo.  aoa  noanoa  bravoa  ac  atirar, 

A  rua!*  alia  «  •  mala  ildlrai  couqulata  SSo  tervrana  orguilvo  nem  dvoiiouro 

Nua  grenia  do  Soabo  o  du  £aoc&o,  Do  ao  Puvo  oa  noaeo»  louro»  conangrar. 

flauderae»  em  fleguidi  a  asmpra  bondoaa  o  hospitaleira 

IMPRENSA 

FJ»  ao  rauudo  mo  Jorno  a  alttva  couiiuctara  Ploclama  A  lua  do  Boi. 

Doa  povoa,  ■  poteote  «  audax  anlmadorn  Deita  terra  feroz  n  pujnnlt  biltuin, 

D«  ClviUxacõot  Que  vibra  na»  creacSea  do  noaen  Naturtra 

t  »1U  qua  defendendo  oi  fóroa  da  V»rdaiic  Dv  arrebol  g,  arr^w!»  -- 

Vaa  o  caminha  abrindo  a  tortn  humanidade  «  ijrl  Z 

No»  pttlio»  da  Hn2&o.  Hauilamoi,  num  f«br1l»4  nugl^a  witmilV 

A  Imprenan  Itraal iotra,  IbtoijcIvuI  erofliu 
A  Irapreota  é  o  porU-vox  de  todaa  na  ron-  Que  heroica  e  agahoiH,  , *■,  6 

[«tnlatia,  K*  a  fon*ft  q««»  alicerça  o  Imuddo  daa  IdNa 
Qa«  am  eublliua  xeloaão  de  forca»  Imprc-  H  trnçn  no  prvaoute  aa  rude»  epopén» 
friataa,  Do  (toro  do  Brn»t|) 

-  'TmÍTT 

Rompo  da  noa»»  nlmn,  apAa.  mrnia  eipioifio  lnnilnou  de  acntlimnto»  affcclh* 
iça.  pelo  multo  que  lbt>  deve  uovxo  giorloao  Club;  polo  multo  que  lhe  dvvcauog 
(otioe  nde  Democrático» :  rani|'e.  repotl"*!»,  da  iionríi  ulmo  a  maior  ninulfteiação 
do  extremo  aentlr.  conaubatnncUda  neato  Imiierecive}..,  ,  , 

CÂNTICO  DE  GRATIDAO 


B  coiuo  l»H»  nAo  bn-fr  ao«  desbarata» 
oiir  ii  tmlidc  rirvoltii  lho  cnsarlnha, 

8i*u  andàr.  auua  olbürc*.  m-u»  inenHoa,  UHt.lo  noa  “pAs-du-arrox",  “vldroa-de-em 
Quir  itrin  aub  a  lúbrica  ctctimllbll  Itractoa-. 

B  n  rlgldei  lantolicn  doa  aolualf  Nua  "Jntiii",  “orrine*.  “roiiB®"  *»  mola  or* 

K  aua  vos  de  medulei  gorgeluaí  Inato».,. 

K'  a  vteroa  xrniadllha,  Sempre  a  ctvrua  armadilha. 

Pera  domar  o  coração  da  sente,  KHn.  olrliinndn  oa  uuturaea  encantoa. 

Para  liiunilnl-n  dr  roortnl  amor,  Vívu.  |so/|ietunmrn1e  n  ao  adornar; 

A.  Mulher  tem  um  soto  inconucquantu  E  rm  k>u»  languua  e  merblrtoa  quebriotea, 

L)u  aranr  n  pompu,  o  i-xotko,  o  eaplrudor.  Per  «obro  voruçGn  podu  tdfenr. 

Para  aoa  hornena  tratar,  a  Naturax»  Com  mu»  adornai  rutilo»  fnaclna 
Deu-lhe  dn  Graça  a  rivn  encarnaçao,  rt  coritçào  do»  liorarn»,  quumo  quer... 

K  elln,  eiquecenüo  n  anturnl  belltflt,  J!lo  «  efi rua  aruuiiUha  que  domina 

Quer  doiulíiar-uoa  peia  oatcntaçiiu.  O  a  mundu».  Eia,  cm  ajntheae  —  a  laulber! 

t j tu  corão  de  dealumbrantca  autoraovrl»  roiidunlndo  forwufli  Caatellâ»  dJatri* 
buiodo  AntabllidndrB  u  aarrltos  vncrrrn  n  unasa  primoroen  I*  Furto 

2"  FARTE  —  2-  lunida  do  mu  nica 
Lcmbrh  aoe  aeua  trajua  oa  liirltna  UnndcIrnntLMi,  oa  iirrojncjo»  Garlinpclroí  de»* 
aa  fnmoia  tv*>ca  do  Krrnão  Dlaa  Pnca  Unir,  n  Façudor  du  hhmwraWn»  o  tanto»  ou¬ 
tra»  heroico»  drebravaiteiet  dn  Terr.i  Virgem, 
ltompe,  Ulgnumuntr,  á  ranguardn,  o 

4*  CARRO  (AJJcgoríco)  (Timindot) 

O  grando  brhlller  eato  obr»  aa>>ietia.  K  anim  fu»  Turandot,  frln,  Implacirel, 

A  nçüo,  iitlxto  d*  amor.  du  iiiuiíüo  c  gloria  1  Itolnr  |wr  Irrra  uju  ceolro  de  cabocaa- 
Tem  togar  cm  Peklu,  nn  antlgn  Cblaa, 

En:  tempo»  qua  m  perdem  tio  mrmortn :  I  Ela  iruflo  quando  em  maio  n  turbaimiUx 

I  Do  poro  revoltado  contra  o  Império. 


Snhoiulo  Turandot.  falnl  Princcx», 

—  Fatal,  maa  holla  de  Inaplrar  amore»  — 
Que  uma  da»  nimii  a  In  a  fftrit  premi 
Por  ura  bando  do  nuilmca  mulfcl torra; 

Jura  —  IrapPltlda  jicloi  cia  ovtigmia 


Um  Jkivrra  cuju  me  tu  nlrgrr  exulta 
l)lx  dn  llrar  o  triidlc»  tn>»lt*rio. 

E*  Ju-tumenti*  oatc  cplKidlo  tutonao 

Quo  iiiisM»  I.umry  blpd ugra pbou : 

No  curro  u  Imperador  com  brilho  ínimenio 


juta  —  impriuaa  icioa  na  mmioiaa  -  f,  ,  .  •  flU»,40*  Turandnl 

Que  a  nlmn  tbo  ferrai  *  dnapoanr  aómralr  «  iurandot. 

O  Urlorlp.  quo  Ire.  rt«»  hui  .nljjn..»  „„  cm  nue,  Mí.uU 

Lbe  Jctlfr.  <1,  promj.lv,  frvnie  »  ftraU.  Dt  ^j,^  ,0  flUr  v,lcm  „,lt0  a!{ronu  , 

[morto, 

E  num  edito  md»  quo  o  ihrono  apprern  ^  terrjTlJ|P  proUlcmna  Ibn  aprraenta 
H-ntcnclo,  tem  etlle  «nu  nlerio.  certa  t)u  eu  Irlttu  Our  ,  me.me  lerte, 

Que  o  concorreat»  quo  íulliar  d  prura 

SctA  duntite  dn  Côrto  cxecutndo.  Maa,  denta  vim,  engann-aa  a  chlnaial 

Tonteia,  íux-»e  piillbbi,  emraudncol 

A  noticia  quo  lenço  ern  |ioivoro»(i  U  Prlncitiv,  unte  a  Cdrfr,  mm  ftrmHf 

Todo  o  Império  Cblnrx,  tumultuaria,  <j«  trngbro»  uitlgma»  eaclorecol 

Tràa  á  Pekln.  em  cifra  ínbuloi». 

Mnncebna  da  Mongollo  c  du  Tnrtnrln»  I!  Inl  roun)  auci-eda,  aqui.  na  Cbloi, 

No  PntnKmilu  ou  meaniu  tio  Equador. 
Nenhum,  comtuiío.  veme  o  Impenetrável  A  uiigreiitu  trngcdln  em  paa  leiraini 
Sempro  envoltn  nas  nuveoa  mula  mbraaua;  Orm  u  tlriorla  du  ninnr. 

Pa  mm  novo*  autorauccl»,  nos  qiiaea  tomauí  lognr  na  noeeos  coma  grada»  ariliUe 

ANGELO  LAZARY  o  MODESTINO  Kv\NTO 
Aliula  outroa  autoroovcl»  cnfellailo»  <l4*«lllnin  com  mbloaoa  raaacarndoa  da  un¬ 
ho»  o»  acxoa.  K'  neii»  altura  offcrrcldo  DOru  áinoujn  pan*  fnwr  dcaepilar  o  Povo 
noe*©  amigo  cem  a  BproacnlagAo  do  ucmiq  ullrtt-hltiirleiito 

S*  CAltltO  (Crltlcn )  (Novo  Dlogcncs) 


Dlogouea  Immortnl;  Dlogunea  eynlco, 
Como  te  npralltilou  a  Grecln  liMalrn 


,  JHogcnea  santo;  eapirito  teuace, 

I  Qiid  a  fspvntnça  iitiiotlohlfl.  perrgrini. 


Que,  epeiiaa.  via  cm  tl  um  caso  clinico.  I  Dn  nm  homem  (Jepnrar  que  executaixa 


Clinica  «ie  Senhoras  da 
dr.  César  Esteves 

P.lta  d*  regra#,  oollcat,  en 
10o,  <ta  grovldeL  herjiorrh» 
gin,.  auipanaSa  atraio,,  (rl. 
ia  •  demal,  perturDaçO.* 
ovarlanaa,  traiam.nto  .paih*- 
raplco  ,«m  oparaglo  •  «en 
dor.  Hep.  ds  Pem\  114.  T 
12-0143,  d*  1  is  •  trnru. 


Fanll.e  de  Flgoefrrdo,  viuva, 
cem  8  Olho,  «  Impnailbllluda  de 
trabalhar,  rua  Ocsldantal  n.  124. 
Catumby 

Lnerj»  Xn.f.r  dn  Silva,  viuva, 

oom  4  (Ilhoa,  rua  OeeldentaL  124. 

Catumby. 

L»ur,  M.rrj.f»  d,  Afcr.a,  rua 

Clarfimiodo  de  Mello,  138, 

H,rl*  Roce.,  rua  Jullo  Ribeiro 
o.  84.  Bomiuoceiao. 

Harle  Herr.lrn,  rua  Barto  de 
itapeglge,  487. 

AiiRPllnn  Pecur.ro,  viuva,  0O(n 
80  annos,  céga  .  paralyttoa. 

