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Full text of "Boletim do Departamento Estadual de Estatística 1947"

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Boletim 

do 



■0 



Departamento Bstadual 

de 

Estettístícet 



Boletim Nf I - I? trimestre - 1947 




BOLETIM 

do 

Departamento EstaÒual 

de 

Estatística 



I Rua Maria Antônia, 294j 



Boletim N? 1-1? trimestre - 1947 



SÃO Paulo 
TIPOGRAFIA BRASIL 
BOTHSCHBLD LOCREBBO & CIA. tTDA. 

Rua 15 de Novembro, 201 
1947 



49 



Êste Boletim tem o seu corpo de colaboradores já com- 
pleto, e, pois, não se obriga a publicar trabalhos de pessoas 
estranhas a êsse quadro, a menos que solicitados pelo Diretor- 
geral do Departamento. 

Reserva-se, ainda, a Redação, o direito de deixar de 
publicar, no todo ou em parte, artigos que contenham con- 
ceitos discordantes das diretrizes traçadas para a referida 
publicação. 



ATOS OFICIAIS 



DECRETO N.o 17 054, DE 7 DE MARÇO DE 1947 



Fixa as áreas de iurisdição e as 
sedes das Delegacias de Ensino da 
Capital, das quatro novas Delega- 
cias do Interior e dá outras provi- 
dências. 

0 Interventor Federal no Estado de São Paulo, usando das atri- 
buições que lhe são conferidas por lei, 

Decreta: 

Art. 1.*^ — De conformidade com o artigo 7." e seu parágrafo 
único, do Decreto-lei n.° 14 495, de 26 de janeiro de 1945, combinado 
com o artigo 5.°, do Decreto-lei n.° 16 759, de 21 de janeiro de 1947, as 
áreas de jurisdição das quatro Delegacias do Ensino da Capital e das 
quatro Delegacias criadas no Interior, compreenderão os seguintes 
municípios : 

a) Na Capital: 

1 — Delegacia do Ensino da Zona Norte: — 4.°, 5.°, 8.°, 11.^, 
14.«, 15.0, 16.0, 20.O, 24.0, 32.0 ^ 36.o subdistritos do distrito de paz da 
sede do município da Capital, isto é, as antigas zonas distritais de Nossa 
Senhora do ó, Santa Ifigênia, Santana, Santa Cecília, Osasco, Lapa, 
Bom Retiro, Perdizes, Casa Verde, Pirituba e Barra Funda, o distrito 
de paz de Perus, do município da Capital e mais os municípios de 
Santana de Parnaiba e de Franco da Rocha. 

2 — Delegacia do Ensino da Zona Sul: — 1.°, 2.o, 12.o, 17.°, 19.o, 
27.0, 34.0, Q 3g_o subdistritos de paz da sede do município da Capital, 
isto é, as antigas zonas distritais da Sé, Liberdade, Cambuci, Mooca, 
Ipiranga, Vila Prudente, Alto da Mooca, Aclimação e mais os municípios 
de São Bernardo do Campo e Santo André. 

3 — Delegacia do Ensino da Zonxi Leste: — 7.o, 9. o, 13.o, 18. o, 
21.0, 22.0, 25.0, 29.0, 30.o, 31.o, 33.o e 35.° subdistritos do distrito de 
paz da sede do município da Capital, isto é, as antigas zonas distritais 
da Consolação, Vila Mariana, Butantã, Bela Vista, Jardim América, 
Saúde, Indianópolis, Jardim Paulista, Santo Amaro, Ibirapuera, Capela 
do Socorro, Cerqueira César, o distrito de paz de Parelheiros, do muni- 
cípio da Capital e mais os municípios de Itapecerica da Serra e de Cotia, 

4 _ Delegacia do Ensino da Zona Oeste: — 3.o, 6.o, lO.o, 23.o, 
26.0, 28.0, 3Y o g 39 o subdistritos do distrito de paz da sede do município 
da Capital, isto é, as antigas zonas distritais de Penha de França, Brás, 



6 



Departamento Estadual de Estatística 



Belènzinho, Tucuruvi, Pari, Tatuapé, Vila Maria e Vila Matilde, os 
distritos de paz de Baquirivu (ex São Miguel), Guaianases (ex Lageado) 
e Itaquera, todos do município da Capital e mais os municípios de Juque- 
ri e de Guarulhos. 

b) No Interior : 

1 — Delegacia do Ensino de Pinhal: — Pinhal (sede), Itapira, 
Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Aguai, São João da Boa Vista e Águas 
da Prata; 

2 — Delegacia do Ensino de Jaú: — Jaú (sede), Itapuí, Bocairia, 
Pederneiras, Dois Córregos, Macatuba, Barra Bonita, Mineiros do Tietê, 
Torrinha e Bariri; 

3 — Delegacia do Ensino de Itcvpeva: — Itapeva (sede), Buri, 
Eibeirão Branco, Iporanga, Apiaí, Ribeira, Itararé, Itaberá, Itaporanga e 
Taquarituba. 

4 — Delegacia do Ensino de Votuporanga: — Votuporanga 
(sede). Monte Aprazível, Tanabi, Palestina, Paulo de Faria, Nhandeara 
General Salgado e Fernandópolis. 

Art. 2.° — São feitas as seguintes redistribuições de municípios, 
pelas Delegacias do Ensino: 

O de Altinópolis passa a pertencer à Delegacia do Ensino de 

Franca ; 

O de Nuporanga, à Delegacia do Ensino de Ribeirão Prêto; 

O de Indaiatuba, à Delegacia do Ensino de Campinas; 

O de Itaí, à Delegacia do Ensino de Itapetininga ; 

O de Guaraci, à Delegacia do Ensino de Catanduva; 

O de Icaturama, à Delegacia de Ribeirão Prêto; e 

Os de Uchoa e de Ibirá, à Delegacia do Ensino de Rio Prêto. 

Art. 3.° — Êste Decreto entrará em vigor na data de sua publi- 
cação, revogadas as disposições em contrário. 

Palácio do Governo do Estado de São Paulo, aos 7 de março 
de 1947. 

JOSÉ CARLOS DE MACEDO SOARES. 

Plínio Caiado de Castro. 

Publicado na Diretoria-geral da Secretaria do Govêrno, aos 7 de 
março de 1947. 



Cassiano Ricardo, 
Dn'etor-gei-al 



Atos Oficiais 



DECRETO-LEI N." 17 114, DE 12 DE MARÇO DE 1947 

Dispõe sôbre efetivação de fun- 
cionários interinos e dá outras pro- 
vidências. 

O Interventor Federal no Estado de São Paido, usando da atri- 
buição que lhe confere o artigo 6.°, n.° V, do Decreto-lei federal n.^ 1 202, 
de 8 de abril de 1939, 

Decreta: 

Ficam efetivados independentemente de qualquer formalidade, 
nos respectivos cargos isolados e de carreira, dos diversos quadros do 
funcionalismo do Estado e das autarquias, os seus atuais ocupantes 
interinos ou contratados, excetuados dessa efetivação os docentes, os 
funcionários do Quadro da Justiça, os da Assembléia Legislativa e os 
ocupantes de cargos de chefia e direção. 

Art. 2.^ — Os títulos dos funcionários efetivados por êste decre- 
to-lei serão apostilados pelos Secretários de Estado, Presidente do 
Conselho Administrativo do Estado, pelo Diretor-geral do Departamento 
do Serviço Público e dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao 
Chefe do Govêrno e as apostilas publicadas no órgão oficial. 

Parágrafo único — Aos contratados o Govêrno expedirá o com- 
petente título de nomeação. 

Art. 3.° — A antiguidade na classe de funcionários que tiveram 
ou venham a ter seus vencimentos elevados em virtude de reestrutura- 
ção da carreira a que pertençam, será contada a partir da data em que 
entraram em exercício na classe a que pertenciam antes de processada 
a reestruturação. 

§ 1.° — No caso de se terem fundido numa só classe, por motivo 
de alteração ou reestruturação de uma carreira, cargos que pertenciam 
a classes de níveis diferentes terão precedência na ordem de classifica- 
ção por antiguidade, para fins de promoção, os ocupantes de cargos, 
cujos padrões de vencimentos eram mais elevados antes de ser levada 
a efeito a fusão das classes. 

§ 2.° — O disposto neste artigo aplica-se igualmente aos ocupan- 
tes de cargos isolados, que foram ou venham á ser integrados em 
carreiras. 

§ 3.° — Em se tratando de cargos reclassificados, alterados ou 
transformados, a antiguidade na classe será contada a partir da data 
em que o ocupante entrou em exercício na nova carreira. 

Art. 4.° — Fica atribuída, nos têrmos do artigo 11, do Decreto 
n.° 16 085, de 14 de setembro de 1946, a gratificação mensal correspon- 
dente a 8 (oito) classes, aos diretores de grupo escolar, padrão "K", em 



Departamento Estadual de Estatística 



número de 40 (quarenta), que atualmente exercem as funções de encar- 
regados de serviços técnicos do Departamento de Educação, auxiliares 
de Chefias de Serviços e da Biblioteca Pedagógica "Embaixador Macedo 
Soares" e secretários de delegacias regionais de ensino, restabelecidas 
para os mesmos cargos a denominação de auxiliares técnicos de ensino. 

Ai't. 5.° — Êste decreto-lei entrará em vigor na data de sua 
publicação, revogadas as disposições em contrário. 

Palácio do Governo do Estado de São Paulo, aos 12 de março 
de 1947. 

JOSÉ CARLOS DE MACEDO SOARES. 
Edgard Baptista Pereira. 

Publicado na Diretoria-geral da Secretaria do Govêrno, aos 12 de 
março de 1947. 



Cassiano Ricardo, 
Diretor-geral 



JUNTA EXECUTIVA REGIONAL 
DE ESTATÍSTICA 



Resolução n.° 51 



RESOLUÇÃO N.o 51 

Aprova prestação de contas 
apresentada pelo Diretor-geral do 
Departamento Estadual de Estatís- 
tica, referente ao auxílio recebido 
em 1946. 

A Junta Executiva Regional de Estatística do Estado de São 
Paulo, no uso de suas atribuições: 

considerando o disposto na Resolução n.° 49 desta Junta; 

considerando os termos do "parecer" firmado pela comissão 
designada para pronunciar-se acêrca das contas apresentadas pelo Dire- 
tor-geral do Departamento Estadual de Estatística, 

Resolve: 

Art. único — Ficam aprovadas as contas relativas às despesas 
efetuadas pelo Departamento Estadual de Estatística com a segunda 
quota do auxílio concedido, ao mesmo, pela Junta Executiva Central do 
Conselho Nacional de Estatística em 1946. 

São Paulo, 29 de janeiro de 1947, décimo do Instituto. 

Conferido e numtrado Visto e rubricado 

a) Maria Leonor Cardoso Gomes, a) Helena Rocha Penteado, 

Ene, da Secretaria. Secretário. 
Publique-se 

a) Djalma For jaz, 

Presidente. 

Anexo à Resolução N." 51 

Parecer da Comissão designada 
pelo Sr. Presidente da Junta Exe- 
cutiva Regional de Estatística do 
4 Estado de São Paulo, apresentado 
a 29 de janeiro de 1947. 

Senhor Presidente, 

A Comissão designada por V. Ex.^ e formada pelos signatários, 
efetuou minucioso exame na anexa prestação de contas, apresentada 
pelo Departamento Estadual de Estatística e referente ao auxílio de 
Cr$ 54 814,00 (cincoenta e quatro mil e oitocentos e quatorze cruzeiros) 
concedido pelo I.B.G.E. por intermédio de sua Junta Executiva 
Central. 

Pela demonstração especificada da despesa chega-se à conclusão 
que esta obedeceu, rigorosamente, às normas estabelecidas pela Junta 
e se evidencia a exatidão da mesma. 

Assim, pois, somos de parecer pela sua aprovação. 

São Paulo, 29 de janeiro de 1947. 

a) Pedro Bueno. 

a) Manuel Stoll Nogueira. 

a) Antônio Joaquim do Nascimento Jr. 



iÒBRE A LOCkSlICA DE VERHUIST 



SÔBRE A LOGÍSTICA DE VERHULST. 



A equação da logística de Verhulst pode ser posta sob a forma 

(1) P(t) = 

em função de três parâmetros w, X, a. 

Vamos mostrar que, dispondo-se de três valores de p(t) 

Pi = p(0), P2 = p(h), P3 = p(2h), 

equidistantes no tempo, é possível determinar de forma simples os valo- 
res de tais parâmetros. 

Para isso, ponhamos (1) sob o aspecto 

(2) p(t) - (O + X p(t) at = 0. 
Atribuamos a í os valores 

O, h, 2h. 
Teremos o sistema de três equações : 

Pi — w -f À p: =0 

(3) Po (0 + A P2 Z rr O 

Pa — w -f- '''' Ps 2" = o 

pondo-se z = ah . 

De (3) tiramos por diferença 

P2 — Pl + X (P2 z — pi) r= O 
P3 — P2 + À (P3 z — Po) z = 0. 

" Por quociente, eliminamos À em (4), obtendo a equação 

P2 — Pl _ P2 Z — Pi 

Ps — P2 (PsZ — Pi) Z 

OU, seja, ordenando-se em relação a z: 

(5) ' Pa (P2 — Pl) Z2 — Po (p3 — Pl) Z + Pl (Ps — Po) = 0. 

Podemos notar aqui que, se os valores de p(t), a saber 

Pl, P2, Ps, 



1(3 Deiiaitamento Estadual de Estatística 

correspondessem a épocas quaisquer 

ti, t., U, 

o mesmo processo de eliminação de co e X nos conduziria a uma equação 
da forma 

(6) P3 (P2 — Pi) zs— P2 (P3 — Pi) Z2 + P1 (Ps — P2) Zi = 0, 
pondo-se auxiliarmente 

Zi = a '■ , i = 1, 2, 3. 

Todavia, a hipótese feita sôbre os valores de t nos conduz à equa- 
ção (5), do segundo grau, a qual admite as raízes 

z = l 

Pi (Ps — P2) 

e z = c — 

P3 (P2 — Pl) 

A primeira raiz conviria, apenas, na hipótese de têrnios 
Pl = P2 = Ps. 

É interessante observar-se que a equação mais geral (6) admite 
igualmente a solução 

Z3 = Z2 = Zi, 

a que corresponderia o valor 

a = 1 . 

Da mesma forma como acima, tal valor de a serviria apenas para 
o caso de ser 

Pl = P2 = Ps. 

Mas, quando formamos os valores aritméticos dos coeficientes 
de (6), se tais valores forem arredondados, poderemos chegar a concluir 
uma falsa raiz de (6), muitíssimo próxima de um. 

Na resolução de (6), devemos pôr-nos em guarda em relação a 
esta circunstância. 

Retomando-se a hipótese dos valores p(t) equidistantes no tempo, 
vemos que o valor de deduz-se do de z pela relação 

z — ali , 

o que nos dá 

h 

a = I Pi(P3 — P2) 

I P3(P2 — Pl) 

Das equações (4) concluímos o valor seguinte para A : 

; _ Ps (P2 — Pl)^ 
Pl W — Pl Ps] 



Sôbre a Logística de Verhulst 17 



Para w deduzirmos das equações (3) a expressão 
,„ — (Pi + P:i) P2- — 2 Pi Pa P3 

V2^ — Pl P.i 

São estas as fórmulas que nos dão diretamente os parâmetros 
<o , >. e a em função das três populações pi, po, Pa, equidistantes 
no tempo. 

QUESTÃO 1 

É interessante como aplicação numérica, verificar qual seria a 
logística resultante do ajustamento da equação (1) do texto às popula- 
ções presentes da Capital de São Paulo nos censos de: 

1) 31 de dezembro de 1900 com 239 820 hab; 

2) 1 de setembro de 1920 com 579 033 hab; 

3) 1 de setembro de 1940 com 1 326 261 hab. 

Vamos adotar a data de 1 de setembro de 1900 para a origem dos 
tempos e referir a população do primeiro dos censos acima a essa época. 

Os dados demográficos para os quatro últimos meses de 1900 
são os seguintes : 

Nascimentos 2 839 

Óbitos . 1663 

Imigrantes entrados na capital . . 8 699 
Imigrantes saídos 

1) para a capital .... 54, 

2) para outros destinos ... 8 400 

Logo, o saldo demográfico para os quatro últimos meses de 1900 
foi o seguinte: 

2 839 — 1 663 + 8 699 — 8 400 = 1 475 

Nestas condições, a população presente em 1 de setembro de 1900 
seria a seguinte : 

239 820 — 1 475 = 238 345. 

Logo, temos para as populações desejadas os valores, em milhões 
de hab., dados a seguir: 

Pl = 0,238 345 
p. = 0,579 033 
p, = 1,326 261. 

Os dados originais para a obtenção dêstes últimos foram tirados 
das publicações do censo de 1920, do Anuário Estatístico do Estado 
para o ano de 1900 e dos trabalhos do prof. Mortara, para a população 
presente de 1940. 



18 Departamento Esta dual de Estatísti ca 

Passando-se à execução dos cálculos, achamos 

P3 _ P2 = 0,747 228 
P2 _ = 0,340 688. 

z será dado por 

_ 0,238 345 X 0,747 228 _ 0,17 8 098 0 57 7 
^ ~ 1,326 261 X 0,340 688 ~ 0,451 841 207 6~ 

donde 

z = 0,394 1607. 

Para x, temos 

log a = — — = 1,979 7837. 
20 

ex-quo 

% = 0,954 517. 

Para o cálculo de À, vem-nos 

Po — Pi = 0,340 688 
•pi — z p, = 0,010 113 

0,010 113 

(O concluímos da expressão 

(O = 0,238 345 X 34,688 1 = 8,267 74. 
Nestas condições, a logística ajustada seria a seguinte: 

p(t) = -A26774 

1 + 33,6881 (0,954 517) t ' 

sendo t = O para 1 de Setembro de 1900 e p(t) dado em milhões de 
habitantes. 



QUESTÃO 2 

Se refizermos o cálculo de a para outros valores de população, 
apresentando pequenas variações, encontramos valores dêsse parâmetro 
sensivelmente da mesma ordem. 

Assim, tomando 

Pi = 0,239 820 
P2 = 0,579 083 
p, = 1,-378 539 

achamos 



= 0,95639 



Sôbre a Logística de Vevhulst 



19 



Para 

Pi = 0,239 820 
P2 = 0,581 672 
P3 = 1,331 503, 

virá 

a = 0,95463 
Na determinação efetuada na Q.l, obtivemos 
a = 0,95452. 

Vamos nos valer desta circunstância, para resolver o problema 
geral do ajustamento da logística a três censos não equidistantes, os 
quais seriam 

1) 31 de dezembro de 1900 com 239 820 hab.; 

2) 1 de setembro de 1920 com 579 033 hab.; 

3) 1 de setembro de 1940 com 1 326 261 hab. 

■ Para êste ajustamento, utilizaremos a equação geral (6) do texto: 

P3(P2 — Pl) Z3 — PaíPs — Pl) Z2 + Pl(P3 — P2)Zi = O, 

com 

Zi = ati , i = 1, 2, 3, 

e sendo t,, t2, ta os valores do parâmetro t para êsses censos, referidos 
a uma origem comum. 

Sendo a origem dos tempos fixada para o dia 31 de dezembro 
de 1900, e desprezadas variações horárias, teremos 

tx = 0. 

Avaliando-se t eni anos de 365 dias exatos, teríamos para t2 o 
valor que se obtém da seguinte soma cronológica: 
um dia do ano de 1900 (31/12/1900) 
quatro anos bissextos (1904, 1908, 1912, 1916) 
quinze anos comuns, que seriam: 

1901 1905 1909 1913 1917 

1902 1906 1910 1914 1918 

1903 1907 1911 1915 1919 

e os seguintes dias e meses de 1920 : 



Depai'taraento 



Estadual de Estatística 



Janeiro 31 

Fevereiro 29 

Março 31 

Abril 30 

Maio 31 

Junho 30 

Julho 31 

Agosto 31 

Setembro ' 1- 

A soma total de dias seria a seguinte : 



4x366 


1 464 


15x365 


5 475 


5x 31 


155 


2x 30 


60 


Ix 29 


29 


2x 1 


2 




7185 



Logo, o valor de to seria 

t - 7 185 
' ~ 365 

Para t^ acharíamos da mesma forma o valor 

14 490 



19,685 



39,699. 
365 



Por outro lado, temos 



P3 (p, _ p,) 0,449 884 9726 
P2 (p3 _ pi) = 0,629 085 1915 
p^ (p., — Pa) = 0,179 200 2190 

Com estes valores obteríamos para (6) a forma 

0,449 884 9726 _ o,629 085 1915 (a) i^ ^ss 0,179 200 2190 = 0. 

Simplificando, advém-nos 

5,39,699 _ 1398 324 53 ai9 685 + 0,398 324 53 = O, (1) 

sob cuja forma verificamos imediatamente a existência da raiz a = 1. 
Vamos pesquisar uma raiz em a possivelmente situada no intervalo 

0,95 — 0,96. 

O quadro I resume o cálculo efetuado. 



Sôb}-e a Logíst ica de Vevhulst 



21 



Nesse quadro, calculamos os valores do primeiro membro da equa- 
ção acima (1) para valores de a variando de 0,001 no intervalo 
(0,95 — 0,96). 

Assim, localizamos facilmente a raiz procurada no intervalo 
0,953 — 0,954, 

pois que temos 

F (0,953) = 0,004 199 
F (0,954) = — 0,000 846, 

havendo, portanto, uma variação de sinal. 

O gráfico anexo (fig. 1) mostra o andamento da curva y = F (x) 
no trecho calculado. 

Para a determinação da raiz, operamos a interpolação inversa 
com a fórmula de diferenças divididas de Ne\\^on, conforme se acha 
exposto no nosso volume "Cálculo Operatório". 

O valor obtido foi a = 0,953 831. 

Com êste valor, determinamos Zo e Za pelas fórmulas 

log Z2 = 19,685 log % = 1, 595 8965 
log zs = 39,699 log a = 1, 185 0391 

donde 

Z2 = 0,394 363 
Za = 0,153 122. 

Para À devemos obter valores concordantes pelas fórmulas 

X — P 2 — Pi _ 0,339 213 0,33 9 213 

~ Pi — P2Z2 ~ 0,239 820 — 0,579 033 X 0,393 363 ~ 0,011 471 

^ P3 — P2 0,747 228 0,747 228 

'~ P2Z2 — PsZs" 0,579 033 X 0,394 363 — 1,326 261 X 0,153 122 ~ 0,025 269 

Efetuando as divisões indicadas, vem-nos respectivamente 

X= 29,571 354 
V = 29,570 937 

Fixamos, então, o valor de À em 

À = 29,571. 

w deverá ser dado concordantemente pelas equações 

O) =r (1 + À ) p^ 
(O = (1 + À Zs) P2 

w = (1 + À z,) p, 
seja, substituindo os valores conhecidos. 



22 



Departamento Estadual de Estatística 



to = 30,571 X 0,239 820 = 7,331 54 
03 = 12,261 X 0,579 033 = 7,331 37 
O)'" = 5,528 X 1,326 261 = 7,331 57 

Podemos tomar aproximadamente a média dêsses resultados, 
fixando w em 

to = 7,3315 

Será portanto a logística pedida expressa por 
7,3315 



P(t) 



1 + 29,571 (0,95383)^ 



sendo p (t) dado em milhões de habs. e t contado em anos de 365 dias 
a partir da origem t = O para 31/12/1900. 

Esta equação, referida a 1 de janeiro de 1900, tomaria o aspecto 



7,3315 

p(t) = 



31,002 (0,95383) < 



QUADRO I 

Resolução da equação 

í a =. 1,398 32453 
am — aa" + b — O j „ = o,398 32453 



F(a|) ai"i — aai" -j- b 





log ai 

1 


m log CL\ 


n log ai 






a y.j" 


F(ai) 


0,950 


1,977 72361 


— 0,022 27639 


1,116 6490 


1,561 4893 


0,130 512 


0,364 325 


0,509 445 


■ 0,019 392 


0,951 


1,978 18052 


— 0,021 81948 


1,133 7885 


1,570 4835 


0,136 078 


0,371 949 


0,520 106 


0,014 298 


0,952 


1,978 63695 


— 0,021 36305 


1,151 9083 


1,579 4684 


0,141 876 


0,379 724 


0,530 977 


0,009 224 


0,953 


1,979 09290 


— 0,020 90710 


1,170 OO&O 


1,588 4228 


0,147 914 


0,387 635 


0,542 040 


0,004 199 


0,954 


1,979 54837 


— 0,020 45168 


1,188 0907 


1,597 4097 


0,154 202 


0,395 740 


,0,553 373 


— 0,000 846 


0,955 


_ 

1,980 00337 




1,206 1538 


1,606 3663 


0,160 751 


0,403 986 


0,564 904 


— 0,005 828 


0,956 


1,980 45789 


— 0,019 54211 


1,224 1978 


1,615 2126 


0,167 571 


0,412 299 


0,576 528 


— 0,010 632 


0,957 


1,980 91194 


— 0,019 08806 


1,242 2231 


1,624 2515 


0,174 672 


0,420 970 


0,588 653 


— 0,015 656 


0,958 


1,981 36551 


— 0,018 63449 


1,260 2294 


1,633 1801 


0,182 066 


0,429 715 


0,600 881 


— 0,020 490 


n.Si59 


1,981 81861 


— 0,018 18139 


1,278 2170 


1,642 0993 


0,189 765 


0,438 631 


0,613 348 


— 0,025 258 


O.ilGO 


1,982 27123 


— 0,017 72887 


1,296 0856 


1,651 0092 


0,197 736 


0,447 723 


0,626 062 


— 0,030 001 



Sòbie a Logística de Verhulst 



23 



(b (a.z) = F (a) - z = O , a = f (z). 



z 


f(z) 


e,f(z) 


a,0j(z) 


0,004 199 




— 0,198 216 


0,250 025 


— 0,000 846 


0,954 


— 0,200 723 




— 0,005 828 


0,955 







a = f (z) = 0,953 + (z — 0,004 199) [ — 0,198 216 + (z + 0,000 846) x 0,250 023] 
Para z = 0. vem a raiz procurada 

X= f(0) = 0,953 + 0,004 199 x 0,198 216 — 0,004 199 x 0,000 846 X 0,250 025 = 0,953 831 



0 020 






















N 
























0.010 








































































50 










55 








0.9 


60 




|0,010 
























! 
























0.020 
















































0.030 

















































Nota: — Os valores positivos de F (a) e.stão mareados acima do eixo horizontal dos OC, e os nega- 
tivos abaixo. 



SOBRE UMA EQUAÇÃO INTEGRAL, INTERESSANDO 
O MOVIMENTO DE UMA POPULAÇÃO. 



AFFONSO P. DE TOLEDO PIZA 



SOBRE UMA EQUAÇÃO INTEGRAL, INTERESSANDO 
O MOVIMENTO DE UMA POPULAÇÃO. 



Seja P uma dada população e H(v) o seu efetivo para uma dada 
época V. 

Sendo t uma época posterior a v, designemos por 
C(t,v) 

os remanescentes de H (v) na época t, pertencentes a P, no intervalo (v,t) . 
obviamente, teremos 

H(t) :5: C(t,v). 

Se os efetivos H(t) e H(v) forem obtidos de censos efetuàdos 
nas mesmas épocas, C (t,v) será dado por todos os indivíduos de P que 
foram recenseados em v e t, pertencendo a P no intervalo (v,t). 

Evidentemente, um indivíduo qualquer _ poderá ser recenseado 
nessas épocas, pertencendo eventualmente a P por essas ocasiões; tal 
indivíduo não será computado em C(t,v). 

A relação 

^ C(t,v) 

p (t.v) = ^-^-^ 

H(v) 

toma o nome de fator de eliminação da população P para as épocas t e v. 
Por conseguinte, a expressão 

H(v) p(t,v) 

designará os remanescentes, na época t, da população P na época v, 
pertencentes a essa mesma população, no intervalo (v,t). 
Será, portanto, C(t,v). 

Consideremos, agora, duas épocas infinitamente vizinhas 

z e z + zj z. 
No intervalo de tempo elementar 

(z, z + zJ z) 

P terá um acréscimo de população ; este acréscimo será suposto represen- 
tado pela expressão seguinte : 

H(z) ^ (z) dz, 

onde © (z) toma o nome de fator de crescimento de P na época z. 



28 



Departamento Estadual dc Estatística 



Certamente, não estamos supondo que seja 

,(z)= Um ^±A^z:m^: 

Dêste acréscimo, uma parte remanescerá até à época t; designe- 
mos por P(t,z) o seu fator de eliminação. 

Teremos para a expressão dos remanescentes dêstes acréscimos na 
época t 

H(z) 9 (z) P(t,z) dz. 

Computando-se os acréscimos de v a t, teremos para o total dos 
remanescentes a expressão 



\l H (z) í (z) P (t,z) dz 



Como a população H(t) se compõe dos remanescentes da popula- 
ção inicial H(v), mais os remanescentes de todos os acréscimos de popu- 
lação havidos no intervalo (v,t), obtemos a equação integral, bastante 
conhecida 

H(t) = H(v) p(t,v) + /J H(z) r^{z) P(t,z) dz . 
Admitindo-se que 

p(t,v) =P(t,v), 

obtemos uma solução dessa equação, em função de duas funções 
C(t) e i;.(t), 

pelas fórmulas seguintes: 

H(t) = C(t) sx(t) 

P(t,v) = |11 
C(v) 

.(.) = ^ . 

lA(t) 

Estas funções, agora introduzidas no estudo da Demografia mate- 
mática, são assás gerais, sendo que [j. (t) está tão somente restrita a 
satisfazer a equação 

ij. (t) = ^. (v) + ^: (z) dz, 

que é, em definitivo, a que se reduz a equação integral acima pela 
substituição da solução indicada. 



o ENSINO NO BRASIL 



JOÃO CARLOS DE ALMEIDA, 

Diretor da Divisão de Estatísticas 
Físicas, Sociais e Culturais 



Sumário : 

I — Os órgãos executores do Convénio Estatístico. 
II — Ensino primário e não primário em 1941. 
III — Ensino primário comum (1940-1944). 



o ENSINO NO BRASIL 



I — OS ÓRGÃOS EXECUTORES DO CONVÉNIO ESTATÍSTICO 

Pelo convénio Nacional de Estatísticas Educacionais, firmado em 
dezembro de 1931, comprometeram-se as Unidades Federadas a executar 
a estatística do ensino primário geral, ficando o Serviço de Estatística 
do Ministério da Educação e Saúde com o encargo de realizar os. demais 
levantamentos anuais relativos ao ensino não primário. 

2. Do compromisso assumido tem o Estado de São Paulo se deso- 
brigado com a máxima regularidade, não só enviando ao Serviço Federal 
respectivo, sempre antes do fim do ano seguinte, os três grandes volumes 
de sua contribuição para a estatística nacional, como publicando em sepa- 
rata do Anuário os resultados do ensino primário geral, com a devida 
discriminação municipal, e distribuindo à imprensa e pessoas interessa- 
das análises e interpretações dos números apurados, de modo a serem 
amplamente divulgadas as realizações da escola primária paulista. 

3. Determinada a competência do órgão federal — o Serviço de 
Estatística da Educação e Saúde — para realizar os levantamentos esta- 
tísticos do ensino não primário em todo o país, bem fácil será imaginar 
as dificuldades que encontrá êsse órgão para obter diretamente, informa- 
ções completas de todos êsses educandários, que são hoje mais de cinco 
mil. 

II — ENSINO PRIBÍÁRIO E NÃO PRIMÁRIO EM 1941 

4. O último Anuário Estatístico do Brasil ano VI — 1941/1945, 
publica, ao lado do resumo geral do ensino primário no Brasil, até 1944, 
os resultados regionais do ensino não primário, de 1938 a 1941. 

5. As cifras apresentadas no referido Anuário é que vão ser uti- 
lizadas no trabalho de interpretação que aqui tentaremos, a fim de veri- 
ficar o que têm feito São Paulo e sua Capital e as demais Unidades da 
Federação, em favor da grande obra social que à escola cumpre realizar. 

6. Em primeiro lugar oferecemos ao exame do leitor as tabelas 
referentes às unidades escolares, corpo docente, matrícula geral e conclu- 
sões de curso. 



32 



Depaitamento Estad ual de Estat í stica 



ENSINO EM GERAL 
RESULTADOS GERAIS DO BRASIL SEGUNDO AS UNIDADES DA 
FEDERAÇÃO — 1941 
a) Unidades escolares 



Unidades da Federação e 
Municípios das Capitais 



I Território 
\ Capital 
■ Estado 
) Capital 
I Estado 
) Capital 
• Estado 
I Capital 
. Estado 
] Capital 

] Capital 
1 Estado 
I Capital 

{ Capital 
I Estado 
I Capita! 
I Estado 
I Capital 

) Estado 
Capital 
I Estado 
I Capital 
r Estado 
1 Capital 

Espírito Santo J 

I Capital 

Rio de Janeiro J 

1 Capital 
DISTRITO FEDERAL 
Estado 



Acre . . 
Amazonas . 
Pará . . 
Maranhão . 
Piauí . . 
Ceará . . 
R. G. Norte 
Paraíba 
Pernambuco 
Alagoas 
Sergipe . . 
Bahia . . 
Minas Gerais 



São Paulo , 
Paraná . . 
Santa Catarii 
R, G. Sul . 
Mato Grosso 
Goiás . . 



) Capiti.l 
I Estado 

■ I Capital 
I Estado 

^ 1 Capital 
I Estado 

' 1 Capital 
I Estado 

' 1 Capital 
I Estado 

■ I Capital 



' BRASIL 
CAPITAIS 



Unidades escolares 



Segundo as categoi-ias do ensino 



fotal 


Primá- 
rio 
geral 


dário 


Domés 
tico""" 

1 


Indus 
triai 


Comer 
ciai 


\rtís 
tico 


Peda- 
gógico 


Supe- 
rior 


De 
outras 
cate- 
gorias 


111 


! 

1 29 1 




1 

I 

«1 












2 


2i; 


21 




ll 










- 


1 




687 


4 


15] 




; 


13 




4 




347 


291! 


4 






11 


12 


3 


41 12 


1 254| 1 167 


10 






14 




9] 8 


14 


282 207 


10 






13 








13 


9011 862 


10 


G 






— 






' 9 








1 ' 




5 










595 


564 




1 










1 








4 


~ i 




2 


"~ 




1 




1 374 


1 850 


27 


25 1 




14 


13 






] 22 




264 j 


21 


16! 






12 






12 


827 


769 i 




15 




12 


13 


2 






120 


84 [ 




8| 




9 






— 


2 


1 126 


1 060 ! 


12 


3 ! 




13 








] 22 




185 




li 










1 


13 


2 817 


2 5^0 1 


46 


73 1 


10 


24 


23 


21 


25 


65 


fi!)7 


495 1 


37 


50 1 


^ 


12 


18 




20] 48 


798 


745! 


10 


12 1 


2 


3 






3 




151 


1161 




81 


2 


3 




4 


3|. 5 




739' 


7 


6Í 


2 


2 


■ 


6 




5 


i:;'.) 






2| 


2 


2 


1 






1 






32 


37! 




12 








Tl 








19' 


7 


1 1 








i4 


6 42J 


õ S6G 


118 


42! 


6 


56 


2S 


119 


:M 


155 


249 


115 1 


19 


7! 


2 


6 




10 




62 


963 


920 j 


14 


91 


2 


5 




3 


21 8 


83 


57| 




81 


2 


3 




2 




2 280 


2 0321 


57 


33 1 

1 


7 


34 


48 


19 


13 


37 


187 


120 1 


14 


81 


3 


8 


16 


2 


6 


10 


2 345 


1 552 1 


132 


115 [ 


15 


89 


84 


4 


48 i 30C 


9 392 


7 894 


228 


359] 


81 


236 


107 


62 


73 


352 


1 736 


1 035 1 


84 


193 1 


25 




37 


13 


57 


169 


2 118 




29 






11 


40 




18 


42 


374 


2881 


18 


4 1 






17 




18] 17 


2 404 


2 336 1 


10 


11! 






4 


13 


11 21 


1-3 


96! 




4 






1 


4 


1 




6 985 


6 449 j 




581 


9 




151 


22 


30 


126 


447 


280 1 


18 


l'2| 




21 


42 


2 


22 1 46 


434 


403! 




3! 


2 


8 


3 








89 


80-j 




— 1 


2 


- 


- 


- 






577 


525 1 


u 


51 


1 




3 


18 




13 


51 


35 1 

i 




'1 




- 


3 


2 






48 210 


! 

43 134 1 


844 


1 

852] 


164 


640 


600 


377 


284 


1315 


8 698 


5 910 1 
1 
1 


433 

1 


473 

1 
1 




345 


321 


93 

1 


227 1 808 
1 ■ 
1 



o Ensino no Brasil 



33 



ENSINO EM GERAL 
RESULTADOS GERAIS DO BRASIL SEGUNDO AS UNIDADES DA 
FEDERAÇÃO — 1941 



Tabela II 



b) Corpo docente 



Unidades da Federação e 
Municípios das Capitais 



Pará 



Maranhão 



Piauí 



Ceara 



Norte 



Território 
Capital . 
Estado . 
Capital . 

{Estado . 
Capital . 
j Estado . 
i Capital . 

{Estado . 
Capital . 

{Estado . 
Capital . 

{Estado . 
Capital . 
1 Estado . 
I Capital . 
1 Estado . 
Capital . 

{Estado . 
Capital . 
I Estado . 
I Capital . 

1 Estado . 
Capital . 

{Estado . 
Capital . 
Estado . 
Capital . 
Estado . 
Capital . 
DISTRITO FEDERAL . 

Estado . 
Capital . 



Paraíba 



Pernambuco 



Alagoas 



Sergipe . 



Bahia 



Minas Gerais 



Espírito Santo ■! 



Rio de Janeiro J 



São Paulo 



Paraná 



Santa Catarina | 



Mato Grosso 



Estado 
Capital 
Estado 
Capital 
Estado 
Capital 
Estado 
Capital 
Estado 
Capital 



BRASIL 
1 CAPITAIS 



Corpo docente 



Segundo as categorias do ensino 



244 I 
81 I 



2 689 I 
1 470 I 
1 595 I 

628 I 
1 229 [ 
433 I 

3 804 I 
1 4331 



636 I 
2 423 j 



1 195 I 
454 I 
4 794 I 



2 359 I 
1 963 I 
458] 
5 862 I 
1477 
13 657 [ 
28 536 1 
9 821 1 
4 569 I 
1 5591 



13 663 I 
2 735| 



1 0241 
164] 
1 599 I 



294 1 
919 j 
219j 
3 180 i 
823 j 
13 5381 



7021 
6 761 j 
18 599 I 
4 854| 
3 587 I 

838 I 
3 261 1 

208 I 
10 702 I 
1 320 I 

755 j 

162 I 
1 040 

112' 



119 751 1 83 505 
44 509 j 22 127 



96] 
57 I 
151 j 



149] 
138 I 
101] 
101] 
512] 
438] 

1 541] 
363] 
218] 
108 1 
824 I 
294] 

2 2911 

3 572] 
1 508 I 

416 
2831 



128] 



18] 



101] 
71] 



67 
126] 
21] 
20 1 
19] 
132] 



12 1 
1131 



2 522] 
1 4641 



aupc- I outras 



107 I 



61] 



23] 
105] 



- I 



4 821] 
2 934 I 



12] 



82] 
53] 
377] 
232 1 
1 128] 
133 j 
20] 



64] 
516| 
129] 



241 1 
207] 



42 I 



210] 
210 j 
18) 
18] 

4601 



1 523| 3 647] 4 107] 5 542 
1 1101 1 082| 3 513| 8 833 



Departamento Estadual de Estatística 



Tabela III 



ENSINO EM GERAL 
RESULTADOS GERAIS DO BRASIL SEGUNDO AS UNIDADES DA 
FEDERAÇÃO — 1941 
c) Matrícula geral 



Unidades 
Municípií 



Federação ( 
Jas Capitai; 



Acre . . 
Amazonas . 
Pará . . 
Maranhão . 
Piauí 

Ceará . . 
R. G. Norte 
Paraíba 
Pernambuco 
Alagoas 
Sergipe . . 
Bahia 

Minas Gerais 



{Territór; 
Capital 

1 Estado 
Capital 



) Capital 
I Estado 
1 Capital 
I Estado 
■| Capital 

{Estado 
Capital 
I Estado 
I Capital 
I Estado 
1 Capital 
L Estado 
I Capital 
1 Estado 
I Capital 
■ Estado 
I Capital 



Capital 
Estado 
Capital 
1 Estado 

Espírito Santo j p^^.^^, 

^ . 1 Estado 
R,o de Jane,ro{ ç^^.^, 

DISTRITO FEDERAL 
I Estado 



São Paulo . 
Paraná . . 
Santa Catari 
R. G. Sul . 
Mato Grosso 



I Capital 
I Estado 
) Capital 



I Capital 
1 Estado 
l Capital 
I Estado 
i Capital 
I Estado 
I Capital 



M 



ícula geral 



Segundo as categorias do ensino 



Primá- 
geral 



6 630 1 
1 727 I 



105 921 
39 600 
54 214 
12 835 
46 527 I 
11 700| 

116 251 1 
31 195 
52 842 
10 405 



19 165 
164 587 

53 406 

54 782 
15 761 1 
40 893 I 
10 8881 

180 013 I 

55 887] 
560 183 I 

53 576 1 
71 879 1 
10 594| 

210 583 I 

32 840 
337 471 
903 359 
258 012 
136 121 

30 949 
145 415 
9 872 
427 035 I 

54 542 I 

33 196 I 
7 198 I 

38 511 1 



1 495 1 

35 9351 
18 809] 
98 486 1 
32 702 I 
50 995] 

9 959 I 
43 262 ] 
9 480] 
104 093] 

21 411] 

49 212] 

7 729] 
75 717 1 
16 221 ] 

144 309 ] 

37 512] 

50 310] 
12 042 I 

8 319 
159 786 

38 259 
513 841 

36 901 1 
67 148] 

7 543 I 
188 233 
23 107 
237 892 
760 374 
182 193 
123 776 

22 142 
140 478 

7 565 



5 991 
35 830 
3 425 



: 808 937 1 3 347 642 
. 085 303 ] • 779 687 

I 

I 



113] 
113] 



5 910 
5 304 
1 224] 



6 923 
2 040 
1 918 
1 256 

1 256 
6 452 
5 497 

19 262 

5 572 

2 560 
1294 

10 398 

33 296 
59 001 
26 078 

6 819 

1 658 
' 574 

11 901 



182 260 
112 821 



474] 
75 I 
.111] 
479] 



92 1 
18] 
13] 

- i 
1 732] 
1 2501 



84 1 
76] 
4 152] 
3 259] 
603] 
474 1 
164] 
32] 
2 342] 

1 941] 

2 461] 
508] 
594 1 
548] 

2 083 1 
■ 954] 
9 354 
14 666 



llOj 



44 944] 
29 744 



471 

471 
537 
537 
1 144 
1 068 
414 
254 
315 
315 

1 019 
552 

2 428 
4 641 
2 543 

350 



16 223 
12 686 



1 425 |. 



567 I 
1 344 



247] 
202] 
202 I 
791] 
731 1 
4 617] 

1 779] 
621] 

• 333 ] 

2 027 
776 

11 031 
26 024 
15 478 
859 
734 

208 



358] 
83 1 
18] 
83 1 
33] 
898] 
8351 
351 j 
134] 



11722 
7 697 



201 
201 
550 
429 
928] 
478] 
31 1 
27] 
646] 

- i 
. 236 I 



207 I 
489 I 
365] 

2 147] 
1 658 I 
5 853 I 
1113| 

50] 
23] 
719] 
117] 
439 I 

3 157| 
987] 
227! 
196 I 

1 247-1 



outras 
cate- 
gorias 



2 167 
1 467 



11 ai7 

5 848 



469 
2 964 



4 761 j 35 505 
4 702| 28 558 
4 188| 17 115 



1 173] 
50 1 
50 1 
1 4761 
1 091 1 
13| 
13| 
691 



277 
7 934 
4 606 . 



22 583 
9 241 



I 

19 872] 104 865 
17 911] 77 269 
I 

- I 



o Ensino no Riasil 



ENSINO EM GEK AL 
RESULTADOS GERAIS DO BRASIL SEGUNDO AS UNIDADES DA 
FEDERAÇÃO — 1941 



Tabela IV 



d) Conclusões de curso 



Unidades da Federação e 
Municípios das Capitais 



Conclusões de cui-so 
Segundo as categorias do ensino 



Acre 

Amazonas 
Pará 

Maranhão 
Piauí 
Ceará 
R. G. Norte 
Paraíba 
Pernambuco 
Alagoas 
Sergipe . 
Bahia . . 
Minas Geraií 
Espírito Santo 
Rio de Janeiro 



I Território 
} Capital . 

{Estado . 
Capital . 
I Estado 
1 Capital . 

1 Estado . 
Capital . 
y Estado . 
1 Capital . 
1 Estado . 
I Capital . 
I Estado . 
I Capital . 
1 Estado . 
I Capital . 
1 Estado . 
I Capital . 
I Estado . 
I Capital . 
■ Estado . 
I Capital . 



I Capital 
I Estado 
) Capital 
1 Estado 
] Capital 
• Estado 
1 Capital 
DISTRITO FEDERAL 
I Estado 
1 Capital 
I Estado 
i Capital 

{Estado 
Capital 
I Estado 
\ Capital 



São Paulo . . 
Paraná . 
Santa Catarina 
R. G. Sul . . 



Mato Grosso 



Capital 
Estado 
Capital 



BRASIL 
CAPITAIS 



2 252 j 

1 937 I 
4 713 I 

3 240 I 

2 069] 
1 107 I 

4 567 I 
1 563 I 
7 467| 
4 331 

4 526 
1 264 I 

3 412 I 
1 090 I 
9 273 I 

5 901 1 
3 841 I 



5 251 1 
52 590 I 
7 844 I 
3 926 1 
1 277 I 
U 234 I 

3 867 I 
35 6711 

113 508 I 
39 159| 
. 11 158 

4 343 
16 153 [ 

1 412 [ 



1 183 1 

3 632 I 

2 192 I 
1 597 I 

691 1 

4 158 [ 

1 291 ! 

5 233 j 

2 473 [ 

3 976 [ 
861 

2 721 



1 943 
3 110 
1 441 
949 



516| 

3 813 1 
1 842 1 

43 715 1 

4 369 1 
3 157 I 

782 j 
7 083 I 

1 944 I 
16 4931 
83 624 1 
23 290 j 

9 241| 

2 864 j 
15 340 [ 

1 0091 



39 674 [ 32 893 [ 

8 176[ 4 960| 

3 143] 2 852] 

1042] 956] 

2 734] 2 382| 



341 620] 252 502 
131 783) 72 128 

í 1 



1 197 
1 (178 



2 212 
757 
328 
180 

1 133 
451 
5 216 
7 741 

3 593 



681 



46 I 
33 1 
18] 

- ! 
360 : 



16 I 



24] 

423] 
270] 
756] 
210| 
44] 
30 I 
617] 
416] 
1 428] 
5 289 1 
3 035 1 
47] 
25 1 
94] 
21 1 
853 1 
3S81 



23 225) 12 096! 
15 672 7 827! 



236 
58] 



101] 
182 



261] 
139] 
73] 
405 j 
1631 

2 100 I 
5 370] 

3 155] 
218] 
195 I 

83! 



14| 



214] 
2111 



731] 
528] 



95 I 
95 I 
141' 
135 I 
89] 



149; 
129] 
102] 
679] 
528] 
1 867] 
3751 
25 i 



92 I 



De 
outras 
cate- 
gorias 



12] 



228 [ 
209] 

"i 
11] 

- I 

- I 
179] 
179 I 
402] 



16 1 
469 1 
4151 



188 [ 



082' 11 980! 
1S5^ 7 714! 



2 684] 
1 7561 



7 445] 3 860 
3 181| 3 415 



1 577 
209 
181 
822 
259 
8 352 
6 865 
3 7 76 
478 



25 746 
18 905 



86 



Departamento Estadual de Estatística 



7. Pelas cifras da Tabela I, verifica-se que das 48 210 unidades 
de ensino de todas as categorias, existentes no Brasil em 1941, perten- 
ciam ao Estado de São Paulo 9 392, ou 19,5%, enquanto a Capital 
paulista, com suas 1 736 unidades, contava 20%, ou um quinto da totali- 
dade de escolas localizadas em tôdas as capitais do país. 

8. No ensino primário geral as 7 894 escolas existentes no Estado 
representavam 18% das que existiam em todo o Brasil, e as 1 035 da 
Capital bandeirante correspondiam a 17,5% do total existente nas me- 
trópoles brasileiras. 

9. No ensino não primário o Estado de São Paulo totalizou 1 498 
unidades escolares, ou 29% das existentes no país inteiro, destacando-se 
nesta rubrica o ensino superior que deu ao nosso Estado 26%, ou mais 
de um quarto do total de escolas dessa categoria no país. 

10. Conhecida a população de cada uma das Unidades da Fede- 
ração, registrada na Tabela V, poderemos determinar a relação entre o 
número de habitantes e o de escolas, e verificar que, em média, cada 
escola estêve a serviço dos seguintes quantitativos de habitantes de tôdas 
as idades, em 1941 : 



1." — no Estado do Rio Grande do Sul . . . 49-5 

2.0 — no Estado de Santa Catarina .... 505 

3. ° — no Território do Acre 579 

4. ° — no Estado do Paraná 604 

5. ° — no Estado do Amazonas 614 

6. ° — no Estado de Sergipe 730 

7. ° — no Distrito Federal 778 

8. ° — no Estado do Pará 782 

9. ° — no Estado de São Paulo 790 

10. ° — no Estado do Espírito Santo 807 

11. ° — no Estado do Rio de Janeiro . . . . . 837 
12.0 _ Estado do Rio Grande do Norte ... 959 
13.° — no Estado de Pernambuco 980 



11. Vê-se, no presente confronto, que o Estado de São Paulo e o 
Distrito Federal lograram modestas colocações, mas sabemos que o pano- 
rama se modificará completamente quando estabelecida a relação entre 

0 total de habitantes e o de professores. Em verdade a designação 
unidade escolar inclui nesta estatística tanto os grandes como os peque- 
nos educandários das diversas categorias dé ensino, ao passo que o 
número de docentes corresponde mais ou menos ao de classes ou cadeiras. 

12. Vejamos, portanto, qual será a posição de cada uma das 
treze Unidades Federadas acima, ao dividirmos as respectivas popula- 
ções pelo número de docentes registrado na Tabela II. Os outros Esta- 
dos não figuram neste cômputo porque apresentaram média superior a 

1 000 habitantes para uma unidade escolar. 



o Ensino no Brasil 



37 



1 o — fiistrito Federal 133 

2. " — Estado do Rio Grande do Sul .... 2õl 

3. " — Estado de São Paulo 260 

4.0 — Estado do Paraná 280 

•5." — Estado do Amazonas 32õ 

6. " — Estado do Rio de Janeiro 32.5 

7. ° — Estado de Santa Catarina 330 

8. ° — Território do Acre 341 

9. " — Estado do Pará . 364 

10.° — Estado do Espírito Santo 396 

11° — Estado de Sergipe 468 

12." — Estado de Pernambuco 508 

13.0 — Estado do Rio Grande do Norte .... 579 



13. Ao Sul do país, tendo em primeiro lugar o Distrito Federal, 
com um professor para cada grupo de 133 habitantes, couberam as quatro 
primeiras colocações na presente tabela, e mais a sexta e sétima, o que 
dá uma idéia bem diversa do que ficou apurado no item 10, onde, segundo 
o número de habitantes para cada escola, o Distrito Federal e o Estado 
de São Paulo não subiram além do sétimo e nono lugar. 

14. De tôdas as cifras apresentadas neste trabalho são, entretan- 
to, as da matrícula geral que com mais acêrto nos permitirão classifi- 
car as diversas Unidades da Federação e suas capitais, como se vê nas 
Tabelas V e VI. 



ENSINO EM GERAL — 1941 
PORCENTAGEM DA MATRICULA GERAL EM TÔDAS AS CATEGORIAS 
DO ENSINO SÔBRE A POPULAÇÃO GERAL 
Tabela V a) Resultados das unidades da Federação 



Unidades áí 
Federação 



M a t r 1 c u : 



Distrito Federal 
E. G. do Sul 
São Paulo 
Santa Catarina 
Rio de Janeiro 
Pará . . . 
Paraná . . 
Eápírito Santo 
Amazonas . 
Minas Gerais 
Acre 

Mato Grosso . 
Sergipe 

R. G. do Norte 
Pernambuco 
Alagoas 
Paraíba . . 
Piauí . . . 
Ceará . . . 

Goiás . . . 
Maranhão . 



BRASIL (*) 



í S25 926 
3 J3:H 534 
7 410 970 



7fiO 374 I 
14n 478 I 
188 233 I 



1 214 339 I 

1 909 284 j 

980 69.5 I 

1 279 623 I 128 776 | 



422 



83 351 I 
445 077 I 
559 556 I 



9S1 472 I 

1 468 288 I 
846 894 I 

2 153 645 j 
4 036 983 I 

853 606 I 

1 273 663 I 



36 985 
513 841 

5 915 
30 238 

37 986 I 

49 212 I 
144 309 I 

50 310 I 
75 717 I 
43 262 ! 

104 093 I 



42 531 226 | 3 347 642 



|- 10,0 



99 579 j 

33 209 I 

142 985 I 

4 937 I 

22 350 I 

7 435 I 
12 345 



4 731 

5 732 
16 342 

715 
2 958 



5 140 I 
2 265 
12 158 



2 681 
S 219 



0,6 I 
0.' 



842 I 

587 I 

782 ! 

857 I 

527 i 

251 I 
013 



12.1 
12,0 



10. S 
10.7 



(*) Exclusive a Região da Serra dos Aimorés, 
■ito Santo (68 774 habitantes). 



litígio entre Minas Gerais 



38 



Departamento Estadual de Estatística 



ENSINO EM GERAL — 1941 
PORCENTAGEM DA MATRICULA GERAL EM TÔDAS AS CATEGORLAlS 
DO ENSINO SÔBRE A POPULAÇÃO GERAL 
Tabela VI b) Resultados dos Municípios das Capitais 



Capitais das Unidades 
Federadas 



Matrícula g( 



No ensino 
primário 



Belo Horizonte 
Vitória . . 
Niterói 

Curitiba . . 
Manaus 
Florianópolis " 
João Pessoa . 
Pôrto Alegre 
São Paulo 
Belém . . . 
Distrito Federal 
Salvador . 
Natal . . . 
Aracaju 
Maceió 
Terezina 
Fortaleza 
Recife . 
São Luís 
Cuiabá . 
Rio Brane 
Goiânia 

Total das Capitais 



I 

216 920 I 

47 204 I 
146 964 I 
146 430 I 
112 023 I 

48 323 I 
97 761 

282 542 
351 369 
213 903 
. 825 926 

301 580 ] 

56 617 I 

60 940 I 

93 633 I 

70 226 j 

186 779 I 

361 509 I 

88 701 I 

56 134 I 

16 669 I 

50 101 I 



7 543 
23 107 
22 142 
18 809 

7 565 
16 221 



12 042 
9 480 
21 411 
37 512 
9 959 



17,0 
16,0 
15,7 
15,1 
16,8 
15,7 
16,6 
13,8 



182 193 

32 702 
237 892 

38 259 

7 729 

8 319 I 13,7 



12,9 
13,5 
11,5 
10,4 
11,2 
10,7 



3 425 I 6,9 



16 675 

3 061 
9 733 

8 807 

4 585 
2 307 
2 944 

15 552 
75 819 
6 898 
99 579 

17 628 
2 676 

2 569 

3 719 
2 220 

9 784 
15 893 

2 876 
1 207 
232 
> 862 



1 

53 576 I 
10 594 I 
32 840 I 

30 949 I 
23 394 I 

9 872 I 

19 165 I 

54 542 I 
268 012 I 

39 600 I 

337 471 I 

55 887 I 
10 405 I 

10 888 I 
15 761 I 

11 700 I 

31 195 I 
53 405 I 

12 835 j 
7 198 I 
1 727 I 



22,3 
21,1 
20,9 
20,5 
19,6 
19,3 
19.1 
18,5 
18,5 
18,5 
18,4 
17.9 
16,9 
16,7 
16,7 
14,8 
14,4 
12,9 
10,4 
8,6 



15. Mais alterações se operaram na ordem em que se apresentam 
as Unidades da Federação. O Distrito Federal, São Paulo e o Rio 
Grande do Sul, mantiveram-se nos três primeiros postos, mas Santa 
Catarina deixou o sétimo para subir ao quarto «lugar, ao passo que o 
Amazonas desceu do quinto ao nono lugar, -porque esta é a classificação 
que de fato revela a extensão do aparelho escolar e a variação dos con- 
tingentes de alunos de todos os graus de ensino, em cada uma das Uni- 
dades da Federação. 

16. Resumindo os resultados da Tabela V, temos que as diversas 
regiões do país assim se colocaram, segundo o número de estudantes de 
todos os cursos, em cada grupo de 1 000 habitantes : 



Região Sul (São Paulo, Paraná, Santa Cata- 
rina e Rio Grando Sul) 121 

Região Norte (Território do Acre, Amazonas 

e Pará) 100 

Região Leste (Sergipe, Bahia, Minas Gerais, 
Espírito Santo, Rio de Janeiro e Distrito Fe- 
deral) 87 

Região Centro Oeste (Mato Grosso e Goiás) . 55 
Região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio 
Grande do Norte, Paraíba, Peinambuco e 
Alagoas) 55 

BRASIL RQ 



o Ensino no Brasil 



17. É de notar-se que a situação satisfatória que desfruta a Re- 
gião Norte no presente confronto, pode ser atribuída ao fato de ser 
urbana, em grande maioria, a sua população, o que tem confirmação no 
exame dos números das tabelas I a IV, onde os municípios de Manaus e 
Belém aparecem com cifras correspondentes a 30% e até 60% do total 
de unidades escolares, professores, matrícula geral e conclusões de curso, 
dos respectivos Estados. 

18. A Região Leste, não obstante contar com o Distrito Federal 
e Rio de Janeiro, que, considerados isoladamente, tinham, respectivamen- 
te, 185 e 111 estudantes enteada grupo de 1 000 habitantes, não totalizou, 
em média, se não 87 por 1 000, devido ao baixo índice apresentado pela 
Bahia, a qual, com seus 45 por 1 000, ficou em companhia de Goiás 
(Centro Oeste), e logo acima do Maranhão (Nordeste), êste com 43 
por 1 000, o mais baixo de todo o Brasil. 

19. Pelos quadros das conclusões de curso (Tabela IV), verifica- 
se que no total do Brasil, as 341 620 conclusões em tôdas as categorias 
do ensino corresponderam a 8,9 % da matrícula geral, e as 252 502 con- 
clusões nos cursos primários, representaram 7,5% do respectivo total de 
inscrições. 

20. As Unidades da Federação que mais alta proporção de con- 
clusões de curso sobre a matrícula geral apresentaram, foram: 



l.o — São Paulo .- . . 12,57% 

2.° — Santa Catarina 11,11% 

3.0 — Distrito Federal 10,47% 

4. ° — Piauí 9,82% 

5. ° — Minas Gerais 9,39% 

6.0 — Rio Grande do Sul . . . . . . . . 9,29% 

7.° — Acre ■ . . 8,69% 



21. Ainda do confronto das tabelas III e IV resulta verificar-se 
que bem mais alta foi a porcentagem de conclusões nos diferentes cursos, 
nas Capitais dos Estados. Comparados os resultados das quinze metró- 
poles que alcançaram os mais altos índices de conclusões sôbre a matrí- ■ 
cuia, elas assim se classificam: 



l.o — São Paulo 15,17% 

2.0 — Pôrto Alegre 14,99% 

3.° — Belo Horizonte 14,64% 

4.0 — Cuiabá 14,48% 

5° — Florianópolis 14,30% 

6.° — Curitiba 14,03% 

70 _ Fortaleza 13,88% 

8.0 — Terezina 13,36% 

9.0 Niterói 12,76% 

10.0 — Maceió 12,65% 

11.0 _ Natal 12,15% 

12.0 _ Vitória 12,05% 

13.0 — Recife 11,05% 

14." — Goiânia . 10,80% 

15.0 _ Distrito Federal 10,47% 



40 



Departamento Estadual de Estatística 



22. Tanto a Capital como o Estado de São Paulo em seu conjunto, 
classificaram-se em primeiro lugar no presente confronto, sendo oportuno 
notar-se, ainda, que as 113 508 conclusões que o Estado registrou nos 
diversos cursos são 33% ou um terço do total do Brasil, assim como, 
para o total de conclusões de curso nas capitais brasileiras (131 783), 
o município de São Paulo contribuiu com a parcela de 39 159, ou 30%. 

23. Antes de passarmos a outra parte do nosso trabalho, vej anãos, 
em última análise, qiumtos estudantes, em cada grupo de mil habitantes, 
concluíram curso nas escolas primárias e não primárias de todo o país, 
em cada uma das Unidades da Federação e nas respectivas Capitais, em 
1941: 



FROPORÇÃO DAS CONCLUSÕES DE CURSO EM TÔDAS AS 
CATEGORIAS DO ENSINO SÔBRE 1 000 HABITANTES — 1941 



Unidades da Federação 



REGIÃO NORTE: 

Territói-io do Acre 
Amazonas . 



REGIÃO NORDESTE: 
Maranhão . 



Piauí 

Ceará 

Rio Grande do Norte 
Paraíba .... 
Pernambuco 
Alagoas .... 



REGIÃO LESTE: 
Sergipe 

Bahia . . . 
Minas Gerais . 
Espírito Santo 
Rio de Janeiro 
Distrito Federal 



REGIÃO SUL: 

São Paulo . . . 
Paraiiá .... 
Santa Catarina . 
Rio Grande do Sul 



19.5 
7.0 



11. G 
13,5 



REGIÃO CENTRO 


OESTE: 






Goiás . . 




3,2 




Mato Grosso 




9.2 
18,6 




Total . . 


4,5 


14,2 




BRASIL 


8,0 


22,6 



o Ensino no Brasil 



41 



III — O ENSINO PRIMÁRIO COMUM NO BRASIL — 1940-1944 

24. Examinámos até aqui as estatísticas brasileiras do ensino em 
geral, ou seja das escolas de todas as categorias, com base nos resultados 
apresentados no último "Anuário Estatístico do Brasil". 

25. Mais atualizada do que a do ensino em geral, oferece-nos, 
entretanto, o mesmo "Anuário", a estatística do ensino primário comum 
no Brasil, até 1944, e dali extraímos os totais nacionais que aparecem 
na tabela abaixo, acompanhados das cifras paulistas. 



Tabela VII 

ENSINO PRIMÁRIO FUNDAMENTAL COMUM 
Resultados gerais do Brasil e do Estado de São Paulo • — 1940-1944 



Disci-iminação 


Anos 


Brasil 


Estado de S 

Números 
absolutos 


ão Paulo 

Porcen- 
tagem 
sôbre o 
total do 
Brasil 






1940 


37 476 


6 907 


18.4 






1941 


38 679 


7 037 


18.2 






1942 


39 142 


7 111 








1943 


38 831 


7 050 


18.2 






1944 


37 985 


6 909 


IS, 2 






1940 


. 72 670 


16 781 


23,1 






1941 


75 001 


17 379 


23.2 






1942 


77 430 


17 891 


23.1 






1943 


78 100 


17 964 


23.0 






1944 


78 618 


18 097 


23 0 






1940 


3 068 269 


722 643 


23.6 






1941 


3 096 598 


712 531 


23.0 






1942 


3 094 770 


719 524 


23.2 


















1944 


3 067 577 


755 158 


24.6 






1940 


2 555 191 


554 332 


21.7 






1941 


2 588 465 


551 515 


21,3 


4. Matrícula efetiva 




1942 


2 587 021 


571 872 


22.1 


(inscrição em vigor no fim do ano) 




1943 


2 583 774 


582 258 


22.5 






1944 


2 578 273 


606 553 


23.5 






1940 


2 103 273 


533 918 


25 4 






1941 




530 047 


24.7 


5. Freqiiência média 




1942 


2 152 419 


546 487 1 








1943 


2 153 744 


552 763 1 


25,7 






1944 


2 156 024 i 


572 365 j 


26,5 






1940 


1 361 338 


383 568 I 


28,2 






1941 


1 402 155 1 


396 040 1 


28,2 


6. Aprovação em geral 




1942 


1 453 371 1 


415 713 


28.6 






1943 


1 444 S79 


425 925 1 


29,5 






1944 


1 427 553 1 


429 782 1 


30,1 






i 

1940 1 


202 603 I 


69 934 1 


34,5 






1941 1 


211.538 1 


77 566 1 


36,7 


7. Conclusões de curso 




1942 : 


223 768 1 


86 635 1 


38.7 






1943 1 


231 813 1 


90 992 ( 


39.3 






1944 1 

1 


228 020 1 


88 949 1 


39.0 



42 



Departamento Estadual de Estatística 



26. Além das observações que fàcilmente saltarão à vista do 
leitor através dos números absolutos e relativos da Tabela VII, permiti- 
mo-nos oferecer aos interessados mais as seguintes: 

a) Cada unidade escolar de ensino primário comum esteve a ser- 
viço dos seguintes quantitativos de habitantes de todas as idades : 



1940 
1941 
1942 
1943 
1944 




1 065 
1 097 
1 142 



b) Cada professor de escola primária correspondeu aos seguintes 
quantitativos populacionais: 




c) De cada grupo de 1 000 habitantes de todas as idades, inscre- 
veram-se na escola primária segundo a matrícula geral: 



1942 
1943 
1944 



d) Em cada grupo de 1 000 habitantes, os alunos primários que 
permaneceram na escola até o fim do ano letivo, foram: 



Anos 

1940 .... 

1941 .... 

1942 .... 

1943 .... 



Em S. Paulo 



o Ensino no Brasil 



43 



e) A cada grupo de 1 000 habitantes corresponderam as seguin- 
tes aprovações na escola primária: 



Anos 


No Brasil 


Em S. Paulo 


1940 




33 


53' 


1941 




33 




1942 . 




33 


i 


1943 








'1944 . 




32 


54 



f ) A cada grupo de 1 000 habitantes corresponderam as seguintes 
conclusões de curso: 



1940 
1941 
1942 
1943 
1944 




g) De cada 1 000 alunos da matrícula geral, permaneceram na 
escola até o fim do ano letivo : 



Anos 


No Brasil 


'Em S. Paulo 


1940 . 






767 


1941 . 




836 


774 








794 






841 


801 


1944 . 





840 





h) De cada 1 000 alunos da matrícula efetiva, foram aprovados 
nas diversas séries do curso primário: 



Anos No Brasil Em S. Paulo 



1940 j 533 ] 692 

1941 i 542 ! 717 

1942 I 562 i ■ 727 

1943 I 559 i 732 

1944 554 708 



i) De cada 1 000 alunos da matrícula efetiva, concluíram o curso 
primário : 



Anos 


No Brasil 


Em S. Paulo 


1940 


79 


126 


1941 


82 


141 




86 


151 


1943 


90 


156 




88 


147 



44 



Departamento Estadual de Estatística 



IV — A MATRÍCULA GERAL EM CONFRONTO COM A 
POPULAÇÃO EM IDADE ESCOLAR 

27. Pelos resultados provisórios do Censo Demográfico de 1940, 
publicados a fls. 1364 da Revista Brasileira de Estatística, Ano II 

_ N 8, os habitantes do 8.° ao 13.° ano de idade, em todo o Brasil, 

eram 6 409 303, ou 15,41% da população total, enquanto no Estado de 
São Paulo as crianças das idades referidas eram 1 092 548, ou 15,09% 
do total de habitantes do Estado. 

28. Aplicando as mesmas porcentagens acima, verificamos que, 
em 31 de dezembro de 1944, os quantitativos de crianças das idades indi- 
cadas eram, no Brasil, 6 980 000, e, no Estado de São Paulo, 1 190 000. 

29. Pelos quantitativos populacionais acima, comparados com a 
matrícula geral da Tabela VII, constatamos desde logo que as crianças 
que não se inscreveram na escola primária em 1944, eram: no Brasil, 
3 912 423, ou 56% do total brasileiro, e, em São Paulo, 434 842, ou 36% 
do total do Estado. 

30. Das 3 067 577 crianças que se inscreveram na matrícula 
geral de tôdas as escolas primárias brasileiras, 2 578 273, ou 84% 
permaneceram matriculadas até o fim do ano letivo de 1944, porcentagem 
mais ou menos correspondente à verificada em São Paulo, onde as elimi- 
nações não excederam de 19% da matrícula geral. 

31. Do total de alunos da matrícula em vigor no fim do ano, 
foram aprovados em tôdas as escolas brasileiras 1 427 553, ou 55%, 
enquanto em São Paulo as 429 782 aprovações representaram 71% da 
matrícula efetiva. 

32. Acompanhando os resultados dos cincos anos considerados na 
Tabela VII, podemos, pela diferença entre a matrícula efetiva e as apro- 
vações, verificar que os reprovados que no ano seguinte deveriam retor- 
nar à escola para repetir a série, eram : 



1940 
1941 
1942 
1943 



1 193 853 
1 186 310 
1 1?3 650 
1 138 895 
1 150 720 



170 764 
156 475 
156 159 



33. Considerando que, devido à rarefação demográfica do nosso 
"hinterland" e à escassez dos recursos financeiros destinados à educação, 
a escola primária brasileira não pôde até o momento instalar-se senão 
nas localidades de mais densa população, registrando ao têrmo de cada 
ano letivo quotas não superiores a 37% das crianças em idade escolar, 
de todo o Brasil, e 51% do Estado de São Paulo, poderemos admitir que, 
situados nas mesmas localizações em que se encontram, os nossos educan- 
dários deveriam receber anualmente, excluídos os alunos que concluíram 



o Ensino no Brasil 



O curso, todos os promovidos e reprovados, e, como novos, os que hou- 
vessem atingido o 8.° ano de idade, estes em número correspondente às 
quotas de 37% e 51%, acima indicadas. 

34. Nesta conformidade, conhecidas as estatísticas de 1940 a 
1944, e tomando como ponto de partida o ano de 1940, seria desejável que 
a escola primária brasileira houvesse registrado os seguintes resultados 
na matrícula efetiva, de 1941 a 1944: 



BRASIL 



Anos 




Matrícul 


a efetiva 




De promovidos 
no ano anterior 


De reprovados 
no ano anterior 


De novos 


Total 


1941 


1 158 735 


1 193 853 


416 117 


2 768 705 


1942 


1 190 617 


1 186 310 


424 908 


2 801 835 


1943 


1 229 603 


1 133 650 


437 806 


2 801 859 


1944 


1 213 066 


1 138 895 


442 490 


2 794 451 



ESTADO DE SÃO PAULO 



Matrícula efetiva 



1941 
1942 
1943 
1944 



313 634 
318 484 
329 078 
334 933 



170 764 

155 475 

156 159 

156 333 



98 214 
100 080 
102 100 
104 222 



582 612 
574 039 
587 337 



35. Os números que aparecem nos dois quadros acima, represen- 
tam o que seria de esperar que a escola primária registrasse nos quatros 
anos referidos, tendo em vista o que de fato registrou em cada um dos 
anos anteriores. 

36. Vemos assim que, sem cogitar da localização de educandários 
fora dos pontos já servidos, mas ampliando apenas os existentes, nas 
próprias localidades em que funcionam, poderiam ter sido beneficiadas, 
em todo .o Brasil, mais os seguintes quantitativos de crianças : 

Em 1941 180 240 

Em 1942 214814 

Em 1943 218 085 

Em 1944 . . 216 178 



37. No Estado de São Paulo as diferenças entre os totais da 
tabela acima e da tabela VII, indicam que, nas localidades já servidas de 
escolas, as crianças que poderiam ter figurado na matrícula efetiva, além 
das que de fato figuraram; eram: 



SIST 

Zzi Ir-c . . 50T9 

38. Já em 1944 sabia a 606 d->3 a m&rríeiíla ef ^i¥a, apresentando 
acrádmo de 11 105 ahmos sôbtre a previsão baseada nos resultadoe de 
19i3, o que é explicado pelo amnento de 447 professores regentes de 
dasae, no ensino estadual de 1943 para 1944, dos qoais, cêrca de 300 
foram exercer soas atividades em pontos antes não alcançados pela 
eseola. 

39. que fieoa exposto na presente interpretação das estatís- 
ticas do ensino no país, poder-se-á inferir : 

— Qne em 1944 a esctda primária brasfleira r^istroo matrí- 
enla geral eorrespondCTte a 44% da popalação do BJ^ ao 13.<* ano de 
idade, mas os alanos qoe permaneceram inscritos até o fim daquele ano 
I^ífo representaTam apenas 37% da população escolarizáveis enquanto 
os aiHwados não excederam de 20% daquele mesmo quantitativo. 

2.0 — Que em São Paulo (Estado), as três quotas representa- 
tivas da matrícola geral, matríenla efetiva e aprovações, sobre o corres- 
pondente total de crianças das idades indicadas, foram, respectivamente, 
63" õ: ^ 36%. 



SAO PAULO XO BRASIL 



JOÃO CARLOS DE ALMEIDA, 



I — Extensão da liria áÍTÍsôri2. 

II — Posição dos pc>r.r.,\s exrrer-.:-5. 

m — Divisão territorial — l*44r^l»48. 

IV — Revestimenio f.onsticot 

V — Capitais brasileiras. 

VI — Eras e Sistemas gaóógicots. 

Vn — Altiiaetria. 

\jn — Pontos cnimmantes do Brasil. 

IX — Raeias hidroeráficas. 

X — A--aliação do potanal hidràulko. 



SÃO PAULO NO BRASIL 

I — EXTENSÃO DA LINHA DIVISÓRIA 

A extensão total da linha divisória do Brasil, que é de 23 648 
quilómetros, está assim parcelada : 2 199 nos limites com a Venezuela, 
1 564 com a Guiana Britânica, 594 com a Holandesa, 617 com a Francesa, 
7 367 com o Oceano Atlântico, 1 007 com o Uruguai, 1 196 com a Argen- 
tina, 1 339 com o Paraguai, 3 127 com a Bolívia, 2 995 com o Peru e 1 643 
com a Colômbia. 

2. Na extensão do litoral brasileiro não foi considerada a linha 
sinuosa irregular e real da costa, mas uma linha convencional mais ou 
menos regular, envolvendo os recortes que formam o golfão amazônico e 
as baías. 

3. O Estado que tem litoral mais extenso é a Bahia, com 996 
quilómetros de costa, seguindo-se-lhe o Rio Grande do Sul com 686 quiló- 
metros, o Maranhão com 620, o Ceará com 617, o Pará com 585,, o 
Estado do Rio de Janeiro com 542, o Território do Amapá com 515, e 
São Paulo com 480. 

4. As menores extensões de costa cabem ao Distrito Federal, 
com 74; ao Piauí, com 96 e ao Paraná, com 123 quilómetros. 

5. A extensão total da linha divisória do Estado de São Paulo é 
de 3 382 quilómetros, assim parcelada : 1 340 na divisa com Minas Gerais, 
230 com o Estado do Rio de Janeiro, 480 com o Oceano Atlântico, 940 
com o Paraná e 392 com Mato Grosso. 

II — POSIÇÃO DOS PONTOS EXTREMOS 

6. O ponto extremo Norte do Brasil é o Marco B/BG/llA, a 
5°16'19" de latitude Norte, na Serra do Cabruaí, Estado do Amazonas, 
colocado pela Comissão Mista Brasileiro-Britânica, em 1936. Ao Sul, o 
ponto extremo está assinalado sóbre o Arroio Chuí, no Rio Grande do Sul, 
a 33°45'09" de latitude Sul. Ponta das Pedras, em Pernambuco, a 
34°45'54" WGr. é o extremo Este, e na Serra Contamanas (Território 
do Acre), encontra-se, a 73°59'32" WGr. o marco extremo Oeste, colo- 
cado pela Comissão Mista Brasileira-Peruana. 

7. A diferença em ângulo entre os extremos Norte e Sul é de 
39«01'28",6 correspondente a 4319,7 quilómetros, enquanto de Este a 
Oeste, a diferença angular é de 39®13'38",5 equivalente a 4327,9 qui- 
lómetros. 



50 



Departamento Estadual de Estatística 



8. Em São Paulo, na confluência do Rio Grande com o Rio Monte 
Alto divisa com Minas Gerais, está o ponto extremo Norte do Estado, a 
19°46'30" de latitude Sul. A barra do Rio Ararapira, ao Sul de Cananéia, 
é o ponto extremo Sul de São Paulo, a 25°16'06" de latitude Sul, divisa 
com o Paraná. Na divisa com o Estado do Rio de Janeiro, ao Norte, de 
Pouso Sêco, encontra-se o marco extremo Este do Estado, a 44°09'24" 
de longitude WGr., e o Rio Paraná, à montante da sua confluência com 
o Rio Paranapanema, assinala o extremo Oeste de São Paulo, 53°08'54" 
de longitude WGr. 

9. A distância angular entre os pontos extremos Norte e Sul do 
Estado é de 5°29'36", correspondente a 608,3 quilómetros, ao passo que 
de Este a Oeste a diferença é de 8°59'3Ó", equivalente a 924,1 quilómetros. 

10. Devido à grande distância que vai de Ponta das Pedras, em 
Pernambuco, à Serra de Contamanas, no Acre,- o território continental 
do Brasil está dividido em três fusos horários, e assim, quando o sol se 
põe e a noite começa a cair para os pernambucanos, é certo que os acrea- 
nos terão ainda duas horas e trinta e seis minutos de luz solar. 

11. Já em São Paulo, a diferença horária entre os extremos 
Este e Oeste é de apenas trinta e cinco minutos. 



III — DIVISÃO TERRITORIAL — 1944/1948 



12. Em obediência ao disposto na lei nacional n.° 311, de 2 de 
março de 1938, entrou em vigor a 1.° de janeiro de 1944 a nova divisão 
administrativa dos Estados e Territórios. 

13. Pela nova divisão territorial, passou a ser o seguinte o 
quadro nacional de municípios e distritos a vigorar de 1.^ de janeiro de 
1944 a 31 de dezembro de 1948. 

BRASIL 

QUADRO MUNICIPAL E DISTRITAL — 1944-1948 



Regiões e Unidades da Federação 

NORTE: 

Guaporé 

Acre 

Amazonas 

Rio Branco 

Pará 

Amapá 

NORDESTE: 

Maranhão 

Piauí 

Ceará 

Rio Grande do Norte 

Paraíba 

Pernambuco 

Alagoas 

Fernando de Noronha 



Sao Paulo no Brasil 



51 



BRASIL 

QUADRO MUNICIPAL E DISTRITAL — 1944-1948 



( conclusão) 



Regiões e Unidades da Federação 


Municípios 


Distritos 


LESTE: 












42 


53 






150 


554 


Minas Gerais 








Espírito Santo . 




33 


132 


Rio de Janeiro , 




52 


247 


Distrito Federal 






1 


SUL: 








São Paulo 




305 


668 


Paraná . . . 




53 


160 




(*) 


5 


22 


Santa Catarina 






195 


Rio Grande do S 


ul . 


92 


394 


CENTRO-OESTE: 






Ponta Porã 


(*) 


7 


17 














55 


150 






97 


243 






395 


1 121 


Resumo . . ■ 


Leste 


594 


1 969 




Sul 


499 


1439 




Centro-Oeste 


84 


240 




BRASIL . . . 


1 669 


5 012 



(*) Extintos (art. 8." do Ato das Disposições Constitucionais 
Transitórias). 



14. Sabendo-se que a área total do Brasil é de 8 511 189 quiló- 
metros quadrados e que a sua população, segundo estimativas do Gabi- 
nete Técnico do Serviço Nacional de Recenseamento, era, a IP de janeiro 
de 1946, de 46 200 000 habitantes, verifica-se que a densidade demográ- 
fica do país era de 5,4 habitantes por quilómetro quadrado e que os 1 669 
municípios brasileiros tinham, naquela data, uma população média de 
27 641 habitantes, descendo essa média a 9 217 habitantes para os 5 012 
distritos brasileiros. Quanto à área, a média dos municípios brasileiros 
é atualmente de 5 100 quilómetros, e a dos distritos de 1 698 quilómetros. 

15. O Estado de São Paulo, com seus 247 239 quilómetros qua- 
drados e uma população calculada em 8 047 010 habitantes, para IP de 
janeiro de 1946, apresenta uma densidade média de 32,5 habitantes por 
quilómetro quadrado. A população média dos municípios paulistas é 
de 26 383 habitantes, e a dos 668 distritos, de 12 046 habitantes, enquan- 
to a área média é de 810 370 quilómetros quadrados, para os municípios 
e distritos, respectivamente. 



52 



Departamento Estadual de Estatística 



16. Pelo que fica exposto, verifica-se que o Estado de São Paulo 
ocupa no território brasileiro uma parte correspondente a 2,9% de sua 
área total, mas reúne nessa pequena parte de território 17,4% do total da 
população do país. 

IV — REVESTIMENTO FLORÍSTICO 

17. Baseado no "Mapa Fitogeográfico do Brasil", organizado por 
J. César Diogo, apresentou o Instituto Brasileiro de Geografia e Esta- 
tística, em seu penúltimo "Anuário", um quadro da distribuição da área 
do Brasil e de suas Unidades Federadas, segundo o revestimento florístico. 

18. De acordo com o quadro em aprêço, os 8 511 189 quilómetros 
quadrados do país, estavam assim distribuídos: 5 325 433 ou 62,57%, 
de matas; 1 272 146 ou 14,95%, de cerrados; 669 262 ou 7,86%-, de caa- 
tinga; 143 674 ou 1,69%, de vegetação litorânea; 805 433 ou 9,46%^ de 
campos; 133 709 ou 1,577o, de campos inundáveis; 126 201 ou 1,48%, 
de pantanais, e 35 331 ou 0,42% de outras áreas. 

19. As maiores áreas cobertas de matas, pertencem: ao Amazo- 
nas, 1 741961 quilómetros quadrados, ou 95,40% de sua área total; ao 
Pará, 1 025 300 ou 75,23% do total de sua área; a Mato Grosso, 645 929 
ou 43,73% do total da área do Estado. 

20. As caatingas que caracterizam o território do nordeste bra- 
sileiro, revestem mais de 60% das áreas do Rio Grande do Norte, Paraí- 
ba, Pernambuco e Alagoas, ao passo que os campos apropriados ao 
pastoreio são a característica predominante do extremo sul do país, 
revestindo 131 986 dos 285 289 quilómetros quadrados da terra gaúcha. 

21. Quanto ao Estado de São Paulo, o seu revestimento florístico 
está assim distribuído: 179 828 ou 72,74%, de maias; 28 662 ou 11,59% , 
de cerrados; 991 ou 0,40%, de caatingas; 36 566 ou 14,79% de campos, 
e 1 192 ou 0,48 %i, de campos inundáveis. 

V — CAPITAIS BRASILEIRAS 

22. Segundo a extensão territorial, são os seguintes , os maiores 
municípios de Capitais brasileiras : Cuiabá, com 215 500 quilómetros 
quadrados ; Manaus, com 47 874 ; Rio Branco, no Acre, com 24 408 ; 
Goiânia, com 9 648 ; Belém, com 4 374, e Teresina, com 2 422. A Capital 
paulista aparece a seguir, com 1 455 quilómetros quadrados, seguida de 
São Luís, com 1 188, e Distrito Federal, com 1 167. A menor de tódas 
é Niterói, com apenas 71 quilómetros quadrados. 

23. Quanto à população, as cinco Capitais mais importantes, 
segundo estimativa para 1." de janeiro de 1946, são: Distrito Federal, 
com 1 980 229; São Paulo, com 1 465 569; Recife, com 392 060; Salvador, 
com 327 065, e Pórto Alegre, com 306 419. A menor população de uma 
Capital de Estado é a de Vitória (51193 habitantes), superior, porém. 



São Paulo 110 Brasil 



53 



às das Capitais dos Territórios do Acre, Rio Branco, Amapá, Guaporé, 
Iguaçu e Ponta Porã, sendo que Maracaju, Capital dêste último, conta 
apenas 5 793 habitantes. 

VI — ERAS E SISTEMAS GEOLÓGICOS 

24. A área do Brasil está assim distribuída, segundo as eras e 
sistemas geológicos: 

Era Cenozóica, 2 156 265 quilómetros quadrados, ou 25,33% do 
total, sendo : 790 585 do Sistema Quaternário, 1 364 856, do Neogêneo, e 
824 do Eogêneo ; 

Era Mesozóica, 1 459 341 quilómetros quadrados, ou 17,15% do 
total, sendo 686 115 do Sistema Cretáceo, e 773 226 do Triássico ; 

Era Paleozóica, 933 444 quilómetros quadrados, ou 10,97% do 
total, sendo 483 331 do Sistema Permiano, 32 292 do Carbonífero,. 47 178 
do Devoniano, 365 822 do Siluriano, 4 449 do Pressiluriano, e 372 do 
Eopaleozóico ; 

Era Proterozóica, Sistema Algonquiano, 309 377 quilómetros qua- 
drados, ou 3,63% do total; 

Era Arqueozóica, Sistema Arqueano, 2 755 018 quilómetros qua- 
drados, ou 32,37% da área total, e, ainda 897 744 quilómetros quadrados, 
ou 10,55%? de áreas não estudadas. 

25. A presente distribuição, extraída do' "Anuário Estatístico" 
do IBGE, que por sua vez a obteve através do Atlas Geológico do Brasil, 
organizado pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Ministério da Agri- 
cultura, em 1932, divide a área do Estado de São Paulo da seguinte 
forma : 

Era Cenozóica, 7 700 quilómetros quadrados, ou 3,11% do total, 
sendo 4 600 do Sistema Quaternário, e 3 100 do Neogêneo; 

Era Mesozóica, 151 649 quilómetros quadrados, ou 61,34% do 
total, sendo 56 890 do Sistema Cretáceo, e 94 759 do Triássico; 

Era Paleozóica, 38 720 quilómetros quadrados, ou 15,66% do 
total, sendo 25 710 do Sistema Permiano, 700 do Devoniano, e 12 310 do 
Siluriano ; 

Era Proterozóica, Sistema Algonquiano, 540 quilómetros quadra- 
drados, ou 0,22% da área total; 

Era Arqueozóica, Sistema Arqueano, 48 630 quilómetros quadra- 
dos, ou 19,67% do total da área do Estado. 

VII — altim;etria 

26. Com referência ao nível do mar, a área do Brasil está assim 
distribuída : 1 896 444 quilómetros quadrados até 100 metros de altitude ; 
1 572 829 quilómetros, de 101 a 200 metros ; 1 464 365 quilómetros entre 
301 e 600 metros; 980 057 quilómetros entre 601 e 900 metros, e 265 251 
quilómetros a mais de 900 metros. 



54 



Departamento Estadual de Estatística 



27. Minas Gerais, também chamada a terra das Alterosas, bem 
justifica o título, de vez que possui 103 214 quilómetros de sua área, ou 
38,91% dos 265 251 quilómetros quadrados do território brasileiro que 
se encontram acima de 900 metros de altitude. 

28. As únicas Unidades Federadas que não têm qualquer pedaço 
de território acima de 600 metros do nível do mar, são o Acre e o Pará. 

29. Os 247 239 quilómetros quadrados de São Paulo assim se 
distribuem, segundo a altitude : 7 024 até 100 metros ; 2 623 de 101 a 200 
metros ; 11 041 entre 201 e 300 metros ; 128 648 entre 301 e 600 metros ; 
80 594 entre 601 e 900 metros, e 17 309 acima de 900 metros. 

VIII — PONTOS CULMINANTES DO BRASIL 

30. Na Serra de Caparaó, divisa entre os Estados de Minas 
Gerais e Espírito Santo, encontra-se o Pico da Bandeira, ponto mais 
elevado do território nacional, a 2 890 metros de altitude. O segundo 
lugar, com a altitude de 2 875 metros, cabe ao Pico do Monte Roraima, 
no Sistema Guiano, entre o Estado do Amazonas, República da Venezuela 
e Guiana Inglesa. O terceiro e quarto lugares pertencem ao Pico do 
Cruzeiro (2 861 metros) e Pico do Cristal (2 798), ambos na Serra de 
Caparaó, em Minas Gerais, junto à divisa com o Espírito Santo. 

31. Acima de 2 500 metros existem, ainda, o Pico das Agulhas 
Negras, com 2 798 metros, na Serra da Mantiqueira, entre Minas Gerais 
e Estado do Rio de Janeiro, e o Cêrro Masiati, com 2 506 metros, no 
Sistema Guiano, entre o Estado do Amazonas e a Venezuela. Seguem-se 
a estes, os seguintes pontos com altitude superior a 2 000 metros : Pico 
de Marins, na Serra da Mantiqueira, Estado de São Paulo, com 2 422 
metros; Pedra Furada, na mesma Serra da Mantiqueira, divisa Minas 
Gerais-Rio de Janeiro, com 2 323 metros ; Pico de Itaguaré, ainda na 
Mantiqueira, divisa Minas-São Paulo, com 2 308 metros ; Pedra do Sino, 
na Serra dos Órgãos, Estado do Rio de Janeiro, com 2 245 metros ; 
Pedra Açu, também na Serra dos Órgãos, Estado do Rio de Janeiro, com 
2 232 metros ; Mitra do Bispo, na Serra da Mantiqueira, Estado de Minas 
Gerais, com 2 195 metros, e Morro da Boa Vista, na Serra da Bocaina, 
em São Paulo, com 2 070 metros. 

32. No Estado de São Paulo, além dos pontos já assinalados 
acima de 2 000 metros de altitude, são dignos de menção os seguintes : 
Pico de São Sebastião, na ilha do mesmo nome, com 1 307 metros; Pico 
de Parati, na serra do mesmo nome e na divisa São Paulo-Rio de Janeiro, 
com 1 260 metros ; o Morro do Lôbo, na Serra da Mantiqueira, divisa 
São Paulo-Minas, com 1 200 metros, e, finalmente, o Morro de Jaraguá, 
na Serra da Cantareira, município da Capital, com 1 100 metros. 

IX — BACIAS HIDROGRÁFICAS 

33. Os 8 511 189 quilómetros quadrados do território brasileiro 
estão assim distribuídos pelas oito principais bacias hidrográficas : Bacia 
do Amazonas, 4 819 819 quilómetros quadrados, ou 56,7% do total do 



55 



Brasil; Bacia do Nordeste, 886 581 quilómetros, ou 10,4%; Bacia de 
São Francisco, 580 757 quilómetros, ou 6,8%; Bacia do Leste, 607 505 
quilómetros, ou 7,1% ; Bacia do Paraguai, 352 300 quilómetros, ou 4,1% ; 
Bacia do Paraná, 859 476 quilómetros, ou 10,1%; Bacia do Uruguai, 
202 168 quilómetros, ou 2,4%; e Bacia do Suleste, 202 583 quilómetros, 
ou 2,4% do total. 

34. No Estado, de São Paulo, os seus 247 239 quilómetros quadra- 
dos de área distribuem-se por três das oito principais bacias hidrográ- 
ficas brasileiras, na seguinte conformidade : Bacia do Leste, representada 
em São Paulo pelo Rio Paraíba, 12 370 quilómetros quadrados ; Bacia 
do Paraná, 214 887 quilómetros quadrados; e Bacia do Suleste (Rio 
Ribeira de Iguapé), 19 982 quilómetros. 

X — AVALIAÇÃO DO POTENCIAL HIDRÁULICO 

35. A Divisão de Águas do Departamento Nacional de Produção 
Mineral, do Ministério da Agricultura, avalia em 19 519 100 C.V., 
correspondentes a 14 366 058 Kw, o potencial hidráulico da totalidade 
dos rios brasileiros formadores das oito principais bacias hidrográficas 
do país. De acórdo com os estudos realizados por aquêle órgão técnico, 
êsse potencial assim se discrimina: Bacia do Amazonas, 4 395 900 C.V. ; 
Bacia do Nordeste, 88 400 C.V. ; Bacia do São Francisco, 1 573 300 
C.V. ; Bacia do Leste, 2 693 500 C.V. ; Bacia do Paraguai, 89 500 C.V. ; 
Bacia do Paraná, 9 720 900 C.V.; Bacia do Uruguai, 198 900 C.V. ; 
Bacia do Suleste, 758 700 C.V. 

36. São Paulo, com 2 601 600 C.V., totaliza 13,33% do potencial 
hidráulico brasileiro, sendo superado apenas por Minas Gerais que apa- 
rece com uma quota de 29,86% do total do país, ou sejam 5 827 600 C.V. 

37. Para o total de 2 601 600 C.V. de energia hidráulica de 
São Paulo contribuem: a Bacia de Leste (Rio Paraíba e seus tributá- 
rios), com 238 400 C.V. ; Bacia do Paraná, com 1 936 800 C.V.; e 
Bacia do Suleste (Rio Ribeira de Iguapé e os seus tributários), com 
426 400 C.V. 

38. Ao distribuir o presente trabalho de divulgação de informa- 
ções estatísticas sôbre a situação física do Brasil e de São Paulo, pretende 
o Departamento Estadual de Estatística, por intermédio de sua Divisão 
de Estatísticas Físicas, Sociais e Culturais estar prestando serviço de 
alguma valia, principalmente ao professorado, que, à vista do mesmo, 
poderá atualizar as informações contidas nos compêndios escolares em 
uso. Além disso, sabido é que os anuários estatísticos têm tiragens insu- 
ficientes para uma distribuição tão ampla quanto seria preciso para que 
um exemplar chegasse às mãos de cada uma das pessoas interessadas no 
conhecimento da terra que possuímos e que tão mal conhecemos. 



BREVES COMENTÁRIOS SOBRE OS RESULTADOS 
DO ENSINO PRIMÁRIO EM 1945 



JOÃO- CARLOS DE ALMEIDA, 

Diretor da Divisão de Estatísticas Físicas, 
Sociais e Culturais 



Sumário: 

I — São Paulo no Bi^asil. 
II — São Paulo no Sul do Brasil. 



BREVES COMENTÁRIOS SÔBRE OS RESULTADOS 
DO ENSINO PRIMÁRIO EM 1945 

I — SÃO PAULO NO BRASIL 

O Serviço de Estatística do Ministério da Educação e Saúde acaba 
de distribuir interessante resumo dos resultados da estatística do ensino 
primário, no Brasil, em 1945. 

2. Compilando as informações do referido resumo, pudemos 
construir a tabela abaixo, em cuja coluna a registamos os resultados 
gerais do Brasil, ao passo que os números da coluna b são extraídos 
de "O ensino primário geral em 1945", publicado em setembro do ano 
passado por êste Departamento. 



Tabela I ENSINO PRIMÁRIO GERAL — 1945 



Disci'iminação 


Brasil 
(a) 


São Paulo 


% 
b 
a 


Ensino primário comum: 










40 235 


7 152 


17,78 




86 419 


19 822 


22,94 




3 295 291 


787 564 


23,90 




2 801 169 


636 010 


22,71 




2 333 696. 


599 112 


25,67 




1 522 412 


432 996 


28,44 




238 626 


85 231 


35,72 


Ensino pré-primárío maternal: 










21 


4 


19,05 












1 474 


380 


25,78 




1 063 


296 


27,85 




824 


243 


29,49 




760 


203 


26,71 




512 


64 


12,50 


Ensino pré-primário infantil: 










1 077 


313 


29,06 




1 999 


429 


21,46 




63 028 


18 847 


29,90 




49 084 


13 261 


27,02 


Frequência média 


38 652 


11 497 


29,74 




24 648 


5 889 


23,89 




8 609 


649 


7,54 


Ensino primário siipletivo: 










1 726 


341 


19,76 




3 085 


428 


13,87 




134 012 


20 172 


15,05 






11 915 








9 964 








6 999 






10 948 


1304 


11,91 


Ensino -complementar: 










1 735 


143 


8,24 




3 846 


226 


5,88 




54 604 


6 535 


11,97 




46 814 


5 309 


11,34 




40 593 


4 053 






32 162 


3 831 


11,91 




25 827 


3 456 


13,38 



60 



Departamento Estadual de Estatística 



3. As porcentagens da última coluna dêste quadro, representam 
as quotas com que o nosso Estado contribui para o total brasileiro, e por 
elas vemos que, no ensino comum, possuímos 17,78% ou cêrca de 1/6 
das unidades de todo o Brasil; 22,94% ou mais de 1/5 de todo o pro- 
fessorado primário em atividade; 23,90% da matrícula geral, também 
mais de 1/5 das inscrições no Brasil inteiro; 22,71%, da matrícula efe- 
tiva, ainda mais de 1/5 do cômputo geral de inscrições em vigor no fim 
do ano; 25,67% da frequência média, ou mais de 1/4 dos alunos que dià- 
riamente compareceram à escola no país; 28,44% ou 2/7 das aprovações 
em geral; e 35,72% ou mais de 1/3 das conclusões de curso. 

4. Conforme demonstramos em trabalho publicado em setembro 
de 1946, o movimento de alunos nas escolas primárias comuns do Estado 
de São Paulo assim se representava em 1945: de cada grupo de 1000 
crianças nas idades do 8° ao 13." ano, inscreveram-se na matrícula geral, 
649; permaneceram na escola até o encerramento do ano letivo, 524; 
frequentaram diariamente a escola, 493; lograram aprovação nas diver- 
sas séries do curso, 357, e concluíram o curso de três ou quatro anos, 66. 

5. Aplicada a taxa de 15,41% calculada pelo Gabinete Técnico do 
Serviço Nacional de Recenseamento, para a determinação da população 
brasileira em idade escolar, veremos que, a 31 de dezembro de 1945, 
deveriam existir no país cêrca de 7 120 000 crianças do 8.° ao 13.° ano 
de idade. Deduzidas dêste total 1 214 000 pertencentes ao Estado de 
São Paulo, restam para as demais Unidades Federadas 5 906 000. 

6. Assim, pela estatística apurada, e de acôrdo com o critério 
adotado no item 4, verificamos que de cada 1 000 crianças de todo o Brasil 
(exclusive São Paulo), 425 inscreveram-se na matrícula geral; 366 esta- 
vam na escola ao encerrar-se o ano letivo; 293 freqiientaram a escola 
diariamente; 184 lograram aprovação nas diversas séries, e 26 con- 
cluíram o curso. 

7. O quadro abaixo melhor sintetisa o que acima ficou dito. 



Tabela II ENSINO PRIMÁRIO COMUM EM 1945 



Discriminação 


Brasil 
exclusive S. 


Paulo 


São Paulo 


absolutos 1 


% 


Números j 
absolutos 1 


% 


População do 8.» ao 1.3.° ano (31-XII-4.5) .... 


1 

5 906 000 1 


100 


1 

1 214 000 I 


ino 


Matrícula geral 


2 507 727 1 


42,5 


787 564 1 


64,9 


Matrícula efetiva 


2 165 159 1 


36.6 


636 010 1 


52.4 


Frequência média 


1 734 584 


29,3 


599 112 1 


49.3 


Aprovações em geral .... 


1 089 416 j 


18.4 


432 996 1 


35.7 


Conclusões de curso 


153 395 1 


2,6 


85 231 ! 

i 



8. Incluem-se no ensino primário geral os cursos maternais, 
para crianças até 4 anos de idade; os jardins da infância, para alunos 
de menos de 7 anos; os cursos primários supletivos, que funcionam 
geralmente à noite, para adolescentes e adultos analfabetos e crianças 



Breves comentários sôbre os resulta dos do ensino primário em 1945 61 



em idade escolar que não podem frequentar a escola comum; e, ainda, 
os cursos complementares ou de prepai-atórios para ginásios ou cursos 
profissionais, destinados aos jovens que já concluíram o curso primário 
comum. 

9. Nestas categorias de educandários os números da Tabela I 
estão a indicar o seguinte: 

a) Ensino maternal — Categoria pouco vulgarizada no Brasil: 
apenas 21 escolas, 44 professoras, e 1 474 crianças inscritas. Assim, 
São Paulo que inscreveu 380 crianças, 1/4 do total nacional, pode dizer-se 
que, como o restante do país, não cuida dêsse ramo de educação pré- 
primária, quando interessante seria que todas as grandes organizações 
industriais fossem obrigadas a reservar parte de seus lucros para a 
construção e instalação de escolas dêsse tipo, destinadas aos pequeninos 
filhos dos operários que contribuem para a sua prosperidade. 

b) Ensino infantil — - 313 ou 29% dos 1 077 jardins da infância 
existentes no país funcionaram em São Paulo em 1945, enquanto das 
63 028 crianças nêles matriculadas, 18 847 ou 29,90% também eram do 
nosso Estado. 

10. Apesar das altas porcentagens que êstes números represen- 
tam sôbre o total nacional, verifica-se que é igualmente muito escasso o 
aparelho de educação pré-primária infantil de São Paulo, podendo êle 
ser assim representado segundo a estatística de 1945: 



Tabela III ENSINO PRÉ-PRIMÁRIO INFANTIL — 1945 



Discriminação 


Capital 


Interior 


Estado 




158 


155 


313 


Das quais: 












12 


44 






21 






126 


122 


248 




10 312 


8 555 


18 867 


Da qual: 










3 152 


560 


3 712 






1 087 


1087 




7 160 


6 908 


14 068 



11. Ressalta nesta apresentação o quanto já se deve à iniciativa 
particular, que contribuiu com quase 4/5 dos jardins da infância exis- 
tentes tanto na Capital como no interior, e perto de 3/4 do total da 
matrícula no Estado. 

12. Não obstante êsse aparente progresso, muito ainda resta a 
fazer, de vez que a população de 3 a 6 anos de idade em todo o Estado 
pode ser calculada em 895 000, para 31-XII-1945, e a matrícula apurada 
representa a insignificância de 2,1% daquele quantitativo. 



62 



Departamento Estadual de Estatística 



c) Ensino primário supletivo — Com referência a êste ramo de 
ensino primário, parece-me que tôda a sua produção pode ser levada a 
crédito da escola comum, que tem programa semelhante ao da supletiva, 
desta deferindo, ora pelo horário de funcionamento, ora pela idade dos 
discentes. Neste ramo de ensino São Paulo marcou 1/5 das unidades 
escolares existentes no país, e apenas 15% da matrícula geral. 

13. Anuncia o atual Ministro da Educação a próxima abertura 
de 10 000 unidades supletivas destinadas a acolher jovens e adultos que 
não tiveram oportunidade de frequentar a escola comum, notícia que 
recebemos com verdadeiro júbilo cívico, porquanto outra coisa não temos 
feito em nossos trabalhos senão apregoar a urgente necessidade do lan- 
çamento de uma verdadeira campanha nacional nesse sentido. 

d) Ensino complementar — Os cursos que se dedicam a êste ramo 
do ensino primário geral (de preparatórios, como já dissemos), inscre- 
veram na matrícula geral de todo o Brasil 54 604 jovens, e dêstes, 6 535 
ou cêrca de 12% pertenciam a São Paulo. 

II — SÃO PAULO NO SUL DO BRASIL 

14. Revela o comunicado do Serviço de Estatística da Educação 
e Saúde que os melhores resultados de 1945 cabem ao Sul do País, inte- 
grado por São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, 
segundo divisão ultimamente proposta pelo Conselho Nacional de Geo- 
grafia. 

15. Conhecidos os números do referido comunicado vejamos, na 
tabela abaixo, qual a posição de São Paulo relativamente aos três outros 
Estados componentes da Região Sul. 

ENSINO PRIMÁRIO COMUM — 1945 



Tabela IV Região Sul do Brasil 



Discriminação 


São Paulo 


Paraná, Santa Cata- 
rina e Rio Grande 
do Sul 


Total do 
Sul 
(c) 


Números 
absolutos 
(a) 


% 
a 
c 


Números 
absolutos 
(b) 


% 
_b 
c 




. 

7 152 


41,6 


10 000 


58,4 


17 152 




19 822 


52,8 


17 692 


47,2 


37 514 




787 564 


55,4 


633 128 


44,6 


1 420 692 




636 010 


54.1 


538 104 


45,9 


1 174 114 


Frequência média 


599 112 


57,1 - 


449 087 


42,9 


1 048 199 




432 996 


58,8 


303 052 


41,2 


736 048 


Conclusões de curso 


85 231 


t)2,2 


51 750 


37,8 


136 981 



16. O quadro acima revela uma aparente discrepância nos resul- 
tados, de vez que São Paulo, com apenas 41,6% das unidades escolares, 
registou 55,4% do total da matrícula da Região Sul. E' a seguinte a 
explicação para o fato : dentre os Estados do Sul, é São Paulo o que possui 



Breves comentários sôbre os resultados do ensino primário em 1945 63 



maior porcentagem de grupos escolares e escolas agrupadas, estabeleci- 
mentos que, nas mesmas condições das escolas isoladas, são contados 
indistintamente como uma só unidade. 

17. Na mesma base do cálculo feito páginas atrás, o quantitativo 
de crianças do 8.° ao 13.° ano de idade, existente em 31-XII-1945, na 
Região Sul, deveria ser de 2 204 618, sendo 1 214 000 em São Paulo, e 
990 618 no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

18. Vejamos, agora, que parte dêsses quantitativos foi atendida 
pela escola comum naquele ano. 



Tabela V 







De cada grupo 


Discriminação 


De cada gi-upo 


de 1 000 crian- 


de 1 000 crian- 


ças do Paraná, 


ças de S. Paulo 


S. Catarina e 






R. G. do Sul 




649 


638 




524 


543 




493 


453 




357 


306 




66 


52 



19. Na matrícula efetiva ou em vigor no fim do ano, que é o que 
de fato representa o que há de mais estável no movimento escolar, o con- 
junto dos três Estados sulinos apresenta índice superior ao do nosso São 
Paulo, mas perde para êste na frequência e nas aprovações, o que é tanto 
mais lamentável quando reconhecemos que é ainda muito escasso o ren- 
dimento da escola primária paulista. 



A DELINQUÊNCIA DOS MENORES ABANDONADOS 

NO 

ESTADO DE SÀO PAULO 



ÁLVARO DE CAMPOS, 

Assistente do G. P. A. do D. E. E 



Sumário 
Parte I 

I — Onde a importância do estudo da delin- 
quência infantil e dos adolescentes. 
II — O abandono moral, a causa primária do 
crime e a fonte mais fecunda da crimina- 
lidade. 

III — A idade culminante da delinqúescência dos 

adultos e dos infantes e adolescentes em 
São Paulo. 

IV — Aumento da criminalidade infantil e dos 

adolescentes — Fatôres de comprovação. 
V — Ari-anquemos a criança e o adolescente 

ao seu meio sinistro. 
VI — Os menores apreendidos ou delinqiientes 
com antecedentes policiais. 



I 



ONDE A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA DELINQUÊNCIA INFANTIL 
E DOS ADOLESCENTES 

COMO CONCEITUAM Stark, Lombroso, Liszt, Pollitz, Cramer, 
Kluge, Niesser. e Sieffert 

o estudo da criminalidade dos menores é, sobretudo, de relevante 
preciosidade como contribuição ao serviço geral de prevenção ao crime, 
portanto à profilaxia social. 

Diz-nos Stark, a propósito: 

"Dificilmente haverá outro aspecto da criminalidade, da 
delinquência, tão transcedental e merecedor de atenção em igual 
grau, não só para o legislador, o juiz e o funcionário do executivo, 
senão para a sociedade inteira, como a participação das pessoas 
de menor idade nos atos delituosos. O interêsse que essa ques- 
tão desperta atualmente nas mais elevadas é, pois, justificado." 

A justificação dêsse interêsse cresce de dia para dia, ao passo 
que, em tôdas as nações e coletividades, a civilização e progresso vão 
alcançando novos, mais firmes e ascendentes escalões. Em virtude dessa 
marcha dos povos, adquirindo novas conquistas em todos os campos de 
atividade, a questão social é acometida por outros fatôres de complexi- 
•dade, afetando a sua existência, e dos quais participam tôdas as camadas 
da sociedade. 

Tinha razão Stark, e êle próprio possivelmente daria mais aprêço 
ao conceito emitido se escrevesse nos tempos presentes, quando, dada a 
precipitação com que o progresso industrial e técnico se desenvolve — e 
devido, mesmo às complexidades resultantes — o indivíduo já em tenros 
anos é chamado a participar nas atividades da coletividade a que per- 
tence. Os adolescentes não podem deixar de ser afetados pelos novos 
costumes, pela premência das novas exigências de vida, de sociedade, e 
até ideológicas, e os problemas económicos, cada vez mais complexos, 
são fardos ponderáveis no transporte de cujo pêso êles têm que tomar 
parte. 

Desta maneira, acossados por todos êsses fatôres, as crianças e 
os adolescentes são botões que se desabrocham cada vez mais cedo, ante- 
cedendo a razão natural. Ainda mais penoso: é que os adolescentes, 
pelo seu inato entusiasmo, pela sua ânsia de viver e ativar-se, sem a 
capacidade necessária de discernimento, cedo abraçam as tendências do 



68 



Departamento Estadual de Estatística 



seu tempo e do agrupamento coletivo e, em regra geral, deixam-se conta- 
minar pelos erros de sua época e de seu meio ambiente. 

Existem numerosos, para se não dizer incontáveis, planos a soli- 
citar-nos o ataque à questão da profilaxia social da delinquência. Dos 
mais importantes e propícios, ideal mesmo, será o de preservação da 
infância e da adolescência na ingressão dos maus hábitos e do crime. 
Mas, se raciocinarmos que elas, pela sua sensibilidade, não podem fugir 
ao fato positivo de serem o reflexo da sua sociedade, encòntra-se, aí, a 
dificuldade, sendo-nos lícito, porém, ter a fé firme e indesmentível de 
que, a cada movimento de amparo e preservação dos menores, de parte 
dos poderes oficiais ou institutos particulares, se está sopitando, prèvia- 
mente, o engrossamento da multidão dos progressos e trabalhando pelas 
futuras segurança e estabilidade sociais. 

Um criminoso precoce pode ser-nos um amplo e fecundo campo 
de observação, um fulcro a demonstrar-nos as tendências delinqúescentes 
de um momento em determinado meio social e de falhas profiláticas por- 
ventura cometidas no passado, herdeiro que êle é de desvios individuais 
e aparelho refletor sensibilíssimo das ocorrências dos dias que está 
vivendo. 

É da máxima conveniência estudá-lo a fundo. Num pequeno deli- 
to cometido — ainda mais se se registrar a reincidência ou a incidência 
— êle pode oferecer-nos, de fato, um velado testemunho de sua perso- 
nalidade, ainda mais quando constatá-lo com antecedentes maus de famí- 
lia e apreciando, com as possibilidades que a ciência nos oferece, o grau 
de perversidade averiguado na sua conduta negativa. 

A idade e a delinquência precoce dão-nos notáveis ensejos a que 
as apreciemos, para o estabelecimento geral de medidas preventivas, 
sociais, do vértice de um ângulo psicológico. Três fases im-portantes, 
numa visão ampla, nos apresentam os menores, até que definam a madu-» 
reza da sua personalidade. 

Isto, porém, apenas com relação a seu desenvolvimento físico e a 
sua desabrochante, insipiente maturidade psíquica, de um modo geral. 
Porque, propriamente, com relação à capacidade de cometimento de 
delitos, ou simplesmente de sua conduta, tal fato se condiciona a uma 
boa quantidade de outros fatôres concorrentes e entrosados, sejam, por 
exemplo, o da herança recebida (Antropologia de LoMBROSO e dos adeptos 
de sua escola e sub-escolas) , o círculo de convivência no lar, na escola, na 
rua; o incitamento despertado pelas suas primeiras leituras prediletas, 
cinema, arte, etc. 

Além disso, é claro que, determinando a conduta individual segun- 
do a idade, temos que contar com êsse outro círculo, mais amplo e talvez 
mais poderoso, mais atuante e mais imperativo, de âmbito espaçoso e 
de efeito limitativo da mente e do espírito — a Nação, a Raça. Essas, 
não tão somente restringem as tradições, hábitos e costumes especiais, 
específicos, mas, ainda, é reconhecido cientificamente que os povos de 



A deliiKstiêricia dos inenorcs ai>andoiiadoíí 



latitudes e longitudes diversas tém maneiras e graus diferentes de agir, 
de atuar, de compreensão, de critério, de capacidade de desenvolvimento 
biológico e mental. 

Temos, ainda, a computar os acontecimentos históricos, eventuais, 
que ocorrem no seio de cada povo, ou continente. Os indivíduos — desta 
ou daquela idade, dêste ou do outro sexo — de nações, por exemplo, que 
vivem em guerras permanentes, certamente se desenvolvem, e atuam, 
num processo biológico e psicológico diferente dos indivíduos que vivem 
e prosperam em nações pacíficas, porque, notadamente, são diferentes 
a mentalidade, o espírito, a concepção da vida e — mais que tudo — 
a situação económica. 

Não pode ser igual o desenvolvimento, da natureza que se queira 
focalizar, de povos como do México, da Argentina, das Antilhas, do 
Brasil, vivendo e prosperando em ambiente pacífico, e o dos povos da 
Europa, dos Balcãs, perpetuamente a contemplar o céu e os horizontes, 
na eterna inquietude da guerra, da disimação, da hecatombe, da morte. 
Nestes últim,os países, as crianças não apenas se depauperam fisicamente, 
cora as necessidades orgânicas e os sofrimentos prematuros, mas fazem- 
se homens com outras noções da existência, desdenhando da vida e da 
morte, pouco, ovi nada avaliando a própria existência e a do próximo. 
Cresce uma geração de agressivos, pronta, à primeira oportunidade, para 
o assalto e para o crime. 



Como dizíamos, de um modo geral, num concenso aceito por emi- 
nentes cientistas, três são as fases principais do desenvolvimento do indi- 
víduo da infância à adolescência: 

1.^ — Na primeira fase, que vai até os seis anos, êle nos ofe- 
rece a manifestação de certos atos patológicos; sente a sua curiosidade 
aguçada por todas as coisas e acontecimentos que o rodeiam. Desejan- 
do compreender os fatos, torna-se criatura inconscientemente destrui- 
dora, na quase totalidade das vêzes. Sente, quase sempre, os efeitos da 
concorrência, tornando-se rixenta e procurando destruir a ação do pre- 
sumido adversário, quer com referência aos brinquedos, quer com refe- 
rência ao perigo da conquista dos afetos paternos. 

■2.^ — A essa fase, sucede-se a que vai até os 14 anos. a idade da 
aquisição de certos conhecimentos essenciais, de estudos, de assimilação 
de conceitos complexos. Então, podemos apreciar como já, nêle, surgem 
as tendências para o estabelecimento de uma personalidade. Com refe- 
rência à educação, ao disciplinamento, êsse período da existência é suma- 
mente delicado, de vez que, com mais energia e cuidado, é necessário 
que sejam sopitados os seus impulsos, controlados nos seus desejos e 
criteriosamente fiscalizado nos seus atos, nos seus incipientes contatos 
sociais, nas suas inclinações. Começam a manifestar-se-lhe as primeiras 



70 



Departamento Estadual de Estatística 



preferências, seja rio campo do trabalho, dos divertimentos, seja dos seus 
primeiros íntimos afetos. 

3.^ — Penetra, então, o indivíduo, decisivamente, no período que 
denominamos da puberdade. Há uma eclosão de forças, de desejos, de 
aspirações, de realizações ainda não definidas. Surge, como por encan- 
to, uma nova e surpreendente capacidade de pensar por si mesmo, de 
apreciar e julgar com subjetividade as cousas e os fatos. Êsse desenvol- 
vimento, em regra geral, não se processa no homem e na mulher na 
mesma idade. 

A nossa lei estabeleceu a culminância da idade juvenil nos 18 anos, 
mas, no critério científico, essa idade é elevada para os 20 anos. Na 
Alemanha, é aos 20 anos que se limita a imputabilidade ou responsabili- 
dade criminal. 

O pensamento de Liszt é que "não é o conhecimento do punível 
de um ato, nem a consciência da legalidade que a lei exige, mas a madu- 
reza necessária para a apreciação de tais circunstâncias. Um menor de 
14 anos, por exemplo, mentalmente desenvolvido, está em condições de 
apreciar um ato punível. Falta-lhe, porém, capacidade suficiente para 
uma cabal apreciação das consequências dêsse ato. Êle não possui uma 
verdadeira madureza moral, que lhe assegure a determinação clara da 
desistência de uma ação injusta, pelo simples fato de ser injusta". 

Gaupp, na Alemanha, realizou uma experiência com 69 menores, 
de uma escola pública de Berlim.. Perguntando-lhes que destino dariam 
a uma soma em dinheiro, que encontrassem, dêles, 29 responderam pela 
entrega, a quem de direito, do dinheiro encontrado; mas Gaupp chegou, 
pelo tato psicológico, à conclusão de que, sôbre êsses 29 meninos, não 
houve nenhuma influência de ordem religiosa ou penal, chegando à acei- 
tação de que, nessa idade, é de estreito âmbito a visão ou a reflexão 
quanto ao temor penal. 

Referindo-se à questão da delinquência infantil, Pollitz emite o 
seguinte conceito: 

"Em princípio não choca demasiado uma sensibilidade exces- 
siva na idade juvenil. O alegre otimismo particular dêsses anos, 
a escassa reflexão, o aparecimento de novas idéias, a maior ativi- 
dade, o maior espírito de empreendimento, o desabrochar das pri- 
meiras apresentações sexuais, que tão transcedental papel desem- 
penham, e, para completar, a tendência à adulação, o entusias- 
mo, a inclinação ao erótico e ao fantástico, dão o resultado final, 
para os indivíduos de ambos os sexos- nessa idade, um complexo 
altamente perigoso, que o é mais, todavia, quando a separação da 
famíHa — a carência de um apoio espiritual no lar, que é um 
fenómeno característico de nossos tempos — o conduz a uma 
emancipação prematura. Quem, no estudo da criminalidade juve- 
nil não tome em consideração êsses fatôres, não poderá chegar a 
ajuizar seus problemas com justa equidade". 



A delinquên cia dos menores abandonados 71 

Em verdade, a eclosão dos novos sentimentos enumerados "por 
POLLITZ vem dar, ao indivíduo, características novas, novas maneiras 
de atuar e conduzir-se em todos os seus passos. Nêle, seja, êle deste 
ou daquele sexo, desabrocham os primeiros ideais de liberdade, de inde- 
pendência, de autonomia. Êsses recentes ideais, acossados pela crescen- 
te capacidade de sensibilidade e de emoções, arrastam o indivíduo, não 
poucas vêzes ao cometimento de atos inaceitáveis. Se a família e a 
escola não apreciam com argúcia e cuidado, os seus novos processos de 
conduta, e não procuram controlar e guiar os jovens, é certo que a ten- 
dência é para agravar o seu estado, complicando-se em idade posterior e 
manifestando-se na pequena criminalidade. 

Quando o adolescente possui um meio ambiente sadio e superior, 
e ainda seja dotado de bons antecedentes de família, os excessos tendem 
a tornar a um estado de normalidade. Se, porém, lhe falham êsses pro- 
pícios fatôres, não restarão dúvidas de que a conduta do adolescente se 
desviará do reto caminho. 

O Congresso Criminalístico Internacional, ocorrido em 1892, fêz 
interessantes estudos científicos nesse sentido. A psicologia do crimi- 
noso de menor idade foi larga e profundamente estudada e, correlata- 
mente, a questão da aplicação das medidas de corretivo ao mesmo. 

PoLLiTZ, entre outras preciosas observações, apresenta-nos a se- 
guinte, qúe merece um destaque todo especial: 

"Se observarmos a delinquência na população infantil, não 
só veremos a intensa participação da mesma no crime, genèrica- 
mente considerado, como também a porcentagem de cada catego- 
ria de delito em particular. A criança participa do delito como 
o roubo e as lesões, bem como nos de desacato às autoridades, danos, 
etc. Porém, nesse grupo de infração incorre também em outras 
mais perigosas, como òs delitos contra a honestidade, homicídio, 
lesões graves, etc, e não só nas idades mais avançadas e sim, 
quase com a mesma frequência, em outras que, como as de 12 a 
14 anos, quase confinam com a infância". 



O seguinte quadro organizado pelo citado autor, baseado em dados 
estatísticos de 1906, por 10 000 habitantes, aponta-nos a natureza de 
delitos praticados e a idade de menores delinquentes, na Alemanha : 





Cifras 


de criminalidade 


Delitos 


12-14 


14 - 18 


■ Mais de 18 




anos 


anos 


anos 


Roubo, fraude, subtração, moeda falsa (sua distri- 








buição) , furto e reincidência repetida . 


.536 


513 


305 




31 


57 


47 




31 


190 


355 






31 


31 






10 


12 




0.4 


2.J 


4,6 



72 



Departamento Estadual de E statística 



Como se pode apreciar, por êsse quadro, na idade decorrente entre 
os 12 e 18 anos é que os delitos mais frequentes são os da apropriação 
indébita, vindo em seguida os de dano, lesões, contra a honra, etc. 

Qual a idade em que os menores de idade cometem maior quanti- 
dade de delitos? Naturalmente, de país para país, há ligeira oscilação. 
Porém Matz, em ampla e cuidadosa pesquisa, em certa região da Alema- 
nha, chegou ao seguinte resultado: 

1 — A delinquência juvenil sobe acentuadamente dos 12 aos 13 

anos; 

2 — Estaciona até aos 17 anos de idade, ponto êsse, máximo. 

Mas, o quase certo é que, em todos os países, coincide que a pro- 
poi-ção da criminalidade juvenil entre os dois sexos é,de 5 homens para 1 
mulher. No desacato às autoridades, lesões e danos, os indivíduos do 
sexo feminino ficam praticamente excluídos das estatísticas criminais; 
porém participam com certa frequência nos delitos contra o decoro. 

Um apreciável aspecto estatístico dos estabelecimentos de corre- 
ção do caráter é o seguinte: foi constatado nos mesmos elevada cifra de 
deficientes mentais com estigma de degenerescência e outras taras psico- 
lógicas, tais como a epilepsia, a demência e outras. O número de infe- 
riores mentais atinge a um total de 50%, segundo Cramer, Kluge, 

NEISSER e SIEFFERT. 

Fato largamente observado é que os débeis mentais, quase em geral, 
podem produzir trabalho útil na carreira profissional, ma^, na vida prá- 
tica constituem, em regra, impressionante fracasso, pela falta do neces- 
sário esfôrço, do que resulta sofrerem todas as influências negativas 
decorrentes da sua própria natureza. 

Os menores anormais e doentes, os débeis mentais, requerem, para 
que, em idade adulta, contem com a possibilidade de ingressar na socie- 
dade como elementos úteis, um tratamento todo especial, nos reformató- 
rios, ou nos institutos, ajustamento ou reajustamento psíquico especia- 
lizados, então, de parte de pessoas sob cuja responsabilidade e cuidado 
fiquem. 

II 

O ABANDONO MORAL, A CAUSA PRIMÁRIA DO CRIME E A FONTE 
MAIS FECUNDA DA ORIMINALIDADl] DOS MENORES 

A ESTATÍSTICA POLICTAL-CRIMINAL E A ESTATÍSTICA JUDICIÁRIA. 
OS MENORES ABANDONADOS E DELINQtíENTES 

Num trabalho de estatística judiciária, a unidade estatística fun- 
damental das pesquisas é o indivíduo condenado, dela diferindo, neste 
ponto, a estatística policial-criminal, para a qual o cômputo dos absolvi- 



A delinquência dos menores abandonados 



73 



dos é meramente acessório. Na estatística da criminalidade aparente, os 
dados, sôbre a delinquência, figuram independentemente das denúncias 
ou decisões judiciárias. Os delitos computados são definidos pelas auto- 
ridades policiais através das respectivas pesquisas e da instauração dos 
competentes inquéritos a serem encaminhados à Justiça. 

Dêsse modo, a estatística policial-criminal pesquisa a massa dos 
crimes ou contravenções de que as autoridades policiais tiverem conhe- 
cimento. Essa, aliás, a característica de seu material estatístico. A esta- 
tística policial-criminal dos Estados Unidos (a melhor organizada do 
mundo), da Finlândia, da Alemanha, da Suécia, da Polónia, da Inglaterra, 
da Itália, da Argentina, do Chile, de São Paulo têm, exatamente, essa 
orientação. 

A estatística policial-criminal conserva essa diretriz, poi'que se 
funda, absolutamente, em dados diretamente coletados nas delegacias 
policiais. A Polícia Civil detém — ou "apreende", como é técnico dizer-se 
— a criança em abandono ou o adolescente em virtude destes principais 
motivos: agressão, alcoolismo, desobediência, desordem, escândalo, insul- 
tos, ofensas ou provocações, mendicidade, jogo, ócio ou vadiagem, pequeno 
furto, averiguação, por ordem do juiz local, o Juiz de Menores ou outras 
autoridades. 

A mais das vêzes, a apreensão de menores se processa para ave- 
riguações. Em 1938, por exemplo, no Interior do Estado deram-se 1 373 
apreensões por vários motivos, porém, nesse total se encontram 539 apre- 
ensões para efeito de averiguação, o que corresponde a 40%. A averigua- 
ção tem, em geral, a sua razão de ser nas pesquisas policiais em torno 
do estado de vida ou atividacles do respectivo menor, encontrado em ócio 
ou vadiagem, o que quer dizer: em estado de abandono material e moral 
de parte da própria família ou responsáveis. Geralmente, o pauperismo 
é que gera o abandono do menor, também a falta de cultura das famílias 
das camadas sociais pobres, vivendo em porões ou mucambos. 

No Anuário da Assistência Pública e Privada do Rio de Janeiro, 
edição de 1922, lêem-se as seguintes judiciosas considerações a respeito: 
"A educação viciosa e mesmo a falta de educação são os 
elementos que toiniam a criança moi'almente abandonada. O aban- 
dono moral é a causa primária, do crime e a fonte moÃs fecunda 
da criminalidade. Berthelemy assinala que a criança a quem se 
deixa mendigar dos cinco aos dez anos i-ouba ordinariamente dos 
quinze aos 25 anos de idade. Os assassinos precoces são, na maior 
parte, moralmente abandonados. Lutar contra o abamlono moral 
é combater a crim.inalidade. Elevar a criança é prevenir o crime. 
As leis protetoras da infância são no conceito daquele sociólogo o 
título de verdadeiras medidas de segurança geral. Suas disposi- 
ções não são humanas sòmente pelo bem que permitem fazer aos 
protegidos, mas porque representam, mesmo para os protetores, a 
mais eficaz das garantias". 



Departamento Estaduaj_ de E statísti ca 



Crianças de famílias paupérrimas, incultas ou viciosas são atiradas 
à rua para mendigar. Já cometem, sem responsabilidade, uma contra- 
venção. Mas, no decorrer do tempo, se não amparadas por medidas par- 
ticulares ou oficiais, tornam-se "profissionais" no pedinchamento público. 
Depois vem, consequentemente, o primeiro furto ; outros mais e mais, até 
que se tornam, em adultos, os conhecidos "batedores de carteira", os afa- 
nadores de todas as espécies, os arrombadores e salteadores, senão mesmo 
assassinos. 

Nas grandes cidades e capitais, nos centros industriais, é que 
mais abundam os pequenos delinquentes, em virtude da correspon- 
dente miséria e do desemprego. Jamais, como nos dias que estamos 
vivendo, houve na Capital bandeirante tantos menores abandonados. 
Infelizmente, enquanto no Interior a quantidade numérica dos apreen- 
didos conserva um índice mais ou menos estável, mas ainda relativamente 
baixo, na metrópole paulista essa quantidade baixa, como se poderá veri- 
ficar pelo quadro que adiante inserimos. Porém digamos, ainda, duas 
coisas : 

1.0 — Dado o número da população infantil e de adolescentes do 
Estado, e dos abandonados ( * ) , percebe-se serem aberrantemente diminu- 
tos os totais para cada ano. 

2.° — Bem que autênticas essas quantidades, pois são fornecidas 
em boletins constantes, imediatamente, e ainda diretamente, pelas delega- 
cias policiais, essas quantidades podem ser chamadas de aparentes, pelo 
seguinte indiscutível motivo: são incontáveis os casos de delinquência de 
menores que não chegam ao conhecimento da Polícia Civil, do Juiz de 
Menores e outras autoridades. 

As tabelas que há pouco fizemos referência são as que adiante po- 
demos apreciar, apresentando o movimento de apreensões de menores nas 
10 circunscrições policiais da Capital e nas 14 regiões policiais do Interior : 



(*) Concedendo uma entrevista a um vespertino desta Capital, comenta o estudioso pediatra dr. 
Carlos Prado: 

"Considero o problema da criança abandonada no Brasil um mal que se agrava dia a dia pela 
ausência de providências eficazes. O índice de abandonados aumenta em progressão geométrica nos gran- 
des centros. Há mais de vinte anos que venho cuidando do problema da criança e ao fim dêsse tempo, já 
longo, chego à conclusão quase desanimadora de que muito poucos são os que descem da "Torre de Marfim" 
do egoísmo para espiar, mesmo a distância, as favelas das capitais e os tugúrios do interior do Brasil, onde 
a criança brasileira, nua, bronca e faminta, morre a prestações, sem assistência de espécie alguma. 

"No ano de 1940, os bombardeiros alemães, nos ataques às Ilhas Britânicas, fizeram perecer 390 000 
ingleses. O mundo inteiro ficou justamente estariecido diante da oi-utalidade germânica, matando popula- 
ções civis. Entretanto, no Brasil, mais de quinhentas mil crianças morrem anualmente sob uma indife- 
rença tão silenciosa que chega a causar espanto! Meio milhão de crianças mortas todos os anos! Cinco 
milhões de crianças mortas em cada período de dez anos! 

"O Serviço Social tem que construir e ampliar novos educandários nas praias ou nos campos (sob 
o modelo da Cidade dos Menores). 

"Impõe-se reforma completa do serviço de distribuição de menores, pela descentralização dos abri- 
gos, a par dos serviços completos de tiragem e seleção e por uma investigação mais racional dos males ime- 
diatos que atingem a infância abandonada. 

"Isso tudo, está bem claro, como terapêutica de urgência, como terapêutica sintomática, enquanto 
o Estado, em colaboração direta com as instituições privadas, não estiver aparelhado para realizar o ver- 
dadeiro tratamento etiológico, mediante uma larga e arejada política de ordem económica e técnico-social". 



A delinquência dos menores abandonados 



75 



APREENSÃO DE MENORES NA CAPITAL, POR CIRCUNSCRIÇÕES 
POLICIAIS E SEGUNDO O SEXO — 1938-1944 ' ' 



Afio e Sexo 



Homens 
M iilheres . 
Total 

19 

Mulheres . 
Total 

19 

Homens 
Mulheres . 
Total 

19 

Homens . 
' Mulheres . 
Total 



Homens . 
Mulheres . 
Total 

1£ 

Homens . 
Mulheres . 
Total 



1944 

Homens .... 
Mulheres .... 

Total . . . 

Total Geral 



Circunscrições Pol: 



14 I 

I 

14 ! 



134 

I 

109 ! 

I 

243 I IS 

i 

720 i 215 



24 I 16 

! 

24 I 9 

I 

48 I 25 

! 

I 



27 I 2G 



19 j 18 



S6 I 21 

i 



S I 

i 

14 I 



12 j 
10 i 



17 I 



29 I 



16 1 

■ I 
^ 1 



Deisgicla 



I 23 



24 I 17 



21 I 16 



1 21 j 18 



I 2 



I I 



14 I 5 I 



3 I 14 



1.53 1.59 



192 I 42 I 44 



76 



Departamento Estadual de Estatística 



APREENSÃO DE 
POLICIAIS 



MENORES NO INTERIOR, POR REGIÕES 
E SEGUNDO OS SEXOS — 1938-1944 



Homens 
Mulheres . 
Total 



Regiões Policiais 



22 I 

! 

59 1 



11 I 



25 i 32 

I 



46 ! 7!) 

i 



I 94 



26 I 55 
• I 

12 I 21 

I 



36 I 20 



64- I 24 

I 

584 I 433 

I 



A d elin quê ncia dos menores abandonados 



. III 

A IDADE CULMINANTE DA DELINQÚESCÊNCIA DE ADULTOS E 
DE INFANTES E ADOLESCENTES EM SÃO PAULO 

ALCOOLISMO E DKSORDEM TREPONDERANDO NAS TÁBUAS ESTATÍSTICAS DA 
DELINQÚÊNCL\ DE MENORES. EM QUE PARTICIPAM NUMEROSAS MULHERES 

Um autor alemão, em pesquisa que pessoal e meticulosamente efe- 
tuou, em seu país, chegou à conclusão de que, entre os indivíduos meno- 
res, a idade culminante da delinquência é dos 17 anos. Certamente que 
existe uma variação de país para país, em consequência das condições 
endógenas e exógenas diferentes e especiais. Os povos da América, é 
óbvio, possuem padrão e conduta de vida não igual aos dos povos da 
Europa e da Ásia, e com uma nuance de ancestralidade que se enca- 
minha para o peculiar, em vista mesmo da entrosagem de raças diversas. 

Em São Paulo, possivelmente em todo o Brasil, a estatística 
policial-criminal, corroborada pela estatística judiciária, (e esta ainda 
com mais autoridade), constata que a delinquência dos menores tem 
estabelecidas cifras crescentemente maiores ao passo que alcança cama- 
das mais elevadas em idade. Êsse processo, mediante uma investigação 
criteriosa, parece dever ser aceito na generalidade, pois, ao contrário, 
ter-se-ia de admitir que retrogradaria daí, no cometimento do delito, ou, 
pelo menos, encontraria nesse ponto um ângulo de estacionamento tem- 
porário para o seu recrudescimento alguns anos depois. 

Porém, o que se constata é que, em geral, a linha de ascensão é 
contínua, até uma pal-alização — o que se pode denominar a idade espe- 
cífica da criminalidade para dada nação — , até que decresça e venha 
tornar ao mínimo nas idades subsequentes, das camadas adultas. 

Na criminalidade, em geral, no Estado de São Paulo, êsse desen- 
volvimento ascensional é notado na infância, na adolescência, na juven- 
tude além desta, de maneira que vemos — em delitos de sangue, roubo, 
suicídios, contravenções, etc. — que os maiores grupos de delinquentes 
estão colocados a começar dos 22 anos de idade, atingindo a seu máximo 
nos indivíduos situados entre os 26 e 30 anos de idade. 

Em se tratando, porém, só de menores de 18 anos, sem dúvida 
que a maior massa de delinquentes se localiza entre os indivíduos nas 
proximidades de concluir a minoridade, isto é, 16, 17 e 18 anos. Não 
há estacionaiTiento. O que existe é acréscimo quantitativo de indivíduos. 
Tanto quanto se registra uma subida abrupta dos de 19 a 21 e para os 
de 22 anos de idade, encontramos a mesma queda repentina ao depois 
dos 30 anos de idade. Podemos ratificar esta afirmativa com os seguin- 
>:es quadros: 



78 



Departamento Estadual de Estatística 



AUTORES DE DELITOS, NA CAPITAL, POR GRUPOS DE IDADE 
1938-1942 



Grupos de idade 


Anos 


(até 35 anos) 


1938 


1939 


1940 


1941 


X942 


Até 18 anos . . 


231 


135 


140 


127 


199 


De 19 a 21 anos . 


476 


393 


319 


364 


437 


De 22 a 25 anos . 


720 


635 


516 


575 


626 


De 26 a 30 anos . 


780 


660 




612 


734 


De 31 a 35 anos . 


505 


488 


416 


400 


529 



Correspondendo aos seguintes totais gerais anuais, com especifi- 
cação por sexos : 





1938 


1939 


1940 


1941 


1942 


Homens . 


4 142 


3 119 


2 795 


2 815 


3 488 


Mulheres 


465 


390 


345 


361 


392 


Total . . 


4 607 


3 509 


3 140 


3 176 


3 830 



São as seguintes porcentagens relativas aos grupos de idade de 
nossa estatística, com a exclusão do total da rubrica "Sem especificação", 
no referido quinqiiênio: 



1." grupo 5% 

2° grupo 12% 

3.0 grupo 18% 

4. ° grupo (dos 26 aos 30) 20% 

5. ° grupo 13% 

6.0 grupo 12% 

7.° grupo 7% 



Percebe-se, de chofre, a preponderância dos criminosos de 26 a 30 
anos, o que podemos ilustrar com o seguinte gráfico: 



A delinquência dos menores abandonados 



79 



CRIMINOSOS DE 26 A 30 
ANOS DE IDADE 



ANOS 



1938 



19391940 1941 1942 



600 
400 
200 



ktrt 



II II 




Totais] 7 80 [660Í 69 9 1 612 i 734 



Vejamos o que ocorre no Interior, com relação ao mesmo 
fenómeno : 



AUTORES DE DELITOS, NO INTERIOR, POR GRUPOS DE IDADE 
1938-1942 



Grupos de idade 
(até 35 anos) 


Anos 


1938 


1939 


1940 


1941 


1942 


De 19 a 21 anos . 


785 


785 


837 


881 


754 


De 22 a 25 anos . 


1 167 


1 123 


1 126 


1 236 


1 307 


De 26 a 30 anos . 


1 170 


1 132 


1 212 


1 213 


1 278 


De 31 a 35 anos . 


712 


706 


771 


704 


972 



correspondendo aos seguintes totais gerais anuais, com a especificação 
por sexos.: 

1938 1989 1940 1941 1942 

Homens .... 6 383 5 876 6 241 6 372 6 766 

■ Mulheres ... 407 407 426 467 477 

Total ... 6 790 6 283 6 667 6 839 7 243 



80 



Departamento Estadual de Estatística 



As porcentagens, tanto para a Capital como para o Interior, 
mantêm, relativamente, a mesma curva estatística. Idêntica demonstra- 
ção poderia ser feita com detenções correcionais, etc, ou mesmo com 
delitos especificando em cada uma das suas modalidades, para ficar pro- 
vado que, no Estado de São Paulo, a criminalidade vai numa linha sem- 
pre ascencional, da infância à adolescência até os 30 anos, se bem que 
encontremos insignificantes exceções, as quais, aliás, não desprestigiam 
a regra geral. 

Para os apreendidos menores — muitos dos quais em simples 
estado de abandono material e moral, mas muitos dêles já ingressados na 
pequena delinquência — podemos apresentar os seguintes quadros esta- 
tísticos, segundo a idade: 



CAPITAL 



IDADE 


ANOS 


1938 


1939 


1940 


1941 




M 


T 


H 


M 




H 


M 


T 




M 


T 


Até 14 anos .... 








2 




2 














De 15 - 17 anos . . . 








9 




18 


18 


9 


17 


22 


12 


34 


De 18 anos .... 


182 


-50 


241 


126 




189 


138 


79 


217 


141 


79 


220 


Total .... 


182 


59 


241 


137 




209 


146 


88 


234 


164 


91 


255 


N.o índice 






100 






87 






97 






107 



(cont) 



IDADE 


ANOS 


1942 


1943 


1944 


H 


M 


T 




M 


T 


H 1 M 


T 


Até 14 anos .... 














3 1 


3 


De 15 - 17 anos . . . 


12 


4 


16 


9 


6 


15 


28 17 


45 


De IS anos .... 


196 


74 


270 


194 


94 


V88 


257 185 


442 


Total .... 


208 


78 


28b 


203 


100 


303 


288 1 202 


490 


N.o índice 






119 






125 


- 


203 



INTERIOR 



IDADE 


ANOS 


1938 


1939 


1940 


1941 




M 


T 


H 1 M 


T 


H j M 1 T 


H 1 M 1 T 


Até 14 anos .... 
De 15 - 17 anos . . . 
De 18 anos .... 

Total .... 


1 125 


348 
- 


1 473 
100 


lOol 16 
274 150 

653 171 
1 O27I 346 


116 
433 
824 
1 373 
93 


107 19 126 
2931 130 423 
593 191 784 
993 34o| 1 333 
90 


* 85I 24] 109 
281 112 393 
648 168 816 

1 0141 304I 1 318 
89 





ANOS 


IDADE 


1942 


1943 


1944 






M 


T 


H 1 M 


T 




M 


T 


Até 14 anos .... 
De 15 - 17 anos . . . 
De 18 anos .... 


72 
286 
674 


15 
121 
176 


87 
407 
850 


• 84 1 15 
250 122 
537 219 


99 
372 
756 


67 
276 
563 


18 
93 
205 


85 
369 
768 


Total .... 


1032 


312 


1 344 


872 1 356 


1 228 


906 


■ 316 


1 222 


N.o índice 






91 




83 






83 



A delinquência dos me nores abandonados 81 



Vemos, pelos dados das referidas tabelas, que a irrupção do desvio 
infantil e do adolescente é, na Capital, consideràvelmente maior na tran- 
sição do grupo de idade 15-17 anos para o dos indivíduos que estão com- 
pletando a última casa de minoridade; em muitos casos, chega a alcançar 
a proporção de 1 para 11, 15 e até 19 indivíduos de 18 anos, inclusive; 
essa irrupção processa-se com mais frequência e energia entre os indiví- 
duos do sexo masculino que no do oposto. 

No interior, a primeira dessas transições é, no geral, menos forte 
quase sempre de 1 para 2, ou menos; mas, com raras excepções, é com 
frequência a transição enéi-gica (do 1." para o 2.^ grupo) da transgressão 
do sexo masculino mais que a do sexo contrário. * 

A mais numerosa incidência de menores delinquentes está locali- 
zada em ocorrências de desordem, tanto de um sexo como de outi-o. Ve- 
mos, por exemplo, na Capital: 

1939 — 116; em 1940 — 133; em 1941 — 131; em 1942 — 163; 

55% 57% 59% 57%. 

Os casos de apreensão pelo delito de furto são relativamente pou- 
cos. Porém é preciso pôr-se em destaque que são relativamente nume- 
rosos os menores apreendidos por motivo de embriaguez ou alcoolismo. 
E como o inebriamento por bebidas alcoólicas não -poucas vêzes redunda 
em agressões e desordem, de que é um preponderante fator mesmo entre 
os adultos, lícito e lógico nos é admitir que aquelas porcentagens de me- 
nores criminosos em desordem — somada aos dos alcoolistas — alcancem 
entre 60 ou 70%. 

E é-nos interessante pôr em destaque, ainda, que as mulheres me- 
nores não deixaram de ter uma representação impressionante em desor- 
dem; sem se pôr em cômputo as apanhadas em estado de embriaguez e 
as que promoveram agressões, encontramos, para os referidos anos, as 
seguintes cifras e porcentagens para as mesmas: 

49 _ 437^ ; 48 — 37% ; 40 — 30% ; 39 — 24%. 

Neste último ano, dos 38 apreendidos na transgressão alcoólica, 
50% eram do sexo feminino. 

Vejamos, dentro do mesmo âmbito de considerações, o que ocorre 
no Interior. Desoi*dens e porcentagens de mulheres menores: 

238 — 37' ; ; 277 — 32% ; 290 — 30% ; 290 — 27%. 

Durante os referidos anos, eram mulheres menores em estado de 
alcoolismo ou embriaguez: 



112 — 36% ; 143 — 37% ; 133 — 28% ; 129 — 34%. 



82 



Departamento Estadual de Estatística 



IV 

O AUMENTO DA CRIMINALIDADE INFANTIL E DE ADOLESCENTES 
— FATÔRES DE COMPROVAÇÃO 

o PAUPERISMO, A CARÊNCIA DE EDUCAÇÃO E ALFABETIZAÇÃO NAS CLASSES 
POBRES, SEM DÚVIDA OS FATÔRES PRECÍPUOS DO GRANDE MAL 

A massa dos delinquentes de menor idade não tem decrescido no 
Estado de São Paulo, tanto na Capital como no Interior. E lícito, nem 
inteligente, não seria admitir-se em sentido oposto, de vez que só se têm 
desdobrado, em si mesmos, além do surgimento de outros, os fatôres res- 
ponsáveis pelo grande mal social, com o qual, aliás, se vêem a braços, 
talvez sem exceção, bem que em graus diferentes, todas as nações nioder- 
nas do mundo. 

A Guerra e o Após-guerra, notadamente, com todos os seus imen- 
sos e sinistros cortejos de fatos negativos, autorizam -nos a esta afirma- 
tiva. Com elas, agravam-se tôdas as questões de caráter económico, criam- 
se novos e complicados estados psicológicos e patológicos nos indivíduos 
e nas massas, que dão lugar ao surdimento das antigas formas de deli- 
tos e oportunidades ao aparecimento de outras, principalmente de contra- 
venções ou transgressões. 

As crianças e os adolescentes que se desenvolvem dentro de um am- 
biente de atropelos e compressões económicas e morais, se são portadoras 
de taras ou se acham em estado de abandono moral, impossível quase que 
se não tornem delinqiientes primários. 

E, antes de mais nada, para convencer-nos de que a criminalidade 
infantil e de adolescentes não há diminuído entre nós, temos que ter em 
conta, já no tôpo de tôda ordem de considerações, que no Estado de São 
Paulo a população não deixou de crescer numèricamente, fenómeno êsse 
sempre registrado, no Estado de São Paulo, com a característica do ver- 
tiginoso. Apesar do elevado quociente de mortalidade infantil, a popu- 
lação de infantes avantaja-se sensivelmente, dada a reconhecida capaci- 
dade de natalidade no seio da população paulista. Depois, temos de pôr 
em relêvo o seguinte : na Capital, essa densidade demográfica cresceu ao 
exagêro, devido ao êxodo de famílias de cidades do Interior e do campo, 
que abandonaram a lavoura ; para o Interior, como para a Capital, regis- 
trou-se um assustador afluxo de famílias oriundas de outros pontos do 
país que acorrem ao território paulista atraídas pela nossa florescência 
económica, com as suas excelentes possibilidades principalmente no 
campo industrial, na esperança de encontrarem, essas famílias emigra- 
das, mais propícios recursos para a melhoria da respetiva situação. 

Êsse e outros fatôres, malgrado a premência económica que sufo- 
cou, algo, o surto das atividades bandeirantes — pelo menos quebrando- 
Ihe o clássico ritmo em sentido ascensional — não permitiram qualquer 
retardamento no nosso expansionismo demográfico. 



83 



Nós tomamos como base a fonte para o estudo da criminalidade de 
menores, em São Paulo, os resultados alcançados, anualmente, pelo Servi- 
ço de Estatística Policial do D. E. E., no seu setor que diz respeito aos 
menores apreendidos. Nem todos esses menores apreendidos, sabe-se, são 
delinquentes. Mas, é fora de dúvida que, se muitos dêsses apreendidos 
pela Polícia Civil não eram, não são delinquentes, pelo menos se achavam 
em estado material e moral de abandono, e, neste caso, na emergência de 
cometer os primeiros desvios, os primeiros delitos, menores e fcu-tuitos a 
princípio, porém progressivamente mais graves e profissionalmente mais 
tarde. 

As quantidades de menores apreendidos parece não corresponder, 
na realidade, à lícita e evidente necessidade, no seio de uma população 
que sabemos premida por dois grandes principais fatôres negativos: 

a) — pauperismo, conhecido e reconhecido, como é, o baixo 
padrão de vida de preponderante porcentagem da população; 

b) — a carência de educação e alfabetização dessa mesma 
elevada porcentagem de famílias. 

Êsses fatôres de depressão moral-social, da população adulta, não 
podem, em absoluto, deixar de afetar os infantes e os adolescentes. São, 
mesmo, êsses, as maiores vítimas, porque, quando por necessidade ou vi- 
ciosidade contaminadas, não cometem os seus primeiros ou repetidos deli- 
tos, pelo menos ingressam, precocemente, na luta pela subsistência, orgâ- 
nica e espiritualmente enfraquecidos. Conseqiientemente, com a predis- 
posição para os procedimentos negativos sociais. 

Na decorrência de 1938 a 1944 — que é o período de tempo que 
abrange estas pesquisas — foram apreendidos em todo o território pau- 
lista (em 247 239 km^) 11 309 menores até 18 anos de idade, de ambos 
os sexos, cabendo à Capital apenas a cifra de 2 018. 

Entretanto, a população até aquela idade, numa estimativa sôbre 
a população geral (7 890 200, no Estado de S. Paulo, para 45 300 000 em 
todo o Brasil, segundo estimativa do I. B. G. E., em 1.*^ de janeiro de 
1945), estima-se para 1 972 550. Desdobrando-se os totais para cada um 
daqueles anos, de menores apreendidos, para a Capital e Interior, temos 
as seguintes sub-somas, com as respectivas porcentagens (arredondadas) 
e os números índices correspondentes : 



CAPITAL 



Menores 
apreendidos 


ANOS 


1938 


! 1 

1939 

i i 


1940 


1941 


1 

1942 


1 

1943 

1 


1944 


! 

1 TOTAL 

] 


N." abs 


241 


1 1 
j 209 


234 


255 


í 

28fi 


■ ! 

303 


490 


1 

1 2 018 


Porcentagem .... 


12 


1 10 


12 


13 


14 


15 


20 


1 100% 


N." índice 


100 


j 87 


97 


lOG 


119 


126 


203 


1 






1 ' 












1 



Média anual 



84 



Departamento Estadual de Estatística 



INTERIOR 



! i 



1939 i 1940 

I 



1941 1942, : 1943 



1944 i TOTAL 

í 



N." abs. . 
Porcentagem 
Média anual 
N/' índice . 



I i 



1 473 ' 1 373 I 1 333 | 1 318 
16 I 15 ! 14 I 14 
100 I 93 i 90 I 89 



228 I 1 222 
13 I 13 



91 83 83 



Média anual 



1 327 



Vê-se que na Capital a linha índice obedece a uma tendência regu- 
larmente ascensional, com uma marcação mais acentuada do ano de 1943 
para o seguinte. No Interior, pelo contrário, as quedas estatísticas fo- 
ram constantes, registrando-se uma paralização nos dois últimos anos. 
Vemos que, na Capital, em 7 anos, o serviço de apreensão de menores 
material e moralmente abandonados, boa quantidade dos quais já delin^ 
quente e com antecedentes policiais, dobrou o número de apreensões 
(n.°^ inds. 203 sobre 100), depois de uma queda mínima em 1939; porém 
no Interior, o decrescimento foi constante, caindo de 16 para 13. 

Sempre os indivíduos menores do sexo masculino se fazem repre- 
sentar em maior quantidade que o do outro: na Capital, 2 para 1 e no 
Interior 3 para 1, conforme podemos observar por esta detalhação, toman- 
do o global de 7 anos: 



CAPITAL INTERIOR 

N." abs. 'A Prop. N.° abs. 'A Prop. 

H — 1 288 66 2 6 969 75 3 

M — 690 34 1 2 322 25 1 



V 

ARRANQUEMOS A CRIANÇA E O ADOLESCENTE AO 
SEU MEIO SINISTRO 

PARA CUCHE, COM REFERÊNCIA A UM DELINQUENTE DE MENOE IDADE, O 
TRATAMENTO É, ANTES, CURATIVO QUE EDUCATIVO, E PARA A. PRINS, MUITOS 
DELINQUENTES SÃO JÁ TARADOS DURANTE A FORMAÇÃO EMBRIONÁRIA 



Merece aqui ser destacado, por digno de maior atenção, um con- 
ceito de Paul Cuche, citado pela dra. Beatriz Sofia Mineiro, no seu 
magnífico comentário ao Código de Menores. Diz aquêle eminente 
sociólogo : 



A delinquência dos meno res abandonados 85 



"O primeiro cuidado que se nos impõe, quando nos achamos 
na presença de um delinquente, adulto, é o de saber se êle é um 
homem como os outros, no gôzo de tôdas as suas faculdades, ou 
se, pelo contrário, é um ser incompleto, parado no seu desenvoh i- 
mento físico e intelectual, um degenerado, um joguete de imiuil- 
sões, de um sistema nervoso desequilibrado, em uma pala\ ra: um 
anormal. A mesma preocupação nos deve dominar, ainda mais 
imperativam.ente, se é possível, quando temos a t)nta)- com um 
delinquente de menor idade. Antes de procurar que pena educa- 
dora lhe poderá ser aplicada, o mais elementar bom senso manda 
que se faça a separação dos normais e anormais, porque para os 
anormais a questão não é de educação, é de terapêutica. O trata- 
mento que lhe convém deve antes ser curativo que educativo. Essa 
precaução há de ser tida não só com os menores delinqiientes, mas 
também com todos os outros levados à presença da autoridade 
pública, para ficarem sob sua responsabilidade e guarda: os 
abandonados material e moralmente, os vadios, os vagabundos, 
os mendigos e libertinos. A experiência cotidiana mostra que 
entre essas diversas classes de infelizes crianças é avultado o 
número de anormais". 

É bem acertada essa preocupação, que devemos ter, aconselhada 
por Cuche, em se tratando de menores, conduzidos à presença da auto- 
ridade pública. A Ciência, mais que nunca, dispõe, em nossos dias, de 
elementos sobejos, ao dispor dos psiquiatras e educadores, para deter- 
minar, na criança, as suas tendências, e apontar e aplicar as medidas 
terapêuticas concentâneas, tendentes ao ajustamento da mesma ao seu 
meio social. E ainda se expressa muito bem, o mesmo autor, quando 
declara que a questão "é de educação", pois que, no limiar da existência, 
não compreendendo ainda o que seja a comunhão social, não possuindo 
nítida noção de deveres e direitos, não passa o menor, se prevarica, como 
delinquente primário que é, de um irresponsável completo e vítima de 
uma ancestralidade e de falhas do meio ambiente. 

Num Estado de serviço social progredido e chegado à maturidade 
político-social, económico e cultural, é de presumir-se que a ação pre- 
ventiva do crime deva ser iniciada nessa fase da existência dos seus com- 
ponentes, tanto quanto possível, diminuindo o trabalho da reeducação 
em massa de adultos. 

A criminalidade mfantil, ou de adolescentes, indubitàvelmente, 
tende a aumentar, como vem aumentando, em todos os países. Se não 
nos autorizassem a afirmá-lo as estatísticas, o tranqiiilo e ligeiro exame 
dos acontecimentos que envolvem o mundo moderno nô-lo indicaria clara- 
mente. O progresso, em tôdas as esferas das atividades humanas, com 
os primeiros e incontestáveis benefícios que nos traz, é uma porta, cada 
vez mais larga, perpetuamente aberta, ao cometimento do delito e das 



86 



contravenções, dos crimes por ação ou por transgressão. As nascentes 
necessidades que atropelam a vida moderna e agitada, chamando e com- 
pelindo o indivíduo à luta precoce, são dos fatôres mais terríveis das 
investidas frequentes que se cometem contra os Códigos e Regulamentos. 
Os novos processos de propaganda, as diversões hodiernamente criadas, 
as mais das vêzes aberrantes, são sugestões, cheias de explendor mas 
cheias de falsidades, para crimes que vão dos mais sutis aos revestidos 
de requintes de barbaria. A tendência para o gôzo de todos os luxos 
possíveis, outros tentáculos arrastando atos não concentâneos com os bons 
costumes, com as boas tradições firmadas, com os padrões estabelecidos 
pelas gerações. 

E que se dizer das possíveis contingências económicas? E que se 
deduzir das estravagâncias de todos os matizes, como as novas formas 
de alimentação "industrializada" e das bebidas fermentadas? Das mo- 
dernas fórmulas de liberdades domésticas, que se admitem como con- 
quistas de nossa época? 



Em que idade comete o indivíduo o seu primeiro delito? 

Deixando de parte as opiniões exageradas, parece ser cientifica- 
mente lícito admitir-se que uma criança comete o seu primeiro delito 
quando, acossada pela inata e nascente curiosidade, realiza um ato genè- 
ricamente não aprovável. É certo que as conseqiiências se lhe escapam 
à percepção, pela sua razão não formada, ou, por outras palavras, pela 
sua maneira ainda obscura de apreciar coisas e acontecimentos. Um 
menino — importa a idade — apanhando (o que podemos apreciar com 
muita frequência) um objeto de estima de sua mamãe, arroja-o ao chão 
ou o estraçalha, repeti-lo-á com outros objetos a seu alcance. Não se 
pode afirmar que êle não haja cometido um ato de caráter negativo, de 
vez que "causou um prejuízo ao meio de seu convívio". Importa a sua 
inconsciência dos efeitos, como não importa a inconsciência de um louco 
ou alucinado, adulto, que haja assassinado um homem. O fato concreto 
é que o ato negativo foi cometido ; o que se compreende, criteriosamente, 
que o infante, como o demente, é imputável, ou irresponsável, por delito. 
Mas, enérgica e metòdicamente admoestado, não voltará a repetir seme- 
lhantes atos. Noutra Imguagem: não incidirá ou reincidirá em idênti- 
cos procedimentos. 

Êsse conceito leva-nos a uma ilação lógica: não punida, a criança, 
não apenas prosseguirá na mesma conduta, mas, ainda, progredirá nela, 
tornando-se um malfeitor na idade adolescente e, certamente, um crimi- 
noso em adulto. Tal raciocínio coincide com o que sabemos acontecer 
com o adolescente, de boa família e honesto : se não admoestado e casti- 
gado, ao cometer o primeiro e inocente desvio, nêle perseverará, e virá 
desmentir, em maduro, o conceito da sua estirpe e malbaratar as esperan- 



A delinquência dos menores abandonados 



87 



ças que se depositavam no seu caráter, nos seus sentimentos, nos seus 
talentos. Virá a ser, por índole e ainda por feitio profissional, um vaga- 
bundo, um ladrão, um ocioso, um assassino. 

Daí a necessidade da repressão — melhor : educação — da crian- 
ça, nas suas primeiras idades. "A adolescência — disse um autor — é a 
vida cujo começo se prolonga por mais alguns anos, desde que a infância 
finda. A sua situação, não deixa, porisso, de ser semelhante à da infân- 
cia, no caso de abandono". 

Num estudo, porém, tal como o presente, o que interessa são os 
problemas das crianças e adolescentes abandonados, cuja criminalidade 
■ — mesmo no caso dos defeitos hereditários em tempo não percebidos e 
corrigidos — é o resultado dos desvios morais dos adultos, os maiores 
culpados da vida pregressa dos descendentes delinquentes. 

"As crianças são a vida que começa — fala-nos com melan- 
cólico acento o proclamado jurista A. Prins. Porém as crianças 
de quem nos temos que ocupar na Justiça são a vida dos "bas- 
fonds", SL vida que se desenvolve na miséria, no alcoolismo, nas 
violências, nas mansardas sem ar e sem luz. Essas crianças são 
portadoras de taras que provêm dos antepassados remotos ou de 
seus pais. Elas já são taradas durante a formação embrionária, 
taradas na escola, na oficina, no presídio. Quando elas se trans- 
formam em homens, êsses seres humanos adultos são portadores 
de taras fisiológicas e psicológicas. E quando êsses homens ou 
seres humanos cometem crimes, eu compreendo a cólera ou in- 
dignação que isso nos causa. Mas devemos recordar-nos de que 
tínhamos para com as crianças um dever sagrado que deixamos 
de cumprir. Imitemos, portanto, a Inglaterra e os Estados Uni- 
dos : arranquemos essas crianças ao seu meio sinistro, colocando-as 
num meio sadio. Façamos com que .elas respirem um ar de bon- 
dade, de justiça e de humanidade e esforcêmo-nos por lhes dar 
uma alma. Se elas não a têm, é porque, quando ainda se encon- 
travam no berço, nada fizemos por elas". 

É realmente, duro confessar que certos indivíduos já tenham a 
predestinação ao crime quando ainda na ante-câmara da vida, se felizes 
forças fortuitas, venturosas incidências não venham modificar-lhes o 
curso das atitudes. * 

Diz o professor Cândido Mota: 

"Os pais não têm o direito de impedir, de qualquer forma, 
a educação dos filhos. Se o fazem por ignorância ou má com- 
preensão dos seus deveres, o Estado intervém, com tanta auto- 
ridade como quando protege a pessoa e a propriedade dos filhos, 
regulando as relações de direito entre êstes e aquêles na prestação 



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Departament o Estadual de Estatística 



de alimentos, no casamento, na sucessão, etc, institutos todos em 
que se vê elevada acima da autoridade doméstica a autoridade 
tutelar do Estado. 

Ninguém fêz melho}' falar um filho, invocando os seus 
direitos, do que G. Guerzoni, de quem são estas eleqiientes frases: 

"... lo lio il diritto che voi, parenti, che mi gettaste nella 
vita, mi insegniate a vivere, a couoscere, a giudicare; mi addes- 
triate a scegliere il cammino delia virtú, delFonore, delia felicitá 
ed a fuggire quello dei vizio e delFabbiezione ; mi apprendiate a 
leggere sí nel libro delia scienza che in quello delFesperienza il 
códice dei miei diritti e dei miei doveri, e in me quelli dei miei 
simili, fino al giorno in cui, rischiarato da questa prima luce, mu- 
nito di questo viatico, io possa scegliere liberamente la mia via, 
acquistare intera la coscienza e la responsabilitá dei miei atti, gua- 
dagnare colle mie forze il mio posto nella vita. . . 

Se i miei parenti mi lasciano, volenti o impotenti, languire 
dalla fame dei corpo e brancolare nelle tenebre dello spirito, io 
fanciullo, alzo la mia voce e grido a voi, societá, a voi, leggi, a voi, 
governo : diffentemi ! i miei diritti sono violati e la natura é offesa 
in me, piccolo; la umanitá é calpestata in me, impotente; in me, 
membro dei vostro consorzio, figlio delia vostra cittadinahza : 
difendetemi, o guai a voi! La mi ignoranza sará la vostra perpe- 
tua insidia. Io ingrandiró nella mia notte; e apena la mia mano 
sia destra a carpire, mi vendicheró dei vostro oblio col furto; 
appena il mio braccio sia forte a colpire, vi pagheró dei vostro 
abbandono colFassassinio". 

(L'Istruzione Obbligatoria in Itália, nella Nuova Anto- 
logia). 



OS MENORES APREENDIDOS OU DELINQUENTES COM 
ANTECEDENTES POLICIAIS 

o POR QUÊ DA IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA INCIDÊNCIA OU REINCIDÊNCIA 
DELITUOSA DO INDIVÍDUO. Raymond, Sigíielií. Angiolella E SEUS CRITÉRIOS 
SÔBRE HEREDITARIEDADE E ATAVISMO. UMA TABELA ESTATÍSTICA EXPRESSIVA 

Desde que, com os progressos das pesquisas da Antropologia, os 
sintomas patológicos dos criminosos foram constituindo, gradativamente 
mais, precioso material científico para o estudo subjetivo do delinquente; 
e desde que se veio a dar às influências do meio ambiente uma soma 
mais ponderável de consideração na condução do indivíduo ao crime — 
a questão da incidência ou reincidência no delito ou delitos impoz-se a 
u'a maior atenção dos criminalistas. E' certo que o autêntico delin- 
quente — que tanto difere do criminoso ocasional ou por causas fortui- 



89 



tas é sempre portador de falhas ou depressões orgânicas ou psíquicas 
que o precipitam ao ato delituoso mal seja êle acicatado por uma influ- 
ência exterior, seja essa uma provocação banal, seja o álcool, seja aquilo 
a que chamamos "a ocasião faz o ladrão". Entretanto, determinando-se, 
com a clareza possível, nos casos de incidência ou reincidência a causa 
preponderante, ou as causas confluentes e precipitantes ■ — intrínsecas 
ou extrínsecas — , se contará com maiores probabilidades para o êxito 
de neutralizá-las, senão aboli-las. 

Isto se conseguirá, num caso, submetendo o delinquente a cura- 
tivos especiais, começando pela sua segregação; no segundo, tentando-se 
eliminar as causas exteriores, ambientes, mais inteiramente de caráter 
social: o pauperismo, o desemprêgo, a abusiva venda de bebidas ine- 
briantes, a estafa que debilita e enerva. 

Na questão da permanência delinquescente, dos antecedentes poli- 
ciais-criminais e judiciários, nas suas pesquisas de causas, a Endocrino- 
logia está habilitada a prestar relevantes serviços. 

=1: * 

No estudo da delinqiiescência infantil e de adolescentes é de suma 
relevância reparar nos antecedentes policiais-criminais dos mesmos. 
Quando Paul Cuche nos recomenda a máxima preocupação quando temos 
a trata?' com um delinquente de menor idade, não nos temos apenas que 
lembrar que possam ser anormais ou tragam taras hereditárias, para 
serem segregados dos menores normais. Devemos reparar para a massa 
dos delinquentes já com antecedentes policiais, porque reincidiram ou são 
viciados, na iminência, pois, de ingressar definitivamente na senda do 
crime. 

Os menores apanhados em estado de embriaguez ou vício, na quase 
totalidade das vêzes não se encontram em tal estado eventualmente, mas 
são criaturas que estão repetindo o mesmo ato condenável, e, assim, 
moralmente abandonados, prestes a se viciarem em definitivo. Natu- 
ralmente, 

a) tiveram pais viciados e tornaram-se viciáveis, cometendo o 
êrro logo que nêles atuaram os primeiros imperativos e se 
lhes apresentaram as primeiras oportunidades; 

b) cercaram-se de um péssimo ambiente, seja no lar incapaz 
ou negligente, seja na rua, em meio às convivências incon- 
venientes. 

O certo é que se acham em incidência viciosa e só a segregação 
do meio os pode salvar, mediante um tratamento especial. 

Em tal situação se encontram os com antecedente policial. O registo 
estatístico-policial constata que êsses antecedentes policiais não são tão 
somente por embriaguez ou alcoolismo, mas por desordem (em 1942, tive- 
mos, em tal situação, 27 homens e 27 mulheres menores), insultos, ofensas 



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Departamento Estadual de Estatística 



e provocações, desobediência às autoridades, escândalos, pequenos furtos 
e outras naturezas de delinquência primária. 

No ano de 1942, encontramos com antecedentes policiais 186 indi- 
víduos (dos quais 32 mulheres), portanto representando mais de 53% do 
total anual, 348. 

E devemos reparar que ncs três últimos anos os com antecedentes 
policiais não integram parcelas pequenas, com relação ao Interior; repre- 
sentam, mesmo, as mais das vêzes, mais de 50% do total dos apreendidos 
pela Polícia Civil e rubricados em vícios e com antecedentes policiais. 

A reincidência ou incidência, em delitos ou contravenções, signi- 
fica que o indivíduo tende a estabilizar a sua tendência para o crime, 
para tornar-se, talvez, o grande e permanente criminoso quando adulto. 

O quadro que adiante inserimos pode dar-nos a visão dessa som- 
bria perspectiva. 



MENORES DETIDOS POR EMBRIAGUEZ OU VICIO, E COM 
ANTECEDENTES POLICIAIS 



Na Capital 



No Interior 




,-n,;,u2Jâ:t ÍIt '^"'""^ Interior, a partir de 1942, ao lado. aparece uma segunda coluna. Refere-se, 
ii r^Iíí^v ^i''.- 1 ''f'^ antecedeiites policiais, além dos que constam nas outras duas. que se refe- 

n a menores detidos em estado de embriaguez ou viciados, ou apanhados em pequenos delitos. 



A delinquência dos menores abandonados 



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A hereditariedade foi, por algum tempo, pelos ferrenhos sectários 
e defensores dêsse "processus" de transmissão, exageradamente acusada 
de cooparticipante na génese e aumento da criminalidade (Raymond). 

A hereditariedade como bem exprime Evaristo de Morais, — "é 
a lei pela qual os ascendentes transmitem a seus descendentes particulari- 
dades de organização e aptidões normais ou mórbidas". 

O mesmo criminalista e sociólogo patrício, citando Raymond, da 
Faculdade de Medicina de Montpellier, aceita, com relação às caracterís- 
ticas fundamentais da hereditariedade: a hereditariedade anatómica, 
pela qual se transmitem os caracteres exteriores dos pais e de sua famí- 
lia, as particularidades de forma e de estrutura, e que faz com que o filho 
se pareça com ura dos pais: a hereditariedade fisiológica, que faz com 
que as aptidões fisiológicas sejam as mesmas, que os órgãos funcionem 
de igual maneira no gerador e no produtor, que as secreções, e, inversa- 
mente, as perturbações dessas secreções sejam idênticas; e a hereditarie- 
dade psicológica, ligada à prescendente, que determina o funcionamento 
cerebral da mesma maneira no pai e no filho, e de tal forma que em um e 
outro se encontrem os mesmos instintos, as mesmas qualidades intelec- 
tuais e os mesmos defeitos", (La herédité morbide, 1905, págs. 2-3). 

Parece não haver dúvida quanto aos princípios que regem os fatos 
da hereditariedade. O dr. Francisco Chaillouse, discursando, em 1900, 
no Congresso Internacional de Psicologia, abordou .a questão dos "fatôres 
da viciosidade moi-al", pondo em saliência o processus da transmissão, 
seja de enfermidade material, seja de enfermidade moral. Parodiando 
a feliz expressão de Petter de que não se nasce tuberculoso em virtude 
de se possuir pai ou pais com antecedentes tuberculosos, mas se nasce 
tuberculizável, opina Chaillouse ser certo, do mesmo modo que não se 
nasce viciado, mas viciável, ou mesmo com acentuada aptidão para o vício. 
Se para um indivíduo com tal aptidão, com tal capacidade, com tal ten- 
dência, basta o contágio do meio, um agente provocador, para favorecer 
a irrupção, a vitória do vírus incubado, trata-se da atuação, sôbre o 
indivíduo, do meio de que se faz cercar e a cujas tendências não sabe, 
ou não pode reagir. Em verdade, o indivíduo que não seja visivelmente 
normal, que "não seja dotado de um caráter adamantino", como deseja 
e se expressa Sighele, enfim, o portador de taras ou psicoses, não passa 
de um campo de incubação do vírus do crime. Êle sendo um predisposto, 
como a quase totalidade dos alcoólatras inveterados, apenas aguarda ser 
incitado por um agente provocador externo — para dar consumação ao 
delito. 

Não por outra causa senão por essa é que, frequentemente, somos 
surpreendidos por acontecimentos como êste: um cidadão que conhecía- 
mos honesto, sem falhas na vida, aparentemente equilibrado, comete um 
deslise, uma falta mais ou menos grave. Não se trata, aqui, de casos em 
que o cidadão delinque por fôrça das circunstâncias, como, caracteristi- 
camente, nos casos de legítima defesa. Porém é certo que existem os 



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casos — e êsse é aquêle cujo testemunho invocamos — em que, premido 
por influências como a do álcool, por um insopitado arrebatamento, uma 
inconcebível e momentânea falta do próprio controle, leva, êle,.a efeito, 
um delito de que nos constrangemos emprestar-lhe a putabilidade. 

Podem-se citar incontáveis dêsses fatos. Os anais dos Tribunais 
estão repletos dêles, processos em que os patronos da defesa, para a 
absolvição dos seus clientes, clangorosamente invocam um passado ho- 
nesto, os atributos pessoais de honra, de correto trabalhador, de èxem- 
plar chefe de família dos mesmos. 

Com relação aos menores, seria da máxima conveniência — como 
predicam os sociólogos, os pediatras — que cada família, os professores 
nas escolas, por meio da constante observação e de um cuidadoso serviço 
de triagem, procurassem descobrir, conhecer e determinar as más ten- 
dências dos infantes, com o escopo de procurar corrigi-los e evitar, aos 
mesmos, males futuros. 

Ao passo que uma sociedade evolui, vão, nela, aparecendo, fatal- 
mente, novas formas de delitos, senão delitos de gravidade, dos de sangue 
pelo menos os a que denominamos de "contravenção", "dolo", etc. 

SiGHELE, expondo-nos o seu ponto de vista sôbre os crimes da 
sociedade moderna, diz-nos que êles são cometidos por atavismo ou por 
evolução. Os menores, e muito mais os adolescentes, são sensivelmente 
sugestionáveis à prática dos últimos, pois não passam de frutos precoce- 
mente amadurecidos de uma sociedade em que a ousadia, mal compreen- 
dida, a audácia para vencer na vida é compreendida como um dos mais 
profícuos atributos pessoais. 

Dêste modo faz-nos o proclamado criminalista italiano a quem 
LOMBROSO chamava o seu "discípulo amado", a síntese da sua concepção : 

"Assistimos, na realidade, e talvez sem ter clara consciência 
do que vemos, à formação paralela de duas formas de criminali- 
dade: a criminalidade atávica, retorno de certos indivíduos cuja 
constituição fisiológica e psicológica. é enfermiça, aos meios violen- 
tos na luta pela vida, e suprimidos para sempre pela civilização: 
o homicídio, o roubo e o estupro; e a criminalidade evolutiva, que 
é igualmente perversa e que o é talvez mais na intenção, mas que 
é muito mais civil em seus meios, pois que ela substituiu a força 
e a violência pela astúcia e pelo dolo". 

SiGHELE comenta, quanto ao primeiro tipo de criminalidade, que 
há poucos indivíduos fatalmente predispostos para nêle figurar; no se- 
gundo, podem-se encontrar muitos, todos quantos "não possuem um cará- 
ter adamantino, capaz de resistir às influências raalsãs do meio exte- 
rior". A primeira é um relêvo hereditário das épocas que precederam a 
nossa; a segunda é um produto da civilização. E, em nossa época, elas 
coexistem : a criminalidade do passado e a do futuro. Hoje, em face do 



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assassino nato que mata com indiferença e que não tem horroi,' ao sangue ; 
em face do ladrão nato que força os cofres; em face do estupi-ador de 
meninas inocentes, — temos os tipos mais aristocráticos, mais civilizados, 
que matam moralmente, que furtam milhares ou milhões sem recuar um 
móvel e sem abrir uma porta; que seduzem e abandonam raparigas sem 
ter recorrido à violência material ; indivíduos que, como eu já dizia há 
pouco, mudaram a luta pelos músculos em uma luta pelo cérebro e que, 
não tendo naturalmente, a triste coragem da ferocidade e da brutalidade, 
têm, contudo, a triste prerrogativa da velhacaria e da astúcia. Esta dife- 
rença entre as duas formas de criminalidade tinha sido entrevista e inci- 
dentemente notada por alguns escritores desde os primeiros ensaios esta- 
tísticos judiciários e da aplicação do método experimental à sociologia". 
— ("Psicologia des sectes", págs. 13 a 16 — citado por Cândido Mota, 
págs. 15 e 16 de "Classificação dos Criminosos"). 

Êste pensamento do grande criminólogo italiano encontra a 
mais cabal, melhor e mais clara demonstração nos nossos dias, com o refi- 
namento da civilização. O crime, ou antes a sua execução, o processo da 
sua efetivação, teve uma fôrça de evolução paralela a todos os progressos 
da técnica moderna, em todos os campos de atividade humana. O noti- 
ciário dos jornais diários, as novelas das revistas policiais norte-ameri- 
canas, os filmes cinematográficos, todos êles com requintes de detalhes e 
ensinamentos em tôrno dos crimes misteriosos, dão-nos a estampa viva, 
ressaltada, colorida, do progresso alcançado pelos delinqíi entes de hoje, 
na realização de seus atos. 

Os adolescentes são as maiores vítimas dessas exposições. Se são 
portadores de taras, que permanecem adormecidas como profundos resí- 
duos da sua formação bio-psíquica, e se entregam à sistemática leitura 
dos folhetos policiais e das notícias policiais das folhas, encimadas por 
estapafúrdicas "manchetes", e à apreciação das "cintas" dos cinemas, re- 
cheiadas de episódios sensacionalistas, fatalmente terão essas mesmas 
taras de ser trazidas à tona de sua conduta diária, despertadas, manifes- 
tas em atos, mal a oportunidade se lhes apresente propícia. 

Se criaturas venturosamente não portadoras de depressões here- 
diárias, não filhos ou descendentes de pais ou antepassados viciados, cri- 
minosos profissionais, acontece que podem deixar-se levar pelo gôsto das 
aventuras, a princípio inocentes, fúteis, mas sempre em perigo de agra- 
var-se, porém -um dia, traduzidas em atos reprováveis. 

Diante de tais e tantos elementos deteriorantes do caráter dos ado- 
lescentes, que a nossa civilização tem criado, que se adquirem com algu- 
mas pequenas moedas, sem dúvida que há de aumentar a massa das peque- 
nos delinqiientes, dos delinquentes primários. O que é de causar angústia 
aos homens que se preocupam com os problemas de profilaxia social é 
que, com tudo isto, ao envez de se conseguir a regeneração dos rapazes 
que demonstraram tendências para o crime, prevaricaram e reincidiram, 
vêmo-nos diante desta contristante encruzilhada : outros, de bons ante- 



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Departament o Estadual de Estatística 



cedentes de família, de demonstradas aptidões morais, vêm crescer, en- 
grossar, a multidão dos primeiros, dos criminosos precoces e, se não 
sopitada a tempo a condenável tendência, virão a constituir-se os grandes 
delinqiientes de amanhã. 

Com todas as reservas que se possam fazer, a lei da transmissão 
hereditária impõe-se, entretanto, firma-se-nos, dia a dia, como um vasto 
campo a enriquecer a Ciência com novos e preciosos elementos para 
observação, estudos e conclusões. Ao seu categórico não fogem famílias 
e raças, que alcançam a derradeira degeneresção, quando essa não encon- 
tra, para conter a sua marcha, fatôres capazes de neutralizá-la. As 
gerações de epiléticos, nevropatas, histéricos, alcoólicos, etc, são os de- 
graus negros que marcam o fim. 

Bouchard e Charcot ofereceram-nos, através de meticulosas e 
honestas dem.onstrações, como a sífilis, a tuberculose, a gôta, o ópio, etc, 
se transmitiram, dando lugar ao aparecimento de nevropatas e débeis 
mentais. A delinquência é fruto, bem numerosas porções de vêzes, dessa 
transmissão enfraquecedora orgânica e, moralmente, sendo o cérebro o 
organismo mais fácil de ser afetado. Deixando de lado a parte em que, 
com certa técnica, Angiolella (Manuale de Antropologia CHminale, às 
págs, 89 e seguintes) nos explica o processo da transmissão, vejamos o 
que nos fala no setor que toca à delinqiiência : 

"A tendência a delinqiiir, estando em relação, principal- 
mente, com as anomalias do modo de funcionar do sistema nervoso, 
e, sobretudo, do cérebro, é, em muitíssimos casos, transmitida 
hereditàriamente ; mas o que se transmite não é sempre a tendên- 
cia delinqiiente, mas sòmente a degeneração orgânica e nervosa. 
Quer dizer que nem sempre os delinquentes são filhos de delinquen- 
tes; há dêstes casos, na verdade, e não são raros, mas existem 
muitos outros em que a transmissão não é assim direta, e, entre os 
pais dêsses indivíduos, chegamos a encontrar, não delinquentes, mas 
epilépticos, histéricos, loucos, alcoólicos, simples desiquilibrados, 
fracos de espírito, etc. Em suma, podemos encontrar todas aque- 
las classes de indivíduos que entram no grupo dos degenerados, 
tôdas as nuances da degeneração. A hereditariedade é, pois, um 
elemento e um fator importante na génese do caráter do delin- 
quente, não sòmente como hereditariedade longínqua, atavística, 
segundo a teoria lombrosiana, mas também como hereditariedade 
próxima e quase direta, entendida, porém, nesse sentido, isto é, não 
de hereditariedade de delinquente, mas degenerativa". 

Aproveitemos esta confirmação de Evaristo de Morais: 

"Não se pretende sustentar que, sejam quais forem as con- 
dições do meio e da educação, todos os filhos de criminosos tenham 
de ser, necessariamente, precoces criminosos; não se afirma que 
hereditariedade exerça, por si só, ação fatal, incoercível, inelutável, 



A delinquência dos menores abandonados 



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insuperável, que seja fator exclusivo de criminalidade. Concebe a 
Ciência por outra maneira, a transmissão física e psíquica dos 
antecedentes aos descendentes, e a ninguém é lícito, no estado 
atual dos conhecimentos humanos, negar essa influência da here- 
ditariedade". 

Toulouse aceita e proclama estas duas categorias de fatôies: 
faiôres individuais e fatôres sociais. 

Fatôres sociais: incluem-se aqui, todos os fatos ou acontecimen- 
tos que entrosam a existência social, o meio, uns tendo um caráter de 
penetração profunda na organização social, tais como a questão econó- 
mica, a situação do trabalho, etc. ; outros, mais superficiais, talvez 
reflexos ou complementares daqueles, tais como sejam as criações e ino- 
vações frequentemente introduzidas na vida da coletividade. 

Fatôres individuais: são vários, mas, entre êles, sobressai o de 
hereditariedade, pela sua poderosa atuação. 

Sob o guante da predisposição hereditária depressiva, o adoles- 
cente é fácil prêsa nas garras dos fatôres negativos do meio ambiente, 
nesta sociedade moderna em que mais recrudesce, dentro de mais curtos 
ciclos de anos, a luta da vida pela vida, na qual êles tomam prematura- 
mente parte relevante; porque são cercados por numerosos motivos de 
negatividade espiritual e moral; mas, notadamÊute, como diz André 
LUROLOT, em "Crime et Societé", — "são os adolescentes sujeitos a emo- 
ções mais vivas que os adultos; a alegria e ódio, o ciúme e a cólera são, 
nêles, particularmente mais intensos". 



estatística 

DO 

COMÉRCIO DO PORTO DE SANTOS 



Comércio Exterior (Importação e Exportação) 
Janeiro a Maio de 1946 
Janeiro a Junho de 1946 
Janeiro a Julho de 1946 

Comércio Interestadual (Cabotagem) 
Janeiro a Maio de 1946 
Janeiro a Junho de 1946 
Janeiro a Julho de 1946. 



I 



Comércio Exterior pelo Pôrto de Santos 
IMPORTAÇÃO 

Janeiro a maio de 1946 



Quadro N. 1 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


nnnn/nnoQ 

UUUU/ UUj J 




V>JLii\ooI^ 1 i^nimalS VIVOS, 


67 512 


3 128 141 


0039 




Aves domésticas (1) ou para aU- 












229 


11619 


0051 




Gado vacum para reprodução (2) 


63 93j6 


2 663 335 


0053 


— 


" cavalar para reprodução (3) 






00G3 


— 


" " para qualquer ou- 






















3 347 


453 187 


0100/3999 




CLASSE II — Mãtérias-prímas: 




00/ 105 /D9 


0100/0999 




De origem animal , 




26 404 335 


0100/99 


— 




64 128 


18 982 344 


0160/1 


— 


Pêlos de coelho, castor e seme- 












61 935 


18 799 104 










1 SQ O/frt 
loo 


0200/99 


— 






186 351 


0300/99 


— 




17 336 




0500/99 


— 


Peles e couros, em bruto . 


47 338 


o3» Soo 


0600/99 


— 


Peles e couros, preparados ou cur- 












UO Duo 




0692 




Camurça, marroquim e semelhan- 












2 330 


351 822 


0698 




Peles e couros tintoy, engraxados. 












11839 


2 234 697 






Não especificados . 


9 494 


2 113 807 


0700/99 










0800/99 






21 870 


821 033 


0900/99 




Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as indústrias 


12 337 


456 047 


1000/1999 






29 213 515 


85 466 264 


1000/99 




Vegetais próprios para medicina, 










indústria e outros usos 


338 785 


11 484 981 


1054 






192107 


9 697 950 


1091 




Batatas para plantio .... 












146 678 


1 787 031 


(1) 


66 


Cabeças. (2) 204 Cabeças. (3) — Tabeças. 







100 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 







MERCADORIAS 




Quantidade 
em quilos 


valor a bordo no 
pôrto de Santos 


1100/99 


- - 




6 057 


88 878 


1200/99 




Fibras e matérias filamentosas. 










exclusive as têxteis .... 


116 224 


796 608 


1279 


_ 


Palha para vassouras e fins seme- 










lhantes 


86 697 


419134 


1294 










■ _ 


1296 





Pita 


20 020 


235 697 






Não especificadas 


9 507 


141 777 


1300/99 


_ 


Corpos graxos 


14 942 


127 204 


1500/99 






428 534 


1 978 048 


1600/99 




Sementes, bagas, grãos, frutos e 










semelhantes 


1 903 886 


5 473 696 


1674 


_ 


Sementes de linho ou linhaça . 






1697 




Sementes, ba^as, grãos, frutos e 




/ 






semelhantes para a agricultura 


591 108 


2 727 548 






Não especificados 


1 312 778 


■i /4D 14o 


1800/99 




Outros produtos 


7 146 849 


1 Q QTI Q1 Q 


1855 




Goiua-laca 


112 999 


2 2dU OáO 


1857 




Resina negra de pinho ou breu . 


2 810 751 


1 1 1 Q/( ROO 
11 lo4 0^0 






Não especificados 


i ooQ nqq 


r CAÍÍ OCA 

5 oOo 850 


1900/99 


_ 


Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as indústrias 


19 258 238 


46 644 936 


1963 





Extrato de quebracho .... 


167 096 


532 023 


1990 


_ 


Acetato de celulose 


146 867 


2 591 126 


1991 


_ 


Celulose para fabricação de papel 


18 621 758 


40 608 355 








322 517 


2 913 432 


2000/2999 




De origem mineral 


446 106 764 


ITÍ QQQ 9QQ 


2000/99 




Pedras e terras 




7 326 628 






Alabastro, mármore, pórfiro e pe- 










dras semelhantes 


J. Uoa UD<5 


1 457 360 


2082 




Criolito 


68 257 


39d 094 






Não especificadas 




5 473 174 


2100/99 




Minerais preciosos, semi*preciosos 










e raros 


16 292 


Q 1 Qâ K9'í 


2100/29 


_ 


Ouro, platina e prata, em bruto 












16 284 


7 945 314 


2160/9 




Pedras preciosas .... 










Não especificados . . . . . 


8 


254 217 


2200/99 




Minérios metálicos .... 


1 243 666 


1 452 808 


2300/99 




Combustíveis, óleos e matérias be- 












333 038 371 


123 525 752 


2300/9 




Asfalto ou betume .... 


1 154 144 


993 048 



Comércio do Pòrto de Santos 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



2321 

2322 

2323 

2341 
2353/4 
2356/2357 

2363 

2365 

2368 



2400/99 — 

2411 — 

2413 — 

2415 — 

2431 — 

2433 — 

2435 — 

2440/9 — 

2490 — 

2500/99 — 

2500/9 — 

2510/9 — 

2522 — 

2525 — 

2520/9 — 

2560/9 — 

2570/9 — 

2585 — 

2580/9 — 

2600/99 — 

2600/9 — 

2670/9 — 

2700/99 — 

2720/4 — 



Carvão de pedra 

Briquêtes 

Coque 

Petróleo em bruto ou cru . 

Gasolina 

"Fuel-oil" e "Diesel-oil" . 

Querosene 

Óleos refinados lubrificantes . 
" para transformadores e ou- 
tros aparelhos elétricos . . . 

Não especificados 

Ferro e aço 

Ferro em barras, vergalhões e ver- 
guinhas 

Ferro em tiras 

" " lâminas ou placas 

Aço em barras, vergalhões e ver- 
guinhas 

Aço em tiras 

" " lâminas ou placas . 

Aços especiais 

Cantoneiras, tês e semelhantes . 

Não especificados 

Outros metais de uso corrente . 

Chumbo em bruto ou preparado . 

Estanho em bruto ou preparado . 

Cobre coado ou fundido 

" laminado ou martelado . 

" em bruto ou preparado, n. e. 

Latão e outras ligas de cobre em 
bruto ou preparado .... 

Ligas especiais de metais de uso 

corrente 

Zinco em lâminas ou placas . 
Zinco, em bruto ou preparado, n. e. 

Não especificados 

Metais de uso especial .... 
Aluminio em bruto ou preparado . 
Niquel em bruto ou preparado . 

Não especificados 

Metalóides e vários metais . 
Enxofre 



173 224 122 

4 681 413 
10 259 518 
53 492 002 
72 996 601 

8 517 193 

0 355 784 

1 Õ40 087 
817 447 

41 873 895 

668 126 
404 633 

2 268 804 

7 102 842 

5 996 877 
18 965 214 

30 401 
4 773 675 
1 (i63 323 
16 611001 
4 088 882 

3 169 712 
231 437 

6 535 912 

863 256 

182 428 
11 251 

115 685 
1 412 438 

704 751 

619 262 
71 967 
13 522 

7 585 877 
7 530 227 



3 702 479 

4 726 532 
35 906 164 
20 890 823 

4 432 477 
17 322 178 

509 152 
2 571 024 

95 521 100 

1 472 039 

1 112 859 

4 880 577 

17 686 421 
15112 041 

40 428 718 
221 476 

9 225 825 

5 380 544 

96 870 858 
14 774 584 

17 551 626 

2 483 732 

41 847 093 

6 837 235 

2 235 136 
59 326 
462 785 
10 619 341 

7 336 175 

5 325 280 
1 267 987 

742 908 

6 179 631 
5 063 918 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 






55 650 


1 115 713 


2800/99 




39 126 107 


22 355 894 


2855/6 




39 041 573 


22 071 614 






84 534 1 


284 280 


2900/99 


— Matérias-primas e preparações não 








classificadas para as indústrias 


1 663 177 


7 164 916 


2911 


— Alvaiades de titâDio e outros . 


433 006 


1 843 174 


2980 




178 848 


271 184 






1 051 323 


5 050 558 


3000/3399 




5 571 029 


53 497 743 


3000/3199 




4 825 286 


39 897 754 


3000/99 


— Algodão em bruto ou preparado . 


70 403 


12 931 865 


3064 


— Algodão em fio para bordar, co- 








ser, croché, tricô e semelhantes 


16 539 


3 835 330 


3066 


— Algodão em fio para tecelagem . 


53 864 


9 096 535 









— 


3100/99 


— Cânhamo, juta, linho e outras fi- 










4 754 883 


26 965 889 


3100/19 


Cânhamo era bruto ou preparado . 


136 897 


■ 1 665 232 




— Juta em fio para tecelagem . * 


— ■ 


— 


3131 




4 481 087 


21 410 315 


3140/3159 


— Linho em bruto ou preparado . . 


136 899 


3 890 342 




Outras fibras vegetais, n. e. . . 


— 


— 


3200/99 




701 741 


12 793 959 


3206 


Lã era fio para tecelagem . 


2 298 


246 806 


3221 




619 134 


10 405 721 


3200/29 




80 309 


2 141 432 


3256 


— Sêda em fio para tecelagem . 






3264 


— Borra de sêda em fio para bordar, 








coser e usos semelhantes . . 






3266 


— Borra de sêda em fio para tece- 














3250/79 










Outros têxteis de origem animal, 






3300/99 


— Têxteis sintéticos . . . • 


44 002 


806 030 


3356 


— "Rayon", viscose e semelhantes 








em fio para tecelagem . . . 


1126 


66 753 


3350/79 


— "Rayon", viscose e semelhantes 








em bruto ou preparados, n. e. 


42183 


633 262 




Outros têxteis sintéticos, n. e. . 


693 


106 015 


3400/3999 


— Sintéticas e outras matérias-primas 


2 406 311 


40 864 124 



Comércio do Pôrto de Santos 



103 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



^ . , , Valor a bordo no 

Quantidade pôrto de Santos 

em quilos i 

I Cruzeiros ■ 



3400/99 — Matérias plásticas ou resinas sin- 
téticas 

3432 — Celulóide ........ 

Não especificadas 

3900/99 — Matérias-primas e preparações não 
classificadas para as indústrias 
3910/9 — Anilinas e semelhantes .... 

3922 — Tintas para impressão .... 
3924/6 — " preparadas a óleo . . . 

3920/9 — " n. e 

3957 — Sabões, sapólios, e semelhantes 

para a indústria têxtil . 
3973 — Essências para perfumaria . . 
3976/7 — Perfumes sintéticos e resinaromas 
ou fixadores de perfume 
3995 — Graxas lubrificantes consistentes e 

complexas 

Não especificadas 

4000/4999 — CLASSE III — Géneros alimen- 
tícios 

4000/99 — Bebidas 

4020 — Bebidas amargas, aperitivas e 

quinadas 

4028 — Uísque . 

4020/9 — Bebidas alcoólicas, n. e. . . . 
4071/2 — Vinhos comuns de mesa . . . 
4074/5 — Champanha e semelhantes . . 
4076 — Vinhos Ucorosos ou de sobremesa 

Não especificadas 

4100/99 — Cereais, legumes e seus produtos 

4107 — Trigo 

4130/9 — Legumes frescos ou secos . . . 

4177 — Farinha de trigo 

4184 — Malte ou cevada torrefata . . . 

Não especificados 

4300/99 — Frutas de mesa e seus produtos . 

4300 — Amêndoas 

4304 — Castanhas . .- 

4306 — Nozes 

4324 — Maçãs 

4326 — Peras 

4327 — Pêssegos 



393 996 

2 002 619 
171000 
114 521 
344 230 
58 940 

30 679 

7 766 

16 320 

228 989 

1 030 174 

95 706 521 

2 257 654 

57 958 
44 433 
84 670 

1 850 713 

25 789 
171 798 
22 293 
81 378 967 
15 637 729 
3168 
59 340 681 

3 155 829 
3 241 560 
8 456 689 

22 315 

8 750 
72 560 

2 963 835 
2 645 212 

218 236 



104 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
porto de Santos 


4328 


— 




750 239 




4350 






731 878 


7 848 81 fi 


4360/69 


— 


Frutas sêcas ou passadas . 


715 191 


3 928 469 








328 473 


1 891 761 


4400/99 




Outros produtos vegetais 


2 366 478 


17 492 601 


4440/9 






115 294 




4468 






45 152 


2 829 451 


4480 


— 




1 179 925 


9 865 865 








1 026 107 


2 670 683 


4500/99 




Produtos de matadouro e caça 


43 766 


1 604 273 


4600/99 






856 855 


10 278 650 


4643 






637 603 


6 403 124 


4666 


— 


Sardinhas em conserva 


9 850 


102 004 


4630/69 


— 


Peixes em conserva, n. e. . . . 


198 778 


3 626 911 








10 624 


146 611 


4700/99 


— 


Outros produtos animais 


84 413 


1 460 676 


4712 


— 




60 354 


1 122 213 


4710/49 


— 


" e outros laticínios, n, e. . 


23 744 


325 016 






Não especificados . . .• 


315 


13 447 


4800/99 


— 




162 719 


2 050 090 


4900/99 


— 


Produtos alimentícios p.* animais 


98 980 


132 594 


5000/9999 


— 


CLASSE IV — Manuf aturas: 


Ifilí *>77 


1 flAA fi7d 77ft 


5000/5999 


— 


De matérias-primas de origem 














9 Qfií^ 97*> 


5100/99 


— 




31 


0 í 0 uúX} 


5200/99 


— 




17 


5 483 


5300/99 


— 








5600/99 


— 




8 154 


1 683 863 


5647 


— 


Tiras de couro para chapéus . 


3 738 


465 507 








4 416 


1 218 356 


5700/99 






— 


— 


6000/6999 




De matérias-primas de origem ve- 












9 986 843 


45 325 216 


6000/99 




De cascas e de outras partes de 












145 151 


2 792 545 


6013 




Rolhas ou discos de cortiça . . 


140 389 


2 572 385 






Não especificadas 


• 4 762 


220 160 


6100/99 




De caules não lenhosos .... 


1 


20 


6200/99 




De fibras e matérias filamentosas, 










exclusive as têxteis . . . . 


7 619 


238 552 



CoTiiévcio do Pôrto de Santos 105 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


6247 




Tranças e obras semelhantes para 










confecção de chapéus e outros 












1()9 


33 336 






Não especificadas 


7 -15(1 


205 21G 


6500/99 






72 947 


2 232 412 


6567 




Acessórios para máquinas de in- 










dústria têxtil . . . . . 


25 564 


1 OUO /.)() 


6591 




Carretéis ou tubos para enrolar li- 






















47 383 


7*^3 662 


6600/99 




Papel 


9 603 575 




6612 




Papel para impressão .... 




1 S17 1 1 Q 


6613 




" " " de jornais. 


Q (\Í\R OOO 

o UIH) iia 


17 488 /b8 


6623 


— 


Papel crepom "gaufré" de sêda 










vegetal e semelhantes . . 


73 444 


87'' 361 


6620/9 




Papel com preparo superficial n. e. 


212 041 


1 902 334 


6C53 




" para embalagem de frutas . 


91 736 


510 071 


6655 




" em tiras para cigarros 


. 38 904 


693 180 


6670 




Cartão ou cartolina em folhas ou 










rolos 


133 572 


1 183 756 






Não especificado 


721 091 


9 060 927 


6700/99 




T ^ . 1 t ^ 


96128 


2 732 208 


6705 






19 078 


672 178 








77 050 


2 060030 


«800/ QQ 




De outros produtos vegetais 


61 422 


3 780 963 


oodO/9 




Borracha em tecidos e artefatos 










com mescla de cjualcjuer maté- 












1 161 


117 827 


DoDU/ y 




Acessórios de borracha para má- 










quinas 


29 272 


1 740 579 






Manufaturas de borracha, n. e. . 


30 989 


1 922 557 








— 


— 


7000 /799S 


. — 


De matérias-primas de origem mi- 












80 764 173 


231 080 104 


7000/99 




De pedras e de outras matérias 










minerais 


3 417 200 


13 610 726 


7000/9 




Pedras de amolar de esmeril e ou- 












173 896 


3 51(1 7i)(l 


7010/9 




Manufaturas de amianto ou asbesto 


168 279 


3 993 053 


7034 




Tijolos refratários de argila . . 


1 185 831 


1 579 334 


7088 




Produtos refratários n. e. . 


221 188 


817 795 








1 668 006 


3 709 844 


7100/99 




De minerais preciosos, semi-pre- 












773 


925 602 



106 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Valor a bordo no 
Quantidade pôrto de Santos 

em quilos ! 



7100/29 

7400/99 
7404 

7405 

7412 
7413 
7414 
7416 

7420/9 
7435 

7430/9 
7440 

7444 

7445 

7440/9 

7454 

7450/9 
7467 

7460/9 
7477 
7480 



7487/8 
7490 



7500/99 
7520/9 



7544 
7549 



De ouro, platina e prata .... 

Não especificadas 

De ferro e aço 

Chapas galvanizadas para constru- 
ção de boeiros 

Chapas galvanizadas para cober- 
turas de casas, carros e vagões 
de estradas de ferro . . . 

Arame farpado 

Grampos galvanizados para cêrca 

Cabo ou cordoalha 

Arame nu, simples ou galvanizado 

Mobílias, móveis e peças avulsas . 

Lâminas de fôlha de Flandres . 

Obras de fôlha de Flandres, n. e. 

Cadeados, fechaduras, trincos, mo- 
las e semelhantes 

Parafusos, porcas e semelhantes, 
providos de rosca 

Arestas, pinos, rebites e seme- 
lhantes ........ 

Artigos para confecções e instala- 
ções, n. e . 

Tanques para instalações indus- 
triais 

Obras para construções, n. e. . 

Acessórios para máquinas de in- 
dústria têxtil 

Acessórios para máquinas n, e. . 

Trilhos, cremalheiras e acessórios 

Agulhas para costura a mão ou a 
máquina, croché, tricô e seme- 
lhantes 

Tubos de qualquer feitio . . . 

Recipientes para condução de lí- 
quidos e gases ...... 

Não especificadas 

De outros metais de uso corrente 

Cadeados, fechaduras, trincos, mo- 
las e outros artigos de cobre 
para instalaçõés 

Fechos de cobre para bolsas, malas 
e semelhantes 

Artigos de cobre para confecções 



773 

76 185 444 
52 319 

36 356 
1 319 438 
133 536 
662 721 

6 326 979 

30 609 

7 229 341 

9 394 

- 107 655 

803 417 

54 450 

121 900 

248 068 
1 193 241 

27 528 
672 501 
46 590 600 



4 308 
8 527 919 

1 440 489 
592 675 
318 429 



29 206 



173 



Comércio do Pôrto de Santos 



107 



IMPORTAÇÃO 





MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor 
pôrto 


a bordo no 
de Santos 






Cruzeiros 


7577 


— Tubos de qualquer feitio de cobre 


128 269 




1 832 254 






160 781 




3 342 393 


7600/99 


— De metais de uso especial . 


8 174 




592 159 


7700/99 


— De metalóides e vários metais . 


_ 




— 


7800/99 


— De louça, vidro e de outros pro- 












834 153 




8 841 775 


7810/9 


— Lâminas de vidro para vidraças, 










clarabóias, navios e outros usos 


303 583 




1 313 741 


7826 


— Artigos sanitários de louça e vidro 


17 643 




307 154 


7850/9 


— Artigos de louça e vidro para la- 












21 905 




1 112 863 


7876 


— Objetos de louça para serviço de 












57134 




1 452 565 


'7886- 


— Objetos de vidro para serviço de 












179 336 




1 226 962 


7810/89 


— Manufaturas de louça e vidro, n. e. 
Manufaturas de outros produtos 


254 552 




3 428 490 






— 






8000/8399 




■ 144 543 




14 668 165 


8000/8199 


— De têxteis de origem vegetal . 


86 194 




8 301 231 


8000/99 




48 292 




2 251 495 


8027 




152 




140 180 


8030 


— Pelúcias, veludos e semelhantes . 


— 






8000/39 




36 018 




1 261 414 


8097 




1782 




60 693 






10 340 




7RQ ÍJÍlíí 

/ 0«/ 


8100/99 


— De cânliamo, juta, linho e outras 










fibras vegetais 


37 902 




6 049 736 


8120/39 


— Manufaturas de juta 


396 




16 876 


8160/9 


— Tecidos de linho 


30 670 




4 619 247 


8140/89 


— Manufaturas de linho . . ... 
Manufaturas de outras fibras ve- 


2 689 




1 191 391 






4147 






8200/99 


— De têxteis de origem animal . 


56 953 




5 873 619 


8200/9 




14 992 




2 805.045 


8220 


— Alcatifas e tapêtes de lã . 


2 917 




663 695 


8244 


— Pe^as de lã para máquinas 


6 699 




741 609 


8248 


— Trapos, ourelas e retalhos de lã . 


28 361 




222 636 


8200/49 


— Manufaturas de lã, n. e 


3 403 




1 114 851 


8250/89 


— " de sêda .... 

" de outros têxteis de 


581 




325 783 












8300/99 


— De têxteis sintéticos .... 


1396 




493 315 



108 Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 







Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 




MERCADORIAS 


pôrto de Santos 






Cruzeiros 


8350/89 


— Manuf atura de "rayor", viscose c 








semelhantes 


1 179 


450 129 




Manufatura de outros têxteis sin~ 










217 


43 186 


8400/99 


— De matérias plásticas .... 


129 233 


11 854 354 


8435 


— Lâminas de célulóide .... 


9 452 


468 926 


8400/39 


— Manuf aturas de célulóide, n. e. . 


656 


292 738 






119 125 


11 092 690 


8500/8999 


— Produtos químicos e semelhantes 


31 217 365 


87 511 823 


8500/99 


— Produtos químicos orgânicos . 


1 545 456 


11 611 247 






168 931 


2 501 200 


OOOXJ 1 iJ 


— Intermediários para o fabrico de 










66 412 




8567 




27 462 


206 905 






1 282 651 


7 449 859 


8600/99 




11 555 791 


19 066 299 


8601 


— Bicarbonato de sódio .... 