Mnrln  Ventnrn,  com  88  nnnoe. 
tua  Senador  Alencar  n.  145,  SSn 
Chrltlovio, 

O.rlniu  ria  Coala  Pinto,  viuva, 
oom  70  annot,  com  8  neto*  or- 
bh&oe,  rua  IcuaaaO,  244,  (undoe 
Cascadura, 

Lurl*  Mmcrdoi  rua  Monte  Ale- 
tre.  27.  quarto,  12. 

Mnrl,  nnpti.ln, 

ígnea  dc  Athnrde,  rua  Eme- 

renolana,  17,  Slo  Chrlitovto. 

Entrevede  dn  rua  ftaplrl),  413. 
Mea  II,  céga.  oom  70  anno., 
Prnjielioa  Stellc,  viuva,  com  73 
antioe,  Traveee,  daa  Partilha,.  18 
Auren  Cuutn. 

Juallnn  (iamea  dn  Silva,  com 
40  aunoa.  rua  Cario,  Gotnea,  89. 
borâo. 

3cyl|a  Unhrul. 

Edlth  Plgnclrcdo,  rua  Comello 
B.39,  S.  ChrlatovAo,  aleijada. 

Mnrln  EnRcnln.  vlova,  com  73 
anno,.  rua  Bario  d,  Itaquy,  807. 
ban-acSo  7.  Cascadura. 

AUlrn  Ilurtl. 


Casas  e  commodos 
no  centro 


ALUGA-SE  um  apzrUmeqtQ 
“  com  3  peças  no  Edlfjdo 
Visconde  de  Morses  e  quartos 
com  café  pela  manhã,  ho  do¬ 
tei  Monte  Alegre,  rua  More* 
chal  Pllsndslcl,  6  anllgn  ru» 
Monte  Alegre,  esquina  da  ru» 
Hiachuelo.  fioati  i 


Copacabana  t  Leme 


I  complIricEee  Ibeieem  e  nelber) 
Retreltamete  «•  Urelhr, 
IMPOTÊNCIA 
TreiMi.nlo  repldo  e  mnit.nin 
DR.  AliVARtt  ROCTINIJO 
Beteee  Alt, a  77.  4*  —  14  Ie  18. 

(34875)  I 


HYDROCELE 

por  mala  antlz*  .  volumosa  que 
soía.  Cura  radical  l,ra  oe»r,çto 
cortnnto,  «em  dOr  •  «em  affaeta- 
mento  daa  oocupaÇO*.  P*r  pro- 
arsao  em  uao  ha  mala  de  40  an- 
noe  com  perto  de  2  mil  caeoa  de 
oura,  «em  reproducçio.  Dr.  Crle- 
elumn  Filho.  tt.  Rodrigo  8llva.  1. 
da.  II  4,  I*  hnrae.  »P  22333)  30 


TOSSE?  Use 

Preparado  que  ba  4fl  nnnua  vem  produalnda 
effrftoe  mllngroiue, 

4'  v.nd.  nn»  prlpiduar»  pharainrlni  .  dregarl.» 
Pnfcrlcuiit,  Ãür,l|,ho  VliRriincello»  —  Aeftgn 
phartnavla. 

_ RUA  DA  «4LIITANÜA.  27 _ (m) 

~ BEBAM  CAFÉ  GLOBO 

_  O  MEL.HOK  19  O  MAIS  BAUUROSO  — 

0,171  ATK’  A  ULTIMA  UOITA  II! 

OUARDEN  Ad  CAPAS  «UB  TEM  VALOR 

(5274) 


A  DUPLICADORA 

Avlaa  a  aeu,  amigo,  e  clientes  qus  transferiu  seu  estabele¬ 
cimento  para  a  rua  da  Quitanda,  lf-loja,  cequlna  de  Aisem- 
blía,  onde  oontlnOa  com  »,  euae  «eccOce  de  COPIAS  A'  SIACHI- 
NA  —  IMPRESSÕES  AO  M1MKOGIUPHO  B  IMPRESSÕES  UL¬ 
TRA  RAPIEAS  EM  “MULTILITH".  teleph.  42-0893.  (34240) 


Falia  ■» udar,  erguondo  a  nnssn  debll  voa, 

O  CrandB  “CARTA  BRANCA",  o  maior 
(dentro  n4»; 

Kaifl  qua  t  do  "Cixteüo"  Ucrolvo  o  intnin- 
(limita, 

Oom  brilho  a  com  valor  porpotno  Fraal* 
[dente. 

Cart»  raaigio  altivo  «m  qoa  Agtila  alta* 
(nelra 

la  alcandora  Aa  rsgióe»  da  Olaria  alvl* 
(çarflra, 

Del  lo  recebo  o  lmpulae;  o  naalm,  cada 
(romUtlo 

Segue  o  oaielra  de  lax  quo  vera  do  aeu 
[prestigio. 


l«or  l«o,  “CAUTA  BRANCA",  um  «lo  de- 
(ver  ao»  dl  In 
—  Menno  por  velha  proxo  od  formulo 
(bonita  — 

De  publico  traxcr-tc  a  Tlvidn  «xprüxaiio 
Da  nossa  aMlsoonante  «  eterna  gratidão. 
K  quando  logo  mala  —  como  lempro 
(acontcco 

Mnl  o  Frestlto  noaso  ImpAviilo  qpparaca~~ 
A  ilciiia  ninlMtlão  niads  prnptulntarli 
Sacudir  n  Avcmlda  u  di-r-no»  a  Vlctorl&l 
A»  pAlmaa  v  ovnçdca  que  hão  do  explodir, 

(•II. 

Aotei  de  acs  tocar  lrüo  direito  •  Tf« 


H  uAo  tiu  doutrino  aotiranctirii !  A  lua  Haplrntliiiluiii  doutrina  1 

Diasecna  bom;  plilloMphn  «tuvrldo,  l*ol»  bem:  um  novo  Dlogetici  ta  qltcrna 

CiiJb  phUaaoplilu,  outróru.  nuduit,  No  Draull,  c  utiila  pratico,  cm  vardode, 

Tlulm  por  funilamuntç  ijvmraprcbcndldo  Üom  procurar  o  homem,  de  lanterna, 
ü  mçnaipreoo  Aa  coavcnçdf»  socliias !  A  uato  «nmturio  deu  publicidade ; 

*l<lM>4«tranfllg»olf)  ^,,UAlrti  FrrtrtiJ-sc  do  m  hmvm  de  fi  publUB 
Que  iofíreite,  a  sorrir,  cruda  pcnjaltfo»  Qua  c blefa  fõra  ile  qualquer  convênio. 
Cingindo,  ao  *qarpo,  esfarrapada  tunlcn*  /'üra  acr  pratidrnJit  da  fíepvbtka 
K  aílríninado  ilcXatidre  n  tèfla  iltai‘^l^oat,  ,V»  futuro  nuatrirnala. 

Tem'  Jtofiv.  npóa,  em  carros  rlcauinnte  docoradoa,  o  dceílla  dn  valeota  #  guapi 
rapnilada '  da  Gl/AHDA  NUCUA .  —  Arrancos  dR  Jorcn  hrn»Uülnde  pntanDiüi  aa»» 
nwliide  rle  Folliie»  qvta  tHo:bcm  ruçaria  u  valor  e  a  alegria  que  »Ai>  a»  preatlgln 
B««.  crcdeuclae»  do  noiib  CAPTtIXO  Irreductlvel.  K.  r«r  meroclila  homonage^  « 
GUjUt.DA  N&fiRA,  piido  alia  â  tcusia  ealarrccldu  que  «bra  nlo»  pora  dn 

e*  CA II RO  -(Alle^nriro)  (Kytlimo  crjKtnlIno) 

Do  arrojado  esplonilor:  de  excal«o  Quolti  Kate  ê  o  carro  trlumpha]  da  FàlDtlttBX* 
(fspouiiie;  («•»(■: 

A  pialor  cxpreaslo  tl» b  Iddui  grandiow";  ho  drlirlo  da  I,us,  >t»  embriaguei  do  olhar 
Moatra  eatê  carro  «<•  Poro,  ©ipcctaculor*  Agua  qan  outro  5loj»C*  com  a  vira  di 
!  mente,  ÍEsfhsrtj 

Cu*  conjunto  aem  par  dc  Fontes  liuninoMa  Do  roclwco  tl»  ldín  ardente  fex  brotar* 


E  n  lymph»  «tulad», 
Folgrntc,  pr» tenda, 

Da  fonte  dourada 
Num  rytbmo  »»«; 
Coma  alma  qae  oncln 
Num  Jacto  ne  alicia, 
Mas,  breve  tonteia 
E  ene. 


U  a  lyioplu  Impctuoa» 
Formando,  nltcroes, 
Columns  trarlvu 
L.í  BÚlíC,  li  vão; 

MnH,  logo  que  avança 
Dlluc-‘n  n  caperanç», 
Rvcurva-ac,  cooç» 

E  ene. 


Por  fira  Justo  ê  exalçar  ainda,  na  linguagem  dai  Muaaa,  a  lábia  eorapetoncla 
»  o  puratlno  critério  d»  Imilialarni  Justiça,  que  d  o  apnnagto  ourentado  dessa  pUu- 
laiigc  de  praficicut»»  lfestrei  quo  formara  a  emiapkua  •  hrllbnnte. . . 

COMMISSAO  JULGADORA 


Abre  nint,  poro  auilçu  e  anl  vivjdfu 
Dn  aupcr-poaiuAo  da  coloaanea  aapcllio»  r^mbliei^ 

CoDHgue  Laiarjr  desiumbraraviiUia  taca,  Quo  bOo-de,  a  fundo,  ferlr-i«  a  aenxi- 
Qqc  imt  mdo  tona  ixuea  c  verde»  <•  vrr  [bllldadr 

ImelhoR  Cobre  o  carro  genial  de  applanin»  dr- 
ítovlvc  a  enacennçAo  doa  noites  oricnTuci.  fllraptc» 

Quo  o  devei  ao  malar  ArtliU  d»  Cidade. 


A'  OommlaiQo  d»  Arlistna  conaagradoi 
Que  vae  o  nosvo  Preatlto  Julgar, 

O»  noaaoa  cor»'jBei  enthusiaamado» 
Vlmoa  entt»  mil  “bravoa'1  ofíertar. 


Artiataa  que  naa  «raa  d»  Ballrra 
Proataea  culto  A  divino  Natarexa, 
Numa  aterna  a  febril  faicinaçAo| 


SACADAS  CARNAVAL 

Aluga-se  sacada,  para  hoje  torçn-fclj-a  com  frente  pnra 
O  Pal.ce  )|otrl,  por  cima  do  Café  Bcllna  Arte*.  A.  Almlrnn- 
te  Barroso,  15,  tolcplt.  22-4800.  <280!0) 


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2  quarto»,  anl»,  hnnhalrv. 