101 727 


100 263 


8606 




90 138 


361 067 


8607 




8 093 910 


7 674 708 


8620/1 


— Cloratos de potássio e de sódio . 


93 474 


1 060 671 


8657 


— Sulfetos de sódio 


000 




8664 


— Sulfato de cobre 


íiv 1 D/o 


926 151 


8693 


Arseniato de chumbo 


164 676 


9b4 aio 


8695 


Boratos 


10 OoO 


81 817 




Não especificados 


Ji ÓÕQ loo 


n OOO oOA 
7 dá» «90 


8700/99 


— Outros produtos químicos inorgâ- 










7 605 711 


18 846 465 


8700 /Q 




38 935 


296 469 


8737 




5 733 668 


8 445 333 


8751 




21 410 


164 369 


8758 


— " " zinco (alvaiade de zinco) 


735 684 


2 965 580 


8750/69 




383 653 


3 430 784 


8793 


^ Hidrossulfitos simples ou compos- 
tos e os estabilizados pelo for- 










82 416 


660 405 




Não especificados 


609 945 


2 883 525 


8800/99 


— Drogas, medicamentos e prepara- 








ções farmacêuticas .... 


191 719 


20 450 206 


8830/9 


— Cápsulas, grânulos, drágeas, pasti- 








lhas e semelhantes .... 


6 849 


4 489 594 


8840/9 


— Injeções medicinais e outras pre- 








parações para injeções . 


2 868 


2 691 755 


8880/9 


— Séruns, vacinas e semelhantes . 


8 541 


1 585 286 



Comércio do Pôrto de Santos 



109 



IMPORTAÇÃO 







MERCADORIAS 


Quantidade 
em Quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 








Cruzeiros 








173 Itíl 


11 683 571 


8900/99 


— 


Adubos químicos e outros produtos 


10 318 688 


17 537 606 


8907 


— 


Salitre do Chile 


5 047 554 


5 644 902 


8918 


— 


Superfosfatos de cálcio 


2 135 639 


2 133 767 


8937 










8900/39 




Adubos cfuimicos n e 


A yil 7o7 


4 0-iO d4õ 


8960/9 




luseticidas e semelliaiites 


96 503 


0 Arr A coo 

2 074 ooõ 








127 205 


3 664 001 


yoou/yyyy 




Manufaturas diversas .... 


43 110 633 


651 869 836 


9000/99 




Aparelhos, instrumentos, máquinas 
c objctos físicos, QuimicoSy in&~ 










temáticos e óticos .... 


85 768 


11 519 061 


9051 




Contadores e registradores de 










consumo de gás 


5 472 


75 217 


9053 




Uidrômetros 


5 251 


591 614 


9081 




i icti^do KJLi isjixja \Ja.la IkjíKjqI alicL 




-í 0(\A OCO 

1 o94 ood 






Não especifícados 


64 725 


8 957 367 


9100/99 


- 


Aparelhos, instrumentos e objetos 
de cirurgia, medicina, odontolo* 










gia e veterinária 


18 149 


3 459 504 


9200/99 




Armas e munições .... 


34 245 


916 217 


9230/9 




Cartuchos ou estojos 


5 016 


92 511 






Não especificadas 


29 229 


823 706 


9300/99 




Instrumentos de música e acessó- 
rios, relojoaria e aparelhos de 










mecanismo delicado .... 


51 148 


9 207 580 


9300/49 





Instrumentos de música e acessó- 










rios 


37 107 


2 907 598 


9360/9 






6 900 


707 484 


9370 




Relógios de algibeira ou de pulso 


1 884 


4 474 774 


9371 




" " cima de mesa . 


4125 


434 387 


9360/89 




" e acessórios, n. e. 


1 132 


683 337 








_ 




9400/99 




Cutelaria, ferramentas e outros 












917 767 


26 148 064 


9400/9 




Cutelaria e acessórios .... 


4 421 


557 317 


9410/9 




Ferramentas grossas .... 


185 004 


2 286 994 


9444 






197 584 


5 652 028 


9440/9 




Ferramentas e utensílios manuais 










para artes e ofícios, n. e. . 


353 075 


11005 708 


9460/9 




Ferramentas e utensílios para ar- 










tes e ofícios de máquinas . 


150 890 


5 747 418 



110 



Departame nto Estadual de Estatíst ica 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



^ . , , Valor a bordo no 
Quantidade pôrto de Santos 

em quilos 

Cruzeiros 



9500/99 
9503 
9505 

9506/8 

9511 
9510/9 

9522/4 

9525 
9527 

9534/5 
9555 
9556 
9557 
9558 

9585 
9587 
9560/89 
9590 

9600/99 

9600 
9606 



Não especificados 

Máquinas, aparelhos elétricos e ar- 
tigos electrotécnicos . . . . 

- Aparelhos receptores de telefonia, 
telegrafia e acessórios . 

Aparelhos de rádio para uso do- 
méstico e rádio-vitrolas . . 

Acessórios para aparelhos de rá- 
dio, inclusive válvulas e tubos . 

Aparelhos electrodentários 

" de eletricidade médica, 
radiológicos e acessórios 

Máquinas motrizes dinamo-elétri- 
cas 

Motores n. e. . 

Transformadores estáticos de cor- 
rente elétrica, intensidade de 
som e semelhantes .... 

Lâmpadas elétricas para ilumina- 
ção 

Máquinas para encerar, varrer e 
semelhantes 

Máquinas e aparelhos para uso 
doméstico, n. e 

Máquinas e aparelhos para uso 
profissional 

"Ventiladores, aspiradores de pó, 
vibradores, secadores e seme- 
lhantes 

Peças de matérias plásticas para 
instalações elétricas .... 

Peças de louça e vidro para insta- 
lações elétricas 

Peças para instalações elétricas, 
n, e. 

Amperômetros e semelhantes para 
njedidas elétricas 

Não especificados 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para as indústrias .... 

Arados e instrumentos aratórios . 

Tratores agrícolas 

Instrumentos e máquinas agrícolas 
n. e 



26 793 

2 995 679 

52 741 

29 711 

88 590 
240 

5123 

450 312 
329 283 

168 156 
41 882 
6 026 
21 538 
21 178 

40 259 
5197 
10 658 
1 036 997 
17 899 



4 026 263 
124 082 
629 892 

365 299 



88 469 742 

9 916 558 

3 404 531 

10 832 588 
42 491 

733 648 

8 900 129 

6 877 092 

5 259 224 
2 199 546 
522 353 
619 876 

1 182 966 

2 344 647 
362 660 
390 642 

14 458 237 

1 796 059 
18 626 495 

73 596 746 

725 016 

7 593 153 

2 797 054 



Comércio^do Pôrto de Santos 111 



IMPORTAÇÃO 



! rv J j I Valor a bordo no 
MERCADORIAS 1 Quantidade jpôrto de Santos 
' em auilos 





Cruzeiros 


9624 


- 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para industria de couros e peles 


10 568 


285 484 


QR9R 




MaQuinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de calçados 


5 814 


211 355 


9635 




]Macjuínas, aparelhos e utensílios 
para indústria de óleos vegetais 












238 152 


3 849 757 


9640 




Máciuinas, aparelhos e utensílios 
para beneficiamento de cereais 










e produtos agrícolas .... 


142 941 


3 022 272 


. 9645 




Máquinas, aparelhos e utensílios 
para fabrico de. açúcar, distila- 










ção da aguardente e do álcool . 


30 332 


349 158 


9651 


_ 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para fabricação de cimento 


430 023 


5 935 473 


9655 





Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de mineração . 


11 145 


205 343 


9650/9 





Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústrias extrativas, n. e. 


• 17 735 


145 089 


9660/9 





Máquinas, aparelhos e utensílios 
para trabalhar madeiras e rae- 












150 697 


0 314 569 


9674/5 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de laticínios 


64 247 


2 937 111 


9683 


— 


Descaroçadores e outras máquinas 










para beneficiar algodão . . . 


138 670 


2 320 042 


9686 


— 




168 378 


2 615 379 


9688 


— 


Acessórios para máquinas de in- 












98 601 


0 899 397 






Máquinas, aparelhos e utensílios 










para as industrias têxteis, n. e. 


OO/ ÍDU 










811 937 


lo U/'l 0/1 


9700/99 


— 


Outras máquinas e aparelhos . 


8 767 732 


156 084 484 


9710/9 






62 430 


1 641 258 


9720 




Aparelhos de movimento e trans- 












255 579 


1 105 609 


9724/5 






386 337 


6 419 653 


9727 




Rolamentos e esferas para mancais 


62 826 


4 030 889 


9737 




Acessórios para locomotivas . 


30 394 


1 063 142 


9735/9738 




Locomotivas com os respectivos 












2 153 904 


31 225 536 


9750 




Máquinas motrizes a gás, petróleo. 










álcool, nafta ou ar quente . 


75 796 


2 585 547 



(1) Unidade 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



9757 
9730/59 
9760 

9762 

9763/5 

9770 
9772/3 
9780 
9781 
9782 
9784 

9786 
9788 
9780/9 
9790 

9792 

9800/99 
9800 
9803 

9802/4 
9811 
9812 



9822 
9824 



9827 
9820/9 
9834 

(2) Unidade 

(3) 



- Turbinas hidráulicas . . . . 
Máquinas motrizes, n. e. . 

- Máquinas para condicionamento 

de ar 

- Compressores de ar .... 

- Geladeiras, refrigeradores e seme- 

lhantes e acessórios .... 

- Bombas hidráulicas 

" n. e 

■ Máquinas de costura .... 

" " escrever .... 
" " calcular .... 
" para mercearia e usos 
profissionais 

- Máquinas para uso doméstico, n. e. 

" para tipografia . . . 
" operatrizes, n. e. . 
Alambiques, autoclaves, estufas, 
pasteurizadores e semelhantes . 

■ Caldeiras 

Não especificados . . . . 
Veículos e acessórios .... 

Aeroplanos (2) 

Instrumentos e objetos físicos para 

equipamento de aeroplanos 

Acessórios para aeroplanos n. e. 

Automóveis para passageiros (3) 

Caminhões, ônibus, ambulâncias e 
semelhantes (4) 

Chassis para automóveis de passa- 
geiros (5) 

Chassis para caminhões, ônibus, 
ambulâncias e semelhantes (6) | 

Peças elétricas e instrumentos fi- 1 
sicos para automóveis . . . 

Peças de ferro e aço para automó- 
veis 

Peças de vidro para automóveis . 

Acessórios para automóveis, n. e. 

Vagões para estradas de ferro (7) 

• • • — (4) Unidade . . 

■ • . 1 764 (5) " . . 



353 673 

1 066 630 

6102 
152 320 

368 159 
10 842 
94 655 

255 489 
45 379 
15 405 

90 707 
27 563 
30 812 
305 864 

3 771 
227 394 

2 685 701 
25 912 525 



57 
4 424 
2 150 193 

376 873 



8 881 821 

102 544 

429 156 
11 826 
1 628 680 
6 729 146 



(6) Unidade 

(7) " 



Comérc io do Pôrto de Santos 113 



IMPORTAÇÃO 





MERCADORIAS 

■ , ■- 


Quantidade 
em quilos 


V 3ior â Dorcto no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


9836 


— Acessórios de ferro e aço para va- 










4 185 961 


15 328 296 


9837 


— Carros motores urbanos de tração 








elétrica e acessórios .... 


213 669 




9880 


Motocicletas 


27 245 


1 127 297 ■ 


9882 


— Xriciclos e bicicletas a pedal . 


33 714 


1 1()5 591 


9886 










locipedes 


5 833 


133 047 


9892 


— Câmaras de ar 


16 832 


973 559 


9893 


— Pneumáticos 


18 482 


498 486 


9896 


— Acessórios de ferro e aço para 








veículos n e 


00 1 


1 Q QO 1 




Não especificados 


1 095 208 


9 141 708 


9900/99 




301 357 


12 847 874 


9980 




7 146 


528 705 


9984 


— Lixa de qualquer qualidade . 


135 õG3 


3 354 223 






158 648 

• 


8 964 946 



Movimento da importação por classes 



•Janeiro a maio de 1946 

Quadro í\. 2 







CLASSES 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 








Cruzeiros 


CLASSE 


I — 




67 512 


3 128 141 


CLASSE 


II — 




483 535 716 


582 165 759 


CLASSE III — 


Géneros alimentícios .... 


95 706 521 


258 514 499 


CLASSE 


IV — 




165 364 277 


1 044 677 770 






Total das mercadorias ... 


744 674 026 


1 888 483 169 


CLASSE 


V — 


Ouro e prata em barra para 
cunhagem, moedas e notas de 










banco estrangeiras . . . ' . 










Total geral' da importação . 


744 674 026 


1 888 483 169 



Departamento Estadual de Estatística 



Movimento da importação por países de procedência 

Janeiro a maio de 1946 



Quadro NP 3 



países 






Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 






Cruzeiros 








101 592 217 


41 326 303 








35 018 990 


94 296 701 








212 185 


2 259 807 








- 13 741 474 


51 910 071 








9 249 


176 âOO 








— 


— 








11 504 828 


38 218 104 








7 938 


121929 . 








1 036 


42 089 








192 407 


984 144 








790 068 


1 664 395 








478 787 


7 225 625 








403 085 756 


1 328 461 091 








1 415 084 


3 328 176 








37145 


4 396 233 








27 332 469 


121 662 322 








— 


— 








520 317 


1 747 835 








59 994 


2 532 793 








4 520 412 


22 078 729 








6 553 


1 082 761 


Itália 






— 


— 








— 










106 212 


989 836 








3 516 617 


7 232 165 








384 204 


2 679 824 


Portugal 






3 326 893 


29 649 784 








898 


24 952 








17 225 


OfiR 1 QQ 

.£00 lyo 








9 652 


66 256 


Suécia 






18 785 617 


63 024 018 








398 566 


26 955 723 








48 720 


363 971 








6 961 608 


8 161 299 








22 910 


255 626 


União Belgo-Luxemburguesa 






5 221 180 


7 645 670 


União Sul Africana . . . . 






90 469 430 


12772 491 








42 981 


1 250 835 








14 834 404 


3 629 118 


Total Geral . . . 






744 674 026 


1 888 483 169 



Comércio do Pôrto de Santos 



11.5 



Movimento mensal da importação 



Janeiro a maio de 1946 

Quadro N° 4 



MESES 


Quantidade em quilos 


Valor a bordo no pôrto de 
Santos, em Cruzeiros 


1945 


1946 


1945 


1946 


Janeiro 


44 577 225 


122 780 788 


145 794 446 


299 787 377 


Fevereiro .... 


128 104 193 


131 383 016 


241 183 681 


379 501 074 


Março 


116 938 401 


108 553 034' 


263 843 886 


383 113 878 


Abril 


83 373 191 


291 334 453 


185 512 853 


489 239 023 


Maio 


135 798 325 


90 622 735 


305 312 664 


336 841 817 


Junho 


262 536 658 




442 597 486 




Julho 


163 474 926 




306 267 375 




Agosto 


162 063 982 




311 003 651 




Setembro .... 


157 538 805 




220 550 688 




Outubro 


116 235 058 




199 508 734 




Novembro .... 


66 089 040 




242 694 832 




Dezembro .... 


229 186 298 




522 007 539 




Total .... 


1 665 916 102 




3 386 277 835 




Janeiro a Maio . . . 


508 791 335 


744 674 026 


1 141 647 530 


1 888 483 169 



Movimento da importação no último quinquénio 



Quadro NP 5 


Janeiro a maio de 


1946 






ANOS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 






Cruzeiros 


1942 .... 




467 481 415 


791 744 050 


1943 .... 




390 563 442 


553 245 500 


1944 .... 




592 030 305 


961 166 285 


1945 .... 




508 791 335 


1 141 647 530 






744 674 024 


1 888 483 169 



Comércio exterior pelo pôrto de Santos 
EXPORTAÇÃO 

Janeiro a maio de 1946 



Quadro N. 7 



MERCADORIAS 



0000/0099 
0100/3999 

0100/0999 
0100/0399 
0129 
0268 
0289 
0310 
0337 

0500./ 0699 
0541/0561 
0661 
0668 

0800/0899 
0809 
0862 
0895 



1000/1999 
1300/1399 
1362 

1Õ00/1599 
1503 



1667 
1814 



2000/2999 
2200/2299 



CLASSE I — Animais vivos . 
CLASSE II — Matérias-primas: 
De origem animal . . . • 

Despojos animais 

Crina ou cabelo animal . 

Ossos 

Pontas ou chifres .... 

Cêra de abelha 

Sebo . 

Não especificados .... 

Peles e couros 

Couros vacuns, salgados e secos 
Couros vacuns curtidos ou sola 
Couros de porco, curtidos 
Não especificados .... 

Outros produtos 

Adubos 

Cola, exclusive a de peixe . .. 
Glândulas congeladas . . . . 

Não especificados 

Outras matérias-primas de origem 

animal 

De origem vegetal 

Corpos graxos 

Óleo de caroço de algodão . 

Não especificados 

Madeiras 

Ipè 

Não especificadas 

Sementes, bagas, grãos, frutos e 

semelhantes ....... 

Mamona 

■ Polvilho 

Não especificados 

Outras matérias-primas de origem 

vegetal 

- De origem mineral 

- Minérios metálicos 

- Zircònio 

- Ilmenita e areia de ferro titânico 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo ho 
I pôrto de Santos 



64 200 


3 924 000 


193 986 019 


1 326 986 243 


5 535 233 


55 251 490 


1 043 943 


10 233 350 


59 996 


3.335 398 


108 100 


138 451 


115 555 


544 633 


168 057 


3 026 501 


592 1.35 


3 169 611 


100 


18 756 


3 197 261 


39 343 989 


2 200 099 


9 159 844 


.557 482 


7 584 036 


244 664 


16 819 864 


195 016 


5 780 245 


1 294 029 


5 674 151 


490 969 


946 059 


794 178 


4 338 581 


8 882 


389 511 


14 787 2.30 


48 409 883 


799 927 


6 408 4Õ9 


' 20 000- 


129 220 


779 927 


6 219 189 


497 1.54 


1 473 769 


31 000 


50 760 


460 154 


1 423 009 


7 471 791 


16 761 608 


5 971 702 


10 289 996 


748 918 


1 911 861 


1 5O0 089 


6 471 612 


5 269 440 


21 854 236 


4 151 854 


3 678 123 




1 618 097 


2 095 000 


997 043 







117 



EXPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



2201 
2229 



3000/3399 — 
3000/3099 — 
3064 — 

3066 — 

3094 — 

3096 — 

3097 — 



3400/3999 — 
4000/4999 — 

4000/4099 — 
4100/4199 — 
4106 — 

4300/4399 — 

4312 — 

4313 — 

4314 — 
4317 — 

4400/4499 — 

4423 — 
4452/53 — 

4500/4599 — 

4511 — 

4512 — 
4518 — 

4521/4528 — 
4531 — 
4551 — 
4558 — 

(1) Bananas 

(2) "Grape-fi-uits' 



Bauxita 

De chumbo 

Rútilo 

Não especificados 

Outras matérias-primas de origem 
mineral 

Têxteis 

Algodão em bruto ou preparado . 

Algodão em fio para coser ou 
bordar 

Algodão em fio para tecelagem . 
" " rama 

"Linters" 

Resíduos do beneficiamento do 
algodão 

Aígodão, n. e 

Outros têxteis, n. e 

Matérias-primas sintéticas e outras 

CLASSE III — Géneros alimen- 
tícios: 

Bebidas 

Cereais, legumes e seus produtos 

Milho . 

Não especificados 

Frutas de mesa e seus produtos . 

Bananas (1) , . , 

"Grape-fruits" (2) 

Laranjas (3) 

Tangerinas (4) 

Não especificadas 

Açúcar, cacau, café e outros pro- 
dutos vegetais 

Café em grão (5) 

Erva-mate 

Não especificados 

Produtos de matadouro e caça . 

Carne de vaca, congelada . 
" " " resfriada . 
" " porco, congelada 

" em salmoura 

" sêca 

Carne de vaca em conserva . 
" de porco em conserva . 



Quantidade 

em quilos 



1 0112 988 



2UU 556 

793 310 
167 948 298 
167 389 917 

94 220 
237 444 
144 907 572 
18 792 024 

2 557 498 
801 159 
558 381 

1 563 404 

408 526 139 
1 199 

32 278 805 
1 000 000 

31 278 805 

33 764 415 
28 464 322 

72 000 
4 811 558 

416 535 

278 440 589 

277 239 900 
107 262 
1 093 427 
4 985 661 



169 826 
2 267 211 



cachos (3) Laranja» 
caixas (4) Tangerir 



13G 477 caixas 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 



150 186 



17U 868 

2 060 026 
1 199 403 740 
1 120 439 326 

3 718 374 
7 S)(;n 249 

1 050 (117 120 
44 412 166 

7 924 899 

0 376 218 
78 964 414 
20 213 007 

1 909 499 016 
13 947 
58 747 250 

1 067 688 
57 679 562 
^6 341 410 
15 255 785 

75 800 
6 830 474 

4 179 351 

1 728 781 251 
1 723 787 676 
241 473 
4 752 102 
38 329 489 



1 340 458 
15 735 497 

4 620 665 sacas 



118 



Departamento Estadual de Estatística 



EXPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
era quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



4563 
4564 
4565 
4567 
4573 



4900/4999 
4932 
4938 



4993 

5000/9999 

7400/7499 

7570 
8009/8039 
8097 



8193 
8209 



8259 
8277 



8359 



8500/8999 
8811 



8917 
8959 
9892/9893 
9932 



— Línguas em conserva . . . 

— Tripas sêcas 

— Tripas salgadas 

— Miúdos frigorificados . . . . 

— Extrato de carne 

Outras carnes em conserva . 

Não especificados 

Outros géneros alimentícios . 

— Produtos alimentícios para animais 

— Farelo de caroço de algodão . 

— " " trigo 

Farelos, n. e 

— Torta de caroço de algodão . 
Tortas, n. e 

— Camarinha 

Não especificados 

— CLASSE IV — Manuf aturas: 

— Manufaturas de ferro .... 
Outras manufaturas de cobre . . 

— Objetos de cristofle e semelhantes 
Tecidos de algodão 

— Oleados de algodão 

Outras manufaturas de algodão . 

— Sacos de fibras vegetais . 

— Tecidos de lã . . . . . . . 

Outras manufaturas de lã . 

— Tecidos de sêda 

— Meias de sêda 

Outras manufaturas de sêda . . 

— Tecidos de "rayon" .... 
Outras manufaturas de "rayon" . 
Outras manufaturas de têxteis 

— Produtos químicos e semelhantes 

— Cafeína e seus sais . . ^ . . 
Outros produtos químicos e se- 
melhantes 

— Farinha de sangue 

— Farinha de ossos 

— Perfumarias 

— Câmaras de ar e pneumáticos 

— Lápis 

Outras manufaturas 



30 865 
15 976 
24 363 

90 461 
2 385 320 
1639 
657 421 
58 398 049 
8 549 590 



49 049 459 
799 000 



7 306 788 
598 687 

48 981 

3 063 258 
■ 150 255 
101 494 

73 769 
16109 

2 767 
10 473 

75 

49 746 
9 924 
8 826 

603 956 
64 387 

30 613 
505 200 

3 756 
671 590 
111 915 

1 784 963 



128 385 
21 594 787 
4 354 049 
42 226 292 



Comércio do Pôrto de Santos 



119 



COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL 
Exportação de frutas de mesa, pelo pôrto de Santos nos meses de 

Janeiro a maio de 1946 

Quadro N.o 8 



MERCADORIAS 


Unidade 


Quantidade 


Valor a bordo no pôrto 
de Santos, em Cruzeiros 


1945 


1946 


1945 


1946 




Quilo 








_ 


Abacaxis 


» 


95 594 


79 809 


134 440 


102 004 






1 lUí> D^-± 


1 ■iííó Uo/ 


4 y&O ODõ 


15 255 785 


Castanhas descascadas . 


Quilo 


500 




5 241 






Cento 










" Grape-f ruits " . . . 


Caixa 




2 0OO 




75 800 




» 


32 995 


136 477 


828 820 


6 830 474 








86 




3 868 


Tangerinas .... 








_ 






Quilo 




_ 






Frtitas, n. e 


» 










Total . . . 




23 224 443 


33 430 785 


5 936 869 


22 267 931 



Movimento da exportação por classes 

Janeiro a maio de 1946 

Quadro N° 9 



CLASSES 


Quantidade em 
quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos, 
em Cruzeiros 


CLASSE I — 




64 200 


3 924 0OO 


CLASSE 11 — 




193 986 019 


1 326 986 243 


CLASSE III — 


Géneros alimentícios .... 


408 526 139 


1 909 499 016 


CLASSE IV — 




7 306 788 


315 228 459 




Total das mercadorias 


609 883 146 


3 5.55 637 718 


CLASSE V — 


Ouro e prata em barra para 
cunhagem, moedas e notas de 
banco, estrangeiras. . . . 








Total geral da exportação . 


609 883 146 


3 555 637 718 



120 



Departamento Estadual de Estatística 



Movimento da exportação por i)aíses de destino 



Janeiro a maio de 1946 

Quadro NP 10 



PAÍSES DE DESTINO 


Quantidade em 
quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos, 
em Cruzeiros 




1 


1 
1 

— 




160 230 


2 818 931 




57 017 


1 988 554 




26 693 452 


127 053 756 




101 112 


! .5 106 555 




6 136573 


35 846 800 




8 070 107 


15 761 130 


Chile 


1 109 268 


' 20 199 926 




52 201 014 


1 358 582 516 




1 210 492 


20 215 033 




— 











OinHiníircs 


24 182 736 


58 412 827 


Egito 


1 662 698 


20 972 479 


E(juâclor 


97 839 


3 983 070 




14 615 396 


101 035 687 


EstHCÍos-Unidos 


253 595 686 


1 558 973 892 


Finlândiâ 


503 524 


3 901 735 




20 170 707 


27 673 451 




— 


— 




73 349 467 


368 494 722 


Holands 


14 136 409 


57 722 333 


Irlands 


2 391 638 


20 743 804 


Itália 


23 719 210 


191 910 459 


Japão 


— 


— 


Noriie*^a 


4 564 178 


19 923 855 


Paraguai 


256 032 


10 549 105 




334 216 


9 236 041 


p^j,^.^ 


— 


— 


Portugal . 


813 564 


9 223 752 


Suécia 


22 213 933 


132 528 582 




7 612 338 


60 517 729 


Trinidad 


24 217 


179 130 


Túnis . 






União Belgo-Luxemburguesa ... 


" 23 237 000 


133 267 996 


União Sul Africana ... 


2 379 659 


31 445 112 




7 056 450 


26 678 271 




300 000 


1 736 821 


Venezuela .... 


1 155 645 


31 613 487 




15 171 339 


87 339 517 


Total 


609 883 146 


3 555 637 718 



Movimento mensal da exportação 



Quadro N.o 11 


Janeiro a 


maio de 194G 






MESES 


Quantidade em quilos 


\'aior a bordo no pôrto .de 
de Santos, em Cruzeiros 


1945 


1946 


1945 


1946 




. 99 054 1ÕÕ 


105 112 347 


1 - (■ I ' \-r^ 


60'' 677 335 




66 953100 


114 575 840 


280 l(i7 862 


620 156 679 


Março 


78 294 187 


104 398 351 


341 972 385 


664 1116 281 


Abril 


DO OOO 4U1 


14U O^y 11/ 


313 (176 109 


821 997 232 


Maio 


50 475 250 


144 967 491 


265 631 322 


84(i 7(11) 191 




103 132 715 




524 455 242 






126 652 874 




664 879 570 






140 760 602 




670 781 360 




Setembro 


122 679 943 




662 639 554 






100 527 595 




544 568 480 




Novembro 


109 766 035 




635 651 492 




Dezembro 


128 146 535 




749 494 290 




Total ... 


1 194 826 392 




6 096 361 538 




Janeiro a maio 


363 160 093 


609 883 146 


1 613 891 550 


3 555 637 718 



Movimento da exportação de café para o exterior no último decénio 

Quadro NP 12 Janeiro a maio de 1946 



" ANOS 


Quantidade em 


» Valor a bordo 
no pôrto de Santos, 
em Cruzeiros 


Preço médio 
a bordo por saca, 
em Centavos 


1937 


3 313 544 


634 030 139 


191,35 


1938 . . " 


4 602 709 


665 786 854 


144,65 


1939 


4 339 101) 


619 525 613 


142,78 


1940 


3 712 061 


525 078 068 


141,45 


1941 


4 151 318 


660 916 586 


159,21 


1942 


2 643 346 


747 375 292 


282,74 


1943 . 


2 192 140 


640 861 905 


292,35 


1944 


4 724 226 


1 402 283 581 


296,83 


1945 


2 947 550 


873 604 670 


296.38 


1946 


4 620 665 


1 723 787 676 


373.116 



Movimento da exportação do último quinquêni 
uadro NP 13 Janeiro a maio de 1946 



ANOS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo 
no põrio de Santos 
em Criizeirot 



1942 380 995 112 1 522 698 630 

1943 . 261 938 193 1 104 991 998 

1944 459 626149 L 2 210 810 787 

1945 363 160 093 | 1 643 891 550 

1946 609 883 146 ! 3 555 637 718 



122 



Departamento Estadual de Estatística , 



Movimento Marítimo 
Entradas e saídas áe navios a vapor e a vela no pôrto de Santos 



Quadro N.° 15 


Janeiro 


a maio de 1946 








Número 


Tonelagem de registo 












1945 


1946 


1945 


1946 


Entradas 










1 — Alemã .... 


_ 




— 


— 


2 — Argentina 


119 


57 


59 579 


20 144 


3 — Belga .... 




6 


— 


27 197 


4 — Brasileira . 


901 


928 


401 133 


456 051 


5 — Dinamarquesa 




7 




21 352 


6 — Espanhola 


12 


6 


30 449 


24 49^ 


7 — Finlandesa 




2 




6 895 


8 — Francesa . 





4 




20 320' 


9 — Holandesa 


6 


11 


17 275 


35 414 




22 


60 


84 864 


236 479 


11 — Italiana 


— 


_ 





_ 


12 — Japonêsa . 


— 


— 


_ 


— 


13 — Norte Americana 


38 


122 


162 307 


543 180 


14 — Norueguesa . '. 


5 


41 


18 929 


123 210 


15 — Sueca .... 


31 


47 


37 126 


99 394 


Diversas . 


38 


32 


94 777 


100 932 


Total . . . 


1 172 


1 323 


906 439 


1 715 066 


Saídas 










1 — Alemã .... 


— 


— 


— 


— 


2 — Argentina 


116 


59 


57 396 


20 465 


3 Belga .... 




6 




27197 


4 — Brasileira . . 


915 


941 


394 664 


455 106 


5 — Dinamarquesa 




7 




21828 


6 — Espanhola 


12 


5 


28 715 


^0 Oi>/ 


7 — Finlandesa 




2 




6 895 


8 — Francesa . 




4 




18117 


9 — Holandesa 


4 


13 


8 035 


38 45« 


10 - — Inglesa 


21 


59 


79 988 


236 419 


11 — Italiana 


_ 








12 — Japonêsa . 










13 — Norte Americana 


37 


124 


158 461 


543 918 


14 — Norueguesa . 


5 


40 


18 929 


121 428 




31 


46 


40 196 


101 286 


Diversas t 


40 


32 


94 629 


101 209 


Total . . . 


1181 


1 338 


881 013 


1 718 183 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



Janeiro a maio de 1946 

Quadro N." 16 







Quantidade em 


Valor em 


M 


ERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


0000/0099 


- CLASSE I Animais 














1 250 


38 297 


8 000 


553 875 


0100/3999 


- CLASSE II — Materias- 














179 447 610 


44 322 409 


342 508 245 


162 321 560 


0100/0999 


- De origem animal . 


1 193 572 


3 400 784 


27 873 952 


20 092 431 


0100/0199 


- Cabelos e pêlos . 


47 784 


2 412 


1 382 309 


574 229 


0200/0299 


- Despojos animais 


33 070 


1 OGO 


90 320 


2 422 


0300/0399 


- Corpos graxos . . . 


273 746 


1 22^ Ífi2 


1 900 698 


6 745 451 


319 


- Cêra 


oUO 


132 




O 00/ 


337 


- Sebo comum ou graxa . 




1 Lai Oto 


QAíi Ans 

OW Ho 






Nao especifícados . • 


79 372 


38 382 


1 055 140 • 


320 50G 


A^Oft /OfiQQ 
uouu/ uoyy 


~ Peles e Couros . • 


715 450 


1 904 083 


24 247 219 


11 590 562 


562 


- Peles de cabra, sêcas . 


183 095 


330 


õ 076 445 


9 628 


566 


" " carneiro, sêcas 


34 860 


1 OOO 


878 218 


25 553 


568 


- Couros de porco, secos 


_ 


6 642 




53 653 


661 


" vacuns, curti- 












dos ou sola .... 


10.9 248 


423 082 


4 723 785 


4 406 630 


692 


- Camurça marroquim e 












semelhantes .... 


21 490 


508 


1 288 227 


95 681 


698 


- Peles e couros tintos 












engraxados, graneados 














49 220 


388 


2 938 897 


20 518 




Não especificadas . 


317 537 


1 472 133 


9 341 647 


6 978 899 


0700/0799 












0800/0899 


- Outros produtos 


123 522 


269 487 


253 406 


1 127 767 


0900/0999 


- Matérias-primas e pre- 
parações não classifica- 












das para as indústrias . 




440 




52 000 


1000/1999 


- De Origem Vegetal . . 


37 983 560 


14 671 637 


155 525 398 


30 609 107 


1000/1099 


- Vegetais próprios para 
medicina, indústria e 












outros usos .... 


2 673 224 


261 505 


23 560 377 


3 179 920 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 





j Importação 


j Exportação 


Importação 


Exportação 


1033 


- Fumo era fôlha . 


2 584 266 


207 712 


23 064 951 


1 083 338 




Não especificados . 


88 958 


53 793 


495 426 


2 096 582 


1100/1199 


- Caules não lenhosos . 


5 552 




14 616 


" — 


1200/1299 


- Fibras e matérias fila- 
mentosas, exclusiye as 














2 325 867 


26 605 


11 866 478 


60 531 


loou/ioyy 


- Corpos graxos . . 


847 348 


177 019 


9 852 377 


1 025 818 


1312 


- Cêra de carnaúba , 


39 996 


30 


1 84Q 1 nfi 


1 100 


1344 


- óleo de linhaça . 


437 541 


27 451 


4 286 64 1 


273 618 


1362 


- óleo de caroço de algo- 














25 108 


31 956 


: 95 650 


179 998 




Não especificados 


344 703 


117 582 


3 620 980 


571 102 


1500/1599 


- Madeiras 


25 682 450 


9 753 649 


28 999 563 


9 515 156 


1546 


- Pinho 


23 277 340 


1 354 562 


26 076 60O 


1 118 924 




Não especificadas . 


2 405 110 


8 399 087 


2 922 963 


8 396 232 


1600/1G99 


- Sementes, bagas, grãos, 












frutos e semelhantes . 


1 937 183 


62 061 


5 604 693 


228 639 


1611 


- Babaçu 


1 909 200 




5 453 ''43 




1662 


- Caroço de algodão . 


2 431 




4 862 






Não especificados . 


25 552 


62 061 


1 àí\ líSS 
1^0 Ooo 


29g g39 


lõUU/lo9y 


- Outros produtos. 


4 179 433 


2 879 795 






1814 






ou 


1 925 873 


290 


1 S91 /I QOQ 


- Borracha 


3 181 951 


45 084 


/ 1 Oof) oUo 






Não especificados 


195 717 


2 834 681 






1900/1999 


- Materias-primas e pre- 
parações não classifica- 












das para as indústrias . 


332 503 


1511 003 


1 373 214 


7 379 916 


1915 


- Índigo ou anil . 


— 


196 393 





2 090 063 




Não especificadas . 


332 503 


1 314 610 


1 373 214 


5 289 853 


2000/2999 


- De origem mineral 


126 367 166 


20 557 312 


32 217 966 


46 354 598 


2000/2099 


- Pedras e terras . 


72 165 818 


407 310 


15 691 674 


813 908 


2085 


- Gêsso 


4 854 010 


58 238 


2 124 400 


112 956 




Não especificadas . 


67 311 808 


349 072 


13 567 274 


700 952 


2100/2199 


- Minerais preciosos, se- 












mi-preciosos e raros . 










2200/2299 


- Minérios metálicos . 


445 000 


104 113 


388 000 


70 286 


2300/2399 


- Combustíveis, óleos e 












matérias betuminosas . 


50 251 606 


6 204 541 


12 577 383 


21 129 318 


2321 


- Carvão de pedra 


49 460 000 


200 000 


8 731 600 , 


148 000 


2353 


- Gasolina a granel . 










2354/2359 


- óleos combustíveis . 


179 825 


4 718 723 


734 900 1 


15 519 012 



Comércio do \'ôi\i: i 
Mercadorias naciõnais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



- OJeos rei 1 nados lubri- 
ricanles ...... 

Não especificados . 

- Ferro e aço . 

- Outros metais de uso 
corrente . . . *. 



2600/2C99 - ]^etais de uso especial 

2700/2799 - Metalóides e vários me 

metais . . . 
2800/2899 - Outros produtos . . 
2856 - Cimento "Portlaiid" co 

nium 

. Não especificados . 

2900/2999 - Matérias-primas e pre 
parações não classifi 
cadas, para as indús 
trias .... 
2916 - Negro de fumo ou pó de 

sapato 

Não especificadas . 
Têxteis .... 
De origem vegetal . 
Algodão em bruto 
preparado 

Algodão era fio para 
costura .... 
Algodão em fio, n. e. 

" " rama . 
Não especificado . 

/3l99 - Cânhamo, juta, linho e 

outras fibras vegetais 
/3299 - De origem animal . 
3206 - Lã em fio para tecelã 

gem 

3221 - Lã em bruto . . . 
3254 - Sêda em fio para bor 
dar, coser e semelhan 

tes 

3259 - Sèda em fio, n. e. . 

Outros têxteis de ori 
gem animal, n. e. . 
'3399 - Têxteis sintéticos . 



3064 



3069 
3094 



Quantidade em 
quilos 



Importação 1 Export;: 



445 341 
166 440 



644 244 
641 574 



(;28 185 j 3 4 12 002 
182 398 i 2 019 701 



2 472 454 4 265 288 ; 2 578 400 1! 134 397 



Í6 029 
1487 



321 264 
13 233 



35 345 ! 143 453 
55 960 ! 8 769 153 



8 670 811 
98 342 



597 470 I 2 560 147 
20 775 420 381 



120 150 I 507 436 

22 968 ' 4 596 551 



22 908 



4 487 843 
108 708 



53 467 

150 i 
53 317 
13 565 098 
9 028 501 



7 908 501 

239 

■ 15 700 
7 600 480 
292 082 



328 957 i 221 146 | 2 122 174 

I í 

16 038 I 296 I 99 840 

312 919 i 220 850 j 2 022 334 

4 490 773 I 124 821 461 | 51 381 278 

4 459 706 65 635 446 49 512 501 

2 631 150 j 61 399 446 I 40 555 207 

299 526 ; 19 167 ; 23 941 719 

10 731 I 279 799 | 353 183 

2 194 863 ^ 58 932 222 | 15 120 040 

126 030 . 2 ir.S 258 1 MO 205 



1 120 000 1 828 556 ; 4 236 000 8 957 294 
4 536 597 19 622 59 136 015 1 461 097 



4 503 069 



078 58 747 662 



6 592 



345 131 



33 528 i 15 934 , 438 353 ^ 1 109 374 
— 11 445 — 407 680 



126 Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e 


nacionalizadas 






Quantidade em 


Valor em 


. MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 




Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


3400/3999 - Sintéticas e outras ma- 










terias-primas 


338 214 


1 201 903 


2 069 468 


13 884 146 


3400/3499 - Matérias plásticas ou 










resinas sintéticas 





56173 




993 197 


3900/3999 - Matérias-primas e pre- 










parações não classifica- 




1 145 730 






das para as indústrias . 


338 214 


2 069 468 


12 890 949 


3910/3919 - Anilinas e semelhantes 


10 010 


74 514 


340 400 


2 901 348 


3997 - Sabões, sapólios e se- 












43 478 


356 381 


153 293 


1 358 816 


Não especificadas . 


284 726 


714 835 


1 575 775 


8 630 785 


4000/4999 - CLASSE III — Géneros 










alimentícios .... 


105 753 184 


21 999 288 


242 801 877 


165 638 203 


4000/4099 - Bebidas . . 


8 075 141 


3 916 668 


23 133 492 


«16 861 850 


4020 - Bebidas amargas, aperi- 










tivas e quinadas 


9 890 


294 442 


95 489 


3160134 


4032 - Cervejas . . . . . 


15 680 


2 978 992 


134 400 


9 838 192 


4071 - Vinhos comuns de me- 










sa até 14° .... 


7 409 985 


90 885 


19 331 333 


348 690 


Não especificadas . 


639 586 


552 349 


3 572 270 


3 514 834 


4100/4199 - Cereais, legumes e seus 












5 524 520 


3 265 031 


13 661 378 


10 731 544 


4101 - Arroz' sem casca 


29 905 


157 888 


52 390 


348 510 


4113/4114 - Feijão 


668 246 


462 359 


1 709 664 


763 530 


4159 - Cereais e legumes em 










conserva 


46 259 


10 021 


330 153 


124 434 


4175 - Farinha de mandioca . 


2 389 056 


_ 


2 723 764 





4177 - " " trigo . . 


_ 


1 280 155 




2 602 360 


4178 - Farinhas compostas . . 


40 620 




174 494 




4186 - Maisena 


102 


442 824 


684 


2 986 265 


Nao especificados 


2 350 332 


878 175 


8 670 229 


3 395 875 


4300/4399 - Frutas de inesa e seus 










produtos 


2 118 265 


ovo OU£i 


1 1 007 RRR 




4305 - Côcos ...... 


1 257 223 


29 232 


2 976 620 


85 594 


4359 - Conservas de frutas 


204 351 


294 943 


2 159 547 


2163 217 


Não especificadas . . 


' 656 691 


584 417 


6 861 499 


3 084 729 


4400/4499 - Açúcar, cacau, café e 










outros produtos vege- 










tais . . . . . 


75 695 219 


2 871 791 


162 355 563 


21 798 049 


4400/4409.- Açúcar . . . . . 


64 373 887 


29 502 


131 700 258 


72 530 






242 




1998 


4423 - Café em grão (1) .. . 




96 540 




567 154 



(1) Na importação — sacas de café. Na exportação 1 609 sacas de café. 



Comércio do Pôrto de Santos 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



Quantidade em í 
quilos ! 



Valor em 
Cruzeiros 



Importação Exportação [ Importação Exportação 



4462 - 



4482 
4491 

4500/4599 

4511 

4531 
4557 
4559 

4600/4699 
4669 
4673 

4700/4799 

4700/4709 
4710/4719 
4729 
4739 

4800/4899 
4815 
4817 
4829 
4873 

900/4999 
4901 

0/9999 
"0/5999 

00/5099 



Azeite de caroço de al- 
godão . . . . 

Cebolas 

Batatas 

Não especificados . 
Produtos de matadouro 

6 caça 

Carne de vaca conge- 
lada 

Carne sêca ou charque 
Salsicharia .... 

Carnes em conserva, 
n. 8, . . . 
Não especificados . 
Produtos de pesca . 
Peixes em conserva . 
Conservas e extratos de 
peixe . . . . . . 

Não especificados . 
Outros produtos ani- 
mais 

Banha 

Leite . . . . . , 

Manteiga 

Queijos 

Não especificados . . 
Produtos diversos . 
Massa de tomate . . 

Sal 

Doces de confeitaria . 
Conservas e extratos, 
n. e. . . . . . . 

Não especificados . . 
Produtos alimentícios 
para animais 

Alpiste 

Não especificadoç . 

CLASSE IV — Manu- 

faturas 

De matérias-primas de 
origem animal . . 
Animais com preparo 
especial 



9 832 375 
321 865 
1 167 092 

372 278 

1 004 
26 077 
86 915 

742 
257 540 
1 042 987 
475 566 



568 104 
140 175 

12 780 
3196 
411 953 
8 366 451 
779 887 
7 524 300 
36 

.181 
62 047 

3 990 219 

388 162 
3 602 057 



13 509 



1 981 105 

130 800 

633 602 

6 459 588 

258 479 
5 256 775 
128 947 

193 624 
621 763 
153 958 
150 750 



■ 161 — 
567 260 ! 3 208 



3 781 374 
389 634 
1 902 380 
959 016 
20 425 
509 919 
301 424 
34 968 



3 498 

2_25 970 

340 862 
2 950 
337 912 



26 339 328 
503 400 
3 812 577 



14 054 717 



410 790 
6 690 SOO 



3 951 126 i 57 822 503 



11039 
215 547 

1 090 082 

31 471 

2 602 987 
10 785 595 

4 089 676 



1 289 438 
■18 377 087 
1 431 867 

1 755 043 
4 769 068 
44 344 
13 367 



8 414 — 
6 687 505 30 97/ 



3 850 523 

988 630 

245 730 
46 950 

2 569 213 
8 790 925 

6 506 101 
1 552 265 

200 

2 691 
729 668 

4 275 609 
754 876 

3 520 733 



14 974 175 40 831 504 134 117 929 



539 664 



418 569 



48 636 747 
3 186 588 
21 053 269 

20 621 574 
373 513 

3 401 803 

4 121 894 
352 152 

552 188 

44 306 
•A 173 248 

287 732 
9 000 

278 732 

653 108 839 

21 463 872 



128 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 









Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 








Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


5100/5199 


- 


De cabelos e pêlos . 


112 


20 036 


6 479 


7 894 683 


5172 


- 


Chapéus simples de pêlo 














de castor e semelhantes 


_ 


0 903 




7 249 309 






Não especificadas . 


112 


13 133 


0 479 


645 374 


5200/5299 




De despojos animais . 


2 452 


13 825 


8 075 


908 146 


5300/5399 




De corpos graxos . 


4 674 


377 327 


62 631 


5 256 403 


5333 




Velas de estearina . 


4 674 


376 270 


62 631 


5 229 847 






Não especificadas . 




1 057 




26 556 


5600/5699 




Peles e couros . 


6 271 


128 133 


341 384 


7 390 330 


5600 






1 626 


2 0O9 


59 200 


133 138 


5609 






166 


91 761 


17 934 


5 251 477 


5657 






319 


77 


14 910 


4 029 






Não especificadas . 


4160 


34 286 


249 340 


2 001 686 


5700/5799 


- 






343 




14 310 


6000/6999 


- 


De matérias-primas de 














origem vegetal . . 


9 924 170 


7 508 275 


24 963 953 


64 034 234 


6000/6099 


- 


De cascas e de outras 














partes de vegetais . . 


58 169 


48 465 


4 314 521 


'2 844 323 


6033 


- 




57 619 


4 019 


4 288 507 


165 703 


6035 


- 


Cigarros . . . : . 


— 


4 311 


— 


282 421 






Não especificadas . 


550 


40135 


26 014 


2 396 199 


6100/6199 


- 


De caules não lenhosos 


119 


1 853 


1580 


35 106 


6200/6299 


- 


De fibras e matérias fi- 
lamentosas, exclusive as 
















252 745 


75 437 


3 173 335 


2 207 844 


6274 


- 


Chapéus de palha . 


137 451 


1597 


1 382 216 


1 112 536 






Não especificadas . 


115 294 


73 840 


1 791 119 


1 095 308 


6300/6399 




De corpos graxos . 




— 


— 


' — 


6500/6599 




De madeiras .... 


8 945 842 


2 479 880 


13 847 717 


12 126 498 


6529 




Mobílias, móveis e peças 
















20 059 


709 578 


282 031 


7 299 976 






Não especificadas 


o v^O í oo 


1 iní\ QAO 
1 / /U oUZ 


lo OUO Dou 


Á «OR SOO 


6600/6699 




Papel 


616 335 


3 995 649 


2 528 582 


28 955 291 


• 6612 




Papel para impressão . 


13 991 


1 726 761 


70 05O 


13 039 248 


6614 




" " embrulho . 


315 084 


878 271 


1 524 296 


6 275 197 


6670/6679 




Cartão ou cartolina 




162 040 




1 495 170 








287 260 


1 228 577 


934 236 


8 145 676 


6700/6799 




Aplicações do papel . 


32 019 


695 654 


611 253 


10 014 179 


6705 




Livros para leitura 


22 986 


45 763 


534 238 


869 714 


6797 




Obras impressas 


1 218 


132 907 


11 435 


2 050 436 






Não especificadas . . 


7 815 


516 984 


65 580 


7 094 029 



Comércio do Pôrto de Santos 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



6800/6899 - De outros produtos ye- 

getais 

6876 - Galochas e calçados de 

borracha 

Não especificadas . . 

7000/7999 - De matérias-primas de 
origem mineral . 

7000/7099 - De pedras e de outras 
matérias minerais . 

7100/7199 - De minerais preciosos, 
semi-preciosos e raros 

7400/7499 - De ferro e aço . . . 

7439 - Obras de folha de Flan- 

dres 

7440 - Cadeados, fechaduras, 

trincos, molas e seme- 
lhantes 

7444 - Parafusos, porcas e 
obras semelhantes, pro- 
vidos de rosca . 

7490 - Recipientes para con- 
dução de líquidos e 
gases 

7497 - Obras esmaltadas, n. e. 
Manufaturas de ferro e 
aço, n. e 

7500/7599 - De outros metais de uso 
corrente 

7570 - Obras de cristofle e se- 
melhantes .... 

7574 - Obras de bronze e ou- 
tras ligas de cobre . 
Não especificadas . 

7600/7699 - De metais de uso espe- 
cial 

7609 - Manufaturas de alumí- 
nio ...... 

Não especificrídas . . 

7700/7799 - De metalóides e vários 
metais 

7800/7899 - De louça, vidro e de 
outros produtos mine- 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 



Importação Exportação | Importação ] Exportação 



18 941 

18 941 
2 421 241 
18 795 

1 849 553 

2 

3 398 

39 113 

1 063 757 
18 

743 265 
6 190 



29 
6161 



486 965 I 7 850 993 



44 003 
167 334 

12 926 925 

3 972 760 

51 

4 539 201 

43 326 

184 266 

58 509 

273 661 I 
15 626 I 

■ ! 

3 963 813 I 

. I 

143 131 I 

M 

4 232 j 
138 898 I 

48 433 I 

2 557 

45 876 



486 965 
10 220 743 
78 364 

8 367 591 
116 



7 662 



544 711 4 215 687 



1 516 781 
6 334 212 

95 836 834 

10 411 336 

118 460 

43 551 878 

647 384 



42 416 i 9 962 263 



547 268 í 796 908 



5 400 794 i 1 490 207 
520 i 330 862 



2 376 477 
97 165 



3 00O 
94 165 



1099 

1099 
33 397 



30 324 254 

5 561 683 

270 

162 154 
5 399 259 

2 815 498 

177 940 
2 637 558 

168 951 



1 643 127 33 209 028 



130 



Departamento Estadual de Estatística 



i 

Mercadorias nacionais e nacionalizadas ' 







Quantidade era 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação j Importação | Exportação 


7879 


- Manufaturas de louça e 


1 






1 




porcelana .... 


83 


46 719 


3 090 


893 108 


7882 


- Garrafas, frascos e po- 












tes de vidro .... 


429 00/ 


1 409 470 


1 099 627 


5 001 667 


7889 


- Manufaturas de vidro, 














393 


X£i^ OOO 


01 /o/ 


9 /1R8 91 7 




Não especificadas . 


114 698 


2 DOO 115 


508 o43 


-^4 84b vÁb 




- De têxteis .... 


1 iZo 727 


4 568 013 


87 332 421 


217 021 145 


8000/8199 


- De têxteis de origem 














1 685 140 


4 120 166 


83 371 554 


146 926 420 


8000/8099 


- De algodão .... 


1 671 406 


2 710 070 


83 156 715 


125 064 636 


8009 


- Tecidos brancos 


165 237 


88 316 


7 733 439 


5 200 103 


8019 


" ci-us 


11 854 


267 597 


320 745 


7 692 538 


8024 


" estampados 


269 927 


356 771 


18 932 540 


25 994 794 


8027 


" tintos . . \ . 


1 118121 


902 009 


52 832 957 


49 035 902 


8039 




12 875 


90 977 


783 695 


5 179 564 


.8050 


- Alcatifas e tapetes . 




1 842 




111 420 


8077 




410 


20 845 


97 677 


1 973 694 


8078 


- Roupa feita .... 


754 


61 824 


70 912 


4 596 247 


8081 


- Cobertores .... 


9 296 


277 711 


258 745 


4 810 788 


8086 


- Toalhas e guardanapos 


G28 


1 417 


46 604 


83 fl46 


8093 


- Sacos 


48 479 


353 487 


826 726 


8 063 601 




Manufaturas .de algo- 














33 825 


287 274 


1 252 675 


12 322 939 


8100/8199 


- De cânhamo, juta, linho 
e outras fibras vege- 














13 734 


1 410 096 


214 839 


21 861 784 


8121 


- Aniagem de juta 


— 


68 359 





898 984 


8129 


- Tecidos de juta, n. e. . 


— 


50 565 




824 797 


8133 


- Sacos de juta . 
Manufaturas de outras 


12 829 


1 208 935 


124 477 


14 575 980 




fibras vegetais, n. e. . 


905 


82 237 


90 362 


5 562 023 


8200/8299 


- De têxteis de origem 












animal 


30 343 


190 946 


2 517 177 


24 155 103 


8209 


- Tecidos de lã . . 


20 129 


136 067 


1 897 682 


15 003 472 


8231 


- Cobertores de lã . 


9 593 


1 6C7 


' 562 162 


111 626 


8232 


- Ciiapéus simples de fel- 












tro 




22138 




5 774 105 


8238 


- Roupa feita de lã . . 




20 304 




2 186 035 


8259 


- Tecidos de sêda ... 


238 


1103 j 


29 539 


208 311 


8277 


- Meias de sêda ... 




202 




65 036 



^inércio do Pôrto do Santos 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas " *• 







Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS • 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


{ Expoi-tação 


Importação 


Exportação 




Manufaturas de outros 












têxteis de origem ani- 














383 


9 465 


27 791 

1 


80(> 518 


8300/8399 


- De têxteis sintéticos . 


13 244 


256 901 


1 443 690 


15 939 622 


8400/8499 


- De matérias plásticas . 


65 


22 851 


8 130 


2 328 046 


8500/8999 


- Produtos químicos e se- 












melliantes .... 


428 279 


7 713 185 


3 178 343 


96 360 648 


8500/8599 


- Produtos químicos or- 














92 547 


316 841 


1 089 396 


3 293 016 


.8600/8699 


- Sais minerais 


5 469 


1 301 874 


129 392 


6 400 970 


8700/8799 


- Outros produtos quími- 












cos inorgânicos . 


37 569 




183 969 


5 633 790 


8800/8899 


- Drogas, medicamentos 
e preparações farma- 












cêuticas 


51 608 


1 407 159 


1 229 748 


50 109 609 


8900/8999 


- Adubos químicos e ou- 












tros produtos 


241 086 


3 444 786 




oU vZó Zoo 


8954 


- Lança-perfume . 




19 661 




i OOí HrUtí 


8957 


- Sabonetes .... 


3 808 


338 607 


60 308 


6 1-10 689 


8959 


- Perfumarias, n. e. . 


171 


52 087 


8 425 


1 969 483 




Não especificados . 


237 107 


3 034 431 


477 105 


21 461 68(5 


9000/9999 


- Manufaturas diversas . . 


458 184 


7 552 591 


7 995 770 


156 064 060 


9000/9099 


- Aparelhos, instrumen- 
tos, máquinas e obje- 
tos físicos, químicos, 












matemáticos e éticos . 


186 


8 075 


7 303 


748 842 




- Aparelhos, instrumen- 
tos e objetos de cirur- 
gia, medicina, odonto- 












logia e veterinária . 


10 223 


54 618 


288 175 


2 131 893 


9300/9399 


- Instrumentos de música 
e a«jessórios, relojoaria 
e aparelhos de meca- 












nismo delicado . 


3 594 


11503 


128 360 


1 032 623 


9400/9499 


- Cutelaria, ferramentas 












e outros utensílios . 


52 359 


859 964 


704 886 


13 308 406 


9419 


- Ferramentas grossas . 


387 


163 347 


3 260 


2 039 856 




Não especificados . 


51972 


696 617 


701 626 


11 268 550 


9500/9599 


- Máquinas e aparelhos 
elétricos e artigos elec- 












trotécnicos .... 


38 898 


883 742 


1 768 881 


16 087 187 



132 



Departame nto Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



Quantidade em Valor em 



MERCADORIAS | ^"""^ 



Importação | Exportação | Importação 


EjxportRção 


9505 


- Aparelhos de rádio pa- 
ra uso doméstico, in- 












clusive rádio-vitrolas . 


130 


1 460 


oo o\)yj . 


199 353 


9520 


- Acumuladores e bate- 
rias de acumuladores . 




lio oií 




1 300 103 


9562 


- Fio de cobre nu ou 




















1 533 373 


9563 


- Fio de cobre isolado . 




1 Sí ST) 




4 112 650 


9564 


- Cabo ou cordoalha de 
















91 932 




1 142 935 




Não especificados . 


38 703 


323 541 


1 / oo Ool 


7 798 773 


9600/9699 


- Máquinas, aparelhos e 
utensílios para as in- 












dustrias 


8 444 


297 706 


110 540 


6 367 135 


9609 


- Instrumentos e máqui- 












nas agrícolas . 


- 


16 468 


- 


399 300 




Não especificados . 


8 444 


281 238 


110 540 


5 967 835 


9700/9799 


- Outras máquinas e apa- 














168 003 


2 156 957 


1 150 359 


47 684 206 


9791 




101 


36 264 


3 742 


639 905 




Não especificados . 


167 902 


2 120 693 


1 146 617 




9800/9899 


- Veículos e seus acessó- 














48 732 


1 958 048 


987 504 


35 887 363 


(1) 9811 


- Automóveis para pas- 












sageiros .... 


14 450 


17 601 


42o UuO 


467 767 


(2) 9812 


- Caminhões, ônibus, am- 
bulâncias e seme- 












lhantes 


900 


O / U OO 1 


10 000 


7 615 896 


9829 


- Acessórios para auto- 












móveis 


7 259 


437 454 


181 981 


8 393 051 


9892 


- Câmaras de ar . . . 


120 


39 200 


1500 


1 166 547 




Não especificados . 


26 003 


1 087 456 


369 023 


18 244 102 


9900/9999 


- Vários artigos . 


127 745 


1 321 978 


2 849 762 


32 816 405 


9916 






326 511 




6 566 089 


9930/9939 


- Artigos para escritório 


160 


96 052 


8 080 


2 801 270 


9943 


- Botões ou marcas . 


71 


723 


5 963 


61101 


9944 


- Artigos de armarinho . 


.357 


66 930 


27 861 


2 818 666 


9974 


- Chapéus de chuva ou 












sol 


64 


37 623 


3 000 


2 779 960 


9996 


- Artigos sanitários . 


10 


10 005 


550 


154 509 




Não especificados . 


127 083 


784 134 


2 804 308 


17 634 810 



Importação Exportação 

(1) Unidade 11 12 

(2) " 1 133 



133. 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos 



Importação 



Quadro N. 17 Janei 


•0 a maio de 


1946 








Quantidade em 


Valor em 


MESES 


quilos 


Cruzeiros 


— , 


1945 

_ 


1946 


1945 


1946 




Õ5 442 1(55 


51 365 377 


108 553 551 


138 103 026 




71 419 202 


55 568 596 


221 625 665 


1 'J7 QQQ 47fi 




54 960 610 


44 909 904 


148 941 368 


104 748 100 


Abril 


74 224 586 


71 575 845 


198 504 917 


100 411 552 




54 404 659 


76 756 497 


92 557 246 


188 173 895 




60 292 799 




99 767 671 






37 896 443 




101 663 570 






53 825 683 




170 763 650 






78 675 530 




132 611 030 






44 317 246 




145 593 483 






64 728 523 




165 451 297 






62 423 088 




148 836 889 




Total 


712 610 534 




1 734 870 337 




T 


310 451 222 


300 176 219 


770 182 747 


719 436 051 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos 
Exportação 
Quadro N. 18 Janeiro a maio de 1946 





Quantidade em 


Valor em 


MESES 


quilos 


Cruzeiros 




1945 


1946 


1945 1946 


Janeiro 


21 294 772 


23 585 416 


165 676 628 195 305 758 


Fevereiro 


18 458 614 


22 809 746 


152 693 695 217 269 005 


Março 


25 478 330 


15 507 903 


238 363 566 140 441 627 


Abril 


14 240 220 


23 017 086 


95 835 1041 198 135 740 


Maio 


11 747 001 


22 271 347 


98 212 501 230 470 347 


Junho . . . . • 


23 492 578 




224 973118 


Julho 


27 712 004 




22(;5!2.S57 


Agosto 


16 978 326 




130 744 7821 


Setembro 


30 927 667 




349 231 064 


Outubro 


23 833 680 




246 599 168 


Novembro . .* . 


22 536 954 




245 609 733 


Dezembro 


18 704 672 




187 373 802 j 


Total 


255 404 818 




2 361 856 018 


Janeiro a maio 


91 218 937 


107 191498 


7.50 781 494 981 622 477 



Departamento Estadual de Estatística 



Quadro N. 19 



Comércio de Cabotagem pelo Porto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a maio de 1946 
Resumo por Classes 



CLASSES 



Quantidade em quilo 



Valor em Cruzeiros 



Importação ' Exportação ; Importação Exportação 



Classe I — Animais vivos . 
Classe II — Matérias-prinias . 
Classe III — Géneros alimentícios 
Classe lY — Manufaturas . . 

Total das mercadorias 



1 250 
179 447 610 
105 753 184 
14 974 175 

300 176 219 



38 297 I 8 00Ô 

44 322 409 342 508 245 

21 999 288 j 242 801 877 

40 831 504 1134117 929 

107 191 498 I 719 436 051 



553 875 
102 321 560 
165 638 203 
653 108 839 

981 622 477 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 



Quadro N. 20 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a maio de 1946 

Resumo por Estados 



ESTADOS DE PROCEDÊNCIA 
E DE DESTINO 



Quantidade em quilos 
Importação | Exportação 



Valor em 
Importação j 



Território do Guaporé . . . . 

Território do Acre 

Amazonas . 

Território do Rio Branco 

Pará 

Território do Amapá 

Maranhão 

Piauí 

Ceará ... 

Rio Grande do Norte 

Paraíba 

Pernambuco ........ 

Alagoas 

Território de Fernando de Noronhf 

Sergipe 

Bahia 

Minas Gerais 

Espírito Santo . 

Rio de Janeiro ' . . 

Distrito Federal 

Paraná 

Território do Iguaçu 

Santa^ Catarina 

Rio Grande do Sul 

Mato Grosso 

Total 



2 812 



2 781 477 

1 641 373 
606 309 

4 419 762 
79 081 026 

4 153 324 
44 542 981 
22 619 309 



13 422 
107 953 

2 045 891 

15 254 
3 129 347 

10 476 
1 090 459 
676 195 

3 244 27G 
1 072 293 
1 448 231 

13 985 734 
1 813 483 



788 753 I 1 134 357 
5 955117 I 8 905 895 



54 380 
512 002 
4 229 964 
13 737 907 

76 096 926 

36 143 520 
300 176 219 



729 130 
834 104 
19 537 316 
6 294 440 

10 669 653 
30 433 588 
1 

107 191 498 



40 799 410 

40 360 270 

6 073 429 
2 168 482 
9 153 353 
47 347 187 
37 866 284 
158 287 260 
56 620 249 



6 788 151 I 15 868 827 
31 738 596 I 150 965 918 



81 412 
2 404 132 
18 212 901 
.19 937 339 

61 714 008 
179 883 588 

719 436 051 



Comércio do Pòi-to do Santis 

Comércio de Cabotagem pelos Portos do Estado de São Paulo • 

Mercadorias nacionais e nacionalizadas 
Janeiro a maio de 1946 
Resumo por Classes 

Quadro N. 21 





Quantidade em 


Valor em 


CLASSES 


quilos 


Cruzeiros 




Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


Classe I — Animais vivos . 


1250 


38 297 


8 000 


553 875 


Classe II — Matérias-primas . 


179 485 610 


44 322 409 


342 541 230 


1G2 321 560 


Classe III — Géneros alimentícios . 


105 753 184 


21 999 288 


242 801 877 


11)5 638 203 


Classe IV — Manufaturas . 


14 994 175 


40 831 504 


134 617 929 


653 108 839 


Total das mercadorias . 


300 234 219 


107 191 498 


719 969 036 


981 622 477 



Comércio de Cabotagem pelos Portos do Estado de São Paulo 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a maio de 1946 
Resumo por Portos 

Quadro N. 22 



PORTOS DE DESTINO E DE 
PROCEDÊNCIA 


Quantidade em 
quilos 


Valor em 
Cruzeiros 


Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


Ubatuba 













17 000 




24 085 




Vila Bela 












21 000 




8 900 






300 176 219 


107 191 498 


719 436 051 


9X1 622 477 




20 000 




500 000 














Total 


300 234 219 


107 191 498 


719 969 036 


981 622 477 



Comércio Exterior pelo Porto de Santos 

IMPORTAÇÃO 

Janeiro a junho de 1946 



Qundro N. 1 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


V ã,ior â DorQO no 
porto de Santos 

Cruzeiros 


0000/0099 




CLASSE I — Animais vivos: 


84 988 


3 446 948 


0039 


— 


Aves domésticas (1) ou para ali- 












400 


25 609 


0051 


— 


Gado vacum para reprodução (2) 


80 336 


2 945 579 


0053 


— 


" cavalar para reprodução (3) 


300 


9 608 


0063 


— 


" " para qualquer ou- 












600 


12 965 








3 352 


453 187 


0100/3999 





CLASSE II — Matérias-primas: 


576 503 992 


702 111 742 


0100/0999 







268 770 


29 361 067 


0100/99 






71 605 


20 589 279 


0160/1 




Pêlos de coelho, castor e seme- 












65156 


19 941508 








6 449 


647 771 


0200/99 




Despojos animais 


51425 


186 351 


0300/99 


— 




19 209 


396 840 


0500/99 




Peles e couros, em bruto . 


47 338 


899 966 


0600/99 




Peles e couros, preparados ou cnr- 












29 877 


5 799 897 


0692 




Camurça, marroquim e semelhan- 












2 724 


420 946 


0698 




Peles e couros tintos, engraxados, 












15 328 


2 931 464 






Não especificados 


11 825 


2 447 487 


0700/99 










0800/99 




Outros produtos 


36 879 


1 012 687 


0900/99 




Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as indústrias 


12 437 


476 047 


1000/1999 






32 813 161 


96 424 341 


1000/99 




Vegetais próprios para medicina, 










indústria e outros usos . 


362 743 • 


12 116 602 


1054 




Lúpulo 


195 315 


9 785 646 


1091 














Não especificados 


167 428 


2 330 956 



(1) — 118 cabeças. (2) — 245 cabeças. (3) — 1 cabeça. (4) — 2 cabeças. 



Comércio do Pôrto de Santos 187 



IMPORTAÇÃO 







MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Vâlor 2l bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


1100/99 









6 057 


88 878 


1200/99 





Fibras e matérias filamentosas, 










exclusive as têxteis .... 


116 224 


796 608 


1279 


_ 


Palha para vassouras e fins serae- 












86 697 


419 134 


1294 


— 










1296 


_ 


Pita 


20020 


235 697 








9 507 


141 777 


1300/99 







15 236 


143 064 


1500/99 







540 186 


2 422 459 


1600/99 





Sementes, bagas, grãos, frutos e 












1 936 250 


5 574 035 


1674 


— 


Sementes de linho ou linhaça . 


— 


— 


1697 


— 


Sementes, bagas, grãos, frutos e 










semelhantes para a agricultura 


591 234 


2 740 693 






Não especificados 


1 345 016 


2 833 342 


1800/99 


— 




7.367 408 


20 283 376 


1855 


— 




123 024 


2 432 118 


1857 


— 


Resina negra de pinho ou breu . 


2 971 131 


11 653 992 








4 273 253 


6 197 266 


1900/99 


_ 


Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as indústrias 


22 469 057 


54 999 319 


1963 


— 


Extrato de quebracho .... 


167 096 


532 023 


1990 


— 




158 852 


2 867 682 


1991 


— 


Celulose para fabricação de papel 


21 751 374 


47 988 050 








391 735 


3 611 564 


2000 /299Í 


— 




534 173 807 


461 411 410 


2000/99 






5 282 960 


9 729 726 


2050/57 




Alabastro, mármore, pórfiro e pe- 












1 171 137 


1 852 265 


2082 







86 401 


509 076 








4 025 422 


7 368 385 


2100/99 





Minerais preciosos, semi-preciosos 












16 395 


8 379 466 


2100/29 





Ouro, platina e prata, em bruto 












16 384 


8 005 272 


2160/9 


















374 194 


2200/99 






1 467 466 


1 710 289 


2300/99 




Combustíveis, óleos e matérias be- 












396 511 655 


155 902 332 


2300/9 






1 748 015 


1 539 768 



188 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


j Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


2321 


_ 




173 224 122 


32 411 875 


2322 






— 


— 


2323 




Coque 


4 681 413 


3 702 479 


2341 




Petróleo era bruto ou cru . 


10 498 426 


5 009 299 


2353/4 




Gasolina 


87 640 491 


53 541 945 






**Fuel-oil" e ' Di6S6l"0Íl" . . * 


96 690 063 


27 873 020 








11 043 256 


5 514 460 






Óleos refinados lubrificantes , 


8 441 929 


• 22 699 712 






" para transformadores e ou- 










tros aparelhos elétricos . 


214 257 


377 209 






Não especificados 


2 329 683 


3 232 565 


2400/99 




Ferro e aço 


49 535 909 


114 856 217 


2411 




Ferro em barras, vergalhões e 










verguinhas . 


1 052 358 


2 314 588 


2413 


— 




556 874 


1 550 838 


2415 


_ 


" " lâminas ou placas . . 


2 477 060 


5 329 571 


2431 


_ 


Aço em barras, vergalhões e ver- 












8 413 860 


22 010 915 


2433 


— 




6 848 976 


17 777 924 


2435 


— 


" " lâminas ou placas . . 


21 716 803 


46 945 018 


2440/9 


— 


Aços especiais 


33 690 


239 205 


2490 





Cantoneiras, tês e semelhantes . 


6 336 548 


12 183 963 






Não especificados 


2 099 740 


6 504 195 


2500/99 





Outros metais de uso corrente . 


20 021 241 


115 312 670 


2500/9 





Chumbo em bruto ou preparado . 


5 347 309 


19 240 101 


2510/9 . 


_ 


Estanho em bruto ou preparado . 


273 241 


7 170 893 


2522 


_ 


Cobre coado ou fundido 


4 394 715 


24 410 932 


2525 


_ 


" laminado ou martelado . . 


246 008 


2 686 823 


2520/9 


— 


" em bruto ou preparado, n. e. 


6 985 920 


44 504 936 


2560/9 


— 


Latão e outras ligas de cobre em 










bruto ou preparado .... 


1 064 088 


8 377 277 


2570/9 




Ligas especiais de metais de uso 












219 36Õ 


2 684 874 


2585 




Zinco em lâminas ou placas . 


32 321 


200 669 


2580/9 




Zinco, em bruto ou preparado, n. e. 


1 448 884 . 


5 991 703 






Não especificados 


9 395 


44 462 


2600/99 




Metais de uso especial .... 


964 339 


9 345 290 


2600/9 




Alumínio em bruto ou preparado . 


860109 


6 956 154 


2670/9. 




Níquel em bruto ou preparado . 


89 727 


1 586 591 






Não especificados 


14 503 


802 545 


2700/99 




Metalóides e vários metais . . . | 


12 229 745 


9 637 134 



139 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valer a bordo no 
porto de Santos 

Cruzeiros 



2800/99 
2855/6 



2900/99 
2911 



3000/3399 
3000/3199 
3000/99 
3064 

3066 
3100/99 

3100/19 
3126 
3131 

3140/3159 

3200/99 
3206 
3221 

3200/29 
3256 
3264 

3266 

3250/79 



3300/99 
3356 



3350/79 



Enxofre 

Não especificados 

Outros produtos 

Cimento "Portland" 

Não especificados 

Matérias-primas e preparações não 
classificadas para as indústrias 

Alvaiades de titânio e outros . 

Aguarrás artificial 

Não especificadas 

Têxteis 

De origem vegetal 

Algodão em bruto ou preparado . 

Algodão eni fio para bordar, co- 
ser, croché, tricô e semelhantes 

Algodão em fio para tecelagem . 

Não especificado 

Cânhamo, juta, linho e outras fi- 
bras vegetais 

Cânhamo em bruto ou preparado . 

Juta em fio para tecelagem . 
" " bruto 

Linho em bruto ou preparado . . 

Outras fibras vegetais, n. e. . 

De origem animal 

Lã em fio para tecelagem . 

" " bruto 

" n. e 

Sêda em fio para tecelagem . 

Bôrra de sêda em fio para bordar, 
coser e usos semelhantes . 

Bôrra de seda em fio para tece- 
lagem 

Sêda, n. e. . 

Outros têxteis de origem animal. 



Têxteis sintéticos 

"Rayon", viscose e semelhantes 

em fio para tecelagem 
"Rayon", viscose e semelhantes 

em bruto ou preparados, n. e. . 
Outros têxteis sintéticos, n. e, . 



12 149 978 
79 767 
45 724 066 
45 577 820 
146 246 

2 420 031 
505 105 
187 870 
1 727 056 
6 394 527 

88 071 

34 207 
53 864 



õ 469 926 
238 497 

5 066 600 
164 829 

770 107 

7 847 
032 631 
129 f)26 



66 423 
6 338 
59 392 



8 161 329 

1 475 805 
26 212 060 

25 831 580 
38(1 480 

10 326 226 

2 032 637 
291 184 

8 002 405 
63 538 035 



7 723 956 
9 096 535 



30 663 385 
1 990 832 

23 944 985 

4 727 568 

14 879 796 
880 117 
10 644 509 
3 355 170 



:)93 I 



1 174 363 

205 825 

862 523 
106 015 



140 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
porto de Santos 

Cruzeiros 


3400/3999 




Sintéticas e outras matérias-primas 


2 8.53 727 




3400/99 


— 


Matérias plásticas ou resinas sin- 












458 451 


6 133 802 


3432 




Celulóide 


9 696 


77 549 








448 755 




3900/99 




Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as indústrias 


2 395 276 


45 243 087 


3910/9 


— 


Anilinas e semelhantes .... 


236 499 


lU / ^Í7 UOO 


3922 




Tintas para impressão .... 


xuu o / o 


1 oÀa ^40 






" preparadas a óleo 




4 408 830 


3920/9 






78 026 


1 214 311 


3957 




Sabões, sapólios e semelhantes 










para a indústria têxtil 


36 615 


527 999 


3973 




Essências para perfumaria . . . 


9 784 


3 967 024 


3976/7 




Perfumes sintéticos e resinaromas 










ou fixadores de perfume , 


20 559 


1 248 610 


3995 




Oraxas lubrificantes consistentes e 










complexas 


305 756 


1 444068 








1 158 756 


13 854 422 


4000/4339 




CLAbSt III — Géneros alimen- 












116 332 622 


325 590 331 


4000/99 






2 372 879 


24 773 699 


4020 




Rphirfíl^ flTnííT*^a<; arkPpJfívQc o 










quinadas 


57 958 


1 088 376 


4028 


_ 




67 313 


2 232 143 


4020/9 


_ 


Bebidas alcoólicas, n. e 


88 972 


2 692 831 


4071/2 




Vinhos comuns de mesa 


1 927 800 


12 806 177 


4074/5 




Champanha e semelhantes 


27123 


1 435 466 


4076 




Vinhos licorosos ou de sobremesa 


171 798 


3 878 444 






Não especificadas 


31 915 


640 262 


4100/99 




Cereais, leg^umes e seus produtos 


97 840 748 


194 715 325 


4107 




Trigo 


28 164 356 


49 224 803 


4130/9 




Legumes frescos ou secos . . . 


43 084 


189 935 


4177 




Farinha de trigo 


Cl 551 383 


120 426 097 


4184 




Malte ou cevada torrefata . . . 


3 784 081 


13 556 709 






Não especificados 


4 297 844 


11 317 781 


4300/99 




Frutas de mesa e seus produtos . 


10 161 542 


58 597 757 


4300 




Amêndoas 


28 529 


642 761 


4304 






8 750 


134 242 


4306 




Nozes 


77 460 


1 345 757 


4324 






3 836 269 


20 577 527 


4326 






3 215 923 


13 286 864 



Comércio do Pôrto de Santos 



141 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



4327 
4328 
4350 
4360/9 

4400/99 
4440/9 
4468 



4500/99 — 

4600/99 — 

4643 — 

4666 — 

4630/69 — 

4700/99 — 

4712 — 

4710/49 — 

4800/99 — 

4900/99 — 

5000/9999 — 

5000/5999 — 

5100/99 — 

5200/99 — 

5300/99 — 

5600/99 — 

5647 — 

5700/99 — 



6000/99 
6013 



6100/99 
6200/99 



Pêssegos 

Uvas . 

Azeitonas ........ 

Frutas secas ou passadas . . . 

Não especificadas 

Outros produtos vegetais 

Especiarias 

Azeite de oliveira 

Alhos 

Não especificados 

Produtos de matadouro e caça . 

Produtos de pesca 

Bacalhau , . 

Sardinhas em conserva .... 
Peixes em conserva, n. e. . 

Não especificados 

Outros produtos animais . 

Leite em pó 

" e outros laticínios, n. e. . 

Não especificados 

Produtos diversos 

Produtos alimentícios p/ animais 

CLASSE IV — Ma nuf aturas: 

De matérias-primas de origem 
animal 

De cabelos e pêlos 

De despojos animais 

De corpos graxos . . ... 

De peles e couros . . . . . 

Tiras de couro para chapéus . . 

Não especificadas 

De penas 

De matérias-primas de origem ve- 
getal 

De cascas e de outras partes de 
vegetais 

Rolhas ou discos de cortiça . 

Não especificadas 

De caules não lenhosos .... 

De fibras e matérias filamentosas, 
exclusive as têxteis .... 



218 236 


1 194 946 


938 641 


7 194 647 


733 421 


7 873 358 


765 098 


4 373 343 


339 215 


1 974 312 


3 517 448 


26 900 850 


169 362 


3 400 782 


131 083 


7 159112 


1 359 499 


11 220 223 


1 857 504 


5120 733 


69 662 


2 322 728 


946 139 


11 111 313 


669 503 


6 743 217 


9 850 


102 004 






10 624 


146 611 


114 435 


2 048 300 


' 71689 


1 350 147 






353 


15 859 


366 526 


3 935 590 


943 243 


1 184 769 


195 139 535 


1 301 380 135 


13 806 


2 699 979 


3 372 


701 614 


17 


5 483 


_ 

10 417 


1 992 882 


4 546 


593 806 


5 871 


1 399 076 


11 143 652 


53 058194 


145 151 


2 792 545 


140 389 


2 572 385 


4 762 


220 160 


1 


20 


7 842 


264 441 



142 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



(3247 — Tranças e obras semelhantes para 
confecção de chapéus e outros 

fins 

Não especificadas . . 

6500/99 — De madeiras 

6567 — Acessórios para máquinas de in- 
dústria têxtil 

6591 — Carretéis ou tubos para enrolar li- 
nha ou barbante . . . . . 
Não especificadas . . . . . 

Papel 

Papel para impressão .... 

" " " de jornais . 

Papel crepom, "gaufré" de sêda 
vegetal e semelhantes . . . 

Papel com preparo superficial n. e. 
" para embalagem de frutas . 
" em tiras para cigarros . 
Cartão ou cartolina em folhas ou 

rolos 

Não especificado 

Aplicações do papel . . . . 

Livros para leitura 

Não especificadas 

De outros produtos vegetais 
Borracha em tecidos e artefatos 
com mescla de qualquer maté- 
ria têxtil ■ . 

6860/9 — Acessórios de borracha para má- 
quinas 

6820/89 — Manufaturas de borracha, n. e. . 

Não especificadas 

7000/7999 — Dé matérias- primas de oi-igem mi- 
neral 

7000/99 — De pedras e de outras matérias 

minerais 

7000/9 — Pedras de amolar de esmeril e ou- 
tros abrasivos 

7010/9 — Manufaturas de amianto ou asbesto 
7034 — Tijolos refratários de argila . . 
7088 — Produtos refratários n. e. . , 
Não especificadas 



6600/99 
6612 
6613 
6623 

6620/9 
6653 
6655 
6670 



6700/99 
6705 



6800/99 

6830/9 



7 673 
105 799 



33 208 



72 591 
10 708 476 
411 070 
8 707 723 

86 561 
235 262 

91 736 
70 519 

164 718 
940 887 
108 832 
21 288 

87 544 
67 551 



1207 



31 803 

34 541 



92 659 343 

4 177 448 

192 684 
210 844 

1 453 400 
342 949 

1 977 571 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



274 548 693 
16 424 727 

3 905 765 
5 109 026 
1 952 872 
1 120 019 

4 337 045 



Comércio do Pôrto de Santos 



US 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



7100/99 
7100/29 



7400/99 
7404 



7412 
7413 
7414 
7416 

7420/9 
7435 

7430/9 
7440 

7444 

7445 

7440/9 

7454 

7450/9 
7467 

7460/9 
7477 
7480 



7487/8 
7490 



■500/99 
520/9 



De minerais preciosos, semi-pre- 
ciosos e raros 



7405 — 



De ouro, platina e prata 

Não especificadas 

De ferro e aço 

Chapas galvanizadas para cons- 
trução de boeiros 

Chapas galvanizadas para cober- 
turas de casas, carros e vagões 
de estradas de ferro .... 

Arame farpado 

Grampos galvanizados para cêrca 

Cabo ou cordoalha 

Arame nu, simples ou galvanizado 

Mobílias, móveis e peças avulsas 

Lâminas de folha de Flandres . 

Obras de fôlha de Flandres, n. e. 

Cadeados, fechaduras, trincos, 
molas e semelhantes .... 

Parafusos, porcas e semelhantes, 
providos de rosca 

Arestas, pinos, rebites e seme- 
lhantes 

Artigos para confecções e instala- 
ções, n. e. ...... . 

Tanques para instalações indus- 
triais 



Obras para construções, n. e. . 
Acessórios para máquinas de in- 
dústria têxtil 

Acessórios para máquinas n. e. . 

Trilhos, cremalheiras e acessórios 

Agulhas para costura a mão ou a 
máquina, croché, tricô e seme- 
lhantes 

Tubos de qualquer feitio . 

Recipientes para condução de li- 
quides e gasts 

Não especificadas 

De outros metais de uso corrente 

Cadeados, fechaduras, trincos, mo- 
las e outros artigos de cobre pa- 
ra instalações 



Quantidade 
em quilos 



18 

87 066 997 



63 931 



36 356 
1 913 565 
135 532 
780 338 
8 489 614 
44 783 
8 112 874 
10 120 

110 324 

925 949 

91 199 

148 391 

376 280 
1 710 567 

33 096 
1 129 473 
50 066 230 

õ 138 
10 405 265 

1 791 967 
686 005 
380 546 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeií-os 



37 434 



999 389 
972 596 
26 703 
2.37 4fi 1 246 

151 208 



104 904 

5 753 67() 
330 209 

6 618 751 
25 848 320 

1 013 486 
22 868 571 
152 296 

1 288 387 
6 982 058 

706 370 

2 694 889 

1 266 563 
6 688 516 

1 903 714 
13 699 960 
84 831 542 



2 141 690 
35 490 527 

8 140 847 
8 787 762 
8 318 103 



1 967 098 



144 Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 




Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 






I^ecnos de cobre para Dolsas, ina- 










las e senielhantes 




— 


7549 




Artigos de cobre para confecções 












-158 


118 232 


7577 




Tubos de Qualtjuer feitio de cobre 


143 848 


2 103 624 






Não especificadas 


198 806 


4129149 


7600/99 


— 


De metais de uso especial . 


64334 


1 123 301 


7700/99 


— 


De metalóides e vários metais . 






7800/99 




De louça, vidro e de outros pro- 












969 225 


10 218 927 


7810/9 




Lâminas de vidro para vidraças, 










clarabóias, navios e outros usos 


383 408 


1 689 793 


7826 


_ 


Artigos sanitários de louça e vidro 


17 643 


307 154 


7850/9 


— 


Artigos de louça e vidro para la- 












23 243 


1 197 404 


7876 


— 


Objetos de louça para serviço de 












61 609 


1 549 065 


7886 


— 


Objetos de vidro para serviço de 












201 007 


X o\j / u / 0 


/olU/ow 




Manufaturas de louça e vidro, n. e. 




Q QÍÍ7 fiQQ 






Manufaturas de outros produtos 
















8000/8399 




De têxteis 


185 949 


18 739 800 


oUUU/ol9y 




De têxteis de origem vegetal . 


112 249 


11 150 787 


ouou/yy 






65 829 


o víó 


8027 






2 815 




8030 


— 


Pelúcias, veludos e semelhantes . 






8000/39 






48 962 


^ ^4lf ooo 


8097 




Oleados 


1 SI n 


62 904 






Não especificadas 


12 242 


1 116 778 


8100/99 




De cânhamo, juta, linho e outras 










fibrãs vegetais 


46 420 




8120/39 




Manufaturas de juta 


396 


16 876 


8160/9 




Tecidos de linho 


37 869 


5 714 838 


8140/89 




Manufaturas de linho .... 


3 630 


1 263 127 






Manufaturas de outras fibras ve- 












4 525 


242 804 


8200/99 




De têxteis de origem animal . 


70 496 


6 729 115 


8200/9 






16 595 


3 039 773 


8220 




Alcatifas e tapêtes de lã . 


3 004 


689 383 


8244 




Peças de lã para máquinas . . 


7 538 


824 179 


8248 




Trapos, ourelas e retalhos de lã . 


39 038 


397 385 



C omércio do Porto de Santos 145 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


! 

Quantidade 
6m Quilos 


^ Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


0— UU 1 Ho 




iVlcinui^tiirsks 06 i2iy n» c. , * . . 


3 650 


1 260 897 






de scdâ .... 


671 


517 498 






" de outros têxteis dc 












— 


— 


8300/99 




De têxteis sintéticos .... 


3 204 


859 898 


OOOU/ 0I7 




AIbiiu f íi tu PH de **rcivon*' viscose e 










semelhantes 


1 463 


606 989 






iMcinufcíturH de outros tcxteis sin* 










tcticos n, e 


1741 


252 909 


8400 /QQ 






156 675 


14 143 260 


8-135 




i^ununâs de ceiuioioe . ■ . . 


12 610 


616 219 






MnnufíituFcis de celuloidCj n, e. . 


1 009 


439 930 








143 056 


13 087 111 


8500/8999 


— 


Produtos químicos e semelhantes 


37 826 835 


107 485 945 


8500/99 


— 


Produtos químicos orgânicos . 


1 923 127 


14 644 740 


8500/9 


— 


Ácidos .... .... 


255 883 


3 821 991 


8550/9 


— 


Intermediários para 0 fabrico de 










côres d-e anilina 


69 471 


1 621 279 


8567 






27 462 


206 905 








1 570 311 


8 994 56Õ 


8C00/99 


— 




12 729 769 


22 068 579 


8001 


— 


Bicarbonato de sódio .... 


101 727 


100 263 


8()()6 


— 




90138 


361 067 


8007 


— 




8 525 213 


8 128 807 


8021)/ 1 


— 


Cloratos de potássio c de sódio 


128 474 


1 279 158 


8057 


— 




AK,n coo 


733 376 




— 




322^78 


999 054 




— 


Arseniato de chumbo .... 


214 660 


1 242 411 


K0'J5 


— 


B(M-utos 


11 151 


90 440 








2 870 208 


9 134 003 


S700/99 




Outros produtos químicos inorgâ- 












9 áSíS d5o 




8700/9 








QQO KÁÍl 


8737 




•Soda cáii.stica 


0 yoo alo 


in Q77 ^11 


8751 






24155 


190 720 


8758 




" " zinco (alvaiade de zinco) 


958 614 


3 948 209 


'5750/09 






425 556 


3 764 403 


8793 




Hidrossiil fitos simples 011 compo.s- 










tos e os estabilizados pelo for- 












92 416 


735 740 








825 177 


3 740 589 



Departamento E stadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



8800/99 — Drogas, medicamentos e' prepara 
ções farmacêuticas 

8830/9 — Cápsulas, grânulos, drágeas, pasti 
lhas e semelhantes ... 

8840/9 — Injeções medicinais e outras pre- 
parações para injeções . 

8880/9 — Séruns, vacinas e semelhantes 
Não especificados .... 

1 

8900/99 — Adubos químicos e outros produtos 1 
8907 — Salitre do Chile .... 
8918 — Superfosfalos de cálcio . 
8937 — Nitrofosca 

8900/39 — Adubos químicos, n. e. . 

8960/9 — Inselicidas e semelhantes 
Não especificados 

9000/9999 — Manuf aturas diversas 

9000/99 — Aparelhos, instrumentos, máquinas ' 
e objetos físicos, químicos, ma- 1 

temáticos e óticos 

9051 — Contadores e registradores de con- j 

sumo de gás 

9053 — Hidròmetros . . . . . . . 

9081 — Placas ou rolos para fotografia . 

Não especificados 

9100/99 — Aparelhos, instrumentos e objetos j 
de cirurgia, medicina, odontolo- , 
gia e veterinária 

9200/99 — Armas e munições 

9230/9 — Cartuchos ou estojos .... 

Não especificadas ! 

9300/99 — Instrumentos de música e acessó- ! 

rios, relojoaria e aparelhos de [ 
mecanismo delicado . . . j 

9300/49 — Instrumentos de música e acessó- 
rios 

— Despertadores 

9370 — Relógios de algibeira ou de pulso 

9371 — " " cima de mesa 

— " e acessórios, n. e. . 
Não especificados . . 

9400/99 — Cutelaria, ferramentas e outros 
utensílios 



8183 

3 562 
8 625 
186 050 
13 617 863 
7 476 854 

2 709 839 

3 153 419 
108 907 
168 844 

53 153 27,5 



114 081 

5 472 
5 556 
15 448 
87 605 



22 067 



67 732 

49 765 
8 923 
3199 
4 309 
1536 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 



24 578 548 
5 326 900 

3 027 832 
2 498 450 

13 125 366 
22 444 358 
8 489 816 
2 682 778 

4 381 003 
2 309 035 
4 581 726 

830 704 264 

13 669 641 

75 217 
616 156 
2 129 651 
10 848 617 



14 851 099 

3 975 652 
1 145 343 
8 384 867 
458 990 
886 247 



Comércio do Pôrto de Santos 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



9400/9 
9410/9 

9444 
9440/9 

9460/9 



9500/99 
9503 
9505 

9506/8 

9511 

9510/9 

9522/4 

9525 
9527 

9534/5 
9555 

9556 

9557 

9558 

9585 



Cutelaria e acessórios .... 

Ferramentas grossas .... 

Limas de aço . . . . . 

Ferramentas e utensílios manuais 
para artes e oficios, n. e. . . 

Ferramentas e utensilios para ar- 
tes e ofícios de máquinas . 

Não especificados 

Máquinas, aparelhos elétricos e ar- 
tigos electrotécnicos .... 

Aparelhos receptores de telefonia 
e telegrafia e acessórios . 

Aparelhos de rádio para uso do- 
méstico e rádio-vitrolas 

Acessórios para aparelhos de rá- 
dio, inclusive válvulas e tubos . 

■Aparelhos electrodentários 

" de eletricidade médica, 

radiológicos e acessórios 

Máquinas motrizes dinamo-elétri- 
cas 

Motores n. e 

Transformadores estáticos de cor- 
rente elétrica, intensidade de 
som e semelhantes .... 

Lâmpadas elétricas p/ iluminação 

Máquinas para encerar, varrer e 
semelhantes 

Máquinas e aparelhos para uso 
doméstico, n. e 

Máquinas e aparelhos para uso 
profissional 

"Ventiladores, aspiradores de pó, 
vibradores, secadores e seme- 
lhantes . • 

Peças de matérias plásticas para 
instalações elétricas . . . . 

Peças de louça e vidro para insta- 
lações elétricas 

Peças para instalações elétricas, 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



Amperômetros e semelhantes para 

medidas elétricas . . 
Não especificados 



.") 239 
227 279 
235 826 



182 324 
30 510 

3 617 982 

58 124 

42 124 

115 864 
255 

6 736 

568 461 
477 102 

231 363 

44 045 

8 386 
24 269 

29 989 , 

45 964 

5 558 

14 352 

1 lli4 908 

37 436 j 
743 046 



638 964 
2 878 336 
() 818 231 

13 008 091 

6 663 133 

1 038 958 

111 364 69.'S 
10 773 944 
4 964 473 

14 225 509 

44 501 

884 579 

12 184 730 

10 826 320 

6 610 106 

2 411 139 

738 187 
708 618 

1 562 354 



449 452 

512 489 

17 190 733 

3 082 84 J 
21 506 624 



148 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



i Valor a bordo no 
Quantidade j pôrto de Santos 

em quilos | 

Cruzeiros 



9600/99 

9600 
9606 
9600/9 

9624 

9626 

963Õ 



9645 

90Õ1 
9655 
9650/9 
9660/9 

9674/5 

9683 

9680 
9688 

9680/9 



9700/99 
9710/9 
9720 

9724/5 
9727 



Máquinas, aparelhos e utensílios 
para as indústrias ..... 
Arados e instrumentos aratórios . 

Tratores agrícolas 

Instrumentos e máquinas agrícolas 



Máquinas, aparelhos e utensílios i 
para indústria de couros e peles I 

Máquinas, aparelhos e utensílios | 
para indústria de calçados . . i 
- Máquinas, aparelhos e utensílios ' 
para indústria de óleos vegetais 
e seus derivados ..... 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para bencficiamento de cereais e 
produtos agrícolas .... 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para fabrico do açúcar, distila- 
çào da aguardente e do álcool . 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para fabricação de cimento . 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para indústria de mineração 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para indústrias extrativas, n. e. 

Máquinas, aparelhos c utensílios 
para trabalhar madeiras e me- 
tais 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para indústria de laticínios . . 

Descaroçadores e outras máquinas 
para beneficiar algodão . . . 

Teares 

Acessórios para máquinas de in- 
dústrias têNteis 

Máquinas, aparelhos e utensílios 
para as indústrias têxteis, n. e. 

Não especificados 

Outras máquinas e aparelhos . 

Prensas 

Aparelhos de movimento e trans- 
missão 

Guindastes | 

Rolamentos'e esferas para mancais \ 



5 014 057 
153 218 
669 643 

414 444 

12 242 

10 272 

239 090 

142 974 

53 172 
146 778 I 
11 145 
17 735 

242 280 

79 266 

183 146 
168 378 

119132 

857 612 
1 193 530 
11 392 958 
78 080 

366 440 
429 381 
70 859 



Comércio do Pôrto de Saulns 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


! 

Quantidade 

em quiloí; 


-— 

Valpr a bordo no 
pôrto de Santos 

Ci'U7.eiros 


9737 




Acessórios para locomotivas . 


í) i;^ 


1 (i !:-! 3X0 


r\noK /moo 




Locomotivas- com os respectivos 












3 31U 8,'i4 


48 803 268 


9750 




Máciuinas inotrizes a gás, petróleo. 










álcool, nafta ou ar quente 


96 211 


a 3(;2 61 3 


9757 




Turbinas hidráulicas .... 


353 704 


7 22,1 «i:í 


9730/59 




Máquinas motrizes, n. e. 


I 367 093 


32 0()3 8 L-) 


9760 




Máquinas para condicionamento 










de ar . . . 


7 Í38 


241 7211 


9762 




Compressores de ar 


228 780 


5 392 617 


9763/5 




Geladeiras, refrigeradores e seme- 










lhantes e acessórios . . . " . 


408 167 


8 911 112 


9770 




Bombas liidráulicas . . . 


10 842 


201 185 


9772/3 




" n. e 


111 309 


3 350 242 


9780 




Máquinas de costura .... 


342 436 


13 ÍI62 806 


9781 




escrever .... 


51 091 


4 634 234 


9782 




" calcular .... 


19 310 


5 02] 647 


9784 


— 


" para mercearia e usos 












118 727 


3 294 886 


9786 


— 


Máquinas para uso doméstico, n. c. 


40 237 


899 483 


9788 


- 


para tipografia . 


65113 


2 589 591 


9780/9 


— 


" operatrizes, n. e. . 


428 319 


12 602 612 


9790 





Alambiques, autoclaves, estufas, 










pasteurizadores e semelhantes . 


4 511 


227 995 


9792 




Caldeiras 


301 420 


3 448 034 






Não especificados 


3 142 693 


32 474 953 


9800/ 99 




Veículos e acessórios .... 


31 348 905 


336 287 021 


9800 





Aeroplanos (2) 








9803 


— 


Instrumentos e objetos fisicos 










para equipamento de aeroplanos 








9802/4 


— 


Acessórios para aeroplanos, n. e. 


_ 




9811 


— 


Automóveis para passageiros (8) . 


3 210 657 


51 789 953 


9812 




Caminhões, ònibus, ambulâncias e 










semelhantes 


481 525 


o 1 OU i o 1 


9821 




Chassis para automóveis de passa- 
















9822 




Chassis para caminhões, ònibus, 










ambulâncias e semelhantes («) 


11 748 228 


138 693 295 


9824 




Peças elétricas c instrumentos fisi- 










cos para automóveis .... 


120 526 


6 871 168 


9826 




Peças de ferro e aço para automó- 












492 845 


7 944 572 


( 1 ) Unidade 




. . . — (3) Unidade . . . . 


2 520 (5) Unid 


ade . . . . — 


(2) 




. . . — (4) •• . . . . 


S.-iO (B) 


. . . . 6 16fi 



Departamento Estad ual de Esta tística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 



9820/9 



9837 



9893 
9896 



Peças de vidro para automóveis . 
Acessórios para automóveis, n. e. 
Vagões para estradas de ferro (') 
Acessórios de ferro e aço para 

vagões 

Carros motores urbanos de tração 

elétrica e acessórios .... 

Motocicletas 

Triciclos e bicicletas a pedal . 
Acessórios de ferro e aço para 

velocípedes 

Câmaras de ar 

Pneumáticos . . . . . 

para 



Acessórios de ferro e aço 

veículos n. e 

Não especificados 

Vários artigos .... 

Brinquedos n. e 

Lixa de qualquer qualidade 
Não especificados 



13184 
1 913 138 
6 729 146 

5 167 944 

22Õ772 
35 369 
44 201 

6 776 

20 703 

21 793 

861 
1 116 237 
478 582 
12 198 
168 936 
297 448 



265 934 
50 932 893 
35 878 249 

18 620 455 

1 531 153 
1 395 270 
1 533 117 

161 026 
1 165 695 
606 121 

13 994 
10 703 995 
17 765 097 
928 072 
4 194 423 
12 642 602 



576 



Movimento da importação por ciasses 
Janeiro a iunho de 1946 



Quadro N° 2 



CLASSES 



Valor a bordo no 
Quantidade : pôrto de Santos 

em quilos |- — 

I Cruzeiros 



CLASSE I — Animais vivos 

CLASSE II — Matérias-primas 

CLASSE III — Géneros alimentícios . . . 
CLASSE ÍV — Manufaturas 

Total das mercadorias 

CLASSE V — Ouro e prata em barra para 
cunhagem, moedas e notas de 
banco estrangeiras .... 



84 988 
576 503 992 
116 332 622 
195139 535 

888 061 137 



3 446 948 
702 111 742 
325 590 331 

1 301 380 135 

2 332 529 156 



Total geral da importação 



888 061 137 



2 332 529 156 



Comércio do Pòrto de Saiitos 



151 



Quadro N. 3 



Movimento da importação por países de procedência 

Janeiro a junho de 1940 



PAÍSES 



Alemanha 

Antilhas Holandesas . 

Argentina 

Austrália 

Canadá 

Ceilão 

Checoeslováquia . . . . 

Chile 

Colômbia 

Cuba 

Dinamarca 

Equador 

Espanha 

Estados-Unidos . . . . 

Finlândia 

França . ." 

Grã-Bretanha 

Grécia 

Holanda 

Ilha da Madeira .... 

índia Inglêsa 

Irlanda 

Itália 

Japão 

México 

Noruega 

Peru 

Portugal 

Rodésia 

Síria 

Sudão Anglo-Egipcio . 

Suécia 

Suíça 

Terra Nova 

Trinidad 

Turquia Européia 

União Belgo-Luxemburguesa 

União Sul Africana . . . 

Uruguai . 

Venezuela 

Outros países 

Total . . . 



Quantidade 
em quilos 



141 405 402 
52 710 92(i 
212185 
17 707 917 
9 249 

16 149 652 
7 938 
1036 
203 533 
790 068 
478 787 
449 485 027 
1 581 240 
45 868 
30 992 972 

585 684 
59 994 
5 207 525 
7 510 



106 212 
3 738 556 
384 204 
3 326 893 
898 
17 225 
9 652 
21 728 834 
593 289 
48 720 
15 663 572 
22 910 
7 207 232 
90 469 430 
42 981 
27 058 016 



Valor 
porto 



Cruzeiros 



59 407 600 
148 460 294 
2 259 8(17 
69 479 239 
176 300 

52 065 598 
121 929 
42 089 
1 347 331 

1 66 1 395 
7 225 625 

1 595 918 880 
4 224 897 
5076 517 
148 790141 

2 243 1 19 
2 532 703 

24 938 999 
1 204 22.', 



989 836 
8 015 442 
2 079 824 
29 649 784 
24 952 
266 193 
66 256 
73 986 380 
42 776 622 
363 971 
12 786 209 
255 626 
12 490 596 
12 772 491 
1 250 835 
6 974 361 

2 3.32 529 156 



152 Departamento Estadual de Estatística 

Movimento mensal da importação 



Quadro NP 4 


.Janeiro a 


junho de 1946 






MESES 


Quantidade 


em quilos 


Valor a bordo no pôrto de 
Santos, em Cruzeiros 




1945 




1945 


1946 


Janeiro 


44 577 225 


122 780 788 

• 


145 794 446 


294787 377 


Fevereiro 


128 194 193 


131 383 016 


241 183 681 


379 501 074 


Março 


116 938 401 


108 553 034 


263 843 886 


383 113 878 


Abril 


83 373 191 


291 334 453 


185 512 853 


489 239 023 


Maio 


135 798 325 


90 622 735 


305 312 664 


336 841 817 


Jiinlio 


262 536 658 


143 387 111 


442 597 486 


444 045 987 


Julho 


163 474 926 




306 267 375 




Agosto 


lfi2r)63 982 




311 003 651 




Setembro 


157 538 805 




220 550 688 




Outubro 


116 235 058 




199 508 734 




Novembro 


66 089 040 




242 694 832 




Dezembro 


229 186 298 




522 007 539 




Total .... 


1 665 916 102 




3 386 277 835 

• 




Janeiro a junho . 


771 327 993 


888 061 137 


1 584 245 016 


2 332 529 156 



Movimento da importação no último quinquénio 

Janeii'o a junho de 1946 

Quadro NP 5 





ANOS 


- ' Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


1942 




. . 607 005 224 


984 047 469 


1943 




. . 470 604 402 


703 086 806 


1944 




. . 079 835 522 


1 144 652 396 








1 584 245 016 








2 332 529 156 



Quadro NP 7 



Comércio exterior pelo pôrto de Santos 
EXPORTAÇÃO 
•Janeiro a junho de 1946 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de 

Cruzeiros 



0000/0099 — CLASSE 



Animais vivos . 



7 085 iOO 



0100/3999 

0100/0999 
0100/0399 
0129 
0268 
0289 
0310 
0337 

0500/0699 
0541/0561 
0661 



0809 
0862 
0895 



1000/1999 
1300/1399 
1362 



CLASSP2 II — Matérias-primas: 

De origem animal 

Despojos animais 

Crina ou cabelo animal 

Ossos 

Pontas ou chifres 

Cêra de abelha 

Sebo 

Não especificados 

Peles e couros 

Couros vacuns, salgados e secos . 
Couros vacuns curtidos ou sola . 
Couros de porco, curtidos . 

Não especificados 

Ontros produtos 

Adubos 

Cola, exclusive a de peixe . 
Glândulas congeladas . . . . 

Não especificados 

Outras matérias-primas de origem 
animal 

De origem vegetal 

Corpos graxos 

Óleo de caroço de algodão . . 
Não especificados 



225 241 514 

6 269 016 

1 210 9 Í9 

70 861 
24.') 441 
115 555 
178 057 
592 135 
8 900 
3 664 570 

2 379 648 
755 964 
291 219 
237 739 

1 393 497 
571 949 
809 178 

12 370 



16 159 696 
1 057 371 
20 000 
1 037 371 



1 571 058 019 

65 987 408 

11 121 Sn.-^ 

3 818 3r,K 
■M)l 321 

, 5 U(!33 
8 251 3S1 
H 169 fSíl 
36571 
48 112 088 
10 11!80fi 
10 600 084 
20 458 697 
7 208 441 
6 453 435 
1 129 259 

4 461 158 

863 018 



56 132 600 
8 318 135 
129 22ii 
8188 915 



154 



Departame nto Estadual de Estatística 



EXPORTAÇÃO 



MERCADOEIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



1500/1599 
1503 



1600/1699 



1814 — 



2000/2999 
2200/2299 
2286 
• 2274 
2201 
2229 
2277 



3000/3399 
3000/3099 
3064 

3066 
3094 
3096 

3097 



3400/3999 
4000/4999 

4000/4099 



Madeiras 714 154 

ipê • 51395 

Não especificadas 662 759 

Sementes, bagas, grãos, frutos e 

semelhantes ...... 7 789 617 

Mamona j 6 021 717 

Polvilho I 1 138 918 

Não especificados 1 767 900 

Oiiíras matérias-prinias de origem ■ 

vegetal 5 459 636 

De origem mineral 5 240 859 

Minérios metálicos 4 323 544 

Zircônio 3 060 000 

Ilmenita e areia de ferro titânico — 

Bauxita 1062 988 

De chumbo j — 

Rutilo I _ 

Não especificados [ 200 556 

Outras matérias-primas de origem 

mineral 917 315 

Têxteis 195 316 170 

Algodão em bruto ou preparado . 194 692 635 
Algodão em fio para coser ou 

bordar 104 654 

Algodão em fio para tecelagem . 247 894 

" rama . . . . . 169 393 025 

"Linters" ........ 20 406 590 

Resíduos do beneficiamento do ! 

algodão 3 C25 808 

Algodão, n. e 914 664 

Outros têxteis, n. e 623 535 

Matérias-primas sintéticas e outras 2 255 773 

CLASSE III — Géneros alimen- : 

tícios: ! 487 075 243 

Bebidas 1 199 



Comércio do Pôrto de Santos 
EXPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Valor a bordo no 
Quantidade pôrto de Santos 
em quilos 

Cruzeiros 



4100/4199 
4106 

4300/4399 
4312 
4313 
4314 
4317 



Cereais, legumes e seus produtc 
Milho 

Não especificados .... 

Frutas de mesa e seus produtos 

Bananas (1) 

"Grape-fruits" (2) . . . . 

Laranjas (3) 

Tangerinas (4) . . ; . . 
Não especificadas .... 



4400/4499 — Açúcar, cacau, café e outros pro- 
dutos vegetais 

4423 — Café ein grão (õ) . . . . . 

44.^2/53 — Erva-niate 

Não especificados 



4500/4599 
4511 
4512 
4518 

4521/4528 
4531 
4551 
4558 

4563 
4564 
4565 
4567 
4573 



4900/4999 



1) Bananas 

2) "Grape-fr 



Produtos de matadouro e caça 
Carne de vaca, congelada . 

" " " resfriada 

" porco, congelada . . . 

" em salmoura 

" seca 

" de vaca, era conserva . 

" de porco em conserva . 
Outras carnes em conserva . . 
Línguas em conserva . . . . 

Tripas secas 

Tripas salgadas 

Miúdos frigorificados . . . . 

Extraio de carne 

Não especificados 

Outros géneros alimentícios . 

Produtos alimentícios para ani- 
mais 

1 896 605 cachos 3) Laranjas . . : 
4.500 caixas 4) Tangerinas 



4.T 298 066 

5 669 859 
39 628 207 

48 568 707 

37 934 682 
191 900 
9 984 892 

457 233 

323 229 439 
321 979 200 
107 262 
1 142 977 

5 511 166 



81 920 789 
8 225 62 1 
73(i95 1íír) 



2 267 211 

2 385 320 
30 865 
15 976 
53 449 

90 461 
1639 
910 931 

63 555 735 

658 caixas 



156 



Departamento Estadual de Estatística 



EXPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
porto de Santos 



4932 


— 


Farelo de caroço de algodão . 


8 735 590 


7 981 181 


4938 


— 


" trigo 


— 


— 








- 


- 


4982 


— 


Torta de caroço de algodão . 


54 021 145 


48 908 302 








799 000 


694 776 


4993 


— 




- 


- 






Não esoecificados 


- 


— 


5000/9999 




CLAboEi IV — Manutaturas : 


8 069 522 


.?45 219 376 


7400/7499 


— 


Manufaturas de ferro .... 


684 947 


6 189 266 






Outras manufaturas de cobre . . 


58 444 


8 128 631 


75.70 


— 


Objetos de cristofle e semelhantes 


- 


- 


8009/8039 


— 


Tecidos de algodão . . . . . 


3 304 873 


165 416 180 


8097 


- 




170 594 


6 416 530 






Outras manufaturas de algodão . 


103 752 


10 911 339 


8193 


— 


Sacos de fibras vegetais . . . 




- 


8209 


— 




81908 


12 923 509 






Outras manufaturas de lã . 


49 726 


3 592 30O 


8259 


— 


Tecidos de sêda 


3 066 


2 759 911 


8277 


— 


Meias de sêda 


12 015 


14 990 887 






Outras manufaturas de sêda . . 


75 


53 008 


8359 


— 




49 790 


9 481 085 






Outras manufaturas de "rayon" 


11464 


3 357 583 






Outras manufaturas de têxteis 


8 826 


179 626 


8600/8999 




Produtos químicos e semelhantes 


" 617 579 


19 606 493 


8811 






66 137 


16111 173 






Outros produtos químicos e se- 












42 486 


2 343 411 


8902 




Farinha de sangue 


505 200 


1 023 524 


8917 




" " ossos 






8959 




Perfumarias 


3 756 


128 385 


9892/9893 




Câmaras de ar e pneumáticos 


866 305 


27 401 549 


9932 






128 707 


5 009 547 






Outras manufaturas 


1 917 451 


48 801 932 



Comér cio do Pôito de Santos 1.) 

COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL 
Exportação de frutas de mesa, pelo pôrto de Santos nos meses de 



Janeiro a iunho de 1946 
Quadro NP 8 



MERCADORIAS 


Unidade 


Quantidade 


Valor a bordo no pôrto 

de Santos, em Cruzeiros 


1945 


194G 


19-! 5 


1946 


Abacates 


Quilo 










Abacaxis 




126 364 


91 509 


166 318 


119 102 


Bananas 




1 341 604 


1 896 605 


7 241 815 


20 257 741 


Castanhas descascadas . 


Quilo 


500 




5 241 




Côcos 


Cento 










"Grape-fruits" . . . 


Caixa 




4 500 




191 262 


Laranjas 




38 995 


283 658 


985 944 


14 326 283 


Limões 






86 




3 868 


Tangerinas .... 


*» 




- 






Mangas 


Quilo 




- 


_ 






» 




_ 






Total . . . 








8 399 318 


34 898 256 



Quadro NP 9 



Movimento da exportação por classes 

Janeiro a junho de 1946 



CLASSE I 
CLASSE II 
LASSE III 
LASSE IV 

LASSE V 



CLASSES 



Animais vivos . 
Matérias-primas 
Géneros alimentícios . 
Maniifaturas 
Total das mercadorias 



Ouro e prata em barra para 
cunliagem, moedas e notas de 
banco, estrangeiras .... 

Total geral da exportação 



Quantidade em 
quilos 



495 30O 
225 241 514 
487 075 243 
8 069 522 

720 881579 



720 881 579 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos, 
em Cruzeiros 



7 085 400 

1 571 058 019 

2 247 208 839 
345 219 376 

4 170 571 634 



4 170 571 634 



158 



Departamento Estadual de Estatística 



Movimento da exportação por países de destino 

Janeix-o a junho de 1946 



Quadro NP 10 



PAÍSES DE DESTINO 

>- 


Quantidade em 
quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos, 
em Cruzeiros 










388 340 


3 537 917 




57 017 


1 988 554 


Argentina 


34 442 172 


151 580 715 


Holi via 


108 481 


5 624 552 




10 777 372 


71 596 372 




8 670 107 


15 761 130 


Chile 


1 333 305 


24 799 515 


China .... 


52 205 544 


358 660 367 


Colômbia 


1 224 807 


21 428 679 


Congo 1561*^^ 














31 836 320 


86 732 762 


Egito 


1 691 677 


21 275 818 




98 825 


4 028 521 ■ 




14 615 396 


101 035 687 




287 014 497 


1 765 877 820 




503 524 


3 901 735 




20 170 707 


27 673 451 










X^í Qfift 71 fi 

' »•> i7UU / lU 


41 1 489 1S7 




16 063 928 


79 005 787 




3 966 638 


23 858 868 


Itália 




987 41 j Q«4 












'±o yOHt DoJ 


Paraguai 


279 763 


10 833 323 




410 124 


11 211 562 


Polónia 







Portu '^al 


OlO 00^ 


Q 90Q 7^9 




yx)/, Dob 


104 800 ^lO 




8937 488 


72 712 599 




65 517 


325 496 










30 316 16'J 


182 126 781 


União Sul Africana 


2 379 659 


31 445 112 




8 789 155 


28 908 102 


U. R. S. S. 


300 000 


1 736 821 




3 311 504 


35 826 695 


Outros países 


22 540 679 


108 143 487 


Total 


720 881 579 


i 170 571 634 



Co mércio do Pôrto de Santos lõd 

Movimento mensal da exportação 



Quadro NP 11 Janeiro a junho de 1946 



IVl b 5» li o 


Quantidade em quilos 


Vaioí- a bordo no pôrto de 
Santos, em Cruzeiros 


1945 


1946 


1915 


I94r> 


Janeiro 


99 054 155 


105 112 347 


443 043 872 


^77 335 


Fevereiro 


66 953 100 


114 575 840 


28(1 167 862 


f)20 150 679 


Março 


7Q OQi 1 Q7 


iU4: ovo oOl 


341 97*^ 38') 




Abril 


68 383 401 


140 829 117 


313 076 109 


821 997 232 


Maio 


50 475 250 


144 967 491 


265 631 322 


846 76li 191 


Junho 


103 132 715 


110 998 433 


524 455 242 


614 933 916 


Julho 


126 652 874 




664 879 570 




Agosto 


140 760 602 




670 781 36i) 




Setembro 


122 679 943 




662 639 554 




Outubro 


100 527 595 




544 568 480 




Novembro .... 


109 766 035 




635 651 492 




Dezembro .... 


128 146 535 




749 494 290 




Total .... 


1 194 826 392 




6 096 361 538 




Janeiro a junho 


466 292 808 


720 881 579 


2 168 346 792 


4 170 571 634 



Movimento da exportação de café para o exterior no último decénio 

Janeiro a junho de 1946 



Quadro N.° 12 

ANOS 

1937 . . . 

1938 . . . 

1939 . . . 

1940 . . . 

1941 . . . 

1942 . . . 

1943 . . . 
. 1944 . . . 

1945 . . . 

1946 . . . 



Preço méãí 
bordo por f 
em Centavo 



3 928 014 


752 965 360 


191,69 


5 754 522 


828 339 443 


143,95 


5 399 204 


771 107 001 


142,83 


4 269 671 


599 952 410 


140,51 


4 697 084 


750 983 926 


159,88 


2 876 137 


814 496 942 


. 283,19 


3 069 572 


896 421 770 


292,03 


5 318 815 


1 578 871 543 


296,85 


3 835 399 


1 140 958 025 


297,48 


5 366 320 


2 013 510 903 


375,21 



Movimento da exportação do último quinquénio 
Quadro NP 13 ^ ^^"^^ 



ANOS 


Quantidade 
ern quilos 


Valor a bordo 
no pôrto <lc Santos, 
em Cruzeiros 


1942 . . . . 




433 225 477 


1 754 362 419 


1943 . . . . 




345 414 014 


1 514 738 520 


1944 . . . . 




520 857 664 


2 528 374 035 


1945 . . . . 




466 292 808 


2 168 346 792 


1946 . . . . 




729 88! 579 


4 170 571 634 



Departa mento Estadual de Estatíst ica _ 

Movimento Marítimo 

Entradas e saídas de navios a vapor e a vela no pôrto de Santos 

Janeiro a junho de 1946 



Quadro N° 15 



BANDEIRAS 


Número 


Tonelagem de registo 


1945 


1946 


1945 


1946 


Entradas 










1 — Alemã .... 


— 




— 


— 


2 _ Argentina . . . 


144 


73 


71 138 


30 070 


3 — Belga .... 





7 


— 


32 240 


4 — Brasileira . . . 


1 081 


1 149 


501 148 


558 670 


5 — Dinamarquesa 





10 


— 


32 631 


6 — Espanhola . . 


15 


6 


41 082 


24 498 


7 — Finlandesa 


— 


4 


— 


12 491 


8 — Francesa . . . 




4 




20 320 


9 — Holandesa 


. 7 


13 


18 086 


40 500 


10 — Inglesa . . • 


27 


70 


102 298 


275 373 


11 — Italiana . . 


— 


— 


— 


— 


12 — Japonêsa . . . 


— 




— 


— 


13 — Norte Americana 


55 


11 ti 


240 998 


652 680 


14 — Norueguesa . 


7 


49 


26 266 


148 007 


15 — Sueca .... 


36 


60 


43 038 


124 728 


Diversas 


45 


36 


114118 


115139 


Total ... 


1 417 


1 627 


1 158 172 


2 067 347 


Saldas 










1 — .\lcmã .... 


— 




— 


— 


2 — Argentina . . . 


140 


72 


69 675 


28 270 


3 — Belga .... 


— 


6 


— 


27 197 


4 — Brasileira . 


1086 


1 157 


495 078 


560 750 


5 — Dinamarquesa 


— 


9 


— 


30271 


6 — Espanhola 


15 


7 


41 093 


31 233 


7 — Finlandesa 




2 




6 895 


8 — Francesa . 


I 


5 


I 


21 253 


9 — Holandesa 


7 


14 


18 086 


41 423 


10 — Inglesa . . . 


24 


70 


90 475 


279 555 


11 — Italiana . . . 










12 — Japonêsa . 


- 








13 — Norte Americana 


49 


145 


213 293 


641 670 


14 — Norueguesa . 


7 


49 


26 266 


149 172 


15 — Sueca .... 


36 


57 


^ 44 503 


124 432 


Diversas . 


44 


38 


105 309 


121 661 


Total . . . 


1408 


1631 


1 103 778 


2 066 782 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a junho de 1946 



Quadro N. 16 







Quantidade em 


Valor em 


ERCADORI AS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação 


Importação j Exportação 


) - 


CLASSE I Animais 












vivos 


1 250 


38 297 


8 000 


553 875 


- 


CLASSE II — Matérias- 














OOA COO Q1 Q 
ÂÓV lOÍZ olo 


53 257 846 


460 975 354 


191 428 008 


- 


De origem animal . 


1 482 413 


4 199 014 


34 933 377 


24 855 642 


- 


CaJbelos e pêlos . 


54 249 


2 412 


1 495 509 


574 229 


- 


Despojos animais 


39 970 


3 000 


104 380 


6 342 


- 


Corpos graxos 


294 764 


1 710 027 


2 095 580 


9 745 026 


- 


Cera 


306 


189 


5 080 


6 128 


- 


Sebo comum ou graxa . 


194 068 


1 667 566 


840 478 


9 390 688 




Não especificados . 


100 390 


42 272 


1 250 022 


348 204 


- 


Peles e couros . 


963 335 


2 190 788 


30 954 440 


13 106 403 




Peles de cabru, secas 


OQO SQI 

ayo oo 1 


330 


6 951 915 


9 628 


- 


" " carneiro, secas 


41 357 


1 000 


1 064 284 


25 553 


- 


Couros de porco, secos 




6 642 




53 653 




" vacuns, curti- 












dos ou sola .... 


142 499 


459 635 


6 629 587 


4 801 912 


_ 


Camurça marroquim e 












semelhantes .... 


22 881 


527 


1 404 916 


99 385 


- 


Peles e couros tintos 
engraxados, graneados 














56135 


388 


3 517 304 


20 518 




Não especificadas . 


460 632 


1 722 266 


11 386 434 


8 095 754 


- 












- 


Outros produtos 


130 095 


292 195 


283 468 


1 368 578 


> - 


Matérias-primas e pre- 
parações não classifica- 












das para as indústrias . 




592 




55 078 


) - 


De origem vegetal . 


50 658 467 


17 593 858 


223 238 146 


36 970 703 


) - 


Vegetais próprios para 
medicina, indústria e 












outros usos .... 


4 014 231 


264 844 


33 195 744 


3 393 30S 



0000/0099 - 

0100/3999 

0100/0999 
0100/0199 
0200/0299 
0300/0399 
319 
337 

0500/0699 
562 
566 
568 
661 

692 - 



"00/0799 
800/0899 
-00/0999 



000/1999 
"000/1099 



162 Departamento Estadi;al de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 





Importação Exportação 


Importação 


Exportação 


1033 




Fumo em fôlliâ 


3 908 981 


207 712 


32 531 069 


1 083 338 






Nto especificados . 


105 250 


57 132 


664 675 


2 309 965 


1100/1199 




Caules não lenhosos 


6 313 




17 335 

- 





1200/1299 




Fibras e matérias fila- 
mentosas, exclusive as 
















2 558 725 


26 837 


13 112 615 


76 348 


1300/1399 




Corpos graxos 


1 185 692 


232 149 


14 771 625 


1 373 389 


1312 




Cêra de carnaúba . 


61 704 


1025 


3 097 564 


53 90O 


1344 




óleo de linhaça . 


626 259 


30 007 


6 030 145 


298 746 


1362 




óleo de caroço de algo- 
















25 108 


31 956 


95 650 


179 998 






Não especificados . 


472 621 


169 161 


5 548 266 


840 745 


1500/1599 






33 645 395 


11 452 994 


38 791 178 


11 026 686 


1546 




Pinho 


30 603 870 


1 376 512 


35 060 758 


1 140 798 






Não especificadas . 


3 041 525 


10 076 482 


3 730 420 


9 885 888 


1600/1699 




Sementes, bagas, grãos, 














frutos e semelhantes . 




73 121 


6 735 793 


288 503 


1611 




Babaçu 






6 515 243 




1062 




Caroço de algodão . 


2 431 




4 862 








Não especificados 


56 182 


73 121 


215 688 


268 503 


1800/1899 




Outros produtos. 




3 700 012 


114 771 567 


11 649 071 


1814 




Polvilho 


1 on^ fino 
1 £.\)o uuy 


30 


2 898 519 


290 


1821/1829 




Borracha . 


5 134 225 


45 084 


111 107 661 


393 228 






Não especificados . 


227 389 


3 654 898 


765 387 


11 255 553 


lyoo/ibyy 




Matérias-primas e pre- 
parações não classifica- 














das para as indústrias . 


413 875 


1 843 901 


1 842 289 


9 183 403 


1915 




índigo ou anil . 




217 346 




2 283 892 






Não especificadas . 


413 675 


1 626 555 


1 842 289 


6 899 511 


2000/2999 




De origem mineral . 


160 349 315 


24 881 803 


40 549 638 


55 624 036 


2000/2099 




Pedras e terras . 


97 310 531 


639 652 


20 060 713 


1 108 939 


2085 






8 054 010 


80141 


3 489 400 


151 045 






Não especificadas . 


81256 521 


559 511 


16 571 313 


. 957 894 


2100/2199 




Minerais preciosos, se- 














mi-preciosos e raros . 










2200/2299 




Minérios metálicos . 


445 000 


114 113 


388 000 


83 086 



2300/2399 - Combustíveis, óleos 
matérias betuminosas 
Carvão de pedra . 
Gasolina a granel . 
Óleos combustíveis . 



2321 
2353 
2354/2359 



58 392 975 
57 230 000 



7 097 228 

200 000 



196 690 5 485 821 



15 840 244 

10 122 000 



788 308 



Comércio do Pôrto de Santos 



168 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 



I Importação | Exportação I Importação Exportação 



2365 



2400/2499 
2500/2599 



2600/2699 
2700/2799 



2800/2899 
2856 



2900/2999 - 



3064 



3069 
3094 



3100/3199 



3200/3299 
3206 



2916 - 



3000/3399 
3000/3199 
3000/3099 



3221 
3254 



3259 



3300/3399 
400/3999 



óleos refinados lubrifi 
cantes .... 
Não especificados 
Ferro e aço . 
Outros metais de 
corrente . 
Metais de uso especial 
Metalóides e vários me 

tais 

Outros produtos . 
Cimento "Portland" co- 
mum 

Não especificados 
Matérias-primas e pre 
parações não clássifi 
cadas, para as indús 
tr\as .... 
Negro de fumo ou pó de 

sapato 

Não especificadas . 
■ Têxteis .... 

- De origem vegetal . 

- Algodão em bruto ou 
preparado 

-Algodão em fio para 
costura .... 

- Algodão em fio, n. e. 

" " rama . 
Não especificado . 

- Cânhamo, juta, linho 
outras fibras vegetais 

- De origem animal . 

- Lã em fio para tecei: 
gem 

- Lã em bruto . 

- Sêda em fio para boi 
dar, coser e semelhai 
tes 

- Sêda em fio, n. e. . 
Outros têxteis de ori 
gem animal, n. e. . 

- Têxteis sintéticos 

- Sintéticos e outras ma 
térias-primas 



759 650 
206 635 
2 884 954 

1 113 405 
1487 

56 519 
55 960 



55 960 



88 484 

150 
88 334 
17 773 045 
12 418 219 

10 595 345 

239 
23 382 
10 255 437 
316 287 



754 253 
657 154 
5 170 434 

399 836 
15 394 

282 070 
10 768 689 

10 642 181 
126 508 



394 387 

16 336 
378 051- 
5 144 740 
5 093 493 

3 050 009 

308 293 
14 285 
2 537 631 
189 800 



1 822 874 2 043 484 
5 354 826 36 605 



5 321 29 



17 216 



2 539 



33 52S I 16 850 
_ I 14 642 

359 578 I 1 438 431 



4 146 498 
783 m 
2 877 425 

803 113 
20 775 

151 160 
22 968 



22 968 



385 240 

296 
384 944 
159 995 383 
90 143 674 

82 957 580 

19167 
600 398 
79 868 014 
2 470 001 

7 186 094 
69 851 709 



413 356 



438 353 



2 258 810 I 16 919 149 



164 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


M 


ERC ADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


3400/3499 


- Matérias plásticas ou 












rcsinás sintéticas . 


- 


57 341 


— 


1 031 742 


3900/3999 


- Matérias-primas e pre- 












parações não classifica- 












das para as indústrias . 


359 578 


1 381 090 


2 258 810 


15 887 407 


3910/3919 


- Anilinas e semelhantes 


10 110 


111 058 


357 30O 


3 950 331 


3997 


- Sabões, sapólios e se- 












melhantes .... 


51 011 


418 014 


178 553 


1 637 511 




Não especificadas . 


298 457 


852 018 


1 722 957 


10 299 565 


4000/4999 


- CLASSE III — Géneros 














120 342 889 


28 424 065 


282 347 836 


217 969 027 


4000/4099 


- Bebidas . . . 


9 045 350 


4 388 624 


26 080 349 


19 506 125 


■1020 


- Bebidas amargas, aiieri- 












tivas 6 quinadas 


10 226 


371 277 


98 338 


4 094 091 


4032 




23 520 


3 321 298 


201 60O 


11 014 939 


4071 


- Vinhos comuns de me- 












sa até 14° .... 


8 276 856 


93 623 


. 21 590 002 


389 035 




Não especificadas . 


734 748 


602 426 


4 190 409 


4 008 060 


4]00/41!)9 


- Cereais, legumes e seus 














6 919 628 


3 974 096 


17 600 665 


12 992 612 


4101 


- Arroz sem casca 


30 565 


158 006 


54 025 


348 870 


4113/4114 




708 146 


915 469 


1 815 664 


1 739 230 


4159 


- Cereais e legumes eni 














56 063 


13 233 


403 990 


170131 


4175 


- Farinha de mandioca . 


3 065 559 


30 OOO 


3 755 404 


54 000 


Á-t nn 


' " trigo 




1 280 155 




2 602 360 




- Farinhas compostas . . 


40 620 


37 541 


174 494 


570 152 






102 


487 609 


684 


3 288111 




Não especificados . , . 


3 018 573 


1 052 083 


11 396 404 


4 219 75« 


4d00/4á99 


- Frutas de mesa e seus 












produtos 


2 643 853 


1 159 030 


15 303 600 


6 815 215 


4305 




1 530 633 


40 287 


3 632 599 


111 994 


4359 


- Conservas de frutas . 


224 276 


341 423 


2 333 707 


2 514 612 




Não especificadas . 


888 944 


777 320 


9 337 294 


4 188 609 


4400/4499 


- Açúcar, cacau, café e 












outros produtos vege- 














85 645 756 


3 061 771 


183 517 926 


23 809 058 


4400/4409 


- Açúcar ..... i 


72 796 205 


29 502 


148 985 016 


72 530 


4419 






242 




1998 


4423 


- Café em grão (1) . . 


90 000 


156120 


333 000 


915 236 


(l) — Na irx 


portação 1 500 sacas de café 


Na exportação 2 602 


sacas de café 





Comércio do Pôrto de Santos 



16Õ 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



4462 - Azeite de caroço de 
godão . . . . 
Cebolas . . . . 



Quantidade em 
quilos 



Importação 



4482 
4491 



4500/4599 
4511 



4531 
4557 
4559 



Não especificados . . j 

Produtos de matadouro j 

e caça i 

Carne de vaca conge- | 

lada 

Carne sêca ou charque 
Salsicharia .... 
Carnes em conserva, 



Não especificados . 
4600/4699 - Produtos de pesca . . 
4669 - Peixes em conserva . 
4673 - Conservas e extratos de 

peixe 

Não especificados . 

4700/4799 - Outros produtos ani- 
mais 

4700/4709 - Banha 

4710/4719 - Leite 

4729 - Manteiga ..... 

4739 - Queijos 

Não especificados . . 
^4899 - Produtos diversos . . 
4815 - Massa de tomate . . 

4817 - Sal 

4829 - Doces de confeitaria . 
4873 - Conservas e extratos, 

n. e 

Não especificados . . 
4500/4999 - Produtos alimentícios 
para animais 

4901 - Alpiste 

Não especificados . 

/9999 - CLASSE IV — Manu- 

fãturas 

5000/5999 - De matérias-primas de 
origem animal . 



10 646 848 
921 583 
1 191 120 

525 889 

1004 
26 077 
132 932 

1 431 
364 445 
1 288 813 
567 317 

161 
72^335 

901 847 

356 624 
8 730 
13 080 
3 196 
520 217 
8 513 444 
803 875 
7 630 800 



274 
78 459 

4 858 309 

712 002 
4 146 307 



Exportação 



Valor em 
Cruzeiros 



Importação Exportação 



2 053 465 



— 


2H 778 liiy 


— 


130 800 


1 377 930 


410 790 


691 642 


4 043 361 


7 791 227 


10 602 220 


5 540 942 


92 496 431 


291 882 


11039 


1 467 712 


9 080 344 


215 547 


80 534 179 


165 592 


1 607 960 


1 827 567 


out olU 


40 090 




760 Oõb 


3 obd 407 


5 883 718 


154 437 


13 038 080 


54 314 


150 900 


5 024 557 


15 667 




8 414 




3 537 


8 005 109 


38 647 


4 316 499 


6 439 250 


56 909 488 


396 740 


2 741 481 


3 249 788 


2 238 221 


96 030 


24 932 052 


1 145 780 


251 730 


24 866 087 


24 384 


46 950 


441 2U8 


511 374 


3 303 059 


3 420 353 


373 024 


9 365 477 


5 045 374 


37 085 


6 695 060 


371 908 




1 673 117 


- 


42 019 


200 


644 156 


3 544 


í 042 


44 841 


290 376 


993 058 


3 984 469 


394 364 


5 461 547 


340 410 


2 950 


1 399 384 


9 000 


391 414 


4 062 163 


331 410 


48 785 677 


167 000 986 


784 638 726 


651 956 


488 794 


25 456 943 



Kit; Depa rtamen to Estadual de E statística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


5000/5099 


- Animais com preparo 




■ 













- 


— 


_ 


5100/5199 


- De cabelos e pêlos . 


212 


22 574 


10 009 


8 866 399 


5172 


- Chapéus simples de pêlo 












de castor e semelhantes 


— 


7 801 


— 


8 121 862 




Não especificadas . 


212 


14 773 


10 009 


744 537 


5200/5299 


- De despojos animais 


9 352 


16 720 


23 475 


1 040 780 


tJO\J\J 1 OOiJi/ 


_ j)e corpos graxos 


5 586 


465 195 


76 677 


0 55.J 67i 


5333 


- Velas de estearina . 


5 586 


'Ivo ooo 


76 677 


U Olo 010 




Nao especificadas 




1 357 




39 856 


ODUU/ODiJy 


- Peles e couros 


6 672 


147 116 


378 633 


8 980 522 


5600 


- Alpercatas . * . . 




2 963 


59 200 


1 00 OAQ 


5609 




166 




17 934 


0 1^0 /OO 


000/ 






77 


14 910 


4 029 




Não especificadas . 


4 561 


41 017 


J8d 589 


2 007 0l9 


5700/5799 


- De penas 




351 




15 570 


6000/6999 


- De matérias-primas de 












origem vegetal . 


12 206 729 


9 059 509 


31 181 003 


78 771 311 


oooo/ooyy 


- De cascas e de outras 




■ 








partes de vegetais 


70 723 


64 911 


5 291 703 


3 612 991 


6033 




69 193 


4 199 


5 152 793 


173 703 


6035 


" Cigarros 




4 738 




308 679 




Não especificadas 


1 530 


55 974 


138 910 


3 130 609 


oiuu/ Diyif 


- De caules não lenhosos 


119 


1 853 


1 580 


35 106 


bi00/Dii99 


- De fibras e matérias fi- 












lamentosas exclusive 












as têxteis . . 


308 685 


83 571 


3 732 748 


2 428 423 


6274 


- Chapéus de palha . 


159 268 


1 713 


1 685 910 


1 228 012 




Não especificadas . 


149 417 


81 858 


Cl Kj^y) ooo 


1 200 411 


6300/6399 


- De corpos graxos . 










6500/6599 


- De madeiras .... 


10 939 345 


2 964 115 


17 239 813 


14 827 597 


6529 


- Mobílias, móveis e pe- 












ças avulsas .... 


31 451 


895 494 


482 624 


« 929 OíiT 




Não especificadas . 


10 907 894 


2 068 621 


16 757 189 


5 898 530 


6600/6699 


- Papel 


823 461 


4 901 393 


3 517 658 


36 085 831 


6612 


- Papel para impressão . 


13 991 


2 1U7 277 


70 050 


16 334 815 


6614 


" embrulho . 


467 705 


1 042 658 


2 209 892 


7 270 185 


6670/6679 


- Cartão ou cartolina . 




189 135 




1 725 539 




Papel n. e 


341 765 


1 562 323 


1 237 716 


10 755 292 


6700/6799 


- Aplicação do papel . . 


38 582 


787 020 


763 201 


12 060 026 


6705 


- Livros para leitura . 


24 997 


55 390 


606 672 


955 06(i 



Comércio do Pôrto de Santos 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 



Importação | Exportação | Importação ] Exportação 



6797 - Obras impressas . . 
Não especificadas . . 

6800/6899 - De outros produtos ve- 
getais . . . . 
6876 - Galochas e calçados de 

borracha 

Não especificadas . 

7000/7999 - De matérias-primas de 
origem mineral . 

7000/7099 - De pedras e de outras 
matérias minerais . 

7100/7199 - De minerais preciosos, 
semi-preciosos e raros 

7400/7499 - De ferro e aço . . . 

7439 - Obras de fôlha de Flan- 

dres 

7440 - Cadeados, fechaduras, 

trincos, molas e seme- 
lhantes 

7444 - Barafusos, porcas e 
obras semelhantes, pro- 
vidos de rôsca . 

7490 - Recipientes para con- 
dução de líquidos e 
gases 

7497 - Obras esmaltadas, n. e. 
Manufaturas de ferro e 
aço, n. e 

7500/7599 - De outros metais de uso 

corrente 

7570 - Obras de cristofle e se- 
melhantes .... 
7574 - Obras de bronze e ou- 
tras ligas de cobre . 
Não especificadas . 

7600/7699 - De metais de uso espe- 
cial 

7609 - Manufaturas de alumí- 
nio . . . . 

Não especificadas . 

7700/7799 - De metalóides e vários 
metais 



4153 
9 432 



25 814 



25 814 



139 794 
591 836 



55 938 
200 708 



2 930 683 15 379 313 



2 155 902 
2 

13 397 

48 300 

1 289 404 
18 

t 

I 804 781 

1 

7 017 



29 
6^88 



2 273 



51 

5 354 789 
49 895 

217 298 

77 322 

313 077 
15 744 

4 681 453 

172 328 

1 

4 325 
168 002 

59 937 

2 778 
57 159 

9 551 



77 049 2 271 482 

79 480 8 833 478 

634 300 9 721 337 

— 1 936 200 
034 300 7 785137 

13 059 634 114 939 963 

83 614 I 12 694 727 

I 

— 118 460 
10 605 483 I 51 559 781 

116 i 777 938 

148 628 j 10 617 898 

í 

652 542 , 993 629 

C 525 964 ' 1 669 519 

520 331 262 

3 277 713 37 169 535 

107 498 6 899 033 

270 



3 000 
104 498 



1099 



38 030 



168 160 
6 730 603 



185 936 
3 310 676 



168 



Departamento Estadualjde Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



Quantidade em í Valor em 
MERCADORIAS , quilos ; Cruzeiros 







Importação 


Exportação Importação 


Exportação 


7800/7899 


- De louça, vidro e de 
outros produtos mine- 














746 612 


4 929 473 


2 223 910 


39 964 940 


7879 


- Manufaturas de louça e 














83 


99 101 


3 090 


1 489 141 


lOOii 


- Garrafas, frascos e po- 














576 314 


1 591 768 


1 426 165 


5 786 751 


.7889 


- Manufaturas de vidro, 














393 


145 405 


31 767 


3 000 402 




Não especificadas . 


169 822 




769 SSR 
/ yj^ ooo 


29 688 646 


8000/8399 


- De têxteis .... 


o 10C CIO 


5 392 444 


107 089 194 


9R9 1 9R S9ft 

L£i\f O^U 


ouuu/ oiyy 


- De têxteis de origem 












vegetal 


2 074 013 


4 867 006 


102 173 807 


177 778 506 


8000/8099 


- De algodão .... 


2 057 279 


3 300 342 


101 922 968 


153 466 606 


8009 


- Tecidos brancos 


223 191 


113106 


10 733190 


6 886 684 


8019 




25 352 


333 687 


659 915 


9 462 764 


8024 


" estampados 


296 746 


434 767 


21 157 334 


32 000 216 


oUiií 


tintos 


1 375 556 


1 106 852 


65 080 265 


60 881 748 


CAQO 

oUá» 




13 287 


113 916 


813 038 


6 270 453 


8050 


- Alcatifas e tapetes . 




2165 





133 172 


8077 




410 


23 557 


97 677 


2 345 997 


8078 


- Roupa feita .... 


775 


67 590 


72 065 


5 161 664 


8081 


- Cobertores .... 


11365 


377 219 


311 481 


6 657 984 


8086 


- Toalhas e guardanapos 


628 


1 516 


46 604 


92 447 


8093 


Manufaturas de algo- 


54 379 


384 819 


971 528 


8 830 979 






55 590 


341 148 


1 979 871 


14 742 498 


8100/8199 


- De cânhamo, juta, linho 
e outras fibras vege- 














16 734 


1 566 664 


250 839 


24 311 900 


8121 


- Aniagem de juta . . 


— 


78 494 




1 027 426 


8129 


- Tecidos de juta, n. e. . 


— 


53 085 




863 020 


8133 


- Sacos de juta . . . 
Manufaturas de outras 


15 829 


1 345 867 


160 177 


16 248 442 




fibras vegetais, n. e. . 


905 


89 218 


90 362 


6 173 012 


8200/8299 


- De têxteis de origem 












animal 


33 907 


218 825 


2 824 172 


28 250 462 


8209 


- Tecidos de lã . . . 


23 458 


154 802 


2 190 883 


17 363 664 


8231 


- Cobertores de lã 


9 828 


1 727 


575 956 


116 815 


8232 


- Chapéus simples de fel- 












tro 




26 488 




7 000 690 


8238 


- Roupa feita de lã . . 




21 901 




2 372 309 



Comércio do Pôito de Santos 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Ci'uzeiro3 


— 


- 


Importação 


Exportação 


Importação 


!Ei xp 0 z* t ãç ão 


8259 


- Tecidos de seda . 


238 


1 196 


29 539 


252 086 


8277 


- Meias de seda . 
Manufaturas de outros 
têxteis de origem ani- 


- 


234 


— 


111 Al 






383 


12 477 


27 794 


1 0i)7 151 


8300/8399 


- De têxteis sintéticos 


18 699 


306 613 


2 091 215 


56 097 852 


8400/8499 


- De matérias plásticas . 


65 


28 107 


8 130 


2 795 709 


oKfifl/SOQO 
oouu/ ojyíj 


- J: roQUtos QllinilCOS G S6- 












mclhâTitcs 


495 607 


Q 171 


4 196 512 


1 1 fi ííyl nA7 

11o !>4a W i 


8500/8599 


- Produtos químicos or- 














107 907 


360 019 


1 256 131 


3 834 161 


obuu/ooyy 


- Sais minerais 


16 367 


1 588 776 


136 182 


7 584 604 


8700/8799 


- Outros produtos quími- 














60 369 


i to í Troo 


'J7ft Ql <l 


o DOO lOif 


8800/8899 


_ Drogas, medicamentos 












e ' preparações farma- 














64 306 


1 773 269 


1 834 383 


63 307 855 


8900/8999 


- Adubos químicos e ou- 












tros produtos 


246 658 


4 203 141 


698 903 


37 183 248 


8954 


- Lança-perfume 




19 661 






8957 


- Sabonetes .... 


0 623 


409 894 


167 250 


7 413 071 


8959 


- Perfumarias, n. e. . 


432 


58 950 


19 481 


2 222 729 




Não especificados . 


239 603 


3 714 636 


512172 


26 196 043 


9000/9999 


- Manufaturas diversas . 


726 374 


8 881 177 


10 977 719 


182 002 973 


9000/9099 


- Aparelhos, instrumen- 
tos, máquinas e obje- 
tos físicos, químicos. 












matemáticos e éticos . 


1«6 


11319 


7 303 


938 !57 


9100/9199 


- Aparelhos, instrumen- 
tos e objetos de cirur- 
gia, medicina, odonto- 












logia e veterinária . 


15 118 


62 381 




2 411 413 


9300/9399 


- Instrumentos de música 
e acessórios, relojoaria 
e aparelhos de meca- 












nismo delicado . 


4 364 


13 495 


ir, j 721 


1 159 732 


9400/9499 


- Cutelaria, ferramentas 












e outros utensílios . 


59 645 


1 183 296 


S íí 2.) 3 


17 278 695 


9419 


- Ferramentas grossas . 


387 


205 566 


3 26íi 


2 607 896 




Não especificados . 


59 258 


977 730 


837 993 


14 670 799 


9500/9599 


- Máquinas e aparelhos 
elétricos e artigos elec- 












trotécnicos .... 


59 916 


1 086 585 


2 634 652 


20 030 695 



170 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



Quantidade em Valor em 

MERCADORIAS q^i^os , Cruzeiros 





Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


9505 


- Aparelhos de rádio pa- 
ra uso doméstico, in- 












clusive rádio-vitrolas . 


195 


1 470 


35 300 


201 123 


9520 


- Acumuladores e bate- 












rias dc acumuladores . 




170 167 




1 570 954 


9562 


- Fio de cobre nu ou 












simples 




185 767 




1 960 353 


9563 


- Fio de cobre isolado . 




22o 922 




5 <J21 309 


9564 


- Cabo ou cordoalha de 












cobre 




100 700 




1 2oá 910 




Não especificados . 


59 721 


402 559 


2 599 352 


9 993 046 


9600/9699 


- Máquinas, aparelhos e 
utensílios para as in- 














29 564 




773 873 




9609 


- Instrumentos e máqui- 












nas agrícolas 








400 /OU 




Não especificados . 


29 564 


346 715 


773 873 


7 338 481 


9700/9799 


- Outras máquinas e apa- 














182 307 


2 272 750 


1 627 807 


50 280 360 


9791 


- Balanças 


101 


44 435 


3 742 


797 001 




Não especificados . 


182 206 


2 228 315 


1 624 065 


49 483 359 


9800/9899 


- Veículos e seus acessó- 














57 329 


2 354 059 


1 141 875 


43 200 859 


(1^ 9811 


- Automóveis para passa- 












geiros 


oolr 


21 331 




560 Õ82 


(2) 9812 


- Caminhões, ônibus, am- 
bulâncias e semellian- 














900 


409 463 


10 000 


8 331 761 


9829 


- Acessórios para auto- 












móveis 


7 386 


533 459 


194 054 


10 002 181 

Xli KJ\J£í JLOX 


9892 


- Câmaras de ar . . . 


313 




4 532 






Não especificados . 




X ooO lio 


OOO £.oy 


oo '^M oon 


9900/9999 


- Vários artigos 


317 945 


1 530 766 


3 266 122 


38 898 531 


9916 






367 710 




7 386 914 


9930/9939 


- Artigos para escritório 


2 060 


113 532 


9 080 


' 3 395 615 


9943 


- Botões ou marcas . 


71 


1 237 


5 963 


129 167 


9944 


- Artigos de armarinho . 


357 


72 926 


27 861 


3 376 451 


9974 


- Chapéus de chuva ou 














64 


42 880 


3 000 


3 356 528 


9996 


- Artigos sanitários . 


10 


11 791 


550 


189 911 




Não especificados . . 


315 383 


. 920 690 


3 219 668 


21 063 945 



Importação Exportação 
ni Unidade 14 15 



^omé icio do Pôrto de Santos 171 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos 
Importação 
Quadro N. 17 ^ 1""^° 



Quantidade em | Valor em 

MESES quilos j Cruzeiros 





iy4o 


1946 


194 Tl 


1946 




55 442 lo5 


51 365 377 


108 553 551 


138 103 026 


Fevereiro 


71 419 202 


55 568 596 


221 625 665 


127 999 478 






44 909 904 


148 941 368 


104 748 100 


Abril 


74 224 586 


71 575 845 


198 504 917 


160 411 552 




54 404 659 


76 756 497 


92 557 246 


188 173 895 




60 292 799 


69 298 637 


99 767 671 


190 896 125 


Julho . . 


37 896 443 




101 663 570 






53 825 683 




170 763 650 






78 675 530 




132 611 030 






44 317 246 




145 593 483 




Novembro 


64 728 523 




165 451 297 






62 423 088 




148 836 889 




Total 


712 610 534 




1 734 870 337 






370 744 021 


369 474 856 


869 950 418 


910 332 176 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos 
Exportação 



Quadro N. 18 



Janeiro a junho 



MESES 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 



1945 



1946 



Janeiro . í 21 294 772 

Fevereiro 18 458 614 

Março , 25 478 330 



Abril . . 

Maio . . 

Junho . . 

Julho . . 

Agosto 

Setembro 
utubro . 
ovembro 
ezembro 



14 240 220 
11 747 001 
23 492 578 
27 712 004 
16 978 326 
30 927 667 
23 833 680 
22 536 954 
18 704 672 



23 585 416 

22 809 746 
15 507 903 

23 017 086 

22 271 347 

23 314 387 



Total j 25S 404 818 ' 

aneiro a junho . . . . i 114 711 515 i 130 aOõ 885 



165 676 628 
152 693 695 
238 363 566 
95 835 104 
98 212 501 
224 973 118 
220 Õ42 857 
130 744 782 
34Í) 231 064 
246 599 168 
245 609 733 
187 373 802 

2 361 856 018 
975 754 612 



195 305 758 
217 269 O05 
140 441 627 
198 135 740 
230 470 347 
212 967 159 



1 194 589 636 



Departamento Estadual de Estatística 



Comércio de Cabotagem pelo Porto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a junho de 1946 
Resumo por Classes 



Quadro N. 19 



CLASSES 


Quantidade em quilos 


Valor em Cruzeiros 


Impoi-tação Exportação 


Importação 


Exportação 


Classe I — Animais vivos . 
Classe II — Mâtérias-primas . 
Classe III — Géneros alimentícios. 
Classe IV — Manufaturas 

Total das mercadorias . . 


1 250 
230 622 818 
120 342 889 
18 507 899 
369 474 856 


38 297 
53 257 846 
28 424 065 
48 785 677 
130 505 885 


8 000 
460 975 354 
282 347 836 
167 000 986 
910 332 176 


553 875 
191 428 008 
217 969 027 
784 638 726 
1 194 589 636 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a junho de 1946 
Resumo por Estados 



Quadro N. 20 



ESTADOS DE PROCEDÊNCIA 
E DE DESTINO 

Território do Guaporé 
Território do Acre .... 

Amazonas . 

Território do Rio Branco. 

Pará 

Território do Amapá .... 

Maranhão 

Piauí 

Ceará 

Rio Grande do Norte .... 

Paraíba 

Pernambuco 

Alagoas . . 

Território de Fernando de Noronha 

Sergipe 

Bahia 

Minas Gerais . .... 
Espírito Santo . . . . . 

Rio de Janeiro 

Distrito Federal . . . . 

Paraná 

Território do Iguaçu . . . 

Santa Catarina 

Rio Grande do Sul . . . 
Mato Grosso ..... 



1 Quantidade em quilos 


Valor em 


Cruzeiros 


1 Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 




14 180 




213 901 




113 995 




1 056 858 


3 710 434 


2 405 955 


48 818 868 


29 642 359 




15 254 




66 758 


4 ()36 650 


3 378 780 


77 626 117 


46 069 745 




10 476 




65 164 


2 001 742 


1 191 259 


8 694 261 


17 340 112 


606 309 


821 529 


2 168 482 


11 630 278 




3 662 .334 


17 851 687 


74 124 597 


104 651 694 


1 280 647 


60 607 722 


17 161 651 




1 777 822 


44 655 373 


29 303 3(ii) 


52 329 571 


18 092 855 


182 193 616 


236 956 525 


, 23 840 967 


2 242 987 


66 210 363 


31 965 290 


' 816 725 


1 701 160 


7 905 715 


:23 066 466 


6 549 077 


11 760 541 


37 331 563 


194 104 719 


144 380 


729 130 


414 412 


4 873 121 


1 002 606 


1 006 073 


4 017 435 


6 199 175 


1 5 697 358 


23 024 552 


24 822 298 


72 028 429 


17 468 681 


7 204 094 


25 575 165 


23 070 776 


92 347 033 


12 984 548 


81 624 768 


72 756 684 


i 43194 838 


37 087 713 


219 814 331 


302 893 656 




1 




72 




130 505 885 


910 332 176 


1 194 589 636 



Comércio do Pôrto de Santos 

Comércio de Cabotagem pelos Portos do Estado de São Paulo 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a junho de 1946 



Resumo por Classes 

Quadro N. 21 





Quantidade em 


Valor em 


CLASSES 


quilos 


Cruzeiros 




Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


Classe I — Animais vivos . 


1250 


38 297 


8 000 


553 875 


Classe II — Matérias-primas . 


230 660 818 


53 257 846 


4(il 1108 339 


191 428 008 


Classe III — Géneros alimentícios. 


120 342 889 


28 424 065 


282 347 836 


217 969 027 


Classe IV — Manufaturas 


18 529 423 


48 785 677 


167 505 939 


784 638 726 


Total das mercadorias 


369 534 380 


130 505 885 


910 870114 


1 194 589 636 



Comércio de Cabotagem pelos Portos do Estado de São Paulo 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a junho de 1946 
Resumo por Portos 

Quadro N. 22 



PORTOS DE DESTINO E DE 
PROCEDÊNCIA 


Quantidade em 
quilos 


Valor em 
Cruzeiros 


Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 














17 000 




24 085 




Vila Bela 












21 000 


: 


8 900 




Santos 


369 474 856 


130 505 885 


910 332 176 


1 194 589 636 


Iguapé 


20 000 




õW) 000 






1 524 




4 953 




Total 


369 534 380 


130 505 885 


910 870 114 


1 194 589 636 



Comércio Exterior pelo Pôrto de Santos 

IMPORTAÇÃO 

Janeiro a julho de 1946 
Quadro N° 1 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


0000/0099 


— 


• 

CLASSE I — Animais vivos: 


88 188 


o /Ot> lio 


0039 




Aves domésticas (1) ou para ali- 












400 


25 609 


0051 




Gado vacum para reprodução (2) 


83 515 


3 116 353 


0053 





" cavalar para reprodução (3) 


300 


136 040 


00G3 




parà qualquer ou- 












600 


12 965 








3 373 


462 749 


0100/3999 


_ 


CLASSE II — Matérias-primas: 


661 673 242 


833 823 018 


0100/0999 


_ 




292 261 


30 453 081 


0100/99 






80 726 


20 889 214 


0160/1 




Pelos de cocIliOj castor e seme~ 












65 156 


19 941 508 








15 570 


947 706 


0200/99 






51 592 


256 788 


0300/99 




Corpos giaxos 


22 674 


450 385 


0500/99 




Peles e couros, em bruto 


47 338 


899 966 


0600/99 




Peles e couros, preparados ou cur- 












31 650 


6 104 334 


0692 




Camurça, marroquim e semelhan- 










tes 


2 885 


450 806 


0698 




Peles e couros tintos, engraxados. 












16 593 


3 150 604 








12172 


2 502 924 


0700/99 






■ 




0800/99 






42 719 


1 259 277 


0900/99 




Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as industrias . 


15 562 


593 117 


1000/1999 






40 688 595 


118 291 419 


1000/99 




Vegetais próprios para medicina, 










indústria e outros usos . 


438 012 


12 768 045 


1054 






195 366 


9 788 475 


(1) 




118 Cabeças. (2) — 252 Cabeças. (3) — 


2 Cnheçns. (4) — 2 


Cabeças. 



Comércio do Pôrto de Santos 
IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



Valor a bordo no 
Quantidade pôrto de Santos 

em quilos 

Cruzeiros 



1091 — 



1100/99 
1200/99 

1279 

1294 
1296 

1300/99 
1500/99 
1600/99 

1674 
1697 



1800/99 
1855 
1857 

1900/99 

1963 
1990 



2000/2999 

2000/99 
2050/57 



2082 — 



2100/99 
2100/29 
2I6O/9" 
2200/99 



Batatas para plantio .... 

Não especificados 

Caules não lenhosos .... 

Fibras e matérias filamentosas, 
exclusive as têxteis . . 

Palha para vassouras e fins seme- 
lhantes 

Manilha 

Pita 

Não especificadas 

Corpos graxos 

Madeiras 

Sementes, bagas, grãos, frutos e 
semelhantes 

Sementes de linho ou linhaça 

Sementes, bagas, grãos, frutos e | 
semelhantes para a agricultura | 

Não especificados : 

Outros produtos . . . 

Goma-laca 

Resina negra de pinho ou breu . 

Não especificados 

Matérias-primas e preparações não j 
classificadas para as indústrias 
Extrato de quebracho .... 
Acetato de celulose . . . . 
Celulose para fabricação de papel 
Não especificadas . 

De origem mineral 

Pedras e terras 

Alabastro, mármore, pórfiro e pe- 
dras semelhantes 

Criolito ......... 

Não especificadas 

Minerais preciosos, semi-preciosos 
e raros 

Ouro, platina e prata, em bruto 
ou preparados 

Pedras preciosas 

Não especificados 

Minérios metálicos 



242 646 
7 116 

117 134 

8G 697 

20 020 
10 417 
15 697 
645 948 

2 235 440 



598 221 
1637 219 , 
8 018 135 j 

139 596 I 

3 252 816 ! 
í 625 723 ! 

29 211 113 

265 362 

178 651 i 

28 073 265 ' 

693 835 ' 

607 721 866 | 

6 291 604 I 

1 439 156 

86 401 j 

4 766 047 I 

17 715 
17 701 
14 

2 147 119 



2 979 570 
105 093 

821 ti.35 

419 134 

235 697 
169 804 
168 522 
2 821 237 



3 068 277 
3 469 288 
22 424.019 

2 773 826 
12 678 517 

6 971 676 

72 642 303 
855 723 

3 286 201 
62 429 871 

6 070 508 
>43 281 173 
11 529 537 

2 181867 
509 076 

8 838 594 

9 287 280 
8 792 171 

495 109 
2 485 306 



176 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS - . 


1 

Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
Cruzeiros 






Combustíveis, óleos e matérias be- 










tuminosas 


430 567 503 


171 490 030 


2300/9 




Asfalto ou betume 


1 773 246 


1 582 955 


2321 




Carvão de pedra 


173 224 122 


32 411 875 


2322 












2323 




Coque 


4 681 413 


3 702 479 


2341 




Petróleo em bruto ou cru 


10503166 


5022 944 


2353/4 




Gasolina 


97 248 272 


59 039 765 


2356/2357 




"Fuel-oil" e "Diesel-oil" . 


119 909 322 


34 648 350 


2363 






11 €43 256 


5 514 460 


2365 


— 


óleos refinados lubrificantes . 


9 557 352 


25 698 708 


2368 


— 


" para transformadores e ou- 










tros aparelhos elétricos . 


243 767 


456 969 








2 383 587 


3 411 525 


2400/99 


— 




OO O/y OUS 


133 260 583 


2411 


— 


Ferro em barras, vergalhões e ver- 












1 9(1» 807 
1 íSUo 0.4/ 


2 686 714 


2413 








2 117 881 


2415 




" " lâminas ou placas 


0 OOO lUU 


7 2o9 ool 


2431 




Aço em barras, vergalhões e ver- 










guinhas 


10 363 566 


26 653 550 


2433 




Aço em tiras 


7 354 139 


19 627 277 


2435 




" " laminas ou placas 


24 619 788' 


53 923 890 


2440/9 




Acos especiais 


46 900 


454 022 


2490 




Cantoneiras, tes e semelhantes > 


6 738 821 


13 043 012 








2 364 548 


7 484 856 


2500/99 


— 


Outros metais de uso corrente . 


24 850 554 


140 772 043 


2500/9 


— 


Chumbo em bruto ou preparado . 


8 054 981 


2Q 989 4Q0 


2510/9 


— 


Estanho em bruto ou preparado . 


Qnfi RIR 
ouo 0 /o 


Q 001 /ÍQ7 


2522 


— 


Cobre coado ou fundido . 


4 õDb 000 


27 042 544 


2525 


— 


" laminado ou martelado . 


330 665 


3 704 954 


2520/9 


— 


" em bruto ou preparado, n. e. 


7 781 888 


49 394 141 


2560/9 




Latão e outras ligas de cobre em 










bruto ou preparado .... 


1 363 985 


10' 506 307 


2570/9 




Ligas especiais de metais de uso 












237 350 


2 850 468 


2585 




Zinco em lâminas ou placas . 


37 297 


234 951 


2580/9 




Zinco em bruto ou preparado, n. e. 


1 861 256 


7 713189 






Não especificados 


9 396 


44 502 


2600/99 




Metais de uso especial . . . . 


1 502 723 


12 944 097 


2600/9 




Alumínio em bruto ou preparado 


1 388 908 


- 10 196 720 



Comércio do Pôrto de Santos 



177 



IMPORTAÇÃO 



•MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



2670/9 

2700/99 
2720/4 

2800/99 
2855/6 

2900/99 

2911 
2980 

3000/3399 
3000/3199 
3000/99 
3064 

3066 
3100/99 

3100/19 
3126 
3131 

3140/3159 

3200/99 
3206 
3221 

3200/29 
3256 
3264 

3266 

3250/79 

3300/99 
3356 



Níquel cm bruto ou preparado . 

Não especificados 

Metalóides e vários metais 

Enxofre 

Não especificados 

Outros produtos 

Cimento "Portland" . . . . 

Não especificados 

Matériãs-printas e preparações não 
classificadas para as indústrias 

Alvaiades de titânio e outros 

Aguarrás artificial 

Não especificadas 

Têxteis 

De origem vegetal 

Algodão em bruto ou preparado . 

Algodão em fio para bordar, co- 
ser, croché, tricô e semelhantes 

Algodão em fio para tecelagem . 

Não especificado 

Cânhamo, juta, linho e outras fi- 
bras vegetais 

Cânhamo em bruto ou preparado 

Juta em fio para tecelagem . 
" " bruto 

Linho em bruto ou preparado . 

Outras fibras vegetais, n. e. . 

De origem animal 

Lã em fio para tecelagem 
" " bruto 



Seda em fio para tecelagem . 

Bôrra de sêda em fio para bordar, 
coser e usos semelhantes 

Bôrra de sêda em fio para tece- 
lagem 

Sêda, n. e 

Outros têxteis de origem animal, 



Têxteis sintéticos 

"Rayon", viscose e semelhantes 
em fio para tecelagem . 



95 318 
18 497 
18 561 444 
18 473 771 
87 673 
64 301 630 
64 067 005 
234 625 t 

2 602 265 
582 600 
191 895 
1 827 770 
9 635 690 
8 749 253 
107 404 

53 540 
53 864 



641 849 

288 296 

110 061 
243 492 

808 102 
8 747 
647 634 
151 721 



78 335 



1 506 489 
205 825 



178 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


' Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


3350/79 




"Rayon", viscose e semelhantes 




- 






em bruto ou preparados, n. e. . 


71 304 








Outros têxteis sintéticos, n. e. 


693 


' 106 015 






Sintéticas e outras materias-primas 


3 334 830 


59 116 968 






Matérias plásticas ou resinas sin- 










téticas 


517 410 


6 977 833 








9 696 


77 549 








507 714 


6 90O 284 


3900/99 




Matérias-primas e preparações não 










classificadas para as indústrias 


2 817 420 




3910/9 




Anilinas e semelhantes 


257 811 




3922 




Tintas para impressão .... 


176 950 




3924/6 




" preparadas a óleo . 


411 816 


I 4 760 199 


3920/9 






95 512 


1 492 555 


3957 




SâbOGS, SSpolioSj G S6IT16lIlâ.Ilt6S 










para a indústria têxtil . 


42 565 


634 751 


3973 




Essências para perfumaria . . 


10 894 


4 560 938 


3976/7 




Perfumes sintéticos e resinaromas 










ou fixadores de perfume . 


22 008 


1 371 178 


3995 


, 


Graxas lubrificantes consistentes e 












388 550 


1 813 086 








1 411 314 


16 928 557 


4000/4999 




CLASSE III Géneros alimen- 










tícios 


116 332 622 


325 590 331 


4000/99 




Bebidas 


3 784 848 


38 609 313 


4020 




Bebidas amargas, aperitivas e qui- 












100 438 


1 877 467 


4028 


_ 




89 022 


2 889 105 


4020/9 







108 955 


3 162 664 


4071/2 





Vinhos comuns de mesa . 


3 128 539 


21 491 196 


4074/5 


_ 


Champanha e semelhantes 


45 096 


2 379 833 


4076 




Vinhos licorosos ou de sobremesa 


280 196 


6 158 248 






Não especificadas 


32 602 


650 800 


4100/99 




Cereais, legumes e seus produtos 


110 323 852 


222 021 102 


4107 




Trigo 


36 847 503 


66 951 053 


4130/9 




Legumes frescos ou secos 


43 097 


190 015 


4177 




Farinha de trigo 


64 046 033 


125 465 777 


4184 




Malte ou cevada torrefata 


4 416 581 


16 038 661 






Não especificados 


4 970638 


13 375 596 


4300/99 




Frutas de mesa e seus produtos . 


11 343 539 


71 675 973 


4300 




Amêndoas 


52 769 


1 164 088 



Comércio do Pôrto de Santos 



179 



IMPORTAÇÃO 





MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 






Cruzeiros 


4304 




9 050 


137 150 


4306 




141 160 


2 148 354 


4324 




4 170 479 


23 ISíi 70 J 


4326 




3 384 375 


14 IKkS .111 1 


4327 




218 236 


1 191 í)4fi 


4328 




938 641 


7 194 647 


4350 




1 312 828 


15 686 121 


4360/69 


— Frutas secas ou passadas . 


772 545 


4 539 017 






343 456 


2 056 442 


4400/99 


— Outros produtos vegetais . 


4 435 109 


39 375 492 


4440/9 




579 383 


12 130 723 


4468 




166 921 


8 598 352 


4480 




1 461 976 


12 159 770 






2 226 829 


6 486 647 


4500/99 


— Produtos de matadouro e caça . 


74 046 


2 512 327 


4600/99 




1 003 961 


12 193 666 


4643 




686 109 


6 866 402 


4666 


— Sardinhas em conserva 


20 910 


214 273 


4630/69 




286 318 


4 966 380 






10 624 


146 611 


A'7(\(\ /QQ 


- — - Outros produtos âiiiin3,is 


IZU Z/D 


0 17/1 Q ÍC 


4712 




■ 77170 


1 460 942 


4710/49 


— " e outros laticínios, n. e. . 


42 393 


682 294 






713 


30 799 


4800/99 




919 720 


7 975 586 


4900/99 


— Produtos alimentícios p/ animais 


943 243 


1 184 769 


5000/9999 


— CLíA&oiij IV — Manutaturas : 


zzo Dy4- 14U 


1 KOI li 1 « C^Q 

1 íy^í DIO f)^u 


5000/5999 


— De matérias-primas de origem ani- 


16 610 




5100/99 




4 647 


901 970 


5200/99 


— De despojos animais .... 


33 


9 129 


5300/99 








5600/99 




11 930 


2139 554 


5647 


— Tiras de couro para chapéus . . 


4 938 


649 423 






6 992 


1 490 131 


5700/99 








6000/6999 


— De matérias-primas de origem ve- 


13 058 058 


63 337 909 


6000/99 


— De cascas e de outras partes de 


228 420 


4 467 040 



180 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 







MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
porto de Santos 








CiniZGiros 


6013 




Rolhas ou discos de cortiça . 


221 653 


4 143 973 








^767 


323 067 


6100/99 




De caules não lenhosos ... 


1 


20 


6200/99 




De fibras e matérias filamentosas, 










exclusive as têxteis .... 


9 563 


297 867 


6247 




Tranças e obras semelhantes para 
confecção de chapéus e outros 












169 


33 336 








9 394 


264 531 


6500/99 






120 008 


3 458 401 


6567 


_ 


Acessórios para máquinas de in- 












36 498 


2 142 242 


6591 





Carretéis ou tubos para enrolar 
linha ou barbante .... 


— 


— 








83 510 


1 316159 


6600/99 


— 


Papel 


12 486 791 


46 094 654 


6612 


— 


Papel para impressão .... 


478 769 


2 674 267 


6613 


— 


" " " de jornais . 


10 228 159 


22 328141 


6623 





" crepom, "gaufré", de sêda 










vegetal e semelhantes 


91968 


1 326 604 


6620/9 


— 


Papei com preparo superficial n. e. 


247 020 


2188141 


6653 


— 


" para embalagem de frutas . 


166 988 


919 128 


6655 


— 


" ém tiras para cigarros . 


77 954 


1 353 894 


6670 


— 


Cartão ou cartolina em folhas ou 












186 967 


1 730 558 






Não especificado 


1 00-8 966 


13 573 921 


6700/99 


_ 


Aplicações do papel .... 


130 628 


3^983 976 


6705 


_ 


Livros para leitura 


32 925 


1 182 707 






Não especificadas 


97 703 


o QM OCO 


6800/99 




De outros produtos vegetais . 


82 647 


D voo uOi. 


6830/9 




Borracha em tecidos e artefatos 
com mescla de qualquer matéria 










têxtil 


1207 


135 214 


6860/9 


_ 


Acessórios de borracha para má- 












38138 


2 413 385 


6820/89 




Manufaturas de borracha, n. e. . 


43 302 


9 4f?7 ^"íO 






Não especificadas 






7000/7999 




De matérias-primas de origem mi- 












102 660 815 


317 490 456 


7000/99 




De pedras e de outras matérias 












4 477 367 


18 974 088 


7000/9 




Pedras de amolar de esmeril e ou- 










tros abrasivos 


211 851 


4 299 324 



Comércio do Pôrto de Santos 
IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



7010/9 — Manufaturas de amianto ou asbesto 
7034 — Tijolos refratários de argila . . 
7088 — Produtos refratários n. e. . 

Não especificadas 

7100/99 — De minerais preciosos, semi-pre- 

ciosos e raros 

7100/29 — De ouro, platina e prata . . . 

Não especificadas 

7400/99 — De ferro e aço . . . . . 

7404 — Chapas galvanizadas para cons- 

trução de boeiros 

7405 — Chapas galvanizadas para cober- 

turas de casas, carros e vagões 
de estradas de ferro .... 

7412 — Arame farpado 

7413 — Grampos galvanizados para cêrca i 

7414 — Cabo ou cordoalha 

7416 — Arame uu, simples ou galvanizado ! 

7420/9 — Mobílias, móveis e peças avulsas | 
7435 — Lâminas de folha de Flandres . ' 

7430/9 — Obras de folha de Flandres, n. e. 
7440 — Cadeados, fechaduras, trincos, I 
molas e semelhantes . . . . j 

7444 — Parafusos, porcas e semelhantes, | 

providos de rôsca .... 

7445 — Arestas, pinos, rebites e seme- ! 

lhantes | 

7440/9 — Artigos para confecções e instala- [ 

ções, n. e 

7454 — Tanques para instalações indus- 
triais 

7450/9 — Obras para construções, n. e. 
7467 — Acessórios para máquinas de in- 
dústria têxtil 

7460/9 — Acessórios para máquinas, n. e. . 
7477 — Trilhos, cremalheiras e acessórios 
7480 — Agulhas para costura a mão ou a 
máqxiina, croché, tricô e seme- 
lhantes 

7487/8 — Tubos de qualquer feitio . . . 
7490 — Recipientes para condução de lí- 
quidos e gases 

Não especificadas 



Quantidad 
em quilos 



38 346 
1 265 579 
53 374 042 



o /bb 
12 506 585 



2 005 472 
822 856 



2.17 787 I 

1 576 798 ; 
343 029 í 

2 087 902 

1 091 

1 073 
18 

(6 316 962 
146 006 



41 334 1 
2 181 063 i 
149 697 ; 
850 120 
9 420 168 , 

45119 
9 569 478 
11724 

111 934 

1 U.>7 327 

96 390 

165 862 

548 154 
1 903 940 



1 no 

■ tos 



li ;'.,') 1496 
2 296 950 
1 121 573 
4 904 745 

1 541 970 
1 513 177 
26 793 
270 297 683 

353 655 

118 071 

6 482 946 
364 272 

7 295 454 
30 134 048 

1 017 012 
27 039 819 
165 264 

1 360 796 

8 016 783 
779 875 

3 059 743 

1 807 092 
7 495 156 

2 087 655 
14 983 704 
92 799 382 



2 425 570 
42 820 350 



9 396 147 
10 294 889 



182 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
porto de Santos 

Cruzeiros 


7500/99 




De outros metais de uso corrente 


.547 371 


11 869 241 


7Õ20/9 




Cadeados, fechaduras, trincos, mo- 










Iqc a nntrnç arfií?nQ dp PoHrP 
Ida c uuii ua ctji ixg^a u.c k^kjjjl^ 












62 320 


3 242 575 


7544 




Fechos de cobre para bolsas, ma- 










las e semelhantes .... 


509 


37 350 


7549 




Artigos de cobre para confecções 












910 


194 565 


7577 




Tubos de qualquer feitio de cobre 


185 948 


2 759 370 








297 684 


5 635 381 


/uuu/ 




De metais de uso especial . 


152 723 


2 058 566 


/ /ou/yy 




De metalóides e vários metais 


— 


— 


7800/99 




De louça, vidro e de outros pro- 












1 165 301 


12 748 908 


7810/9 




Lâminas de vidro para vidraças, 










clarabóias, navios e outros usos 


453 253 


1900268 


7826 




Artigos sanitários de louça e vidro 


17 643 


307154 


7850/9 




Artigos de louça e vidro para la- 












37 801 


1 479 312 


7876 




Objetos de louça para serviço de 












82 404 


2 086 028 


7886 




Objetos de vidro para serviço de 












243 403 


1 842 991 


7810/89 





Manufaturas de louça e vidro, n. e. 


330 797 


5 133 155 






Manufaturas de outros produtos 














— 


8000/8399 







234 507 


22 010 128 


8000/8199 




De têxteis de origem vegetal . 


133 819 


13 314 339 


8000/99 






77 748 


4 562 096 


8027 






2 815 


293 101 


8030 




Pelúcias, veludos e semelhantes . 


— 


— 


8000/39 




Tecidos, n. e. 


54 841 


2 732 406 


8097 




Oleados 


1811 


62 924 








18 281 


1 473 665 


8100/99 


_ 


De cânhamo, juta, linho e outras 












56 071 


8 752 243 


8120/39 




Manufaturas de juta .... 


412 


49 326 


8160/9 






46 884 


6 959 480 


8140/89 




Manufaturas de linho 


4 038 


1 492 366 






Manufaturas de outras fibras ve- 












4 737 


251 071 


8200/99 




De têxteis de origem animal . 


96 509 


7 516 015 


8200/9 






17 875 


3 354 609 



Comércio do Pòrto de 8antos 



M P O R T A C Ã O 



MERCADORIAS 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



8220 
8244 
8248 
8200/49 
8250/89 



8300/99 
8350/89 



8400/99 
8435 
8400/39 

8500/8999 
8500/99 
8500/9 
8550/9 

8567 

8600/99 
8601 
8606 
8607 

8620/1 



8695 
8700/99 

8700/9 
8737 
8751 
8758 

8750/69 



Alcatifas e tapetes de lã . . . | 
Peças de lã para máquinas . 
Trapos, ourelas, e retalhos de lã . i 
Manufaturas de lã, n. e. . 
Manufaturas de sêda .... 
Manufaturas de outros têxteis de 
origem animal, n. e 

De têxteis sintéticos .... 

Manufaturas de "rayon", viscose 
e semelhantes 

Manufaturas de outros têxteis sin- 
téticos, n. e 

De matérias plásticas .... 

Lâminas de celulóide .... 

Manufaturas de celulóide, n. e. . 

Não especificadas 

Produtos químicos e semelhantes 

Produtos químicos orgânicos 

Ácidos 



Intermediários para o fabrico de 

côres de anilina 

Fenol 

Não especificados 

Sais minerais ...... 

Bicarbonato de sódio . . . . 

Potássa . 

Barrilha 

Cloratos de potássio e de sódio . 

Sulfetos de sódio 

Sulfato de cobre 

Arseniato de chumbo . . . . 

Boratos 

Não especificados 

Outros produtos químicos inorgâ- 



Ácidos minerais 

Soda cáustica 

óxido de antimônio . . . . 

" " zinco (alvaiade de zinco) 
óxidos n. e 



3 037 
30131 
40 0fl3 

4 678 
785 



4 179 
1987 



2 192 
192 694 
20033 
1205 
171 456 
49 487 300 

2 194 139 
288 306 

93 563 
32 559 
1 779 711 
15 227 511 
288 727 
90138 
9 946 978 
128 474 
502 331 
587 870 
214 660 
13 396 

3 454 937 

10 885 395 
56 579 
8 302 331 
27 784 
1 047 114 
485 740 



712 351 
1 II 12 522 

407 385 
1 410 974 

588 174 



731 669 

448 105 
17 110 921 
988 305 
513 514 
15 609 102 
126 894 527 
17 099 979 
4 520 068 

1 939 163 
238 976 

10 401 772 

26 746 981 
287 691 
361 067 

9 487 610 
1 217 078 

806 045 
1 758 186 
1 242 411 

1118 069 

11 478 824 

27 956 623 
504 857 

13 647 966 
222 393 
4 355 374 
4 346 027 



184 


Departamento Estadual d 


e Estatística 




IMPORTAÇÃO 








Valor a bordo no 




MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


pôrto de Santos 












Cruzeiros 


8793 


— Hidrossulfitos simples ou compos- 
tos e os estabilizados pelo for- 










110 716 


872 769 






855 131 


4 007 237 


8800/99 


— Drogas, medicamentos e prepara- 








ções farmacêuticas .... 


221 973 


27 416 849 


8830/9 


— Cápsulas, grânulos, drágeas, pasti- 








lhas e semelhantes .... 


0 O£,0 


0 od8 129 


8840/9 


— Injeções medicinais e outras pre- 










4 048 


'T £tOU t/Ol 


OOOU/ o 


Séruns vacinas e semelhantes 


8 625 








200 775 


14 QQQ 710 






20 958 282 




som 






q 700 fíKQ 
y / «7Í7 uoo 


8918 


Superf osf atos de cálcio 




3 238 307 


SQQ7 








8900/39 


— Adubos químicos n. c 


8 681 366 


6 045 438 


8960/9 


— Inseticidas e semelhantes . 


124 545 


2 678 929 






215 778 


5 912 363 


9000/9999 


— Manufaturas diversas .... 


61 044 156 


971 621 935 


9000/99 


— Aparelhos, instrumentos, máquinas 
e objetos físicos, químicos, ma- 








temáticos e óticos .... 


149 753 


17 251 380 


9051 


— Contadores e registradores de con- 










14 564 


207 984 


9053 


— Hidrômetros 


5 556 


616 156 


9081 


— Placas ou rolos para fotografia . 


23 834 


2 917 128 






105 799 


13 510112 


9100/99 


— Aparelhos, instrumentos e objetos 
de cirurgia, medicina, odontolo- 










25 507 


4 871 872 


9300/99 


— Instrumentos de música e acessó- 
rios, relojoaria e aparelhos de 








mecanismo delicado .... 


78 .568 




9300/49 


— Instrumentos de música e acesso- 










57 442 


4 653 929 


9360/9 


Despertadores 


10134 


1 311 735 


9370 


• — • Relógios de algibeira ou de pulso 


3 724 


v UOo Zí^ 




— " " cima de mesa 


5 239 


582 415 


9360/89 


— " e acessórios, n. e. . 


2 029 


1 032 081 










9400/99 


— Cutelaria, ferramentas e outros 










1 306 789 


37 162 807 



Comércio do Pòrto de Santos 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



9400/9 
9410/9 

9444 
9440/9 

9460/9 



9500/99 
9503 
9505 

9506/8 

9511 

9510/9 

9522/4 

9525 
9527 

9534/5 
9555 

9556 

9557 

9558 

9585 
9587 
60/89 
9590 



Cutelaria e acessórios . 
Ferramentas grossas . . 
Limas de aço . . . 
Ferramentas e utensílios manuais 

para artes e oficios, n. e. . 
Ferramentas e utensilios para ar 

tes e oficios de máquinas 
Não especificados 
Máquinas, aparelhos elétricos e ar^ 

tigos electrotécnicos . 
Aparelhos receptores de telefonia 

e telegrafia e acessórios 
Aparelhos de rádio para uso do 

mésticos e rádio-vitrolas 
Acessórios para aparelhos de rá 

dio, inclusive válvulas e tubos 
Aj)arelhos electro-dentários 

" de eletricidade médica, 

radiológicos e acessórios . . 
Máquinas motrizes dinamo-elétri 




Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



Motores n. e. 

Transformadores estáticos de cor 
rente elétrica, intensidade de 
som e semelhantes .... 

Lâmpadas elétricas p/ iluminação 

Máquinas para encerar, varrer e 
semelhantes 

Máquinas e aparelhos para uso 
doméstico, n. e 

Máquinas e aparelhos para uso 
profissional 

Ventiladores, aspiradores de pó, 
vibradores, secadores e seme- 
lhantes 

Peças de matérias plásticas para 
instalações elétricas .... 

Peças de louça e vidro para insta- 
lações elétricas . . . . . 

Peças para instalações elétricas, 
n. e. . . 

Amperômetros e semelhantes para 
medidas elétricas . . . . . 

Não especificados 



468 442 

189 703 
31 581 

4 127 983 

67 420 

59 662 

140 394 
255 

9102 

654 419 
535 752 

254 503 
49 870 

8 544 

30 591 

38 655 

52 266 

5 915 

15 283 

1 326 207 

38 950 
840 195 



971 031 
4 010 010 
8 645 631 

15 050 011 

7 387 007 
1 099117 

128 983 014 

12 122 767 

6 811 993 

17 227 323 
44 501 



13 915 539 
12 063 034 



7164 917 
2 820 336 

751 454 

1 054 648 

2 136 050 

3 073 548 
488 555 
531 453 

19 642 504 

3 344 490 
24 522 700 



186 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


9600/99 




Máquinas, aparelhos e utensílios 










para as indústrias .... 


5 784 235 


111 650 688 


9600 




Arados e instrumentos aratorios . 


178 845 


1 048 503 


9606 






715 448 


8 646 630 


9600/9 


— 


Instrumentos e máquinas agrícolas 












469 478 


3 683 429 


9624 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de couros e peles 


14 671 


402 191 


9626 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de calçados . 


13 711 


470115 


. 9635 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de óleos vegetais 












266 144 


4 202 409 


9640 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para beneficiamento de cereais 










e produtos agrícolas .... 


149 829 


3 191 966 


9645 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para fabrico do açúcar, distila- 










ção da aguardente e do álcool . 


53 172 


1019111 


9651 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para fabricação de cimento 


448 297 


6 291 195 


9655 


— 


Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de mineração 


13 506 


276 159 


yboo/y 




Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústrias extrativas, n, e. 


17 735 


145 089 


r\r>fií\ 1 (\ 

ybbo/y 




Máquinas, aparelhos e utensílios 










para trabalhar madeiras e me- 












308 499 


11 418 891 


9674/5 




Máquinas, aparelhos e utensílios 










para indústria de laticínios 


79 737 


3 647 059 


9683 




Descaroçadores e outras máquinas 










para beneficiar algodão 


. 209 709 


3 636 040 


9686 


_ 




216 698 


3 357 897 


9688 




Acessórios para máquinas de in- 












169 681 


8 874 666 


9680/9 




Máquinas, aparelhos e utensílios 










para as indústrias têxteis, n. e. 


924 458 


17 537 672 








1534 617 


33 801 666 


9700/99 




Outras máquinas e aparelhos . 


13 166 484 


243 3»3 950 


9710/9 






103 560 


3 429 742 


9720 




Aparelhos de movimento e trans- 












625 174 


2 754 161 


9724/5 






467 518 


8 062 523 


9727 




Rolamentos e esferas para mancais 


91 691 


5 319 789 



Comércio do Pôito de Santos 



187 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 



9736/7 — 

9735/9738 — 

9750 — 

9757 — 

9730/ 9-9750/ 9 

9760 — 

9762 — 

9763/5 — 

9770 — 

9771/2/3 — 
9780 
1)781 

9782 — 



9786 
9788 
1780/9 



9792 

9800/99 
'9800 
9803 

9801/2/4 
9811 
9812 

9821 

9822 

9824 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
porto de Santos 



Cruzeiros 



Acessórios para locomotivas . . 908 989 : :> 028 340 
Locomotivas com os respectivos 

"tenders" (1) 3 154 147 58 244 307 

Máquinas motrizes a gás, petróleo, 

álcool, nafta ou ar quente . . 127 20O 4 405 485 

Turbinas hidráulicas .... 395085 i 8 087871 

— Máquinas motrizes, n. e. . . 1 019 953 | 18 471 171 

Máquinas para condicionamento | 

de ar 17 269 i 439 187 

Compressores de ar .... 279576 ! 6546145 

Geladeiras, refrigeradores, seme- j 

lhantes e acessórios .... 468086 | 10505907 

Bombas hidráulicas 13 288 í 299 112 

Bombas, n. c 164 372 \ 5 350 572 

Máquinas de costui-a .... 396072 j 15309424 

" escrever .... 63586 ! 6036981 

" calcular .... 22961 | 5856415 

" para mercearia e usos | 

profissionais 122 187 3 527 253 

Máquinas para uso doméstico, n. e. 42 796 1 051 074 

para tipografia ... 80 634 3 170 438 

operatrizes, n. e. . . 481 726 14 800 785 
Alambiques, autoclaves, estufas, 

pasteurizadores e semelhantes . 4 730 242 776 

Caldeiras 301503 3 493 830 

Não especificados 3 814 381 52 960 662 

Veículos e acessórios .... 35 784 961 387 756 952 

Aeroplanos (2) 2 369 420 013 

Instrumentos e objetos físicos para i 

equipamento de aeroplanos . 57 33 035 

Acessórios para aeroplanos, n. e. 15 043 1 593 066 

Automóveis para passageiros (3) 3 464 260 56186 715 
Caminhões, ônibus, ambulâncias e 

semelhantes (4) .... . 702 109 10 783 695 
Cliassis para automóveis de pas- 
sageiros ,(5) 1 — — 

Chassis para caminhões, ônibus, j 

ambulâncias e semelhantes (6) 12 736 593 153 749 508 
Peças elétricas e instrumentos fí- 
sicos para automóveis ... 143 059 8 611 259 
Peças de ferro e aço para auto- 
móveis 563 730 9 390 725 

36 (3) Unidade . . . .2 692 (5) Unidade .... - 

6 (4) " .... 375 (6) " . . . . 66( 



188 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
porto de Santos 

Cruzeiros 


9827 — 


Peças de vidro para automóveis . 


15 374 


331 291 


9820/9 — 


Acessórios para automóveis, n. e. 






9834 — 


Vagões para estradas de ferro (7) 


8 588 306 


45 453 554 


9836 — 


Acessórios de ferro e aço para 








vagões 


5 572 147 


20 681 398 


9837 — 


Carros motores urbanos de tração 








elétrica e acessórios .... 


292 497 


1 920529 


9880 • — 




42 512 


1 685 186 


9882 — 


Triciclos e bicicletas a pedal . 


53 413 


1 931 895 


9886 


Acessórios de ferro e aço para 










7180 


171 703 


9892 — 




23 579 


1 357 504 


9893 — 




29 059 


777 035 


9896 — 


Acessórios de ferro e aço para 










14 165 


143 613 






1230 604 


11 194 035 


9900/99 — 




619 876 


23 332 898 


9980 — 




18 445 


1 182 012 


9984 — 


Lixa de qualquer qualidade . 


197 719 


4 820 767 






403 712 


17 330 119 


( 7 ) Unidade 


. . 676 








Movimento da importação por classes 




Quadro NP 


2 Janeiro a julho de 1946 






CLASSES 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 






Cruzeiros 


CLASSE I - 




88188 


3 753 716 


CLASSE II - 




661 673 242 


833 823 018 


CLASSE III - 


- Géneros alimentícios .... 


132 948 594 


397 722 263 


CLASSE IV - 




226 694 140 


1 521 516 529 




Total das mercadorias 


1 021 404 164 


2 756 815 526 



CLASSE V — Ouro e prata em barra para 
cunhagem, moedas e notas de 
banco estrangeiras .... 



Total geral da importação 



1 021 404 164 



2 756 815 526 



Comércio do Pôrto de Santos 



Movimento da importação por países de procedência 

Quadro N.° 3 Janeiro a julho de 1946 



PAÍSES DE DESTINO 



Alemanha . . . . 
Antilhas Holandesas . . . 

Argentina 

Austrália 

Canadá 

Ceilão 

Checoeslováqiiia . . . . 

Chile 

China 

Colômbia 

Cuba 

Dinamarca 

Equador 

Espanha 

Estados-Unidos . . . . 

Finlândia 

França 

Guatemala . . ... 
Grã-Bretanha . . . . . 
Grécia . . . . , . 

Holanda 

Hong-Kong 

Ilha da Madeira .... 

índia Inglesa 

Irlanda 

Itália 

Japão 

México 

Noruega 

Peru 

Polónia 

Portugal 

Rodésia 

Siria 

Suécia 

Suiça 

Sudão Anglo-Egipcio . 

Terra Nova 

Turquia 

Trinidad 

Uruguai 

União Belgo-Luxemburguesa 
União Sul Africana . 

Venezuela 

Zanzibar 

Outros países 

Total . . . 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos 



Cruzeiros 



151 363 487 


62 104 370 


64 038 393 


178 495 969 


212 185 


2 2'iQ 807 


21 430 152 


84 183 284 


27 333 


793123 


19 823 504 


64 Q77 1JU 


38 620 


967 714 


7 938 


% 121 929 


2 031 


131 968 


2 339 681 


3 371 961 


985 068 


2 030 564 


533 519 


8 102 04Õ 


510 612140 


1 836 523 966 


2 086 130 


5 456 152 


5 415 673 


12 219 351 


181 


8 426 


36 220 688 


180 517 973 


785 553 


4 755 609 


63 406 


1 028 828 


60174 


2 736 176 


8 257 615 


38 312 630 


8 091 


1 273 686 



1 897 332 


8 416 649 


3 741 506 


8 041 179 


1 289 233 


6 069 889 


3 976 100 


2 039 310 


5 537 559 


53 498 387 


898 


24 952 


33 801 


1 758 081 


27 191 096 


87 220 920 


609 026 


45 781 512 


9 652 


66 250 


48 843 


371 780 


29 330 


403 612 


15 698 303 


13111821 


61 844 


1 810 746 


8 864 336 


15 165 752 


90 469 430 


12 772 491 


37 632 727 


9 872 024 


1586 


17 450 


149 297 606 


50 516 312 


1 021 404 164 


2 756 815 526 



190 



D epartamento Estadual de Estatística 



Movimento mensal da importação 

Janeiro a julho 

Quadro N.o 4 



iVlJli&JlíO 


Quantidade em quilos 


Valor a bordo no pôrto de 
Santos, em Cruzeiros 


1945 


1946 


1945 


1946 


Janeiro 


44 577 225 


122 780 788 


145 794 446 


299 787 377 


Fevereiro 


128 104 193 


131 383 016 


241 183 681 


379 438 994 


Março 


116 938 401 


108 553 034 


263 843 886 


383 113 878 


Abril 


83 373 191 


291 334 453 


185 512 853 


489 239 023 


Maio 


loo /yo 320 




ovo 01^ QVl 


QQf! saí fi-1 7 
OOU olí oíl 


Junho 


262 536 658 


143 387 111 


442 597 486 


444 045 987 


Julho 


163 474 926 


133 343 027 


306 267 375 


424 348 450 


Agôsto 


162 063 982 




311 003 651 




Setembro 


157 538 805 




220 550 688 




Outubro 


116 235 058 




199 508 734 




Novembro .... 


66 089 040 




242 694 832 




Dezembro .... 


229 186 298 




522 007 539 




Total .... 


1 665 916 102 




3 386 277 835 




Janeiro a julho . 


934 802 919 


1 021 404 164 


1 890 512 391 


2 756 815 526 



Movimento da importação no último qiiinqiiênio 

Janeiro b julho 

Quadro N.o 5 



ANOS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 

Cruzeiros 


1942 




656 691 473 


1 076 571 358 


1943 




568 905 725 


889 831 040 


1944 




841 458 217 


1 439 420 604 


1945 




934 802 919 


1 890 512 391 


1946 




1 021 404 164 


2 756 815 526 



Quadro N.o 7 



Comércio Exterior pelo Pôrto de Santos 

EXPORTAÇÃO 
Janeiro a julho de 1946 



MERCADORIAS 



Valor a bordo no 
Quantidade pôrto de Santos 

em quilos 

Cruzeiros 



0000/0099 

0100/3999 

0100/0999 
0100/0399 
0129 
0268 
0289 
0310 
0337 

0500/0699 
0541/0561 



0800/0899 
0809 
0862 
0895 



1000/1999 
1300/1399 
1362 



CLASSE I — Animais vivos . 
CLASSE II — Matérias-primas: 



De origem animal 
Despojos animais 
Crina ou cabelo animal . 



Pontas ou chifres 

Cêra de abelha 

Sebo 

Não especificados 

Peles e couros 

Couros vacuns, salgados e secos . 
Couros vacuns curtidos ou sola . 
Couros de porco, curtidos . 

Não especificados 

Outros produtos 

Adubos 

Cola, exclusive a de peixe . . . 
Glândulas congeladas .... 

Não especificados 

Outras matérias-primas de origem 



animal 

De origem vegetal 
Corpos graxos 
Óleo de caroço de algodão 
Não especificados 



495 300 


7 085 400 


262 616 109 


1 899 184 70i 


7 148 783 


77 140 648 


1 281 654 


11 814 052 


76 647 


4 307 025 


281 748 


347 310 


115 555 


544 633 


178 057 


3 251 381 


620 747 


3 327 132 


8 90O 


36 571 


4 387 522 


57 819 300 


2 744 345 


11 731 694 


1 038 586 


14 548 508 


308 331 


21 933 472 


296 260 


9 605 626 


1 479 607 


7 507 296 


571 949 


1 129 259 


801 030 


4 824 432 


34 258 


690 587 


12 370 


863 018 


18 198 218 


_ 

66 788 415 


1 370 636 


10 831 196 


20 000 


129 220 


1 350 636 


10 701 976 



192 



Departamen to Estadual de Estatística 



EXPORTAÇÃO 







MERCADORIAS 


Quantidade 
GTH Quilos 


Vâilor 3, bordo no 
pôrto de Santos 








Cruzeiros 


1500/1599 






1 627 267 


3 471 839 


1503 




Ipê 


76 395 


126 696 






Não especificadas 


1550 872 


3 345 143 


1600/1699 




Sementes, bagas, grãos, frutos e 
semelhantes 


7 965 636 


18 567 332 


1667 




Mamona 


6197 736 


10 691 910 






Não especificados 


1 767 900 


7 875 422 






Outras matérias-primas de origem 


5 844 561 


30 248 367 


1814 


— 


Polvilho 


1 390 118 


3 669 681 


2000/2999 


— 




5 265 859 


4 615 676 


2200/2299 


— 




4 323 544 


2 030 052 


2286 


— 




3 060000 


1 408 998 


2274 


— 


Iknenita e areia de ferro titânico 






2201 




Bauxita 


1 062 988 


150 186 


2229 




De chmnbo 






2277 




Rutilo 










Não especificados 


200 556 


470 868 






Outras matérias-primas de origem 
mineral 


742 315 


2 585 624 


3000/3399 




Têxteis 


229 448 055 


1 711 791 009 


3000/3099 




Algodão em bruto ou preparado . 


228 632 452 


1 609 761 968 


3064 


- 


Algodão em fio para coser ou 
bordar 


117 162 


4 779 512 


3066 




Algodão em fio para tecelagem . 


247 894 


8 265 100 


3094 




Algodão em rama 


200 200 926 


± tJ£í\J tíUt OJ-U 


3096 






22 904 853 


54 198 154 


3097 




Resíduos do beneficiamento do al- 
godão 


4 117 417 


14 104 489 








1 044 20O 


7 850 403 








815 603 


102 029041 


3400/3999 




Matérias-primas sintéticas e outras 


2 555 194 


38 848 954 


4a00/4999 




CLASSE III — Géneros alimen- 
tícios : 


604 004 707 


2 850 071 717 



4000/4099 — Bebidas 



5 099 



168 524 







Comércio do i'òito de 


Santos 


193 


EXPORTAÇÃO 






MERCADORIAS 


Quantidade 
em qiúlos 


Valor a bordo no 
pôrto de Santos 








Cruzeiros 


4iuu/4iyy 




Cereais, legumes e seus produtos 


■ 

57 774 719 


107 931 371 


4106 






11 322 399 


16 065 092 








4o 452 ò2á} 


91 866 279 


4300/4399 




Frutas de mesa e seus produtos . 


62 648 650 


49 157 282 


4312 






48 960 201 


25 182 614 


4313 


— 


"Grape-fruits" (2) 


337 150 


360 168 


4314 


— 


Laranjas (3) 


12 838 757 


18 424 271 


4317 


— 




— 


— 






Não especificadas 


512 542 


5 190 229 


4400/4499 


— 


Açúcar, cacau, café e outros pro- 
dutos vegetais 


397 098 599 


2 568 340 925 


4423 




Café em grão (5) 


395 686 260 


2 560 670 659 


4452/53 








ii\ yio 






Não especificados 


1 298 077 




4oUU/4o9y 




Produtos de matadouro e caça 




44 UoD #í> i 


4511 




Carne de vaca, congelada . 






4512 




Carne de vaca, resfriada 






4518 




Carne de porco, congelada . 






4521/4528 


— 




660 245 


5 332 926 


4531 










4551 




Carne de vaca, em conserva . 




16 538 045 


4558 




Carne de porco, em conserva . 










Outras carnes em conserva • 


2 385 320 


17 283 777 


40Do 




Linguas em conserva .... 


30 865 


609 185 


4564 






22 539 


1 fi27 f?8^ 


4565 


— 




69 052 


749 lo2 


4567 




Miúdos frigorificados .... 






4573 






90 461 


1 926 535 








1639 


19 424 






Outros géneros alimentícios . . 


915 156 


6 393 918 


4900/4999 




Produtos alimentícios p/ animais 


79 911 121 


73 992 940 


4932 




Farelo de caroço de algodão . 


10 465 088 


9 651 801 



(1) Bananas . . . 2 440 952 cachos (4) Tangerinas . . - caixas 

(2) "Grape-fruits" . 8 650 caixas ^.^ ^^^^ .... (i i;.54 771 sacas 

(3) Laranjas . . . 365 414 caixas 



194 



Departamento Estadual de Estatística 



EXPORTAÇÃO 



MERCADORIAS 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 
porto de Santo* 

Cruzeiros 


4938 




Farelo de trigo 


















4982 





Torta de caroço de algodão . . 


68 647 033 


63 646 363 








799 000 


694 776 


4993 


— 


















5000/9999 


— 


CLASSE IV — Manuf aturas: 


9 812 059 


409 821136 


7400/7499 


— 


Manufaturas de ferro .... 


853 256 


7 327 461 






Outras manufaturas de cobre . 


73 887 


10 422 369 


7570 


— 


Objetos de cristofle e semelhantes 






8009/8039 


— 






■IQK Ç>nC OAC 

lijo ovD 


8097 


— 




207 210 


7 885 093 






Outras manufaturas de algodão . 


151 624 


12 682 472 


8193 


— 


Sacos de fibras vegetais . 






8209 


- 


Tecidos de lã 


92 395 


14 688 254 






Outras manufaturas de lã . 


52 872 


3 967 687 


8259 






3 376 


3 166 907 


8277 


— 




14 239 


17 479 187 






Outras manufaturas de sêda . . 


75 


53 008 


8359 


— 




53 974 


10 502114 






Outras manufaturas de "rayon" . 


13 429 


3 947 063 






Outras manufaturas de têxteis 


8 941 


186 487 


8500/8999 




Produtos químicos e semelhantes 


748 516 


23 049 242 


8811 


— 


Outros produtos cfuímicos e senie- 


77 586 


18 993 354 








60 374 


2 662 800 


8902 




Farinha de sangue 


606 800 


1 264 703 


8917 






- 


- 


8959 






3 756 


128 385 


9892/9893 




Câmaras de ar e pneumáticos . 


1 086 942 


34 520 841 


9932 






152 762 


6 012 809 








2 140 674 


58 564 937 



Com ércio do Pôrto de Santos 



COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL 
Exportação de frutas de mesa, pelo pôrto de Santos nos meses de 

Quadro N° 8 Janeiro a julho 



MERCADORIAS 


Unidade 


Quantidade 


Valor a bordo no pôrto 
de Santos, em Cruzeiros 


1945 




1945 


1946 


.\bacates 


Quilò 














135 114 


103 639 


172 638 


132 231 




Cacho 


1 575 480 


2 440 952 


9 127 830 


25 182 614 


Castanhas descascadas . 


Quilo 


500 




5 241 










640 




2 530 


"Grape-fruits" . . . 


Caixa 




8 650 




360 168 






45 495 


365 414 


1 219 041 


18 424 271 








186 




7 616 


Tangerinas .... 














Quilo 






















Total . . . 








10 524 750 


44 109 430 



Quadro N.° 9 



Movimento da exportação por classes 

Janeiro a julho de 1946 



CLASSES 




Animais vivos 

Matérias-primas 

Géneros alimentícios .... 
Manufaturas 

Total das mercadorias . 

Ouro e prata em barra para 
cunhagem, moedas e notas de 
bancos, estrangeiras .... 

Total geral da exportação . 



Quantidade 
em quilos 



Valor a bordo no 
pôrto de Santos, 
em Ci-uzeiros 



495 300 

262 616109 I 

604 004 707 j 

9 812 059 I 

876 928 175 ! 



876 928 175 



7 085 400 

1 899 184 702 

2 850 071 717 
409 821 136 

5 166 162 955 



5 166 162 955 



196 



Departamento Estadual de Estatística 



Movimento da exportação por países de destino 

Janeiro a julho de 1946 



Quadro NP 10 



PAÍSES 


Quantidade 
em quilos 


Valor a bordo no 

pôrto de Santos 




— 


— 




390046 


3 791 002 




267 718 


9 246 837 




45 611 479 


181 081 585 




122 506 


6 286 401 




11 677 372 


77 907 325 




8 670 107 


15 76Í 130 


Chile 


1 475 575 


26 873 811 




52 562844 


371 216 822 




1 435 682 


25 680 986 




— 


— 




— 


— 




35 825 792 


97 651 431 




2 052 539 


25 795 664 




lOO 862 


4 126 972 




24 768 551 


194 211 727 




350 530149 


2 249 317 140 




5 507 266 


9 731 935 




28 102 08O 


42 300 628 


Gibraltar 


— 


— 




90 432 646 


439 716 568 




21 709 951 


122 049 761 




5120175 


25 831 863 


Itália 


45 458 776 


352 731 100 




— 


— 




10 540 534 


60 267 999 




298 775 


11 612 668 




507 113 


12 751 720 


Polónia 


— 


— 




848 831 


11 644 134 




33 766 141 


205 581 617 




9 897 266 


79 167 288 




DO yuo 


461 121 




73 575 


2 647 034 


União Bel''o-Luxeniburguesa 


37 921 246 


231 112 666 




7 064 853 


44 185 731 




9 930 719 


34 194 698 


U.R.S.S 


300 O OO 


1 736 821 




7 280 932 


50 515 748 




26 610 169 


138 973 022 




876 928 175 


5 166 162 955 



Comélc io do Pôrto de Santos 



Movimento mensal da exportação 



Quadro N.° 11 Jaíneiro a julho 



TV/rir QTT C! 