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psolatment,  oreados  pare  Apar- 
tamaplOB  e  auo  roeolvcu  o  pro¬ 
blema  d»  ucaauí  d.  espaço  «aro 
prejulio  da  bAa  comniodldade  e 

dlitlncçto  qua  n  vida  Moderou 
exige,  executando*,,  alnd.  «Oh  I/KCERAUCHEB  e,l, ,at«»  e  (ileUira*  4« 
d.ienhoe  a  «ro  qualcuer  «Ityla  oi)  í'j  eoetl.ee».  Attende-M  em  quulouer 
JlmeneOea  modeloa  especlaes.  of-  h.lrrv.  ilrnlr  1  cemmodo  —  4I-4UM.  Se- 
(«racendo-ee  também  em  algum  Iwdar  1'emptu.  24«.  Jat»  rreeclKa^. 

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Vanda-,a  com  12  peqaa  de 
Imbuya  mt*«lça,  toda  enta- 
ihadB,  obra  da  mestre,  feita 
de  anoommenda.  custou  ha 
dois  iriitti,  4  cantos  por 
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tararnie  cora  cry»t«l,lre  ll,ade  »e 
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mentos,  com  armorio  de  tre» 
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e  Frei  Rogério 

Agradece  graça  alcançada  —  Bylvia 
Rocha  de  Araújo.  (P  2513S> 

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pereba  reta,  ipê,  peroba  de  Campos, 
etc.  Madeira  cooipcnud»  em  rraede  es¬ 
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2297 

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Constintíno 


Sábio»  qua  »  Vida  olbaea  cnaimoBtcaiio»,  A  VA»  —  nrantn»  da  Bollcxa  viva, 

No  tnundn  da  Dtllrxn  a  deambular,  ArccniJemoa  a  Innipniin  votiva 

Kltnndo  além  o»  mundo»  «nbllmado»  Du  nonro  ultrn-»coitvvl  euravdo. 

Da  vo»»»  pfaiDtaatn  tiniultr. ,, 

K  a»si  oiia  delonga»  —  »  Conaçiencl»  oorenad»  p»In  franca  «  trarqulll»  vt»Ao 
itf  um  Dever  rlcoroenmcnta  cumprido; ‘  trombo telera,  eattealoricaa,  ora  toiloa  a»  dl- 
r»rç6ea  do  Quadrauta  central  na  fnnfarraa  annuuct»dor«a  do  noaao  raaravUinio  üor- 
tvjo,  aviuQdo  A  llole  bnmann  que  freme  a  ae  convulsiona  per  toda  a  vartf,  tio 
»o»  glorioioi  Dcjuocrattcc» 

PASSAGEM!  PASSAGEM!  PASSAGEM! 

F.  g!»  qiM  flHaomn,  drifcrlnilo  bombarda»  lurninoraa,  o 

PILESTITO  SEM  EGLAL 

].•  PAUTE  —  Magnifica  flUAKDA  DE  RONHA,  conitltoUt»  d»  anciã»  do 
Oiub  em  acua  graodos  notrornio»,  cin  ouro  o  prata,  niontnndo  «lagoata»  corcvla  ne¬ 
gro»,  rlcamentc  ajaeudos  a  que  rc|tT€»eotaiii  oa  Nobrua  dn  Oa»t»)lo.  Bcguir-ia-A 
nm  groaao  Tilotlo  de  Lauceiro»,  fazendo  rlrnpojar  no  alto  aa  lanrrM  argentada»,  49 
Alv|-ucgrn«  FLvmtnutn»  Dcmocratlcn».  Ksl»  írunto  de  brllbo  «  Imponewla  tovui- 
girat,  revatuclono  os  velhos  enetlodo»  carnavaleacn»  0  offerecc,  anleclpadamcotoi 
4»  Multlddes,  uma  viaio  fantaimngorlca  do  qua  4  0  nosBo  CQI180  de  11)37,  em... 

LUXO,  DEM.KZA  a  OKIOINALJDAnEIU  —  Api>»,  ft... 

BANDA  DE  CLARINS 

Trombeta»  d»  prata  clangoram  n  Marcha  Trluinphul  dn  ÁIDA.  Onvgllelro»  re¬ 
presentando  "Marblxabss”  0  “Pngds",  rum  toda  »mt  Indnmentarla  rnrnc torlollc-o, 
dirio,  no  coojuoto,  <t»  pompa  exoflca  dn»  doiro»  prlmUlvi?»  tmügen»»  q  dn  rlque- 
ua  vabubsronte»  da  Fauna  e  da  Flora  dc  r,o»B*o  Imtzranuo  “faltcrlauil". 

flegue-se,  num  esplender  magico  do  cdrci,  a 

1“  BANDA  DE  MUSICA 

Oahetii,  TniHitn»,  Mantia,  liororô».  Oateafam  na  agtidrx  §  deKonflança  do  eUmr 
o  laitlocto  guerrilheiro,  concrctixndo  ntndu  nee  aeu»  kanltare»,  ua»  suo»  maça»,  no» 
snaa  rnlnnnpn»  e  tatuagens. 

Depolfl  d»i  emoçfie»,  Povo  amigo,  que  a  notaa  vanguarda  va»  offerccer-te,  »  que 
•rranceifiu,  da  certo,  o»  Ura»  mal»  quente»  e  vibrante»  applRuae»,  pnpira-ta  psra 
•  ApotUeoae  lalcUl  do  auua  Cortejo,  aunttnde  na  majralnd»  «oleana  <k>  nosao  Car* 
ro  chefa,  todo  0  ardor  »  antbutiasmo  que  «Io  lusplra  a  drai*rla  na  nonii  braailldade 

1*  OARRO  ALLEGOJ11CO  (CArra*chefo)  —  Sjm- 
phouin  M/irajoam) 

Qyper-moaumeattl  eo»  leui  clncornta  Noutro  piano,  •  seguir,  ma)  occultaa  na» 
(outros  '*  ftnnga» 

—  Ohavc  douro  •  entrrabrlr  «urprv»»»  n»-  Quo  Ihu»  proporcionou  alígero  "scàusii", 
[loaues  —  cingindo  A  tironxea  pclle  eatraoUo»  bitfl- 
Surge,  eia  melo  1  expieilo  da  «olaré»  cs-  (gsugaa, 

(pcclres,  a  coberto  l«m  locar  das  fllhs»  ds  !tupB. 
Demoersllcoi  preito  ao»  nesioa  Anceitrncx. 

E  toda  a  ladumentsria  uotloa  selaUllt 

No  arco*  Ir  ia  dn  Foiioa  a  no  esplendor  dt 
A  srte  marajoani  empresta-Ibe  a  motivo:  (Florn; 

“Inubits",  rtaracAi",  *induepei",  “acau-  A  crrnmlra  «hlb«  n»  modelo»  de  irgIUs, 
(mar*;  O  eugenho  guerrilheiro  as  «ru»a,  era  pio- 
M  00  apogeu  do  que  ba  de  mala  decorativo  libara. 

A  ayncbronlxflçfio  dna  pcaoaa  e  das  pluraaa 

B  ledo  cias  prodígio  urdido  »m  micaa- 

v  (chlilo*, 

Ao  sito.  dominando  a  curva  do  Infinito,  Em  porpbyro  e  alabastro;  eo  arcos,  fl«* 
Num  fuigldo  palnncue  cra  ouro  a  verdeerti;  xna.  cnlaa, 

Coçar  A  freate.  â  deilrs  a  clava,  A  bAt-a  Se  tranimuda  e  consagra,  a  grande»  lm* 
(ura  rito,  fprevlales, 

0itcnta-»t.  trsnqulilo,  0  birbiro  FagO.  A  pompa  brnallclra  ao  tempo  do»  Tapulaa. 

CARRO  DA  DIRECTOR1A 

Oonduz  a  Hepraiesliçlio  Offlcla]  do  Club,  deaíraldand»  a  Baadelra-cbef»  «  dia* 
tribaiodo  "O  FANTASMA",  «cu  orgSo  dv  publicidade. 

A’  BANDEIRA  ALVI-NEGRA 

Abri  alia,  povo  amigo  ao  conjunto  da 

(Graça  Deafraldado,  0  alvi  oegro,  era  irtmnloi 
Da  Ballora  «  do  Araor  —  â  Agnla  Negra  tdrapejoa. 

Ique  !>i»aa.  Vem  nimbando  do  lux  e  batido  d»  boljo». 

I’  ipjl.  Stn*  trlurapiil  qu,  <ra  Min  i  cn'  “ff0  T",",J,0  *  "  "• 

ll»MO,  rtralslc.  8  ,«<  «K»  «»  <!»»'<  «  t.ra  nb.  4. 
Faa  ua  »ui  tacençlo  verdadairna  prodígio».  luioria. 

Para  eilr  —  poro  amigo  —  entra  biljni 
O  peBdSo  alrl-nfgro  i  pompear.  Imponente  («  palmap, 

Deip«rl4  a  vibiaeio  qu»  «rra  na  alma  da  I\xii  a  paJpiuçSo  que  vive  em  vepsa 
(gento.  (almaat 

Deafilan  apda  rkgentei»  automovela,  rleameotn  oraamentadn»  o  IHumioadoa, 
cetiduxindo  oa  alegria  eomnomraie»  do  lendário  GIIUPO  D08  INDEPENDENTE*. 

K*  a  alvgrla  eafnilsDt»  doa  Carneraloacea  do  'CA3TKLLO"  oua  pttu  eacar- 
nada  na  Mocidade  trrinulala  a  rtnioriMora; 


E  a  lyrapbn  da  prata  E  a  iympha  dilocta 

Qg»  do  ar  ae  arrebata;  No  ar  bd  projccta, 

Qu«  etn  lua  aa  deaata  Vertigem  affecto 

E  o  other  allrao;  Que  a  envolve,  qua  n  attrd«| 

Oow  atmq  que  íri-rne,  Mn»,  «1»  (tido  paaiu 

flnaviiiiiua,  r»trc*me,  1C  «nffio  «»  adelgaça 

Arqueio -a»,  trdme  U  immuIo  o  frncniti 

W  cao.  E  eéc. 

Sivgantea  viofuraa  condiulndo  ronundoa  fantasiado»  stxuera  ntria  da  «um- 
ptiuw»  allfgorln  q  como  qua  ariridu  wllaradua  para  lotroiluilr  por  entro  gangalba- 
da»  freaetfca»,  o  nomo  deMplInot» 

7*  CARRO  (Crltlcn)  (GnlUnlm  morta) 

Ma»,  quem  d  nua  ttga  A  Mjjaf  .  *’ 

Nem  nttler  qua  atuado  I.  I  IAgn  oAo  liga,  dosfirte, 

Ntm  MuvRoltnl  que  hrlga,  l.\  Ltpa  njuguotu  inpportaf 

Nem  “sou"  Llg-LIg-Lti.  I  Aoa  poucos  d/lo  lba  de»cart«« 


Na  bera  B  tia  bnrrlga  H  efnqiinnto  aquece  n  retorto 

Oa  forte»  favem  banxd  Dn  f»u,*rra-cblralra ;  Marte 

E  «da  qne  A  lipa  nlnguera  Ifgu;  IH-penan  n  f/itfliiiAu  unrrto» 

raavara-ihe,  Imloa,  o  pti. 

8trA  d»  corto  olnda,  aob  intenso  gargnlhelro,  qoo  doaíllarêo  outros  carro»  Utu* 
minados  cera  engnxjnúos  Democráticos,  precedendo,  gnlLariSumeulu  o 

8*  GARRO  (AHcgorJco)  (Verli^cxn  jíohrc  n  neve) 

Feia  estepe  galada  •  Noa  alcantis,  no»  vallo». 

Nitraa  vtrlljrem  qu»  ae  oDo  descreve,  loide  a  "nvBlanche",  no  prejectar-ir, 


Quatro  parelhas  leram  de  arrancada 
A  vlntnrn  da  nove. 

üm  trenó...  Gorra  insano.,, 

E*  ao  borlxoalo  um  frlxo  asul,  Uo  brsvej 


ftfeeme» 

Deixam  «uiroa  a»  potas  do«  citilios 
Estllbnçando  a  neve. 

I!  asnlm  nlo  na  Iraa  beüae 


Laiabra,  era  coojuoto.  ura  aoobo  vsrsr.*  Sem  nclinr  n  r.ij-mçem  que  aa  enleve... 

fvisbo  Quo  slnenlar  c-irafraste  marcam  ellua 


GrystalUando  em  nr  ve. 


Km  relaçío  A  note! 


E  como  complemento  O  frio  £  pertlnnr. 

Do  qtiadro  que  dllulr-ae  Jâraals  detc,  Com  tildo,  as  trea,  na  nuits  discreta  gré*e. 
Tre»  “flrls'*  arrebata,  ao  14o  Uo  rento.  Uvaai  no  poltn  um  coroçdo  capas 
À  vertigem  da  acre.  De  derreter  a  nave! 

Grande  fllu  do  elegontei  «  ernamentndoe  automovela  aopnram  n  ultima  a!lrgo> 
ria  arrebatadora  da  momentosa  ehnve  d»  ouro  da  i» raça,  com  qu»  aocerramof  o 
Fmilto  8EM  EOUAL  e  oue  vera  a  «cr  o 

0*  OARRO  (Crltlcn)  (O  cmndc  domador)  , 


Num  ronco  qua  »tr0»  oa  nrra 
s—  Bymbolliada  num  Icílo  — 
Alvoroça  n  OppusIçAo 
Oa  Juflcoea  parlamentares. 

Certo  cumprindo  ura  destino 
Ircalco,  Ino/fcnMvo. 

A  •  todos  mostra  o  felino* 

Que  A  garboso,  6  forte  »  oltivo. 

(Kntrutanto  sobs-o  a  gente 
Que  o  observa  entre  es  Juncaes, 
Uma  gloria  tera  sdmenter 
A  du  rei.,,  dot  antmes) , 

fí  como  o  lnitJflrto  lbc  ordena 
Quo  dt  urros  carniceiro». 


Aprimora  n  “niUc-en-Kéne" 
5l«t tendo  marlo  nos  tdniefroat* 

E  corr,*  o  mito,  Irnenndo, 

A  (ti  qu»  em  mt-io  a  carreira, 
De  luirrivel  fosso,  profundo, 

O  bom  Irjo  manga  ri  hetra, 

Stnaga,  maa  qutidn  Indeciso 
. .  Fcano  surgir,  scixi  pnror, 

Na  mnls  nherlo  rarrlan 
U  stu  grnndc  domador, 

Afinnl,  tudo  se  ojitirn 
llontrn  Irarrlvel  previaün 
E  o  doniadtir  domn  a  ftira 
llrlm-nruto:  “Sncefa,  leio...* 


Dltroia  DO  QUE  V18TE  E  ACCJ.AM A8TK,  l'OV«  AMIGO,  HO'  NOB  BEBIA 
AITLSLNTAK  TL  A  NOSSA  GKATIDAO  K.., 

ATÉ  1  9  3  8Ü! 

LOUD  FVRAMIDAL,  Secretario  Geral 

AGBADEOIMEXTO  —  A  Commliiüo  de  Carnaval  torna  publico  aru  aterao  r«- 
cflnbccImentA  Aa  Altas  AutorhUuIr»  Kedufiie»  »«  MunlHfmcf.  noUHlnnmilf»  «o»  Excel* 
lertlislroop  Sra.  Frefalto  do  DistrUto  Fodcrul,  Secretários  »l«»  Finança»,  Interior 
o  Segurança ;  Üircctor  da  K«trada  de  Frrro  tViilral  du  Hrn«t| ;  C'«roo«l  Domingos 
JosA  M«!r»ltes,  Dr.  Aitroglldo  Tatxelrs  de  Mclh«,  no  Cummvrclo  r  n  (odos  o»  con* 
aoclua  que,  directo  ou  ludlrcctomcntc,  coatribuirani  tmrn  o  csplondor  •  aiagoil!* 
«envia  do  aoaso  Cortojo. 

ERNESTO  II!  13  Kl  Hl).  Kccretnrlo  ds  (tommtiifio 

DEOLlDACÃO  — -  A  Comral»aIo  dc  Carnaval,  por  mau  IntrrmriUo,  itcclsrs  qa« 
o  Préstito  do  Club  dua  Dfraocrntlco»,  do  correntr  onao,  se  nelia  Integra  Imanto  tMico 
é  fstlifoltQB  todos  as  corapromlasoí  que  pura  sua  aprrstmtnçrâ>  itouvo  uucB»*id«de 
dt  assumir,  A  todos,  pois,  quo  *><'  julguem  twlorrN  o  apronrntura  dncHmroto»  IdO' 
noa»  quo  os  habilitam  ao  recebimento,  a  CdmfuieaAo  pmlnr  de  que  »ntl»f«rã  quirs» 
quer  contas  A  Mea  do  cofre. 

ITINERÁRIO  —  Run  Bcnuillcta  llyppolllo  —  MQiuuez  de  Kc- 
piioihy  —  Senador  Euzobla  —  Prgoa  da  RcjiuDIie,,  —  Aveitfda 
Marechal  Fiorlano  -r-  ViNCondo  de  TiiJinumu  —  Avuiihlb  Rio  Brau* 
co  —  Praça  Paria  (em  volta)  —  Avenida  Rir»  Dtunro  — 

Mauft  (qm  volta)  —  Avenida  Rio  Branco  —  Visconde  de  Inhaúma* 

Marechal  Fluriano  —  Avotiida  Passos  —  Praça  tlradenUs  — 
Rua  da  Carioca  —  Rua  Uruiruayana  —  Rua  7  du  Setembro  —  Pra- 
s a  Tlradentee  —  Rua  da  OontlltuiçAo  —  Ávonldji  Gome*  Frilre 
—  Prnqn  JoAo  Penaon  —  AxytMa  Mem  dc  Stl  —  FsUa  FanfAnna 
l—  Rua  Bcnedtclo  HypfiolUo  — •  (Beirrucão).  .,^«^.,1 


10 


CORRETO  DA  MANHA  —  Terça-feira,  0  <lo  Fevereiro  rtc  1037 


nu  rr«f«Uura  JluulcJpul,  pnra  o  forneci 
mento  doa  nrltuoa  conatant*»  <lea  grupo» 
M.  6,  10  e  26. 

iJln  l*J  —  Kflbrlcn  ü«  ÜBloJo*  •  L»p«« 
Iviiia  ite  Artilharia,  gari  a  loatelleçlo 
do  ensino  de  olflrlitr»,  turlHiaaln.  enyra 
xnforln  r  ronllna 

Dln  12  —  Ealaooleclinauto  do  Mate 
rln)  di*  lutrndroci»,  illnlalcrlo  dn  uuer 
ru.  parn  o  fornecimento  doa  artigo»  eona 
tónica  doa  grui»»  1  a  9, 

DU  12  —  Departii  mento  4»  Cumpra» 
<ij  Prrfeltur*  Municipal.  para  o  forneci* 
mento  <bm  artlgoi  constante»  do»  atupo» 
2,  II),  11,  16  9  2. 

Dl»  1!)  —  Sejmndn  (Jrupo  da  Avtnçio. 
Min  late  rio  dn  Guerra,  para  o  fornecimen¬ 
to  doa  artigo»  cunatnalei  doa  grupo»  1 
a  B. 

Dta  19  —  Oitava  Urlpodn  de  InTimlc- 
rl«.  pura  0  fornecimento  doa  artlgoa  cone 
lantri*  <)•>■  cru|m«  lai. 

Dln  19  —  Vlgnlma  degunda  Clrrum 
H-rl|içi1ft  de  Recrutamento,  pnra  o  forne 
cimento  de  nrtljpm  de  aipotllenle  »  ma¬ 
terial  dc  «leapena»  raludnt- 

Dia  19  —  Segundo  Kaquadrio  da  Trem, 
Mlniaterlo  da  Guerra,  pnra  0  fornecimen¬ 
to  rio»  nrtlsri»  cimatniile*  doa  grupo»  I 
n  A. 

1)1*  19  —  licLlmo  Primeiro  llecl irn^tw 
de  Cnvnllnrtn  lu«Jfpcn«1fnte,  para  0  for* 
nc<'lmPDto  dob  nriigoa  conatante»  dn»  irru 
IM>«  1  n  16. 

Dln  19  —  Surriçn  Teclinloo  do  Cafô 
nu  IXadn  da  Nào  Paulo,  iwra  o  forneci¬ 
mento  do»  ártico*  ronalunip*  doa  grupo» 
1  0  7. 


T eleeramma  financial 


HoJ»  Anmrior 


O  CINEMA  DOS  BONS  FILMS 

Telephone  22*7002 


8acco»  Sacca» 


Km  JimnluUj.  pat/i  F» 
tmdn  1'nullafji  .  .  . 
Km  H  Foulo,  pela  Ki- 
trndii  N<ifi»'ttlmiw  .  . 


f.OMUlKS  h. 

ÜVt-iiimrimto  • 

I  a.\a  Ml  III.Ml  iiMijSi 

Do  nflm-u  dn  luglnterra  . ,.••••• 

Do  llnocn  rln  ITrnnrn  ,,,,, . . 

Do  11(11)00  «la  ira  Ha  . . . . 