Quantidade 




em quilos 


Valor a bordr 


no pôrto 
Criizeiroí 


de 


1945 


1946 11)1.-, 


194(> 


Janeiro 


rtrt í\1^ A 1 C 

■ yyoo4i55 


105 112 347 


14;] 048 872 


(i02 


(177 


335 


Fevereiro 


oo yoo lUD 


114 o75 84U 


2<SU Í07 8(i2 


(120 


156 


679 


Março 


/i3 iy4 lo/ 


104 398 351 


341 972 HS,-) 


(>04 


(1 1(1 


281 


Abril 


68 383 401 


140 829117 


313 076 109 


821 


997 


232 


Maio 


5fl 475 250 


144 967 491 


205 (531 322 


84(1 


76(1 


191 


Junho 


103 132 715 


110 998 433 


524 ir)5 242 


61 1 


933 


916 


Julho / . 




156 046 596 


664 879 570 


995 


591 


321 


Agosto 


140 760 602 




670 781 360 








Setembro 


122 679 943 




662 639 554 








Outubro 


lOO 527 595 




544 568 480 








Novembro .... 


109 766 035 




635 651 492 








Dezembro .... 


128 146 535 




749 494 290 








Total . . . 


1 194 826 392 




6 096 361 538 








Janeiro a julho . 


592 945 682 


876 928 175 


2 833 226 362 


5 166 


162 


955 



Movimento da exportação de café para o exterior no último decénio 
Quadro NP 12 Janeiro a julho 



ANOS 


Quantidade em 

sacas 


Valor a bordo 
no pôrto de Santos, 
em Cruzeiros 


Preço médio 
a bordo por saca, 
em Centavos 


1937 


4 403 952 


841 871 355 


191,16 


1938 


6 655 612 


952 372 572 


143,09 


1939 


6 190 059 


884 434 790 


142,88 


1940 . . . . . . . . 


4 840081 


676 413 859 


139,73 


1941 


4 894 858 


789 767 510 


101,35 


1942 


3 167 126 


899 102 012 


283,87 


1943 


4 314 921 


1 257 445 927 


291,42 


1944 


6 012 392 


1 782 420 683 


296,46 


1945 


5 138 074 


1 535 730 953 


298,89 


1946 


6 594 771 


2 560 670 659 


388,29 



Quadro N.° 13 



Movimento da exportação do último qiiinqiiênio 

Janeiro a julho 



Quantidade 
em quilos 





482 224 304 


1 956 482 925 


1943 


472 913 017 


2 083 348 113 




581 817 713 


2 889 159 792 




592 945 682 


2 833 226 362 




876 928 175 


5 166 162 955 



198 



Departamento Estadual de Estatística 



Movimento Marítimo 

Entradas e saídas de navios a vapor e a vela no pôrto de Santos 



Janeiro a julho 

Quadro NP 15 





Número 


Tonelagem 


de registro 


BANDEIRAS 




















194-5 


1946 


194.5 


1946 


Entradas 










1 — Argentina . . 


170 


91 


86126 


37 875 


2 — Belga .... 




7 


— 


32 240 


3 — Brasileira . 


1271 


1367 


578 444 


663 608 


4 — Chilena 


14 


10 


37 595 


31 745 


5 — Espanhola 


16 


10 


43 680 


37 404 


6 — Francesa . 




5 




26 783 


7 — Grega .... 


1 


4 


3 042 


13 637 


8 — Holandesa . . 


10 


16 


28 137 


48 556 


9 — Inglêsa . . . 


38 


85 


143 154 


334 944 


10 — Norte Americana 


73 


179 


322 352 


804 175 


11 — Norueguesa 


g 


61 


34 528 


' 188 171 


12 — Panamense 


12 




40 60O 


14 481 


13 — Portuguesa . . 


7 


5 


11555 


20 589 


14 — Sueca .... 


4 

^6 


73 


58 643 


148 814 


Outras bandeiras 




33 


32 067 


98 789 


Total 


1 679 


1951 






Saídas 










1 — Argentina . . . 


164 


90 


83 309 


38 770 


2 — Belga .... 




7 


— 


32 240 


3 — Brasileira . . 


1 277 


1 364 


578 380 


641 255 


4 — Chilena 


16 


11 


41322 


34 864 


5 — Espanhola 


17 


10 


45 693 


39 647 


C — Francesa . . 




6 


— 


30 716 


7 — Grega .... 


1 


4 


3 042 


13 637 


8 — Holandesa 


10 


17 


28137 


48 613 


9 — Inglesa . . . 


33 


79 


123 991 


318005 


10 — Norte Americana 


69 


,172 


305 169 


767 238 


11 — Norueguesa . 


8 


58 


31 364 


179 633 


12 — Panamense 


12 


5 


40 600 


14 481 


13 — Portuguesa . . 


9 


5 


12 842 


20 589 


14 ■ — Sueca .... 


42 


71 


56198 


149 546 


Outras bandeiras 


16 


33 


32 067 


100 958 


Total . . . 


1674 


1932 


1 382 114 


2 430 192 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 









Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 








Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


0000/0099 




CLASSE I — Animais 
















2 750 


99 260 


20 000 


888 275 


0100/3999 


- 


CLASSE II — Matérias- 














primas 


292 653 494 


59 538 222 


580 539 990 


219 606 297 


0100/0999 


- 


De origem animal . 


1 869 678 


5 249 138 


45 632 733 


30 149 811 


0100/0199 


- 


Cafbelos e pêlos . 


69 261 


2 548 


1 946 485 


626 229 


0200/0299 




Despojos animais 


62 065 


3 000 


159 460 


6 342 






Corpos graxos 


ovo JióO 


1 ano. 1 QQ 


ú ÓÁV uol 


lU D4D ifOl 


319 


- 


Cêra . . . . . . 


5 306 


247 


98 580 


8 639 


337 




Sebo comum ou graxa . 


194 068 


1 808 803 


840 478 


10 145 522 






Não especificados . . 


108 864 


49 083 


1 381 873 


391 773 


0500/0699 




Peles e couros . 


1 299 858 


3 078 908 


40 917 364 


17 416 299 


562 




Peles de cabra, sêcas . 


312 523 


330 


9 375 753 


9 628 


566 


- 


" " carneiro, sêcas 


45 299 


1000 


1 206 524 


25 553 


568 




Couros de porco, secos 




6 642 




53 653 


661 




" vacuns, curti- 














dos ou sola .... 


189 166 


467 582 


9 148 556 


4 897 774 


692 




Camurça marroquim e 














semelhantes .... 


33 582 


527 


2 075 901 


99 385 


698 




Peles e couros tintos 
engraxados, graneados 














ou não 


74 766 


434 


4 896 339 


24 497 






Não especificadas . 


644 522 


2 602 393 


14 214 291 


12 305 809 


0700/0799 














0800/0899 




Outros produtos 


130 256 


305 957 


288 493 


1 499 937 


0900/0999 




Matérias-primas e pre- 
parações não classifica- 














das para as indústrias . 




592 


_ 


55 070 


1000/1999 




De origem vegetal . 


66 296 373 


19 697 221 


285 829 774 


40 581 845 


1000/1099 




Vegetais próprios para 
medicina, indústria e 














outros usos .... 


5 948 216 


268 073 


47 419 017 


3 421 926 



200 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


1033 


- Fumo em fôlha . 


5 837 829 


207 712 


46 706 130 


1 083 338 




Não especificados . 


110 387 


60 361 


712 887 


2 338 588 


1100/1199 


_ Caules não lenhosos 


6 313 





17 335 


_ 


1200/1299 


- Fibras e matérias fila- 
mentosas, exclusive as 














2 887 003 


26 955 


14 797 107 


79 123 


1300/1399 


- Corpos graxos . 


1 469 577 


242 254 


18 408 809 


1 432 242 


1312 


- Cêra de carnaúba . 


67 739 


1025 


3 495 304 


53 900 


1344 


- óleo de linhaça . 


738 371 


30 457 


7 05O 311 


303 424 


1362 


- óleo de caroço de algo- 














25108 


31 956 


95 650 


179 998 




Não especificados . 


638 359 


178 816 


7 767 544 


894 920 


1500/1599 




44 283 115 


13 101 399 


53 217 181 


12 763 879 


1546 


- Pinho 


40 883 430 


1 376 512 


49 187 347 


1 140 798 




Não especificadas . 


3 399 685 


11 724 887 


4 029 834 


11 623 081 


1600/1699 


- Sementes, bagas, grãos, 












frutos e semelhantes . 


3 229 853 


74 531 


9 717 568 


272 528 


1611 


- Babaçu 


2 750 70O 




8 386 643 




1662 


- Caroço de algodão . 


2 431 




4 862 






Não especificados . 


476 722 


74 531 


1 326 003 


272 528 


1800/1899 




8 046 999 


^ VOO oux. 






1814 


- Polvilho 


1 413 966 


30 


3 509 925 


290 


1821/1829 


- Borracha .... 


6 322 875 


45 754 


135 560 517 


414 478 




Não especificados . 


310 158 


4 007 807 


1 276 145 


12 324 928 


1900/1999 


- Matérias-primas e pre- 
parações não classifica- 












das para as indústrias . 


425 297 


1 930 418 


1 906 170 


9 872 451 


1915 


- índigo ou anil . 


— 


247 059 


— 


2 562 740 




Não especificadas . 


425 297 


1 683 359 


1 900170 


7 309 711 


2000/2999 


- De erigem mineral . 


202 887 742 


27 278 190 


50 258 999 


63 410 101 


2000/2099 


- Pedras e terras . 


131 712 744 


724 073 


27 594 275 


1 313 250 


2085 


- Gêsso 


8 754 010 


83 626 


3 797 400 


160 954 




Não especificadas . 


122 958 734 


640 447 


23 796 875 


. 1 152 296 


2100/2199 


- Minerais preciosos, se- 












mi-preciosos e raros . 










2200/2299 


- Minérios metálicos . 


453 800 


169 490 


456 000 


130 256 


2300/2399 


- Combustíveis, óleos e 












matérias betuminosas . 


65 104 702 


7 975 905 


17 362 543 


27 285 993 


2321 


- Carvão de pedra 


63 850 000 


200 000 


11 313 600 


148 OOO 


2353 


- Gasolina a granel . 











Comércio do Pôrto de Santos 



201 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 





Quantidade em 


Valor em 


ERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 




Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


) - Óleos combustíveis . . 


202 086 




Sino 7QS 




) - " refinados lubrifi- 












835 035 


886 418 


4 424 510 


4 63*^ 351 


Não especificados . 


217 581 


7^7 Sfifi 


814. f!'?^ 


2 464 733 


- Ferro e aço .... 






O loo / Sí> 


20 529 818 


- Outros metais de uso 










corrente 


1 131 965 


450 257 


822 313 


o Doo UUO 


- Metais de uso especial . 


1 487 


16 083 


20 775 


529 605 


- Metalóides e vários me- 










tais 


56 519 


304 461 


151 160 


934 890 


- Outros produtos . 


605 960 


11 136 632 


297 968 


6 062 904 


) v-íiiiiciiiu jruriidna 










comum 




10 991 495 




5 861 822 


Não especificados 


605 960 


145 137 


297 968 


201 082 


~ ]VIatériaS"pri mas e pre- 










parações não classifi- 










cadas, pára as indús- 










trias 


88 484 


476 930 


385 240 


3 055 377 


- Negro de fumo ou pó de 












150 


17 366 


296 


108 577 


Não especificadas . 


88 334 


459 564 


384 944 


2 946 800 


- Têxteis ..... 


21 213 707 


5 621 023 


196 452 156 


65 604 198 


- De origem vegetal . 


14 Di» 


0 DO» DOl 


111 1CCQ11A 

111 Ido llU 


oZ 579 804 


- Algodão em bruto ou 










preparado .... 


12 763 815 


3 381 548 


103 728 955 


51 733 921 


- Algodão em fio para 












239 


374 038 


19 167 


29 654 887 


- Algodão em fio, n. e. . 


26 885 


15 601 


697 666 


493 602 


" " rama . . 


1 2 ^^>í 9.M 

OOÇJ OOJ. 


2 785 997 


99 445 668 


19 879 159 


Não especificado . 


377 810 


205 912 


3 566 454 


1 706 273 


- Cânhamo, juta, linho e 










outras fibras vegetais . 


1 0b5 áo5 


*> 1 '7Q AQ9 

Z Lio Voo 


7 424 155 


lU o4o OOÔ 


- De origem animal . 


6 584 507 


41 612 


85 299 046 


2 310 942 


- Lã em fio para tecela- 










gem 










- Lã em bruto .... 


6 550 979 


17 216 


84 860 693 


364 004 


- Sêda em fio para bor- 










dar, coser e semelhan- 










tes 




3 367 




611993 


- Sêda em fio, n. e. . 










Outros têxteis de ori- 










gem animal, n. e. . 


33 528 


21 029 


438 353 


1 334 945 


- Têxteis sintéticos 




19 780 




713 452 



2354/2359 
2365 



2400/2499 
2500/25 



2600/2699 
2700/2799 



2800/2899 
2856 



2900/2999 



3000/3399 
3000/3199 
3000/3099 

3064 



3094 
3100/3199 
3200/3299 



3206 



3221 
3254 



3259 



00/3399 



202 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



3400/3999 
3400/3499 
3900/3999 



Sintéticos e outras ma 
térias-primas . 

Matérias plásticas oi 
resinas sintéticas . 

Matérias-primas e pre 
parações não classifi 
cadas para as indús 
trias .... 



3910/3919 - Anilinas e semelhantes 
3997 - Sabões, sapólios e 
melhantes . 
Não especificadas . 



4000/4999 



4000/4099 
4020 



4032 
4071 



4100/4199 

4101 
4113/4114 
4159 

4175 
4177 
4178 



4300/4399 



4305 
4359 



4400/4499 



4400/4409 
4419 



- CLASSE III — Géneros 

alimentícios 

- Bebidas .... 

- Bebidas amargas, a 

ritivas e quinadas 

- Cervejas .... 

- Vinhos coinuns de me 

sa até 14 ° . . . , 
Não especificadas 

- Cereais, legumes e seus 

produtos 

- Arroz sem casca 

- Feijão .... 

- Cereais e legumes em 

conserva 

- Farinha de mandioca 

" trigo 

- Farinhas compostas. 

- Maisena .... 
Não especificados . 

- Frutas de mesa e seus 

produtos 

■ Cocos 

■ Conservas de frutas 
Não especificadas . 

- Açúcar, cacau, café € 

outros produtos vege 
tais .... 

• Açúcar 

• Cacau n. e. . 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 



Importação f Exportação Importação Exportação 



385 994 
10 113 

65 076 
310 805 

132 538 801 
10 941 894 

10 226 
27 440 

9 988 663 
915 565 

8 161 924 
30 565 
708 146 

61 471 
3 195 349 

40 620 
102 
4125 671 

3 143 361 j 
1 795 653 I 
386 988 I 
960 720 



92 130 241 
76 684 100 



1 692 650 
63 592 



1 629 058 

129 780 



528 313 
970 965 



33 626 068 
4 676 949 



456 677 
3 488 918 



2 366 328 19 860 342 
— 1192 153 



2 366 328 

357 500 



233 093 2 101 328 
1 775 735 11 926 060 



318 231 160 
32 031 728 



98 338 ! 4 904 908 
231 504 11 572 337 



94 847 26 362 02O 
336 507 ' 5 339 866 



5 141 692 
158 006 
1 735 370 

15 066 
30 000 

1 280 155 
42 727 
727 960 

1 152 408 

1 272 479 
• 40287 
384 802 
847 390 



3 389 789 
29 502 



21 988 941 
54 025 
1 815 664 

450 622 

3 955 939 

174 494 
684 

i5 537 513 

17 944 719 

4 394 099 
3 458 878 

10 091 742 



197 757 799 

156 660069 



292 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS , 

i 


Quantidade em 
quilos 


Valor em 
Cruzeiros 


Importação 


Exportação j 


Importação | 


Exportação 


4423 


Café em grão (1) . . 




185 820 


ooo IniU 


1 115 304 


4462 


Azeite de caroço de 
















2 270 944 




16 284 939 


4482 




11 742 268 


_ 1 


32 779 754 




4491 




^ oyij ocyo 


1 RM\ 

íoyj ouv 


^ 746 '^fift 


410 790 




Não especificados . 


1 Zlá o9U 


//i 4ál 


4 ^0 DIO 


0 ouo ooo 


4Õ00/4599 


- Produtos de matadouro 














707 237 


13 484 312 


7 221 140 


117 483 630 


4511 


- Carne de vaca conge- 














21004 


387 224 


189 788 


1 936 556 


4531 


- Carne sêca ou charque 


26 077 


11 399 719 


215 547 


101 388 545 


4557 


- Salsicharia .... 


142 626 


176 821 


1750248 


1 954 484 


4559 


_ Carnes em conserva. 














1474 


580 898 


43 295 


5158161 




Não especificados . . 


516 056 


939 650 


5 022 262 


7 045 884 


4600/4699 


- Produtos de pesca . 


1 564 115 


166 279 


15 750 815 


344 502 


4669 


- Peixes em conserva . 


787 669 


151500 


7 100 855 


25 067 


4673 


- Conservas e extratos de 














161 


— 


8 414 


— 




Não especificados . 


776 285 


14 779 


8 635 546 


319 435 


4700/4799 


- Outros produtos ani- 














1 208 698 


4 613 977 


9 140 191 


61 758 039 






639 559 


426 440 


5 183 403 


3 538 409 


4710/4719 




9 018 


2 377 570 


98 286 


26 561 246 


4729 




16 610 


1 267 290 


322 630 


27 729 941 


4739 




3 946 


26 117 


60 375 


475 451 




Não especificados . . 


539 565 


516 560 


3 475 497 


3 452 992 


4800/4899 


- Produtos diversos . 


8 519 222 


411 052 


9 536 960 


5 670 526 


4815 


_ j^jjssa de tomate 




37 248 


6 699 260 


i 373 840 


4817 


Sal 


7 630 800 




1 673 117 




4829 


- Doces de confeitaria . 


855 


44 024 


19 630 


675 800 


4873 


- Conservas e extratos, 




1 




i 






1243 


3 544 


105 465 


44 841 




Não especificados . . 


81 969 


326 236 


1 039 488 


4 576 045 


4900/4999 


- Produtos Alimentícios 












para animais 


6 162 109 


469 539 


6 858 867 


424 322 


4901 




780 802 


2 950 


1 541 304 


9 000 




Não especificados . 


5 381 307 


466 589 


5 317 563 


415 322 


5000/9999 


- CLASSE IV — Manu- 














21 858 139 


; 57 674 092 


i 212 502 881 


933 988 689 


: ' — Níi im 


povtação 1 500 sacas de café 


N;i exportação 3 097 sí 


cas de café 





r*eiíartaxDenU» y.gta/ÍTsal de Estatística 



Z-Iereadorias nacifflisis e naõooaliz&daf 







Quantidade esn 


Valor em 


31 E E C A D 0 E I A S 


gaOos 


Cmzeizos 






Importação 


Expc'rtação 


Importação 


Exportação 


'ÍKIO 5999 - 


De matéiias-prímas cr 












furigen animal . 




"'7 45S 


548 457 


31 134 639 


Ó000/5099 - 


AnÍBiais com preparo 












especial 


— 


— 


— 


— 


5100/5199 - 


De cabelos e pêlos . 


212 


27 242 


10 009 


10 673 140 


5172 - 


Chapéus simples de pêlo 












de castor e semelhantes 


— 


10 258 


— 


9 700 902 




Não especificadas . 


212 


16 984 


10 009 


972 238 


õ20í^/5299 - 


De despojos animais 


9 352 


18 982 


23 475 


1 196 249 


v;í00/5399 - 


De corpos graxos . 


5 586 


558 348 


76 677 


7 910 705 


5333 - 


Velas de estearina . 


5 5«6 


556 834 


76 677 


7 865 976 




Não espeçificadas . 


— 


1 514 


— 


44 729 


óOÍKl/5699 - 


Peles e conros . 


7 776 


172 522 


438 296 


11 337 768 


5600 


Alpercatas 


1 626 


3 478 


59 200 


238 018 


5609 


Calçados, n. e. . 


221 


119 973 


20 836 


8 281 770 


5657 


Pelegos 


319 


132 


14 910 


6 754 




Não especificadas 


5 610 


48 939 


343 350 


2 811 226 


'700/5799 - 


De penas 




364 




16 777 


000/6999 - 


De matérias-primas de 












origem vegetal 




1 L viJO OuO 




Q9 um 7^4 
17.3 OU4 íió^ 




De cascas e de outras 












partes de vegetais 


85 602 


67 431 


6 329 256 


3 824 776 


6033 


Charutos . 


83 2.32 


4 199 


6 093 578 


173 703 


6035 


Cigarros 




4 738 




308 679 




Não especificadas 


2 370 


58 494 


235 678 


3 342 3Q4 


fJlOO/6199 - 


De caules não lenhosos 


119 


1 876 


1 .580 


36 381 


í;200/6299 • 


lamentosas, exclusive 












as têxteis .... 


372 206 


90 880 


4 498 717 


2 667 561 


6274 - 


Chapéus de palha . 


192 087 


1868 


2 071 880 


1 356 765 




Não especificadas . 


180 119 


89 012 


2 426 837 


1 310 796 


300/6399 - 


De corpos graxos . 


— 




— 


— 


VJ0/G599 - 


De madeiras .... 


12 453 810 


3 807 977 


19 659 263 


18 011 018 


6529 - 


Mobílias, móveis e peças 














32 676 


1 092 299 


493 620 


10 573 502 




Não especificadas . 


12 421 134 


2 715 678 


19 165 643 


7 437 516 


0000/6699 - 


Papel 


1 035 640 


5 740 120 


4 306 740 


42 429 886 


6612 


Papel para impressão . 


13 991 


2 480 931 


70 050 


19 444 105 


6614 


" " embrulho . 


554 496 


1 228 361 


2 565 698 


8 578 7S7 


';íí70/6679 - 


Cartão ou cartolina 




2Í>3 823 




1 876 448 






467 153 


1 827 005 


1 670 992 


12 530 546 


.700/6799 - 


Aplicações do papel 


43 564 


1 032 279 


852 473 


14879 841 



Coinércio do Pórto de Santos 205 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


M ' 


SRCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


6705 


- Livros para leitura 


25 857 


64130 


641 452 


1 104 110 


6797 


- Obras impressas 


6 033 


244 836 


105 749 


2 625 742 




Não especificadas . 


11 674 


723 313 


105 272 


11 149 989 


6800/6899 


- De outros produtos ve- 














32 265 


313 102 


864 311 


11 955 271 


6876 


- Galochas e calçados de 












borracha .... 


— 


67 966 


— 


2 350 851 




Não especificadas 


32 265 


245 136 


864 311 


9 604 420 


7000/7999 


- De matérias-primas de 












origent mineral 


3 642 050 


18 211 754 


15 973 867 


135 111 090 


7000/7099 


- De pedras e de outras 












matérias minerais . 


39 077 


5 349 184 


168 907 


14 619 703 


7100/7199 


- De minerais preciosos, 












semi-preciosos e raros 










7400/7499 


- De ferro e aço . 




6 135 110 


1 3 03a 297 


60 389 559 


7439 


- Obras de fôlha de Flan- 














39 


01 303 


714 


1 058 167 


7440 


- Cadeados, fechaduras, 
trincos, molas e seme- 














13 584 


253 4(i3 


104 yuo 


1 1 QQÍ fiOQ 

1 1 ooo oao 


7444 


- Parafusos, porcas e 
obras semelhantes, pro- 












vidos de rosca . 


48 300 


88 786 


652 542 


1 149 861 


7490 


- Recipientes para con- 
dução de líquidos e 












gases 


1 637 970 


353 051 


8 464 564 


1 869 816 


7497 


- Obras esmaltadas, n. e. 
Manufaturas de ferro e 


18 


15 756 


520 


331 762 






959 453 


5 362 811 


3 762 049 


44 644 260 


7500/7599 


- De outros metais de uso 














7 764 


214 071 


138 263 


8 718 990 


7570 


- Obras de cristofle e se- 

















1 




270 


7574 


- Obras de bronze e ou- 












tras ligas de cobre . 


29 


5199 


3 (KM) 


212 711 




Não especificadas . 


7 735 


208 871 


135 263 


8 506 009 


7600/7699 


- De metais de uso espe- 














5 


72 205 


1099 


4 255 166 


7609 


- Manufaturas de alumi- 
















2 803 




189 624 




Não especificadas . . 


5 


69 402 


1099 


4 065 542 


7700/7799 


- De metalóides e vários 














2 273 


10 154 


38 030 


226 966 



206 



Departamento Estadual de Estatística 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação 


Jiixportaçao 


Importação 


Exportação 


7800/7899 


- De lonçã, vidro e de 












outros produtos mine- 














933 567 


6 430 791 


2 592 271 


46 769 778 


7879 


^ Manufaturas de louça e 












porcelana .... 


83 


118 985 


3 090 


1 835 429 


7882 


- Garrafas, frascos e po- 












tes de vidro 


747 203 


1 725 471 


1 74^ 867 




7889 


- IManuf aturas de vidro, 












n. e 


393 


164 899 


31 767 


3 511 304 




Não especificadas . 


185 888 


4 421 436 


811 547 


35 001 015 


8000/8399 


~ De têxteis 


2 777 132 




149 110117 

ítLi XXU ÍH 


^'>A KR4 AAU 
o£i'± 304 4*0 


8000/ 8199 


- De têxteis de origem 












vegetal 






1 Aíííí OAÍi 
lo / UDO íiV 


ZVd 284 696 


8000/8099 


- De algodão .... 


2 689 176 


3 997 652 


136 549 401 


191 254 202 


8009 


- Tecidos brancos. 


261 303 


144 008 


12 737 920 


8 980 382 


8019 


" crus . . . 


00 0o9 


381 329 


956 263 


10 822 698 


8024 


" estampados 


463 558 


524 574 


34 306 889 


38 891 700 


8027 


" tintos 


1 759 851 


1 381 370 


83 336 579 


78 256 903 


8039 




16 925 


133 420 


966 702 


7 653 687 


8050 


- Alcatifas e tapetes . 


— 


3 385 


_ 


198 067 


8077 




410 


28 590 


97 677 


2 787 661 


8078 


- Roupa feita .... 


1041 


79 645 


88 544 


6 280 690 


8081 


- Cobertores .... 


15 009 


486 228 


411 695 


9 009 410 


8086 


- Toalhas e guardanapos 


1060 


1642 


89 793 


101 071 


8093 




62 569 


414 364 


1 100 528 


9 634 142 




Manufaturas de algodão, 












n. e 


71 381 


419 097 


2 456 811 


18 637 791 


8100/8199 


- De cânhamo, juta, linho 












e outras fibras vege- 














32 083 


1 767 998 


506 839 


28 030 494 


8121 


- Aniagem de juta . . 


— 


82 620 


— 


1 077 201 


8129 


- Tecidos de juta, n. e. . 


— 


61 826 





996 505 


8133 


- Sacos de juta . . . 


31 178 


1 509 178 


416 477 


18 229 505 




Manufaturas de outras 












fibras vegetais, n. e. 


905 


114 374 


90 362 


7 727 283 


8200/8299 


- De têxteis de origem 














3.5 645 


253 275 


2 945 911 


32 310 297 


8209 


- Tecidos de lã 


24 974 


170 210 


2 297 123 


19 416 256 


8231 


- Cobertores de lã . . 


10 05O 


1822 


591 455 


121 061 


8232 


- Chapéus simples de fel- 
















42 116 




8 620 442 


■ 8238 


- Roupa feita de lã . . 




23 425 




2 535 714 



Comércio do Pôrto de Santos 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 



MERCADORIAS 



Quantidade em 
quilos 

Importação | Exportação 



Valor em 
Cruzeiros 



Importação | Exportação 



8259 
8277 



8300/8399 - 
8400/8499 - 
8500/8999 - 

8500/8599 - 

8600/8699 - 
8700/8799 - 



8900/8999 

8954 
8957 
8959 

9000/9999 



9100/9199 - 

9300/9399 - 

9400/9499 - 
9419 - 
9500/9599 - 



Tecidos de sêda . 
Meias de sêda 
Manufaturas de outros 

têxteis de origem ani 

mal, n. e. . 
De têxteis sintéticos 
De matérias plásticas 

Produtos químicos e se 
melhantes . 

Produtos químicos or 
•pânicos .... 

Sais minerais 

Outros produtos quími 

cos inorgânicos 
Drogas, medicamentos i 

preparações farma 

cêuticas 
Adubos químicos e ou 
tros produtos 
Lança-perfume . 
Sabonetes 
Perfumarias, n. e. 
Não especificados 
Manufaturas diversas 
Aparelhos, instrumen 
tos, máquinas e obje- 
tos físicos, químicos 
matemáticos e óticos 
Aparelhos, instrumen 
tos e objetos de cirur 
gia, medicina, odonto 
logia e veterinária . 
Instrumentos de música 
e acessórios, relojoaria 
e aparelhos de meca 
nlsmo delicado . 
Cutelaria, ferramentas 
e outros utensílios . 
Ferramentas grossas 
Não especificados . 
Máquinas e aparelhos 
elétricos e artigos elec 
trotécnicos . 



238 



859 444 10 122 200 12 473 195 



186 



4 714 

160 367 

387 
159 980 



1535 
259 



383 13 908 

20 228 399 776 
115 35 552 



29 539 , 315 755 

— i 84 832 



27 794 1 216 237 
2 107 966 72 969 455 
10 683 3 440 485 



533 266 11 054 762 4 874 222 37 489 275 

128 599' I 385 921 1511427 4 359 602 
17 614 ' 2 018 972 156 182 8 486 977 



63 701 i 1 685 537 



298 914 7 827 974 



75 766 ; 2 064 454 2 192 126 i 71 705 894 



247 586 4 899 878 

— ' 19 661 

7 223 I 518 332 

540 j 69 098 

239 823 4 292 787 



715 573 I 45 108 828 

— I 1 351 405 

171 800 9 263 806 

28 209 ; 2 558 559 

515 564 31 935 058 



16 716 

1 357 070 
223 739 
1 133 331 



7 303 



601 335 



158 724 

1 352 639 
3 260 
1 349 379 



61 669 1 337 715 | 2 726 ! 



208 444 018 



19 918 411 

2 805 671 
17112 740 



208 Departamento Est adual de E stat í stica 



Mercadorias nacionais e nacionalizadas 







Quantidade em 


Valor em 


MERCADORIAS 


quilos 


Cruzeiros 






Importação | Exportação 


Importação 


Exportação 


9505 


- Aparelhos de rádio pa- 
ra uso doméstico, in- 






• 






clusive rádio-vitrolas . 


266 


1603 


47 800 


229 143 


9520 


- Acumuladores e bate- 












rias de acumuladores . 


— 


219 851 


— 


2 011 135 


9562 


- Fio de cobre nu ou 














— 


224 357 


— 


2 377 248 


9563 


- Fio de cobre isolado . 


— 


312 500 


— 


6 885 252 


9564 


- Cabo ou cordoalha de 














— 


116 193 


— 


1 545 025 




Não especificados . 


61 403 


463 211 


2 679 080 


12 0O3 776 


9600/9699 


- Máquinas, aparelhos e 
utensílios para as in- 












dústrias 


31 155 


431 315 


825 993 


9 758 539 


9609 


- Instrumentos e máqui- 












nas agrícolas 




23 319 




510 832 




Não especificados . 


31 155 


407 996 


825 993 


9 247 707 


9Í00/9799 


- Outras máquinas e apa- 












relhos 


198 153 


2 375 332 


1 979 107 


52 547 347 


9791 


- Balanças ..... 


131 


50 865 


4142 


935047 




Não especificados . 


198 022 


2 324 467 


1 974 965 


51 612 30O 


9800/9899 


- Veículos e seus acessó- 














62 304 


2 744 766 


1 230 780 


50 369 783 


(1) 9811 


- Automóveis para passa- 














20 850 


27191 


545 000 


717 337 


9812 


- Caminhões, oníbus, am- 
bulâncias e semelhan- 












tes 


5100 


474 184 


70 000 


9 500 319 


9829 


- Acessórios para auto- 














7 767 


620 820 


213 715 


11 720 592 


9892 


- Câmaras de ar . 


321 


68 480 


4 952 


1 989 394 




Não especificados . . 


28 266 


1554 091 


397113 


26 442 141 


9900/9999 


- Vários artigos . 


324 361 


1 768 949 


3 590 434 


45 381 622 


9916 






406 287 




8 184 454 


9930/9939 


- Artigos para escritório 


2 090 


129 672 


10 538 


3 964 119 


9943 


- Botões ou marcas . 


71 


1592 


5 963 


155 592 


9944 


- Artigos de armarinho . 


794 


77 180 


49 950 


3 765 374 


9974 


- Chapéus de chuva ou 














64 


49 248 


3 OOO 


4 070 495 


9996 


- Artigos sanitários . 


10 


20 154 


550 


273 185 




Não especificados . 


321 332 


1 084 816 


3 520 433 


24 968 403 



Impoxtação Exportação 
(1) Unidade 14 19 



Comércio do Pôrto de Santos 



209 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos 
Impor tação 



Quadro N. 17 Janeiro a julho 





Quantidade em 


Valor em 


ME SES 


quilos 


Cruzeiros 




1945 


1946 




1946 




55 442 165 


51 365 377 


108 553 551 


138 103 026 




71 419 202 


55 568 596 


221 625 665 


127 999 478 




54 960 610 


44 909 904 


148 941 368 


104 748 100 




74 224 586 


71 575 845 


198 504 917 


160 411 552 




54 404 659 


76 756 497 


92 557 246 


188173 895 




60 292 799 


69 298 637 


99 767 671 


190 896 125 


Julho 


37 896 443 


77 578 328 


101 663 570 


200 961 855 








170 763 650 






78 675 530 




132 611 030 






44 317 246 




145 593 483 






64 728 523 




165 451 297 






62 423 088 




148 836 889 






712 610 534 




1 734 870 337 






408 640 464 


447 053 184 


971 613 988 


1 111 294 031 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos 
Expor tação 
Quadro N. 18 Janeiro a julho 



MESES 



Quantidade em 
quilos 



Valor em 
Cruzeiros 



1945 



1946 



1946 



Janeiro 21294 772 



Fevereiro 
Março . 
Abril . . 
Maio . 
Junho . . 
Julho . . 
Agosto . . 
Setembro . 
Outubro . 
Novembro 
•Dezembro . 



Total . . 
Janeiro a Julho 



18 458 614 
25 478 330 
14 240 220 
11 747 OOl 
23 492 578 
27 712 004 
16 978 326 
30 927 667 
23 833 680 
22 536 954 
18 704 672 

255 404 818 

142 423 519 



23 585 416 

22 809 746 
15 507 903 

23 017 086 

22 271 347 

23 314 387 
20 431 757 



150 937 642 



165 676 628 
152 693 695 
238 363 566 1 
95 835 104 I 
98 212 501 1 
224 9731181 
226 542 857 ' 
130 744 782 
349 231 064 
246 599 168 
245 609 733 1 
187 373 8021 

2 361 856 018 

1 202 297 469 



195 305 758 
217 269 005 
140 441 627 
198 135 740 
230 470 347 
212 967 159 
217 433 883 



1 412 023 519 



210 



Departamento Estadual de Estatística 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a julho de 1946 



Quadro N. 19 Resumo por Classes 



CLASSES 


Quantidade 


em quilos 


Valor em 


Cruzeiros 


Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


Classe 


I 


— Animais vivos . . 


2 750 


99 260 


20 000 


888 275 


Classe 


II 


— Matérias-primas 


292 653 494 


59 538 222 


580 539 990 


219 600 297 


Classe 


III 


— Géneros alimentícios . 


132 538 801 


33 626 068 


318 231 160 


257 540 258 


Classe 


IV 


— Manufaturas 


21 858 139 


57 674 092 


212 502 881 


933 988 689 




Total das mercadorias . 


447 053 184 


150 937 642 


1 111 294 031 


1412 023 519 



Comércio de Cabotagem pelo Pôrto de Santos com os demais 
Portos dos outros Estados do Brasil 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a julho de 1946 



Quadro N. 20 Resumo por Estados 



ESTADOS DE PROCEDÊNCIA 


Quantidade 


em quilos 


Valor em 


Cruzeiros 


E DE DESTINO 


Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 






15 907 




247 893 






124 828 




1 169 976 




3 710 434 


3 200 478 


48 818 868 


42 588 057 


Território do Rio Branco .... 




15 254 




66 758 


Pará 


5 986 370 


3 937 525 


104 300 749 


52 052 481 






12 386 




96 278 


Maranhão 


2 545 121 


1 191 259 


10 728 958 


17 340 112 


Piauí 


1 132 810 


897 751 


4 371 065 


12 919 871 




6 379 786 


4 124 803 


20 646 815 


82 402 507 


Eio Grande do Norte . . . . ■ . 


138 983 888 


1 531 388 


77 087 253 


22 085 287 




5 768 063 


2 444 941 


52 798 753 


39 043 750 


Pernambuco 


57 220 060 


21 847 249 


224 238 448 


298 644 789 




24 038 776 


2 700 268 


68 518 732 


40 015 362 


Território de Fernando de Noronha 












934 208 


1 704 417 


10 117 559 


23 133 984 




8 674 923 


14 955 729 


48 653 884 


238 711 275 












Espírito Santo 


144 380 


987 126 


414 412 


6 622 263 




1 395 647 


1 006 073 


4 368 143 


6 199 175 


Distrito Federal 


6 615133 


26 401 971 


30 583 591 


81 184 149 




23 327 330 


7 947 874 


35 071 117 


26 047 192 














107 211 770 


14 404 048 


98 456 999 


84 091 253 


Rio Grande do Sul 


52 978 485 


41 486 366 


. 272 055 685 


337 361 035 






1 




72 


Total 


447 053 184 


150 937 642 


1 111 294 031 


1 412 023 519 



Comércio do Pôrto de Santos 



211 



Comércio de Cabotagem pelos Portos do Estado de São Paulo 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a julho de 1946 
Resumo por Classes 

Quadro N. 21 



CLASSES 


Quantidade em 
quilos 


Valor em 
Cruzeiro? 




Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 


Classe I — Animais vivos . 


2 750 


99 260 


20 000 


888 275 


Classe II — Matérias-primas . 


292 732 744 


Õ9 538 222 


580 601 22Õ 


219 60C 297 


Classe III — Géneros alimentícios. 


132 538 801 


33 620 068 


318 231 160 


257 540 258 


Classe IV — Manufaturas 


21 879 663 


57 674 092 


213 007 834 


933 988 689 


Total das mercadorias . 


447 153 958 


150 937 642 


1 111 860 219 


1 412 023 519 



Comércio de Cabotagem pelos Portos do Estado de São Paulo 
Mercadorias nacionais e nacionalizadas 

Janeiro a julho de 1946 

Resumo por Portos 
Quadro N. 22 ■> 



PORTOS DE DESTINO E DE 
PROCEDÊNCIA 


Quantidade em 
quilos 


Valor em 
Cruzeiros 


Importação 


Exportação 


Importação 


Exportação 








■ 






17 000 




24 085 




Vila Bela 












42 250 




17 150 






447 053 184 


150 937 642 


1 111 294 031 


1 412 023 519 




40 00O 




520 000 






1 524 




4 953 




Total 


447 153 958 


150 937 642 


1 111 860 219 


1 412 023 519 



COMÉRCIO INTERESTADUAL 
DO ESTADO DE SÃO PAULO 

POK VIA TERRESTRE 



214 Departamento Estadti al de Estatística 

COMÉECIO INTERESTADUAL 
EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÂO PAULO — POR VIA TERRESTRE 
2." trimestre de 1946 comparado com igual período do ano anterior 
a) Abril, Maio — (Pêso era quilos) 



Estados de 


Abril 




Maio 




destino 


1945 


1946 


Diferença 
para + ou — 


1945 


1946 


Diferença 


Distrito Federal . 


18 161 432 


25 336 450 


+ 7 175 018 


18 271 56G 


28 773 080 


+ 10 501 514 


Goiás 


2 680 095 


2 406 954 




2 414 411 


2 341 388 


— 73 023 


Mato Grosso . . 


4 920 236 


5 132 179 


+ 211 943 


3 590 292 


4 410 713 


+ 820 421 


Minas Gerais . . 


15 072 864 


14 642 032 


— 430 832 


15 343 297 


15 741 180 


+ 397 883 


Paraná .... 


8 267 958 


8 829 990 


+ 562 032 


7 456 902 


9 287 645 


+ 1 830 743 


Rio de Janeiro . 


4 246 210 


5 313 893 


+ 1 067 683 


4 168 715 


3 891 519 


— 277 196 


Rio G. do Sul . . 


1 526 497 


2 158 555 


+ 632 058 


1 314 127 


1 532 137 


+ 218 010 


Santa Catarina . 


916 657 


1 512 394 


+ 595 737 


1 252 904 


1 715 175 


+ 462 271 


Total . . . 


65 741 949 


65 332 447 


+ 9 590 498 


53 812 214 


67 692 837 


+ 13 880 623 




a) 


Junho e Total — (Pêso em quilos) 


(contimiação) 


Estados de 


Junho 


Total 


destino 


1945 


1946 


Diferença 
para + ou — 


1945 


1946 


Diferença 
para -f ou — 


Distrito Federal . 


20 298 532 


25 427 889 


+ 5 129 357 


56 731 530 


79 537 419 




Goiás 


2 757 .531 


1 866 354 


— 891 177 


7 802 037 


6 614 696 


— 1 187 341 




5 220 164 


4 329 642 


— 890 522 


13 730 692 


13 872 534 


4- 141 842 


Minas Gerais . . 


17 129 415 


14 730 974 


— 2 398 441 


' 47 545 576 


45 114 186 


— 2 431 390 


Paraná .... 


9 117 783 


7 413 252 


— 1 704 531 


. 24 842 643 


25 530 887 


+ 688 244 


Rio de Janeiro . 


3 765 697 


3 719 096 


— 46 601 


12 180 022 


12 924 508 


+ 743 886 


Rio G. do oul . . 


1 587 067 


1 517 963 


— 69 104 


4 427 691 


5 208 655 


+ 780 964 


Santa Catarina . 


1 102 921 


1 087 091 


— 15 830 


3 272 482 


4 314 660 


4- 1042 178 


Total . . . 


60 979 110 


60 092 261 


— 886 849 


170 533 273 


193 117 645 


+ 22 584 272 



Comércio Interestadual do Estado de São Paulo 



.210 



COMÉRCIO INTERESTADtTAL 
EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO — POR VIA TERRESTRE 
2.° trimestre de 1946 comparado com igual período do ano anterior 
b) Abril, Maio — (Valor em cruzeiros) 



Estados de 
destino 



Abril 



Distrito Federal 
Goiás .... 
Mato Grosso 
Minas Gerais . 
Paraná . . . 
Bio de Janeiro 
Rio G. do Sul . 
Santa Catarina 

Total . . 



Maio 



1Q4fi 1 Diferença 
i para + ou — 

L 



207 02C 230,50 
21 578 52S.10 
29 714 150,30 
94 568 788,60 
58 760 195,20 

21 350 484,101 28 282 594,30 
19 255 921,50' 36 714 203.50 



343 283 945,90j + 136 257 715.40 
14 305 ClO.OOj — 7 272 909.10 
30 477 077,70| + 762 927,40 
113 926 171.80j 4- 19 357 383.20 
72 202 779.90 + 13 433 584,70 
6 932 110,20 
17 458 282.00 



13 068 596,50 



22 806 346,10 + 9 737 749,60 



S,20 + 196 666 843.40 



229 917 745,00 376 116 150,00 + 146 1'.1<Í 405.00 

20 644 742,10 17 789 890,40— 2 854 851,70 

25 937 827,00, 27 947 316,20 + 2 009 489.20 

88 013 356,10, 122 969 460,60 + 34 956 104.50 

60 238 528,001 76 754 977,30 + 16 516 449,30 

20 208 171,40 26 SOI 846,0o|+ 6 093 674,60 

20 078 611,70 32 602 242,60]+ 12 523 630.90 

16 596 682.60' 23 407 860,10-+ 6 811 177.50 



481 635 663,90j 



889 743.20 -\- 222 254 079,30 



b) Junho e Total — (Valor em cruzeiros) 



Estados de 
destino 



Distrito Federal 
Goiás .... 
•Mato Grosso 
Minas Gerais . 
~aná . . . 
de Janeiro 
G. do Sul . 
ta Catarina 

Total . . 



Jnnho 



Diferença 
para + ou — 



1945 



1 Q4fi Diferença 
^^^^ para + ou — 



1 

+ 108 018 000,80, 681 367 916,40 1 071 842 037.60 



244 423 940,90, 352 441 941,70 

20 508 885.50 15 418 786,30 — 5 090 099,20 

I 

29 185 354,90 29 219 399,8oj + 34 044,901 84 837 332,20j 87 643 793,70 

93 968 589,80 108 656 179, 10[+ 14 687 589.30 276 550 734,50! 345 551 811.50 

64 453 250,30: 68 446 806,20!+ 3 993 555,90 183 460 973,50 

i ' \ 

19 380 958,90)23 456 149,601+ 4 075 190,70 60 939 614,40 

I i ' 

17 700 966,20! 30 857 377,40 + 13 156 411.20 57 035 499,40 100 173 823,50 

I I i 

14 530 736,80' 20 773 701,10'+ 6 242 S64.30 44 196 015,901 66 



155,7o! 47 514 295,70 



217 404 563,40 
78 040 589,90 



390 474 121.20 
15 217 860.00 
2 806 461,50 
69 001 077,00 
33 943 589,90 
17 100 975,50 
43 138 324,10 



39|+ 22 791 891,40 

504 152 683,30' 649 270 341.20!+ 145 117 657.fi0 1 451 120 242,00 2 01.5 158 822,60'+ 564 038 580,60 



Departamento Estadual de Estatística 



C O M É R 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO E 

2.0 ti 



D i s c r i m i 11 ; 



Aves 
Gado 



não especificados 



Matérias-prinuts e artifjos 

Algodão 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas . 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, r 
Carvão mineral .... 
Chumbo, estanho, zinco e suas 
Cobre e suas ligas . 
Despojos e resíduos animais 

Ferro e aço ' 

Frutos para exti-ação de óleos 



•tries e indú.itrias: 



e outros cipós 



Linho 

Madeiras 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outi 

Metalóides e vários metais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassava, paina e outras matérias filí 
Pedras, terras e outros minerais semelhantes .... 

Peles e couros 

Plantas, folhas, flores, fi-utos, grãos, sementes, raízes e ca 

Sêda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos 



Total 



Artigos destinados à alimentação e forragen 
Artigos destinados à alimentação-bebidas 
Cereais, farinhas e grãos alimentícios .... 

Conservas e extratos 

Frutas e frutos de mesa 

Legumes e verduras 

Leite e seus derivados 

Divei-sos géneros alimentícios 

Forragens 



Tctal 



Comércio Interestadual do Estado de São Paulo 



217 



TERESTADUAL 

TROS ESTADOS DO BRASIL — VIA TERRESTRE 
de 1946 



Ml 


Maio 


Junho 


Total 


1 Valor era 
cruzeiros 


Pêso 
em quilos 


Valor em 


Pêso 
em quilos 


Valor em 
cruzeiros 


Pêso 
em quilos 


Valor em 
cruzeiros 


63 228,00 


4 651 


23 336 00 


1 804 


11 306,00 


19 or 


97 870,00 


3 512 975,00 


647 125 


o 070 coa nn 


1 273 960 


■ 3 654 740,00 


3 478 546 


9 446 404,20 


1 820,00 


1 164 


0 0 i u,uu 


695 


5 361,20 


2 245 


15 8ol,20 


^3 578 023,00 


652 940 


2 310 695,20 


1 276 459 


3 671 407,20 


3 499 808 


9 560 125 40 


13 286 329,70 


1 612 686 


18 858 162,60 


1 290 078 


16 986 510,90 


3 817 090 


49 131 003 20 


í 454 091,80 


17 590 


271 076,00 


14 852 


385 113,60 


53 527 


1 110 281,40 




106 


1 900,00 


91 


8 322,50 


197 


10 2â2,50 


í i 21 969.10 






o44 


28 000,90 


10 


49 970 00 


(1 14 410,80 


3 027 


11 882,00 


4 081 


11 911,60 


12 5 


38 204,40 


il 23 754,40 


30 980 


27 436,70 


14 822 


18 109,00 




69 300 10 


1"; 178 543,50 


13 193 


110 587,60 


3 266 




33 766 


350 905,20 


li 4 423 744,90 


188 581 


3 431 286.50 


229 780 


4 057 229,60 


659 516 


11 912 261 00 


2 137 402,10 


428 OÔO 


1 628 397 90 


628 -528 


1 843 665,20 


1 651 882 


5 609 465 20 


3 687 218,80 




4 416 202,30 


1 006 358 


3 767 789,50 




11 871 210 60 


h 212 546,40 




210 343.90 


70 525 


156 980,60 


^ In 672 


609 870 90 


í 97 015,90 


35 152 


247 369,60 


23 105 


205 229,20 


76 987 


549 614 70 










5 214 999,60 


260 854 


16 137 651t20 


41 045,60 


1126 


6 193,00 


643 


11 742,00 




58 980 60 


2 :-;02 207,10 


1 083 107 


2 473 906,00 


1 204 800 


2 328 598,30 


3 655 861 


7 104 711,40 


?, 517 431,90 




4 706 312,70 


240 050 


3 977 619,60 


800 560 


12 201 364,20 


944 885,10 


145 271 


2 610 039,70 


112 416 


1 049 245.40 


410 169 


4 604 170,20 


172 315.10 












172 315)10 


310 742,30 


57 285 


679 414,90 


59 473 


515 890,90 


240 241 


1 506 048,10 


2 197 348,40 


3 712 70o 


2 294 660,60 


2 482 913 


1 515 078,80 


9 890 962 


6 007 087,80 


'\ 6 711 993.50 


299 675 


7 196 520.00 


328 535 


8 407 920,60 


937 967 


22 316 434,10 


íi 1 040 231,00 


197 453 


1 130 235,70 


106 955 


769 009,60 


475793 


2 939 476,30 


6 274 527,90 


86 866 


é 245 503,60 


80 995 


5 911 023,10 


257 864 


18 431 054,60 


1 929 982.40 


882 056 


2 141 001,90 


709 403 


2 105 120,20 


2 276 474 


6 176 104,50 


55 501 908.50 


10 400 005 


64 128 914,00 


8 693 760 


59 336 884,80 


28 821 729 


178 967 707,30 


9 044 013,90 


2 503 069 


9 863 433 20 


2 173 048 


8 397 822,70 


7 108 635 


27 305 269,80 


13 248 772,40 


7 943 828 


16 594 5Í)7,80 


6 706 918 


■ 13 152 067,40 


21 026 568 


42 995 43X.60 


' 15 250 226,90 


1 433 354 


10 417 118,50 


1 466 796 


9 853 711,10 


4 995 831 


35 521 066.50 


732 349,00 


353 740 


815 547,50 


324 590 


720 426,00 


1 110 208 


2 268 322,50 


1 000 251.40 


192 592 


445 295,60 


75 311 


156 137,00 


643 936 


1 601 684 00 


2 125 374,00 


365 439 


1 991 754,20 


257 828 


1 489 815,20 


1 082 697 


5 606 943,40 


32 516 922.30 


11 718 839 


40 232 517,10 


10 123 133 


32 857 069,20 


' 31 981 327 


105 606 508,60 


561 128,90 


927 805 


857 497,20 


747 488 


686 659,20 


2 328 809 


2 105 285,30 


I 74 479 038,80 


25 438 666 


81 217 761;10 


21 874 112 


67 313 707,80 


70 228 011 


223 010 507,70 



218 



Departamento Estadual de Estatística 



CO M É R( 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO Pi 



Discriminaç 



Artigos man-uf aturados: 
Algodão com ou sem mescla 



Alumi] 



Armamento e munição de 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 
Cânhamo 



e guerra 



outros cipós 



Cana da índia, bambu, junco, rotim. 

Carros e outros veículos 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Ferro e aço ..... 

Fumo e seus preparados 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos e dentários 

Instrumentos e objetos matemáticos, físicos, químicos e óticos . 

Juta • • 

Lã com ou sem mescln 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, aparelhos, utensílios, ferramentas, acessórios, cinematografia 

Eletricidade 

Indústrias ' 

Lavoura 

Divei-sos 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos animais . . . . 

Níquel 

Óleos e graxas-animaís 

Óleos e graxas-minerais 

Óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias lilamentosa.s 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras ç outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros usos . . . . 
Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêuticas . . . . 

Sêda com ou sem mescla . . 

Vários artigos 



Diversos: 
Outras espécies não eípecif içadas 



Total Geral 



Comércio Interestadual do Estado di 



rERESTADUAL 

^ROS ESTADOS DO BRASIL 

le 1946 



VIA TERRESTRE 



Maio 



; 964 945,90 


2 553 5S4 


117 924 687,90 


2 720 502,40 


111 159 


3 098 478,60 


630 175,30 


307 265 


4 541 995,10 


} 944 600,60 


461 387 


13 680 212,80 


213 183,30 


6 472 


212 712,70 


136 517,50 


7 779 


164 455,50 


.174 340,10 


27 285 


199 093,50 


S ÍOl 739,10 


1 184 268 


23 827 938,80 


639 S1S,50 


89 932 


2 133 074,60 


>962 537,50 


670 490 


14 136 112,00 


J623 788,60 


2 330 330 


25 363 064,50 


5 593 322,80 


371 394 


15 437 148,30 


} 159 207,30 


81 762 


4 948 626,70 


, 018 907.30 


52 758 


1 942 437,20 


841 409,80 


11 267 


1 153 395,70 


5 338 646,80 


575 946 ' 


7 281 191,00 


l 342 679,30 


509 844 


51 002 574,60 


2 963 125,70 


40 866 


6 078 205,50 


5 978 679,30 


1 962 741 


16 016 425,30 


565 472,10 


30 324 


633 848,10 


7 861 293.70 


276 256 


8 442 523,60 


4 222 160.30 


297 982 


5 758 751,20 


í-029 870,60 


255 788 . 


2 926 531,50 


».479 844,30 


1 155 320 


21 830 408,40 


7 169 318,80 


911 352 


7 505 452,80 




174 


3 307,40 




1 480 


42 486,00 


78 839,20 


4 672 


25 578,50 


0 649 835.10 


4 322 414 


8 377 950,20 


2 959 569.10 


157 516 


1 091 352,40 


90 605.00 




182 813,80 


0 900 997.80 


791 144 


68 371 817,30 


6 367 094.00 


1 981 713 


16 589 537,90 


4 710 972,70 


4 039 268 


4 661 739,40 


8 260 706,10 


413 978 


20 851 994,00 


8 941 390,80 


552 054 


9 605 728 40 


9 094 202,50 


1 645 164 


31 703 747,20 


1 679 948,10 


10 597 


2 283 079,60 


4 862 661,30 


2 840 532 


36 132 783.10 



372 908,60 I 31 044 257 

j 

066 859.30 | 156 969 

.1 

_998 738,20 | 67 692 837 



Junho 



555 163 291,10 



3 095 444 
85 006 
359 657 
448 533 
4 942 
6 026 
23 582 

1 322 298 

65 149 
607 141 

2 191 449 
341 048 

71 298 
47 634 

510 521 
406 379 
23 646 
1 915 532 



265 499 
1 073 755 
806 743 
49 
23 
12 525 
3 753 461 
201 607 

676 479 
1 684 930 
3 576 897 
382 750 
542 865 
1 450 077 
12 479 
1 629 118 



743.20 I 60 092 261 



116 010 888.40 

2 911 189,70 

5 016 945,00 

12 395 532,40 
130 542,10 
134 127,30 
157 053.70 

■29 211 528,80 
1 478 982,20 

13 234 540,20 
22 295 189,50 

14 294 336,40 
3.931 461,90 
1 839 409,30. 

869 695,80 

6 652 155,60 
44 120 687,00 

3 267 965,10 
16 186 870,10 

610 536,00 

7 689 735,60 

5 032 .520,00 
3 540 527,90 

22 489 958,80 

6 954 959,70 

3 701,80 
536,00 
73 746.30 

7 312 413.80 
1 717 582.00 

16 760.00 



60 161 



116.90 



8 084 542 
314 191 
775 176 
1 334 931 
16 147 
19 914 
77 430 
3 669 871 
245 819 
1 836 400 
6 708 952 
1 113 704 
231 877 
149 523 
28 488 
1 552 137 

1 433 285 

96 610 
5 558 323 

91 310 
842 259 
726 266 

3 169 511 

2 611 125 

223 
1 503 
30 520 



15 597 033.50 

3 842 651,30 
19 204 227,80 
10 397 090,70 
26 861 897,30 

1 403 813.40 
31 030 991.30 

518 080 900.60 

837 440,80 

649 270 341,20 1 193 117 545 



11 607 797 
1 151 572 
1 615 186 
4 726 981 
33 449 
7 494 802 



I : 



352 900 522,20- 

8 730 170;70 
11 189 115.40 
36 020 375.80 

556 438,10 
435 100,30 
530 487,30 
78 241 206,70 
5 251 875,30 
40 333 189.70 
70 282 042,60 
46 324 807,50 
13 039 295,90 
5 800 753,80 
2 864 501.30 

20 271 993,40 
147 465 940,90 

11 309 296,30 
46 181 974.70 
1 809 856,20 
23 993 552,90 
15 013 431.50 

9 496 930.00 
64 800 211,50 

21 629 731,30 

7 009,20 
43 022,00 
178 164.00 
2G 340 199,10 
5 768 503,50 
290 178 80 
189 433 932,00 
48 553 665,40 
13 215 363,40 
58 316 927,90 
28 944 209,90 
87 659 847,00 
5 366 841.10 
102 026 435,70 



90 161 688 1 1 600 617 100.30 



j 3 003 381,! 
j2 015 158 822. ( 



Departamento Estadual de Estatística 



c O M É r;c 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO PA 

2.0 tri 



Discriminação 



Gado 

Animais vivos não especificados 



Total 



Matérias-primas e artigos com aplicação às artes e indústrias 

Algodão 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós 

Carvão mineral 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Despojos e resíduos animais 

Ferro e aço 

Frutos para extração de óleos 

Juta . 



Linho 

Madeiras . 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outros usos . 

Metalóides e vários metais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassava, paina e outras matérias filamentosas 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raízes e cascas . 

Sêda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos 



Total 



Artigos destinados à alimentação 
Artigos destinados à alimentação-bebidas 
Cereais, farinhas e grãos alimentícios . 
Conservas e extratos . . . 
Frutas e frutos de mesa .... 

Legumes e verduras 

Leite e seus derivados 

Diversos géneros alimentícios 
Forragens 



12 2| 
213 7| 

171 eJ 

72 í| 
78 {? 

'1 

7o:-J 

43J!Í 

71 ;| 

59) 



790' 
51 
33f 
30(| 
6 54' 
6! 



Total 



Comércio Interestadual do Estado de São Paulo 221 



rERESTADUAL 

ISTRITO FEDERAL — VIA TERRESTRE 
le 1946 



1 


Maio 


Junho 


Total 


i^alor em 


Pêso 


Valor em 


Pêso 


Valor em 


Pêso 


Valov cm 


ruzeiros 


em Quilos 


cx"uzeiro& 




cruzeiros 




eiuzeiM.- 


50 «10,00 


1 203 


6 568,00 


569 


4 180,00 


12 484 


61 656,00 


629 H24.00 


217 520 


1 042 000,00 


602 767 


1 842 720,00 


1 074 187 


3 514 044,00 




— 


— 


13 


100,00 


13 


100.00 


680 234,00 


218 723 


1 048 568,00 


603 349 


1 847 000,00 


1 086 684 


3 575 802,00 


"482 676,30 


846 171 


10 E34 860,90 


792 824 


10 163 319,80 


2 133 906 


28 180 857,00 


157 053.80 


13 248 


193 929,90 


8 555 


230 506,60 


30 384 


681 490,30 










8 172,50 




8 172,60 


2 400,00 










111 


2 400,00 


2 203,00 


1 331 


4 786,00 


3 498 


8 545.60 


5 418 


15 534.60 


65 418,00 


4 078 


32 232,00 


313 


9 815,40 


16 633 


107 465,40 


i 832 684,20 


144 616 


2 483 177,10 


208 174 


3 671 089.30 


566 531 


9 986 950,60 


1 066 089,40 


58 454 ' 


474 010,80 


108 342 


493 127,60 


338 438 


2 023 227,80 


464 989,60 


108 707 


628 548,80 


116 647 


586 690,10 


298 276 


1 680 228,50 


174 920,00 


45 072 


93 080,50 


46 231 


98 625,30 


169 803 


366 625,80 


13 066,20 


6 096 


27 582,40 






8 170 


40 648,60 


á.ll2 140,60 


69 450 


4 699 136,10 


70 451 


4 591 761,50 


210 294 


13 403 038.20 


6 950,00 










202 


6 950,00 


853 353,10 


574 843 


1 432 426,60 


542 459 


1 315 635.50 


1 550 510 


3601 415,20 


2 014 852,50 


217 240 


3 247 878,60 


87 237 


2 113 412,20 


375 841 


7 376 143,30 


645 594,30 


100 962 


1 742 088,30 


51 913 


760 222,60 


212 234 


3 147 905.20 


182 221,30 


8 488 


254 463,80 


14 739 


425 151,00 


40 497 


861 836.10 


209 469,50 


131 226 


220 750,50 


207 871 


210 503,50 


437 894 


640 723.50 


4753 370,00 


195 917 


5 517 152 50 


188 817 


6 600 659,90 


558 173 


16 871 182,40 


369 303,80 




144 387.30 


15 374 


98 856,70 


90 684 


612 647,80 


4 282 644,10 


44 573 


4 152 559,10 


55 205 


4 125 816,40 


158 478 


12 561 019,60 


540 461,00 


284 780 


830 739 20 


308 569 


994 705,60 


725 465 ^ 


t 2 365 905,80 


[ 221 860,70 


2 874 844 


36 713 790,40 


2 S27 307 


36 506 617,10 


7 928 030 


104 442 268,20 


1 250 709,40 


259 268 


1 727 415.10 


277 841 


1 807 953,90 


708 552 


4 786 078,40 


5 438 467,50 


3 784 515 


7 161 016,80 


3 299 319 


5 953 355,70 


9 905 062 


18 552 840,00 


6 065 024,10 


567 993 


4 377 050.40 


712 373 


4 493 116,90 


2 071 223 


H 935 191.40 


82 525,50 


43 828 


143 255,00 


8 807 


39 085.00 


103 975 


264 865,50 


893 722,30 


167 942 


400 575,00 


51 972 


124 081.00 


555 353 


1 «8 378.30 


939 833,50 


267 180 


839 215.10 


158 602 


292 461,80 


735 728 


2 071 510,40 


4 471 846,10 


8 031 857 


31 749 996.40 


6 542 066 


26 374 75,1,60 


21 121 216 


82 596 594,10 


26 165,50 


41 595 


104 680,00 


47 980 


80 093.50 


145 189 


210 889,00 


9 168 293.90 


13 164 178 


46 .503 153,80 


11 098 960 


39 164 899,40 


35 346 298 


124 836 347.10 



222 



Departamento Estadual de Estatística 



COMÉRC 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO VI 

2.0 tr 



Discriminação 



Artigos manuf aturados: 

Algodão com 0x1 sem mescla 

Alumínio 

Armamento e munição de caça e guerva 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós 

Carros e outros veículos 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Ferro e aço 

Fumo e seus preparados 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos e dentários .... 
Instrumentos e objetos miatemáticos, físicos, químicos e < 

Juta • 

Lã com ou sem mescla 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, aparelhos, utensílios, ferramentas, aces 

Eletricidade 

Indústrias 

Lavoura 

Diversos . 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos animais 

Níquel 

Óleos e graxas-animais 

Óleos e graxas-minerais 

Óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes .... 

Peles e couros 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros usos 
Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêuticas 

Sêda com fu sem mescla 

Vários artigos 



cinematografia 



458 6f 
72 81 

368 01 

728 9: 
67 7 
45 4 
29 2 
5 O 
24 í 

294 
21' 



3291 
1 124 ( 
1 593 J 

1241 

2341: 



11 78fe 



Total Geral 



25 336» 



Interestadual 



TER ESTADUAL 

iISTRITO FEDERAL — VIA TERRESTRE 
de 1946 



Maio 



209 405 
73 024 
159 873 
323 959 

3 231 
5 298 

4 313 
401 319 

73 098 
442 840 



52 714 

35 606 
7 254 

59 351 . 
252 455 

38 751 
320 643 
1 255 
136 596 
142 525 
• 35 304 
416 836 
394 670 



45 



63 256 897,50 
1 809 508 50 
1 887 031.30 
9 170 604,30 
135 380,60 
108 237,40 
57 910,00 

8 220 293,20 
1 751 784,10 

9 747 286,30 
12 048 645,90 

3 203 002 50 

3 209 502 ,70 

1 351 556,10 
646 320,00 
943 683,50 

31 334 171,80 

4 829 398,30 
10 539 434,60 

74 029,20 
4 109 316,90 

2 796 520 10 
453 322.00 

8 535 626,90 

3 517 602,00 

2 077,40 
42 486,00 



291 653 294,10 



376 116 150,( 



1 445 605 
43 406 
217 052 
278 483 
1 375 
3 779 
3 423 
546 893 
54 536 
452 900 
738 492 
70 606 
40 703 
33 940 
5 407 
22 081 
■ 203 950 
■ 21 530 
1 295 520 
3 338 
110 028 
138 283 
49 306 
437 204 
220 358 



28 222 


229 410,30 


68 392 


75 481 


563 967.00 


117 265 




' 55 947,80 




551 332 


49 433 389,00 


488 279 


1 261 855 


10 559 441.20 


1 020 535 


1 634 143 


2 198 284.60 


1 189 098 


136 757 


8 237 981,40 


114 957 


292 334 


4 971 799,90 


287 158 


488 648 


16 021 169,40 


471 342 


8 274 


2 059 362,50 


5 664 




13 540 911,90 


669 419 



874 981 
23 292 



■67 811 

1 565 

2 583 
7 508 

36 
83 
32 
13 327 
1 287 
9 682 
9 217 

3 126 
1 913 

1 294 
624 
561 

26 556 

2 909 
10 681 



3 158 
523 



638.00 
175.50 
007.90 
329,40 
041,90 
974,50 
649.60 
422,20 
336,70 
226,60 
808,40 
397,40 
373.20 



169,70 
217,30 



107,00 
096,90 
096,00 
288,00 
508,80 



41 973 107,00 
9 922 664,20 
1 505 129,20 
7 199 195,70 
5 588 852 ,30 

13 534 758,00 
1 209 514,80 

11 969 773,80 

274 682 606,90 
240 818.30 
352 441 941,70 



3 911 030 
167 096 
412 715 
893 071 
5 935 
13 544 

16 653 
1 400 871 

200 501 

1 263 792 

2 194 704 
210 141 
138 885 

.98 806 

17 672 
106 277 
750 744 

81 576 

3 629 024 

5 667 
415 874 
387 489 
131 383 
1 220 191 
916 893 
90 
1 480 
9 940 
103 550 
342 269 



3 406 445 

4 416 899 
376 672 
813 997 

1 483 243 
20 078 
4 153 907 



IHG 540 01.>,30 
4 996 255.70 
4 897 159,20 
22 608 900.60 
245 527,40 
287 039.00 
143 875,00 

30 682 493.60 
4 422 789,40 

27 978 200,10 

31 360 809.50 
9 808 915. .lO 
7 548 603,30 
4 043 309.20 

1 768 503,1(1 

2 451 126,30 
I 90 785 138,90 
I 10 431 826,60 
I 29 918 655,80 
I 241 473,50 
j U 577 205 30 
! 8 229 302,30 
I 1 603 961,10 
I 27 006 983.00 
I 8 859 837,40 
I 5 ,^86.20 
I 42 486.00 
I 59 458,50 

I 493 505,60 

1 2 872 688 HO 

l:i4 OíiO T.n 

I 31 541 57!1.30 

I 5 724 939,50 

I 22 694 r,74,60 

j 14 744 698,60 

I 44 882 508.90 

I 4 517 218,30 

j 38 177 190.90 

I 

I 838 356 534,40 



82 055 I G31 nSõ.fift 

. Í 

537 419 |1 071 842 037.60 



224 Departamento Estadual de Estatística 



C O M Ê E 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO j 

2° 



Discriminação 

Pêsc 
I em qni 



Animais vivos: 

Ares 

Gado 

Animais rivo; não especificados 



Total 



Matérias-primas e artigos com a;>íi>acco ia arfes e iiidnstrias: 

Algodão 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo ....... 

Cana da índia, bambo, junco, rotim, 'nme 'e ontros cipós 

Carvão mineral . . 

Chombo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e snas ligas 

Bespojos e resídnos animai- 

Ferro e aço . í 

Frntos para extraçâo de óleos 

Juta 

Lã 

Linho 

Madeiras 

^Matérias on substâncias para perfumaria, tinturaria e outros íiscs . 

Metalóides e lários metais . - 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassara, paina e outras matérias filamentosa; 

Pedras, terras e outrr» minerais semelhante 

Pdes e couros 

Plantas, folhas, flores, íratos, grãos, semente raízes e cascas . 

Sêda amimai e sintâica 

Sumos, sucos, resíduos e reinas regais, eicltisive óleos 



Tctal .... 

Artigos destitiados à sUmentação e jomgem: 
Artigos destiDad<s à alinientaçãò-bE^Idas .... 

CePEais, faTinhan ç grãos alimentíciOE 

Conservas e extiatos 

Frutas e frutos de mesa 

Legumes e verduras 

Leite e seus deitrados 

Diversos géneros aUmemtíciv^ 
Forragens 



Tctal 



225 



Í1 RESTADUAL 

E ADO DE GOIÁS — VIA TERRESTRE 

í)46 





Maio 


.Tunho 


Total 




Pêso 
ora quik í 


Valor ,•1,1 




Valor em 
cruzeiros 


Péao 
1 cm quilos 


1 Vnlor cm 
cruzoiroH 






- 




_ 


r 

1 


1 — 

1 












1 




400,00 


- 




3 


20,00 


1 100 


1 420.00 


400,00 


— 


- 




20.00 


1 100 

■ 


1 

1 420,00 

1 


:9 931.30 


3 392 


114 918,30 


2 422 


96 0,56,00 


7 313 


290 905,60 


54V0 


129 

- 


2 648,10 

- 




- 


149 ■ 


3 197,80 


1 
1 

3 726,00 


- 

206 


_ 

2 287 50 


_ 


_ 


- 

466 


• 6 013,50 


;7 223,30 


2 047 


39 353 10 




7 233,40 




63 809,80 


760,00 


58 


574,00 


1 058 


1 709.10 


1 216 


3 043,10 


■5 104,70 j 


42 302 


153 387.30 


25 305 


98 145.80 


82 026 


306 637,80 


j 




_ 


38 


70.00 


38 


70,00 


586.00 1 


144 


518.50 


244 


871.70 


518 


1 975,20 


- i 


45 


2 710 08 


12 


1 476,00 


57 


4 186.00 


- 1 
1Í2 915.50 1 


8 452 


15 103.80 


57 550 


- 

94 403.40 


- 

123 503 


212 422.70 


48 822.20 1 


5 715 


46 356.80 


7 160 


65 319,60 


19 443 


160 498.60 




545 


2 878.50 


1 300 


14 813.00 


2 990 


19 828.50 


- i 
1 351,00 1 


269 


1 645.00 


268 


1 090.00 


821 


4 086 00 


:9 617,70 1 


8 292 


19 654,70 


17 650 


19 456.50 


32 473 


58 728,90 


i7 145,40 1 


1 177 


38 426,40 


804 


32 890,40 


0 175 


108 462.20 


S 791,00 1 

i 


473 


2 942,00 1 


1 445 


7 287.40 


3 065 


14 020.40 


222.50 ] 


— 
9 24S 


_ 1 

71 438.40 1 

i 


— 

8 094 


— 

32 173.50 


— 

23 615 


130 834,40 


1 

■1)0 881,80 1 

i 


82 494 

j 


514 842,40 


123 682 


472 995.80 


304 705 


1 388 720 00 


1 

U 647,50 j 


i 

266 333 


1 

1 292 014.40 1 


263 210 


914 439,90 


797 852 


3 158 101.80 


-:i 084.60 j 


152 499 


428 522,60 | 


89 358 


266 781,10 


389 901 


1 116 388,20 


'6 042.30 j 


31 391 


233 809,90 j 


28 668 


232 606,30 


96 162 


732 458,50 


'7 749,80 I 


19 171 1 


48 099,00 1 


23 37fi 


52 461,50 


60 765 


148 310,30 


- 1 


243 1 


200,00 ; 


68 


946,50 


311 ' 


1 146 50 


8 862,20 1 


208 


2 966.00 ! 


821 


9 137.40 


1 804 


20 965,60 


'9 613,60 1 


523 107 1 


595 371 60 \ 


255 810 


341 136,60 


1 556 579 ' 


1 960 121.80 


18 022.00 i 






1 156 


I 368,50 


19 163 ) 


19 390.50 


! 

■!- 021.90 ■! 


992 S52 1 


! 

2 600 983.50 j 


662f467 j 


1 818 877.80 ' 


2 922 537 


7 156 883,20 



226 



Departamento Estadual de Estatística 



C O M É R ( 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO T.\ 



Discriminação 



Armamento e 



iiçao de caça 



Cana da índia, bambu, junco, lotim, vime e outios cip._ 

Carros e outros veículos 

Chumbo, estanho, zinco c suas liga-; 

Cobre e suas ligas 

Ferro e aço 

Fumo e seus preparados . . . . . í/ ■ ■ 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos ciiúrgicos e dcjntários . 
Instrumentos e objetos matemáticos, físicos, químicos e 

Juta 

Lã com ou sem mescla 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, aparelhos, utensílios. ferrament;ts. ace-^sftrii.s- 

Eletricidade 

Indústrias 

Lavoura 

Diversos 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, taitaruíja c outro-: d,.-pojos anim 

Níquel 

Óleos e graxas-animais 

Óleos e graxas-minerais 

Óleos e graxas-vegetais . . . ' 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações . . . ■ 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes . 

Peles e couros 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros us 
Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêutica 

Sêda com ou sem mescla 

Vários artigos 



Diversos: 
Outras espécies 



Cfimórcio Inteiestadual do Estado de São Paulo 



rERESTADUAL 

STADO DE GOIÁS — VIA TERRESTRE 
le 1946 



( continuação) 



1 


Maio 


Junho 


Total 


^alor em 


Pêso 


Valor em 


Pêso 


Vajoi- em 


Pêso 














em nu.los 






53 059 


. 

2 704 328.60 


53 739 


2 558 006.60 


140 T-l 


7 n> .-1 Kl 




671 


19 538,80 




17 724.70 


o-,i 


56 732.30 


1 1,11 


1 199 


96 777,40 


1 996 


00 774.60 






■III 


1 .^i;x 


153 6'12.60 


121 


280 162.90 


18 404 


018 795'40 


mi 


:-92 


6 697,80 


120 


2 897.00 


575 


12 484,80 




— 




101 


2 841,30 


101 


2 841.30 


,, j„ 


199 


781.00 


1 ^58 


12 255.00 


2 561 


21 S85.40 


:,4!J 


18 837 


437 978,60 


22 842 


532 019.60 


55 924 


1 499 .S71.60 


. ,.->o 


1 380 


28 845 50 


732 


1 1 400.90 




60 392.90 




7 820 


112 568,00 


4 Ú6li 


70 907.80 


1.5 


221 783,70 


:,:;íi 


103 654 


764 810,10 


83 502 


674 187.80 


243 867 


1 959 145 20 


■-:,7I> 


24 506 


1 058 307,60 


9 191 


401 826.50 


43 906 


1 897 716 80 


'•'o 


2 042 


82 625,40 


1 531 


64 670.60 


6 560 


228 253.90 




292 


7 404.90 


82 


2 141.00 


664 


17 318.70 


1 ,011 


■ 

49 


13 843.00 


226 


12 672.00 


380 


28 326.00 


_0 


41 198 • 


522 876,80 


25 740 


322 779.80 








7 251 


596 977,20 


9 140 


654 131.70 




1 i;r, :::;o,7o 


.HO 


28 


8 418.00 


32 


4 840.80 








24 153 


221 551,90 


20 877 


221 768,70 


64 554 


655 •Ml 10 




5 041 


78 509,00 


3 235 


50 305.00 




1 K2 zíiO 00 


-, 


6 949 


153 882,60 


4 1 






4 1.'. ."vl5.S0 




13 718 


27S 406,70 




"■0 !!'(!(, il 


IS =!ui 


3.'j7 766.70 


• ;.T0 


9 574 


127 908.70 


4,^ 1,^,-, 


731 991.90 


79 420 


1 008 767.30 




29 097 


590 900 90 




730 640.20 




2 022 106.60 




33 740 


252 413,40 




308 178.30 


112 255 










4 






193.00 




-0 


424,30 










72 


"iOi -0 


tm 526.30 


631 394 


1 422 053,60 


504 014 


1 009 145,50 


1 671 278 


3 553 725.40 


37 !i:i7.10 


2 810 


26 232 80 


4 084 


36 605 60 


11 466 


100 775.50 




- 


2 965,00 


- 






2 965.00 


i'': 'Ti;. 10 


9 709 


900 421,70 


7 120 


535 379.50 




1 900 377.30 


•.10 


18 436 


154 993,50 


16 766 






451 26,^.40 


"'..fiO 


30 273 


78 155,00 


15 765 


47 777. >;n 




157 00fc.20 


791 001.20 


15 807 


1 002 645.40 


20 744 






2 716 C65.90 


275 762.10 


15 982 


281 031,40 


18 827 




■If ,J03 


926 240 30 


473 502,00 


50 374 


772 030.80 


37 623 






1 825 337.10 


3 717,00 


18 


1 260.50 


110 




164 


11 777,60 


1 518 820,00 


72 005 


1 630 815.00 


77 892 




219 449 


4 678 090.70 


531.20 


1 240 203 


14 592 983.50 


1 075 810 


13 077 348.10 


3 353 003 


38 778 862.80 


,68 784,10 


25 739 


81 081,00 


4 392 




34 :;51 


189 409 70 


4 305 619.00 


2 341 388 


17 789 890.40 


1 866 354 


15 418 786.30 


6 614 696 


47 514 295.70 



Departamento Estadual de Estatís tica 



C O M É R 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO I|i 

2.0 t 



D i s c r 1 m 1 na ç a o 



Gado ' 

Animais vivos não especificados . . • • j 

i 

Total 1 

I 

Matéria s-immas e artigos com aplicação ns arte» <■ nuht.itrias: j 

Algodão 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas j 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, votim, vime e outros cipós j 

Carvão mineral 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas ; 

Despojos e resíduos animais ■ ' ' 

Ferro e aço 

Frutos para extração de r''leos 

Juta 

Lã 

Linho 

Madeií-as ... * 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outros usos 

Metalóides e vários metais • ■ 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassava, paina e outras matérias filamentosas 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raízes e cascas 

Sêda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, e.Niclusive óleos 

Total 

Artiíios destinadoa à ulimcntação e forrayeiis: 

Artigos destinados à alimc-ntação-bebidas 

Cereais, farinhas e grãos alimentícios 

Consen'as e extratos 

Frutas e frutos de mesa 

Legumes e verduras 

Leite e seus derivados 

Diversos géneros alimentícios 

Forragens 



Comércio Interestadual do Es tado de São Paulo 2á'.i 



TTERESTADUAL 

3STAD0 DE MATO GROSSO — VIA TERRESTRE 
de 1946 



'il 


Maio 


Junho 


Total 


Valor em 
cruzeiros 


Pêso 
em (lUilos 




Peso 


Valor cm 
cruzeiros 






190.00 










40 


1 '.'0 00 




3tí2 


- 

1 820,00 


192 


- 

1 290,00 


554 


3 110,00 


IflO.OO 


3B2 


1 820.00 


192 


1 290.00 


594 


3 30(1. Oi> 


57 026.00 


3 217 


99 189,30 

■ 


2 562 


!41 512, ,S0 


S 382 


297 728,10 


257. '.10 


111^ 


2 0!N! 30 

— 


21 

- 


172 30 

- 


137 


2 527,00 


- 

10 6S8.00 


- 


- 
- 






- 
7 974 


- 

10 683,00 


.1 71f).50 


311 


3 400,00 


- 


— 


377 


3 U9 50 


S 010.00 


167 


3 379,80 


640 


12 224 SO 


1 184 


23 614,60 


5 272.40 


3 063- 


16 206,90 


1 235 


6 613.40 


4 859 


23 092, 7ii 




67 099 


250 093.20 


50 282 


186 285,70 


152 145 


57:; 476 ».( 




94 


180 00 


_ 


- 


94 


180,00 




«13 


2 816.20 


1 345 


12 912,00 


1 958 


15 728 20 


100 46S.20 


102 


8 590,70 


918 


13 849,60 


4 444 


122 903 50 


- 

6 613.10 


1 374 


2 210,00 


- 

3 181 


- 

11 515,90 


- 

8 320 


20 339,00 


« 7SS.40 


7 522 


52 .529,50 


10 057 


64 673,40 


24 713 


163 991,30 




794 


7 002,30 


31 039 


64 206.50 


31 973 


71 919 lO 


2» SOO. 00 


SOO 


4 370 00 


590 


3 811,90 


16 284 


37 781,90 


IBl 774.20 


435 835 


257 310,00 


247 699 


132 587,20 




551 671,40 


fifl .^96.40 


915 


36 909,90 


946 


30 042,00 


4 614 


127 


110 Í160.80 


15 812 


116 65540 


18 343 


137 909.50 


56 684 


; , 


7 150.30 


— 




— 


" _ 


189 


7 45:i.."ll 


In: TlkvaO 


38 532 


109 976.40 


32 970 


63 549 50 


100 3G9 


276 ;3 4,20 


-..10 


576 958 


972 915.90 


102 328 


881 867,00 


1 421 729 


2 705 S33,00 


1 738 882,50 


428 646 


1 517 005.80 


4.35 690 


1 513 517,40 




■ 4 769 405.70 


b242 970,30 


354 058 


863 386 80 


301 174 


559 972.50 


1 231 103 


2 666 330,10 


2 132 692,10 


122 177 


867 674,80 


107 430 


787 230,10 




3 787 ,-07. õo 


121 865,00 


38 714 


120 494.80 


37 789 


• 142 135,90 


129 lis 


384 496.60 


1 289,10 


— 




569 


602 00 


1 647 


1 891.10 


888 6SS,40 


11 776 


188 996 80 


49 848 


505 162.60 


90 427 


1 032 857,30 


1 210 180.90 


923 380 


2 364 429.70 


893 827 


1 601 500,50 


2 401 352 


5 185 411.10 


12 30 


28 506 


27 234,80 


18 9S1 


22 275.10 


92 999 


93 622,20 


6 830 992.00 


1 907 257 


1 

5 949 223,50 


1 845 308 




5 913 587 


17 921 611.60 



230 



COMÉR( 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO F 

2.0 tr 



eão de caça e giier 



Artigos nunnifaturadns: 
Algudão com (.u sem mescla 

Alumínio 

AiTOamento 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, jun 

Carros e outros veículos 

Chumbo, estanho, zinco c suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Ferro e aço ■ . 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos ç dentários . 
Instrumentos e objetos matemáticos, físicos, qu 



outros cipos 



127 e 
35 £i 
3 ( 



Lã com ou 
Linho . . 



Louças, porcelanas, vidr 
Máquinas, aparelhos, uti 
Eletricidade 

Indústrias .... 



-Diversos 



Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos 

Níquel 

Óleos e graxas-animais 

óleos e graxas-minerais . . . . . 

óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e oufras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras e outros minei-ais semelhantes . 
Peles e couros 



Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros usos 
Produtos químico-, drogas e especialidades f ai-macêuticas 

Séda com ou sem mescla 

Vários artigos 



Diversos: 
Outras espécies 



Total Geral 



Comérfio Litorfsuulual .do Estado do tii.u Taulo 



^ER ESTADUAL 

3TAU0 DE MATO GROSSO — VIA TERRESTRE 
e 1946 





Maio 


Junho 


Tofí\] 






Valor em 


Pêso 


Valor em 


- 




nizeií-os 


em Quilos 


cruzeiros 


em quilos 




cm luiil.i. 




Utj2 (137. ao 


113 409 


5 415 103,90 


1 
1 

95 739 1 ■ 


4 721 094 SO 


- 




80 283.30 


1 60S 


51 333,70 


1 850 


57 747.00 




1,V1 .,(, I.IIK 


120 031.20 


4 019 


114 393,30 

■ 


5 322 1 


121 628,40 


12 369 




259 191,10 


9 334 


338 492,60 


11228 


353 830,20 


29 179 




i:i l:il,2(i 


«50 


12 453,20 


114 [ 


3 262,70 


1 ''49 




7 195.00 


160 


4 000,00 


148 1 


4 2,^0 00 


562 




10 910.50 


1 466 


15 470,80 


4 722 

1 


18 123 00 


7 oii7 


44 til 


620 :;2fi.20 


76 316 


550 080,80 


72 421 1 


1 364 113,30 


179 171 


9 yj4 '5I0 -'o 


■11 -^l.in 




8 46S.50 


871 




3 059 


" "28 -7'^ 10 


-.i-, 7.(10 


3 6.; 9 


110 800.00 


4 170 [ 


143 S73 SO' 


15 919 


498 630.80 


0(il 975,70 




1 109 146,40 


■-9 93r 




445 321 


3 555 129,90 


43 1 781.20 


^30 864 


1 270 008,70 


45 803 

1 


Is- r-1 - 


112 590 


4 557 504,10 


142 469.70 


2 SO.S 


114 522,20 


4 607 I 

1 


482 540 f-0 


10 493 




n 247.60 


1 132 


39 257,20 


420 1 


35 437,30 


1 971 


91 9.42,10 


3 756.00 


142 


11 761,00 


73 j 


2 564,00 


271 


18 081.00 


,98 079,80 


7 51G • 


97 574 50 


33 196 1 

1 


397 600,70 


4 8 537 




3"g0 618.00 


S 796 


772 865.40 


6 414 1 


666 193.50 


30 547 


2 819 «76.90 


43 680.80 


356 


40 637.30 


126 


18 705.80 


793 


103 023.90 


443 870.90 


4S 541 


380 628,60 


27 683 1 


305 16S ,S0 


134 470 


1 129 666,30 


8 39';, 10 


569 


9 975,80 


836 ! 


14 841, SO 


1 794 


33 213.70 


15.^ <MII 10 


7 031 


234 265,00 


19 336 


354 306.10 


31 754 


744 481.20 


- 


5 064 


119 389,00 


10 607 


181 027.00 


15 671 


300 416.00 


.■;j,^',.1(i 


9 954 


154 172,00 


18 725 


216 608.80 


42 279 


571 409.30 


i.s:; -rr, .,(1 


4G 685 


1 035 941,50 


58 796 


1 205 668,20 


164 472 




■ -d 


35 904 
— 


335 864,10 


57 860 


440 385 20 


144 717 


1 126 825,80 


135,00 








_ 


— 

32 


~13- ro 


245 500.20 


728 903 


1 777 211,40 


708 331 


1 782 603.80 


2 488 726 


5 805 315,40 


227 1 03,70 


3 291 


30 662,90 


8 972 


76 772,80 


57 124 


334 539,40 


- ■ 




2 160,00 




1 900,00 




4 060,00 


332 884,40 


16 060 


633 762 00 


17 028 


883 954,60 


53 765 


2 850 601,00 


257 415,00 


33 532 


274 377.50 


29 775 


271 098,30 


92 645 


802 890.80 


303 035,60 


289 120 


278 260.10 


400 596 


478 964,60 


1 185 122 


1 060 260 30 


316 966,80 


28 S13 


1 131 570.20 


28 371 1 


988 672,70 


89 697 


3 437 209,70 


491 195,50 


21 318 


450 885,60 


32 001 


661 915,10 


88 491 


1 603 996,20 


040 724.00 


129 206 


1 642 059,40 


54 242 


995 471,70 


284 263 


3 678 255.10' 


20 676,90 


327 


26 160,70 






633 


46 837,60 


631 6.59,30 


117 378 

■ 




140 986 1 


2 675 750 90 


416 449 


7 695 684.50 


717 856,90 


1 922 784 


20 982 049,60 


2 079 305 j 


3 174 888 20 


6 524 911 


66 874 794,70 


67 988,70 


3 352 


41 307,20 


2 509 1 


28 958,50 


11 713 


138 254.40 


477 077,70 


4 410 713 


27 947 316 20 


4 329 642 | 


í) 219 399.80 


r>87.5^4 


87 643 793,70 



Departamento JEstaàuaj^ de Estatís^ 



COMÉRC 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO Pi 



Discriminação 



Animais vivos: 



Aves 

Gado • • 

Animais vivos não . especificados 



McitérUis-prirms e artigos com aplicação às artes e indústrias: 



Borracha . . . ■ 
Cabelos, pêlos e penas 



Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, lotim, vime e outios cipós 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Despojos e resíduos animais 

Ferro e aço 

Frutos para cxtração de óleos 



,1utn 

I^ã 

Linho 

Madeií-as 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outros usos . 

Metalóides e vários metais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassava, paina e outras matérias filamentosas 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raízes e cascas . . 

Sêda animal e sintética 

Gumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos . . ■ 



4 2 
11$ 

í' 
15 { 

84 í 
175 ! 
11 1 



483: 
4.6 >■ 



Total 



Artigos destinados à ali"ientação e forragens: 
Artigos destinados à alimentação-bebldas . . . . 

Cereais, farinhas ç grãos alimentícios 

Conservas e extratos 

Frutas e frutos de mesa 

Legumes e verduras 

Leite e seus derivados 

Diversos géneros alimentícios 

Forragens . . . 



776 
1634 
516) 
19* 



Total 



Comércio Interestadual do Estado de São Paulo 



233 



rERESTADUAL 

STADO DE MINAS GERAIS — VIA TERRESTRE 
ie 1946 



1 


Maio 


Junho 


Total 


Valor em 
cruzeiros 


Pêso 

em quilos 


Valor em 
cruzeiros 


Pêso 
em quilos 


Valor em 

cruzeiro,'; 




Valor em 
(■ruzcii"os 


1 

8 880.00 


2 SIU 


■ 

11 458,00 


■ 

- 

606 


3 820,00 


4 o5S 


24 16.'?, 00 


20 458.80 


24 233 


121 269,20 


.36 0.55 


212 320,00 


?8 549 


354 048,00 


470,00 


52 


350,00 


91 


í 200,00 


314 


2 020,00 


20 Si:!. 80 


26 604 


133 077.20 


56 7.52 


- 

217 340.00 


93 221 


380 231.00 




649 643 


5 637 804,00 

• 


398 595 


3 989 052,40 


1 293 544 


12 242 579,>i 


,,:,„-, 70 


520 


6 620,30 


2 485 


34 649.40 


5 135 


77 605,40 




106 


1 900,00 


3 


150,00 


109 


2 050,00 


3 11)8,00 






51 


3 135,00 


103 


6 303,00 


6 981,80 


IS 


241,00 




2 860.00 


4 906 


10 082,80 


8 386,40 


20 980 


15 436,70 


4 236 


5 219,00 


37 168 


29 042.10 


49 209,30 


1 173 


8 402 90 


734 


16 580,70 


3 660 


74 192,90 


890 002.10 


29 802 


689 565 90 


12 501 


219 082,20 


58 191 


1 298 650,20 


197 787,10 


97 486 • 


177 717,00 


119 451 


212 724,50 


301 436 


588 228.60 


716 217,.50 


180 596 


889 470,60 


254 794 


877 679,60 


610 629 


2 483 367,70 


^23 834,00 


13 821 


33 893,40 


3 678 


10 165,00 


28 999 


67 892.40 


786.60 


2 483 


21 272 10 


.529 


2 221,80 


3 183 


24 280,60 


612 464.30 


G 420 


484 073.90 


4 533 


234 214,20 


18 083 


1 230 752.40 


_ 

S14 955,60. 


467 838 


920 309,50 


315 010 


- 

544 015 20 


- 
1 266 224 


2 279 280,30 


391 262,90 


53 438 


534 464,80 


61 063 


724 143,60 


157 346 


1 649 871,30 


.166 033.30 


31 568 


725 991,40 


14 471 


51 684,60 


92 901 


933 709,30 


4 577,00 


2 455 


■-. ! 481 80 


7 924 


27 161,00 


10 751 


53 219.8;) 


192 235.40 


198 924 


212 180,60 


175 075 


214 990,10 


494 231 


619 406,10 


778 014,50 


57 617 


750 480,10 


101 448 


978 071.40 


245 548 


2 506 566.00 


123 702.10 


76 889 


251 866,40 


20 390 


119 324 00 


129 378 


494 892,50 


577 977,30 


18 502 


S82 811,80 


10 514 


767 154,20 


38 247 


2 227 943.30 


668 215,90 


379 117 


590 911.10 


241 317 


611 433.80 


948 205 


1 770 560,80 


8 167 969,60 


2 280 451 


12 856 895.30 


1 749 374 


9 645 611,70 


5 747 967 


30 670 476,60 


2 688 4D8,Õ0 


947 779 


3 197 521,90 


738 769 


2 435 098,50 


2 462 147 


8 321 028,90 


3 598 841,30 


2 234 272 


5 091 475,90 


1 749 235 


3 799 824.10 


5 517 749 


12 490 141,30 


3 852 497,30 


346 848 


2 278 772.10 


282 149 


1 992 590,80 


1 144 321 


8 123 860,20 


236 847,70 


181022 


241 598,90 


190 256 


219 427,70 


566 201 


697 874,30 


59 912,70 


12 362 


31 248.60 


15 288 


22 064,50 


51 081 


113 225,80 


82 611,60 


15 594 


207 259,00 


10 396 


143 968,10 


33 289 


433 838,70 


2 J72 850.00 


1 213 464 


2 542 238,90 


1 731 071 


2 824 978,10 


4 169 552 


7 740 067,00 


214 660.70 


563 065 


452 135 90 


435 350 


390 237,40 


1 276 882 


1 057 034,00 


13 106 629.80 


5 514 406 


14 042 251.20 


5 1.52 514 


11 828 189,20 


15 221 222 


38 977 070,20 



Departamento Estadual d e Estatís tica 



COMÉRi 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO P 

2.C 



Discriminação 



Artigos manuf aturados: 



Alumínio 

Armamento, e munição de caça e guerra 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vir 

Carros e outros veículos. 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligasi 

Ferro e aço 

Fumo e seus preparados 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos e dent 
Instrumentos e ob.ietos matemáticos, ffsi 

Juta 

Lã com ou sem me- cia 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 
Máquinas, aparelhos, utensílios, lerrame 

Eletricidade 

Indústrias 

Lavoura 

Diversos 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos ani 

Níquel 

óleos e graxas-animais 

Óleos e graxas-minerais 

óleos e graxas-vegetais • . . . 

Ouro,- prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes . 

Peles e couros 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros í 
Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêuti 

Sêda com ou sem mescla 

Vários artigos 



acesso rios-cinematografi: 



Diversos: 
Outras espécies não especificadas 



Interestadual di 



rERESTADUAL 
STADO DE MINAS GERAIS 
le 1946 



VIA TERRESTRE 



1 


Maio 


Junho 


Total 


Valor em 
cruzei los 


Peso 
em quilos 


Valor em 
cruzeiros 


Pêso 
em «juilos 


Valor em 


rêso 





1 079 
935 
11 247 
233 847 
4 S97 
74 867 
412 489 
125 5S8 
13 140 
4 552 
1 856 
89 721 • 
111 031 
471 
284 891 
16 023 
52 951 
33 430 
119 040 
303 878 
301 584 



2 291 878 
29 754 

74 892 
284 513 
1 239 031 
123 830 
131 410 



374 



16 656 321.40 


875 940 


331 574,70 


15 258 


1 259 653,00 


67 466 


1 298 241.80 


53 805 


29 294.90 
17 960.10 


2 771 
1 502 


78 483.00 


7 673 


4 350 952,10 


210 105 


71 116.60 


'3 787 


1 540 728.20 


60 733 


3 776 686.20 


496 174 


5 281 168.90 


94 115 


808 534,50 


12 353 


163 519,20 


, G 515 


264 278,30 


696 


1 0G7 692.70 


102 962 


7 487 140,40 


60 487 


56 538,90 


338 


2 269 213.80 


240 279 


261 338,70 


14 329 


1 669 501,60 


57 066 


582 974,50 


44 922 


1 296 625.10 


94 756 


4 424 446.90 


212 347 


2 137 002.10 


313 321 


80,00 




1 495,50 


2 244 


3 390 344,30 


1 975 456 


194 853,60 


38 576 


7 604,00 




8 453 363,40 


68 916 


2 487 094.40 


274 359 


903 455,70 


1 296 325 


5 788 155,00 


126 305 


2 137 609.50 


113 239 


6 740 706.00 


464 103 


119 155.20 


B 317 


8 120 162,30 


327 736 


95 525 066.50 


7 743 270 



I I 

15 741 180 • I 122 969 460.60 | 



13 802 898.20 
504 796.50 
1 250 445.30 
1 499 46-! 50' 
73 888 10 
26 826 20 
50 185.30 
4 369 365.40 

76 544.70 
1 363 175.80 
4 405 880.70 
4 104 233,70 

062 590.90 
281 052.10 

77 988,50 

1 269 051,80 
6 053 347.20 

73 046.20 

2 077 060.20 
244 789,80 

1 683 344.10 
885 516,70 

1 257 502 30 

3 914 347.011 

2 184 299.70 



12 175.50 
3 076 145,90 
264 216.80 
3 653,00 
7 395 796.80 
2 099 585.10 
926 215.70 

5 951 091.40 
2 059 353,00 

6 285 885.70 

63 317,20 
R 471 574.00 

Sfi soo liõl ,00 

164 3S7.2U 

lOS 656 179.10 



41 843 
212 192 
135 216 
5 945 

2 947 
26 337 

638 65(i 
13 915 

220 780 
1 292 567 

317 619 
37 818 
21 878 

3 111 



10 327 
784 380 

48 913 
160 540 
114 044 
307 939 
695 627 
973 068 



4 334 
508 745 
192 776 

232 613 
794 175 
; 611 640 
35fi 420 
374 017 



GGO 



40 019 730,40 

1 307 549.20 

3 220 842. 8M 

4 014 448.30 
202 446,40 

56 313.30 
185 371,30 
12 881 796.20 
210 256,50 
4 G49 954.60 

12 095 688,80 

13 383 489.40 

2 122 354.50 
699 947.50 
406 383.70 

4 085 097,20 
20 896 700.40 
242 010,30 
6 421 9:;7,80 
826 511,50 
4 780 334.90 

2 3G8 405.90 

3 576 010.70 
12 070 007.50 

6 787 940,50 
80.00 



152,40 
463,10 
171.10 
244.00 
330.10 
710.20 
151.90 
747,10 
643,20 
949.70 
433,20 
743. On 



15 

23 482 
6 554 
3 181 

16 G35 
6 383 

19 218 



144 509 I 1 015 594.20 

j 

45 1 )4 186 \ 345 551 811. .^0 



236 



Departamento Estadual de Estatística 



CO MÉ R( 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO 



D i s c !• i m i n a ç ; 



Gsdo 
Animais 



Total 



Matérias-primas e artigos com aplicação às artes e indústrias: 

Algodão 

Botracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós 

Carvão mineral 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas . 

Despojos e resíduos animais 

Ferro e aço . . . . • . 

Frutos para extração de óleos , 



e outros usos 



Linho 

Madeiras 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tli 

Metalóides e vários metais 

Ouro, prata e platina 

Prj.;ha, esparto, pita, piassava, paina e outras matérias filamentosas 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

PeJes e couros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raízes e cascas . 

Sêda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos 



Total 



Artigos destinados à alimentação e forragen 
Artigos destinados à alimentação-bebidas . 
Cereais, farinhas e grãos alimentícios .... 

Consei-vas e extratos 

Frutas e frutos de mesa 

Legumes e verduras 

Leite e seus derivados 

Diversos géneros alimentícios 

Forragens 



2 252' 

34; 



Comércio Interestadual do Estado de São Paulo 



ERESTADUAL 

!TADO DO PARANÁ — VIA TERRESTRE 
e 1946 





Maio 


Junho 




T,,t 




alor em 


Pêso 


Valor em 


Pêso j 


Valor (_m 








2 890.00 




■ 

5 310 00 


1 

592 1 


' 

3 106.00 


2 1)16 


n 306.00 


6 000.00 


;^14 400 


707 400,00 




20 000.00 


325 567 


733 400.00 


600.00 






51 j 


301.20 1 


112 






315 5->9 


712 710,00 


10 o51 j 


23 407.20 


327 095 


'15 (-(17 •>() 


868 778,60 


1-624 


429 038,00 


32 995 1 


730 863.70 j 


87 870 


2 028 680.30 






15 951.30 


601 1 


6 590.50 1 


1 659 


27 229.50 


9 ISl 90 




— 


109 1 


4 725,60 1 


287 


13 907,50 




~ 15 


20,00 


11 [ 


506,00 1 


26 


526,00 


4 680,00 


10 000 


12 000,00 


10 586 1 


12 890.00 1 


29 006 


29 570,00 


29 660,10 


5 940 


45 558,90 


1 513 1 


17 861,40 1 


8 833 


93 080,40 


73 946,00 


4 444 


69 857,50 


1 809 1 


40 623 80 1 


10 754 


184 427.30 


262 540,20 


154 888 ' 


502 183.80 


81 361 [ 


428 371.10 


278 087 


1 193 095.10 


811 875,70 


' 442 629 


1 674 714,90 


397 079 


1 441 352.50 


1 303 285 


4 927 943.10 


3 530,00 


742 


1 730,00 


1 191 ] 


6 497,80 1 


3 587 


11 757.80 


40 447,80 


13 875 


111 890,40 


20 987 


189 223.70 1 


43 589 


341 561.90 


109 852,50 


846 


60 951,60 


1 839 1 


133 771.50 1 


4 790 


304 575.60 


— 


1 126 


6 193,00 


543 1 


3 717,00 1 


1 669. 


9 910,00 


12 849, SO 




58 233,80 


86 713 


82 546.80 1 


117 752 


153 629,90 


309 689,90 


54 727 


415 315,60 


48 091 


358 859.00 | 


150 856 


1 083 864,50 


92 716.60 




85 116,00 


3 984 


37 042 80 


52 808 


214 875.40 


91 450,00 


^444 


32 902,60 


. 35 317 ! 


34 687,00 


149 245 


159 039,60 


177 884,50 




1 164 506,70 


1 407 246 j 


699 437.30 | 


5 750 873 


3 041 828.50 


686 468,20 




465 298,00 




501 613,90 1 


80 580 


1 653 380,10 


353 669,80 


64 915 


524 612.80 


22 973 1 


286 761,70 1 


130 535 


1 164 944,30 


97 757,60 


2 938 


118 594,10 




61 472,50 1 


5 230 


277 824.20 


428 906,40 


75 001 


264 364,80 


58 70^ ! 


232 855,30 


224 978 


926 126.50 


470 573.80 


3 000 525 


6 058 933,30 


2 239 869 j 


5 312 270,90 | 


8 436 299 


17 841 777.50 


706 530,80 


462 558 


1 683 190,40 


341 850 I 


1 293 502.20 j 


1 298 065 


4 683 223.20 


529 893,50 


155 797 


460 082,80 


67 109 1 


260 410,80 


431 801 


1 250 386.60 


234 851.70 


199 064 


1 499 870.90 


205 553 1 


1 506 006,40 1 


572 356 


4 240 729.00 


159 678,70 


26 182 


136 941.80 


46 303 1 


153 577,60 


121 857 


450 198,00 


3 881,00 


1 239 


2 105,00 


2 821 [ 


3 769,00 


6 711 


9 755,00 


506 566.80 


43 769 


565 425,30 


36 780 


522 066,40 


116 806 


1 593 058,50 


0Í6 043,90 


546 966 


1 236 574,70 


585 259 ! 


1 194 362.90 1 


1 525 660 


3 496 981 50 


194 829,80 


231 845 


200 899,00 


173 959 


146 495.20 ! 


529 111 


542 224.00 


) 401 276.00 


1 667 420 


5 785 089,40 


1 459 634 1 


5 080 190.40 


4 602 367 


16 266 555.80 



238 



Departamento Estadual de Estatística 



COMÉK 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO I 

2.0 



D i s c r i m 1 ira ç a o 



outros cipo 



iig-as 



Artigos maniif aturados: 
Algodão com ou sem mescla 

Alumínio 

Armamento e munição de caça 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da Índia, bambu, junco, i 
Parros e outros veículos . 
Chumbo, estanho, zinco e suas 

Cobre e suas ligas . 

Ferro e aço 

Fumo e seus pi-eparados 

Instnimentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos ç dentários .... 
Instrumentos e objetos matemáticos, físicos, químicos e óti< 

JÚta 

Lã cora ou sem mescla 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, apai-elhos. utensílios. feiTamentas. acessóiios-eino 
Eletricidade 

Indústrias 

Lavoura ... 

Diversos 

Madeiras . 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos animais 

Níquel 

Óleos e gia.xas-animais 

Óleos e graxas-mhierais . . 

Óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes .... 



21 

465'i 
811 
8! 
31 
21 



Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros usos 
Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêuticas 

■Sêda com ou sem mescla ' . 

Vários artigos 



Diversos: 
Outras espécies não especificadas 



23!) 



:erestadual 

3tad0 do paraná — via terrestre 

le 1946 



1 


Maio 


Junho 






Péso 


Valor em 


I Pêso 


Valor em 






ruíeií-os 


em quilos 


cruzeiros 


j em quilo» 


cruzeiros 






•082 :íT5,;íO 


415 420 


16 628 519.90 


342 G57 


1 

14 755 399.80 


1 133 734 


1 


157 230.80 


6 647 


238 255,50 


7 156 


239 612,10 






127 107.20 


4 S20 


90 542.20 


6 055 


83 638.70 


20 652 




516 142.40 


26 274 


782 856,40 


37 012 


996 053.80 


82 450 


1 2 295 052 60 


11 õyn.so 


465 


12 267,90 


254 


7 310.40 


1 171 


;<| i-^g 20 


16 734.00 


644 


17 403,00 


496 


16 205.30 


1 




1.-, :is:i.0O 


7 240 


19 619,00 


4 739 


31 157.00 


1- UV' 




o.::,:,..o 


111 776 


2 540 370,90 

■ 


127 849 


2 567 334.70 


325 187 


7 "05 UiiZ 




5 376 


162 845.40 


3 200 


51 635.70 




291 282,00 


,.40 


30 467 


666 658,50 


30 473 


750 094 90 


82 269 


1 970 800.80 


OSii U'J.5.50 


530 684 


4 360 357 80 


458 (14 


4 043 49S.30 


1 463 580 


, 12 499 951,60 


285 213.10 




2 636 054,40 




2 762 566.40 


215 878 


8 683 833.90 


4:;:i .^■■;.i.4n 


5 621 


404 403,00 


6 243 


430 388.70 






70 


2 414 


98 760 50 


1 646 


55 452.10 


^7 908 


' ^o" 537 'o 




1 016 


77 027,60 


■ 1 173 


114 172.00 


4 512 


370 925.70 




321 917 ' 


3 952 158,80 


288 582 


3 589 333,10 


799 464 


9 858 780.50 




47 626 


4 151 944,70 


38 783 


2 473 459.80 




10 062 818.00 


o s:)9.50 


38 


4 560,00 


— 






8 459.50 


104 750.80 


155 653 


1 282 752 00 


102 790 




•Vi6 


1 092 602 40 


114 S.ÍS.IO 


6 175 


162 977.90 


6 696 


138 708 10 






h.90 


40 876 


1 226 419,20 


40 753 


1 112 4S,^ ■2'< 






- ■ j.on 


• 15 192 


226 299,30 


25 259 


461 u'.0,Hii 




" ,'„'| 


631 023.80 


49 888 


549 962,80 


45 439 


027 658,00 


151 ■'56 




-787 6S4.30 


244 966 


4 717 471 50 


193 811 


3 780 809.40 


CO" 39'i 




474 1.50.70 


65 717 


532 006,60 


69 156 


569 353.4 0 


103 106 




- 


121 


1 150.00 






121 


1 150 00 








23 


536.00 


23 




27 921.10 


3 592 


19 110,70 


1 543 


8 987.80 




56 019 60 


618 841.40 


619 574 


1 416 982,10 


447 632 


1 141 343.20 


1 795 663 


4 077 166.70 


737 550,70 


45 067 


266 989,20 


26 857 


193 882.60 


183 439 


1 198 422.50 


71 467,20 




1 208.00 


— 


11 207.00 






144 242.40 


72 585 


2 767 805.30 


39 469 


2 461 982.10 


144 878 


7 374 029.80 


704 594,20 


193 361 


1 455 614,70 


202 261 


1 731 286.40 


712 085 




658 797,80 


420 714 


695 709,30 


387 934 


542 853.00' 


1 242 690 


1 797 360,10 


256 251.00 


69 249 


2 720 256,10 


56 306 


2 479 542.30 




7 456 049.40 


025 045,70 


57 043 


968 811,60 


52 641 


941 119.80 




/ 034 977.10 


884 211,10 


307 166 


3 017 470,40 


238 472 


2 506 307.10 




- :'.57 088.60 


35 682,80 


226 


19 918,00 


265 


116 392.30 






103 298,80 


315 339 


5 1 13 857,40 


210 055 


4 249 054,60 




' -, .'111.^0 


! 

071 939.90 


4 275 446 


64 007 377,60 


1 

3 667 878 






826 481,70 


■ 1 
249 500.70 


1 

28 725 


1 

190 867.00 








724 1 41 20 


1 

202 779,90 


9 287 645 


j 

76 754 977.30 


7 413 252 


416 806.20 ! 


1 

25 530 887 | 


217 404 563,40 



Depaitamento Estadual_deJE^atistica^ 



C O M É E 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO ] 

2.0 



Discriminação 



Animais vivos: 

Aves • ■ ■ 

Gado 

Animais vives não especificados . • •. • • ■ • • 

Total 

Matérias- primas e artigos com aplicação ás artes c nidastri 

Algodão 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, i-otim, vime e outros cipós . . 

Carvão mineral 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Despojos e resíduos animais • • 

Ferro e aço 

Frutos para extração de óleos . - 

Juta 

Lã • ■ 

Linho 

Madeiras ' 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outros usos 

Metalóides e vários metais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassava, paina e outras matérias filamentosa 

Pedras, tei-ras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raízes e cascas . 

Seda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos . - 

Tctal . 

Artigos destinados à ahmentação e forragens: 
Artigos destinados à alimentação-bebidas . . . • ■ • 

Cereais, farinhas e grãos alimentícios ■ ■ 

Conservas e estratos ' ' ' 

Frutas e frutos de mesa 

Legumes e verduras 

Leite e seus derivados 

Diversos géneros alimentícios 

Forragens 



Total 



Comércio Interestadual' do Estado de São Paulo 



241 



'EEESTADUAL 

3TAD0 DO RIO DE JANEIRO — VIA TERRESTRE 
le 1946 



Maio 



Junho 



quilos cruzei 



DS 020,00 
6 500.00 



37 

605 430 



718 S38.70 
4 680,00 



508 653.; 
84 500.1 



1 727 
21 874 



6 300,00 
34 707.10 
49 558,00 
123 264,40 
81 460,00 



33 232,10 
18 005,40 



527 
3 676 
20 688 
19 351 

3 178 

198 839 

4 944 
4 885 



46,40 
9 252.30 
45 652,20 
61 111.90 
41 422.50 



276 311,50 
24 136,20 



1 045 

2 493 
67 445 

67 434 

68 505 



448 
484 507 
15 342 



401 



292 194 
4 748 
15 201 
17 432 
56 392 



48 436,20 
153 263,50 
25 957,60 
52 232,30 
787 703,70 
134 226,50 



275 868 
6 312 

16 538 
9 070 

49 306 



136 385,30 
73 906,90 
80 672,80 
772 409,20 
117 455,00 



)6 938 
11 090 



37 998 
167 585 



37 247 
1 248 017. 



26 426 I 
471 835 j 
62 794 I 



94 345,20 
2 541 861.50 
1 052 637,90 
61 909,00 
3 567,00 
179 430,00 
1 618 082,80 
72 597,50 



23 226 
187 943 
118 835 
10 506 
493 
360 
105 916 
64 076 



107 620,80 
2 265 675,70 
762 832,40 
15 573,40 
540,00 
3 378,30 
368 556,80 
42 559.50 



97 253 
3 512 071 
475 288 
35 861 
9 019 
49 959 
1 181 318 
252 226 



Departame^^ 



COMÉE 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO^l 



Discriminaçi 



Vês 

n quil 



objetos matemáticos, físicos, químicos e óticos 



Artigos manufaturados: 
Algodão com ou sem mescla 

Alumínio 

Armamento e munição de caça e guerm 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas . ■ 

Cânhamo . , j 2 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipos , 

Carros e outros veículos 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas i 12{ 

F^rro e aço 

Fumo e seus preparados 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos e dentários 
Instrumentos e 

Juta 

Lã com ou sem mescla 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, aparelhos, utensílios, ferramentas, acessórios-cinematografia 

Eletricidade . . • ■ 

Indústrias 

Lavoura 

Diversos 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos animais . • • 

Níquel 

Óleos e graxas-aniraais 

ÓUos e graxas-minerais 

Óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros . • • 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura c outros usos . • • 
■ Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêuticas . • • 

Sêda com ou sem mescla . . . • • 

Vários artigos 

Total . ■ 

Diversos: 

Outras espécies não especificadas 



Total Geral 



Comércio In terestadual 1<> Estado de São Paulo 



243 



r E R E S T A D U A L 

STADO DO EIO DE JANEIRO 

le 1946 



VIA TERRESTRE 



Maio 



Junho 



Total 



9 044 
121 675 
310 945 
20 161 
S 530 
45 764 
30 

137 377 
1 210 381 
5 556 
3 891 519 



34 043 1 


1 730 861,00 


6 066 1 


210 965,30 


1 144 1 


505 540,00 


10 313 1 


604 541,60 


620 1 


13 355.40 


i 

2 820 


829.70 


70 803 


1 398 152,70 


317 1 


3 791,00 


88 169 


1 321 230,00 


83 534 


1 002 535.10 


19 595 ! 


672 194.30 


862 1 


43 844.80 


4 988 1 


107 369,10 


237 ' 1 


45 613.30 


1 876 ' 1 


20 903. 9u 


20 447 1 


1 810 297,70 


393 1 


40 869,50 


70 346 I 


615 097,00 


77 1 


1 202,50 


4 798 1 


144 166,70 


23 259 1 


435 252,00 


13 405 I 


129 410,20 


32 506 j 


827 859,00 


62 789 1 


550 461,80 



18 535,50 
8 242,90 
371.00 
1 354 767,90 
897 969,60 
340 506,80 
959 287,40 
145 907,60 
486 060,50 
4 321,50 
1 369 517.40 

17 847 831.70 



34 013 
5 827 

30 284 
7 725 
295 



60 979 
13 803 
1 461 
3 059 



15 597 
77 

44 509 



110 



38 460 
68 750 



704 
4 718 
1 157 

8 305 
67 540 
259 982 
20 791 
13 416 
38 190 
118 
54 907 

971 641 

3 277 

I 719 096 



1 835 099,90 
195 762,70 
350 341,00 
268 925,40 

11 896,80 

2 509 922,90 

21 149,80 
561 238,60 
804 946,20 
523 029,60 
109 183,90, 

87 497,20 

21 637,10 
1 364 730.10 
9 724,00 
485 997,60 
2 752,00 
209 878,70 
163 799,90 
67 897,50 
709 627,30 
522 516,10 



4 375,00 
12 654,70 
3 857,00 

1 314 477.60 
656 745.90 
231 784,10 
890 533,30 
218 783.70 
902 697,80 
6 757,00 
707 122,10 

15 794 438.50 

26 182,30 

23 456 149,60 



113 793 
15 717 
32 078, 
25 114 
1 190 
42 
7 016 
289 2.53 
6 041 
167 082 
271 214 
50 376 
3 948 
10 753 



51 416 
775 

154 546 
194 
18 160 

52 335 
28 039 

121 015 
202 627 



744 
12 419 



31 189 
237 713 
883 192 
56 783 
37 275 
159 005 
487 
299 567 

3 359 870 

10 262 

12 924 508 



I Valor em 



5 S64 91.3,20 
■ 532 981,90 
897 215.00 

1 110 223,50 

31 960,30 
764.40 
61 841,30 
5 849 760,60 
78 241,40 

2 932 836,60 
2 761 815,80 
1 841 220,90 

292 531,80 
302 848,50 

51 740,50 
114 251,00 
4 692 604,80 

69 410,50 

1 513 660.00 

4 074,50 
532 066.20 
915 387,80 
298 231.60 

2 444 753,20 
1 605 402,40 



4 625,00 
52 200.10 
60 035,20 
371,00 
3 688 575,20 
2 048 153.50 
887 876,30 
2 696 190,50 
619 694,40 

1 962 092,90 

36 038,40 

2 954 860.20 

49 811 440.40 
93 541,90 
78 040 589,90 



244 



Departamento Estadual de Estatística 



COMÉR 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO F 



Ammais vivos: 
Aves 

Gado 

Animais vivos não especificados . 

Total 

Matérias-primas e artigos com aplicação às artes e indústrias: 

Algodão 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós . 

Carvão mineral 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas • 

Despojos e resíduos animais 

Ferro e aço 

Frutos para extração de óleos 

Juta 

Lã 

Linho 

Madeiras 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outros usos . 

Metalóides e vários metais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto, pita, piassava. paina e outras matérias filamentosas 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raízes e cascas . 

Sêda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos 

Total 

Artigos destinados à nl^mentarão e forragens: 

Artigos destinados à alimentação-bebidas 

Cereais, farinhas, e grãos alimentícios • 

Conservas e extratos 

Frutas e fxnitos de mesa 

Legumes e verduras . 

Leite e seus derivados 

Diversos géneros alimentícios 

Forragens 

Total 



71 
41 



08 

I 



Comércio Interestadual do Estado de São l'aulo 



TERESTADUAL 

;STADO DO RIO GRANDE DO SUL 

de 1946 



VIA TERRESTRE 



ú 


Maio 


Junho 


Total 


Valor em 


Pêso 


Valor em 


Pêso Valor em 


Pêso 


Valor cm 


cruzeiros 


em quilos 


cruzeiros 


em quilos 1 cruzeiros 


em quilos 

















2 451 970.70 



2 450.00 
2 450.00 



27 016 
760 



753 502, S 
7 704.1 



93 089 
11 607 



51 593- 

36 957 



6 941 
1 618 



77 985.60 
110 746.40 
144 522,30 

37 890,00 
90 215,30 



1 743 
302 912 
19 002 



36 197,40 
581 343,30 
98 042,80 



597 603 
75 649 
675 
14 513 
7 067 



4 974.90 
266 156,60 
20 630,90 



8 249 
2 556 



4 170,00 
222 096,60 
53 707.90 



2 633 
2 740 
12 513 



32 252.00 
110 615,30 
269 507,50 

16 711,00 
242 611,30 

52 494,60 



471 
146 594 
1 878 
8 002 

398 



20 546,00 
85 360,80 

170 605,70 

21 686,10 
32 271.10 
27 992.70 



2 550 
921 872 
11 432 
13 616 
10 404 
23 674 



1 754 
21 531 
6 275 
411 



38 727.00 
3 959,40 

13 221,00 

23 333 60 
7 350.00 
7 495.00 

70 184,80 



27 446 
6 782 



95 528,00' 
13 261.20 
12 959,50 
87 355.00 
4 084,00 
10 675,60 
73 724.40 



58 760 

18 434 
5 795 

82 992 

19 759 
2 139 

11 148 
1 840 



246 



Departamento^ Estad ual de Estatístic a^ 



COMÉE 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO P 

2.0 ti 



D i s c r 1 m 1 n a ç i 



Artigos mannfaturaãos: 

Algodão cpm ou sem mescla 

Alumínio 

Armamento e munição de caça e guerra 

Bon-acha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós • • • 

Carros e outros veículos 

Chumbo, estanho, zinco e suas iigas 

Cobre e suas ligas 

Ferro e aço 

Fumo e seus preparados 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos e dentários 

Instrumentos e objetos matemáticos, físicos, químicos e óticos . • 

Juta 

Lã com ou sem mescla 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, aparelhos, utensílios, ferramentas, acessórios-cinematografia 

Eletricidade 

Indústrias 

Lavoura 

Diversos 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos animais . • 

Níquel 

Óleos e graxas-animais 

Óleos e graxas-mmerais 

óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros usos - . • 
Produtos químicos, drogas e especialidades farmacêuticas . • • 

Sêda com ou sem mescla 

Vários artigos 

Total 

Diversos: 

Outras espécies não especificadas 



173 2! 
3 
3 
43 



Total Geral 



Comércio Interestadual do Estado de São Paulo 



TERESTADUAL 
SSTADO DO EIO GRANDE DO SUL 
de 1946 



VIA TERRESTRE 



Maio 



Junho 



141 244 
1 214 
31 861 
33 450 
11 



139 742 
732 
12 508 

182 790 
503 

1 483 

2 654 
653 

48 857- 
45 411 
693 
27 412 
1 175 

10 145 
38 744 

7 761 
34 275 

11 292 



43 322 
39 876 
51 165 
9 785 
9 913 
69 402 
554 
62 815 

1 071 008 

4 329 

1 532 137 



6 391 932,90 
46 715,50 
547 676.30 
952 023,50 
2 674,50 
1 040,00 

3 654 448,70 
30 126,80 
392 546,70 
9S9 825,80 
25 007.50 
54 665,30 
131 932.S0 
87 318,50 
604 943,60 
3 324 452.50 
. 80 001.50 
412 644.00 
45 465,00 
335 963,40 
710 799.70 
98 374,80 
770 999,10 
112 469,20 



848.00 
37 344,40 
154,00 
107 000,00 
3 651 552,10 
457 978.80 
98 212.90 
568 844.10 
325 126.00 
2 230 586,60 
42 638.50 
2 601 709,30 

29 926 043,10 

59 958.00 

32 602 242,60 



145 819 
1 366 
31 151 
40 224 



15 648 
52 877 
1 409 
1 665 
1 284 
129 
29 534 

1 392 
64 982 
576 
11 600 
1 614 
3 246 



44 ' 



6 236 758,00 
43 932,10 
560 419,40 
1 149 736,60 



3 185 748,90 

4 867,10 
475 255,10 
723 985,00 
77 673,80 
89 770,30 

54 506,60 
12 151,40 

394 804,70 

4 112 042.30 
230 520,70 
415 887,10 

11 925,00 
385 911,70 
88 905,40 

55 089,10 
982 675,90 
279 669,10 



66 702 



494 316 

1 428 

335 789 

2 321 
5 264 
5 406 

1 671 
130 486 

138 464 

2 262 

139 166 
2 432 

37 066 
56 061 
29 211 
115 516 
48 763 



1 092, 


6 582,20 1 


1 289 


f 7 805,20 


15 040 


25 832,90 1 


44 334 


123 425,10 


19 


340,00 1 


964 


5 922,00 








107 000,00 


35 423 


4 362 542,20 1 


149 177 


12 802 217,70 


31 359 


406 475,50 | 


88 956 


1 192 453,90 


11 385 


76 647,70 j 


88 813 


245 666,20 


4 504 


287 796,60 j 


25 744 


1 455 858.60 


15 794 


358 850,40 


36 531 


911961.20 


73 606 


1 165 823,40 1 


307 400 


•5 316 058,70 


5 


1 032,00 1 


1942 


236 690,90 


58 574 


2 090 543,50 1 


183 395 


7 076 975,30 


926 040 


28 354 700,70 j 


3 164 085 


91 384 239.30 


13 216 


33 180.00 1 


19 594 


123 805,20 


517 963 


30 857 377,40 | 


5 208 655 


100 173 823,50 



248 



Departamento Estadual de Estatística^ 



C O MÉE(Í 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO Pj| 

2.0 tv' 



D i s c r 1 m 1 n a ç 



Animais vivos: 

Aves 

Gado 

Animais vivos não especificados 

Total 

Matérias-primus e artigos com aplicação às artes e indústrias: 

■Algodão 

Boiracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo . • 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós . . ■ 

Carvão mineral . • - ■ 

Chumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Despojos e resíduos animais 

Ferro e aço 

Fi-utos para extração de óleos 

Juta 

Lã 

Linho 

Madeiras 

Matérias ou substâncias para perfumaria, tinturaria e outros nsos . 

Metalóides e vários metais 

Ouro. prata e platina ■ " 

Palha, esparto, pita, piassava. paina e outras matérias filamentosas 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e coxiros 

Plantas, folhas, flores, frutos, grãos, sementes, raizes e cascas . . 

Sêda animal e sintética 

Sumos, sucos, resíduos e resinas vegetais, exclusive óleos 

Total 

Artigos destinados á aumentarão e forragen: 
Artigos destinados à alimentação- 
Cereais, farinhas e grãos alimen- 
Conservas e extratos 
Frutas e frutos de mesa 
Legumes e verduras . . 
Leite e seus derivados 
Diversos géneros alimentícios 
Forragens 



249 



TERESTADUAL 

JSTADO DE SANTA CATARINA 

de 1946 



VIA TERRESTRE 



Maio 



Junho 



Total 



14 846 
138 



471 



1 656 
40 58Í 
154 615 



1 315 
11 554 



10 092 
312 128 
16 569 

1 381 
25 573 



391 659/ 
3 146, S 



;,30 



11 ( 

33 260,40 
297 401.00 
552 200,80 

45 400.00 
21 147.20 

16 760.00 
110 378.70 
7 426.90 



156 379.30 
92 788,00 
20 928.50 
61 223,60 
86 850,90 



10 493 
122 561 



13 249 
2 268 



4 910 
3 285 

3 390 

4 634 
4 499 



603 550.20 
21 090.30 



17 470.20 
61 526,40 
74 124,00 
418 481,10 
200,00 



I 404 979.00 

i 11 688,60 

i 

j 3 444,00 

I 16 358,10 

I 20 130,40 

I 16 511,40 



151 i 



520 414,70 


95 916 1 


313 213.40 1 


65 016 


230 162,00 


313 173 1 


1 063 790.10 


7 189,50 1 


13 112 


44 292,50 1 


5 998 


32 786,30 1 


20 447 1 


84 268,30 


144 861,40 1 


11 142 I 


94 081,50 ] 




66 368,70 


36 578 1 


305 311,60 


34 754,40 


4 440 I 


39 915,40 1 


1 392 


10 810,00 


S 439 1 


85 479,80 




35 1 


250,00 1 


20 


50,00 


55 1 


300,00 


29 344,50 1 


75 j 


967,00 1 


261 


2 965,00 


2 545 1 


33 276.50 


84 137,90 1 


3 692 1 


55 638,20 


5 477 


78 058,30 1 


14 502 


217 834,40 


2 991,00 








3 630,00 1 


11 399 1 


6 621,00 


823 693.40 | 


128 412 


548 358,00 | 


93 036 


1 

424 830,30 | 


408 138 1 


1 796 881.70 



46 929 
2 155 



2 513 
10 137 
62 798 
369 969 
971 
5 056 
8 269 
100 
103 815 
30 181 
5 180 

10 259 
455 850 

23 355 
7 551 
7 318 

56 583 



250 



rippartamento Estadual de Estatística 



COMÉR 

EXPORTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO P 



2° tiBl 



Discriminação 



Artigos manufatiiraãos: 

Algodão com ou sem mescla 

Alumínio 

Armamento e munição de caça e guerra 

Borracha 

Cabelos, pêlos e penas 

Cânhamo 

Cana da índia, bambu, junco, rotim, vime e outros cipós . • • 

Carros e outros veículos 

iChumbo, estanho, zinco e suas ligas 

Cobre e suas ligas 

Ferro e aço 

Fumo e seus preparados 

Instrumentos de música 

Instrumentos e objetos cirúrgicos e dentários 

Instrumentos e objetos matemáticos, físicos, químicos e óticos . . 

Juta 

Lã com ou sem mescla 

Linho 

Louças, porcelanas, vidros e cristais 

Máquinas, aparelhos, utensílios, ferramentas, acessórics-cinematografia 

Eletricidade 

Indústrias 

Lavoura ' . . . • 

Diversos 

Madeiras 

Marfim, madrepérola, tartaruga e outros despojos animais . . ■ 

Níquel 

Óleos e graxas-aniraais 

Óleos e graxas-minerais 

óleos e graxas-vegetais 

Ouro, prata e platina 

Palha, esparto e outras matérias filamentosas 

Papel e suas aplicações ' ' 

Pedras, terras e outros minerais semelhantes 

Peles e couros 

Perfumaria e artigos de tinturaria, pintura e outros usos . - ■ 
Produtos químicos, drogas e especialidades fai-macêuticas . . 

Sêda com ou sem mescla 

Vários artigos 

Total 

Diversos: 

Outras espécies não especificadas . . . • • 



Total Geral 



Comércio Intei-estadual do Estado di- Sfin i'a 



T E R E S T A D U A L 

3STAD0 DE SANTA CATARINA 



VIA TERRESTRE 



de 1946 






( coniinnarão) 


•il 


Maio 


Junho T ; ; 1 


Valor em 
cruzeiros 


Pêso Valor em 
em quilos cruzeiros 


Pêso Valor em 
em quilos cruzeiros ( ^ 



126 650,70 
l 677 512.70 
57 ÕS3,60 
44! 773. GO 
2 800,00 
3GG 120,30 
117 034.00 
-13.50 



4 462,20 
41 618,50 
11 354,00 



201 949 

11 204 
2 431 

12 190 

24 



132 128 
3 030 
10 160 
143 143 
33 046 
3 092 
1 120 
60 
5 510 
16 827 
136 
31 100 

16 910 
26 050 
10 862 



10 690 

48 

14 200 
28 465 
63 S77 

9 576 

15 524 
83 230 

71 
42 672 

983 427 

4 222 

1 715 175 



5 140 722,70 
390 586,60 
40 381.10 
379 879.70 
588,40 
15 815.00 

2 675 661,80 
76 096,70 
244 294.30 
1 311 057,20 
1 291 344,40 
230 528,80 
42 637,40 
7 234.00 
71 357,20 
1 524 724,90 
17 782,00 
295 103,40 
350,00 
569 008.20 
609 109.90 
116 755.90 
927 162,60 
67 633,60 



3 700.00 
86 068,60 
250,00 
5 558,00 
176 755.90 



I 69 155.00 

I 443 254.40 

I 324 556.80 

! 793 664.10 

I , 10 262,70 

I 1 367 53=i,50 

I 

20 628 645,00 

! 

! 38 435,50 

I 

I 23 407 860,10 



101 932 
9 371 



7^458 
21 980 



589 
16 387 
2 415 
4 879 
57 561 
4 660 



2 313 
29 878 
4 677 

11 939 
42 335 
15 812 
10.772 



1 082 

' 091 I 



4 289 993,10 
286 439,10 



1 355 601.80 
16 924.80 
187 767,60 
1 040 875,30 

1 442 954.80 
178 943,50 

28 472,60 
25 555,00 
95 534.60 

2 240 612,70 

21 910.30 
293 976.30 

32 600,00 
473 529,10 

55 104,40 



60 I 



,50 



13 381,80 
58 710,60 
30 345,20 

1 233 877,10 
353 192,30 
33 279.40 
484 376,50 
198 769.60 
891 149.30 

1 338 716.70 

18 449 103.00 

40 596.40 

20 773 701.10 



430,627 


14 542 649,40 


24 637 


821 307,30 


4 905 


74 064,00 


3.! 912 


1 038 527.60 


49 


1 ^'^'^ 


917 


21 285,00 


304 


6 251.00 


280 493 


5 592 051.30 


4 079 


107 445.50 


33 938 


751 200.80 


461 910 


3 639 373.90 


160 873 


6 025 168.20 




527 388,60 


2 137 


83 154.20 


572 


38 259,00 


23 683 


293 542,50 


57 076 


5 442 850,30 


680 


97 275.90 


115 989 


1 030 853,30 


649 


35 750 00 


43 874 


1 378 657,60 


33 069 


781 248.30 


17 951 


202 151,90 


147 128 


3 104 353,20 


19 696 


216 928,90 


3 857 


21 544,00 


. 53 888 


186 397,70 


6 602 


41 949,20 




5 558,00 


34 710 


3 244 808,20 


117 467 


1 071 114,00 


110 336 


161 100,90 




1 225 132.10 


46 393 


, 818 998,90 


208 240 


2 418 656,00 


229 


20 852,00 


172 257 


4 007 679.40 



2 689 398 
8 101 
4 314 660 



ESTATÍSTICAS DA CAPITAL DE SÃO PAULO - 1945 



SUMÁRIO 

A. SITUAÇÃO SOCIAL: 

1 — Hotéis e Pensões 

2 — Hospitais — Movimento Geral de Enfermos 

3 — ■ Hospitais — Enfei-mos entrados — sexo 

4 — Hospitais • — Enfermos entrados — idade 

5 — Hospitais — Enfermos entrados — nacionalidade 

6 — Hospitais ■ — Especialização e lotação 

7 — • Asilos e Recolhimentos 

8 — Associações beneficentes — Auxílios prestados 

9 — Associações beneficentes ■ — Movimento de Associados 

10 — Associações Mútuas — Auxílios prestados 

11 — Associações Mútuas — • Movimento de Associados 

12 — Sindicatos de Empregadores 

13 — Sindicatos de empregados, conta própria e liberais 

14 — Cooperativas — Caracterização 

15 — Cooperativas — Movimento Social 

16 — Cooperativas — Movimento Financeiro 

17 — Seguros 

B. SITUAÇÃO CULTURAL: 

18 — Bibliotecas — N.° de volumes 

19 — Bibliotecas — N.° de consultas — idiomas 

20 — Bibliotecas — N.» de consultas — assunto 

21 — Bibliotecas — Pessoal empregado 

22 — Museus 

23 — Imprensa Periódica — classificação 

24 — Imprensa Periódica — caracterização 

25 — Rádio Difusão — caracterização 

26 — Rádio Difusão — horas de transpiissão — local 

27 — Rádio Difusão — horas de transmissão — assunto 

28 — Associações Culturais 

29 — ■ Diversões 

30 — Culto Católico — Movimento religioso 

31 — Culto Católico — Movimento social e pedagógico 



Estatísticas da Capital d e São Paulo 255 

MEIOS DE HOSPEDAGEM 
HOTÉIS E PENSÕES DA CAPITAL — 1945 
Discriminação segundo várias características 



c r 1 m 1 n a ç ã o 



Segundo a classificação 



b) Segundo a localização (Distrito) 



Pensões 



Sé . . 

Santa Ifigé 
Consolaçáo 



Liberdade 
Outros 



e) Segundo a espécie de alojamentos 



d) Segundo o número de aposentos 
(quartos ou apartamentos) 



Somente quartos . 
Somente apartamentos . 
Quartos e apartamentos 



Me 



20 



49 



e) Segundo as diárias cobradas mí' 
nimo com pensão 



f) Segundo as instalações e aparta- 
mentos 



De 50 a 69 

De 70 a 99 . . 

De 100 e mais ...... 

Até CrS 20 

De CrS 21 a 30 . . . . . 

De Cr.S 31 a 40 

De Cr.S 41 a 50 

De CiS 51 a 99 

De CrS 100 e mais . . . . 
Com rêde telefónica interna . 

Com garage 

Com barbearia 

Com instalações contra incêndio 



256 



Departamento Estadual de Estatística 



ASSISTÊNCIA MÉDICO SANITÁRIA 
HOSPITAIS 



I Movimento geral de enfermos — 1945 



Denominação 


tentes 

em 
1." de 
janeiro 


Entra- 
dos 
durante 
o ano 


Saídos 
durante 
0 ano 


Faleci- 
dos 
durante 
o ano 


Rema- 
nescen- 
tes em 
31 de 
dezem- 
bro 






125 


6 611 


6 619 




93 
74 




56 


2 053 


1 914 


121 


Assist. Médico Cii-úrgica da Cia. Mecânica e Importadora 














6 


181 


183 








29 


2 536 


2 460 


75 






49 


81 






45 




63 


750 


i40 




47 




25 


1 940 




48 


24 


Clinica Médica Hospitalar S. Francisco de Assis . . . 


13 


231 






14 




105 


441 




117 


98 






402 


402 






Formação Sanitária Regional do IV 2." B. CD. . . 






■• 






Hospital de Crianças da Cruz Vei-melha Brasileira . . 


56 


349 


269 


55 




Hospital Clemente Ferreira 


53 


122 ■ 


51 


70 


54 


Hospital e Maternidade da Cruz Azul 


45 


4 026 


3 927 


81 


63 




89 


187 


79 


52 


145 




64 


2 592 


2 288 


290 


78 




34 


2 024 


1 975 


36 


47 




10 


1 307 


1 092 


34 


191 


Hospital N. S.» Aparecida e Casa de Saúde Matarazzo . 


406 


12 732 


12 469 


362 


307 




149 


98 


88 


18 


141 




26 


1 892 


1 866 


31 


21 






912 


912 


- 






78 


1 605 


1 507 


103 


73 




36 


56 


49 


7 


36 


Hospital do Serviço Social de Menores 


64 


1 223 


1 205 


18 


64 




93 


3 275 


3 174 


87 


107 




14 


2 047 


2 016 


27 


18 




31 


3 071 


3 062 


25 


15 


Hospital São Luís da Benef. Médica Brasileira S. A. . . 




968 


943 


8 


26 




287 


586 


278 


309 


286 




10 


1 301 


1 152 


74 


85 




6 


446 


448 


4 


- 




456 


4 188 


4 347 


15 


282 




72 


3 242 


3 214 


23 


77 




109 


85 


18 


48 


128 




14 


276 


273 


— 


17 




112 


2 370 




45 


108 




63 


195 


200 


4 


64 


Maternidade do Brás Ltda 


7 


575 


559 


1 


22 




12 


702 


698 




16 






155 


156 


5 


91 




37 


180 


157 


10 


50 




99 






46 






78 


149 


137 


5 


85 




74 


167 


65 


98 


78 




92 


4 266 


4 191 


78 


89 






105 


93 


10 


29 


Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro .... 


25 


846 


780 


59 


32 




54 


3 081 


2 977 


83 


75 


TOTAL 




79 594 


76 816 


2 641 


3 598 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



257 



ASSISTÊNCIA MÉDICO SANITÁRIA 

II — ENFERMOS ENTRADOS NOS HOSPITAIS, SEGUNDO OS 
CARACTERÍSTICOS INDIVIDUAIS — 1945 



1 — Sexo 



Denominação 


Total 


Masculino 


Feminino 


Associação Maternidade de São Paulo 


C 611 


- 


6 611 




2 053 


1 215 


838 


Assist. Médico Cirúrgica da Cia. Mecânica e Importadora 










181 


181 


- 


Casa de Saúde D. Pedro II 


2 536 


_ 901 


1 63o 




81 


49 


32 




750 


307 


443 




1 940 


1 252 


• 688 


Clínica Médico Hospitalar São Francisco de Assis 


231 


134 


97 




441 


441 


- 




402 


402 


- 










Hospital de Crianças da Cruz Vermelha Brasileira 


349 


178 


171 




122 


69 


53 




4 026 


1 364 


2 662 




187 


— 


187 




2 592 


1 446 


1 146 


Hospital Leão XIII 


2 024 


965 


1 059 




1 307 


713 


594 


Hospital N. S.» Aparecida e Casa de Saúde Matarazzo . 


12 732 


4 399 


8 333 




98 


— 


98 


Hospital Santa Cecília 


1 892 


593 


1 299 


Hospital Santa Cristina 


. 912 


518 


394 




1 605 


668 


937 




56 


31 


25 




1 223 


970 


253 




3 275 


1 910 


1 365 




2 047 


899 


1 148 




3 071 


1 015 


2 056 


Hospital São Luís da Beneficência Médica Brasileira S. A. . 


968 


509 


459 




586 


301 


285 


Hospital São Paulo 


1 301 


597 


704 




446 


125 


321 


Hospital Militar de São Paulo 


4 188 


4 188 


— 




3 242 


3 242 


— 




85 


39 


46 


Instituto Ortopédico Godói Moreira 


276 


174 


102 




2 370 


1 546 


824 


Instituto Prof. Pacheco e Silva 


195 


129 


66 




576 




576 




702 




702 




155 


92 






180 


102 


78 




2 966 


1 644 


1 322 




149 




51 


Sanatório N. S." de Lurdes 


167 1 


167 






4 266 


2 242 


2 024 




105 


63 


42 




846 1 


322 


524 




3 081 1 


1 204 


1 877 


TOTAL 


79 594 1 


37 404 


42 190 



258 



"Departamento Estadual de Estatística 



ASSISTÊNCIA MÉDICO SANITÁRIA 

II — ENFERMOS ENTRADOS NOS HOSPITAIS, SEGUNDO OS 
CARACTERÍSTICOS INDIVIDUAIS — 1945 



2 — Idade 



Denominação 


Total 


Adultos 


Crianças 




6 611 


6 611 







2 053 


2 053 


_ 


Assist. Médico Cirúrgica da Cia, Mecânica e Importadora 










181 


181 


_ 




2 53B 


2 293 


243 




81 


81 






750 


678 


72 




1 940 


1 691 


249 


Clínica Médico Hospitalar São Francisco de Assis 


231 


226 


5 




441 


441 






402 


402 


_ 










Hospital de Crianças da Cmz Veiinelha Brasileira 


349 


_ 


349 




122 


122 






4 026 


3 859 


167 




187 


175 


12 




2 592 


885 


1 707 


Hospital Leão XIII 


2 024 


1 913 


111 




1 307 




85. 


Hospital N. S." Aparecida e Casa de Saúde Matarazzo . . 


12 732 


12 053 


679 




98 


98 






1 892 


1 892 




Hospital Santa Cristina 


912 


592 


320 




1 605 


1 437 


168 




56 


56 






1 223 




.1 223 




3 275 


3 085 


190 




2 047 


1 954 






3 071 


2 865 


206 


Hospital São Luis da Beneficência Médica Brasileira S. A. . 




955 


13 




586 


578 


8 


Hospital São Paulo 


1 301 


597 


704 




446 


416 


30 


Hospital Militar de São Paulo 


4 188 


4 188 






3 242 


3 242 






85 


71 


14 




27G 


178 


98 




2 370 


2 188 


182 


Instituto Prof. Pacheco e Silva 


195 


195 








576 




Maternidade Santa Teresinha 


702 


702 




Sanatório Bela Vista 


155 


. 151 


4 




180 


180 




Sanatório Esperança ' . . . . 


2 ;i«fi 


2 600 


366 


Sanatório Jabaquara 




149 




Sanatório N. S.^ de Lurdes 


167 


152 


15 




4 266 


4 025 


241 . 


Sanatório Vila Pompeia . . 


105 


105 




Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro . . . . . 


846 


820 


26 


Sociedade Hospital Samaritano ... 


3 081 


2 629 


452 


TOTAL 


79 594 

1 


71 562 


8 032 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



259 



ASSISTÊNCIA MÉDICO SANITÁRIA 

II — ENFERMOS ENTRADOS NOS HOSPITAIS, SEGl^ 
CARACTERÍSTICOS INDIVIDUAIS — 1945 



3 — Nacionalidade 



j_/ G 11 0 in. 1 n ç 3. 0 


Total 


Er:!-!loilvi^ 


Estran- 
geiros 




6 611 


5 982 


629 




2 053 


1 030 


1 023 


Assist. Médico Cirúrgica da Cia. Mecânica e Importadora 










181 


147 


34 




2 536 


1 973 


563 




81 


59 


22 




750 


729 


21 






1 205 


735 


Clínica Médico Hospitalar São Francisco de Assis 


231 


161 


70 




441 


276' 


165 




402 


402 


— 










Hospital de Crianças da Cruz Vermelha Brasileira 


349 


349 








111 


11 




4 ()2U 


3 913 


113 




187 


142 


45 




2 õí)2 


2 499 


93 


Wr.cTií+nl T íiòV. "VTTT 


2 024 


1 662 


362 




1 307 


1 201 


106 


Hospital N. S.-^ Aparecida e Casa de Saúde Matarazzo . 


12 732 


10 092 


2 640 




98 


86 


12 




1 892 


1 892 


— 




912 


577 


335 




1 805 


1 277 


328 




56 


55 






1 223 


1 223 






3 275 


2 473 


802 




2 047 


■ 2 006 


41 




3 071 


2 490 


581 


Hospital São Luís da Beneficência Médica Brasileira S. A. . 


968 


869 


99 




586 


513 






1 301 


1 301 






446 


356 


■ 




4 188 


4 188 






3 242 


3 242 








81 


4 






246 


30 


In&tituto Paulista 




1 871 


499 




195 


155 


40 




576 


576 




Maternidade Santa Teresinha - . 


702 


513 


189 




155 


129 


26 


Sanatório Charcot 


ISO 


141 


39 






2 966 






149 


103 


46 


Sanatório N. S.-' de Lurdes 


167 




11 


Sanatório Santa Catarina 


4 266 


3 35.^ 


911 




103 




30 


Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro 


S4tí 


742 


104 




3 OSI 


2 067 


1 014 




79 594 


67 657 


11 937 



260 



Departamento Estadual de Estatística 



ASSISTÊNCIA MÉDICO SANITÁRIA 
HOSPITAIS 

III — Discriminação dos hospitais informantes, segundo a 
especialização e a capacidade — 1945 



Denominação 



Caracter ização 



Especialização 



Assoe. Maternidale de S. Paulo 

Assoe. Hosp. Osvaldo Cruz 

Assoe. Médico cirúrgica da Cia. Mecânica e Im- 
portadora de S. Paulo 

Casa de Saúde D. Pedro II 

Casa de Saúde Dr. Homem de Melo 

Casa de Saúde Liberdade . 

Casa de Saúde Santa Rita S. A 

Clínica Médico Hospitalar São Francisco de Assis 

Colónia Agrícola Bussocaba 

Formação Sanitária Regimental do 38 B. C. . . 

Formação Sanitária Regional do IV 2." B. C. D. 

Hosp. de Crianças da Cruz Vermelha Brasileira 

Hospital Clemente Ferreira 

Hospital e Maternidade da Cruz Azul . . . . 

Hospital Frederico Ozanan 

Hospital de Isolamento "Emílio Ribas" 

Hospital LeJo XIII 

Hospital Municipal 

Hosp. N. S." Aparecida e O. de Saúde Matarazzo 

Hospital Psiquiátrico das Perdizes 

Hospital Santa Cecília . . . ' 

Hospital Santa Cristina 

Hospital Santa Cruz 

Hospital Santo Antônio S. A . 

Hospital do Serviço Social de Menores .... 

Hospital São Joaquim 

Hospita S. Jorge S. A 

Hospital São José do Brás 

Hospital São Luís da Beneficência Médico Brasi- 
leira S. A 

Hospital São Luís Gonzaga 

Hospital São Paulo 

Hospital Sul Americano . 

Hospital Militar de São Paulo 

Hospital Militar 

Instituto Ademar de Barros 

Instituto Ortopédico Godói Moreira .... 

Instituto Paulista S. A 

Instituto Prof. Pacheco e Silva 

Maternidade' do Brás Ltda 

Maternidade Santa Teresinha 

Sanatório Bela Vista 

Sanatório Charcot 

Sanatório Esperança 

Sanatório Jabaquara 

Sanatório N. S.'» de Lurdes . . . ' . 

Sanatório Santa Catarina 

Sanatório Vila Pompéia 

.Santa Casa de Misericórdia de S. Amaro . . . 

Sociedade Hospital Samaritano . . ... . 



Obstetrícia e cirurgia geral de mulheres 
Clínica geral 



Clínica geral 

Cirurgia, Maternidade e Ortopedia . 

Neuriatria e Psiquiatria 

Clínica geral 

Clínica geral 

Clínica geral 

Clínica geral 

Clínica geral 

Clínica geral 

Pediatria 

Tisiologia 

Clínica geral 

Clínica geral 

Moléstias infeccio-;is ...... 

Clínica geral 

Clínica geral 

Clínica geral 

Moléstias mentais e nervosas . 

Cirurgia 

Cimrgia geral e otorrinolaringologia 

Clínica geral 

Tisiologia 

Clínica geral 

Clínica geral 

Cirurgia, Clínica geral e Maternidade 
Clínica geral 



Clínica geral 

Tisiologia 

Clínica geral 

Cii-urgia geral. Ginecologia e Obstetrícia 

Clínica geral 

Clínica geral 

Doenças da pele, PênfÍKo Foliáeeo . . 

Ortopedia e Traumatologia 

Clínica geral 

Clínica psiquiátrica 

Maternidade 

Maternidade 

Moléstias nervosas e mentais .... 

Psiquiatria 

Clínica geral 

Neuriatria e Psiquiatria 

Tisiologia • . 

Cirurgia . 

Neuriatria e Psiquiatria 

Clínica geral 

Clínica geral 



ASILOS E 11 E <J U 1 . ii i ;\f E N T O S 
Movimento de internados — 1!)45 



D e n o m i n a ç . 




tcs fm 
21 (k- 



Abrigo da Divina Providência ' . . 

Abrigo de Cegos de Santa Cruz . 

Abrigo D. Teresa Leme 

Abrigo Santa Maria 

Abrigo ViJa Mascote . . . . 

Asilo da Sagrada Família 

Asilo de S. Vicente . . . . ■ 

Asilo do Bom Pastor 

Asilo dos Velhos da Soc. Religiosa Israelita 

Asilo dos Velhos da Soc. Beneficente Alemã . . . . 

Asilo Espírita Anjo Gabriel 

A-^ilo das Filhas de Maria Imaculada 

A<ilo S. Tere-iinha do Menino Jesus 

Asilo São José do Belém 

Asilo São Paulo 

Berçário da Liga das Senhoras Católicas 

Casa da Infância 

Casa de S. José — Asjlo de Menores 

Casa do Ator 

Casa Maternal da Cruzada Pró Infância . . . . . 

Casa Pia São Vicente de Paula 

Casa Santa Mai'ta 

Colónia Agrícola Bussocaba 

Creche Baronesa de Limeira . , . ■ . . . 

Educandário "D. Duarte" 

Educandário São Paulo da Cruz 

Federação de Cegos Laboriosos 

Instituto D. Ana Rosa 

Instituto Modelo de Menores da Capital — Seção mas- 
culina 

Instituto Padre Chico 

Instituto Profissional Paulista para Cegas 

instituto S. Teresinha para surdas-mudas 

Internato N. S. Auxiliadora do Ipiranga 

Lar da Infância 

Lar Infantil da Soc. Beneficente Alemã 

Lar das Moças 

Lar Nascente 

Ninho Jardim Condessa Marina Crespi 

Orfanato anexo ao Colégio Santana 

Orfanato Cristóvão Colombo 

Orfanato Santa Gema 

Orfanato São Jorge 

Srmináiio de Educandas 



311 I 



279 I 
6.3 j 

5Í< i 



25 [ 
271 I 



616 I 
185 [ 
28 [ 



34 I 



224 I 



4 I 



39 I 
59 [ 



24 I 



13 I 



1 574 I 2 484 



16 I 



2 204 I 5 579 



262 



Departamento Estadual de Estatística 



ASSOCIAÇÕES DE CARIDADE 
I — Auxílios prestados — 1945 



Denominação 



Assoe. Beneficente Santo Antônio 

Assoe. Espírita Anjo Gabriel 

Assoe. Evangélica Beneficente 

Assoe. Promotora de Instr. e Trab. para Cegos . 

Assoe. Protetora da Infância 

Assoe. Teresinha do Menino Jesus 

Cruzada Pró Infância 

Exército da Salvação 

Fundação Paulista de Assist. à Infância .... 

„ , ,,. I Restaurante Feminino 
Liga das Sras. Católicas < „ - , * i j 
I Secção do Apostolado 

Obra do Berço 

Sociedade Beneficente Alemã 

Sociedade de S. Vieen- ■ Assist. aos Mendigos . 

te de Paula | Assoe. Beneficente . 
Soe. Feminina de Puericultura 

•Total 



N.» de 
benefi- 
ciados 



Benefícios prestados 



2 432 I 
1 343 I 
1 017 j 



Assist. 
em di- 
nheiro 



4 4.52 
7 402 



2 214 [-16 407 



ASSOCIAÇÕES DE CARIDADE 
II — Movimento de associados — 1945 





Exis- 








Rema- 


Denominação 


tentes 
em 1.» 
de 


Entra- 
dos du- 
rante 


Faleci- 
dos du- 
rante 


Saídos 
durante 


nescen- 
tes cm 
31 de 




J anei j-o 


0 ano 


0 ano 


o ano 


dezem- 
bro 



Assoe. Beneficente Santo Antônio 

Assoe. Espírita Anjo Gabriel 

Assoe. Evangélica Beneficente 

Assoe. Promotora de Instr. e Trab. para Cegos . - 

Assoe. Protetora da Infância 

Assoe. Teresinha do Menino Jesus 

Cruzada Pró Infância 

Exército da Salvação 

Fundação Paulista de Assist. à Infância .... 

T ■„ j c ^ i I Restaurante Feminino 

Liga das Sras. Católicas ' 

I Seêçao do Apostolado 

Obra do Berço 

Sociedade Beneficente Alemã 

Sociedade de S. Vicen- ■ Assist. aos Mendigos . 

te de Paula | Assoe. Beneficente . . 
Soe. Feminina de Puericultura 



1 306 
200 
4 756 



1 997 
761 



I - 



722 I — 



16 1 

- I 
24 I 



- I 
137 I 
53 I 



1 367 
200 

4 756 
40 
107 



1 285 
205 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



263 



ASSOCIAÇÕES DE BENEFICÊNCIA MUTUÁRIA 
I — Auxílios prestados — 1043 







Benefícios prestados 


Denominação 


N.o de 
benefi- 
ciados 














As>ist. 








médica 


escolar 


em di- 
nhcivii 


Outras 




i>2l 


3 014 








Assoe. Auxiliadora das Classes Laboriosas 


11 708 


11661 






39 




2 342 


6 786 




21 


112 


Assoe. Beneficente N. S.-' das Graças 




1 500 




30 


13 




10 n- 


12 615 




12 


10 


Assoe. Beneficente S. Pedro do Pari 


5 273 


5 174 


71 


11 


17 




6 299 


6 200 






82 


Assoe, dos Oficiais Reformados e da Reserva da Fôrça 
















_ 


— 


- 


2 






- 


— 




10 


Caixa Auxiliadora dos Funcionários do antigo Instituto 












da Café do Est. de S. Paulo 


208 


205 






3 


Caixa Beneficente da Fôrça Policial do Est. de S. Paulo 


313 








102 


Caixa Beneficente da Guarda-Civil de São Paulo 


10 701 


10 283 






408 


Centro do Douro 


3 004 


3 004 




32 


822 


Centro Guerra Junqueira 


29 162 


... 


29 032 


130 


35 


Centro Independência — Sociedade Beneficente e Cultural 


11423 


4 745 


102 


11 


6 565 




8 841 


8 779 


62 








244 


120 


91 


30 


3 




83 


- 




62 


21 


Soe. Beneficente dos Choferes do Est. de São Paulo . . 


20 2.57 


1 6 404 




66 


3 787 


Soe. Beneficente dos Empiegados da Light and Power . 


22 11!:^, 


21 413 




378 


672 








- 


6 


62 




2 377 


'■' ««» 






1 639 


Sociedade Nacional de Socorros Mútuos da Mooca 




150 






115 


União Benef. dos Empregados de Padarias era S. Paulo 


3 541 


3 4S9 




2 


49 


União de Socorros Mútuos — Pedro Álvares Cabral . . 


274 






250 


24 




154 028 


125 102 


29 358 


1 058 


14 592 



2G4 



Departamento Estadual de Esta tí stica 



ASSOCIAÇÕES DE BENEFICÊNCIA M 
II — Movimento de associados — 1945 



UTUÁRI A 



Denominação 



Entra- 


Faleci- 


dos du- 


dos du- 


rante 


rante 


o ano 


0 ano 



Saídos 
durante 
o ano 



Rema- 
nescen- 
tes em 
31 de 
dezem- 
bro 



Assist. Médico-Domiciliar .... 
Assoe. Auxiliadora das Classes Lí.borio 
Assoe. Auxiliadora União e Trabalho . 
Assoe, Beneficente N. S.» das Graças 
Assoe, Beneficente S. João Batista 
Assoe. Beneficente S. Pedro do Pari . 
Assoe. Beneficente União e Progresso 



Assoe, dos Oficiais Refoi-mados e da Reser\a da Fôrça 
Pública 



Assoe. Mútua dos Cartei] 



Caixa Auxiliadora dos Funcionários do antigo Instituto 
de Café do Est. de S. Paulo 

Caixa Beneficente da Fôrça Policial do Est. de S. Paulo 

Caixa Beneficente da Guarda-Civil de São Paulo . . 

Centro do Douro 

Centro Guerra Junqueira 

Centi-o Independência — Sociedade Beneficente e Cultural 

Círculo Operário do Ipiranga . ■ 

Círculo Operário Paulistano 

Sociedade Beneficente da Lapa 

Soe. Beneficente dos Choferes do Est. de São Paulo . . 

Soe. Beneficente dos Empregados da Light and Power . 

Sociedade Beneficente Vítor Manuel II . . . 

Sociedade Brasileira de Socorros Mútuos 

Sociedade Nacional de Socorros Mútuos da Mooca 

União Benef. dos Empregados de Padarias em S. Paulo 

União de Socorros Mútuos — Pedro Álvares Cabral . 



2 126 
730 
1 617 

1 49.3 

2 011 



268 
11 048 
3 150 
1 051 
3 640 



705 I 

-I 

7 848 I 
5 837 I 

•! 

495 j 

I 

804 I 



10 I 



369 I 



154 I 

I 

492 1 



56 453 I 22 575 

I 
I 



1 085 
4 905 

2 149 
715 

1 487 

1 501 

2 048 

267 
725 

259 
10 396 
2 677 
1 048 



98 I 1 026 
I 

19 924 



754 
9 285 
5 730 
484 
816 
134 
1 504 
1 334 



419 I 4 031 I 74 578 



Estatísticas Paulo 2(55 



SINDICATOS DE EMPREGADORES — '194o 







Movimento de associados 


N.o de 
ordem 


Designação 


Exis- 
tentes 
em 1." 


Admi- 


Elimi- 


Rema- 
nescen- 






tidos 


nados 


tes em 






Janeiro 


durante 


durante 


31 de 






o ano 


0 ano 


dezem- 
bro 






38 


10 




-IS 


2 




56 " 


S 


~4 


60 


3 


Sindicato do Com. Atacadista de Algodão 


37 • 


6 


, 4 


39 


4 


Sindicato do Com. Atacadista de Carvão Vegetal e Lenha 


312 


96 


78 


330 


5 


Sindicato do Com. Atacadista de Drogas e Medicamentos 


31 






31 


G 


Sindicato do Com. Atacadista de Géneros Alimentícios . 


- 177 


61 


30 


208 


7 


Sindicato do Com. Atacadista de Louças, Tintas e Ferra. 


31 


3 


4 


30 


8 


Sindicato do Com. Atacadista de Maquinismo em Geral . 


33- 


5 


1 


37 


9 


Sindicato do Comércio Atacadista de Mat. de Construção 


49 


18 


8 


59 


10 


Sindicato do Com. Atacadi«;ta de Papel e Papelão . 


20 


4 


5 


19 


11 


Sindicato do Com. Atacadista de Tecidos, Vestuários e 














I9S 






129 


12 




1 806 


924 


11 


2 719 


13 


Sindicato do Comércio Varejista de Automóveis e Aces- 
sórios 


106 


15 


5 


116 


14 


Sindicato do Com. Varejista de Carnes Frescas 


268 


225 


20 


473 


15 


Sindicato do Com. Vare-jista dos Feirantes de S. Paulo . 


1 008 


139 


1 


1 146 


16 


Sindicato do Com. Varejista de Géneros Alimentícios 


648 


577 


198 


1 027 


17 


Sindicato do Com. Varejista de Maquinismo, Ferragens e 












Tintas 


40 


2 


4 


38 


IS 


Sindicato do Com. Varejista de Material Elétrico . 


109 


20 


28 


101 


19 


Sindicato do Com. Varejista nos mercados de S. Paulo . 


122 


80 


57 


145 


20 


Sindicato do Com. Varejista de Produtos Farmacêuticos 


463 


47 


33 


477 


21 


Sindicato dos Corretores de Fundos Públicos e Câmbio . 


32 






32 


22 




■ 225 


38 


11 


252 


23 




87 


6 


12 


81 


24 


Sindicato dos Corretores de Seguros e Capit Uização . . 


151 


14 


9 


156 




Sindicato das Empresas de Ai-te Fotográfica .... 


117 


6 


2 


121 


26 


Sindicato das Empresas E.xibidoras Cinematográficas 


153 


24 


10 


167 


27 




60 


4 




64 


28 • 


Sindicato das Empresas Propriet. de Jornais e Revistas . 


148 


17 


1 


164 


29 




23 






23 


30 


Sindicato das Empresas de Seg. Privados e Capitalização 


40 


19 


_ 


59 


31 


Sindicato das Empresas de Transportes dc Passageiros . 


194 


45 


4 


235 


32 


Sindicato das Empresas de Veículos de Carga .... 


82 


16 


8 


90 


33 


Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Comercial . . 


93 


17 




110 


34 ■ 


Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde . 




2 


_ 


27 


35 




232 


94 


47 


273 


36 


Sindicato da Indústria de Açúcar no Estado .... 


31 






31 


37 






1 


1 


25 


88 


Sindicato da Indústria de Alfaiataria e Confecção de Rou- 
















US 


38 


178 


39 


Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos e Similares 








34 


40 


Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha . . . 






4 


69 


41 


Sindicato da Indústria de Artefatos de Feno e Metais 














43 






50 


42 


Sindicato da Indústria de Artefatos de Papel, Papelão 
















14 


1 


49 


43 


Sindicato dá Indústria de Azeite e Óleos Alimentícios 


1(1 


1 




11 


44 


Sindicato da Indústria de Balanças, Pesos e Medidas 


15 






16 


45 


Sindicato da Indústria de Calçados de São Paulo . . 


312 


119 


57 


374 


46 


Sindicato da Indústria de Cerâmica para Construção 


35 


6 


6 


35 


47 


Sindicato da Indústria de Louças de Pó de Pedrn e Por- 














16 


6 




22 



rder 

48 
49 
50 

51 

53 

54 

55 
56 
57 
58 
59 
60 

61 
62 

63 

64 
65 

67 
68 
69 
70 

72 

74 

76 
77 

79 
80 
81 

84 
85 
86 

87 
88 
89 
90 



Departamento Estadual de Estatística 



SINDICATOS DE EMPEEGADORES — 1 



Movimento d 



Designação 



Admi- 
tidos 

durante 
o ano , 



Sindicato da Indústria de Cerveja e Bebidas em geral . 

Sindicato da Indústria de Chapéus 

Sindicato da Indústria de Condutores Elétiicos e Treíi- 
• lação . . .' 

Sindicato da Indústria de Confecção de Roupas e Cha- 
péus para Senhoras 

Sindicato da Indústria de Construção Civil de Grandes 
Estruturas 

Sindicato da Indústria de Constração Civil de Pequenas 
Estruturas . .■ 

Sindicato da Indústria de Constnição e Montagem de 



Sindicato da Indústria de Cordoalha e Estopa 

Sindicato da Indústria de Cux-timento de Couro e Peles . 

Sindicato da Indústria de Cortinados e Estofos 

Sindicato da Indústria de Doces e Consei-vas Alimentícias 

Sindicato da Indústria de .Especialidades Têxteis . 

Sindicato da Indústria de Espelhos de Polimento e La- 
pidação de Vidros 

Sindicato da Indústria de Estamparia de Metais . 

Sindicato da Indústria de Explosivos 

Sindicato da Indústria de Extração e Fibras Vegetais e 
Descai-oçamento de Algodão 

Sindicato da Indústria de Extração de Madeira 

Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em geral . 

Sindicato da Indústria de Formicidas e Inseticidas 

Sindicato da Indústria de Fundição de S. Paulo . . 

Sindicato da Indústria de Fumos no Estado .... 

Sindicato da Indústria de Funilaria 

Sindicato da Indústria de Galvanoplastia e Niquelação . 

Sindicato das Indústrias Gráficas 

Sindicato das Indústrias de Guarda-chuvas e Bengalas . 

Sindicato da Indústria de Joalheriã e Ourivesaria 

Sindicato da Indústria de Ladrilhos Hidráulicos e Produ- 
tos de Cimepto 

Sindicato da Indústria de Lâmpadas e Aparelhos Elé- 
tricos ; . 

Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados 

Sindicato da Indústria de Lavanderia e Tinturaria de 
Vestuário 

Sindicato da Indústria de Luvas, Bolsas e Peles de Res- 
guardo .... 

Sindicato da Indústria de Malharia e Meias .... 

Sindicato da Indústria de Maquini^mo 

Sindicato da Indústria de Marcenarias ■ . 

Sindicato da Indústria de Mármore e Granito 

Sindicato da Indústria de Massas Alimentícias e Biscoitos 

Sindicato da Indústria de Mecânica 

Sindicato da Indústria do Milho 

Sindicato da Indústria de Móveis de Junco. Vime e Vas- 

Sindicato da Indústria de Olaria 

Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria . 

Sindicato da Indústria de Papel 

Sindicato da Indústria de Perfumaria e Artigos de Tou- 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



SINDICATOS DE EMPEEGADORES 



1945 



Des 



Sindicato da Indústria de Pinturas e Decorações . 

Sindicato da Indústria de Produtos de Cacau e Balas 

Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos 

Sindicato da Indústria de Produtos Químicos para fins 
industriais 

Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Aces- 
sórios 

Sindicato da Indústria de Resinas Sintéticas .... 

Sindicato da Indústria de Serralheria 

Sindicato da Indústria de Serraria, Carpintaria e Ta- 



Movimento de associados 



Exis- 
tentes 
em 1." 



nados 
durante 
o ano 



Rema- 
nescen- 
tes em 
31 de 
dezem- 
bro 



Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes .... 
Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café 

Sindicato da Indústria do Trigo 

Sindicato da Indústria de Vidros e Cri-stais Planos e Oco.s 
Sindicato dos Lojistas do Comércio de S. Paulo . 
Sindicato dos Representantes Comerciais de São Paulo . 
Sindicato^ dos Salões de Barbeiros, Cabelereiros, Insti- 
tutos de Beleza e Similai-es 

Sindicato dos Salões de Bilhares 



SINDICATOS DE EMPREGADOS, TRABALHADORES POR CONTA 
PRÓPRIA E PROFISSÕES LIBERAIS — 1945 




Sindicato das Parteiras de S. Paulo .1 48 

Sindicato dos Atore.? Teatrais, Cenógrafos e Cenotécnicos 736 

Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários e Ane- j 

xos j 1 268 

Sindicato dos Contabilistas \ 2 898 

Sindicato dos Condutores de Veículos 2 26S 

Sindicatos dos Empregados no Comércio de São Paulo . 2 3S7 
Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Si- 
milares i 2 -59.5 

Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários 2 807 



2 I 



2 649 
2 168 



17 I 3 289 
246 I 3 925 



d 

rder 

10 

11 

13 
14 

15 
16 

17 
18 

19 
20 

21 

22 
23 
24 

25 
26 
27 

28 

29 

30 

31 
32 
.33 
34 

35 
36 

37 

38 
39 
40 



Departamento Estadual de Es tatística 



SINDICATOS DE EMPREGADOS, TRABALHADORES POR CONTA 
PRÓPRIA E PROFISSÕES LIBERAIS — 1945 



( continuação) 



Movimento de associados 



Designação 



Admi- 
durante 


Elimi- 
nados 
durante 


0 ano 


0 ano 


j 462 


27 1 


1 

1 604 


12 1 


! 






25 1 


1 456 


58 1 


1 

1 792 


54 1 


1 38 

1 


29 1 

1 


[ 238 
100 


82 1 


1 150 

1 8 


28 j 
2 1 


111 


75 j 


7 




6 
84 


64 1 


265 
11 
1 331 


30 1 
4S6 1 


608 


162 1 


192 


6Í 1 


591 


113 1 




178 j 


2 019 


11 1 


4 686 


. 1198 1 


1 056 
133 


147 1 
57 j 


140 


2 1 


74 


7 1 


2 706 




1 lÒO 


46 1 


456 


190 1 


319 


6 1 


24 292 


4 627 ( 



31 de 
dezem- 
bro 



Sindicato dos Empregados Vendedores e Viajantes do 
Comércio 

Sindicato dos Enfermeiros e Empregados em Hospitais e 
Casas de Saúde • 

Sindicato dos Engenheiros de S.' Paulo 

Sindicato dos Jbmalistas Profissionais . . . 

Sindicato dos Médicos de S. Paulo 

Sindicato dos Mestres e Contra-mestres na Indústria de 
Fiação e Tecelagem 

Sindicato dos Odontologistas de S. Paulo 

Sindicato dos Oficiais, Alfaiates, Costureiras e Trab. na 
Ind. de Confecção de Roupas e Chapéus para Senhoras 

Sindicato dos Oficiais Eletricistas r 

Sindicato dos Oficiais Marceneií-os e Trab. na Ind. de 
Móveis de Madeira 

Sindicato dos Operadoi-es Cinematográficos 

Sindicato dos Professores do Ensino Secundário e Pri- 
mário 

Sindicato dos Químicos, Quimicos Industriais e Engenhei- 
ros Químicos 

Sindicato dos Trab. em Empresas de Artes Fotográficas 

Sindicato dos Trab. em Empresas de Carros Urbanos . 

Sindicato dos Trab. em Empresas Comerciais de Minérios 
e Combustíveis Minerais 

Sindicato dos Trab. em Empx-êsas de Comunicações . 

Sindicato dos Trab. em Empresas Ferroviárias 

Sindicato dos Trab. em Empresas Telefónicas .... 

Sindicato <los Trab. na Ind. de Cacau, Balas, Doces e 
Consei-vas Alimentícias .* 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Carnes e Derivados do 
Frio 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Cerâmica de Louça de 
Pó de Pedra e Porcelana 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Construção Civil . . 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Fiação e Tecelagem . . 

Sindicato dos Trab. na Ind. Gráfica 

Sindicato dos Trab. na. Ind. de Ladrilhos Hidráulicos e 
Produtos de Cimento 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Mármore e Granito . . 

Sindicato dos Trab. na lad. de Massas Alimentícias e 
Biscoitos 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Metalúrgicas, Mecânicas e 
de Material Elétrico . 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Panificação e Confeitaria 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Papel, Papelão e Cortiça 

Sindicato dos Trab. na Ind. de Vidros, Cristais e Espelhos 



7 766 
48 



6 142 

438. 

282 

1 656 

271 
11 S83 
5 854 
1 027 



2 002 
1 430 



Estatísticas da C: 



COOPERATIVISMO 
Caracteiização das cooperativas que forneceram informações 



Denominarção 



Cooperativa Agrícola Bandei- 
rante 

Cooperativa Agrícola de Cotia 

Cooperativa Agrícola Subur- 
bana da Capital .... 

Cooperativa Banco Central do 
Estado de S. Paulo . . . 

Cooperativa Banco dé Crédito 
de S. Paulo 

Cooperativa Cafeicultores Pau- 
listas Ltda 

Cooperativa Central Agrícola 
de S. Paulo 

Cooperativa Central de Lati- 
cínios do Estado de S. Paulo 

Cooperativa Central de Pesca 
do Estado de S. Paulo Ltda. 

Cooperativa Cinematográfica 
Brasileira de Resp. Ltda. . 

Cooperativa de Consumo Am- 
paro Doméstico .... 

Cooperativa de Consumo Col- 
méia Ltda 

Cooperativa de Consumo da 
Lapa 

Cooperativa de Consumo dos 
Alunos e Sócios do Inst. de 
Letras Inglesas Ltda. 

Cooperativa de Consumo dos 
Assoe, do Esporte Clube e 
Melhoramentos de S. Paulo 
Ltda 



Cooperativa de Consumo dos 
Comerciários e Jornalistas 
de S. Paulo Ltda. . . . 

Cooperativa de Consumo dos 
Empreg. do Banco Comercial 
da Estado de S. Paulo . . 

Cooperativa dos FerTOviários 
■ da E. F. Sorocabana 

Cooperativa de Consumo dos 
Ferroviários da S. Paulo 
Railway Ltda 

Cooperativa de Consumo dos 
Ferroviários da Agência 
D. N. C. em S. Paulo Ltda. 



Venda e . compra em 
comum .... 



Crédito Agrícola, Ind. 
e popular .... 



Ano da 
Funda- 
ção I 



Venda e Beneficiamen- 
to em comum de café 



Compra e venda 
crédito 



Produção, compra e 
venda em comum . 

Defesa económica do 
Setor Pesca . 

Distribuição de filmes . 

Consumo 

Consumo 



Distribuir géneros ali- 
mentícios e de uso 
doméstico exclusiva- 
mente a seus asso- 
ciados 



Distribuição de géne- 
ros alimentícios . 



1043 
1943 



lf)44 
1042 



Capital 

(em cruzeiros) 



Mínimo Subscrito 



4 000 000 
100 000 



1944 1 636 1 



3 850 600 

4 260 000 
171 100 
278 150 

1 630 



270 



Departamento Estadual de Estatística 



COOPERATIVISMO 
Caracterização das cooperativas que forneceram informações — 1945 



C continuação ) 



N.o de 
ordem 


Denominação 


Finalidade 


Ano da 
Funda- 


N.o de 

Sócios 


Capital 

(em cruzeiros) 




ção 


Mínimo 1 Subscrito 


21 


Cooperativa de Consumo dos 
Funcionái-ios do Baneo de 
S. Paulo 


Consumo 


1940 


82 


.20 000 1 18 750 


22 


Cooperativa de Consumo dos 
FunclonáiTOs do Banco Hi- 
potecário Agrícola do Esta- 
do de Minas Gerais . 




1942 


111 


1 

i 
1 
1 

1 

5 000| 23 400 




Funcionários Públicos do 
Estado de S. Paulo . . . 




1933 


5 794 


1 
1 
1 

1 

10 000 1 3 154 000 


24 


Cooperativa de Consumo Má- 
quinas Piratininga Ltda. 




1943 


187 


[ 
1 

15 000 1 41 200 


25 


Cooperativa de Consumo Po- 
pular da Penha Ltda. . 




1945 


48 


5 000| 9 500 


26 


Cooperativa de Crédito e Con- 
sumo da Universidade de 
S. Paulo Ltda. . ... 


Crédito e Consumo 


104.5 


421 


72 500 1 72 500 




Coopérativa de Crédito Pessoa] 
Paulistano Ltda .... 








1 

20 000 [ 20 000 


28 


Cooperativa de Crédito Popu- 
lar do Bom Retiro . 


Crédito 


192S 


2 (;i7 


í 

50 000 1 502 900 


29 

30 


Cooperativas dos Distribuido- 
res de Combustíveis do Es- 
tado de S. Paulo Ltda. 

Cooperativa de Produção dos 
Trabalhadores em Ladrilhos 
e Material de Cimento de 
S. Paulo 


Distribuição de com- 
bustíveis .... 

Produção .... 


1H4 3 
1942 


24 


i 

3 000 000 1 3 886 500 

1 

! 

30 000 1 31 100 


31 


Cooperativa de Segui'0s contra 
Acidentes no Trabalho "A 
Têxtil" de Resp. Ltda. . . 


Seguros 


1935 




200 000 [ 237 200 


32 

33 


Cooperativa de Seguros contra 
Acidentes no Trabalho do 
Sindicato dos Industriais de 
Panificação e Confeil :..rias 
de S. Paulo 

Cooperativa dos Produtos Agrí- 
colas em Juqueri 


Saúde 

Agrícola Mista 


- 

1936 
1929 


463 
450 


i 

200 000 203 100 
50 000 1 407 300 


34 


Cooperativa de Produtores de 
Lenha e Carvão de S. Paulo 


Produção .... 


1944 


222 


1 000 258 000 


35 


Cooperativa Gráfica de Segu- 
ros contra Acidentes no 
Trabalho . . . . 




, 

1936 


135 


1 
i 

200 000 j 210 700 




Total 






32 150 


1 

12 513 100 33 147 SPO 



irde 

2 

3 
4 

6 

9 
10 
11 
12 
13 
14 

15 

16 

17 

18 

19 

20 

21 

22 

23 

24 
25 
26 

27 
28 
29 

30 

31 

32 

34 
35 



Estatísticas da Capitai de São Paulo 



COOPERATIVISMO 
Movimento social — 1945 



Movimento de sócios 



Denominação 




Cooperativa Agrícola Bandeirante 

Cooperativa Agrícola de Cotia 

Cooperativa Agrícola Suburbana da Capital .... 

Cooperativa Banco Central do Estado de S. Paulo . 

Cooperativa Banco de Crédito de S. Paulo 

Cooperativa Cafeicultores Paulistas Ltda 

Cooperativa Central Agrícola de S. Paulo 

Cooperativa Central de Laticínios do Estado de S. Paulo 

Cooperativa Central de Petca do Estado de S. Paulo Ltda. 

Cooperativa Cinematográfica Brasileira de Resp. Ltda. . 

Cooperativa de Consumo Amparo Doméstico .... 

Cooperativa de Consumo Colméia Ltda 

Cooperativa de Consumo da Lapa 

Cooperativa dos Alunos e Sócios do Instituto de Letras 
Inglesas Ltda 

Cooperativa de Consumo dos Associados do Esporte Clube 
Melhoramentos 'de S. Paulo Ltda 

Cooperativa de Consumo dos Comerciários e Jornalistas 
de> S. Paulo Ltda 

Cooperativa de Consumo dos Emprqgados do Banco Co- 
mercial do Estado de S. Paulo 

Cooperativa de Consumo dos Ferroviários da Estrada de 
Ferro Sorocabana 

Cooperativa de Consumo dos Ferroviários da São Paulo 
Railvpay Ltda 

Cooperativa de Consumo dos Funcionários da Agência D. 
N. C. em S. Paulo Ltda 

Cooperativa de Consumo dos Funcionários do Banco de 
S. Paulo 

Cooperativa de Consumo dos Funcionários do Banco Hi- 
potecário e Agrícola do Estado de Minas Gerais . . 

Cooperativa de Consumo dos Funcionários Públicos do Es- 
tado de Paulo 

Cooperativa de Consumo Máquinas Piratininga 

Cooperativa de Consumo Popular da Penha Ltda. . .. . 

Cooperativa de Crédito e Consumo da Universidade de S. 
Paulo Ltda. . 

Cooperativa de Crédito Pessoal Paulistano Ltda. . - 

Cooperativa de Crédito Popular do- Bom Retiro 

Cooperativa dos Distribuidores dé Combustíveis do Estado 
de S. Paulo Ltda 

Cooperativa de Produção dos Trabalhadores em Ladrilhos 
e Material de Cimento de S. Paulo 

Cooperativa de Seguros contra Acidentes no Trabalho "A 
Têxtil" de Resp. Ltda 

Cooperativa de Seguros contra Acidentes no Trabalho do 
Sind. dos Industriais de Panificação e Confeitaria de 
S. Paulo 

Cooperativa dos Produtures Agrícolas era Juciueri . 

Cooperativa dos Produtores de Lenha e Carvão de São 
Paulo 

Cooperativa Gráfica de Segui-os contra Acidentes no Tra- 
balho 



190 
902 
6 8.59 
687 
.313 



12 
1 182 
1 011 

38 



Total 



33 457 



272 



Departamento Estadual de Estatística 



COOPERATIVISMO 
Movimento financeiro ■ — 1945 







Movimento financeiro (valor em mil cruzeiros) 


N 0 d 
ordena 


Designação 






Fundos 






Dinhei- 


Valor 


Capital 


Valores 


de Re- 


Depó- 
sitos 




ro em 


dos 






reali- 






présti- 




serviços 






zado 


mohiais 


versos 


mos 


e 

San cos 


execu- 
tados 




Coop. Agrícola Bandeirante 


241 


173 


260 


765 


193 


169 


11 310 


2 


Coop. Agrícola de Cotia 


7 540 


28 257 


4 822 


25 726 


6 727 


2 114 


159 665 


3 


Coop. Agrícola Suburbana da Ca- 




















432 


1 022 


468 


2 819 


1 147 


212 


17 609 


4 


Coop. Banco Central do Estado de 




















1 045 


1 737 


18 


ri48 


- 


177 


_ 


5 


Coop. Banco de Crédito de São 




















290 


33 


13 


665 


1 002 


347 




6 


Coop. Cafeicultores Paulistas Ltda. 


43 


4 378 


4 162 ■ 






470 


19 702 




Coop. Central Agrícola de S. Paulo 


728 






3 329 




751 


47 897 


S 


Coop. Central de Laticínios do 






















0 705 


1 234 


33 


_ 


1 596 


32 599 


9 


Coop. Central de Pesca do Estado 


















de S. Paulo Ltda 


1 456 


18 359 








1 330 


33 430 


10 


Coop. Cinematográfica Brasileira 




















147 


203 




7 


100 


34 


1 884 


11 


Coop. de Consumo Amparo Domés- 




















32 


10 


— - 




_ 


2 


_ 


12 


Coop. de Consumo CV)lméia Ltda. 


1 


2 






_ 


_ 


2 


13 


Coop. de Consumo Lapa 


81 




176 


60 


_ 


10 




14 


Coop. de Consumo dos Alunos e 
Sócios do Inst, de Letras In- 


















glesas Ltda 


10 


- 






- 




- 


15 


Coop. de Consumo dos Associados 
do Esporte Clube Melhoramen- 


















tos de S. Paulo Ltda. . . . 


45 


5 


2 








374 


16 


Coop. de Consumo dos Comerciá- 
rios e Jornalistas de S. Paulo 


















Ltda 


74 


10 




- 


- 


30 


140 


17 


Coop. de Consumo dos Emprega- 


















dos do Banco Com. do Estado 


















de S. Paulo 


74 


836 


57 


- 


- 


- 


2 072 


18 


Coop. dos Ferroviários da Estr. de 


















Ferro Sorocabana .... 


800 


1 543 


716 




_ 


36 


5 142 


19 


Coop. de Consumo dos Ferroviá- 






- 












rios da S. Paulo Railway Ltda. 


221 


— 


14 







121 


108 


20 


Coop. de Consumo dos Funcioná- 
rios da Agência D. N. C. em 




















65 




14 






9 


1 702 


21 


Coop. de Consumo dos Funcioná- 


















rios do Banco de S. Paulo . 


19 


2 


11 






13 


18 


22 


Coop. de Consumo dos Funcioná- 
rios do Banco Hipoiecário e 
Agrícola do Estado de Minas 


















Gerais 




... 




- 






1 170 


23 


Coop. de Consumo dos Funcioná- 
rios Públicos do Est. de São 




















259 


I 217 


19 






310 


í 6 244 


24 


Coop de Consumo de Máquinas 




















.38 


- 




- 




■ 10 


1 260 


25 


Coop. de Consumo Popular da Pe- 




















6 




- 


- 


15 




1 ^* 


26 


Coop. de Consumo da Universida- 


















de de S. Paulo Ltda. . . . 


22 


163 


119 


- 


150 


17 




27 


Coop. de Crédito Pessoal Paulis- 




















20 


1 - 


- 


297 


3 2.78 







273 



COOPERATIVISMO 
Movimento financeiro ■ — 1945 

^ ( continuação) 



N." de 
ortlcm 


Designação 


Movimento financei 


■0 (valor em mil cruzeiros) 


1 

Capital Valores 
reali- pati-i- 


Fundos 
do Re- 
servas 
e Di- 

■ versos 


Depó- 
sitos 

! 


Em- 
présti- 


Dinhci- 

IlMlCOS 


Valor 
dos 
sei-viços 

tados 


28 


• 

Coop. de Crédito Popular do Bom 


; 
















■li2 2G 


1.-, 


710 


1, ll^ ! 


174 




29 


Coop. de Distribuidores de Com- 
















bustíveis do Est. de S. Paulo 
















Ltda 


3 887 ' 4 431 








2 477 


3 


30 


Coop. de Produção dos Trabalha- 
















dores em Ladrilhos e Material 
















de Cimento de S. Paulo 


.,1 1 1, 






14 




299 


31 


Coop. de Segui-os contra Acidentes 
















no Trabalho "A Têxiil" Ltda. 




1 313 




- 


4 958 


- 


32 


Coop. de Seguros contra- Acidentes 
















no Trabalho do Sind. dos In- 
















dustriais de Panificação c 
















Confeitarias de S. Paulo . 


2(13 1 219 


247 


212 




356 


- 


33 


Coop. de Produtores Agrícolas em 


i 
















378 1 - 


254 


205 


2 686 


1 009 


17 007 


34 


Coop. de Produtores de Lenha e 


i 














Cai-\-ão de S. Paulo .... 


SO 500 








123 




35 


Coop. Gráfica de Seguros contra 


i . 














Acidentes no Trabalho . 


211 1 — 


162 


434 




16 


173 




Total 


i 

21 r.27 ; 69 205 

i 


15 854 


36 410 




16 924 


393 974 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 1945 
Receita e seguros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



N.o de 
ordem 


Discriminação 


Vida 


Fogo 


Receita 


Seguros 
pagos 


Receita 


Seguros 
pagos 


1 


-A Equitativa dos Estados Unidos do BrasiP" 














. 2 663 4-36 


1 067 000 






2 


-A Fortaleza" — Cia. de Seguros .... 


- 




2 428 603 


399 900 


3 


"A Independência" — Cia. de Seguros 


- 




1 613 566 


803 193 


4 


"Aliança da Bahia" — Cia. de Seguros . . 






5 018 806 


1 175 331 




"Aliança Brasileira" — Cia. de Seguros . 






209 358 






"Aliança de Minas Gerais" — Cia. de Seguros 






1 128 996 


312 201 




"Aliança do Pará" — Cia. de Seguros Marí- 












timos e Terrestres 






561 370 




8 


"Aliança Riograndense ' — Cia. de Seguros 














- 




569 699 




9 


"Alliance Assurance" — Cia. Ltda. de Seguros 






858 933 


135 377 


10 


"Americana" — Cia. de Seguros .... 


- 53 848 


5 319 


3 162 614 


869 434 


11 


"A Marítima" — Cia. de Seguros .... 


."2 990 


3 179 


923 853 


203 008 


12 


' A Patriarca" — Cia. de Seguros Gerais . 


111 :!51 


1 126 


2 432 038 


189 913 


13 


"A Piratininga" — Cia, Nacional de Seguros 












Gerais 






5 166 682 


1 147 738 


14 


"Argos Fluminense" — Cia. de Seguros Ter- 


















376 385 


32 518 


15 


"A Suíça" — Cia. de Seguros Gerais . . 






1 877 628 


68 078 


16 


"Atalaia" — Cia. de Seguros Gerais e Aci- 


















1 191 368 


519 518 


17 


■ Atlântica" — Cia. Nacional de Seguros . . 






1 377 748 


79 801 



274 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 1945 
RECEITA E SEGUROS PAGOS 
(Valor em cruzeiros) 



N.« de 


Discriminação 


Vida 


Fogo 


ordem 


Receita 


Seguros 
pagos 


„ ., Seguros 
Receita | p^gos 



"A Univei-sal" — Cia. de Seguros . . . . ; 

"Auxiliadora" — Cia. de Seguros .... 

"Bahia" — Cia. de Seguros ; 

"Bandeirante" — Cia. de Seguros . . . . { 

"Brasil" — Cia. de Seguros Gerais ... 

"Caledonian Insurance" — Cia. de Seguros . 

"Central" — Cia. de Seguros . . • . . . 

"Colúmbia" — Cia. Nacional de Seguros . . . 

"Comercial Union Assurance" — C^a. de Se- 
guros 

"Confiança" — Cia. de Seguros 

"Continental" — Cia. de Seguros .... 

"Corcovado" — Cia. de Seguros Gerais 

"Cruzeiro do Sul' — Cia. de Seguros . . . 

"CAssurance Generales Conti-e Tlncendie et i 
les Explosions" — Cia. de Seguros . 

Equitativa Teri-estre Acidentes e Transpor- 
tes S. A '■ 

"Excélsior" — Cia. de Seguros 

"El Fénix Sudamericano " — Cia. Argentina 
de Seguros Marítimos e Terrestres . 

"Estados Unidos" — Cia. de Seguros . . 

"Garantia" — Cia. de Seguros Marítimos e 
Terrestres 

"Garantia Industrial Paulista" — Cia. de Se- ! 
guros ; 

"Great American Insurance" — Cia. de Se- 
guros I 

"Guanabara" — Cia. de Seguros . . . . ' 

"Guardian Assurance"- — Cia. de Seguros Ltda. : 

"Indenisadora" — Cia. de Seguros . . . . | 

"Interestadual" — Cia. de Seguros . . . . j 

"Integridade" — Cia. de Seguros .... 

"Internacional" — Cia. de Seguros ... 

"Ipiranga" — Cia. Nacional de Seguros . 

"L'Union" Cie. d' Assurance Contre Tlncendie. 
les Acidents e Risques Divers .... 

"Legal and General" Assurance Soe. Ltda. . 

"Liberdade" — Cia. de Segmos 

"Lloyd Atlântico" — Cia. de Seguros S. A. . i 

"Lloyd Industrial Sul Americano" .... 

"Lloyd Sul Americano" — Cia. de Seguros ; 
Marítimos e Terrestres 

"Mandepinho" Seguradora S. A 

"Mercantil" — Cia. de Seguros 

"Meridional" — Cia. de Seguros de Acidentes 
no Trabalho 

"Metrópole" — Cia. Nac. de Seguros Gerais 

"Minas Brasil ' — Cia. de Seguros .... 

"Niterói" — Cia. de Seguros > 

"Nordeste" — Cia. de Seguros 

"North British & Mercantile Insurance" — 
Cia. Ltda. de Seguros 

"Novo Mundo" — Cia. de Seguros Marítimos 
e Terrestres 



3 964 I 



I 433 I 



4 393 517 
2 787 234 
7 75ÍI 742 
331 241 
533 966 
731 097 



. 484 004 
684 364 
720 569 



177 538 
382 G63 



219 173 
■ 623 457 



— I 1 336 733 

— I 1 043 072 

— I 698 664 

— I 495 689 

— I 1 237 863 

— I 1 558 698 
4 077 I 13 968 787 

I 

— I 1 035 053 

— i 1 348 009 



973 861 
780 448 
640 964 



2 288 864 
1 459 126 
193 636 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



275 



MOVTMENTO DE SEGUROS — 1945 
Receita e seguros pag-os 
(Valov em cruzeiros) 



C conclusão) 



N." de 
orc_ em 


Discriminação 




da 






Receita 


















61 




66 755 


2 735 


9 tíV> 149 


1 II ir -lie 


62 


"Pearl Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 


- 


— 


2 784 700 


481 932 


63 


"Pelotense" — Cia. de Seguros Marítimos e 


















480 815 


254 Gr7 


64 


"Phoenix de Pôrto Alegre" — Cia. de Segu- 


















457 610 


410 987 


65 


"Phoenix Assurance" : — Co. Ltd. of London 


— 




1 287 800 


16 438 


66 


"Previdência do Sul" Cia. de Seguros . . 


1 329 706 


. 100 






67 


"Presidente" — Ciii. de Seguros .... 






881 108 


256 70» 


68 


"Renascença" — Cia. de Seguros .... 




- 


554 211 


16 432 


69 










1 343 


70 


"Riograndense" — Oia. de Seguros . . . 


— 


— 


d" 454 


260 084 


71 


" Rio de Janeiro ' — Cia. de Seguros Gerais . 




- 


1 492 251 


883 028 






— 


— 


319 271 




l:i 


"Royai Exchange Assurance" — Cia. de Se- 


















1 011 910 


15 000 


74 


" Royai Insurance" — Cia. Ltda. de Seguros 








167 159 


75 


"Sagres" — Cia. de Seguros 






1 205 624 


326 062 


76 


"Santa Cruz" — Cia. de Seguros Gerais . 


10 889 




2 218 491 


198 990 


77 


"São Paulo" — Cia. Nac. de Seguros de Vida 


16 292 321 


1 367 164 






78 


"Seguradora Brasileira" — Cia. de Seguros 


7 045 830 


538 170 


9" 


2 211 '37 


79 


"Segurança Industrial" — Cia. Nacional de 












Seguros 








1 004 6-37 


80 


"Sul América" Terrestres e Marítimos 






3 185 681 


1 850 355 


81 


"Sul América" — Cia. Nacional de Seguros 
















. 152 447 






82 


"Sul Brasil" — Cia. de Seguros Marítimos e 


















""4 '5-' 


"2 !>08 


83 


"The Home Insurance" — Cia. de Seguros . 


— 




008 

1 i. - 


186 848 


84 


"The Liverpool & London & Globe Insurance" 
















— 


1 167 009 


110 513 


85 


"The London Assurance" — Cia. de Seguros 




- 


1 129 970 




86 


"The London & Lancashire Insurance" — 


















1 388 604 


73 891 


87 


"The Motor Union Insurance" — Cia. Ltda. 


















284 205 


17 146 


88 


"The Northern Assurance" — Cia. Ltda. de 


















2 304 088 


882 882 


89 


"The Pi-udential Assurance" — Cia. Ltda. de 












Seguros 


— 




787 453 


24 791 


90 


"The York^hire Insurance" — Cia. Ltda. de 












Seguros . 






1 390 151 


88 186 


91 


"União Brasileira" — Cia. de Seguros Gerais 






582 161 


235 308 


92 


"União Comercial Varejista" — Cia. de Se- 












guros 






2 256 644 


781 636 


93 


"União de Seguro.-" 






5"i3 170 


3 308 . 


94 


"União dcs Proprietários" — Cia. de Seguros 












Terrestres e Marítimos 






<\\s fiS4 


197 109 


95 


"União Fluminense" — Cia. de Seguros Ma- 




















■if;3 027 


96 


"Vitória ■ — Cia. de Seguros 












TOTAL 








!:: Tl!) 286 



.o d 

rder 

3 

, 4 
5 
G 

S 

9 
10 
11 
12 
13 

14 

15 
16 

17 
18 
19 
20 
21 

23 
24 
25 
26 

27 
28 
29 

31 

32 

33 
34 

35 

36 

37 

38 

39 
40 
41 
42 

43 



Departamento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 1945 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



c r ] m 1 n a ç a o 



Marítimos 



Acidentes pessoais 



"A Equitativa dos Estados Unidos do Brasil" 
— Cia. de Seguros 

"A Fortaleza" — Cia. de Seguros .... 

"A Independência" — Cia. de Seguros . . 

■'Aliança da Bahia" — Cia. de Seguros . . 

"Aliança Brasileira" — Cia. de Seguros . . 

"Aliança de Minas Gerais" — Cia. de Seguros 

"Aliança do Pará" — Cia. de Seguros Marí- 
timos e Terrestres 

"Aliança Riograndense" — Cia. de Seguros 
Gerais 

"Alliancc Assurance " — Cia. Ltda. de Seguros 

"Americana" — Cia. de Seguros .... 

"A Marítima" — Cia. de Seguros .... 

"A Patriarca" — Cia. de Seguros Gerais . . 

"A Piratininga" — Cia. Nacional de Seguro^ 
Gerais 

"Argos Fluminense" — Cia. de Seguros Ter- 
restres e Marítimos 

"A Suíça" — Cia. de Seguros Gerais . . 

"Atalaia" — Cia. de Seguros Gerais e Aci- 
dentes no Trabalho 

"Atlântica" — Cia. Nacional do Seguros . 

"A Universal" — Cia. de Seguros .... 

"Auxiliadora" — Cia. de Seguros .... 

"Bahia" — Cia. de Seguros 

"Bandeirante" — Cia. de Seguros .... 

"Brasil" — Cia. de Seguros Gerais . . 

"Caledonian Insurance" — Cia. de Seguros . 

" Central " — Cia. de Seguros 

"Colúmbia" — Cia. Nacional de Seguros . 

"Comercial Union Assurance" — Cia. de Se- 
guros 

"Confiança" — Cia. de Seguros 

"Continental" — Cia. de Seguros .... 

"Corcovado" — Cia. de Seguros Gerais . . 

"Cruzeiro do Sul" — Cia. de Seguros . 

"D'Assurance Generalas Centre Tlncendie et 
les Explosions" — Cia. de Seguros . 

Equitativa Terrestre Acidentes e Transpor- 
• tes S. A 

"Excélsior" — Cia. de Seguros 

"El Fénix Sudamericano ' — Cia. Argentina 
de Seguros Marítimos e Terrestres . 

"Estados Unidos" — Cia. de Seguros . 

"Garantia" — Cia. de Seguros Marítimos e 
Terrestres 

"Garantia Industrial Paulista" — Cia. de Se- 
guros 

"Great American Insurance" — Cia. de Se- 
guros , . . 

"Guanabara" — Cia. de Seguros . . . . 

"Guardian Assurance" — Cia. de Segui'0s Ltda. 

"Indenisadora" — Cia. de Seguros . . . . 

"Interestadual" — Cia. dç Segures . . . . 

"Integridade" — Cia. de Seguros . . . . 



653 469 I 
220 5B1 j 



8l!5 5S4 i 

239 346 i 

16 331 j 

442 895 j 

1 095 408 \ 

3 033 269 j 

3 76S 480 j 

38 401 I 

31 667 I 

315 027 I 



542 700 
548 579 



90 321 I 



1 377 466 
1 318 457 

54 910 
635 269 
84 765 



296 711 
601 738 



308 821 
72 260 



82 589 

618 376 ! 

1 007 925 ! 

3 062 741 i 

38 G39 I 



12 355 



28 391 
257 802 j 
5 022 i 



90 527 
1G8 266 



49 306 
439 940 



73 127 
67 G19 



1 386 063 
118 755 



í.o i 

rde: 

44 
45 
46 

47 
48 
49 
50 
51 

52 
53 
54 

55 
56 
57 
58 
59 

60 

61 
62 
63 

64 

65 
66 

68 

70 
71 
72 
73 

74 
75 
76 
77 
78 
79 

80 
81 

82 

83 
84 

85 
86 



Estatísticas d; 



Vlv 



M O V I M E N T O DE SEGUROS 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



f coiítniHaçao) 



m 1 n a c a O 



'Intci tiac-ional " — Cia. de Soguvos 
'Ipiranga" — Cia. Nacional dc Seguros . 
"L'Unicn" Cie. d'Assurance Centre rineendic, 

les Acidents e Risques Divei-s .... 
'Legal and General" Assurance Soe. Ltda. . 

"Liberdade" — Cia. de Sog-iiros 

"Lloyd Atlântico" — Cia. de Seguros S. A. . 
'Lloyd Industrial Sul Americano" .... 
"Lloyd Sul Americano'' — Cia. de Seguros 

Marítimos e Terrestres 

'Mandcpinho" Seguradora S A 

■'Mercantil" — Cia. de Seguros .... 
"Meridional" — Cia. de Seguro.? de Acidentes 

no Trabalho 

"Metrópole" — Cia. Nac. de Seguros Gerais 
'Minas Brasil" — Cia. de Seguros .... 
'Niterói" — Cia. de Seguros ..... 

■Nordeste" — Cia. de Seguros 

'North' Bi-itish & Mercantile Insurance" — 

Cia. Ltda. de Seguros 

■'Novo Mundo" — Cia. de Seguros Marítimos 

e Terrestres 

'Paulista" — Cia. de Seguros 

"Pearl Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 
"Pelotense" — Cia. de Seguros Marítimos e 

Terrestres 

■'Phoenix de Pôrto Alegre" — Cia. de Segu- 
ros Marítimos e Terrestres ' 

"Phoenix Assurance" — Co. Ltd. of Londor 
'Previdência do Sul" — Cia. de Seguros . 
'Previdente" — Cia. de Seguros .... 
"Renascença" — Cia. de Seguros .... 

'Riachuelo" — Cia. de Seguros 

■'Riograndense" — Cia. de Seguros 
'Rio de Janeiro" — Cia. de Seguros Gerais . 
'Rochedo" — Cia. de Seguros . . 
"Royai Exchange Assurance" — Cia. de Se- 
guros 

'Royai Insurance" — Cia. Ltda. de Seguros 

"Sagres" — Cia. de Seguros 

"Santa Cruz" — Cia. de Seguros Gerais . 
"São Paulo" — Cia. Nac. de Seguros de Vida 
'Seguradora Brasileira" — Cia. de Seguros 
■'Segurança Industrial" — Cia. Nacional de 

Seguros 

"Sul América" Terrestres e Marítimos 

'Sul América" — Cia. Nacional de Seguros 

de Vida 

'Sul Brasil" — Cia. de Seguros Marítimos e 

Terrestres 

"The Home Insurance" — Cia. de Seguros . 
'The Liverpool & London & Globe Insurance ' 

— Cia. Ltda. de Seguros 

'The London Assurance" — Cia. de Seguros 
"The London & Lancashire Insurance" — 

Cia. Ltda 



Marítiv 



Acidentes pessoais 



790 407 ! 
255 095 



218 340 [ 148 156 



40 878 I 
1 650 j 



54 192 
142 455 



166 776 
131 893 
091 025 



94 240 
960 627 



105 475 
2 741 



15 905 
106 833 j 
505 Sll 



12 974 
22 425 



249 252 
19 387 



1 438 159 I 311 47 



7 272 
18 638 



182 755 
1 653 778 



21 542 

237 248 



79 617 ■ — 

íl 339 í 149 898 



278 



Departamento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DE SEGUROS 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



Discriminaç; 



Marítimos 



Acidentes 



"The Motor Union Insurance" — Cia. Ltda. 

de Seguros 

"The Northern Assurance" — Cia. Ltda. de 

Seguros 

"The Prudential Assurance" — Oia. Ltda. de 

Seguros 

"The Yorkshire Insurance" — Cia.. Ltda. de 

Seguros 

"União Brasileira" — Cia. de Seguros Gerais 
"União Comercial Varejista" — Cia. de Se- 

" União de Seguros" 

"União dos Proprietários" — Cia. de Seguros 
Terrestres e Marítimos 

"União Fluminense" — Cia. de Seguros Ma- 
rítimos e Terrestres 

"Vitória" — Cia. de Seguros 

TOTAL 



2 577 I 



1 692 039 1 167 195 



107 113 
1 445 



23 491 I 11 677 
42 060 I — 



422 814 I 1 143 629 | 27 434 

I- I 

45 892 434 | 29 844 069 { 9 697 688 

L ■ I 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 194; 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



N.o de 
ordem 


Discriminação 


Acidentes 


no Trabalho 


Acidentes de Automó- 
veis e Ferroviários 




Receita 


Seguros 
pagos 


Receita 


Seguros 
pagos 




"A Equitativa dos Estados Unidos do Brasil" 












— Cia. de Seguros 










i 


"A Fortaleza" — Cia. de Seguros .... 


3 510 859 


j 1 426 868 


321 361 


73 764 




"A Independência" — Cia. de Seguros . . 