Do  llnnoft  dn  llenpnnltn  .»»» «»»■••••••• 

Do  Hnneit  «ta  Alleinnnli»  . . 

[j®  l-findre».  tre»  nn*ra» 

Em  Nnv»  Vnrh  tr*p  -erre»  r 

Taxa  da  rimpra  . ,  »••» 

l'nxo  de  fenda.. 

Urirs«.|Ja*  _  fnmiilr  «nhre  triindrM»,  9 

fluo  por  ( . . . 

3co’ivn  -  Cnmhln  »oUre  l,nndre».  9 

ri<r«  por  C...  . . 

Madri»  lUnihín  t^mdraa  9 

flito  ivir  C, ,  . 

G«o**v»  rinih»^  mi*i*»  )'ari*  9  cUln 

n««r  1 111.  irot  . 

Llxihu  1‘nmlili  fohr»  i/>ndr^a  •  vl*tn 
Dntfl  *)e  eomnni  um 
ElitHni  -  i‘rt«iih|o  «.Jirr  Irijndrea,  9  vl*ta 
liuxn  d.*  rendai  uor  f  . 


ENTRADAS  K  SAHIDAS 


ME7,  UB  FBYUIltitRO 


Drocedciicln 


ALGODAO 


.  Mnnnlr  .  d  Porto  Alegra 

. —  Pnnnlr  . . . 10  Oelôm  do  ParA 

RJatndon  Unldoa 

MaiAoe  .  11  l*nn  Amrrlrnn  Alrwnjr*  lií  Buenos  Alros 

1'r.rlr*  Alegro  II  Pnnnlr  . .  12  AlanAOf  •  Eetn 

dos  Unidos 

lielôin  do  Par  A  M  Pnnnlr  .  . . 

Muoiios  AlrdH  H  Pnn  Amrrlrnn  Alrnnri  19  Estndos  UnMoi 

Ratnrin?  Unidos  IA  Pnnnlr  . 10  Porlo  Alegre 

...  . —  Pnnnlr  . .  17  Holflm  do  Pnr9 

Rplados  tfniio* 

MnnAon  ....  IN  Pnn  American  Alravnjra  1 1  Huenos  Aires 

1‘nrln  Alntrro  IR  Pnnnlr  ...  . .  IO  ifanAos  •  Emh 

dos  Unidos 

Iicl9m  do  t'urA  21  Pnnnlr  _ _ _  ......  —  ...  . 

Hucnns  Alren  21  Pnii  Amrrlrnn  Alrwn^n  22  iCslndon  Unldoi 

►Vtfjrio»  llnidiir  Pnnnlr  .  23  Porto  Alegre 

.  —  Pnnnlr  . .  24  Uol9m  rln  ParA 

Relndos  .fJnltlo*. 

MnnAos  ....  2A  Pm»  Anirrli-1111  Alrwnjra  2(1  Itiienos  Aires 

Porto  Alegre  26  Pnnnlr  .  5#  Mnn&o*  •  E»tn 

itHPni  dn  Pitrft  dos  Unidos 

2N  Pnnnlr  .....  . .  -  . . . 

Ituonos  Aires  .  2N  Pm»  Amrrlrnn  Dntnja  —  ................. 


LIVEItrjOOI..  fl, 

Atirrfonr  Hoje  ,  Autorloi 

.Silo  Pnulu  Puir  .  7.09  7.01 

PcrRiimliini»  Falr  ,  .  O.Dll  d.^i 

Macei 9  Folr  ....  n.Di>  11.91 

A».  Killljr  MM.IlInu  7.03  1.21 

1  im*t !*’iir  huiiirc».  |in 
ra  ranrço  ....  7.09  7.0! 

Kutiircf.  |in 

ra  mulo  ....  7.09  7.01 

Kutnrr».  nn* 

rs  JudIki  ....  6. UH  9.11 

•  ui urra.  pa¬ 
ra  ontuhro.  ...  0.90  0.91 

Mnrcnili»:  liojr,  eatarcl ;•  tolírlur,  ral- 
mo;  nnterlnr. 

DDpfolvel  UraalIcDo.  aaltu  de  3  pwi- 
toa  DDpnnlvcl  ninerlcniin,  alta  do  3  pon¬ 
tua,  Termo  ntucrlcaiui.  alta  ilr  2  fmntox. 


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..  mal.  nada.  e  .rll.tlfa.  fanln.ln..  a  «rllcilo  .1.  uma  coaiml.- 
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KKPKMAJ-.H : 

Vuiiduair.  d»  . . . . 

Novo  Klltnlino.  'UH  . . . 

Fnnd'0!;  IH3I  A  v, . . . . 

Omcrruiln,  1011.,  i  %  . . 

Knipr-ailntn  dc  1109,  .  ^  •  4»i  anim*  to 

KSI  M»II,UH 

DUtrl.-io  l-’<^ti''at.  0  «ü  . . 

Hlo  de  Imirlm.  1021,  1  % 

Ilaliln.  I02V  »  . 

I'ar4  A 

Til  uh..  Oivi-rp... 

ItAnh  ol  i.ni.iJco  A  Sn-itii  \ intrica  l.td 
llmli|.iii  Tnrtlnn  l.lghl  A  1'nue»  Co 


l.rVRUPOOI.,  R. 

Hoje  Pecliameu* 
Fn-IVuMfiito  lo  anterior 

Aiucricnii  Kiiturca.  pa¬ 
ru  março  ....  7.03  7.03 

American  Future»,  pn- 
ni  maio  ....  7.02  7.01 

Amrrli-aii  Future»,  pa¬ 
ru  jullio  ....  0.U7  0.0(1 

Amcrlfoji  F« lure»,  pa¬ 
ra  outubro.  ...  rt.r.0  0.97 

Munutdo  —  De  cnmrler  normal. 

Di-wlc  «  fecha men lo  anliírlor.  ulla  par* 
«liai  ili*  1  n  2  [nmiIr*. 

NOVA  YtiltK.  It. 

Boje 

FtrAamtMffi 
American  MliJil  I  I  n  g 

Pplumln . 13.2 

Antt-rkiiu  Future»,  pu¬ 
ra  iiinriju  ....  12,7 

AnH*rl»*up  Future pu¬ 
ra  irniln  ....  12.3- 

AiuitH-uii  Fultlrifs.  pa¬ 
ra  Julho  ....  12.10 

Atonrlciin  Futuro»,  pn- 

rn  outubro  .  .  .  11*9: 

Mcn-uito  —  Melhonui  »le|H«l»  dn  nh^^ 
turn.  mu».  i*m  «i-*ul»ln  arroimm. 

Dewle  o  fcchnmnito  nntiTlur.  nlln  »lo 
1  ■  2  pt  ui  lua  o  Dn  1  vii  »li*  1  poulo. 


MARÍTIMAS 


?Al’OUICB  ESPERADOB 


Porto  Alegre  ^  0  Condor  . . 

. .  —  Condor  ........ 

itollvln  M  (Jrossn  H  Condor  . 

*hlle  .  11  Cnmlnr 

,  . .  *  Cnmloi  . 

. . —  Cnmlnr-I.nf  lhnn»n 

Porto  Alegre  .  12  Condor  . 

Hclêro  .  12  Condor  . . . 

Porto  Alegro  Cl  Colido»  . 

..  r«. .  f ...... ....  —  Condo  i  . . 

ICuropa  ........  14  Condor- l.uflhnnsn 

.  —  Condor  . 

. ............... .  —  Condo» 

. •—  Condor 

Porto  Alegre  IA  Condor 

.  ..  .  —  Condor  »••••••«•• 

Hollvln  M  CroRRM  IM  Condor  . . 

t?hlle  .  IN  Condor  . 

. —  Condor  . . . 

. .  —  Contlor-I.rií  tlinnan 

1'orln  A1"gre  ..  II*  Condor  ..... 

IJeKm  .  IU  Condor  . 

1'orlo  Alegro  ..  20  Condor  . 

.  —  Condor  . 

ICuropn  . .  21  Condur-i.iaflhnuas 

.  —  Condor 

. .  —  Condor  . . 

.  ......  —  Condor  .••••••*•. 

Porto  AI*»rro  29  Comlitr  . . 

...  ...  -  Condor  , 

Bolívia* Al  ir**Knr  26  Condor 

'hlle  ,  ,,,  2."  Condor 

—  Condor  . . 

—  Condor«l.nflbnnan 

Porto  Al  *gre  2d  Condor  . 

UelPm  2(1  Condor  ......... 

tWto  Alegro  ..  27  Cnmlor  . . . 

. .  —  Condor  . . 

Kurnp-i  .  2N  Condor* l.afllinnan 

.  —  Condor  . . 

. .  —  Condor  . 


HREVEMENTEt  Crnndloan  ••reprlae"  dn  Ifpda  prodqcçAo  oorliignrrn 


III  Porto  Alegro 


AS  PUPILAS  DO  SR.  REI  1 OR 

cai  rlcnluaibram.  ..r... niacAn  prl» 

CINEMA  PLÁSTICO 


Gdyiila  o  cat-a  "Fuloakr  . . 

Ulu  ila  1’rnio  Manilla  Muro'...., 
Itlu  ru  Prata  Mlishlund  Orli;a<!ar.. 

Unvrtí  e  esea  'Formoao*  . . 

Curto  Alesrc  •  caca.  “üornlna*.... 

lleli-m  »  caca.  “Cie.  Ulppcr"  . 

Portrib  rio  norte  "llorvnl"... 

Delem  e  caca.  TU,  Alpiter** . . 

Itlu  nn  Frotu  ‘Autunlu  Uettlao*.... 

l.ugiiiia  r  “Murtlobo"  . . . 

lito  da  Prata  ‘ffotern  World",... 
llaoibursio  e  caca  “Monto  1’aacoal' 
Porto»  dn  attl  'Wwllny*  . 

1'ortíi  Alegre  e  fita.  * AffnuBo  t*«ona 
Nora  York  e  «ca.  "Santarém*.... 

Nova  York  "Swithoni  Croaa"  . 

port««  <lo  Sul  **Aunn"  . 

Itlu  da  frota  “Xualund"  ......... 

i: la  du  Prata  "Gralx"  . . . 

itio  dn  Praia  "PvMiuma  Maria* 
Aniaterdnm  c  «ca.  "Snlland"  .... 
Condrea  e  esc»,  "fllahtand  Monarcb 
Klo  da  Prata  '‘Amlnlticln  Star*.... 

ttnrddoa  a  oeca.  •  Maualila*  . 

t.omlro»  r  eac».  “Almcdn  Btiir*... 