1 030 106 


53» 292 




"Aliança da Bahia" — Cia. de Seguros . 






302 619 


355 319 


i 


"Aliança Brasileira" — Oia. de Seguros . 






250 






"Aliança de Minas Gerais" — Cia. de Seguros 






173 427 






"Aliança do Pará" — Cia. de Seguros Marí- 












timos e Terrestres 






- 


- 


8 


"Aliança Riograndense" — Cia. de Seguros 
















j - 


27 153 


1 208 


9 


"Allianee Assurance" — Cia. Ltda. de Seguros 






350 785 


102 688 


10 


"Americana" — Cia. de Seguros .... 






517 775 


84 379 


11 


"A Marítima" — Cia. de Seguros .... 




1 • - 


58 569 


10 831 


12 


"A Patriarca" — Cia. de Seguros Gerais . 


_ 


I — 


582 562 


158 260 


13 


"A Piratininga" — Cia. Nacional de Seguros 














2 848 641 


616 339 






14 


"Argos Fluminense" — Cia. de Seguros Ter- 
















r - 






15 


"A Suiça" — Cia. de Seguros Gerais . . 




1 - 


219 191 


8 950 



Estatística: 



ital de São Paulo 



279 



MO^^IMENTO DE SEGUROS 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



Aci- 



•• Atalaia" — Cia. de Seguros Ger 

dentes no Trabalho 

'Atlântica" — Cia. Nacional de Seguros . 
"A Universal" — Cia. de Seguros .... 
"Au.\iliadora" — Cia. de Seguros .... 

"Bahia" — Cia. de Seguros 

"Bandeirante" — Cia. de Seguros .... 
"Brasil" — Cia. de Seguros Gerais . . . 
"Caledonian Insurance". — Cia. de Seguros . 

"Central" — Cia. de Seguros 

"Colúmbia" — Cia. Nacional de Seguros . 
"Comercial Union Assurance" — Cia. de Se- 

" Confiança" — Cia. de Seguros 

"Continental"' — Cia. de Seguros . . . . 

"Corcovado" — Cia. de Seguros Gerais 

"Cruzeiro do Sul" — Cia. de Seguros . 

"D' Assurance Generales Contre Tlncendie et 
les "Explosions" — Cia. de Seguros . 

Equitativa Terrestre Acidentes e Transpor- 
tes S. A 

"Excélsiov" — Cia. de Seguros 

"El Fénix Sudaraericano" — Cia. Argentina 
de Seguros Marítimos e Terrestj-es . . 

"Estados Unidos" ^ Cia. de Seguros . 

"Garantia" — Cia. de Seguros Marítimos e 
Terrestres . . ... . . 

"Garantia Industrial Paulista" — Cia. de Se- 
guros • 

"Great American Insurance" — Cia. de Se- 
guros 

"Guanabara" — Cia. de Seguros .... 

"Guardian Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 

" Indenisadora ' — Cia. de Seguros .... 

"Interestadual" — Cia. de Seguros .... 

"Integridade" — Cia. de Seguros .... 

"Internacional" — Cia. de Seguros 

"Ipiranga" — Cia. Nacional de Seguros . 

"L'Union" Cie. d'Assurance Contre rincendie. 
les Acidents e Risques Divers .... 

"Legal and General" Assurance Soe. Ltda. . 

"Liberdade" — Cia. de Seguros 

"Lloyd Atlântico" — Cia. de Seguros S. A. . 

"Lloyd Industrial Sul Americano" .... 

"Lloyd Sul Americano" — Cia. de Seguros 
Marítimos e Terrestres 

"Mandepinho" Seguradora S A 

"Mercantil" — Cia. de Seguros 

"Meridional" — Cia. de Seguros de Acidentes 
no Trabalho 

"Metrópole" — Cia. Nac. de Seguros Gerais 

'Minas Brasil" — Cia. de Seguros .... 

"Niterói" — Cia. de Seguros 

■Nordeste" — Cia. de Seguros .... 

"North British & Mercantile Insurance" — 
Cia. Ltda. de Seguros 



552 627 
174 992 



I 

2 978 955 | 910 367 



; 116 8.34 
1 688 845 



476 242 
573 525 



524 438 I 
527 155 I 



87 326 I 

312 076 I 

602 I 

4 156 I 

212 915 I 

465 081 I 
790 977 

51 282 1 



12 031 I 

- I 
190 674 I 
383 509 
664 833 

107 972 



30 796 
168 79fe 



27 262 
538 532 
42 949 



74 281 131! 
8 892 



238 004 338 265 
65 905 16 786 



509 I 254 45 
642 89 



irde 

60 

61 
62 
63 

64 

65 
66 
67 
68 
69 
70 
71 
72 
73 

74 
75 
76 
77 

79 

81 

82 

84 
83 

86 

87 

88 

89 

90 

91 
92 

93 
94 

95 

96 



Departamento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DE SEGUROS 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



Acidentes no Trabalho 



c r 1 m 1 n a ç a o 



"Novo Mundo" — Cia. de Seguros Marítimos 
e Terresti'es 

"Paulista" — Cia. de Seguros 

"Pearl Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 

"Pelctense" — Cia. de Seguros Marítimos e 
Terrestres 

"Phoenix de Pôrto Alegre" — Cia. de Segu- 
los Marítimos e Terrestres 

"Phoenix Assurance" — Co. Ltd. of London 

'Previdência do Sul" — Cia. de Seguros . 

■Previdente" — Cia. de Seguros .... 

"Renascença" — Cia. de Seguros .... 

"Riachuelo" — Cia. de Seguros 

'Riograndense" — Cia. de Seguros 

"Rio de Janeiro" — Cia. de Seguros Gerais . 

'Rochedo" — Cia. de Seguros 

'Royai Exchange Assurance" — Cia. de Se- 



de Segur 



"Royai Insurance" — Cia. Ltda. 

"Sagres" — Cia. de Seguros ..... 

"Santa Cruz" — Cia. de Seguros Gerais . 

"São Paulo" — Cia. Nae. de Seguros de Vida 

"Seguradora Brasileira" — Cia. de Ssguros 

"Segurança Industrial" — Cia. Nacional de 
Seguros 

"Sul América" Terrestres e Marítimos 

"Sul América" — Cia. Nacional de Seguros 

de Vida 

Sul Brasil" — Cia. de Seguros Marítimos e 
Terrestres 

"The Home Insurance" — Cia. de Seguios . 

"The Liverpool & London & Globe Insurance" 
— Cia. Ltda. de Seguros 

"The London Assurance'' — Cia. de Seguros 

"The London, & Lancashire Insurance" — 
Cia. Ltda 

"The Motor Union Insurance" — Cia. Ltda. 
de Seguros 

"The Northern Assurance" — Cia. Ltda. de 
Seguros 

"The Prudential Assurance" — Cia. Ltda. de 
Seguros 

'The Yorkshirc Insurance" — Cia. Ltda. de 
Seguros 

'União Brasileira" — Cia. de Seguros Gerais 

'União Comercia! Varejista" — Cia. de Se- 
guros 

'União de Seguros" 

'União dos Proprietários" — Cia. de Seguros 
Terrestres e Marítimos 

'União Fluminense" — Cia. de Seguros Ma- 
rítimos e Terrestres 

'Vitória" — Cia. de Seguros 

TOTAL 



3 761 067 
3 542 399 



11 087 286 
11 639 255 



1 513 812 
1 346 986 



-- I 2 898 816 916 145 

I I 

4 198 286- I 1 760 OTS I 922 190 

4 434 049 ] 2 186 990 1 1 168 768 

I I 



I - 



i 1 482 014 



205 676 
5 519 



451 184 j 203 66} 



133 1 10 0S4 100 I 7 289 4-! 
I I 



r.» ( 

rdei 

1 

2 
3 
4 
5 
6 

8 

10 
11 
12 
13 

14 

15 
16 

17 

18 
19 
20 

22 
23 
24 

26 

27 
28 

31 

32 

33 
34 

35 
36 

37 



Estatísticas da Capital d r Sfi > Paulo 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 19 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



Responsabilidade Ci' 



D i s c'r i m i n a ç ã O 



"A Equitativa dos Estados Unidos do Brasil" 
— Cia. de Segruros 

"A Fortaleza" — Cia. de Seguros .... 

"A Independência" — Cia. de Seguros 

"Aliança da Bahia" — Cia. de Seguros . 

"Aliança Brasileira" — Cia. de Seguros . 

"Aliança de Minas Gerais" — Cia. de Seguros 

"Aliança do Pará" — Cia. de Seguros Mari- 
timos e Terrestres 

"Aliança Riograndense" — Cia. de Segui'os 
Gerais 

"Alliance Assurance" — Cia. Ltda. de Seguros 

"Americana" — Oia. de Seguros .... 

"A Marítima" — Cia. de Seguros .... 

"A Patriarca" — Cia. de Seguros Gei-ais . 

"A Piratininga" — Cia. Nacional de Seguros 
Gerais 

"Argos Fluminense" — Cia. de Seguros Ter- 
restres e Maritiraos 

"A Suíça" — Cia. de Seguros Gerais 

"Atalaia" — Cia. de Seguros Gerais e Aci- 
dentes no Trabalho 

"Atlântica" — Cia. Nacional de Seguros . 

"A Universal" — Cia. de Seguros .... 

"Auxiliadora" — Cia. de Seguros .... 

"Bahia" — Cia. de Seguros 

"Bandeirante" — Cia. de Segures .... 

"Brasil" — Cia. de Seguros Gerais . . 

"Galedonian Insurance" — Cia. de Seguros . 

"Central" — Cia. de Seguros . . . . . 

"Colúmbia" — Cia. Nacional de Segui-os . 

"Comercial Union Assurance" — Cia. de Se- 
guros . 

"Confiança" — Cia. de Seguros 

"Continental" — Cia de Seguros .... 

"Corcovado" — Cia. de Seguros Gerais . ■ 

"Cruzeiro do Sul" — Cia. de Seguros . . . 

"D'Assuranee Generales Contre Tlneendie et 
les Explosions" — Cia. de Seguros . . 

Equitativa Terrestre Acidentes e Transpoi-- 
tes S. A. . . ■ 

"Excélsior" — Cia. de Seguros 

"El Fénix Sudamericano" — Cia. Argentina 
de Seguros Marítimos e Terrestres . 

"Estados Unidos" — Cia. de Seguros . . . 

"Garantia" — Cia. de Seguros Marítimos e 
Terrestres 

"Garantia Industrial Paulista" — Cia. de Se- 



- I 



337 584 [ 92 840 | 
I I 



- í - 
44 134 I 85 900 



I 

20 12S I 



Insurance" 



Oia. de Se 



gur 



"Guanabara" — Cia. de Seguros . . . . 
'Guardian Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 
"Indenisadora" — Cia. de Seguros . . . . 
"Interestadual" — Cia. de Seguros . . . ■ 
"Integridade" — Cia. de Seguros ... . 



282 



Departamento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 1945 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



( continuação) 



N " d 
ordem 


Discriminação 


Responsabilidade Civil 


Fidelidade e Roubo 


Receita 


Seguros 
. pagos 


Receita 


' Seguros 
pagoí 




"Int -naconal" Cia d Seguros 


1 


— 


209 741 


150 794 




Ipiranga — Cia. Nacionitl de Seguros . 


250 017 j 


27 682 


41 818 


9 900 




L Union Cie d A^urance Contre 1 Incendie, 
















— 


— 


— 




ei en s e ^ '^^"'^^ "'^^So Ltd 




— 


— 


_ 


48 


"Liberdade" ™Cia d Segm-os'* '"^ ^ 


— : 




- 


— 


49 


"Llovd Atlântico" Cia de Segxiros S. A. 


— 


— 


- 




50 




_ 1 




- 




51 


■Llo^d Sid^Amerii^no"^'"^'^''^^^ de Se uros 


i 










°Marí"imos™e"Terre3tres ^ ^Suios 






- 


- 




"Minde 'in^ho" Segurador ^^S A 






- 


— 


° 


"M rcantil" Ci° d S ro 





- 


- 


_ 




• Meridioml" Cia de Seguro- d Acidente- 


1 










no Trabalho 


- 1 


_ 


— 




55 


' Minàs^Bi-asil^ '"'cia^d'' s'e^ Seguros Gerais 


1 


_ 


_ 




"6 
°^ 






_ 





_ 




■' Niterói Cia dè^Se^uros """"^ • • ■ • 


_ 


_ 


... 


_ 


5"^ 


"Nordeste" Cia de Se uros 


_ 1 


' - — 


_ 




0. 


"North Briti-h & Mercantil Ins r 


1 










"cia Ltda d Seguro" ^ ^ "^"'■a"'^'^ — 
„ ^-^ j c i,ir ■ ■ 


~ 1 


- 







60 


Novo Mundo — Cia. de Seguros Marítimos 


1 
















_ 




61 


"Paulista" Cia de Seguros 


117 695 1 


16 132 


_ 





69 


"Pearl Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 


. I 


- 


_ 


_ 


63 


^'^X^rTstr^ ^''^ Seguios Marítimos e 


i 






















64 


, . A1 ■• A- " J ' o' ' 

-rnoenix de Porto Alegre — Cia. de Segu- 


1 












- 1 


— 




_ 


65 


"Phoenix Assurance" C^o "^Ltd fLo do 


— 


— 




_ 




Previdência do Sul — Cia. de Segui'os . 






_ 


_ 


67 


"Renrs'ce'n^a" ~ c''-' ""'^ g "^^"^^ .... 




— 




_ 


68 


enascença — la e eguros .... 






_ 


_ 


69 




_ 


_ 


_ 


_ 


70 


Riogiandense Cia. de Seguros . . . 


— 1 


— 


_ 




■"l 


xtio de Janeiro — Cia. de Seguros Gerais . 




— 


_ 





72 




_ 


- 


_ 




73 


"Ro al^Exch n ^ As • • ■ • • 
oya xc ange ssurance — Cia. de Se- 
















- 


- 


- 


74 


Koyal Insurance — Cia. Ltda. de Seguros 






36 128 


3 845 


75 


..o ^4. r^-^ Seguros ..... 




-. 








oanta Cruz — Cia. de Seguros Gerais . 




- 






77 


"São Paulo" — Cia. Nac. de Seguros de Vida 


- 1 


- \ 






78 


"Seguradora Brasileira" — Cia. de Seguros 


S8;5 806 


223 530 


882 319 


370 657 


79 


"Segurança Industrial" — Cia. Nacional de 












Seguros - 




! 






80 


"Sul América" Terrestres e Marítimos 


438 184 - 




373 727 


80 645 


SI 


"Sul América" — Cia. Nacional de Seguros 












de Vida 












"Sul Brasil" — Cia. de Seguros Marítimos e 
















- 1 








"The Home Insurance" — Cia. de Seguros . 




- 1 






84 


"The Liverpool & London & Globe Insurance" 




1 








— Cia. Ltda. de Seguros 




- 1 








"The London Assurance" — Cia. de Seguros 




- 1 


329 604 


155 363 


86 


"The London & Lancnshire Insurance" — 










1 


Cia. Ltda 




- i 


415 559 


40 354 



Estatísticas da Capital d e São Paulo 



288 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 1945 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



(concluiião) 



ordem 


Discriminação 


Responsabilidade Ci\il 


1 i li lidade e Roubo 


R ceit i 
ecei .1 




ecei a 


Seguroí 
pagos 


87 


"The Motor Union Insurance — Cia. Ltda. 




















- 


SS 


The Northern Absuiance Cia. Ltda. de 


I 














— 






S9 


"The Prudential Assurance" — Cia. Ltda. de 






















flO 


"The Yorkshire Insurance" — Cia. Ltda. de 






















91 


"União Brasileira" — Cia. de Seguros Gerais 






- 


- 




"União Comercial Varejista" — Cia. de Se- 




















- 


93 


" União de Seguros" 








- 


94 


"União dos Proprietários" — Cia. de Seguros 




















- 


95 


"União Fluminense" — Cia. de Seguros Ma- 




















- 


9G 




39 31(1 














fifll 603 


2 738 935 


1 067 53 S 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 194 5 
Receita e sinistros pagos 



(Valor em ci'uzeiros) 







Outros 


Total 


N.» de 
ordem 


Discriminação 










Receita 


Seguros 
pagos 


Receita 


Seguros 
pagos 


1 


"A Eciuitativa dos Estados Unidos do Brasil" 


















2 6S3 436 


1 067 000 


2 


"A Fortaleza" — Cia. de Seguros .... 


48 tiRíi 




7 040 SÕO 


2 011 253 


8 


"A Independência" — Cia. de Seguros 






3 104 fiSS 


1 639 396 


4 


"Aliança da Bahia" — Cia. de Seguros . . 






5 861 247 


2 132 .388 


5 


"Aliança Bi-asileira" — C'ia. de Seguros . 






209 608 


- 


6 


"Aliança de Minas Gerais" — Cia. de Seguros 






1 602 912 


435 873 




"Aliança do Pará" — Cia. de Seguros Marí- 












timos e Terrestres 






561 870 


299 435 




"Aliança Riograndense" — Cia. de Segui-os 


















605 291 


217 077 




"AUiance Assurance" — Cia. Ltda. de Seguros 






1 209 718 


238 065 


10 


"Americana" — Cia. de Seguros .... 








1 502 41"> 


11 










1 386 02ii 


12 


"A Patriarca" — Cia. de Seguros Gerais . 








1 728 114:; 


13 


"A Piratininga" — Cia. Nacional de Seguro.- 








3 143 TiiT 


14 


"Argos Fluminense" — Cia. de Seguros Ter- 








32 5 H 


15 














"A Suíça" — Cia. de Seguros Geraij . . 






2 992 403 


385 849 



I.» c 
rdei 

16 

17 

18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 

26 

28 
29 
30 
31 

32 

33 
34 

35 
36 

37 

38 

39 
40 
41 
42 
43 
44 
45 
46 

47 
48 
49 
50 
51 

52 
53 
54 

55 
56 
57 
58 
59 



Departamento Esta dual de Estatística 



O VI MENTO DE SEGUROS 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



scrimmaç 



Total 



" Atalaia " — Cia. de Seguros Gerais e Aci- 
dentes no Trabalho 

"Atlântica" — Cia. Nacional de Seguros . . 

"A Universal" — Cia. de Seguros .... 

"Auxiliadora" — Cia. de Seguros .... 

"Bahia" — Cia. de Seguros 

"Bandeirante" — Cia. de Seguros . . . 

"Brasil" — Cia. de Seguros Gerais 

"Caledonian Insurance" ■ — Cia. de Seguros . 

"Central" — Cia. de Seguros 

"Colúmbia ' — Cia. Nacional de Seguros . 

"Comercial Union Assurance" — Cia. de Se- 
guros 

"Confiança" — Cia. de Seguros 

•Continental" — Cia. de Seguros .... 

"Corcovado" — Cia. de Seguros Gerais 

"Cruzeiro do Sul" — Cia. de Seguros . . . 

"D'Assurance Generales Contre Tlncendie et 
les E-xplosions" — Cia. de Segui-os . . 

Eqiiitativa Terrestre Acidentes e Transpor- 
tes S. A 

"Excélsior" — Cia. de Seguros 

"El Fénix Sudamericano" — Cia. Argentina 
de Seguros Marítimos e Terrestres . 

"Estados Unidos" — Cia. de Seguros . 

"Garantia" — Cia. de Seguros Marítimos o 
Terrestres 

"Garantia Industrial Paulista" — Cia. de Se- 
guros 

"Great American Insurance" — Cia. de Se- 
guros 

"Guanabara" — Cia. de Seguros .... 

"Guardian Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 

"Indenisadora" — Cia. de Seguros .' . . . 

"Interestadual" — Cia. de Segui-os .... 

"Integridade" — Cia. de Seguros .... 

"Internacional" — Cia. de Seguros 

"Ipiranga" — Cia. Nacional de Seguros . 

"L'Union" Cie. d'Assurance Contre l'Incendie. 
les Acidents e Risques Divers .... 

"Legal and General" Assurance Soe. Ltda. . 

"Liberdade" — Cia. de Seguros 

"Lloyd Atlântico" — Cia. Je Seguros S. A. . 

"Lloyd Industi-ial Sul Americano" .... 

"Lloyd Sul Americano" — Cia. de Seguros 
Marítimos e Terrestres 

"Mandepinho" Seguradora S A 

"Mercantil" — Cia. de Seguros 

"Meridional" — Cia. de Seguros de Acidentes 
no Trabalho 

"Metrópole" — Cia. Nac. de Seguros Gerais 

"Minas Brasil" — Cia. de Seguros .... 

"Niterói" — Cia. de Seguros 

"Nordeste" — Cia. de Seguros 

"North British & Mercantile Insurance" — 
Cia. Ltda. de Seguros 



7 754 ! 
14 050 í 



2 020 
13 422 



78 112 I 3 316 027 
2 5517 j 6 894 652 

— I 760 569 

— I 1 316 842 

— I 5 703 840 
88 150 [ 6 499 135 

— ] 21 937 031 
486 012 
579 683 

j 3 160 409 
I 

] 922 161 
j 1 178 839 
I 2 103 085 
I 775 555 
I 720 569 
I 



12 403 995 
3 286 643 

213 884 
1 198 090 

1 678 542 
11 912 865 

2 739 864 
2 773 330 
1 043 072 

765 605 
1 139 862 
1 513 302 

102 068 
125 754 j 25 784 703 

I 

— 1 155 999 

— ; 1 348 009 

— I 896 054 

— [ 1 247 631 

— I 1 039 .")92 



I 1 282 294 

j 1 476 242 

I 2 694 217 

I 4 741 126 

j 1 543 556 

I 196 036 



742 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



285 



MOVIMENTO DE SEGUROS — 1945 
Receita e sinistros pagos 
(Valor em cruzeiros) 



(conclusão) 



N." do 
ordem 


U 1 s c r 1 m 1 n a ç a 0 


Ov.t 

ecei a 


ros 



Seguros 
pagos 


Total 

_ ., Sesraros 
Receita ^^^^s 


60 


"Niivo Mundo" — Cia. de Seguros Marítimos 
















— 


o 761 067 


1 513 812 


61 




179 870 . 


196 518 


1 6 616 460 


4 170 134 


6" 


•■Po;ul Assurance" — Cia. de Seguros Ltda. 


_ 


_ 


2 784 700 




63 


'T.Mutense'' — Cia. de Seguros Marítimos c 












Terrestres . .• 


_ 


- 


503 809 


254 923 


G4 


"Phoenix de Pôrlo Alegre" — Cia. de Segu- 












i-os Marítimos e Terrestres 






4" 610 


410 987 


i;r, 


■ Piíuenix Assurance" Co. Ltd. of London 


_ 




2 199 212 


218 278 




■Pievidência do Sul" — Cia. de Seguros . . 












Previdente" — C'ia. de Seguros .... 


_ 


— 


881 108 


256 700 


,;S 


" Keiíascença " — Cia. de Seguros .... 






623 093 


16 474 


6!1 


Riacluieio" — Cia. de Seguros 




_ 




106 SIS 


70 


■ Riograndense" — Cia. de Seguros 




- 


452 4.54 


260 084 


71 


"Rio de Janeiro" — Cia. de Seguros Gerais . 






1 619 369 


885 767 






16 073 


- 


394 899 




73 


"Royai E.xchange Assurance" — ■ Cia. de Se- 














_ 


- 


1 01 1 910 


15 000 


71 


" Roya"! Insurance" — C'ia. Ltda, de Seguros 


— 


- 


1 648 875 


188 109 











1 337 517 


432 895 


76 


"Santa Cruz" — Cia. de Seguros Gerais . 




_ 


3 389 799 




77 


"São Paulo" — Cia. Nac. de Seguros de Vida 


„ 




16 292 321 


1 357 164 




"Seguradora Brasileira" — Cia. de Se.iíuros 


.542 .518 


3 3.50 




7 855 74' 


7^ 


"Segurança Industrial" — Cia. Nacional de 














42 134 


9 755 


16 843 476 


6 143 501 


SO 


"Sul ."América" Terrestres e Marítimos 


114 7.53 


13 798 




7 978 413 


SI 


"Sul América" — Cia. Nacional de Seguros 




















4 15-' ' r 




"Sul Brasil" — Cia. de Seguros Marítimos «e 














_ 






'V.', 7511 




"The Home Insurance" — Cia. de Seguros . 







2 712 635 


424 096 


SI 


The Liverpool & London & Globe Insurance" 














_ 




1 167 009 


110 513 


85 


"The London Assurance" — Cia. de Seguros 






2 701 157 


868 127 


86 


"The London & Lancashire Insurance" — ' 














72 135 


_ 


3 398 082 


899 836 


87 


"The Motor Union Insurance" — Cia. Ltda. 














_ 




1 867 292 


225 399 


88 


"The Northern Assurance" — Cia. Ltda. de 
















_ 


3 357 072 


888 401 


89 


"The Prudential Assurance" — Cia. Ltda. de 












Seguros 






787 453 


24 791 


90 


"The Yorkshire Insurance" — Cia. Ltda. de 
















- 


3 640 487 


1 470 082 


91 


"União Brasileira" — Cia. de Seguros Gerais 






700 147 


271 440 


92 


"União Comercial Vai-ejista" — Cia. de Se- 


















2 338 133 


805 127 






68 719 






45 360 


94 


• União dos Proprietários" — Cia. de Seguros 


















s-r.) 0S4 


197 109 


95 


"União Fluminense" • — Cia. de Seguros Ma- 


















1 043 214 


283 627 


96 








2 169 813 


1 730 833 




TOTAL 


4 782 478 


1 786 298 


379 336 793 


123 302 623 



■> de 
dem 

2 
3 
4 
5 
6 

10 

11 
12 

13 
14 

15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 

23 

24 

25 
26 
27 

28 
29 

30 
31 
32 

33 
34 

35 
36 

37 

38 
39 
40 
41 

42 

43 . 
44 
45 
46 



Departamento Estadual de Estatística 



BIBLIOTECAS 
I — Caracterização e número de volumes 



- 1945 




Número de volumes 


Por 
catalogar 


Catalogados 


807 


7 500 


60 


2 381 
600 


1 294 

1S3 

116 


1 100 
5 936 
5 244 
5 176 


— 


9 000 


300 
6 


1 200 
1 338 




5 286 


61 
460 

80 

122 


3 462 

4 351 

2 770 
61 598 
2 026 


7 000 

1 


1 18 000 


I - 
1 


1 9 221 


13 220 


1 8 500 
1 23 850 
1 4 879 


- 


1 2 266 


! 188 
582 


1 5 039 
1 2 718 


Z 


1 1 126 
1 6 100 


30 

_ 


1 5 614 
1 13 749 


4 115 

2 000 
500 


1 12 990 
i 3 920 
j 4 000 
1 2 470 
1 075 


40 
30 


! 4 186 
j 1 562 
1 .500 


212 


1 2 855 



Denominação 



Bibi. da Fôrça Públ. do Estado de S. Paulo . 

Bibi. Católica da Penitenciária 

Bibi. da Aliança Francesa 

Bibi. da Assoe. Benef. S. João Batista . . 

Bibi. da Assoe. Comercial de S. Paulo . . 

Bibi. da Assoe, dos Empregados no Comércio 

Bibi. da Assoe. Paulista de Medicina . . . 

Bibi. da Caixa Económica Federal .... 

Bibi. da Delegacia Regional do Trabalho . 

Bibi. da Diretoria Penal de Instrução da Pe- 
niteneiái-ia 

Bibi. da Escola Álvares Penteado .... 

Bibi. da Escola Britânica e Gin. Anglo Pau- 
listano 

Bibi. da Escola de Enfermagem de S. Paulo . 

Bibi. da Escola Livre de Sociologia e Política 
de S. Paulo 

Bibi. da Escola Normal Caetano de Campos . 

Bibi. da Escola Noi-mal Padre Anchieta . . 

Bibi. da Escola Paulista de Medicina . . . 

Bibi. da Escola Politécnica 

Bibi. da Escola Técnica de Aviação 

Bibi. da Faculdade de Direito de S. Paulo . 

Bibi. da Faculdale de Farmácia e Odontologia 

Bibi. da Faculdade de Filosofia, Ciências e 
Letras . ; 

Bibi. da Faculdade de Filosofia, Ciências e 
Letras de S. Bento 

Bibi. da Faculdade de Filosofia do Inst. "Sedes 
Sapientiae" 

Bibi. da Faculdade de Medicina 

Bibi. da Faculdade de Medicina Veterinária . 

Bibi. da Federação Espírita do Estado de 
S. Paulo 

Bibi. da Liga das Senhoras Católicas . . . 

Bibi. da Liga do Professorado Católico de 
S. Paulo 

Bibi. da Ordem dos Advogados no Brasil 

Bibi. da Penitenciária do Estado .... 

Bibi. da Procuradoria do Imobiliário e Cadas- 
tro do Estado 

Bibi. da Procuradoria Fiscal do Estado . . 

Bibi. da Procuradoria Judicial do Estado (Secr. 
da Justiça) 

Bibi. da Secretaria da Agricultura .... 

Bibi. da Secretaria da Educação Embai.^ador 
J. C. de M. Soares 

Bibi. da Secretaria da Seigurança Pública . 

Bibi. da S. A. O Estado de S. Paulo . . . 

Bibi. da Soe. Brasileira de Cultura Inglesa . 

Bibi. da Soe. Benef. dos Choferes .... 
Bibi. da Soe. de Medicina e Cirurgia do Esta- 
do de S. Paulo 

Bibi. da Soe. Humanitária dos Empregados 

no Comércio 

Bibi. do -'Standard Oil Club" 

Bibi. da Sub Divisão de Documentação Social 

Bibi. do Arquivo do Estado 

Biblioteca do Centro de Estudos Ação Social . 



Espécie 



Particular 
Particular 
Particular 
Particular 

Particular 
Particular 

Pública 
Particular 

Pública 
Particular 

Particular 
Particular 

Particular 
Particular 
Particular 
Particular 
Particular 
Particular 
Pública 
Pública 

Pública 

Particular 

Particular 
Particular 
Particular 

PúbUca 
Particular 

Particular 
Particular 
Particular 

Particular 
Particular 

Particular 
Pública 

Pa-rticular 
Particular 
Pública 
Pública 
Pública 

Particular 

Particular 
Particular 
Particular 



N.o c 
order 

47 
48 
49 

50 
51 

52 
53 
54 
55 
56 
57 
58 
59 

61 
62 
63 
64 
65 

67 
68 
69 

70 
71 
72 
73 

74 

75 

76 

77 
78 

80 
81 
82 
83 

85 
86 
87 

89 
90 
91 

93 
94 
95 



287 



BIBLIOTECAS 
Caracterização e número de volumes 



194Õ 



Denominação 



Bibi. do Centro Gaúcho 

Bibi. do Centro Guerra Junqueiío .... 
Bibi. do Clube dos Func. do Banco Nacional 

da Cidade de Nova Iorque 

Bibi. do Clube Homs 

Bibi. do Gol." Arquidiocesano S. Tomaz de 

Aquino 

Bibi. do Col." Assunção 

Bibi. do Col.» Estadual da Capital .... 

Bibi. do Col." Madre Oabrini 

Bibi. do Col." N. S.^' de Sion 

Bibi. do Col.» S. Inês 

Bibi. do Col.° S. Marcelina 

Bibi. do Col." S. Agostinho 

Bibi. do Col." S. Luís 

Bibi. do Col." •'Stafford" 

Bibi. do Col." S. Leopoldo 

Bibi. do Conselho Administrativo do Estado , 
Bibi. do Conselho de Orientação Artística 
Bibi. do Conservatório Dramático Musical 
BÍbl. do Departamento da Lepra .... 
Bibi. do Departamento da Produção Animal . 
Bibi. do Departamento da Produção Vegetal . 
Bibi. do Departamento das Municipalidades . 
Bibi. do Departamento de Assist. ao Coopera- 
tivismo 

Bibi. do Departamento de Educação Física 
Bibi. do Departamento do Serviço Público 
Bibi. do Departamento de Sei-viço Social . 
Bibi. do Departamento de Zoologia da Secv. 

da Agricultura 

Bibi. do Departamento Jurídico da Federação 

das Indústrias 

Bibi. do Departamento Jurídico da "The São 
Paulo Tramway Light & Povrer Co. Ltd." 
Bibi. do Departamento Jurídico da Prefeitura 

Municipal 

Bibi. do Gin. da Assoe. Cristã de Moços . 
Bibi. do Gin. Caetano de Campos .... 
Bibi. de .Gin. Machado de Assis .... 

Bibi. do Gin. Oriental 

Leme 

Riaehuelo 

S. Bento 

S. Paulo 

V era Cruz 

Biológico 

Bibi. do Inst. de Biotipclogia Criminal da Pe- 
nitenciária do Estado 

Bibi. do Inst. de Botânica 

Bibi. do Inst. de Eletrotécnica 

Bibi. do Inst. de Higiene 

Bibi. do Inst. de Organização Racional do 

Trabalho 

Bibi. do Inst. Genealógico Brasileiro . . 
Bibi. do Inst. Geográfico e Geológico • 

Bibi. do Inst. Pinheiros 

Bibi. do Inst. Oscar Freire 



Bibi. do Gin. 
Bibi do Gin. 
Bibi. do Gin. 
Bibi. do Gin. 
Bibi. do Gin. 
Bibi. do Insi. 



Espécie 


Número de volumes 




( '.itiiloirados 


Particul.ir 




0 225 


Particular 




596 


Particular 






Pública 




flSS 


Pública 




10 305 


Particular 




2 220 


Particular 






1 Particular 


50 


2 800 


Particular 




14 000 


1 Particular- 






Particular 


60 


2 561 


Particular 




3 500 


Particular 




30 500 


Particular 


"00 




Pública 




6 3'58 


Pública 


1 147 


182 


Pública 




573 


Particular 


— 


19 591 


Pública 




13 643 


Pública 


— 


5 638 


Pública 




5 467 


Particular 


- 


513 


Pública 


3 


1 014 


Pública 




2 280 


Pública 


350 


10 951 


Particular 




600 


1 Pública 

j 


n 200 1 


4 034 


Particular 




3 10.5 


Particular 


_ j 


3 897 


Particular 




9 500 


Particular 


13 1 


990 


Particular 




18 856 


Particular 


z j 




Pai-ticular 


150 1 


480 


Particular 




oOO 


Particular 




025 


Particular 




1 300 


Particular 




2 120 


Particular í 


'11 


1 253 


Pública 




21 924 


Particular 




542 


Pública 


1 851 1 


250 


Particular j 


25 1 


1 020 


Pública i 




27 036 


i 

Particular 






Pública j 




500 


Particular j 


300 


6 342 


Particular 


362 1 


1 323 


Particular | 


1 


2 902 



Departamento Estadual de Estatí st ica 



BIBLIOTECAS 
Caracterização e número de volumes 



Denominação 



Bibi. do Inst. Profissional Feminino Cai-los de 

Campos 

Bibi. do Inst. Profissional Masculino Getúlio 

' Vargas 

Bibi. do Laboratório de Polícia Técnica . . 
Bibi. do Liceu Académico S. Paulo .' . • 

Bibi. do Liceu S. C. de Jesus 

Bibi. do Liceu Siqueira Campos .... 
Bibi. do "Mackenzie College George Alexander" 
Bibi. do Museu Paulista 

104 ■ I Bibi. do Sei-viço de Assist. a Psicopatas . . 

105 i Bibi. do Serviço de Imigração e Colonização . 

106 i Bibi. do Serviço de Profilaxia da Malária 
Bibi. do Sind. dos Contabilistas David Santos 
Bibi. do Sind. dos Empregados no Comércio . 
Bibi. do Sind. dos Empregados em Estabele- 
cimentos Bancários 

Bibi. do Tribunal de Apelação 

Bibi. dos Missionários Capuchinhos 
Bibi. Infantil de Teresa de Jesus . . . . 
Bibi. Infantil do Departamento Municipal de 

Cultura 

Bibi. Horácio Berlinde 

Bibi. Portuguesa de S. Paulo . . . ... 

Bibi. Pública Municipal . 

Bibi. da União Cultural Brasil-Estados Unidos 

"George Washington" 

Bibi. Teosófica 

Bibi. Virgílio do Nascimento 

TOTAL 



Espécie 



Particular 

Particular 
Particular 
PaJ-ticuIar 
Particular 
Particular 
Pública 
Pública 
Particular 
Particular 

Pública 
Pai-ticular 
Particular 

Particular 
Pública 

Particular 
Pública 

Pública 
Particular 
Pública 
Pública 

Pública 
Particular 
Particular 



Número de volumes 



5C.5 
13 297 
26 854 
1 103 
4 853 
949 
1 520 
1 799 

3 979 
12 320 



625 

8 891 



3 795 
960 
3 17G 

647 398 



BIBLIOTECAS 
II — Número de consultas — 1945 
1. Segundo os idiomas 



Denominação 



Bibi. da Fôrça Pública do 
Est. de S. Paulo . . . 

Bibi. Católica da Peniten- 
ciária 

Bibi. da Aliança Francesa 

Bibi. da Assoe. Benef. S. 
João Batista 

Bibi. da Assoe. Comercial 
de S. Paulo ...... 

Bibi. da Assoe, dos Empre. 
gados no Comércio . . . 



Número de consultas 



Em 
Espa- 
nhol 



outras 
e não 
espe- 
cifica- 
das 



— I 1 620 



— I 1 620 

I 

— I 136 

I 

— I " 

I 

325 I 1 051 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



280 



BIBLIOTECAS 
II — Número de consultas — 1945 
1. Segxmdo os idiomas 



(cotttiiiniição) 



Denominação 



Bibi. da Assoe. Paulista de 

Medicina 

Bibi. da Caixa Económica 

Federal 

Bibi. da Delegacia Rog. do 

Trabalho 

Bibi. da Diretoria Penal de 

Instmção da Pcnitsnciã- 

Bibl. dn Esc. Álvares Pen- 
teado 

Bibi. da Esc. Britânica e 
Gin. Anglo Paulistano . 

Bibi. da Esc. de Enferma- 
gem de S. Paulo .... 

Bibi. da Esc. Livre de So- 
ciologia e Política de S. 
Paul» 

Bibi. da Esc. Normal Cae- 
tano de Campos .... 

Bibi. da Esc. Normal Pa- 
dre Anchieta 

Bibi. da Esc. Paulista de 
Medicina 

Bibi. da Esc. Politécnica . 

Bibi. da Esc. Técnica de 
Aviação 

Bibi. da Fac. de Direito de 
S. Paulo 

Bibi. da Fac. de Farmácia 
e Odontologia 

Bibi. da Fac. de Filosofia. 
Ciências e Letras . . . 

Bibi. da Fac. de Filosofia, 
Ciências e Letras de S. 
Bento 

Bibi. da Fac. de Filosofia 
do Inst. "Sedes Sapien- 
tiae" 

Bibi. da Fac. de Medicina 

Bibi. da Fac. de Medicina 
Veterinária 

Bibi. da Federação Esp. do 
Est. de S. Paulo . . . 

Bibi. da Liga das Senhoras 
Católicas 

Bibi. da Liga do Prof. Ca- 
tólico de S. Paulo . . • 

Bibi. da Ordem dos Advo 
gados no Brasi! .... 

Bibi. da Penitenciária do 
Estado 

Bibi. da Procuradoria do 
Imobiliário e Cadastro do 
Estado ......... 



Número de consultas 



Em 
Espa- 
nhol 



16 815 I 

i 

177 I 



11 .575 
133 



30 17G 

7 089 

3 628 
10 340 

28 244 

24 558 

5 217 

2 577 



17 522 

18 088 



4 043 
879 



rder 

33 
34 

35 

37 
38 
39 
40 
41 

42 

43 

44 

45 
46 

47 
48 

49 

50 
51 

52 
53 

54 
55 

56 
57 
58 
59 
60 
61 
62 

63 



Departamento Estadual de Estatística 



BIBLIOTECAS 
Número de consultas — 
1. Segundo os idiomas 



1945 



Denominação 



Bibi. da Procuradoria Fis- 
cal do Estado 

Bibi. da Procuradoria Judi- 
cial do Estado (Secreta- 
ria da Justiça) .... 

Bibi. da Seer. da Agricul- 
tura 

Bibi. da Secr. da Educação 
Embaixador J. C. de M. 



Bibi. da Secr. da Segurança 

Pública 

Bibi. da S. A. O Estado de 
S. Paulo 

Bibi. da Soe. Brasileira de 
Cultura Inglesa .... 

Bibi. da Soe. Benef. dos 
■ Choferes 

Bibi. da Soe. de Medicina 
e Cirurgia do Est. de S. 
Pa»ilo 

Bibi. da Soe. Humanitária 
dos Empregados no Co- 
mércio 

Bibi. do "Siandard Oil 
Club" 

Bibi. da Subdivisão de Do- 
cumentação Social . . . 

Bibi. do Arquivo do Estado 

Bibi. do Centro de Estudos 
e Ação Social 

Bibi. do Centro Gaúcho . . 

Bibi. do Cent. Guerra Jun- 
queiro 

Bibi. do Clube dos Func. 
do Banco Nacional da Ci- 
dade de Nova Iorque . 

Bibi. do Clube Homs . . . 

Bibi. do Col." Arquidioce- 
sano S. Tomaz de Aquino 

Bibi. do Col.» Assunção 

Bibi. do Col o Estadual da 
Capital 

Bibi. do Col.» Madre Cabrini 

Bibi. do Col » N. S.íi de 
Sion 

Bibi.. do Col.» S. Inês . . 

Bibi. do Col.° S. Marcelina 

Bibi. do Col." S. Agostinho 

Bibi. do Col." S. Luís . 

Bibi. do Col.» "Stafford" 

Bibi. do Col.» S. Leopoldo 

Bibi. do Conselho Adminis- 
trativo do Estado . 

Bibi. do Cons. de Orienta- 
ção Artística . . . 



Número de consultas 



Fran- Italia- 



Em 
Espa- 
nhol 



1 015 
1 487 



7 790 
3 713 

3 435 

4 513 
2 779 

5 020 
1 205 

422 



- i 



Em 
Ale- 
mão 



I - I 



30 [ 13 — I 

1 I I 



7 000 I 



320 [ 
- i 



Em 
outras 
e não 
espe- 
cifica- 
das 



- I 



I - 



I 764 I 2 251 
144 



I - 
I 847 



145 2 152 — 



18 
57 I 



ia Capital de São Paulo 



291 



BIBLIOTECAS 
II — Número de consultas — 1945 



1 

N." de 

ore! em 


Denominação' 






Número de 


consultas 






Em 
guês 


Em 

cês 


Em 
Italia- 
no 


Em 
Esp;i- 
nhol 


I ' ■ 


1 
1 


Em 

outras 


Ota 


64 


Bibi. do Conseiryatório Dra- 








, 
1 












mático e Musical . . . 


— 


— 










420 


420 


65 


Bibi. do Dep. da Lepra . . 


SO 572 


— 




- 






— 


80 572 


66 


Bibi. do Dep. da Produção 






















1 502 


748 


189 1 1 014 


3 MS 


169 


— 


6 770 


67 


Bibi. do Dep. da Produção 




















Vegetal . 


1 732 


:'.S) 


220 


235 


898 


98 


— 


3 564 


68 


Bibi. do Dep. das Munici- 






















540 


9S 


B 


t 17 


- 


1 


— 


664 


69 


Bibl. do Dep. de Assist. ao 




















Cooperativismo .... 


1 P,2V 


— 




1 - 






— 


1 327 


70 


Bibi. do Dep. de Educação 






















578 


- 




! - 








57S 


71 


Bibi. do Dep. do Serviço 




















Público 


32 020 


1 457 


520 


1 340 


1 040 




18 


35 477 


72 


Bibi. ^o Dep. do Serviço 




















Social 


1S3 




4 


i - 


68 




— 


278 


73 


Bibi. do Dep. de Zoologia 




















da Seer, da Agricultura 


33 


- 


- 


1 - 







— 


33 


74 


Bibi. do Dep. Jurídico da 








1 












Federação das Indús- 








i 












trias 


3 402 


27 


11 


I 181 


140 




346 


4 107 


75 


Bibi. do Dep. .Jurídico da 




















"The S. Paulo Tramway 




















Light & Power Co. Ltd." 


1 010 


121 






300 


- 


- 


1 431 


76 


Bibi. do Dep. Jurídico da 








í 












Pref. Municipal .... 


3 468 




201 


1 164 


168 


1 - 




4 288 


77 


Bibi. do Gin. da Associação 








1 












Cristã de Moços .... 


405 


!■ - 




1 - 






- 


405 


78 


Bibi. do Gin. "Caetano de 








1 














10 076 


1 lon 


34 1 66 


920 1 — 


17 980 


1 30 176 


79 


Bibi. do Gin. Machado de 
















1 






1 020 


I 23 




1 34 


■ 68 




693 


1 1 850 


80 


Bibi. do Gin. Oriental . . 


500 


224 


- 


I - 


306 


- 


70 


1 1 100 


81 


Bibi. do Gin. Paes Leme . 


570 


I 30 


5 


1 19 


34 




142 


! 800 


82 


Bibi. do Gin. Eiachuelo . . 


130 


- 




- 


- 




— 


j 130 


83 


Bibi. do Gin. S. Bento . . . 


2 103 


1 - 


- 








! - 


I 2 103 


84 


Bibi. do Gin. S. Paulo . . 


S7 


í ''•^ 


49 




46 


- 


- 


1 260 


85 


Bibi. do Gin. Vera Cruz . 


1 281 


; 236 


107 


\ 95 


160 


1 18 


- 


1 1 897 


86 


Bibi. do Inst. Biológico . . 


— 


i - 




1 - 






22 000 


1 22 000 


87 


Bibi. do Inst. de Biotipo- 




















logia Criminal da Peni- 




















tenciária do Estado . . 
















i 39 


88 


Bibi. do Inst. de Botânica 
















I 330 


89 


: Bibi. do Inst. de Eletrotéc- 






















7 






13 








! 112 


90 


i Bibi. do Inst. de Higiene 


! 1 992 






'.5 


1 1 1 






3 541 


91 


Bibi. do Inst. de Organiza- 
















1 31 




ção Racional do Trabalho 


1'' 














92 


Bibi. do Inst. Genealógico 








































Bibi. do Inst. Geográfico e 




















Geológico 










■.r/l 


106 




• 2 705 


94 


' Eibl. do Inst. Oscar Freire 


1 ino 














1 800 



292 



Departamento Estadual de Estatística 



BIBLIOTECAS 
II — Número de consultas — 1945 



1. Segundo os idiomas (co„,iu..ão) 



N." de 


Denominação 


Número de consultas 


Em 

guês 


Em 

cês 


Itália- 


^pa- 
nhol 


Em 

Inglês 


Em 
Ale- 
mão 


outras 
e não 
espe- 

das 


Total 


95 


Bib. do Inst. Pinheiros . . 


— 


— 








— 


1 500 


1 500 


96 


Bibi. do Inst, Profissional 




















Feminino O. de Campos 


4 589 


108 


95 


98 


18 


5 




4 913 


97 


Bibi. do Inst. Pi'ofissional 




















Masculino Getúlio Var- 








• 














149 




- 








610 


739 


98 


Bibl.do Laboratório de Po- 




















lícia Técnica . . . 


52 






25 


17 


— 


— 


110 


99 


Bibi. do Liceu Académico 




















S. Paulo 


245 


15 


3 


22 


16 


— 


— 


301 


100 


Bibi. do Liceu S. C. de Je- 






















740 


ns 


86 


16 


30 


1.3 


17 


1 000 


101 


Bibi. do Liceu Siqueira 






















470 


1 12 


'.17 


SI 


■MO 


— 


1 070 


2 160 


102 


Bibi. do " Mackenzíe College 














• 






Georpre Alexander" . . 


28 139 


465 


39 


600 


4 254 


38 


18 


33 553 


103 


Bibi. do Museu Paulista . 


163 


43 


— 


62 


52 


47 


1 


368 


104 


Bibi. <lo Serviço de Assist. 






















50 


115 


40 


95 


122 


99 


- 


521 


105 


Bibi. do Serviço de Imigra- 




















ção e Colonização . . . 


— 


— 


— 


— 


- 


— 


438 


438 


' 106 


Bibi. do Serviço de Profi- 




















laxia da Malária .... 








1111 


180 


— 


- 


822 


107 


BibL do Sind. dos Conta- 




















bilistas David Santos 


25 


211 


11) 


— 


— 


— 


190 


245 


108 


Bibi. do Sind. dos Empre- 




















gados no Comércio . . . 


487 


— 


— 


— 


— 


— 


— 


487 


109 


Bibi. do Sind. dos Empre- 




















gados em Estabelecimen- 




















tos Bancários . . 


6 540 


— 


— 




— 


— 


27 


6 617 


110 


Bibi. do TribunaL de Ape- 






















434 


152 


395 


59 


_ 




1 858 


2 898 


111 


Bibl. dos Missionários Ca- 




















puchinhos ... . . 




— 


— • 


— 


— 


- 


2 898 


2 898 


112 


Bibi. Infantil de S. Te- 






















2 717 


- 




- 




- 


- 


2 717 


113 


Bibl. Infantil do Dep. Mu- 




















nicipal de Cultura . . . 


72 017 


168 


230 


713 


239 


61 


700 


74 128 


114 


Bibi. Portuguesa de São 




















Paulo 


1 234 


28 


- 


39 




- 


160 


1 461 


115 


Bibi. Horácio Berlink . . 


















116 


Bibi. Pública Municipal . 




30 190 










414 




117 


Bibi. da União Cultural 


















Brasil - Estados Unidos 




















"Geor-ge Washington" . 




- 






17 095 




86 


17 181 


118 


Bibi. Teosófica 


346 


- 


- 








- 


346 


119 


Bibi. Virgílio do Nasci- 
























24 


i 


41 


6 




1 


553 






718 606 


58 205 

1 


j 

16 170 ' 


30 936 


í 

81 680 

1 

■ ! 


3 536 


I 
1 

107 524 

! 
i 


1 016 657 



Estatísticas da ( 



B I B L I O T E t: A S 
II — Número de consultas — liM') 
2. Segundo os assuntos 









Número de consultas 




N.» de 
ordem 


Denominação 














Mate- 
mática 


Geo- 
grafia 


Histó- 


Lii 










na 


rau; 






1 


Bibi. da Força Pública do Est. de S. Paulo 




- 










S 232 


2 


Bibi. Católica da Penitenciária . . 

Bibi. da Aliança I- lancrsn 


_ 


— 
— 








1 620 


4 


Bibi. da Assoe. B. iu r. S. João Batista 




— 


— 






136 


5 


Bibi da Assoe. Ci-m. i ri.il de S. Paulo . 


— 










15 


f. 
- 


Bibi. da Assoe, dos Kmp l egados no Co- 
Bibl. da Assoe. Paulista de Medicina . 


— 




- 


1 ilOI 

— 




1 ,- 1 




Bibi. da Caixa Económica Federal . . . 


_ 


— 


— 


— 


I 4:'s 


1 1!«>. 




Bibi. da Delegacia Repioiíal do Tiabalho . 




— 


— 


— 


>T4 


■■Tl 


in 


Bibi. da Diretoria Penal de Instrução da 
















Penitenciária 




i (100 




22 000 


5 000 


30 000 


11 


Bibi. da Esc. Álvares Penteado .... 


_ 


31 


- 


- 


368 


399 


12 


Bibi. da Esc. Britânica e Gin, Angio Pau- 






















- 


— 


2 700 


2 700 


13 


Bibl. da Esc. de Enfermagem de S. Paulo 


— 


— 




1 SOO 


3 461 


5 261 


14 


Bibi. da Esc. Livre de Sociologia e Política 
















de S. Paulo 




— 


9(1 


26 


1 197 


1 322 


15 


Bibi. da Esc. Normal Caetano de Campos . 


_ 


— 


— 


- 


30 176 


30 176 


16 


Bibi. da Esc. Normal Padre Anchieta . . 






— 


— 


7 089 


7 0S9 


17 


. Bibi. da Esc. Paulista de Medicina . . . 


— 






— 


3 628 


3 628 


IS 


Bibi. da Esc. Politécnica 




— 


- 


— 


10 340 


10 340 


19 


Bibi. da Esc. Técnica de Aviação 


— 


— 


1 942 


9 487 


16 815 


28 244 


20 


Bibi. da F^c. de Direito de S. Paulo . . 




— 


- 


- 


24 558 


24 :55S 


21 


Bibi. da Fac. de Farmácia e Odoijtologia . 


— 


— 


— ■ 




■ 5 217 


5 217 


22 


Bibi. da Fac. de Filosofia, Ciências e Letras 




520 


- 


1 130 


927 


2 577 


23 


Bibi. da Fac. de Filosofia, Ciências e Letras 
















de S. Bento . . .' 


335 


107 


80 


15 


SU 1 


1 341 


24 


Bibi. da Fac. de Filosofia do Inst. "Sedes 
















Sapientiae" 


- 


3 382 


— 


"3 59.5 


Hl 5 4-'. 


17 522 


9- 


Bibi. da Fac. de Medicina 


— 








IS iiss 




26 


Bibi. da Fac. de Medicina Veterinária 




— 


50 





-' 


1 H 


27 


Bibi. da Federação Espírita do Est. de 


















- 


— 


— 


— 




ST9 


28 


Bibi. da Liga das Senhoras Católicas 


- 


17 


- 




21 1 


276 


29 


Bibi. da Liga do Professorado Católico de 
















S. Paulo 


■ — 




153 


938 


746 


1 837 


30 


Bibi. da Ordem dos Advogados no Brasil . 




— 


- 


— 


10 


10 


31 


Bibi. da Penitenciáiia do Estado- 


— 


— 


- 


— 


21 025 


21 1125 


32 


Bibi. da Procuradoria do Imobiliário e Ca- 






- 


— 


454 


454 


33 


Bibl. da Prociiradoria Fiscal do Estado . 


_ 






— 


1 (172 


1 072 


34 


Bibi. da Procuradoria Judicial do Estado 




















— 


— 




42-- 


42S 


35 


Bibi. da Secr. da Agricultura .... 




— 


— 


— 


1 22->i 


1 22S 


36 


Bibi. da Secr. da Educação Embai.xador 
















J. C. de M. Soares 


- 


1 257 


— 


2 314 


4 (;52 


8 423 


37 


Bibi. da Secr. da Segurança Pública 






— 






3 010 


38 


Bibi. da S. A. O Estado de S. Paulo . . 


- 


1 000 




4 000 


3 l)O0 


8 000 


39 


Bibi. da Soe. Brasileira de Cultura Inglesa 






757 




4 863 


7 000 


40 


Bibi. da Soe. Benef. dos Choferes . 






- 




315 


315 


41 


Bibi. da Soe. de Medicina e Cirurgia do 
















Est. de S. Paulo 










liiil 


601 


42 


Bibi. da Soe. Humanitária dos Emprega- 
























ISfi 




192 


43 


Bibl. do ' Standard Oil Club" .... 










1 9211 


1 920 


44 


Bibi. da Subdivisão de Documentação Social 












100 
1 015 


45 












1 111-5 


46 


Bibi. do Centro de Estudos e Ação Social 




90 




4^7 




2 251 



■."d 

;-den 

47 
48 
49 

50 
51 

52 
53 
54 
55 
66 
57 
58 
59 
60 
61 
62 
63 
64 
65 
66 

68 
69 

70 
71 
72 
73 

74 

75 

76 

80 
81 
82 
83 
84 
85 
86 
87 

88 
89 
90 
91 

92 
98 
94 



Departamento Estadual de Estatística 



BIBLIOTECAS. 
II — Número de consultas — 1945 
2. Segundo os assuntos 



f continuação) 



Denominação 



Número de consultas 



Geo- 
grafia 



Bibi. do Centro Gaúcho 

Bibi. do Centro Guerra Junqueiro . 
Bibi. do Clube dos Func. do Banco Nacio. 
nal da Cidade de Nova Iorque 

Bibi. do Clube Homs 

Bibi. do Col.° Arquidiocesano S. Tomaz de 

Bibi. do Col.o Assunção 

Bibi. do Col." Estadual da Capiial 

Bibi. do C'ol.° Madre Cabrini .... 

Bibi. do Col.o N. S." de Sion .... 

Bibi. do Col. S. Inês 

Bibi. do Col." S. Marcelina 

Bibi. do Col." S. Agostinho 

Bibi. do Col." S. Luís 

Bibi. do Col." "Staff o rd" 

Bibi. do Col." S. Leopoldo . . . . . 
Bibi. do Conselho Administrativo do Estado 
Bibi. do Conselho de Orientação Artística 
Bibi. do Conservatório Dramático e Musical 

Bibi. do Dep. da Lepra 

Bibi. do Dep. da Produção Animal . . . 
Bibi. do Dep. da Produção Vegetal . . 
Bibi. do Dep. das Municipalidades . 
Bibi. do Dep. de Assistência ao Cooperati- 

Bibl. do Dep. de Educação Física . 

Bibi. do Dep. do Serviço Público 

Bibi. do Dep. de Serviço Social .... 

Bibi. do Dep. de Zoologia da Secr. da Agri- 
cultura 

Bibi. do Dep. Jurídico da Federação das 
Indústrias 

Bibi. do Dep. Jurídico da "The S. Paulo 
Tramway Light & Power Co. Ltd." . 

Bibi. do Dep. Jurídico da Prefeitura Mu- 
nicipal 

Bibi. do Gin. da Assoe. Cristã de Moços . 

Bibi. do Gin. Caetano de Campos . . . 

Bibi. do Gin. Machado de Assis .... 

Bibi. do Gin. Oriental 

Bibi. do Gin. Paes Leme 

Bibi. do Gin. Riachuelo 

Bibi. do Gin. S. Bento 

Bibi. do Gin. S. Paulo 

Bibi. do Gin. Vera Cruz 

Bibi. do Inst. Biológico 

Bibi. do Inst. de Biotipologia Criminal da 
Penitenciária do Estado .... 

Bibi. do Inst. de Botânica 

Bibi. do Inst. de Eletrotéenica .... 

Bibi. do Inst. de Higiene 

Bibi. do Inst. de Organização Bacional do 
Trabalho 

Bibi. do Inst. Genealógico Brasileiro 

Bibi. do Inst. Geográfico e Geológico . . 

Bibi. do Inst. Oscar Freire 

Bibi. do Inst. Pinheiros 



72 j 2 140 I 2 212 



. 850 I 

, 900 ! 



- I 



- [2 656 



1 022 
6 000 

4 243 



I 3,779 
6 000 
1 1 205 
I 1 000 

I 10 000 



6 770 
3 564 
664 



578 
32 821 



54 j 742 [ 1 402 | 18 239 
30 ; — j — I 1,265 



4 107 1 


4 107 


1 

1 431 1 


1 431 


4 288 1 


4 288 


405 1 


405 


9 739 1 


30 176 


525 


1 850 


1 100 1 


1 100 


800 1 


800 


130 1 


130 


2 103 1 


2 103 


260 


260 


856 1 


1 897 


22 000 j 


22 000 


39 j 


39 


350 1 


350 


112 1 


112 


, 3 541 1 


3 541 


31 1 


31 


75 1 


' 75 


2 135 1 


2 705 


800 1 


800 


1 500 j 


1 500 



São Paulo 



295 



BIBLIOTECAS 
Número de consultas — 194õ 
2. Segundo os assuntos 



Denominação 



inino Car 



Bibi. do Inst. Profissior 

los de Campos ' . 

Bibi. do Inst. Profissional Masculino Ge- 
túlio Vargas 

Bibi. do Laboratório de Polícia Técnica 

Bibi. do Liceu Académico São Paulo . 

Bibi. do Liceu S. C. de Jesus .... 

Bibi. do Liceu Siqueira Campos .... 

Bibi. do "Mackenzie Collcge George Ale- 
- xander" 

Bibi. do Museu Paulista. 

Bibi. do Serviço de Assist. a Psicopatas . 

Bibi. do Serviço de Imigração e Coloniza- 
ção 

Bibi. do Serviço de Profilaxia da Malária . 

Kibl do Sind. dos Contabilistas David 
Santos 

Bibi. do Sind. dos Empregados no Comér- 
cio 

Bibi. do Sind. dos Empregados em Esta- 
belécimentos Bancários 

Bibi. do Tribuna! de Apelação .... 

Bibi. dos Missionários Capxichinhos 

Bibi. Infantil de S. Teresa de Jesus . . 

Bibi. Infantil do Dep. Municipal de Cul- 
tura 

Bibi. Portuguesa de S. Paulo .... 

Eibl. Horácio Berlink 

Bibi. Pública Municipal 

Bibi. da União Cultural Brasil - Estados 
Unidos "George Washington" . 

Bibi. Teosófica 

Bibi. Virgílio do Nascimento .... 



Número 



TOTAL 



79 I 

ouo [ 



715 I 30 860 I 
.3 I 174 I 



4.38 I 
822 I 



4 748 I 1-148 I 
: 898 I 



I — I 5 90e 

i - i - 



2 898 I 
2 398 I 



1 461 

314 562 

6 465 
346 
506 



1611 



33 553 
368 
521 

438 



74 128 
1 461 



17 181 
346 
553 



13 973 I 18 892 I 91 478 1 89l 787 11 016 6.57 



BIBLIOTECAS 
III — Pessoal empregado — 1945 



Denominação 



Discriminação 



Homens | Mulher 



ria Fòiça Pública do Est. de S. Paulo . . . 

Católica da Penitenciária 

da Aliança Francesa 

da Assoe. Benef. S. João Batista . . . . 

da Assoe. Comercial de S Paulo 

da Assoe, dos Empregados no Comércio 

da Assoe. Paulista de Medicina 

da Caixa Económica Federal 

da Delegacia Reg. do Trabalho 

da Dii-etoria Penal de Instrução da Penitenci: 

da Esc. Ãlvai-es Penteado 

da Esc. Britânica e Gin. Anglo Paulistano . 



296 



Dejiailamento Estadual de Estatística 



BIBLIOTECAS 
III — Pessoal empregado — 1945 

( continuação ) 

Discriminação 

Denominação 

I Homens Mulheres Total 



13 


Bibi. da Esc. de Enfermagem de S. Paulo 


— 


1 

1 1 


1 


14 


Bibi. da Esc. Livre de Sociologia e Politica de S. Paulo . 


2 


1 




15 




1 


1 


2 


16 


Bibi. da Esc. Nomial Padre Anchieta 






2 


17 


Bibi. da Esc. Paulista de Medicina 


— 


1 


1 


18 


Bibi. da Esc. Politécnica 


7 




11 


19 








9 


20 




16 


10 


26 


21 






2 


2 


22 




4 


4 


8 


23 


Bibi. da Fae. de Filosofia. Ciências e Letras de S. Bento . 




... 




24 


Bibi. da Fac. de Filosofia do Inst. "Sedes Sapientiae" .... 




3 


3 


25 




4 


3 


7 


26 


Bibi. da Fac. de Medicina Veterinária 


1 




4 


27 




1 


— . 


1 


28 






1 


1 


29 




- 


1 


1 


30 




1 


— 


1 


31 


Bibi. da Penitenciária do Estado 


2 


— 


2 


32 


Bibi. .da Procuradoria do Imobiliário e Cadastro do Estado . 


2 




2 


33 


Bibi. da Procuradoria Fiscal do Estudo 


4 




7 


34 


Bibi. da Procuradoria Judicial do Estado ( Secr. da Justiça) . 


4 


~ 


4 


35 


Bibi. da Secretaiia da Agricultura 


6 


3 


9 


36 
37 


Bib!. da Secretaria da Educação Embaixador .J. C. de M. Soares 
Bibi. da Secretaria da Segurança Pública 


2 


õ 


7 


38 
39 


Bibi. da S. A. 0 Estado .de S. Paulo 

Bibi. da Soe. Brasileira de Cultura Inglesa 


•1 


1 


2 


40 


Bibi. da Soe. Benef. dos Choferes 




... 




41 


Bibi. da Soe. de Medicina e Cirurgia do Est. de S. Paulo . . 


1 


- 


1 


42 


Bibi. da Soe. Humanitária dos Empregados no Comércio . 


1 


- 


1 


43 


Bibi. do "Standard Oil Club" . . 


1 


- 


1 


44 


Bibi. da Subdivisão de Documentação Social 




1 


1 


45 


Bibi. do Arquivo do Estado 


8 


— 


8 


46 


Bibi. do Centro de Estudos e Acão Social .... 


— 


1 


1 


47 


Bibi. do Centro Gaúcho 


2 


— 


2 


48 


Bibi. do Centro Guerra Junqueiro 


I 


- 


1 


49 


Bibi. do Clube dos Func. do Banco Nac. da Cid. de Nova Iorque 




2 


2 


50 


Bibi. do Clube Homs 




... 




51 


Bibi. do Col." Arquidiocesano S. Toma?, de Aquino 






4 


52 


Bibi. do Col." Assunção 




3 


3 


53 


Bibi. do Col." Estadual da Capital 








54 


Bibi. do Col " Madre Cabrini 








55 


Bibi. do Col." N. S. Sion . . . 








56 


Bibi. do Col." S. Inês . . . 








57 


Bibi. do Col." S. Marcelina 

Bibi. do Col." S. Agostinho 




3 




59 


Bibi. do Col." S. Luis . . . 








BO 


Bibi. do Col." "Stafford • .... . , 






2 


61 


Bibi. do Col " S. Leopoldo 


! 




1 


62 


Bibi. do Conselho Administrativo do Estado . 


1 


- 




63 


Bibi. do Conselho de Orientação Artística 


4 


1 1 




64 


Bibi. do Conservatório Dramático e Musical 




2 1 


2 


65 


Bibi. do Departamento da Lepra 




5 ! 


9 


66 


Bibi. do Departamento da Produção Animal 




4 ! 


6 


67 


Bibi. do Departamento da Produção Vegetal . 

Bibi. do Departamento das Municipalidades 


2 
2 


1 


5 


69 
70 


Bibi. do Departamento de Assist. ao Cooperativismo .... 
Bibi. do Departamento de Educação Física ... 


— 


1 1 
1 1 


1 



Eistatisticas da Capital de São Paulo 297 



BIBLIOTECAS 

III — Pessoal empi-egado — 1945 

(covcIii.'<ão) 



Discriminação 



Homens Mulheres Total 



71 


Bibi do Departamento do Serviço Público 


1-1 




1.5 


72 


Bibi. do Departamento de Serviço Social 






■ 


73 


Bibi. do Departamento de Zoologia da Secr. da Agricultura . 










Bibi. do Departamento Jurídico da Federação das Industrias 








75 












& Power Co Ltd " 








76 


Bibi. do Departamento Jurídict> da Prefeitura Municipal 






'- 


77 


Bibi do Gin. da Assoe Cristã de Moços 








78 


Bibi. do Gin. Caetano de Campos ... 










Bibi do Gin. Machiado de Assis 






' 1 


80 


Bibi. do Gin. Oriental 










Bibi do Gin Paes Leme 








82 


Bibi do Gin. Riachuelo 








83 


Bibi. do Gin S Bento 








84 


Bibi do Gin. S. Paulo 


1 




1 


85 


Bibi. do Gin. Veia Cruz . .... .... 


1 


1 








4 


:j 


7 


87 


Bibi. do Inst. de Biotíptílojíia Ciiminal da Penitenciária do E.^tado 


1 




1 




Bibi. do Inst. de Botânica . ... 






1 


89 


Bibi. do Inst. de Eletrotécniea 




1 


1 


90 


Bibi. do Inst de Higiene 


3 




4 


91 






2 




92 


Bibi do Inst. Genealógico Brasileiro 


1 




1 


93 


Bibi. do Inst. Geográfico e Geológico . ... 


2 


2 


4 






1 






95 








1 


96 


Bibi. do Inst. Profissional Feminino Carlos de Campos 






1 


.97 


Bibi. do Inst Profissional Masculino Getúlio Vargas 




1 


1 


98 


Bibi do Lab da Polícia Técnica 




. 




99 




] 




1 


100 


Bibi do Liceu S C de Jesus 


1 




1 


101 












Bibi do •'M^ckenzie Oollege Georpe Alexander" 








103 




2 






104 






, 


1 


105 




1 


1 




106 






1 


1 


107 


Bibi. do Sind. dos Contabilistas David Santos 








108 


Bibi. do Sind. dos Empregados no Comércio 






1 


109 


Bibi. do Sind. dos Empregados em Estabelecimentos Bancários . 


1 




1 


110 




4 




6 


111 




4 




4 


112 




1 


1 




113 








12 


114 




1 






115 










116 








12fi 


117 


Bibi. da União Cultural Brasil Est. Unidos "George Washington" 






3 


118 










119 












Total 




190 


451 



Denominação 



298 



Departament o Estadual de Estatística 



MUSEUS 

Principais museus públicos e particiúares ' — 1945 
Caracterização e sinopse do movimento 



N.o de 
ordem 


Denominação e Natureza 


■da" 
Insta- 
lação 

í 


Número 


de peças 


Número 
de 


Exis- 


'^tar 


visitas 






tentes 




0 ano 


1 


(Geral) 




4 668 


4 668 


7.:, 


2 


(Ai-te) 


1 POC 




... 




S 


(Pintura, Escultura, Arciuitetura e Desenho) 


! Mil 


1 228 


208 


4 280 


4 


(Animais Silvestres) 


1 ;i?.s 


400 


400 




5 


(História Natural e Medicina) 




10 300 


300 


7 000 


6 


Militar da Fôrça Pública 

(Militar) 


. ! 1 939 


431 


431 


6 036 








19 140 


5 020 


233 161 




(História, Numismática e Etnografia) 











Resultado na apuração dos formulários B.2, da X Campanha, recebidos até 31-VIII-46. 



IMPRENSA PERIÓDICA 
Classificação dos periódicos arrolados — 1945 



Especificaç; 



De entidades oficiais 

De entidades civis e firmas comerciai: 
De corporações religiosas . , 
De propriedade individual 



De 18-50 
De 1860 
De 1870 
De 1880 
De 1890 
De 1900 
De 1910 
De 1920 
De 1930 
De 1940 
Sem deci 



1859 



1929 
1939 
1944 



Tipo "jornal" 
Tipo "revista" 
Tipo "boletim* 



De uma só edição matutina 

De uma edição vespertina 

De mais de uma edição vesperti 

Bi-hebdomadário .... 

Hebdomadário 

Mensário 



Outros J periodicidade regular . 

periódicos I De perloeidade indeterminada 



Estatísticas da Capital de São Paulo 

IMPRENSA P E Pv I ó D I C A 
I — Classificação dos periódicos arrolados — • 1945 



(continuação) 



Especificação 



Segundo 

(Dimensões em 
centímetros 



I Até 30 X 20 

formato | Mais de 30 X 20 até 40 X 30 
Mais de 40 X 30 até 50 X 40 
Mais de 50 X 40 . . . 



Até 
Mai 

Mais de 

Mais de 

Mais de 

Mais de 

Mais de 



: pagmas 

de 4 páginas até S páginas 
8 páginas até 16 páginas 
16 págnas até 20 páginas 
20 páginas até 50 páginas 
50 páginas até 100 páginas 
100 páginas 



Sem declaração 



Segundo a tiragem 
(Niímero de exem- 
plares) 



Até 500 exemplares 

Mais de 500 até 1 000 

Mais de 1 000 até 3 000 

Mais de 3 000 até 5 000 

Mais de 5 000 até 10 000 

Mais de 10 000 até 20 000 

Mais de 20 000 até 50 000 

Mais de 50 000 . . . . 



Segundo a natureza 



Literários 

Artísticos 

Agrícolas, ccmerciais e industriais 

Científicos 

Técnicos 

Pedagógicos 

Noticioso 

Judiciários 

Estatísticos 

Económicos 

Despoi-tivos 

Informativos 

Críticos, — humorísticos .... 

Religiosos 

De propaganda 

Históricos 

Até 30 centavos 

Mais de 30 centavos até 50 centavos 
Mais de 50 centavos até 1 cruzeiro 
Mais de 1 cruzeiro até 2 cruzeiros 
Mais de 2 cruzeiros até 5 cruzeiros 
Mais de 5 cruzeiros até 10 cruzeiros 

Mais de 10 ci-uzeiros 

De distribuição gratuita .... 

Até 10 cruzeiros 

Mais de 10 até 20 cruzeiros 

Mais de 20 até 40 cruzeiros . . 

Mais de 40 até 60 cruzeiros 

Mais de 60 até 100 cruzeiros . . 

Mais de 100 cruzeiros 

De distribuição gratuita .... 



300 



Departament o Estadual de Estatística 



IMPRENSA PERIÓDICA 
Classificação dos periódicos arrolados — 1945 



Especificação 



Segundo os efetivos 
do pessoal empre- 
gado • 



Mantendo ennpregados 



Não mantendo 



Até 2 

Mais de 2 até 5 empregados 
Mais de 5 até 10 empregados 
Mais de 10 até 20 empregados 
Mais de 20 até 50 empi-egados 
Mais de 50 empregados 



Segixndo o apare- 



IMPRENSA PERIÓDICA 



II — Principais característicos dos periódicos informantes — 1945 



N. 



." de 


Denominação 


Periodicidade 


Tiragem 
em média 


Preço 
do 
exempla 






Mensal 


2 500 


2.00 






Mensal 


5 000 


2 00 


3 




Diário 


80 000 


0,50 


4 


A Gazeta Esportiva 


Bissemanal 


40 000 


0.40 


5 


Almanaque Esportivo "Olympicus" 




10 000 


10.00 


6 




Semanal 


15 000 


0.30 


7 


Anais Paulistas de Medicina e Cirurgia . 


Mensal 


1 000 


5.00 


8 


A Noite 


2 Ediç. Diárias 


40 000 


0.50 


9 


Anuário Estatístico da Superintendência, dos 












Anual 


3 000 




10 


Anuário Estatístico do Estado de S. Paulo . 


Anual 


1 000 




11 




Anual 


1 500 


25.00 


12 




Trimensal 


1 000 


3.00 


13 


Arq. Brasileiros de Oftalmologia .... 


Bimestral 


500 


10,00 


14 


Ave Maria 


Semanal 


40 000 


0.50 


15 


Bentevi 


Mensal 


10 000 


1,50 


16 




Diário 


1 000 


1.00 


17 


Boi. da Assoe. Paulista de Belas Artes . 


Bimestral 


2 noo 




18 


Boi. da Superint. dos Sei-viços do Café . 


Mensal 


4 150 




19 




Trimestral 


2 000 




20 


Boi. do Dep. Estadual de Estatística . . . 


Trimestral 


1 200 • 




21 


Boi. Financeiro Levi 


Diário ■ 


500 


1.50 


22 


Boi. O Auto Paulista 


Mensal 


7 700 






Boi. Semanal 


Semanal 


5 000 


3.00 


24 




Mensal 


2 000 




25 


Caça e Pesca 


Mensal 


3 000 


4.00 


26 




Mensal 


6 500 


2,00 




Chácaras e Quintais 


Mensal 


9 800 


4,00 






Mensal 


5 000 




29 




Anual 


10 000 




30 


Correio Paulistano 


Diário 


27 337 


0,60 


31 




Mensal 


1 000 


15.00 


32 


D. E. E 


Tremestral 


1 000 


6,00 


33 




2 Ediç. Diárias 


75 OOO 


0,50 


34 


Diário de São Paulo 


Diário 


60 000 


0.50 


35 


Diário Oficial 


2 Ediç. Diárias 


10 500 


0,50 


36 


Diário Popular .... 


Diário 


30 000 


0,50 



Estai 



IMPRENSA PE P. 1 () 1 ) I C A 
II — Principais característicos dos pejiódicos infoimantes — 1940 



N. 



." de 
■dem 




j_' tí n 0 111 1 11 a ç a 0 


Penodui.bulr 




Preço 
do 
. \. m^la^ 


37 




Mensal 


M 


■ 


'38 




Mensal 




:.no 


39 




Semanal 


4 UOÍI 


1,00 


40 


!:r"\.;,„ 


Mensal 


3 000 


3.00 


41 




Mensal 


7 600 


3.00 


'! 




Mensal 


2 000 


2,00 


4 o 


Folha da Manha 


Diano 


80 000 


0.60 


44 


folha da Noiti. 


2 Ediç. Diárias 


60 000 


0.50 


45 




Mensal 


• 3 000 


- 


46 




Anual 


500 




47 


Gazeta Mercantil Industrial 


Diario 


1 200 


1.00 


4S 


Guia Levi 


Mensal 


7 000 


fi.OO 


49 


^^■"^ 


Diario 


20 000 


0.50 


oO 


Ilustração Nossa Estrada 


Mensal 


4 000 


2.00 


ol 




Mensal 


1 SOO 


10.00 


o2 




Mensal 


5 000 


3.00 


53 




Diário 


20 000 


o..^o 


54 




Quinzenal 


3 000 


6.00 


55 




Mensal 


4 ÕOO 


8,00 


56 




Mensal 


15 000 


1 20 


57 




Mensal 


1 000 


3.00 


58 


O Kistuii 


Mensal 


1 000 




59 


O Caivano 


Mensal 


6 500 


1.00 


60 




Mensal 


3 000 




61 




Bimestral 


4 000 


2.00 


62 




Diário 


12 000 


0.50 


63 




Mensal 


loO 000 




64 




Diano 


30 000 


0,40 


65 




Diario 


80 000 


0,60 


66 . 




Mensal 


2 500 


1.50 


67 




Semanal 


60 000 


0,70 


68 




Semanal 


15 000 


0.40 


69 




Mensal 


5 000 


2,00 


70 


O Opeiauo 


Semanal 


3 000 


0,30 


71 




Mensal 


3 200 


10,00 


72 


0 Pioneno 


Mensal 


9 100 


1,00 


i3 






4 500 




74 




Mensal 


S 000 




75 




Mensal 


800 


2.00 


76 




Mensal 


2 000 


0.40 


77 




Trimestral 


1 200 


10.00 


78 




Bimestral 


700 


7.00 


79 




Mensal 


1 500 


10.00 


80 




Mensal 


13 000 




81 




Bimestral 


500 


3.50 


82 




Mensal 


1 000 


4,00 


83 


Rev. da Academia Paulista de Letras 


Trimestral 


1 000 


7.00 


84 


• Rev. da Fac. de Direito de S. Paulo . 


Quadrimestral 


1 000 


20.00 


85 




Mensal 


2 000 


4.00 


86 




Trimestral 


1 000 


10.00 




Rev. de Medicina e Cirurgia de S. Paulo 


Bimestral 


600 


5,00 




Rev. de Neurologia e Psiquiatria de S. Paulo 


Bimestral 


1 000 


10.00 


89 




Mensal 


2 000 


4.00 


90 




Mensal 


17Ó0 


3,00 


91 




Semestral 


500 


15.00 


92 




Mensal 


6 000 


4,00 


93 




Mensal 


5 000 


3.00 


94 




Mensal 


3 OCO 


20,00 


95 


Rev. Genealógica Brasileira 


Semestral 


1 500 


10.00 



302 



Departamento Estadual de Estatística 



IMPRENSA PERIÓDICA 



Principais característicos dos periódicos informantes 



1945 
{ conclusão) 



111 
112 
113 
114 
115 I 



Eev. Industrial São Paulo 
Rev. Legislação do Trabalho . 
Rev. Paulista de Contabilidade 
Rev. Paulista de Tisiologia 

Rev. Politécnica 

Rev. Rural Brasileira . 

Rev. Securitas 

Rev. Têxtil 

Rev. XXV de Janeiro . . • 

São Paulo Ilustrado 

São Paulo Médico .... 

Serviço Social 

Sítios e Fazendas .... 

Sociologia 

Técnica e Economia Bancária 
Tempos do Brasil .... 
Turfe e Elegância . . 
Vida Esportiva Paulista . 
Vigilância Centra 
Viver .... 



Fogo 



Periodicidade 


Tiragem 
em média 


Preço 
do'° 
exemplar 


Mensal 


■ 

6 000 


6.00 


Mensal 


2 000 


6,00 


Mensal 


5 000 , 


4,00 


Bimestral 


1 000 


8,00 


Bimestral 


1 600 


7,00 


Mensal 


1 870 


6,00 


Mensal 


2 000 


5,00 


Mensal 


1 000 


5.00 


Bimestral 


500 


- 


Quinzenál 


18 000 


1.00 


Mensal 


1 500 


7.00 


Trimestral 


5 000 


15.00 


Mensal 


9 000 


4,00 


Trimestral 


500 


6,00 


Mensal 


2 000 


3.50 


Semanal 


7 000 


0.50 


Semanal 


2 000 


2,50 


Mensal 


3 500 


3.00 


Mensal 


2 000 


1,00 


Mensal 


5 000 


3,00 



RÁDIO DIFUSÃO 
Estações rádio difusoras existentes — 1945 



1 — Caracterização das emissoras 



Designação 


Ca 


racterização 


da s emissoras 


Ano da 
fundação 


Prefixo 


Potência 


Ondometria 


Alimen- 
tadora 
(kW) 


Na 
antena 
(W) 


Fre- 
quência 
(kc) 


Compri- 
mento 
de onda 
(m.) 




1924 


PRA 5 


25 


5 oon 


1 260' 


238.1 




1943 


PRA 6 


15 


5 000- 


890 


3.37,7 




1932 


PRB 6 


30 


5 000 


1 200 


250,0 


Rádio Sociedade Record .... 




PRE 9 


120 


25 000 


1 000 


300,0 


Rádio Cultura "A Voz no espaço" 


1934 


PRE .! 


2Q 


5 000 


1 300 


230,8 




1934 


PRE 7 


25 


5 000 


1 410 


212.8 




1934 


PRF 3 


35 


5 000 


960 


312,5 


Rádio Tupi de São Paulo . . . 


1937 


PRG 2 


24 


24 000 


1 040 


288,5 




1934 


PRG 9 


100 


25 000 


1 100 


272,2 


Rádio Pan-Americana 


1944 


PRH 7 


25 


' 6 000 


620 


483,9 


Rádio Bandeirantes 


1938 


PRH 9 


25 


5 000 


840 


367,1 




1941 


ZYB 7 


110 


25 000 


6 095 


49.22 


Rádio Difusora 


1941 


ZYB 8 


110 


25 000 




25.50 



Estatísticas da Capit al de São Paulo 



303 



RÁDIO DIFUSÃO 

2 — Número de hoias de transmissão e retransmissão — \9\'-> 
a) Segundo o local 



Horas de irradiação S(>g-und<) o local 



Prefixo 




Total 


Transmissão 


Retransmissão 


Do 
próprio 
estúdio 


De 
outros 
lugares 


De 
estações 
nacionais 


De 
estações 
cstran- 


PRA 5 








260 












240 




PRB « ■ . . . . 




5 454 


140 


258 




PRB íi 


5 475 


4 907 


324 


244 




PRE 4 


G 4S4 


5 460 


96 


928 




PRE V 


5 730 


5 286 


176 


264 


4 


PRF 3 


6 205 


5 657 




335 




PRG 2 


6 205 


5 649 


221 


335 






4 977 


4 176 




395 


48 ' 


PRH 7 


5 11(1 


4 880 


15n 


280 




PRH 9 


5 SOO 


• 5 210 


:;õn 


240 




ZYB 7 


6 205 


5 657 


•213 


335 




ZYB 8 . • 


6 205 


5 657 


213 


335 





RÁDIO DIFUSÃO 
2 — Número de horas de transmissão e retransmissão — 1943 
b) Segundo o assunto 





Horas 


dc irradiação segundo o 


assunto 


Prefixo 


Total 


Música 
(inclusive 
discos ) 


Teatros, 
palestras, 
solenidades, 
cursos e 
outros 


Propa- 
ganda e 
notícias 




6 200 


3 500 




■ 1 200 


PKA (i 


2 877 


1 035 




720 


PRB 6 


5 832 




428 


1 296 


PRB 9 


5 475 




1 494 


1 692 


PRE 4 . 


6 484 




1 386 


1 394 


PRE 7 


5 730 






1 113 




R 205 




1 549 






(i 205 




1 099 


2 311 






4 U9i; 


402 


479 


PRH 7 


5 110 


3 120 




1 420 • 






2 850 




1 720 


ZYB 7 


6 205 


2 957 


1 549 


1 699 


ZYB 8 


6 205 


2 957 


1 549 


1 699 



304 



Departamento Estadual de Estatística 



ASSOCIAÇÕES CULTURAIS 
Classificação das associações culturais existentes — 1945 



Especificação 



Total 

Informantes 

í Autónomas 

Segundo a dependência J Filiadas a outras associações . 

administrativa | especificação 

De cultura física 

De cultura intelectual e artística . 

Segundo a natureza \ '^"'t»''^ ""^-«^ ' ' ' 

Recreativas 

Sem especificação 

I Própria 
^^''eaáa. 
Cedida gratuitamente 
Sem especificação 

t Subvencionada pelos poderes públicos 
Segundo as subvenções | j^-^ subvencionados 



ia X Campanha, recebidos até 



DIVERSÕES 
Teatros e cinemas — 1945 









Número 

de 
lugares 


Movimento de 
espetáculos 


Pessoal 
empre- 
gado 


N." de 
ordem 


Denominação 


Natureza 


Espetá- 
culos 
realizados 


Núrhero 

de 
especta- 








1 



Alhan 
Aliança . 

Art-Palácio . 
Astéria . . . 
Avenida . . . 
Babilónia . 
Bandeirantes 
Boa Vista . . 
Brasil .... 
Brás Politeama . 
Broadway 
Califórnia 
Cambuci 
Capitólio . 
Carandiru . . 
Carlos Gomes . 
Casa Verde . 
Cassino Antártica 
Cinemundi . . 
Coliseu Paulista . 
Colombo . 
Colon .... 
Cruzeiro . . . 
Esperança . . 



Teatro 
Cinema 



Cine-teatro 
Cinema 



480 081 I 

111 334 j 

183 644 j 

450 470 j 

140 709 I 

291 242 I 

402 081 I 

919 424 I 

85 283 j 

462 992 I 

429 023 ' 

626 563 I 

21 043 I 

'343 041 I 

665 037 I 

101 659 I 

269 925 I 

106 879 I 

382 342 I 

326 962 I 

301 968 ] 

297 401 I 

139 376 I 

95 400 i 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



30Õ 



DIVERSÕES 
Teatros e cinemas — 1945 

(continuação) 



N." de 
ordem 


Uenomiiiaçao 


Natureza 


Número 

de 
lugares 


Movimento de 
espetáculos 

Espeta- Número 
culos 


Pessoal 
erapre- 
















20 


Eíijéria 


Cinema 


1 20(1 






8 


27 


Fênix 




1 242 






9 


2S 


G 1.1 lia 


» 


1 395 






9 


2!i 


H.illyxvoud 




2 542 






21 


:íO 


Idunl 




1 095 






9 


31 


Iiulianópolis 




634 






(; 




Ipirnnga 


» 


1 832 






38 




Iiuiansa Palácio 




2 lon 


,- 


2U6 033 


10 


:!-! 


íii- 


» 


700 




200 448 


9 




(l:,Í!n 


» 


5S4 


1 ' 


93 559 






Itaíluera ' . . . 


» 


360 


i 7 : 


14 985 


4 


37 


Jí.baquara 




6S0 




120 887 


6 


2S 


Jaçanã . 


» 


2:ii; 




36 918 


7 


30 


Lli.k 


» 


2 664 




507 512 


15 


41) 


Marconi 


» 


1 200 


1- 




12 


-11 


Marabá 


» 


1 835 


1 i-:7 


7-^8 073 


29 


-12 


Mazzei 


■ » 


2S0 






5 


-13 


Mi'U-o 


» 


1 562 






51 


4-1 


Moderno ........ 


» 


1 373 






7 


45 


Municipal 


T.atro 


1 665 




1^1 ■:H4 


184 


.16 


Oberdan 


Cinema 


1 266 




180 416 


9 


4- 


Odeon (S. Azul) 


,^ 


2 020 








48 


Odeon (S. Vermelha) . . . . 




2 510 






15 


jn 


(jlinipia 




1 857 






15 








2 001 


- 

1 > 

- 






51 


Oiion 




600 


iV.< 




7 


52 


Osasco 




550 


255 


64 043 


6 


53 


Paraíso 




980 


450 ■ 


90 113 


9 


54 


Paramount 




1 í;59 






17 


55 


Paratodos 




1 


1 ],',: 


' - 1 


21 


56 


Paroquial 




1 liii 






l 


57 


Paulista 




1 124 






11 


58 


Paulistano 




1 232 


476 


146 976 


8 


50 


Pedro I 




890 




161 700 




60 


Pedro n 




769 


1 503 


576 436 


28 


(U 


P(.nha 




957 


532 


237 677 




112 


Pinheiros 




766 


432 


189 767 




63 


Piratiningra 




4 313 


1 007 


1 034 977 


24 


64 


Recreio (Sé) 


» 


1 150 




373 909 




65 


Recreio (Lapa) 




1 220 


4^7 


326 619 


10 


66 


Kex 




1 800 




383 99S 


9 


«7 


Rialto 




2 070 


543 


335 227 


16 


6S 


Ritz 




1 008 


1 903 


698 975 


24 


fio 


Ritz (Consolação) 


» 


S4Õ 


1 191 


181 518 


12 


70 


Roial 


» 


1 024 




151 11? 


10 




Rosário 


» 


1 086 


1 714 




19 


72 


Roxi 




2 673 






26 


73 


Santana 


Teatro 


1 330 






■JH 


■74 


Santa Cecília 


Ci,.ma 


1 994 








75 


Santa Helena 




1 376 










Santo Antônio 










10 














6 




Sáo Bento ....... 










13 


79 


São Caetano 










10 


SO 


São Carlos 








L . T -1" 




SI 


São Francisco 












São Geraldo 














São José 




1 Ss:; 









306 



Departamento Estadual de Estatística 



DIVERSÕES 



Teatros e cinemas — - 1945 

( conclusão) 



N.ode 
ordem 


Denominação 


Natureza 


Número 

de 
lugares 


Movim( 

Espetá- 
culoB 
realizados 


nto de 

Número 

de 
especta- 


Pessoal 
empre- 
gado 


84 




Cinema 


1 169 


533 


239 943 




• 85 








41G 


53 012 




86 






1 351 


529 


292 552 


13 


87 






1 350 


481 


287 429 










1 000 


1 S85 


61600 




89 






1 000 


384 


230 130 




90 






4 300 


696 


998 429 


24 


91 






324 


1 263 


10 327 




92 






560 


471 


153 932 


7 


93 






910 


1 465 


207 778 


14 








128 103 


62 909 


30 997 766 


1 421 



Resultado da apuração dos formulários B-2, da X Campanha, recebidos até 31-VIII-46. 



CULTO CATÓLICO 



I — Igrejas e movimento religioso — 1945 





Templos 


Batizados 




Paróquias 


^ Matrizes 










Casa- 






Mascu- 
linos 


Pemi- 
ninos 




mentos 


Exis- 
tentes 


Infor- 
mantes 


Capelas 


Total 






1 




49 


55 


104 


60 








- 


183 


196 


379 


168 










116 


128 


244 


61 












... 












2 


"88 


107 


195 


45 






















1 


2 


-4 


366 


740 


509 


Barra Funda 








163 


101 


324 


60 


Bela Vista 




1 


5 


176 


227 


403 


170 






1 




115 


121 


236 


84 






1 




73 


110 


183 


76 










... 


















... 














169 


131 


300 


109 


Brás — S. Vito Mártir 








33 


37 


70 


44 


Brás — S. Bom Jesus de Matozin;.j , 








301 


271 


572 


209 






1 


1 


307 


257 


564 


238 










105 


135 


240 


65 


Casa Verde — N. S. das Dores .... 








172 


206 




54 


Casa Verde — S. J. Evangelista .... 








125 




205 


68 


Chora Menino 






5 


157 


138 




81 


















Domingos de Morais . 






1 




41 


114 


21 












216 


480 


142 


Guaiaúna 










72 


157 


60 




1 






82 


110 


192 


43 


Ibirapuera 




1 


3 


97 


78 


175 


32 






1 




220 


241 


461 


132 


Ipiranga — N. S. das Dores 




1 




64 


56 


120 


58 



Estatísticas da Capital de São Paulo 



307 



CULTO CATÓLICO 
Igrejas e mo^-imento i-eligioso 



f coulnniação) 



Templos 



Paróquias 



Ipiranga — São José 

]t,Kluoi-;i 

Jabanuan- . . . . 



Jardim Améric 
Jardim Piíulisl 
Lapa . 



Liberdade 

Limão 

Lins de Vasconcelos 

Li!z — N S. Auxiliadora . .' . 
Luz — S^i" Cristóvão .... 
Marco — Sãii João Batista 

Maranhão — Penha 

Moinho Velho 

Mooca — São Januário 

Mooca — São Rafael .... 

Nossa Senhora da P.iz .... 

Osasco 

Parada Inglêía. 

Pari — Santa Rita 

Pai-i Santo .\ntônio .... 

Penha 

Perdizes 

Perus 

Pinheiros 

Pitangueiras 

Ponte Pequena 

Quarta Parada 

Santa Cecília 

Santa Ifigênia 

Santana 

Santo Amaro 

São Francisco 

São Miguel (Baquirivu) 

Saúde 

Catedral — São Paulo Piratininga 

Sumaré 

Taipas 

Tatuapé 

Treraembé 

Tucuruvi 

Várzea 

Vergueiro 

Vila América 

Vila Anastácio 

Vila Califórnia 

Vila Cerqueira César .... 
Vila Clementino — S. Inácio 
Vila Clementino — S. Francisco X 

Vila D. Pedro 

Vila Esperança 

Vila Formosa 

Vila Guilherm., 

Vila Ipojuca 

Vila Maria . ; 

Vila Mariana 

Vila Monumento 



Batizados 



Matrizes 


Capelas 


lino3 


ninos 


Total 


CasB' 
mentos 


Exis- 
tentes 


Infor- 
mantes 


1 

1 1 1 
1 — 


..• 




-1 


-n 




1 

1 1 .1 










105 


1 1 - 
1 1 1 • 


— 


... 

58 




110 


100 


1 ! 1 


- 


11 


11 


22 


fiO 


1 í 1 








^un 




' \ ' 


_ 


1?.] 


217 






; ! 


2 


92 


... 


170 


71 




2 


217 


189 


4l)G 


198 


: i ; 




13 


27 


^10 


33 


' ! 

1 1 1 


— 


19 


... 

30 


... 

49 


45 


1 1 - 

1 1 1 


2 


179 


... 

167 


... 

346 


... 

134 


1 ! ' 








657 


260 








IM 


282 


9S 


1 1 - 


1 


60 


5G 


... 
IIG 


... 
21 


1 í 1 


- 


50 


60 


110 


50 


1 1 1 


2 


692 


646 


1 338 


■ 811 


1 1 1 












1 I 1 - 




211 


244 


455 


118 


1 1 1 


9 






185 




1 ' 1 


5 


345 
... 


340 


685 


187 
... 


1 i - 
' ! ' 


1 


... 

216 


::: 

195 


411 


... 

■ 85 














1 i 1 


3 


133 


m 


248 


133 


1 í 1 


2 


389 


383 




312 


1 1 1 


12 


509 


672 


1 ISI 


231 


1 ! 1 




190 


ir,i 






1 1 - 
1 1 1 


... 

2 


246 








, 1 1 - 




... 

14G 


134 










60 


70 


130 


14 




1 




1G7 


182 


349 


149 
... 




- 
— 


... 






261 


... 
... 

127 


i ] 


1 








313 


86 




1 








286 


53 




1 


2 








90 




1 




28S 






197 


! 1 


1 










27 












717 


81 












355 


92 


! 










166 


39 








i 92 


166 


248 


84 






1 


112 


96 


208 


63 








250 


302 


552 


137 


i r 


— 
1 




77 


68 


145 


... 
62 



308 



Departa7nento Estadual de Estatística 



CULTO CATÓLICO 



I — 


Igrejas e 


movimento religioso - 


- 1945 




( CO: 


cíusão] 






Templos 


Batizados 


1 


P a ró q u i a s 




Matrizes 




Mascu- 
linos 


Femi- 
ninos 




Casa- 
1 mentos 




Exis- 
tentes 


Infor- 
mantes 


Capelas 


Total 


Vila Zelina 




1 

1 

1 


1 
1 
1 


2 

■■■ 


204 
308 
210 
130 

... 

... 

... 


201 
299 
216 
183 

::: 
... 


405' 
607 
426 
263 


1 

1 103 
1 2.54 
1 S7 
j 126 
1 ■•■ 

! ■■• 


TOTAL 




94 


71 


130 


15 308 


15 5 «9 


30 877 


j 9 578 



CULTO CATÓLICO 
II — Movimento social e pedagógico — 1945 





' Associações religiosas 


Ensino 


elementar da 


religião 


Paróquias 


Número 

de 
associa- 
ções 


Número 

de 
associa- 
dos 


Alunos 
admitidos 
no curso 


1 

AUmos 

1 freciíien- 
1 taram 
j o curso 


Alunos 

conclui- 

ram 
0 curso 




4 


210 


50 


1 

1 50 






12 


390 


918 


j 918 


103 




9 


1 7SS 


— 








" ■ 


... 




1 ••• 








484 


... 


1 ••■ 










- 


1 - 


- 




10 


1 RI.-; 


2 935 


1 2 935 


393 




9 


599 


297 


j 297 


... 


Bela Vista 


9 


2 098 


356 


356 


350 




7 


515 


4 800 


1 4 800 


700 




S 


730 


830 


! 830 


70 




... 


... 




1 ... 


... 






... 




1 ■•■ 






10 


911 


66 


1 127 


"79 


Brás — S. Vito Mártir 




700 


100 


1 100 


100 


Brás — S. Bom Jesus de Matozinho . 


9 


2 999 


. 4 430 


j 4 430 


- 








3 664 


1 3 664 


750 




\ 


8J1 


910 


\ 910 




Casa Verde — N. S. das Dores .... 




'>i' 


207 


1 207 


123 


Casa Verde — S. J. Evangelista .... 


9 


233 


590 


1 590 


15 


Chora Menino . . 




1410 


1 500 


1 500 








... 








Domingos de Morais 




295 


250 


1 


2S(i 


Freguezia do ó 


10 


391 


7 410 


7 410 




Guaiaúna 




4G1 


1 415 


j 1 415 


1 335 


Higienópolis 




423 


8 


1 52 


10 


Ibirapi;era 


4 


292 




! 




Indianópolis ... 


10 


1 003 


1 050 


i 1 050 


163 


Ipiranga - N. S. das Dores ..... 


4 


343 


275 




80 


Ipiranga — São José 


8 


1 082 
















! 




Jabaquara ... 


■•: 


249 




i 




Jaçanã 








1 ■•• 




Jardim América 






67 


1 67 




Lapa . . 






43 


1 43 
1 ••■ 





Est; 



Silo l'aiik> 



C U L T V C A T ó L I C O 



II — Movimento social e pedagógico — l!).15 



Paróquias 


Associações religiosas 


Ensino 


elementar da 


veligiâo 


Número 
umeio 

associa- 
ções 


Numero 

de 
associa- 
dos 


AUuK.^ 
adm:H 


1 Alunos 


Alunos 

que 
concluí- 

0 curso 






1 


7'i7 




205 


265 


Limão 










•■• ■ 






ÕOS 




2 011) 




Luz — N. S. Auxiliadora 


10 


633 


548 


< 548 


^46 




5 


96 


170 


170 


10 
... 






... 






iMai-anh.ão — Penha 


4 


148 




ir, 1 


37 






... 










10 


902 




785 


[ 402 




10 


■ 2 479 


... 




... 


Nossa Senhora da Paz 


6 


405 


465 


465 




Osasco 




... 




... 








481 


500 


i 500 


100 


Pari — Santa Rita 


_ 


— 


200 


200 




9 


3 511 




i ••■ 






10 


2 429 


2 756 


2 756 


.• • ■ 




11 


2 109 


138 


1 138 




Perus 


— 




— 


1 — 






9 


1 502 


833 


833 






... 


... 




1 ■•■ 




Ponte Pequena 


... 


... 




1 ■•• 






5 


557 ' 


2 053 


2 1)5:? 






7 


1 095 


1 780 


1 78Ó 


600 




10 


5 975 


369 


360 


46 




18 


1 570 


2 281 


! 2 281 


273 


Santo Amaro 




632 


300 


j 300 






2 


1 560 


1 830 


1 1 830 


— 


Sí*o Miguel (Baquirivu) 




... 




1 ••• 






fl 


... 


346 


346 


79 


Catedral — São Paulo Piratininga 


... 


... 




1 ... 




Sumaré . . . . 


5 


663 


255 


255 


192 


Taipas 


_ 


- 


170 


1 170 




Tatuapé . . 


3 










Tremembé 




... 










... 






... 






... 


:;: 




■ • ■ 






12 


1 983 


400 


400 


330 


Vila América 


6 


1 186 


42 


1 42 


40 


Vila Anastácio 


^ 


622 


1 035 


1 1 035 


1 035 


Vila Califórnia ... 




1 500 




1 ■•■ 






7 


1 016 


2 128 


1 2 128 


258 


Vila Clementino — S. Inácio 




350 






... 


Vila Clementino — S. Francisco Xavier 




... 








Vila D. Pedro . .... ... 




310 


2 430 


j 2 430 


... 


Vila Esperança . . ■ . 


5 


260 






... 


Vila Formosa 


4 


725 


580 




350 


Vila Guilherme 


« 


967 


7C0 










054 


131 




110 


Vila Maria 


7 


309 


1 GB5 


1 <?r. 


295 




... 






... 






5 


303 


350 


350 


l:;5 




10 


1 311 


619 


1 619 


41K 




5 


977 


970 


1 970 


635 




6 


025 


150 


1 1760 


190 




..! 


862 


5 830 


1 5 830 


170 


Vila São Geraldo 




... 