Itin  da  Prato  “Ah-autnrn*  . 

i.cunra  t*  ?»t-a  Tonfr  Qlnncamano 

Uoaarlo  “Jahonlle  . . - 

Kl»  iln  Prstn  “itlu  de  Janeiro  Mnru 


II  Porto  Alegre 
II  Europn 


Ferhnmen 
ta  aotprlo# 


i:i  Belém 


O  Cinema  do  Futaro 


llrazii liif»  rt  irmii»  .%  Finanr# 

ÜO  LllJ  to  ....  .  . 

Cslilra  A  tVirrir**  i  ni  i M  Fharo»)  ... 
Uuyai  Midi  6) ram  rui-ke)  «*o  I  td 
Inilxriai  tlh«*iii!«-u»  inrtuMrte»  l.r«t 
trf0on«itiHim  UuHw.ii  i'u  UH  -o*»»  <*mta 
afio  Terni  tiei .  l«93  .... 

Lblojrar»  da ii 9.  i.ro  «A  FUnre#i  . 

•Du  de  Jnrt+lm  itltt  tui|i  Co .  i.ld  .... 
Itlu  Flmir  M I M*  4  ««runurU»  l.td  .  . 

Silo  Pauto  iJjiPuiM  •*!.  i.fo  .... 

Weatern  Trh-cruph  i*n.,  I.tit  l  IVI» 

atnch  ...  ...  .... 

Til»  h»s  Kslrnnp-iroi) 

Kmar»-»'  «le  <»*»rrra  llrdenslds  It  1,2 

IU27-U  . 

Cor.aola..  2  1*7  %  . . 


M  M  Gronao-Bolivlu 

M  t.Mille 

IT.  Porto  Alegre 


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no*  Aire»  182. _ <P  -515) 


rcbocnmio  o 


nncdunal  “Mnj-rlnk  Vcls»', 
rwutilo  DHclonil  “Saata  Cnthsrlna’’. 

SAÍDAS  DE  ANTBHONTEM 

Para  Torto  Alrere  e  eocfllaa.  «por 
nacional  "Isuaimr. 

1'drn  MnnAo»  e  eacala».  paquete 
cloiuil  “DiwjiiP  de  Caslna". 

Tara  líamburfco  e  «acilfti,  vapor  uft* 
ctonfll  •M-ibíP. 

1'ara  Torto  Alegra  »  «mbU»,  *«por 
uacioaal  *C»n>»raglbon. 

Pn  ra  Tutoj-a  o  otfaliu.  ftpor  nacional 

*Cbn.r". 

ENTRADAS  DE  HüNTKM 

De  Antonlna  •  eoealaa.  tapor  anclonal 
“Arar?”. 

Dc  São  Krincioco  •  escalsa,  motw  na- 
cKrnal  "Tlratlnlnta". 

Da  ParanairuA  o  eicalat,  vapor  nacio¬ 
nal  “Veaper*. 

De  Nora  York  o  e»t-aln»,  rapar  am«- 
rlcano  “Satartla". 

|>o  Robe  o  caca  In  a,  paquete  Japoue» 
"Manila  Mfttí". 

De  Dflbln  Dlancs  «  eaeilni.  vapor  fto- 
tnndet  “Wlnha". 

Db  La  Tinta  o  caca  la»,  vapor  Inglea 
“Tovrcr  Emdgn". 

SAÍDAS  DE  BONTEM 

Pnra  Rosário  e  eacalaa,  vapor  nacional 
"Cnmpoa". 

Para  PornauguA  o  escalas,  paquete 
anclonal  "Raul  SoBrea". 

Parn  Buenos  Aires  »  eacnloa.  vapor 
americano  "Satartia". 

Tnn»  Ha tn harvo  •  cocaína,  vapoi  slle- 
mão  "Dcteninr". _ _ 


fito  «la  Prata  “Western  Trinco*  . 
Niiui  Orlruna  e  caca.  " Jiitionlno’ 


i'nrto  Alegro 


MEKCADO  DE  TRIGO 


D  1'orto  Alegre 
IN  i-luroPR 

II)  . 


BUENOS  AIRES,  6. 

FecAomawto  Boje  An 

Preço  por  MM»  kOoa: 

Para  entrepa  eoa  fo- 
vereiro  .....  11.22  1 

Poru  i-nlrosa  c» 

mar«^) . 11.20  ] 

Pum  «Dtrcsfl  em 
maio  .  «  .  .  ,  11.17  i 

Hl«|M»ulvcl  —  Tjrpo 
"Itaríftla".  para  e 

Bruall . 11.30 

Eiitodo  dn  mervudu:  hoje,  ubtavcl 

tL-rior,  ntsteL 
CIIU  AOO  -  Preço 
por  linalielt 
Parí»  «nlrtci  em 
mulo  .....  —  1»! 

Puro  entreça  em  Ju¬ 
lho  .  —  l. 


BANHOS  DE  MAR 


Ui»  Belém 


Alusarn-áe  cabines  ao  po&to  6.  Hua  Ju» 
lio  de  Castilho  n.  5.1?.  Tel.  27-062*. 

(P  291106) 

RADIOGRAPHIÃS 

DENTARIAS 

DR.  A.  UA  COSTA  MENTO 
Radiologista 

DR.  CASTAO  R.  SIIAUY 
Praça  Floria  no  55  —  6*  andar. 

_ (P  20689) 


NOVA  YDUK,  H. 

IloJr  Kuchinncn- 
âbrrtuni  lo  aaterlar 

Ainrrh-nu  Piitiirc»,  |«- 
ra  ninrvo1 ....  12. u*  12.7 

Aniuririiii  Fiitun-a.  pn 
ru  mulo  ....  12.37  12.91 

Anu-rii-ati  Kuliirri.  pn 
ru  Jullio  ....  12.12  12.38 

Auu-rbun  Futun-».  |ui 
rn  niuiiliro.  ...  11.911  11.83 

M«-n-ni|».  d»  canu  ti-i  nunuul 
|i»M|f  n  rucUiluuUim  mifurhir  nalxa  du 
1  imutua  c  nttn  rio  3  a  0  |»ont«s. 


21  M  f3ro»so*nrtllv|n 

Ui  -"bile 

22  »‘nrlo  Alegro 


24  Horto  Alegro 


26  t  orto  Alegro 
2R  lítiropn 


T.oNi»m:.K,  r. 

Alu-riura 

l-*IMdti:S  •  '  vn  tiirli  A  vlata  |wr  l 
“  Gcnova  A  vlata  por  I... 

•  Madrid  é  riata  por  é.. 

"  Pu  ri»  9  vlit»  «jt  t  .... 

•  I.Brum  9  vlttri  nrir  I...,, 
•  Hertlin  A  vlata  oor  C  .... 

A  ii»»i-riJom  A  vlata  por  £ 
Heron  á  ri»rn  por  1...., 

Hruxi-iln»  9  vi*tn  por  £. 
LONDRES.  8. 

ITuclianu-iitii 

lAKMMIKB  »  N«ua  Yurh  A  vlata  por  £ 
m  Drnov»  9  vlita  our  £.., 

Madrid  9  «Iara  ocm  £.., 

•  1*00»  9  «laia  r«r  ft . 

•  Ll»i*oa  9  vlata  pnr  £,,.,, 

9  Uurllnt  9  vlata  por  £ . 

Aoibterdon»  A  rirtn  por  £. 

Jtrrna  A  vlata  por  £ . 

Itrnsella»  A  flita  por  £. 
LONDRES,  8. 

Fceliii  muiitu 

LO.NJrlIKK  a.Sroi-Ahntmo  A  riata  por  t. 
"  Oslo  &  vlsia  por 

''opHnhnçen  â  vlata  por  £. 
NOVA  YORK,  0. 

Fecha  mt-n  fu 

YORK  stluinores.  tel.,  por  8.,tC( 

Parla,  tef.,  Dar  IT . . 

Uenava,  rol,,  por  L.,,,., 

Mndrld.  tel.,  por  P . 

Amatardam.  tel..  por  B*!.. 
Üerno.  tel..  por  r . . 

•  8rn»»»llB»,  fel  nor  P..., 

Herflm  tel.,  por  M . 

NOVA  Yoniv.  8. 

Alertara . 

8-  1DRK  iilruiiilrt-a.  let.,  por  $••••• 
Parti,  tel.,  por  P., „„„ 

•  Ucaovn.  fel,,  por  L . 

'  Madrid,  lei.,  por  P. ..... 

•*  Aniaterdain,  tel..  por  Fl.. 

Berna,  tel.,  por  F . 

ttnitnUni.  tel..  por  F..,, 
Herllm,  lei.,  por  !)!..•••• 
TAUiS,  H. 

Fecha  meo to j 

Parla  aJNova  York  A  vista  por  $ . 

Parla  alLmiilre»  A  riata  por 

Parla  a|ltal)a  A  riata  por  100  L . 


27  Flelém 


Predl»  optimumciUe  ultuado, 
Dorto  da  praia,  portencento  a 
2  proprtotnrlos.  vcndc*hú  u  parto 
do  um  (leiloa,  30  conton.  Negocio 
dlreato  com  o  proprietário.  Car¬ 
las  para  esta  rcdacçAo.  Caixa  27. 

(P  27225); 


ASSI1CAR 


9A  M.  Grosso- Bolívia 
2S  Chile 


ALFANDEGA 


LfJNDHES,  8. 


llpndn  nrrenidadR  boo* 

tem  (papel)  . 

Uentfn  de  1  i  6  do  enr* 

ronto  .  . . . 

Em  «venal  perlo«lo  de 
1080  . 


Fechamen¬ 
to  anterior 


61 :873$B00 
8.109:7088600 
10.789 :467$90U 


Rio  dn  Prata  "Pulnakl"  . 

ilotlcrdnm  e  eaca.  "Alpbcrnt"  ...... 

Uiciraa  »  eaca,  *Carl  Bdepoka*..*. 
l.ondr»»  r  eaca.  "Hlnhlnnd  Urlpndc" 
la  pilo  n  eaca,  “Maallla  Marti'’  .... 

Torto  Aleçrc  •  eaca.  "Itatlnço". . . . 

Rln  dn  Truta  Tnvnn»»"  . . 

Aracnjd  o  eaca.  “Ararj"  . 

tlaimiMirico  c  eaca  "Antonlo  Delflno' 
Recife  a  eaca.  “Anrlhal  Benévolo". 
K.  Frnnclaco  e  eaca.  "Tutoja*.... . 
Kuntoa  " Almirante  Jncceuny"  ..... 
(Viravellaa  o  eaca.  *Cte.  AIcld1o,,.  . 

Antoalan  e  caca,  "Aramo*  . 

«'amoclm  o  eaca.  *Oawa1do  Arnoha4 
Rio  da  Prata  "Monte  Piacoal"... 

Nova  York  "Writero  World*  . . 

TnranntniA  o  eac».  "Rodrlpuea  A1v«a* 

S.  Francisco  e  eaca.  "Vcriua* . 

Turto  Alegro  ■  oaca.  "Derval11.... 

Torto  Aterre  o  oaca.  "TletA* . 

l/uhltahn  o  eaca.  "ArnrA"  . 

Dnrnvcllna  o  ceca.  “ÀrnRiiil"  . 

Torto  Alegra  o  esc».  "Cte.  Ripper* 

Hr.jabjr  »  caca.  "Veapcr*  . . 

Rio  da  Troto  "D.  Pedro  U" . 

Maceió  «>  eaca.  "Docainn"  ......... 

Rio  da  Prata  *Bcuithero  Croaa* . 

Itclerii  o  eaca.  "Affonso  Ponna*,.... 

ttcclfe  e  esca.  "Piratlnj"  . . 

l-’lnl«Ddla  e  oaca.  *Narigator*  ...*. 
Amatedl.tm  a  c»ca.  “Zn  a  la  ml"  .... 
Torto  Alegra  e  caca.  "Plftuhj"  «... 
(.‘flhedello  n  eaca.  "Itntmra" 

Relera  c  eaca.  "ItnhltA"  . 

Muuhorquo  o  uca,  Mirolt"  ........ 

Tenedo  o  erca.  "ItaquntlA" . 

I..»gur.n  d  eaca.  "Aspirante  Nascimen¬ 
to"  . 

Monfioa  e  eaca.  "Almirante  Jnccguay* 
lleiunii  e  eac».  "Trloclpcun  Maria*. 
Ulo  da  Prnta  "Blgblnnd  Uonnrcb*. 
Ulo  da  Prnta  'Maasllla" 

Delem  o  c*c».  "i^orto  Alegra"....., 
Ulo  da  Prnta  "Balland”  .......... 

Klo  da  Prata  ‘Alnieda  Star" . 

Ti  nr, lo  •  eaca.  "Murfinbo" . . 

Lamiré»  e  eaca.  "Aodnlucla  Btar"... 
SoutliamptoD  ■  eaca.  *  Alcnntaro"..  ■ 
Hamburgo  e  eaca.  "Rnul  Soarei". .. 
JapAo  e  eacs.  *Rlo  de  Janolro  ManT 
itio  da  Prata  "Ooota  Blancamano 

l.agaan  c  eaca.  “Anna"  . . 

íguope  o  eaca.  "Ualpnra"  . . 

namliurgo  e  cie»,  “General  Snn  Mar 


F(ir9>]mniro 
Aaanrnr  tinrn  entregn 
cm  março  .  .  .  . 

Aaainvir  pnrn  entregn 
cm  mulo  ,  .  .  . 

Anura r  pura  entrega 
rm  nposto.  .  .  . 

ÁMiienr  pnrn  entrega 
cm  aeterubro.  .  . 


Auxiliar  para  escri 


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I*  niidiir  —  i'ela.1  211-3900 
23-4014 


Cnrjcn  (liirl.  InlIniiriiiRvela  nn  con- 
fndoj  pcln  Armi.rrm  14  «lo  Cáe» 
«lo  Porfo.  Tela.  143-4102  e  43-41711 


Üiffert-uçn  para  mala 
cm  1036 


2.880:7489000 


Predis*5e:  dedicado,  eaforçada  e  cqb 
firme*  conJiecirocntos  de  canUtnlidade, 
expediente  e  dactylogrnphia.  Deve  lír 
brasileiro  nato,  ter  de  23  a  28  anco» 
de  edade  e  estar  disposto  a,  temporaria¬ 
mente  embora,  ausentar-se  do  Rio  da 
Janeiro.  Deve  ler  o  curso  secundário 
completo,  diploma  de  contador  e  aaber 
inglear.  Carta  de  proprio  ptml»  pari  t 
caixa  21  desta  (olha,  com  referendai  S 
pretençfiça.  , _ (P  29708) 

Casa  em  Corrêas 

Aluga-se  confortável  casa  á  nver.idi 
Nogueira  61.  Tratar  no  tccal  a  qual* 
quer  bora.  Tel.  Corrcas  <16. 


RECEBEDORtA  DO  DISTRI 
CTO  FEDERAL 


NOVA  YOIIK,  8. 

Hoje  Fcchumrn- 
Fcoãawrii/í»  lo  anterior 

A»HUcnr  imrn  rntrrgn 
nn  murrn  ....  2.62  2.03 

Aaauvnr  pnrn  entrega 
em  mala.  .  .  .  2.61  2.61 

Aasnenr  pnrn  ••ntrcgn 
em  Julho  ....  2.61  2.61 

Xfruear  pnrn  entrega 
uni  Nctembro.  .  .  2.61  2.64 

Merendo,  raiavrl. 

ncH.Iri  o  fechamento  anterior,  baixa 
parcial  üe  1  fMittlo. 


Siilró  «|Utar ta -feira.  17 

iliy  corrente,  utrat 

MANTOb  9.«-lelra 

II.  UIIANDE  aahbadn 
PELOTAS  snbkisd- 

T.  ALEGRE  dumlog* 


Balró  aextn  felra.  11* 
do  corrente  ii  10  bo* 
rna  para : 

V1CTOR1A  aabbadu 
UADIÀ  g.«-f«lra 

MACEIÓ’  l.^-felra 
RECIFE  4.*-f«tra 

CADEDELLO  9.«-felra 


Bairú  a  22  do  corren¬ 
te.  para: 

fla9< o,  JJacclô.  Keci 
t».  CabtHltlla,  Natal 
II  aa to,  A  roca/ v.  For  ta 
lera,  Comocfvi.  Vuloya. 
Furna hj/ba  —  (via  Tu 
tnyaj. 


COMPARAÇÃO  DA  RENDA 


Rendn  nrrccndnda  d»  1 

a  6  do  corrente . 

Ideni  um  8  do  corrente 


7.t28:4W4lOO 

1.147:9708800 


5  4.80  3,8 
e  4.03  UI  1*5 
e  o  vn  na 
Nflo  fnTridr 
r  94  7f 
C  22.81 
c  10. B8 
e  40  2X 
tinir 


$  4.81)  1116 
C  4.65  l|b 
c  1  m  Mi 
Nflr  *«raile 
r  94.79 
e  22. S»  112 
c  16.06  i|2 
c  40.23 
Aotb-rtai 


fteeiltuò  rapldámintè  o] 


Proxinin  «nlda :  i/‘.4 
NA  SOVA'  a  «1  d»  mar* 


Proxtmn  ialda:  JTA 
FVCA,  A  24  da  corren¬ 
te  tnfio  recebe  pnaao 

gelraa).  _ _ 

1’nrn  curgn».  frelea  e  •CKiiroacom  o  agente  LUIZ  POIITÊ* 
GA I- — It.  Vivm.mlc  Ue  liihnuinn  38.1».  Tela. ■  33-3268  —  23-1207 
PiixN/iuena  —  na  Av.  Itio  Drnnca  20,  Tel.  23-2492  — 

—  ICxprhKer,  Av.  Ilto  llrnnro.  57.  Tel.  23-6(19(1  —  9.  A.  V.  I.  Av 
Ulo  llruiico.  2J  —  Tel.  23-0478  —  Embnrqiin  de  pnieagellrn» 
pelo  Armnneru  14.  do  Cáe*  do  Porlo.— -  Tel.  49-I1H2.  (3J255) 


8.376:0741400 
7.161  :S01|400 


Total . 

Em  egual  período  do 
1036 . 


vigor  perdido,  eitabeJècon- 
do  o  equilíbrio  nervoso,  ln< 


dispensável  A  oUrA  ràdlcal. 
Vidro  em  comprimidos,  0$. 
polo  corrolo.  7$000.  Prepa¬ 
ração  de  De  Faria  db  Comp. 
Rua  de  Hão  José,  74. 
Phone:  22-2247.  ArebtRs 

Cordeiro  a.  240.  —  Rio. 


Differrnva  pnra  mni» 
cm  1087  . 


NOVA  YORK,  R. 


1.114:7885000 


Fechnmra- 
ta  anterior 


Abertura 

A»»ucar  paru  entrega 
em  miinju  .... 
A»*«ucar  parn  entrega 
cm  mulo  .... 
Avrucnr  pnrn  entrega 
cm  Junho  .... 
Aavm:ar  lura  imtrega 
cm  Rntpmhro.  .  , 

Mirtrado,  estável. 
Dnsíln  o  fecham  rufo 
pnrrinl  dc  l  ponto. 


ItHirla  nrn-radnda  de  2 
de  Jnnclro  a  8  de  fe¬ 
vereiro  do  1097  .... 
Em  .«'cual  (Hirlodo  de 
1030  .  .  . . 


Vende-ae  <m  catado  de  nova,  ooo 
ild-car,  dois  cylindroa. 

Praça  Sanln  Uumant.  36,  tel.  27-4379 
Caves.  (P  23968); 


Cintas  sem  barbatanas 


nu»  lo .  216  249 

M  *«  «utrrga  cin 

«rtembro  ....  256  'A  296  li 

Côft*  parn  entrrgn  »m 
iluxembro  .  .  .  .  260  U  206  *; 

Vcuilpi  ilo  «Ila  ,  .  .  10.000  20. OOP 

Khtadn  du  tnm-ndo:  hoje,  cn Imo  j  an- 

Irrior,  catiirlc, 

De»ilr  n  frrlinmento  anterior,  alta  par* 
•lol  de  1|4  dc  frnnco. 


2.227:2405800 


EDIFÍCIO 

MESBLA 

Rua  do  Passeio,  56 

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Os  últimos  apartamen¬ 
tos  proprios  para  consul¬ 
tórios  ou  escriptorios, 
junto  com  residência,  es¬ 
tão  ainda  vagos.  -  Vista 
admiravel  de  amplos  ter¬ 
raços.  Todo  o  conforto. 
Solicitem  prospectos. 


Flexíveis  pennittindo  livre  diveriL 
mento  do  carnaval.  Tel.  48-J578.  PraçS 
Saencx  Penna  63,  sobr.  Atleiuie  a  do» 
micilio.  (P  24881X 


MOVIMENTO  DO  PORTO 


Tr«oo  do  typo  4.  Superior. 
Santo»,  orompto  oor  em¬ 
barque  .  .  .  . . . 

1'ttM.t  do  tf po  1.  Klo.  prom- 
pto  por  «rebarqua  ....... 


ENTRADAS  DE  ANTE  HONTEM 


Mobiliário  para  hotel 


De  AniarracAo  o  cavalns,  vapor  nacio¬ 
nal  “Camplnoa". 

De  Itojnhy  e  eacalaa.  vapor  nacional 
*Ti»to>a". 

D«  Jtajuhf  c  MHMitna,  motor  nacional 
"Bunrque  rle  Mnceilo". 

De  ranmaguá  o  eícnlna,  motor  naelo* 
cal  "Tnd". 

De  H9o  Frnnclaco  e  eacalaa,  motor  na- 
clonnl  "Prraldrnte  Antonlo  Carloa". 

De  raraYcInH  c  encalea.  paquete  aa- 
clonnl  "Commnndaotc  Alcldlo’*. 

Do  Laguna  o  eacalaa,  motor  nacional 
"0*car  Pinho". 

Do  Cabedelto  e  cscalna,  paquete  nacio¬ 
nal  "Itntinga”. 

De  Brrrarn  e  eacalaa,  ropor  Inglc* 
"Zltolla". 

Do  Bnrao»  A  Irai  o  eacalaa,  vapor  boi* 
landex  “Alpherat". 

Dc  Bito  Mnthcui  e  eacalaa,  motor  Da* 
cIodaI  "Macnfafl". 

Do  Saoloa,  vapor  nllcmâo  "Uerrngar". 


Fechamanlo  toantorlor 

Rovo  contrato  Rio 
• 'nf9  pnrn  entrega  am 

mnreo .  7.60  7.92 

m<  Muru  ontrega  em 

maio .  7.72  7,03 

Muru  entrega  en* 

Julho  .....  7.77  7.08 

■•»•  ruirn  entrega  en« 
fntembro  ....  7.78  7.73 

ii f 9  miifralo  relba. 
enlregn  cm  nuirço.  3.70  — 

Venda»  do  dln  .  .  .  Ift.WIO  B.OUü 
Eaíodò  «lo  iiierriuh  .  boje.  ,*»lu»>i.  uri 
••-rior.  riatnvrl. 

Dewle  n  fr*liamenti>  anterior,  alta  di* 
5  a  0  pootoa. 


Vende-se  lindos  moveis  e  inMallaçBei 
psra  ura  botei  de  25  quartos.  Preço  rv 
coavel.  Ver  e  tratar  a  rua  Senador  Ver» 
guelro  35.  (P  26754), 

Cabeilos  Brancos 

Desapparecerão  em  poucos  dias  cem  d 
uao  do  preparado  á  base  de  vegetaci# 
unico  Inofenaivo.  O  Laboratorio  níira 
de  facilitar  a  demonstração  do  erito 
completo,  mandará  a  vossa  reiidenci».. 
RemctU  inlclaea  do  nome  e  endereço 
para  24.863  deste  jornal. 


CONCORRÊNCIAS 


ANNUNCÍADAS 


IIAV11I3,  8. 

Uoje  Fccbnmen- 

FecArjiru  i.íi»  f o  anterior 

L'uM  pura  vjilrrga  em 

mu  roo . 2.12  >A  239  44 

tJufí'  pura  (rnlrrga  cm 

mulo . 211  249 

CaW  pum  nitrrgn  nu 
aetcmhro  ,  .  ,  .  233  *&  2f«8  *4 

Cuf9  puni  luilrcga  cm 

rlexemhro  ....  237  U  280  H 

Venda  a  «lo  illj  ,  .  .  22.900  20.000 

KuIaiIo  dn  men-ufln  ■  hoje,  upcoiiu  cata- 

vel:  anterior,  ealnvrl. 

Dewle  o  fechamento  anterior,  balão 
parclul  dr  2  9jf  n  4  francos. 

Avlaa  —  Nn  dia  9  A  ferindo  nosta 
t»raçn, 


NOVA  YORK,  8.  ’ 

tinjo  Fechumen 
Abertura  to  anterinr 

Soro  contraio  Rio 
C*f*  unru  enlrrgn  om 

março .  7. 58  7.92 

Oat»  >itrn  cnlrrga  em 

maio .  7.70  7.63 

Cbfi  rutrn  entrega  em 

Junho  .....  7.78  7.66 

Cnfrf-  *«*»tii  ♦•tilrr-ca  nm 

anlembro  ....  7.70  7,73 

Oif  i»w«-nln  v«*  Um» 

entrega  pui  marco.  —  — 

Efitado  «lo  mercado:  hoje,  npcnfl»  eatA- 
vcl:  anterior,  estarei. 

Dr»rU<  o  fiThiiiiiciitn  «interior,  alia  de 
9  n  7  pontoa, 


Dln  t0  —  Primeiro  Bntnlbflo  ds  Da* 
endom,  parn  o  fornecimento  doa  artigo» 
i,nnaliii»i»ia  do»  gnipoi  1  n  18, 

Dln  10  —  Serviço  de  SubalateaOn  dn 
Niinui  Rcglffo  Militar,  pnra  o  fornecimen¬ 
to  do»  artigos  conMfliifc»  doa  grupo»  I 
a  II. 

Uin  10  —  Encrlplorlo  de  Obraa  do  Ml 
nlatcrla  dn  Justiça  o  Nrgnclo»  Inlerlorea. 
pnnr  o  fnrneclmenio  c  InstnlIaçSo  d»  omn 
rnxlnhn  na  Cain  do  Dntmçiio. 

Dln  10  —  8egiiuda  Uatcrln  Independen¬ 
te  de  Artlliierlfl  de  Connt,  Farto  São  Lul* 
pnrn  o  fornecimento  doa  nrtlgoi  cnnatan* 
lua  do»  gnipoa  1  a  9. 

Dln  11  —  Primeira  ClreumaeripcZo  do 
Rcerutnrnent.n  Mlniaterlo  dn  Guerra,  parn 
o  fornecimento  dou  artigo»  ennatnnle»  doa 
empo»  1  n  7, 

Dia  11  —  Departamento  d*  Comprna 


8ANT08,  8. 

Estudo  do  mercado:  hoje,  ferindo:  an¬ 
terior.  firme,'  raramo  tila  no  anno  pa»* 
ando,  calmo. 

X.  4,  disponível.  |M>r  10  kilon:  boje, 
ferindo:  anterior.  298600:  mesmo  dia  no 
nnno  parando.  178200. 

Embarquei:  boje,  nndn;  nntertor, 
11. Un  narra»:  mesmo  dia  ao  anuo  pa**- 
aailo,  22.207  inrcas. 

EnDoda»:  bojo,  19.466  »uivna;  ante¬ 
rior.  37.770  uerna;  mesmo  dlo  ao  an¬ 
uo  pniaudo.  49.710  ancen». 

ExlatenHa  de  bontrm  por  cmluirque: 
2.297.234  »accaa;  anterior,  2.234.771 
2.173.061  Boccaa. 

Saldai :  Sarcat 

Fnra  a  Europa  . .  9.084 


Parto  Alegre  e  eics.  "Itnpagí"... 
Polonl»  e  esc».  "Nordatjernan".... 

Trieate  e  eaca.  “Oceania* . . 

Porto  Alegro  e  esc».  "Arathobò*. . . 
Nova  York  o  esc».  "Nortiiern  Prlnee 

Ulo  da  Pratn  ''Mnrtrld"  . 

Pnrtoa  do  Pnrtflco  “I-nsada" 

Klo  ibi  Trufa  "Argentina"  . 

B.  Frnaclaco  e  eira.  " l.nguna". ... 
Gnheilcllt»  o  eac*.  "Araranguft"  ... 

Pnrnnhyhtt  c  caca.  "Taquy" . 

Rio  da  Prnta  "Aatrida"  . 


Residência  -  Vende-se 


(P  27229) 


Fecha  mm 

to  anterior 


Rua  BaríSo  de  Lucena,  praxnci  Cd» 
legío  Santo  Ignacio,  recentemente  coa** 
tniido.  centro  grande  terreno,  projriâ 


Abrrfuro 

’uW  i**ru  entrega  em 

março . 

Cafí  puro  entrega  em 


NOVA  YORK,  8, 


LONDRES,  8. 


Advogados 

DRS.  ALFlttUO  BAKCELLOS 
BORGES  e  ANT*  UOKACKI 
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Dllca  do  Pero,  86  -  l*  andar,  da, 
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Dr.  FERNANDO  MAXIMILIANO 

Km.  nu  Cermo,  49.  a  22.  1'eL  26-3920. 


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ças  dos  intestinos,  recto  e 
anus.  Tratamento  de  HE- 
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ração  e  sem  dôr.  Consul¬ 
tas  diarias  com  hora  mar¬ 
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proprio  sangue  do  doente, 
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—  Curvello  —  Santa  There- 
za  —  Tel.  22-4215  —  Das  9 
ás  11  horas, 

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Ap.  Digestivo  —  Nutrlcflo  — 
Undae  curta».  U.  Alree,  70  —  6* 
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rea.  Cbeíe  Serv.  Tubfrculoie  da  Cru» 
Vermelha,  Fisiologiata  da  S.  Publica. 
Con».:  Av.  Nilo  Peçanba,  155,  4#.  Es¬ 
planada  do  CasIcIIo.  Ta.  27-2405^42-367 1 


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PARA  ANNUNCIOS  NESTA  SECÇÃO  TELEPHONE  PARA  22-0037 

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Molutíu  dn  pulmdu.  Com.i  Bdl.  N0» 
nez,  e.  416,  estrada  S.  Jné,  63  j  J*«, 
3*.  t  «b.  Bn.i  Bilarlo  Gravio.  17. 

DR.  KAMIL  CURI  Procoaio  pça- 

aoal.  efflcflx  «  rapltlo.  Raa  namalbo  Or- 
tiglo,  88,  3»,  a.  84.  Oaa  14  áa  15,80. 
excepto  aoa  oabbadoa.  —  Tel.  x  22-4418. 


DR.  JOAQUIM  MOTTA 

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Castello),  9®,  a  918,  1  bs.  Tela.: 
22-9738  6  27-4103. 


Pelle  e  syphilis 


Dr.  F.  Terra  —  Prof.  da  Faa  de 
Med.  Urugpayana,  32,  ds  14  hs. 
Conaultaa :  8»»,  6*s  •  sabbado». 

DR.  A.  F.  DA  COSTA  JUNIOR 

—  Dooenta  e  AbsIsI.  da  Fac.  _ 

Radlum  e  Ralos  X  nos  Turno-, 
rea  R.  Rodrigo  Silva  34-A,  8.®. 


DR.  PLÍNIO  SENHA 

Exame»  clinico»  e  aos  Raios  X  dc* 
fócos  dentários;  trat.  pela  ElecírttCTtpl 
e  cirurgia  cora  conier\'aç5ot  das 
resultado  garantido.  Anestesias  reRian,f1 
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aisist.  medica.  Inst.  de  E>tnnatel®í,a 
completa  :  R.  Ouvidor*  162,  2o. 

DR.  OCTAVIO  C.  GONÇALVES 

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