1 . •■■ 






... 


... 




1 ■•• 

I 


... 


TOTAL 


400 


(.4 721 


6õ 8711 


71 429 


14 588 



ESTATÍSTICAS DIVERSAS 



Estatística 



313 



RESUMO DO MOVIMENTO DEMÓGRAFO-SANITÁRIO 
DA CAPITAL 



O c o 1- V ê 11 c i a s 



Casamentos , 
Nascimentos 



Óbitos gerais 



■ Masculinos 
Femininos . 

Total 

■ Masculinos 
Femininos . 

Total 

■ Masculinos 
Femininos . 

Total 

■ Masculinos 
s.no{ Femininos . 

Total 



NOMENCLATURA INTERNACIONAL ABREVIADA 
1940/49 



paratifóide 



(1 e 2) 



■ Febres tifóide 

Peste (3) 

Escarjatina (8) 

Coqueluche (9) 

Difteria (10) 

Tuberculose do aparelho respiratório (13) 
Outras tuberculoses (14 a 22) . . '. . 

Paludismo (28) 

Sífilis (30) 

Gripe (33) 

íola major 

Varíola (34) .th) varíola minor (alastrim.) 
I c) não especificada 

Sarampo (35) 
Tifo exantemático (S 

aa) bacilar 




Outras doenças 
infecciosas e pa- 
rasitárias (4 a 7, 
11, 12, 23 a 27, 
29. 31, 32, 36 a 
38, e 40 a 44) . 



Disenteria 
(27) 



ab) amebiana 

ac) por outros proto- 
zoários .... 

ad) não especificada ou 
devido a outras 



Erisipela (11) 

Poliomielite aguda e polioencefa- 

lite aguda (36) 

Eneefalite infecciosa aguda (le- 
tárgica ou epidêmica) (37) 
Meningite cérebró-espinhal (me- 
ningocóccica) (6) 



Tétano (12) 

Lepra (23) 

Infec. purul. e septic. (s/ relação 
c/ a gravidez, parto ou estado 

puerperal) (24) 

Febre amarela (38a) . . . . 

Micoses (43) 

Outras doenças infecciosas e pa- 
rasitárias (4, 5, 7, 25, 26, 29, 
31, 32, 38c a 38f, 40 a 42. 44) . 



4 I 

I 



314 



Departamento Estadual de Estatística 



RESUMO DO MOVIMENTO DEMÓGRAFO-SANITARIO 
DA CAPITAL. 



í contimiação) 



Ocorrências 



Câncer e outros tumores malignos (45 a 55) . 
Tumores não malignos ou cujo caráter maligno não foi 

especificado (56 e 57) 

Reumatismo crónico ou gôta (59 e 60) 

Diabete melito (61) . . . 

Alcoolismo agudo ou crónico (77) 

Avitaminoses, out. d. gerais, d. do sangue e env. cró- 
nicos (58, 62 a 76, 78 .e 79) 



(a) meningite n/ meningocóceica (81): 
aa) meningite simples . . . . 
ab) mening. c.-espinhal aguda (n/ 
meningocóceica) 
b) doenças da medula espinhal (82) 

■ Lesões intracraneanas de origem vascular (83) . 

■ Outras doenças do sistema nervoso e dos órgãos dos 
sentidos (80, 84 a 89) 

- Doenças do coração (90 a 95) 

- Outras doenças do aparelho circulatório (96 a 103) 
Bronquite (106) 



Pneumonias e bron- 
co-pneumonias (107 
a 109) . . . . 



a) bronco-pneumonia (inclusive 
bronquite capilar) (107) 

b) pneumonia lobar (pneumocóc- 
cica) (108) 

c) não especificada, compreen- 
dendo congestão pulmonar agu- 
da (109) 



Outras doenças do aparelho respiratório (104, 105, 110 
a 114) 



diarreia e enterite (abaixo de 

2 anos) (119) 

diarréia, enterite e úlcera intes- 
tinal (2 anos e acima) (120) : 

ba) diarréia e enterite . . 

bb) ulceração intestinal (ex- 
clusive úlcera do duodeno) 



Diarréia e enterite 
(119 e 120) . . . 



Apendicite (121) 

Doenças do fígado e das vias biliares (124 a 127) 
Outras doenças do aparelho digestivo (115 a 118, 
123, 128 e 129) 



I 24 



{a) aguda (130) 
•fa) crónica (131) 
c) não especificada (132) . . 

Outras doenças dosí^> outras doenças do aparelho uri- 
nário (133 a 137) .... 
b) doenças do aparelho genital 



aparelhos urinário 



Septicemia e infecções puerperais (140 e 147) . . 
Outras doenças ou acidentes da gravidez, parto e estado 
puerperal (141 a 146, 148 a 150) 



Estatística 



315 



RESUMO DO MOVIMENTO DEMÓGRAFO-SANITARIO 





JL) A LiAfí i ALi 






(conclusão) 








1947 






Ocorrências 












Janeiro 




Março 


37 


— Doenças da pele e do| a) doenças da pele e do tecido 










tecido celular; dosj ' celular (151 a 153) . . . 










ossos e dos órgãos dal b) doenças dos ossos e dos órgãos 










locomoção (151 a 156) l da locomoção (154 a 156) 


— 


1 


l 


3S 


— Debilidade congénita, vícios de confoi-mação congénita. 










nascimento prematuro e doenças peculiares ao 1.° ano 










de vida (157 a 161) 


82 




105 


39 










40 








10 


41 


— Homicídios (165 a 168) 


12 




6 


42 


— Acidentes de automóveis (todos os veículos a motor (170) 




111 


16 




— Outras mortes violentas' ou acidentais, exclusive suicí- 








dios, homicídios ou acidentes de automóveis (169, 171 














63 


53 


44 


— Causas não especificadas ou mal definidas (199 e 200) . 


% 










1 673 


1 493 


1501 



MORTANDADE INFANTIL NA CAPITAL 



Nom. Internacional 
1940 


Causas de Morte 


Janeiro 


194 7 


30 






r Sífilis 


18 


22 








Causas pré -na- 


Vícios de conf. cong. e 










a) 


doenças peculiares ao 








157 a 161 




tais, natais ■ e 


1.0 ano de vida . 




86 








neo-natais 
















TOTAL . . . 


95 


108 

í 


112 


119 


b) 


Diarréia e enterite ....... 


135 


1112 


7? 


104 a' 114 


c) 


Doenças do aparelho respiratório . 


4S 




48 


13 a 22 


d) 


Doenças infec- 


■ Tuberculose . . . . 


3 


1 














l a 12. 23 a 29. 31 a 44 




ciosas e parasi- 


Outras 


23 


18 


14 






tárias (exceto a 














sífilis) 


TOTAL . . . 




19 


Ifi 




e) 


Outras causas 






l'.i 


M 


199 e 200 


f) 


Causas não especificadas ou mal definidas 






1 

















2.'' Divi.-;ão. 



316 



Departamento Estadual de Estatística 



CONSTRUÇÕES APROVADAS NA CAPITAL 
Segundo o número de pavimentos 









1946 


1947 


Discriminação 


Janeiro 
Dezembro 




1 




Prédios para 
habitações e 
escritórios 


sobrados . 


de 2 pavimentos . 
de 3 pavimentos . 
de 4 pavimentos . 
de 5 a 10 pav. 
de mais de 10 pav. 
Total . . - 


2 .^S2 
'! 601 

141 


195 
327 
60 
14 

10 
4:-M 


1 
1 

123 1 
263 1 

8 1 

9 1 
13 


113 
117 
42 
15 
14 
11 
199 




TOTAL . 








i 

421 


312 


Casas operárias 






li nlT 

211 


1 


449 ! 

1? ' 

1 i 
21 I 


10 






27!i 


21 


1 
1 

- 


~ 2 
4 


TOTAL DE CONSTRUÇÕES NOVAS . . 


15 024 


1 088 


921 


639 






2 092 
430 


276 
29 


203 
39 


184 
13 


TOTAL 






18 446 


1 393 


1 163 


836 


Número médio de construções 


por dia .... 


63 


61 


53 


35 



ÁREA COBERTA APROVADA NA CAPITAL 
(metros quadrados) 



Discriminação 


1946 

Janeiro 
Dezembro 




1947 

Feverei ro 


Marco t") 






2 402 9S9 


156 248 


189 872 


167 501 




337 099 


21 596 


25 547 


15 950 




23 098 


2 432 


8 829 


4 548 




82 080 


2 712 


3 308 


4 776 


Barracões '. . . . 


5 216 


S 627 


100 


380 




261 545 


14 004 


29 206 


15 661 








970 






14 624 




2 310 






3 599 


3 408 


- 






r: 142 






707 




162 979 


12 766 


1 727 


734 


TOTAL DE CONSTRUÇÕES NOVAS . . 


3 307 028 


216 793 


261 929 


210 263 




432 641 


51 180 


27 613 


71 295 


TOTAL 


3 739 669 


267 973 


289 542 


281 558 




2IÍS 


196 


258 


342 



Fonte: Divisão de Fiscalização de Obras Particulares — Prefeitura. 
4.* Divisão. 

(*) Faltam os dado.< referentes à Sub-Pi-efeitura de S. Amaro. 



Estatística 



317 



RESUMO DAS TEANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS E PARTICULARES 
Valor em cruzeiros 



Discriminação 

FUNDOS PÚBLICOS: 
Obrigações Federais .... 
Emp. E.xterno Distrito Federal 
Apól do Est. do Espírito Santo 
Apólices Federais .... 
Obrigações do Est. de São Paulo 
Apól. do Est. de São Paulo '. 
Apól. do Est. de Minas Gerais 
Apól. do Est. do Paraná . . 
Apól. do Est. de Pernambuco . 
Apól. do Distrito Federal . . 
Apól. da Pref. de Pôrto Alegre 
Apól. da Pref. de Recife . . 
Títulos Municipais do Est. de São Paulo 
Apól. do Est. do Rio Grande do Sul 
Bônuã do Est. de São P'aulo . . . 
Apól. da Pref. de Belo Horizonte 
Apól. da Pref. de Rio Prêto . . . 
Apól. do Est. do Rio de Janeiro . . 
Bónus Rotativos 



TOTAL . 
FUNDOS PART 
Ações de Bancos . 
Ações de Companhias 
Debêntures .... 
Direitos 

TOTAL . 



TOTAL GERAL 



1946 ! 



1947 



443 7.52 



591 316 571 

56 379 483 
]54 662 570 

37 464 s:;:2 



222 020 I 
275 260 I 

113 ISO ! 



968 S95 
343 4S9 



3 G97 844 j 
^ 207 507 



14 os» bOõ 



140 
14 704 



1 600 739 
618 940 



4 490 222 
17 751 022 

1 330 247 



277 627 
76 072 
704 5GG 



! 136 391 
626 600 



5 359 637 
n 512 547 
1 315 834 



45 091 479 ; 49 602 99 i ' 48 747 206 



318 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÔLSA OFICIAL 
DE SÃO PAULO 



- 

Espécie do Título 


Juros 


Valor 
nominal 


1946 


• 1947 


Janeiro a 


Dezembro 


Janeiro 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 
cruzéiros 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 


APÓLICES FEDERAIS: 
















5 


1 oon 


458 


371 849 










500 


- 












1 000 


1 526 


1 167 337 


181 


124 860 






1 000 


250 


198 912 










1 000 




4 726 




"7 






1 000 


1 528 


1 251 127 


188 








oOO 


21 


8 782 












42 


33 388 










oOO 


?. 


1 104 










.1 


1 


14.S 






OBRIGAÇÕES FEDERAIS: 














Guerra, portador , . . 






2 565 












1 000 


8 469 


5 995 227 










,->00 


11 393- 


3 965 402 










200 


3 366 


462 375 


— 


— 






100 


15 338 


1 052 942 










1 000 


165 .325 


129 020 100 


8 141 


B 233 742 




6 


5 000 


38 477 


129 091 219 


1 645 


6 280 239 




6 


500 


118 381 


46 702 220 


4 301 


1 621 450 






200 


40 074 


6 243 679 


2 737 


408 516 






100 


224 207 


17 534 685 


21 173 


1 586 428 




6 


500 


37 


12 432 










1 000 






; 1 


39 360 




7 


500 






22 


10 450 






I 000 


— 


_ 


14 


13 160 






1 000 


800 


668 240 










•íOO 


160 


60 .320 










: 000 


120 


97 800 










1 000 


20 


16 500 


i 








1 000 


80 


66 240 


1 




APoLIGES DO ESTADO: 














pi ar ' ^^^^.^ m a ôsto " 




200 


29 793 


6 484 098 


'i 485 


534 867 






[ 200 


100 


22 300 


1 — 


— 


setenioro 




I 200 


900 


202 100 


1 — 


— 




) 


I 500 


256 


115 450 


1 ^ 


2 275 


„ 


6 


j 1 000 


45 


40 850 






„ „ ..... 


^ 


j , 1 000 


9 


11 048 








6 


j 500 




1 44 641 






3 ■> 


6 


1 000 


~ 20 


i 18 302 








(i 


500 


187 


78 843 






6." " 


6 


i 1 000 


188 




1 41 


36 766 




6 


1 1 000 


7 


j 6 43( 










500 




34 957 


! ■ 5 


2 230 




6 


1 000 




j 25 350 


1 *■ 


3 600 


9.» " 




j 1 000 




I 89 840 


1 6 


5 324 






1 "00 


49 


44 899 


1 13 


11 700 


12.» " 






1 944 


1 1 776 404 


230 


203 545 


13.» " 








332 20? 


! ^ 84 


75 300 


14. " ... 






155 


141410 


1 20 


17 962 



Estatística 



319 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÓLSA OFICIAL 
DE SÃO PAULO 



Espécie do Título 



APÓLICES FEDERAIS: 

Nominativas 

Portador 



c/ cupom 
s/ cupom . . 
Reajustamento Económico 



Uniformizadas, 



OBEI&AÇÕES FEDERAIS: 



Guerra, portador 



1930 

Ferroviárias 
Liquidação em agosto 



setembro 
novembro 
dezembro 



- I 



9 330 I 

1 404 I 
3 957 I 

2 045 I 
2 375 I 



7 139 V;16 i 
5 373 146 j 
1 489 494 I 

305 676! 

177 149^ 



6 106 I 

2 735 I 

8 069 I 

] 077 I 

4 012 ' 



4 510 i;;8 
9 993 200 
2 903 843 
153 WZ 
117 



APÓLICES DO ESTADO: 



Populares, port 

liquidação em agosto . 
" " setembro 
3." série 



278 340 I 2 466 j 530 020 
- I - I - 



6 230 I 
01 767 



320 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO ( continuação^ 



Espécie do Título 


Juros 

% 


Valor 
nominal 


1946 


1947 


Janeiro 


a Dezembro 


Janeiro 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 


Quanti- 
dade 


1 Valor 
1 total em 






] OCO 


1 

|- 

1 847 


1 
1 

1 778 482 


59 


1 
1 

1 53 050 


Rodoviárias, port 


j 


1 000 


1 21 1:34 


i 21 481 552 1 359 


1 346 987 






1 000 


5 007 


1 5 124 595 — 


~ 




l 


1 000 


1 010 


1 043 150 1 — 








1 000 


4 747 


1 4 743 !)00 


- 




™' ■ ' 




1 000 


1 - 


2 010 






. " ^' ' ' 




1 000 


8 787 


8 9;i5 620 


- 






i ■ 


1 000 


1 30 935 


31 612 995 


457 


459 285 


das ^^or' ' ' 




1 000 


1 3 047 


1 2 976 950 


2 088 


1 901 180 




G 


5 000 


- 


1 - 








1 r 


10 000 


1 1 


1 9 800 


— 




■ ^ 


1 6 


10 000 


1 40 


1 400 000 








6 


5 000 


1 18 


1 90 000 


— 








1 000 


1 2G3 


1 1 263 000 


— 


- 






1 000 


1 2 


1 1 930 


— 




" " subs 




10 000 


1 113 


1 140 000 


— 


— 










i 150 000 


— 


— 







1 000 


4 762 


1 4 762 000 


— 








1 000 


2 182 


2 182 000 




— 










1 1 000 000 


— 


— 






10 000 


t 1 


10 000 


— 




m as, nom 




1 000 




730 200 


21 


í '' 310 






1 000 


01 S18 


69 763 784 


4 785 


5 304 651 


OBRIGAÇÕES DO ESTADO: 








1 










10 000 


443 


694 600 


— 








5 000 


3 


13 800 


2 


9 000 






1 000 


4 0G8 


3 79 4 750] 


198 


176 715 






.3 00 


20 


11 945 




900 








52 


'.) 506 


- 








1 000 


8 












10 000 


138 


1 .592 437 


3 


110 






1 000 


4 C27 


4 678 587 




5J2 COO 






500 


5 285 


2 664 117 1 


186 


90 210 


iJ21, port. c/ jur'Os 




1 000 




17 .571 j 




— 






500 


■^2 


1 035 1 




— 




l 


1 000 


247 


249 000 ] 


— 






' 1 


oOO 


175 


87 740 i 






1922, port. . . 


7 1 


10 000 


31 


313:385| 




- 




7 ! 


5 000 


43 


215 732 










1 000 


2 424 


2 454 299 


598 


595 545 




7 j 


1 000 


300 


312 055 










5 000 


16 


80 800 








7 


1 000 


709 


711 579 [ 










1 oo'o 


■73 


73 836 j 






1927, port 




1 000 


294 


292 157 [ 






Crédito Municipal 




1 000 


223 


210 521 1 










1 000 


115 


115 000 [ 










1 000 


49 


49 049 1 










.500 


29 


14 572 I 


- i 






500 


14 


7 020 


- 1 




BÓNUS ROTATIVOS: 








1 

1 


1 
1 




Série/completa, 3Q a 2R 




1 

100 




■ I 
- 1 


1 

12 1 


1 134 



Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÕLSA OFICIAL 
DE SÃO PAULO (,on 



Espécie do Título 



15. série 
Rodoviárias, poi-t. 



subs. 
c/ juros 
ex-juros 



" subs. 
Unificadas, port. 



Uniformizadas, nom. 
" port. 



OBRIGAÇÕES DO ESTADO: 
Café, port 



1921. port. c/ juros 
" " ex-juros 

1922, port. . . . 



c/ juros 
ex-juros 



nom. . 
1927, port. . . . 
Crédito Municipal 
Prof. da Lepra . 
" " " port. 

Vicinais, port. 



BÓNUS ROTATIVOS: 
Série/completa, 3Q a 2R . . 



Valor 
nominal 



1 000 
1 00(1 
1 0011 
5 00(1 
10 000 
10 000 



10 000 
50 000 



I 1' 



^ I 



.500 000 
10 000 



10 000 
5 000 



200 
1 000 
10 000 



10 000 
5 000 
1 000 



Quanti- j Z^]'"' 



Qunnti- 
j crazéiros j ^^^'^ 



- I 



i - 



230 456 j 
6 230 i 



I - 



18 7001 
71 367' 



I 136 ! 



- I 



322 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO ( continuação) 



Espécie do Título 


Juros Valor 
• % i nominal 


1946 


1947 


Janeiro a Dezembro 


Janeiro 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 
cruzeiros 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 
cruzeiros 


APÓLICES DO ESTADO DO PARANÁ: 
1934, cons. port 


5 j 200 


-1 14G 


1G7 536 


- 





" port. 



APÓLICES DE MINAS GERAIS: 

1934, série A 

" B 

" " C 



APÓLICES DE PERNAMBUCO: 
1935, port 



APÓLICES DO EST. ESPÍRITO SANTO: 
Consolidadas, port 



APÓLICES DO R. GRANDE DO SUL: 

Rodoviárias, port ; 

" c/ juros .... 
" " ex-juros .... 

Consolidadas, port. 
"Variante Barretos-Gravataí" 



APÓLICES DO DISTRITO FEDERAL: 



Consolidadas, port, 
1931, port. cons. . 



TÍTULOS MUNICIPAIS: 



Capital (Viaduto) 

1909 . . 

1910 . . 
1913 . . 

1925 . . 

1926 . . 
1929 . . 
1931 . . 



1937 
1938 



c/ juros 
ex-juros 



1 000 
SOO 
1 000 
500 
1 000 
1 000 
1 000 
] 000 
1 000 
1 000 



8 824 
6 679 
13 314 



4 772 
968 
775 



2 323 
610 



3 859 
50 

14 038 



1 675 596 

1 200 G23 

2 361 987 



4 862 642 
1 017 669 
782 545 
772 876 
8 020 



51 550 
038 000 
165 000 



Estatística 



g TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÔLSA OFICIAL 

p: DE SÃO PAULO f,„„ 



Espécie do Título 


Juros 








nomin. 


Quanti- 
dade 


total em 
cruzeiros 


Quanti- 
dade 


total em 


APÓLICES DO ESTADO DÒ PARANÁ: 


















- 












5 












APÓLICES DE MINAS GERAIS: 


















200 


218 








" B . 


5 


200 


188 








" C 




200 


4.1 








APÓLICES DE PERNAMBUCO: 
















5 


100 


2o2 


14 704 


149 


^ 5o 4 


APÓLICES DO EST. ESPIRITO SANTO: 
















8 


500 


407 


200 657 


566 


277 627 


APÓLICES DO R. GRANDE DO SUL: 
















8 


1 000 




- 


636 


626 60O 




8 


1 000 


107 


108 070 — 








1 000 


521 


510 870 


- 


— 






1 000 






■ — 




"Variante Barretos-Gravataí" ... 


8 


1 000 










APÓLICES DO DISTRITO FEDERAL: 








■ 








5 


200 










1931, port. cons 


5 


200 














200 


32 


4 788 


208 


To ^88 


TÍTULOS MUNICIPAIS: 
































- I^I^JJ 


I 


- 






" 1910 




1.00 


— 






- 


" 1913 , . 




100 


150 


14 250 


250 


23 750 


1925 




100 






150 






8 


100 










1929 


8 


1 000 


63 


63 000 


- 




" 1931 




1 non 


— 




- 


- 




g 


500 


- 


- ■ 


24 


11 400 


" 1933 




1 000 






138 


137 510 




g 


500 




JM i)00 


100 


40 000 




8 


1 000 


3?, 9 


345 505 


300 


299 120 










'J'i3 !50! 809 


816 750 
















1942 






50 


50 000 


■ 486 


470 160 










- 




















" " nom. Subs. 















324 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO (conclusão) 









1946 


1947 


Espécie do Título 


Jui'os 




Janeiro a Dezembro 


Janeiro 




nomirml 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 
cruzeiros 


Quanti- 
dade 


Valor 
cruzeiros 






1 000 


100 


106 000 




— 


j 
1 

1 - 










82 000 1 


— 


1 






100 


362 


36 951 




— 


j ~" 




10 


1 000 








— 






11) 


: 01.-) 




8 120 




— 


1 — 








"90 


397 050 




57 


j 5i 00l> 






1 000 




108 520 




— 


i — 








350 


362 790 1 


— 


! 






^ To 




12 600 1 


- - 


1 — 






l^O 


49 


4 998 1 


10 


1 1 001 










924 


i 


— 








00 
1 0 


249 


258 010 1 










100 


176 


16 lOS 










1 0 0 


2 421 


2 435 205 


! 


109 


109 545 






1 000 




9 225 


j 


— 




Capivari 




oOO 




17 280 


j 


— 










115 


11 443 




138 


1 13.j(0 






If 0 




210 




— 


1 — 




10 


1 000 




3 045 




— 






10 


1 000 




5 250 




— 


1 — 






1 000 


29 


29 040 


i 


— 




- 1- 




1 000 




6 060 


1 


— 








100 


143 


15 224 


j 


— 




rtuvei-T ' 


Hl 


1 000 








— 




Jaú 






1 o29 


155 402 [ 


— 






o 




21 


2 184 


1 


— 








1 000 


192 


191 900 


1 


— 




\ ... 




1 000 
1 000 


1 


980 
880 


1 

! 


3 

— 


1 2 550 


j^. 




100 


52 


5 200 


! 


— 




^.^^ ■ 

. ..... 




1 000 






1 


— 


1 ^ 






100 


3 


210 


1 


— 


i — 






100 


144 


14 628] 


— 






10 


1 000 


30 


30 300 


— 


1 




10 


1 1 000- 


6 


. 6 06( 


1 


— 


j - 




9 


1 000 


8 




1 


— 


1 - 






1 000 


3 


3 090 


1 


— 


1 - 






100 


76 


6 8691 


— 






10 


[ 1 (100 


10 


10 550 


i 




i - 






100 


337 


34 225 1 


"23- 


22 792 




7 


[ - 500 


683 


344 986 


1 










1 000 


509 


533 015 


1 








8 


1 100 


41 


4 054 


1 






São João da Boa Vista 


8% 


1 000 


376 


376 385 


1 




i - 






1 100 


60 


6 000 






São José do Rio Pardo 




1 100 

1 


52 


5 3301 


27 


1 2 430 




8 


1 100 


701 


75 913 


1 




[ - 


São Carlos c/ .3 cupons/venc 


6 


1 100 


- 


- 


1 




1 - 




9 


] 1 000 


84 


88 330 


1 




1 - 


São Manuel 


8 


1 100 


■ 348 


28 294 


1 




i - 




8 


100: 


312 


26 832 




1 - 




9 


1 500 


23 


9 200 


1 






Taquaritinga 




100 






1 


44 


1 2 640 


Uberaba n/c 




100 


- 




1 


60 


1 4 500 


Tietê 


8 


1 1 000 


114 


116 700 1 







Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PÚBLICOS NA BÔLSA OFICIAL 
_ DE SÃO PAULO 



Espécie do Título 



Capital 1042 c/ juros 
ex-juros 
Amparo 



Araraquara 
Barretos 



Birigiií . 
Botucatu 
Cajuru 
Campinas 



Catanduva 
Capivari 

Ci-uzeiro 
Franca 
Igara pava 
Itapira . 
Itápolis . 
Itu . . 
Ituverava 
Jaú . 

" 1934 
Jundiaí . 
Juqueri . 



Limeira 

Lins 

Matão 

Mococa 

Paraguaçu .... 
Penápolis .... 

Pinhal 

Piracicaba .... 
Pirassununga . 
Presidente Prudente — 
Ribeirão Prêto . . 
Rio Claro .... 
Santo André 
São José dos Campos 
São João da Boa Vista 
São João da Bocaina 
São José do Rio Pardo 
São Carlos . . ' . . 
São Carlos c,' 3 cupons 
São Joaquim 
São Manuel 

São Simão .... 

Taquaritinga 

Uberaba n/c 

Tietê 



Quant; 

dade 



1 015 

1 000 
1 000 



100 
1 000 

100 
1 000 
1 000 

500 



1 000 
1 000 



1 000 I 
100 [ 



000 j 



140 I 



10 000 I 

- i 



222 j 



:ití 050 I 
200 [ 



000 I 
.340 I 



10 000 
- 1 



6 ÍISO 
4 000 
Í5 940 



' I 



37 I 



326 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 
DE SÃO PAULO 



Espécie do Título 



AÇÕKS DE BANCOS: 

América 

" integ. 

América, integ. liquidação em janeiro . . 
Admin, de Créditos Mobiliários, "Org. Finan. 

Amaral " 

Admin, de Créditos Mobiliários. "Org. Finan. 

Amaral" c/ Z5^/r 

Bandeirantes do Comércio 

" " " " integ 

Brasileiro América do Sul 

" " '■ " ititeg . . • . . 

" de Descontos ■ . 

Casa Bane. Créd. Adm., pref 

" c/50% . . . 

" " Adm. de Créd. Mobil. (org. 

Fin. Amaral) , pref. . 
Oi-g. Fin. Amaral c/ S5% ■ 

Segurança 

Central de Crédito integ 



" " São Paulo .... 
" " " " integ. . . 

Comercial do Estado 

" integ. 

c/ 60% . . 

c/ 60% . . 
Comércio e Indústria .... 
" " " integ. 
" " " pref. 
Continental de São Paulo . 

Crédito Nacional 

Cruzeiro do Sul 

" " " integ 

Estado de São Paulo ... . . 
" " " " c/ garantia 
s/ 

Industrial de São Paulo .... 
" " " " integ. . 

c/ 60% . 

Itaú c/ 60% ....... 

" " " c/ div 

" " ex-div 

Melhoramentos' de Jaú, integ. . 
Mercantil de São Paulo . . . 

" " integ. 
" " " c/ 40% . 
Metrópole de São Paulo . . . 
" " " " integ. 

Moreira Sales, S/A 

" " integ. . . 
" c/ 50% . . 
Nacional da Cidade de São Paulo 
Nacional do Comércio 



Imobiliá) 



S/A 



Janeiro a Dezembr 



Valor 
total em 
cruzeiros 



cruzeiros 



200 


705 


143 425 




— 


200 


12 869 


2 836 507 


_ 


— 


200 


• 500 


11'1 OOO 


_ 


— 


200 




- 






200 










200 


] 1 350 


2 037 435 


1 875 


349 175 
- • 


200 


21 552 


4 302 081 


2 275 


477 800 


200 


1 470 


- 294 880 




— 


200 






90- 


20 700 


200 


10 


2 100 






200 


380 


41 800 




— 


200 


275 


60 000 






200 


5 


400 




_ 


200 


50 


10 000 






200 


1 100 


229 000 




— 


200 


1 200 


240 000 




— 


200 


3 817 


931 615 




— 


200 


600 


139 000 




— 


200 


G 823 


2 722 011 




— 


200 


10 737 


4 280 422 


1 538 


592 OOõ 


200 


r> 200 


62 600 1 — 




200 


128 


39 154 


- 


— 


200 


1 638 


585 710 


- 


■ — 


200 


22 685 


8 442 015 


1 031 


366 302 


200 


2 376 


809 069 


- 




200 


7 810 


1 500 600 


- 


— 


200 


200 


54 000 






200 


490 


119 560 




— 


200 


960 


229 800 




84 250 


200 


90 


36 500 




— 


200 


84 


27 800 


40 


13 240 


200 . 


56 


18 200 


- 




200 


275 


56 650 


- 


- 


200 


3 535 


738 977 


500 


105 000 


200 


5 829 


599 574 


825 


84 976 


200 


23 039 


2 289 001 


3 625 


3-53 600 


200 


60O 


67 7O0 


_ 


- 


200 


1 740 


184 065 




- 


200 




- 






200 


5 162 


1 391 714 




- 


200 


6 300 


1 680 119 


40 


10 400 


200 


80 


10 800 


- 




200 


6 560 


2 441 -300 


500 


125 000 


200 


5 


1150 


- 




200 


525 


•112 875 


— 




200 


620 


13] 875 


- 




200 


1 957 


198 600 


- 




100 . 




5 630 050 


215 


38 850 


200 


' 1 800 


1 270 000 






500 










100 


18 450 









Estatística 



327 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO (continuação) 



Espécie do Título 



cruzeiros 



^^'^^ I cruaeiros 



AÇÕES DE BANCOS: 

América 

" integ. 

América, integ. liquidação em janeiro . 
Admin, de Créditos Mobiliários, "Org. Finan 

Amaral" 

Admin, de Créditos Mobiliários, "Org. Finan 

Amaral" c/ 35<7f | 

Bandeirantes do Comércio j 

" " " " integ I 

Brasileiro América do Sul 

" " " " integ . . . . I 

" de Descontos 

Casa Bane. Créd. Adm., pref 

c/50% . . . ; 
" " Adm. de Créd. Mobil, (org 

Fin. Amaral) , pref. . . 
Org. Fin. Amaral c/ 35% . 

" " Segurança 

Central de Crédito integ 



" " São Paulo 
Comercial do Estado . 



iteg. 



integ. 

c/ 50% ■ ■ 
c/ 60% . . 
Comércio e Indústria . . . . 
'■ " " integ. 
" " " pref. . . 
Continental de São Paulo . . . 

Crédito Nacional 

Cruzeiro do Sul 

" " " integ 

Estado de São Paulo . . . . 
" " " " c/ garantia 

Industrial de São Paulo . . . . 
" " " " integ. . ' . 
" " " c/ 50% . 

Itaú c/ 60% 

" c/ div 

" " " e.x-div 

Melhoramentos de Jaú, integ. 
Mercantil de São Paulo . . . 
" " " " integ. 

c/ 40% . 

Metrópole de São Paulo 



iteg. 



Moreira Sales, S/A 

" " " integ. . . 

" c/ 50% . . 
Nacional da Cidade de São Paulo 
Nacional do Comércio .... 



Imobiliário S/A 



•■t 570 

2 025 
30 



51 I 



155 I 
1 310 I 



524 969 { 2 185 

- I 
4-18 48.3 1 



-1-1 20 

- I - I " 

5 955 I 5S3 685 I 3 232 

- 1 - I - 

- I - I 



40 600 
4 270 

339 750 
753 nOO 



491 I 161 116 

4 065 i 1 42;> 359 



500 I 210 000 
1 018 I 275 160 



328 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO ( continuação) 



iiiSpecie uo j. iruio 


Juros 

% 


Valor 
nominal 


1946 


1947 


Janeiro a Dezembro 


Janeiro 


Quanti- 


Valor 
total em 
cruzeiros 


Quanti- 


Valor 
total em 
cruzeiros 




— 


200 


— ■ 


— • 


640 


125 477 


c/ 50% .... 


— 


200 


— 


— 


1 000 


100 000 






200 . 


— 


— 


— 


— 




— 


200 


80 


12 000 


110 


16 500 


Noroeste do Estado de São Paulo . 


— 


200 


1 389 


542 515 


174 


68 200 


' " " C/30% . 


— 


200 


50 


10 000 


— 


— 


Org. Financeira Amaral, pref 


— 


200 


— 


— 


250 


50 000 


0/ 35% . . . 


— 


200 






75 


5 250 




— 


200 


2^78 


459 541 






" " " integ. c/ div. 


— 


200 


100 


22 800 


- 


- 


" " " " ex-div. 


— 


200 


158 


34 760 






c/ 50% .... 




200 


6 216 


655 847 


_ 


- 




- 


200 


9 012 


1 899 866 


30 


6 240 






200 


207 


54 714 


— 


— 





— 


200 


10 403 


2 635 045 


626 


156 850 




— 


200 


— 


— 


35 


7 .500 




— 


200 


565 


102 320 


- 


- 


do BrasU c/ 60% .... 


— 


200 


125 


11 250 


770 


69 260 




— 


200 


3 645 


693 790 


290 


53 070 




— 


200 


55 


n 000 


156 


31 200 


Vale do Paraíba 


— 


200 


25 


6 000 


50 


12 000 


AÇÕES DE COMPANHIAS' 


















200 


_ 


_ 


.516 


278 640 




— 


200 


5 154 


1 530 241 




_ 


" " " " " ex-div. . 


— 


200 


132 


39 966 


_ 


_ 


port 




. 200 


1 613 


504 328 


20 


6 OOO 


' c/ div. . . 


— 


200 


948 


303 900 


_ 


_ 


" e/ ex-div. 


— 


200 


140 


42 800 


_ 


_ 


"A Auxiliadora" Cia. de Seguros Gerais . 


— 


200 




_ 


305 


61 000 


"A Marítima" Cia. Seguros Gerais . 


— ' 


500 


_ 


_ 


_ 


_ 


"A Patriarca" Cia. Seguros Gerais . 


_ 


1 000 


_ 






_ 


" c/ 50% . 




1 000 


80 


40 000 


_ 


_ 


"A Real de Transportes Aéreos" .... 




1 000 




_ 




_ 






1 000 


7 


7 000 


_ 




Pref 




1 000 


37 


37 000- 


3 


. 3 000 






1 000 


400 


1 102 700 


. 





•Antártica Paulista 


— 


200 


2 575 


2 835 000 


_ 


_ 






500 


_ 








Armazéns Gerais São Paulo. nom. . . . 




200 










"Tupã" 




100 








_ 


Atlântida Armaz. Gerais, nom. n/c . 


_ 


1 000 


40 


40 000 


_ 


_ 


.A.uto Estradas S/A . . 


_ 


200 


- 


- 


25 


5 000 


Bert Keller — Máquinas Modernas . . . 


_ 


1 000 










Brasileira de Cimento "Port.-Perus" . . 


— 


200 






500 


211 000 


" Fiação c/ 40% 




1 000 






500 


200 000 


Brasil Cia. de Seguros Gerais 






813 


448 600 






Carbónica S/A port. ... 




1 000 


900 


749 700 






" pref. série —A— .... 




1 000 


100 


107 590 






— B— .... 




1 000 


64 


68 858 






Brasileira de Energia Elétrica .... 




200 


200 


44 000 






Casa Anglo Brasileira ....... 




100 


6 255 


1 714 550 


650 


169 000 


Cerâmica Americana .... 




200 


100 


23 000 






Cimento Portland, Itaú .' . . 




200 


6 201 


3 442 890 






" s/ dir 




200 


50 


22 500 






" int 




200 


1 740 


1 044 000 


250 


150 000 



Estatística 



829 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 



Espécie do Título 

— 


1 
1 

1 

! 


Valor 
nominal 

j 
j 


Fe^ 


1947 

ereiro Março 


Quanti- 
dade 


! Valor 
1 total em 
1 cruzeiros 


Quanti 
dade 


Valor 
total em 






1 


1 

1 

1 




1 


1 

1 


1 

1 

394 


75 7t-5 


c/ 50% .... 




■'iiii 






23 


2 300 






■>iiii 






oO 


10 000 


" da Produção . 




2U() 


SMS 




65 


y 620 


Noroeste do Estado de São Paulo . . . 


_ 


1 200 


1 — 


1 ~ 






c/30% . 




1 200 


— 


í 






Org. Financeira Amaral, pref 





1 200 


_ 


1 — 


1 ~ 




c/ 35% . . . 








1 — 










1 200 




1 - 


1 — 


— 


" " " integ. c/ div. 




1 200 










" " " ex-div. 




1 200 




1 - 


[ - - 


— 


c/ 60% .... 


- 


1 200 


- 


1 — 


.— 


— 






j 200 


775 


1 161 505 


936 


19o 205 






1 200 




! 










1 200 


149 






380 480 






1 200 


105 


21 000 


''ãO 


10 000 






1 200 




1 — 






" do Brasil c/ 60% .... 




1 200 














1 200 


400 


73 000 


500 


98 SõO 


Triângulo líineiro 




1 200 










Vale do Paraíba 




1 200 

1 


550 


132 000 


70 


11) 800 


AÇÕES DE COMPANHIAS; 




1 














[ 200 


— 
















- 


100 


28 000 


" " " " " ex-div. 




! 210 






















— 






^no 










c/^ex-div 




200 










"A Au.xiliadora ' Cia. de Seguros Gerais . 




200 


225 


45 000 


375 


75 OOO 


"A Marítima" Cia. Seguros Gerais . . . 




500 


10 


5 000 


- 




"A Patriarca" Cia. Seguros Gerais . 




1 000 


20 


24 000 


— 




"A Real de Transportes Aéreos" 




1 000 





- 




oO 000 


Ao Preço Fixo S/A 




1 000 




- 






" Pref 




1 000 










Alumínio Poços de Caldas 








— 


— 




Antártica Paulista 




' 200 








- 






500 


200 


220 000 






Armazéns Gerais São Paulo, nom. . . . 


_ 


2110 


20 


2 000 






"Tupã" 


- 


100 


1 õno 


300 000 






Atlântida Armaz. Gerais, nom. n/c . 














Auto Estradas S/A . . . 




^ ''llll 










Bert Keller — Máquinas Modernas . . 




1 |Í(M1 








29 OUO 


Brasileira de Cimento " Port. -Peras " 














" " Fiação c/ 40% .... 




1 000 


720 


28Í- i 






Brasil Cia. de Seguros Gerais .... 


_ 


100 


- 












1 000 
























Brasileira de Energia Elétrica .... 














Casa Anglo Brasileira 














Cerâmica Americana 














Cimento Portland, Itaú 














" s/ dir 














" int 








231 000 







330 



Depaitamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO C continuação) 



Valor 
nominal 


1946 


1947 


Janeiro a Dezembro 


Janeiro 


Quanti- 
dade 


' Valor 
total em 
cruzeiros 


Quanti- 


Valor 
total em 
cruzeiros 


200 


1 695 


678 000 


250 


100 000 


2O0 






- 




1 000 










200 


■ 


50 000 


= 




200 


37 500 


15 885 000 






100 


100 


10 000 


- 




200 






100 


20 OCO 


200 


276 


138 OOO 


- 


_ 


1 000 






10 


15 000 


1 000 






10 


15 000 


1 000 


480 


480 000 — 




200 


906 


96 036 






1 000 




82 800 


— 




200 


81 


24 300 




- 


200 


130 


26 OÓO 






5 000 


20 


100 400 




- 


1 000 


75 


75 000 

• 




- 











_ 


500 






■ 




— 


1 000 




- 




— 


200 


10 906 


4 572 755 






200 


4 700 


955 550 




_ 


200 


475 


192 750 




— 


1 000 


25 


37 750 




- 


1 000 


228 


342 000 




- 


200 


— 





400 


92 000 


200 


500 


190 000 




— 


1 000 


- 


— 






1 000 


60 


64 800 


- 


— 


1 000 


- 


- 


- 




1 000 


63 


85 050 







200 


— 








100 


73 


73 000 






200 


4 000 


1 OOO 000 




_ 


200 


006 


123 696, 


330 


(17 650 


100 


3 099 


266 102 






100 


16 320 


1 366 653 






1 000 




- i 




_ 


1 000 


74 


118 400 






1 000 


620 


651 000 




_ 


1 000 


6 090 


6 090 000 






200 


12 574 


3 017 760 


800 


180 000 


200 


2 783 


556 600 


- 




1 000 


230 


233 300 




- 


200 


4 245 


920 325 1 


= 




200 


nuo 


183 500 j 

184 500 1 


- 




200 


900 


- 




1 000 


501 


799 5001 


100 


155 000 


1 000 








67 600 


1 000 . 


640 


1 025 250 


- 




1 000 




22 500 [ 






200 




38 700 






200 


1 545 


386 250 1 






200 


50 


10 300 1 






500 


- 1 








200 


93 912 1 


15 963 752 l' 


1 319 


195 742 



Espécie do Título 



'40% 



Cimento "Portliini 
Clínicas Nelson Libero . . . 
Comercial Café São Paulo Paraná 
Construtora e .Admins. S/A "Casa 
Cordoaria Brasileira ..... 
Elétrica de São Simão Cajuru . 
Excelsior de 'Seguros .... 
Fábrica de Tecido- "Labor", nom. 
" Nacional de Vagões . 
" " " " pref. 

Ferrag. e Laminação "Brasil". 
Fiação de Tec. Pirassununga c/ 
" Comandocaia S/A. port. . 
Força e Luz de Casa Branca . 

" " " Sta. Ci-uz c/ 80% . 
Frigorífico Cruzeiro S/A, pref. . 

Gráfica São Luís 

Ind. Brasileira de Lápis "Fritz Joh 

ex-div 

Ind. Brasileira de Lápis "Fritz Joh 
Mat. Plásticas 
de Meias . . . 
" " " pref. 

" (ord.) 
e Comércio Amaral e França 
Conservas Alimentícias "Cica" 
Exportadora de Couros e Peles 
tiba, pref. ..... 

" Martins Ferreira 
" Paulista Papéis Papelão . 
Industrial Mercant. "Mercandus 
• " Grisantil .... 

Importadora Guelantor S/A . 
ImobDiária Campineira . 
Imobiliária Parque da Mooca . 

Territorial S. Amaro . 
Iniciadora Predial .... 

Ferroviárias S. Paulo-Goiás, nom, 
" pdrt 
Fabril de Juta Taubaté, pref. 
Joalheria Diamante Azul . 
Keller Weber S/A, pref. . . 
Laboratórios Novoterápica . . 
Luz e Fôrça Santa Cruz, integ. 

Matog. Eletricidade, pref. . . 
Med. Fontoura, pref. ... 

" " c/ div. 

" ex-div. , 
Melhoramentos Goiás 

" (novas) 
" port. . 

" São Paulo . 

" São Sebastião 

Mesbla S/A, pref. . . . 
Mineração e Bauxita de P. de Caldas, 
Mog. Estrada de Ferro, nora. 



i:..tatístiea 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 
DE SÃO PAULO f,v .7.„», 



Espécie do Titulo 

_ _ , . . 


Juros 


Valor 




10 


47 


% 


nominal 


Qiianti- 


toínl''': 




Valor 
total em 
rnzeiros 


Cimento "Poitktnd" Itaii c/ 30% . ■ • 












l" 20ii 
















Comei'cial Café São Paulo Paraná 








- 






Construtora e Admins. S 'A '"Casa" . 
















































r- 


1.1 




•'1 


Fábrica de Tecido "Labor", nom 












— 






] liOII 






— 


- 






1 IIMIl 






— 


- 












— 


— 


Fiação de Tec. Pirassununga c/ 40% . 










- 


— 














— 






2(10 






— 


- 


" " " Sta. Cruz c/ 80% .... 




200 






— 


— 


Frigorífico Cinzeiro S/A, pref 




5 000 






— 


- 






1 000 






- 


— 


Ind. Brasileira de Lápis "Fritz Johansen", 


















500 


100 


75 000 






Ind. Br^ileira de Lápis "Fritz Johansen" 




500 




— 


287 


215 250 


" " Mat. Plásticas .... 




1 000 






537 


787 015 


de Meias 




200 








— 






200 


206 


39 140 




— 






200 


2 000 


7G2 100 


GOO 


210 750 


C ' ' A aial 'r^ran a ' ' 




1 000 








— 


' Conservas Alimentícias Cica 




1 000 








— 


Exportadora de Couros e Peles "Ita- 


















200 


100 


23 000 






„ ^^^'^'"^ ^"^"^."^^ ■ 




200 






— 


- 


Paulista Papeis Papelão ..... 




1 000 






10 


25 000 


Industrial Mercant. " Mercandus ... 




1 000 














1 000 






40 


40 000 


rmobiliária Cam inelra ^ 




1 000 






— 








200 


250 


50 000 






Imobiliária Parque da Mooca 




100 






- 


— 


" Territorial S Amaro 




200 


1 060 


265 000 










200 


— 




— 




F ' oviár' S Paulo Goiás nom 
errovianas . au o- oias, nom. 


— 


100 






— 




po . ... 


— 


100 


500 


41 300 






Fabril de Juta Taubaté, pref 




1 000 


450 


4fi5 OiiO 




1 líin (,íif; 






1 000 










Keller Weber S/A, pref 




1 000 


- 












1 000 














200 


987 


231 363 










200 










Mato - Eletricidade ref 




1 000 










Med Fontoura ref 




200 










e . on oura, pre ■ ^y^^^ 














" ex div 




" 2 '! 


z 






















" (novas) 




























" São Sebastião .... 














Mesbla S/A, pref 














Mineração e Bauxita de P. de Caldas, nom. 














Mog. Estrada de Ferro, nom 















332 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO (continuação) 



; 

Espécie do Titulo 


Juros 
% 


Valor 
nominal 


1946 


1947 


Janeiro a Dezembro 


Ja 


íeir 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 
cruzeiros 


Quanti 
dade 


Valor 
total em 






200 


22 295 


3 910 413 


1 022 


165 022 




_ 


200 




9 21» 038 


615 


246 250 




_ 


10 000 


ãn 


«25 000 


— 


— 






200 


750 


150 000 


50 


10 000 


Nacional de Seguros Ipiranga .... 




200 


_ 


_ 


36 


36 000 


Paulista Estrada de Ferro, nom S/D . . . 


— 


200 


700 


161 775 




— 


povt. S/D . . 


— 


200 


100 


23 550 




- 


' C/ SO^-r . . . 




200 


6 3^1 


473 987 


2 762 


194 37 4 


c/ (50% . . . 


_ 


200 


_ 


_ 




- 


•• nom 


_ 


200 


121 085 


' 27 299 144 


10 184 


2 ]92 022 


port 




200 


54 521 


13 099 525 


6 930 


1 592 482 


" " " " " liq. em out. 




200 


7 


355 500 


— 


- 


" " " " c/ div. . 


_ 


200 


1 804 


-145 967 


— 


- 


" ex-div. . 


_ 


200 


1 925 


463 922 


— 


- 






200 


251 


50 200 


— 


— 


Paulista de Louças Esmaltadas .... 


_ 


100 


478 


95 tíOO 


— 


— 




_ 


200 


75 


90 000 


— 


— 


Parafusos e Metalurgia S. Rosa .... 


_ 


200 


285 


69 965 


— 


— 


ex-div. . . 




200 


20 


1 4 510 


— 


— 






200 


16 


3 750 


113 


30 050 






300 


- 




— 


— 


Quota do São Paulo "Country Club" 




5 000 


1 


23 500 


— 


— 






1 000 






— 


— ' 


port 




1 000 


12 000 


12 OOO 000 


— 


— 


Sanjoanense de Eletricidade 




500 


— 




— 


— 






200 


4 374 


1 3 499 240 


— 


— 






200 






1 285 


274 850 


(ord.) 




200 


— 




— 


— 


Nacional de Seguros de Vida . 




200 


92 


86 400 


— 


— 


Seguradora Brasileira 




200 






— 


- 


Siderúrgica Cruz. do Sul "Cruzul" . . . 




150 






— 


— 






5 000 


50 


900 000 


— 




" " " pref 




50 000 


50 


1 1 000 000 




- 


Belgo-Mineií-a, port 


_ 


200 






30 


12 OOO 






200 






100 


11 000 


Sintesit S/A Cofres e Arquivos .... 




1 000 






1 050 


630 000 






200 




1 - 










100 


1 300 


2.51 000 










200 


100 


I 21 0''0 


- 










— 








Territorial e "Coiístr. "Lowistel" .... 


- 


200 






234 


46 800 






1 000 


4 376 


4 465 170 


600 


600 000 


Viação Aérea São Paulo "Vasp" .... 




200 


46 


1 23 000 


— 


— 


(ord.) . . 




200 




I 132 646 


— 


— 


" " " " pref. . . 




200 


9 530 


3 560 135 


485 


175 025 


" " " " " nom. . . 




200 


14 


1 5 600 










200 


2 169 


1 650 700 






Paulista de Seguros 


— 


200 


'l24 












200 


300 


1 88 500 






DEBÊNTURES 














Agric. e Ind. Usina Miranda 


8 


. 1 000 




1 178 730 


63 


63 981 






1 000 


39 










S 


200 


3 870 


851 303 






Água e Esgoto Ribeirão Prêto .... 




10 000 


47 


467 000 










:o 000 




18 000 






Banco Hip. Lar Brasileiro 


8 


200 


841 


1 183 861 


63 


12 663 



Estatística 



333 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÔLSA OFICIAL 

, DE SÃO PAULO (c^Uinuação^ 



Espécie do Título 


Juro- 


Vaior 




1947 

ereiro 


Março 


% 


nominal 


Quanti- 
dade 


1 

Vrilor ! ,, 
totM ..n « 
c,-u..oú-us j 


;anti- 
lado 


Valor 
total em 
cruzeiros 










;;is 225 1 


1 148 


166 616 






jiii) 




2 7 1 S 000 1 


525 


231 375 




— 


111 mm 




— 1 








— 


2111 




— j 


15 


3 000 


Nacional de Seguros Ipiíanga .... 


— 


L'UII 




— 1 




- 


Paulista Estrada de Ferro, nom S/D . . . 


— 


200 




— ! 




- 


' port. S/D . . 


— 


200 






__ 




e,' 30% . . . 


— 


200 


G 907 




2 7 70 




c,- 60% . . . 


• — 


200 


- 








noni 


— 


200 


7 218 


1 






port 


— 


200 


4 -lOS 


1 ii.ili l_'T 






" " "■ liq. em out. 


— 


' 200 




- ! 






' c/div. . . 


— 


200 


- 


- 1 


_ 


_ 


" ex-div. . . 


— 


200 


- 


- 1 


_ 


_ 




— 


200 




- 1 


_ 


_ 


Paulista de Louças Esmaltadas .... 




100 


- 


- 1 




_ 




— 


200 


— 




_ 


_ 


Parafusos e Metalurgia S. Rosa .... 


— 


200 


45 


10 125! 


_ 




ex-div. . 




200 






_ 




Piratininga Seguros Gerais 


— 


200 




— 1 


5 


■ 100 




— 


:iOO 


15 


7 500 


_ 




Quota do São' Paulo "Countiy Club" 




000 


— 


— 1 










1 000 


li 495 


6 495 000 1 








-— 


1 000 


- 








Sanjoanense de Eletricidade 


_• 


500 




- . I 


30 


ih 800 






200 


_ 










_ 


200 


400 


SO 500 { 


1 300 


255 880 


(ord.) 


— 


200 


532 


399 000 1 


801 


632 472 


Nacional de Seguros de Vida . 




200 


- 


- 1 














— 1 


128 


64 000 


Siderúrgica Cruz. do Sul "Ci-uzul" . 




1.51) 


80 


12 000 1 




_ 


" J. L. Aliperti, port 


- 


.5 000 




- 1 




_ 


" " " pref 


- 


.50 000 


— 


— 




- 


Belgo-Mineira, port. 




200 


— 


— j 








— 


200 


- 








Sintesit S/A Cofres e Arquivos .... 


- 


1 000 




- 
















- 


- 






TOO 




_ 1 






Terrenos Campos do Jordão 




200 
200 


— 

10 


— 1 
2 000 1 


- 




Territorial e "Constr. "Lowistel" .... 




200 






- 


- 


Trol. S/A Indústria e Comércio 


- 


1 000 


1 000 


1 000 000 1 






Viação Aérea São Paulo "Vasp" .... 




200 










" (ord.) . . 


- 


200 


- 


' - 1 


_ 


_ 


nom. ' '. 








^2 8.50 j 


545 1 


196 425 


Vidraria Santa Marina 


- 

- 


200 
200 


- 


— 1 


1 627 1 


- 

488 100 




- 


200 


- 


— 1 








— 


200 




- 1 






DEBÊNTURES 






1 












1 000 


- 




21 1 


19 950 






1 ilOO 


= 1 




43 1 




Água e Esgoto Ribeirão Prêto .... 




iiiO 


- 1 












1 II OOO 


1 i 


9 115| 










200 1 


- 1 




- 1 





334 



Departamento Estadual de Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÓLSA OFICIAL 

DE SÃO PAULO ^conclusão) 



Espécie do Título 


Juros 

% 


1 

V 1 
nominal 


1946 


1947 


Janeiro a Dezembro 


Janeiro 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 


Quanti- 
dade 


Valor 
total em 


Banco Hip. Lar Brasileiro . . . 






200 


'l 

239 


51 863 


1 
1 
1 


- 




C. E. Rio Claro 1.^ em. . . . 






10 OOO 


109 


1 060 405 


1 


— 










10 000 




331 200 


i 


12 


108 000 


„ „ >, .• 2." "... 




r- 


10 000 




182 92 í 


1 












10 000 


13 


127 700 


1 






Docas de Santos 




L 




^ 97 


345 100 


t 






Elétrica "Caiuá" 






10 õòo 




933 400 














1 000 


840 


«21 701 








Emp. Elétrica de Londrina 




s 


1 000 


1 150 


■ 1 162 375 


í 


100 


102 000 


Eletricidade Campos do Jordão 












1 


- 




Fábrica Japi S. A 






100 


^132 


13 4C4 1 


- 




Fiação Tec. São Pedro .... 






[ 5 000, 


30 


lílõ 095 




72 


358 200 


Fôrça e Luz Mogi Mirim . . . 






1 10 000 


15 


144 100 


] 


- 




Letras Hip. do Banco do Brasil . 






j 5 000 


107 


436 105 












j 1 000 




081 Olõ 




— 














842 


1 












1 200 




1 190 1 


— 










1 000 








28 


"24 080 








5 000 






1 












" 500 


















200 


















100 






i 







" " " " " " n/c ■ 






42 


180 78.- 


1 












1 000 


79 


67 9101 


— 










1 000 


92 


79 7701 


— 










500 




42E 


1 


— 










200 




340 1 












100 


■ 


167 1 


I 










=)00 




870 1 


— 











200 




1 201 1 






" " " " " " ex 


juros 




1 000 


1 


850 1 


— 


- 


Ind. Sul Americana de Metais 






] ono 


7 100 


7 101 66 


1 






Nacional de Energia Elétrica . . 








10 


90 000 I 


— 








7 


10 000 


31 


310 000 


— 










I 10 000 




19 000 ] 


— 




Nacional de Estamparia 






1 200 


Kl 133 


1 SDl 33 


! 


1 200 


T-^o 


Melhoramentos São Paulo . . . 




8 


1 1 000 




119 535 1 




. 


Mogiana Estrada de Ferro . 






1 200 




19 033 402 1 


9 240 


1 806 460 


"O Estado de S. Paulo" . . . 








\ — 


1 - 


1 ■ 




1 

1 


Paulista de Energia Elétrica . 






1 000 

! 


1 " 


1 11 0001 






Termas de Lindóia 








315 


1 300 245 1 




i - 


Usina Miranda 








97 


98 440] 




1 - 


Obrig. Bôlsa de Café de Santos — 


série D. 




1 OOo 


I ^ 


940 

1 ! 




1 920 


DIREITOS 






1 

I 


1 
1 

1 


1 






j 


Da Empresa de Melhoramentos de 


Goiás . 




i — 


i 652 


1 






i ~ 


Do Banco Nac. da Cid. de S. Paulo . . . 




1 - 


i 6 577 


' 12IJ 7G 










s/ bonif . 




! - 


j 113 


1 1S3| 








c/ bonif- 






i 110 


15 400 1 




1 - 


Construtora Admins. S/A. "Casa" 






i - 


455 


1 OlOoj 




\ - 


íaulista de Estrada de Ferro . 








i 245 539 


i 2 927 230 { 




\ - 








1 


51» 


[ 31 080 i 

i 1 




1 - 

1 



4." Divisão, 



Estatística 



TRANSAÇÕES DE TÍTULOS PARTICULARES NA BÒLSA OFICIAL 
DE SÃO PAULO 



Espécie do Título 



Banco Hip. Lar Biasileivi 
C. E. Rio Claro l.« em. 



Docas de Santos 
Elétrica "Caiuá" 



Emp. Elétrica de Londrina 
Eletricidade Campos do Jord 
Fábrica Japi S. A. . 
Fiação Tec. São Pedro . . 
Força e Luz Mogi Mirim 
Letras Hip. do Banco do Brasil . 



Ind. Sul 
Nacional 



Americana de Metais 
de Energia Elétrica 




Nacional de Estamparia 
Melhoramentos São Paulo . 
Mogiana Estrada de Ferro . . 
"O Estado de S. Paulo" . . 
Paulista de Energia Elétrica . 
Termas de Lindóia .... 

Usina Miranda 

Obrig. Bôlsa de Café de Santos 



Da Empresa de Melhoramentos de Goiás 
Do Banco Nac. da Cid. de S. Paulo . . 
" " " " " s/bonif. 

c/b 

Construtora Admins. S/A. "Casa" 
Paulista de Estrada de Ferro . 
Taubaté Industrial 



Março 



Quanti-I .l^""" 
dade total em 
cruzeiros 



Valor 
total em 
cruzeiros 



10 000 
10 000 



000 



10 000 I 

10 000 I 

10 000 I 

200 I 



1 000 
200 
1 000 
1 000 



5 000 
10 000 



200 [ — 

1 000 I 4 

5 000 I 2 

500 I 

200 I 

100 I 

5 000 I — 
1 000 



- i 



34 400 ] 



I - I - 
I .5 110 í ÍIST 
I ÕO I 52 



39 95» 
1 098 45.5 



336 



Departamento Estadual de Estatística 



OPERAÇÕES REALIZADAS EM MOEDA ESTRANGEIRA 



Moeda 


19 4 6 


19 4 7 


Janeivo a 


Tl U 

Dezembro 


Janeiro 


Quantidade 


Valor (em 
mil cruzeiros) 


Quantidade 


Valor (em 
mil cruzeiros) 


Libvas 


3/ 030 699 


2 872 373 


4 903 019 


369 892 




557 474 334 


10 790 673 


88 934 271 


1 665 481 




2 369 032 407 


379 652 


280 285 066 


44 201 




64 674 


82 


— 


— ■ 


Peeeta« 


2 667 224 


4 851 




— 




35 276 697 


206 958 


5 727 882 


25 053 




488 751 764 


200 981 


82 840 593 


35 481 




313 607 


1 030 


_ 


_ 




13 072 343 


, 6 165 


_ 


— 




6 076 673 


29 362 


473 212 


2 199 




279 398 


3 039 


95 122 


1 011 




67 870 


694 


— 


— 




296 099 018 


234 867 


16 658 136 


12 713 




26 801 267 


136 060 


5 604 168 


29 239 




59 912 




5 771 


108 




202 737 182 


126 107 


12 441 583 


7 513 




42 842 


189 




























4 157 


24 








■20 903 724 


7 841 


29 597 789 


11 102 


Soles 












5 440 018 


21 221 


85 875 


335 






15 028 797 




2 204 328 



OPERAÇÕES REALIZADAS EM MOEDA ESTRANGEIRA 



Moeda 


19 4 7 


Fevereiro 


Março 


Quantidade 


Valor (em 
mil cruzeiros) 


Quantidade 


Valor (em 
mil cruzeiros) 


Libras . 


3 556 503 


268 308 


3 878 923 


292 632 


Dólares 


49 215 258 


921 580 


74 823 914 


1 401 138 




■ 213 085 149 


33 604 


597 928 226 


94 413 
























2 169 197 


9 489 


5 009 666 


21 919 


Francos Belgas (papel) 


78 056 650 


33 439 


106 535 342 


45 608 
























367 069 


1 706 


813 827 






46 365 


493 


20 792 


221 














18 963 332 


14 479 


28 024 462 


21 397 




4 164 874 


21 733 


4 623 554 


24 125 


Dólares Canadenses 


19 403 


363 


1 516 


28 




16 103 768 


9 725 


15 510 920 


9 367 










































Coroas Checoeslováquias . . . 


26 746 568 


10 016 


25 474 513 


9 568 


Soles 












2 145 514 


8 370 


1 870 850 


7 298 


TOTAL 




1 333 305 




1 931 477 



Ponte: Bôlsa Oficial de Valores. 
4." Divisão 



Estatística 



337 



MÉDIA DE CÂMBIO LIVRE E OFICIAL 
(Valor em cruzeiros) 





1946 








Discrirninação 










' Janeiro 
Dezembro 


Jamiro 


F,.xcr,.iv,> 


Março 


( Livre .... 
Inglaterra (Libra) . J 

[ Oficial .... 


78,27 


1 75,44 

1 


1 

1 75.44 


1 

75,44 


França (Franco) 


11.17 


O.ltí 


0.16 


0.16 


( Livre .... 
Portugal (Escudo) . J 

[ Oficial .... 


(l.SO 

— 


0,7G 


0.76 


0,76 
- 


í Livre .... 
Estados Unidos (Dólar) J 

\ Oficial .... 


— 


18,73 
— 


IS. 73 


18.73 


Suíça (FVanco) 


4.30 


.1,::7 


1 :-'.7 


4,38 


Argentina (Pêso) 


4,S() 


4, (•;.') 




4.62 


Uruguai (Pêso) 


11.00 


10,63 






Holanda (Florim) 




— 






Suécia (Coroa) 


5.01 


5,22 


5 22 


5.22 


Chile (Pêso) 


0.63 


0.60 


0.60 


0,60 


Canadá (Dólar) 


1S..53 


IS. 72 


1.S.72 


IS. 51 


Espanha (Peseta) 


l.Sl 


— 






Itália (Lira) 


1,14 


- 


— 


— 


Japão (Iene) 










Alemanha (Marco) 










Bélgica (Franco Belga -papel) .... 


0.44 


0.43 




0,43 


Bélgica (Franco Belga -ouro) .... 










Venezuela (Bolivar) 










Checoeslováquia (Coroa Checo) .... 

• 


O.Gl 


0,38 


0.37 


0.3S 


Dinamai'ca (Coroas Dinamarauc^as ) . . 1 

i 


3.93 

j 


1 
i 

1 


3,90 1 

■ i 

1 
\ 


3,90 



Fonte: Bôlsa Oficial de Valores. 
■4." Divisão. 



338 



Depai-tarnento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DE CHEQUES COMPENSADOS 



Discriminação 


194^ 


1947 


Janeiro 
Ilezembro 


Janeiro • 


Fevereiro 


Março 


Valor (mil cruzeiros) 


2 350 950 
53 552 989 


195 545 


175 403 
4 393 005 


205 6G3 
S 143 560 



Fonte: Câmara de Compensação do Banco do Brasil. 
4." Divisão. 



CAIXA ECONÓMICA ESTADUAL 



Movimento da Sede na Capital, inclusive a Agência do Brás 
(Em 1 000 cruzeiros) 



Discriminação 




1 9 4 7. 




Janeiro 


Fevc-reiro 


Março ■ 




795 045 


' í07 020 


819 680 




84 947 


65 520 


73 652 




63 466 


53 545 

i 


-GO 991 


1." Divisão. 








MONTE DE SOCORRO 
(Empréstimos em 1 000 


ESTADUAL 
cruzeiros ) 




Discriminação 


19 4 7 


Janeiro 


Fevereiro 

1 


Março 




228 


119 


187 




103 


152 


88 




2 .?S8 


j 3 876 


3 569 



1.» Divisão. 



Estatística 



CAIXA ECONÓMICA FEDERAL 
Movimento da Sede na Capital, incluindo a Agência do Brás 
(Em 1 000 cruzeiros) 



Discriminação 




Janeiro 




Março 


Saldos existentes ......... 


2 361 !l:12 


2 40S 8S8 


2 439 289 




2:;i 215 


183 445 






1(52 S5:í 


143 5fi 1 


ir,i Ml 1 


1." Divisão. 








MONTE DE SOCORRO FEDERAL 
(Empréstimos em 1 000 cruzeifos) 




Discriminação 




19 4 7 




Janoiío 




Miii-co 




õ 129 


4 3S1 


5 54fi 




528 


6 


2 966 




459 


1 387 


1 240 



1." Divisão. 



ARRECADAÇÃO DO IMPÔSTO SÔBRE VENDAS E CONSIGNAÇÕES 
NO ESTADO DE SÃO PAULO 



Discriminação 


1946 


19 4 7 


Janeiro a 
Dezembro 


Janeiro Fevereiro 


Março 


Total do Estado .... 


713 741 743,40 
222 569 914,30 
728 046 888,90 

1 664 358 546.60 


. 66 941 606,3oj 71 800 542,00 
22 305 360.20 j 23 376 156,00 
26 129 837,901 26 043 709,60 

115 376 834,40 121 '220 407,60 


■ 80 034 788,80 
24 982 050,70 
30 801 111,60 

135 817 951,10 



Fonte: Departamento da Receita Estadual. 
5." Divisão. 



FALÊNCIAS E CONCORDATAS 



Discriminação 


1946 


19 4 7 


Janeiro a 
Dezembro 


Janeiro 


Fevereiro 


Marco 


Falências . . . .| 


Requeridas 


264 


20 


20 


22 


Decretadas . . 


138 




13 






Requeridas 


34 


2 


1 


1 


Concordatas preventi-| 


Homologadas . . 


10 








Concordatas nas falên.J 


Requeridas 


6 


1 






cias j 


Homologadas . . 


3 








Massas falidas entradas 


em liquidação . 


. 21 ■ 






1 



Fonte: Associação Comercial de São Paulo. 
4." Divisão. 



340 



Departamento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DOS TABELIONATOS DA CAPITAL 



(Valor em cruzeiros) 



'i\aLUreza oas escxitui<is 


1 


y 4 D 


1 


9 4 7 




Janeiro 


1 Dezembro 


Janeiro 


N.» 


Valor 


N. 


Valor 


C r e V nda 


2fi 175 


2 563 693 811 


1 922 


135 585 190 


ComDromi«so de comBra é venda 


5 808 


1 190 029 195 


363 


63 038 472 


P t ^ 


150 


40 620 013 


11 


1 279 500 


D cão "In solutum" 


67 


17 288 372 




60 000 


Doação 


1 035 


148 912 445 


117 


11 080 579 


2 263 


306 091 289 


158 


14 929 849 


Empréstimos com hipoteca . 


5 061 


456 728 851 


408 


34 509 735 


6 200 


1 051 338 105 


553 


78 764 213 


Empréstimos c/ garantia de rendas 














1 408 000 




1 700 UOO 


Empréstimos por meio de debêntures 


6 


2 890 037 








24 


27 486 091 


1 


500 000 




6 


4 308 000 








37 


103 099 500 




489 200 




437 


98 250 148 


49 


4 337 336 


Constituição de sociedades anónimas 


175 


561 721 000 


11 


25 690 000 




108 


72 858 836 


10 


2 792 774 


Rescisão de contratos e distratos 












1«8 


23 835 208 


21 


3 579 538 




1 162 




99 








1 027 294 50fi 


580 


65 188 327 




60 109 


7 G97 853 407 


4 314 


443 524 513 



MOVIMENTO DOS TABELIONATOS DA CAPITAL 



(Valor em cruzeiros) 



Natureza das escrituras 




1 9 


4 7 




Fevereiro 


Março 


N.» 


Valor 


N.» 


Vnlor 




1 593 


138 022 782 


1 873 


152 842 397 


Compromisso de compra e venda . 


323 


76 363 796 


486 


1 87 770 335 




12 


2 367 896 




1 4 594 500 






56 OOO 


1 


1 120 000 




61 


4 867 266 


87 


' 15 178 204 




131 


13 738 661 


165 


1 18 800 84» 




340 


33 959 721 


376 


1 33 041 823 


Empréstimos com hipoteca . 


509 


77 479 041 


565 


1 102 130 915 


Empréstimos c/ garantia de rendas 














4 120 510 


— 


í - 


Empréstimos por meio de debêntures 














29 OOO 




300 000 




— ^ 




— 






6 


2 39Í 000 


1 S 


1 1 200 000 




31 


4 542 440 


1 48 


' 8 227 235 


Constituição de sociedades anónimas 


8 


28 900 000 


16 


10 801 675 




11 


899 998 


i 10 


1 1 158 300 


Rescisão de contratos e distratos 








i 




9 


814 632 


15 


1 115 520 




92 




114 






530 


124 913 494 


563 


! 423 422 490 


TOTAL 


3 660 


513 466 237 


4 335 


860 704 234 



4.» Divisão. 



Estatística 



INSCRIÇÕES DE HIPOTECAS NA COMARCA 
DE SÃO PAULO 



Circunscrições 



589 I 
402 I 
5561 



1 608 j 
; 580^ 
I 6(52 
1 S85 
; 250 I 
I 053 
■ 542 ! 
i 566 1 
; 489 I 
uni 
. 1161 
505 1 



C 843 1 1 182 086 421 1 



1 :;77 000 
; 024 417 
1 058 000 j 
I 1)08 731 I 
536 000 
327 UIO 
743 321 
; 505 000 
245 000 
■613 000 
' 951 548 
, 634 739 
I 049 620 
; 247 250 
; 448 990 
i 238 000 



„ I Valor em 



2 976 0011 
1 0S3 527 
5 882 500 
4 15S 993' 



1 961 325 I 
1 602 0001 



14 I 



224 878 

, 665 000 
115 280 



458 I 115 208 47 



TRANSCRIÇÕES DE TRANSMISSÕES DE IMÓVEIS NA COMARCA 
DE SÃO PAULO 



Circunscrições 


1946 






1 


0 4 7. 




Jau. a Dez. 




Fevei-fc'ivo Marco 


N." 


Valor em 
ci-uzeiros 


N.» 


Valor em 
cruzeiros 


N." 


Valor em 
cruzeiros •" 


Valor em 
.cruzeii'03 


1.» 


I lus 


:5oi:!r,07s 


84 


15 100 528 


• 77 






2." 


1 435 




112 


23 826 875 


104 






3." 


1725 


151 42S 7!)-" 


i;-;2 


8 380 819 


128 






4.» 


1 734 


426 120 265 




51 .170 540 


109 


38 016 7- 




õ." 


860 


391 214 289 


<i4 


r.l !22 844 


61 


21 023 r.i'_ 






2 438 


142 130 523 






200 


14 171 . T 






2 497 


187 810 742 


186 


11 385 401 


151 


10 485 






1 662 


83 378 217 


135 


9 268 138 


118 


4 802 ^- 




9.» 


3 345 


86 823 109 












10." 


2 502 


í2(; 0^':; 












11.» 














:,:;í) 229 


12.» 














" 100 


13.» 
















14.» 




iss 1 14 \-b 












15.» 


1 i;i2 


1116 076 ;i2ii 












16.« ....... 




72 524 .^'"19 




IS in(i L::,i 




i 


) i,7.:. 4!5 


TOTAL . . . 


35 400 


2 798 392 944 


2 882 


296 245 666 


2 481 


! 

208 221 286 , 2 139 


186 044 709 



342 



Dejjartamer.to Estaduíil de Estatística 



TÍTULOS PROTESTADOS NA CAPITAL 

Mês de janeiro de 1947 



(Valor em cruzeiros) 



Valor dos títulos 


Por falta de 
pagamento 


Por falta de 
assinatura 


Por falta de 

pagamento e 
assinatura 


TOTAL 




Valor 




: rlnr 


N." 


Valor 


N." 


Valor 


55-250 . . - . . 


40 






88 


6 


1 217 


47 


7 Tií 


251-500 .... 








1 ] 49 


18 


6 953 


80 


31 903 


501-800 .... 










14 


8 54 9 


63 


40 582 


801-1-200 .... 


4 








12 


12 370 


93 


93 540 


1 201-1 700 .... 














95 


138 1-64 


1 701-2 300 .... 














96 


190 877 


2 301-2 900 .... 














52 


134 726 


2 901-3 500 .... 














51 


ly.l 308 


3 501-4 500 . . ... 
















279 456 


4 501-5 500 .... 














62 


:ni 477 


5 501-10 500 .... 














127 


99(1 581 


10 501-20 500 .... 










14 


194 3i:9 




1 111 610 


20 501-50 500 .... 










5 


133 379 


24 


708 455 


50-501-200 000 .... 








78 950 




111 580 




95G 343 


TOTAL . 








2:',2 7H6 


176 


. S73 987 


946 


5 154 763 



Fonte: Boletins da Associação Comercial e 3." Tabelião de Protestos, 
4." Divisão. 



TÍTULOS PROTESTADOS NA CAPITAL 

Mês de fevereiro de 1947 



(Valor em cruzeiros) 



Valor dos títulos 


Por falta de 
pagamento 


Por falta de 

assinatura 


Por falta de 
pagamento e 
assinatura 


TOTAL 


N.» ; Valor 


N.» 


Valor 


N.» 


Valor 


N.» 


Valor 


47-250 .... 






283 




322 


! 

39 j 


5 822 


251-500 






1 526 


18 


6 712 


68 1 


27 643 


501-800 .... 








15 


10 610 


51 1 


34 042 


SOl-1 200 .... 






9 013 




24 248 


95 [ 


95 364 


1 201-1 700 .... 






10 244 


18 


25 681 


87 1 


127 208 


1 701-2 300 .... 






6 205 


16 


32 584 


108 [ 


217 390 


2 301-2 900 .... 






,s 028 




37 224 


56 1 


145 543 


2 901-3 509 .... 








6 


IS 9S3 


50 ! 


157 198 


ô 501-4 500 .... 






1 5 431 


14 


.55 651 


54 ! 


211 147 


4 501-5 600 .... 








11 


54 715 


65 \ 


323 545 


5 501-10 500 .... 










1 47 647 


88 i 


666 208 


10 501-20 500 .... 










115 412 


43 1 


619 696 


20 501-50 500 .... 










1711 755 


34 í 


1 138 827 


50-501-500 000 










9S6 073 




2 748 492 


TOTAL . . . 


631 ! 4 665 912 

! 


47 


165 591 


1.S2 


1 686 622 


SOO ' 


6 518 125 



Fonte: Boletins da Associação Comercial e 3.o TabeUão de Protestos, 
l ' Divisão. 



Estatística 



TÍTULOS PROTESTADOS NA CAPITAL 
Mês de março de 1947 
(Valor em cruzeiros) 



Valor dos títulos 


Por falta de 
pagamento 


Por falta de 

assinatura 


Por falta de 

pagamento e 

assinaturn. 


TOTAL 










Valor 


N.o 


Valor 


.yi-:!oii .... 


j 




401 




911 


54 


9 800 


251-500 .... 






l:,7: 




1 020 


71 


28 074 


501-SOO .... 
















801-1 200 .... 
















1 201-1 700 . . . . • 






1 1 573 


10 


^:':;;7 


80 


117 679 


1 VOl-2 ."00 .... 








1 ^ 






1 94 098 


2 301-2 900 .... 














171 982 


2 901-3 500 .... 


4li 1 1 1 Ul 




6 74ii 


1 1 








3 501-4 500 .... 


3.) ■ 1 in 778 














i 501-5 500 .... 


í 

4!" 210 370 














5 501-10 500 .... 






17 216 


18 


120 '.117 




7^0 470 


10 501-20 500 .... 






25 070 






41 


(-;(is odg 


20 501-50 500 .... 








4 


1 10 700 


23 


786 038 


50 501-440 000 .... 
















TOTAL . . . 


GSl :; '.i44 470 

1 


34 


15(1 125 


13S 


7-7 T:-;1 




1 .-29 320 



Fonte: Boletins da Associação Comercial e 3.» Tabelião de Protesto^. 



TÍTULOS PROTESTADOS NA CAPITAL 
Resumo 



Discriminação 


1946 


■ 1947 


Dezembro 


Janeiro Fevereiro 


Março 


Valor (mil cruzeiros) .... 


9 715 
53 470' 


946 860 

5 133 0 31S 

"i 


873 
4 829 


Fonte: Boletins da Assi ci 


ição Cdmereial e 


TaiieliAo de rrotesto.^. 





344 



Departamento Estadual de Estatística 



MOVIMENTO DO AEROPORTO DE SÃO PAULO 



Discriminação 



Passageiros 



Bagagens . . -j 



einbai-cados 
desembarcados 
em trânsito 

embarcadas 
desembarcadas 



1946 



Janeiro 
Dezembr 



130 225 
i;S3 981 
41 928 



1 624 061 
3 290 fílG 



I embarcadas 
Encomendas . i , , . 

l desembarcadas 



Correio 



Aviões 



embarcado 
desembarcado 



decolagem . 
aterrissagem 



14 613 
13 422 



170 150 
156 706 



133 582 
79 520 



5 587 
11 100 



1 213 

1 218 

2 431 



15 968 
4 617 
37 363 

183 115 
183 882 
366 997 

165 510 
104 100 
269 616 

7 466 
7 552 
15 018 

1 575 
1 597 



Fonte: Aeroporto de São Paulo. 
4." Divisão. 



CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NA CAPITAL 
(em kwh) 



Discriminação 



Janeiro 
Dezembi-o 



Luz . . 

Iluminação Pública 

Força . . . j 
f 



Repartições Públicas 



Repartições Públicas 



254 431 745 j 22 707 ! 



Particulares . 
Repartições Públicas 



13 746 841 j 
26S 178 586 | 



17-1 7;í2 1115 

452 4!).) ! 

175 244 900 j 

■ I 

98 817 559 j 

i 

157 821 650 i 



. 385 365 j 
i 092 934 I 



46 119 159 
3 491 118 
49 610 277 

16 444 615 
54 049 
16 498 664 

8 011 681_ 



20 574 534 
1 115 412 

21 689 946 

1 452 284 

43 831 588 

2 763 197 
46 594 785 

14 733 957 
30 592 
14 764 549 

7 183 448 

91 G85 012 



23 430 60fi 
1 171 059 

24 601 665 



50 103 545 
2 684 913 
52 788 458 

15 995 108 

36 034 

16 031 142 

8 007 937 
103 155 223 



Fonte: The São Paulo Tramway, Light and Power Company, Ltd. 
'4.= Divisão. 



CONSUMO DE GÁS NA CAPITAL 



Discriminação 



194 7 



Fever 



Março 



I medidores instalados 
prima consumida, 
produzido (m3) . . . . 
con-iumido 



51 076 

4 999 398 
3 647 400 
3 381 386 



51 142 
4 660 489 
3 194 800 
3 000 062 



51 245 
.5 640 186 
3 997 400 
3 336 656 



Dados fornecidos pda Companhia de Gf 
Divisão 



1) ENTRADAS DE MERCADORIAS DIVERSAS i\0 .UUNICÍPIO DA CAPITAL 
Janeiro de 1947 



Aguardente 
Álcool .... 
.Algodão em rama 
Algodão sm caroço 
Alfafa 
Arroz 
Açúcar 
Aves 
Azeite 
Banha 
Bacalhau 
Batatas 
Carne sêca 
Caroço de algodão 
Car\'ão vegetal 
Farinha de mandioc 
Farinha de trigo 
Feijão . 
Fubá 
Gasolina 
Gorduras n/ espeeif 
Leite 
Milho . 
Manteiga 

Queijo . 
Querosene 
Sal . . 
Trigo em grão 



Quilo 



Saco 
Quilo 



Saco 
Quilo 



227 !1C0 
281 6in 
97 OOU 
91 000 



214 100 
.583 000 
17 240 



523 411 
•5 428 516 
51 097 
1 335 398 
20 325 
2G9 



198 590 
6 723 



45 726 
613 119 



11 255 

i 

19 194 I 



224 
4 235 
80 



4 600 I 

120 421 1 

, I 
178 934 

494 600 

í 

146 600 [ 

I 

412 800 j 

I 

21 600 I 

6 785 { 

I 

228 700 I 

1 287 800 j 

I 

1 322 COO I 
6 164 

79 060 [ 

I 

43 456 

I 

5 194 SOO ! 
5 239 400 I 

! 

- i 

I 

142 400 I 
. 59 898 

í 

183 SOO í 



3 743 200 
519 400 



618 000 
2 633 



346 Departamento Estadual de Estatística 



2) SAÍDAS DE MERCADORIAS DIVERSAS DO MUNICÍPIO DA CAPITAL 
Janeiro de 1947 



MERCADORIAS 


Uni- 
dade_ 


Roda- 
gem 


Soroca- 


Central 


Santos 
a 

Jundiai 




Diver- 


Exporta- 
ção total 

de 1.» a 
31 de jan. 

de 1947 


Aguardente 


Q-.ilo 


23 .533 


18 SIH 




25 500 


— 




Âleool 


* 




174 442 




19 500 




2 41 0fi3 


Algodão em rama . 






■J 'M» 560 


424 400 


12 756 500 




15 .!G0 


Algodão em caroço . 














- 


Alfafa 






7!i (Hil 


■ 

- 


108 700 




195 999 


Arroz 


Sac. 




f, '1(11 


43 992 


8 98-^ 




64 686 


Açúcar 






1 701 




4 266 




23 509 


Aves 


Qnilo 








9 900 




10 135 


Azeite .. .. 


» 




834 


- 


153 600 






Banha 


* 


11,. : 2'l 


124 266 


1 802 


242 300 






Bacalhau .... 




1 :<n 


8 553 




21 000 


- 


31 467 


Batatas .... 


. Saco 


S 534 


377 


23 650 


2 462 




35 023 


Carne sêca 


Quilo 


4 -S8 


51 030 


3 000 


38 400 




97 218 


Caroço de algodão . 




. 3 070 






- 




3 070 


Carvão vegetal . . 


* 






- 


103 100 




103 100 


Farinha de mandioca 


Saco 


541 


519 


2 046 


2 416 




5 522 


Farinha de trigo 




24 377 


5 89S 


1 702 


23 086 




55 061 


Feijão 




B 377 


5 714 


5 292 


21 091 


- 


41 474 


Fubá 


Quilo 




115 


5 855 


46 800 




52 770 


Gasolina .... 




2 G27 839 


259 388 


6 800 


1 099 000 




3 ;i'.)3 027 


Gorduras n/ espeeif. 
























— 


218 000 




218 OCO 


Milho 


Saco 


G788 


5 685 


50 816 


84 146 


— 


147 435 


Manteiga .... 


Quilo 


9 000 


3 899 


— 


34 500 


- 


i7 3',19 


Ovos 








- 


7 500 




7 500 












40 500 




40 500 


Querosene .... 




152 fí22 




- 


266 lon 


- 




Sal . . ■ . . , 




347 045 


131 431 


— 


853 500 




1 334 976 


Trigo em grão . 




- 


_ 


— 









3.» Divisão. 



Estatística 



I) ENTRADAS DE MERCADORIAS DIVERSAS NU .\.L:AlCíriO 
Fevereiro de 1047 



•iz. 

DA CAPITAL 



MERCADORIAS 



Santos 

Central : a i Diversos 
Jundiai 



Aguardente . . . Quil 

Álcool > 

Algodão em rama . » 

Algodão em caroço . » 

Alfafa 

Arroz ^- , 

Açúcar » 

Azeite Quilo 

Aves i » 

Banha » 

Bacalhau .... » 

Batatas ..... Saco 

Carne sêca .... Quilo 

Caroço de algodão . » 

Carvão vegeta! . , , » 

Farinha de mandioca Sactj 

Fai-inha de trigo » 

Feijão ' » 

I 

Fubá I Quilo ■ 

Gasolina . . . . j » 

Gorduras n/ especif. ; » 

Leite ;■> 

Milho ' Saco 

Manteiga .... Quil. 

Ovos >^ 

Queijo ;> 

Querosene .... » 

Sal » 

Trigo em grão . . » 
Divis£o. 



Importa- i ^ÍJfP»' 

ção total I S»",*" 

de 1." n l-' 

lUdojan. i J?"-í 



236 500 
,541 200 



Í2 683j 

\ oon[ 



iS 193 
4 5!)S 
200 



100 

I 

800 



4 5661 

i 



17.821 1 6 266 | 

! I 

720! — 1 



44 075j 
20 800 i 
517 600 ! 



i 1 378 394 

I I 
I 5 463 :>li 



I 

I 

-383 823 j 
653 413 



3 368 8001 3 796 6 

I ■ 

.) 100 0721 8 491 8 

I 

j ' I 100 ; 11 561 8i 



348 



Departamento Ji^stadual de Estatística 



2) SAÍDAS DE MERCADORIAS DIVERSAS DO MUNICÍPIO DA CAPITAL 
Fevereiro de 1947 



MERCADORIAS 


Uni- 


Roda- 
gem 


! 

Sovoca- 
1 bana 


Centi-al 


Santos 
Jundiaí 


• 

Diversos 


Total 


ção total 

de 1.;' a 


Exporta- 
ção total 
de 1." de 










30 200 


23 500 


_ 


90 839 


6-8-2 


158 691 












20 000 






244 003 














G 083 400 




9 172 620 


15 94') 46"^ 














266 900 






























































_ 












































208 609 




Banha 










.320 100 
































Saco 
















116 499 


Carne sêea 


Quilo 












151 5^3 




•'48 -6 






3 1V5 










r>i ,5.} 




'ÍZ 
















358 3S0 


















_ 


'i565 




















IZ 




















-li- 






Fubá 














22 29-^ 






Gasolina .... 




















Gorduras n/ especif. 


» 


- 


























140 900 




140 900 


218 000 


358 900 


Milho .... 












_ 


78-16 
















55 400 




60 064 


47 39".! 


107 4';" 


Ovos 










6-00 




















38 900 




3S900 


40 500 


79 400 


Querosene .... 




68.5 440 


31 360 




116 200 




833 000 


464 896 


1 297 &9G 


Sal 






fiO 215 


- 


67.5 700 




1 112 438 


1 334 976 


2 447 414 


Trigo em grão . 


» 








100 




100 




100 



3." Divisão. 



1) ENTRADAS DE MERCADORIAS DIVERSAS XO .MUNICÍPIO DA CAriTAl, 
Marco dc 1947 



MERCADORIAS 




Roda- 
gem 


Soroca- „ 
bana Central 


1 

Santos 
a 








Jundiaf 



Importa- 
ção total 
de 1.» de 

jan. a 2>i 



Impoita- 
ção total 
de 1.» de 
jan. a 3] 
de mar(o 
de 1947 



Aguardente 
áJcooI .... 
Algodão em rama 
Algodão em caroço 
Alfafa 



Açúcar 
Aves 
Azeite 
Banha 
Bacalhau 
Batatas 
Carne sêea 
Caroço de algodão 
Carvão vegetal . 
Farinha de mandiocn 
Farinha de trigo 
Feijão .... 
Fubá .... 
Gasolina 

Gorduras n/ especif, 
Leite . . . 
Milho . . . 
Manteiga . 
Ovos 
Queijo . 
Querosene . 
Sal ... . 
Trigo era grão 
3." Divisão. 



j 310 1001 



Saco 
Quilo 



moi 

i 

764 1 



— ' 2 710 1001 



; 206 I 



:ifi:i 533 | 

I 

247 194 j 

I 

63G 875 1 



167 434 j 



14 1504 C!)8| 24 õlir, 9í;í) 



:;T--3' 11 787 I 
I 

Slil 3G3 717| 

í I 
82 288] 137 492 I 

I I 



1 644 324 
4 528 66g' 
18 414 018 

1 051 102 



565 167 
1 797 975 

1 GSIi 013 

2 730 681 
250 400 
381 825 

3 069 184 

4 110 917 
9 170 657 

15 572 



523 392 : 
I 

873 049 I 



2 819 600 3 796 600] 

I I 

2 928 840! 8 491 S4R1 

i I 

7 783 8001 11 561 800; 



5 255 318 
28 S.si 004 

4117 2110 
1 243 015 

730 214 
1 250 6G6 
1 328 219 

532 400 

6 616 200 
11 420 688 
19 345 600 



Departamento Estadual de Estatística 



2) SAÍDAS DE MERCADORIAS DIVERSAS DO MUNICÍPIO DA CAPITAL 
Março de 1947 

: . j _ 

I Exporta- ' Exporta- 

i Santos i ^. Ção total ção total 

MERCADORAS V^' ^OT i Central j ^J^^^^ 1 ^ró!"- Total ^n'-; 2^ j if„/a sf 

de fev. i (ie marco 

: , de 1047 I de 1947 



Aguardente 


Quilo 


57 996 


14 906 


'26 600 


25 900 




1 

125 402 1 


1 

158 691 1 


284 093 


Álcool 




70 502 


13 427 


7 600 


1 

8 700| — 


100 229 j 


1 

302 427 1 


402 656 


Algodão em rama . 




390 SOO 


1 205 300 


321 300 


6 62G80fl[ — 


11 553 200 1 


1 

25 122 080 1 


36 675 280 


Algodão era caroço . 














1 

864 600 


! 

266 900 ! 


1 131 500 


Alfafa 


* 








1 

1 i,'3 OOi) 1 — 


176 846! 


501 1191 


677 965 




Saco 


7 S80 


4 2S7 


34 110 


4 881 


— 


1 

51 158 1 


j 

123 733 j 


. 174 891 






1=; .1 - 






1 

■:í72í — 


1 

24 302 1 


52 221 


76 523 


Azeite 


Quilo 








71IO 


- 


j 

9 700 [ 


1 

20 967] 


30 667 












24':; 600 




1 

348 072 [ 


391 091 1 


739 163 


Banha 














1 

710 570 


1 070 604 1 


1 790 174 


Bacalhau .... 












- 


43 186 


1 

95 109 


138 385 


B.tata. .... 


Saco 


I.O., 




80 G70 


8 15G 




1 

99 960| 


116 499 1 


216 459 


Carne sêca 


Quilo 


6 45:i 


51 889 


17 000 


35 .500 


- 


110 842 1 


1 

248 7611 


359 603 


Caroço de algodão . 










- 




1 


1 

57 825 1 


57 825 


Carvão vegetal . . 




16 120 






47 200 




1 

63 320 1 


1 

461 480 1 


524 800 


Farinha de mandioca 


Saco 












1 582 ' 


7 087 


8 669 


Farinha de trigo 


» 












236 317 


{ 

116 945 1 


353 262 


Feijão 








4 950 


28 252 


- 


66 551 ! 


95 627 1 


162 178 


^"'"^ 


Quilo 






7 OH 






1 

39 525 ! 


j 

75 0621 


114 587 


Gasolina .... 


» 




IGS 700 








4 211 060} 


6 665 970 I 


10 877 030 


Gorduras n/ especif. 


» 














. 1 




Leite 










221 300 




221 300! 


358 900] 


580 200 








:í 1 1 S 


37 590 


3 544 




40 142 


225 951 


275 C93 


Munteiga .... 


Quilo 














107 463 1 


171 790 


Ovos 


















-7 470 








_ 




■ 

43 100 








1 12 50o 


Querosene .... 














017 007 


1 207 í96 ( 


2 215 503 


Sal 




65.Í llò 










2 SOO 1182 


i 

2 447 414 


5 256 496 


Trigo em grão . . 












- 


1 

500 1 


i 

^ 100 1 


600 



3.» Divisão. 



Estatística 



OCORRÊNCIAS ATENDIDAS PELA GUARDA NOTURNA 
DE SÃO PAULO 



Discriminação 



194() 



Abalroamento . 
Arrombamento 

Assalto 

Assassinato 
AssiblOiicia 

Atropelamento . . 
Comunicado à Lieht 
Conflito . . . . 

Corpc, .\. ]',<iml)fiiiis 
Desastre . . . 



Falecimento 

Furto 

Incêndio 

Jôgo de azar' 

Objeto achado .... 

Perturbando o sossego públii 

Poita aberta 

Princípio de incêndio . 

Prisão por agressão . 

Prisão por desacato . . . . 

Prisão por desordem 

Prisão por embriaguez . 

Prisão por escândalo 

Prisão por furto .... 
Prisão por luta corporal 
Prisão por suspeita . . 
Repartição de Águas e Esgo 
Revista cm prédio . . . . 

Suicídio 

Tentativa de agressão 
Tentativa de arrombamento 
Tentativa de assalto . . . . 
Tentativa de assassinato 
Tentativa de furto . . . . 
Tentativa de suicídio . . 
Vigilância especial e rigorosa 
Diversas 



Fonte: Guarda Not 



de São Paulo. 



3Õ2 



Departamento Estadual de Estatística 



OCORRÊNCIAS ATENDIDAS PELO SERVIÇO DE 
RÁDIO PATRULHA 





1946 


1947 


Discriminação 


Janeiro 
Dezembi-o 


Ja-neii'0 


Fevereiro 


Março 














718 


68 


87' 


75 






3 


1 


_ 




1 509 


138 


127 


121 




298 


36 


36 


22 




220 


19 


17 


6 




119 


9 


19 


15 




3:J3 


29 


31 


36 


Auxílio à Autoridade 


Cfi:í 


(.2 


73 


88 




189 


20 


14 


14 




10 9 


5 


6B 


95 




oSO 


31 


45 


38 




157 


12 


13 


T 




6 


4 


1 


4 




56 


- 


7 


1 




655 


47 


36 


47 




4 395 


426 


290 


361 




1 010 


123 


152 


96 




58 


2 


3 


2 




85 


6 


5 


6 




1 963 


136 


39 


47 




21 




2 


1 




57 


1 


6 














Patrulhamento ' preventivo 




366 


704 


72; 




34 




6 






306 


37 


32 


48 




100 


11 


10 


25 




18 


2 


- 






59 








"Tentativa de homicídio .... 


13 






— 










48 








96 


13 


TOTAL 


_ 


1 610 


1 927 


1 962 



Fonte; Registos diários do Departamento de Comunicações e Serviços de Rádio Patrulha. 
5." Divisão. 



Estatística 



353 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 
Movimento geral do Posto 
a) Ocorrências 



Discriminação 

- 


194(i 


1947 


Janeiro 
a 

Dezembro 


Janeiro 


Fevereiro 


Março 




7 419 


521 


538 


549 




ir, -Ml 


1 428 


1 318 


1 363 


Acidentes no trabalho 






41 


40 
















63 


52 


54 
















39 


25 


21 

■ 




31 2il 




2 600 

• 


2 579 



b) Socorros 









1946 




1947 






Discriminação 












Janeiro 














Dezembro 


Janeun 


Fevereiro 


Março 






Clínicos . . . 


1S55 


i 


171 


14S 




Vindos de motu- 
próprio . 


Cirúrgicos . 


M 1(;íi 


1 5:; 1 


1 lõ!: 


1 206 


Socorridos 




Soma . . . 






1 5b'0 


1 444 


no Posto 


Vindos de am- 
bulância . 


Clínicos . 
Cirúrgicos . 

Soma . . 
Clínicos . . . 




113 




182 

87n 
240 


Socorridos a 


domicílio . . . . 


Cirúrgicos . 














Soma . 


4 l:;0 




2(11 


256 










2 683 




2 579 



Fonte: Assistência Pública. 



5." Divisão. 



354 



Departamento Estadual de Estatística 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 
Movimento geial do Pôsto 
c) Característicos das vítimas 



Dircriminação 



1946 



Janeiro 
a 

Dezembro 



1947 



Fevereiro Ma 



Maior 
Menor 



16 4G4 
13 047 
1 730 



I - I 



1 470 
1 097 
116 



1 477 
982 
141 



Nacionalidade 



Branca 
Preta . 
Parda 
Amarela 



Brasileira 
Estrangeira 



Capital 
Interior 



2 298 
385 



2 258 
342 



Fonte: Assistência Pública. 



Estatística 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 

Movimento geral do Posto 
d) Destino das vítimas 



Discriminação 


1946 


1947 


a 


Janei ro 


Fevereiro 


Miirço 


Ambulatório Vila Mascote 
























2 




1 
















' 2 




1 




11) 


2 


5 


- 




9 


6 


- 






25 


1 


1 


















_ 


_ 


- 






- 


- 


- 










- 








— 


- 




4 190 




401 

• 


385 






_ 


- 


- 




28 


5 


2 


















1 


1 








— 


_ 








2 


2 








— 


- 












1 


Hospital Militar da Fôrça Pública 












30 














3 













































356 



Departamento Estadual de Estatística 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 
Movimento geral do Pôsto 
d) Destino das vítimas 



Discriminação 


1946 


1947 


Janeiro 
Dezembro 


Janeiro 


Fevereiro 


Março 



Hospital Santa Cruz . .. . 
Hospital Santa Maria 
Hospital Santo Antônio 
Hospital São Camilo 
Hospital São Jorge .... 
Hospital São José .... 
Hospital São Lucas . . 
Hospital São Luis Gonzaga 
Hospital São Paulo .... 
Hospital Vila' Pompéia . 

Instituto Achê 

Instituto Butantã .... 
Instituto Godói Moreira 
Instituto Paulista .... 
Maternidade Pró-Matre . . 
Maternidade São Paulo . . 
Maternidade Santa Teresinha 

Necrotério 

Residência 

Sanatório Ebenézer .... 
Sanatório Esperança . . . 
Sanatório Jabaquara 
Sanatório Mandaqui .... 

Sanatório Pinel 

Sanatório Santa Catarina . . 
Santa Casa de Misericórdia . 

Outros 

TOTAL . . 



^ I 



- I 



Fonte: Assistência Públi. 



EstaUíUca 357 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPÍTAL 
Desastres 
a) Natureza 



Discriminação 

■ 


1946 


1047 


Jaiuiro 











2 22 -; 








- ' 






























Corpos estranhos 
























ExpJosõea 










































-10 








■IS 






TOTAL 


lõ 820 


1 .128 1318 


1 363 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 

Desastres 
b) C'ai'acterísticos das vítimas 



Discriminação 



1946 



g I ■ Masculino 

I Feminino 

, 1 Maior . 

Idade i 

I Menor 

Solteiros 

Estado civil . . . . i Casados 
Viúvos 
Branca 
Preta . 

C»r ^ Parda 

Amí-rela 
I Brasileira 
Nacionalidade .•■{„, 

l Estrangeira 

Residência . . . . J ^^"f ^ ' 
I Interior . 



Fonte: 
.••> Divisão. 



Assistência Pública. 



358 



Departament o Estadual de Estatística 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 

Agressões 
a) Caracteristicos extrínsecos 







1946 




1947 




Discriminação 










Janeiro 












a 

Dezembro 


Janeii'o 


Fevereiro 


Março 


TOTAL 




fi 60fi 


595 


626 


55" 




Arma de fogo . 


150 


19 


14 


12 




Contundente . . . 


3 06(i 


478 


529 


468 




Coi-tante ...... 


738 


60 


46 


54 


Insti-umento empi-egado 


Côrto-contuso 












P'erfurante .... 


84 


23 


17 


11 




Perfuro-contuso 


78 


4 


8 


5 




Diversos 


líi 


2 


4 




Natureza do ferimento j 




715 
5 981 


520 

• 


87 
539 


59 
493 




Agre 


ssões 










b) Característicos das vítimas 






Discriminação 


1946 


1947 


Janeiro 












Dezemljro 


Janeirc 


Fevereiro 


Março 


TOTAT 




6 096 


595 


620 


552 




Masculino .... 
Feminino .... 


5 057 
1 63!) 


452 
143 


475 
151 


418 
134 


Idade 




fí 055 
041 

3 325 


543 
52 

298 


572 
54 

320 


515 
37 

263 


Estado civil .... 


Casados .... 


3 080 
291 


278 
19 


277 
29 


269 
20 






5 143 


443 


494 


425 


Côr 


Preta 


878 




75 


70 




075 


60 


■ 57 


57 




Amarela 


- 









Nacionalidade . . . / brasileira .... 

V Estrangeira .... 


5 545 
1 151 


514 
81 


535 
91 


468 
84 



Fonte: Assistência Pública. 
5.» Divisão. 



359 



ASSISTÊNCIA PÚBLICA DA CAPITAL 

Tentativas de suicídio 
a) Meios enípiegadoa 



Discriminação 


' 10J.r ' 


1947 


Janpivo 
Dezembro 


Janeiro 


Fevereiro 


Março 




22 




2 








2 








1 










400 


40 




33 


Instrumento cortante períurante ou contundente 


110 


12 


8 


14 


Precipitação de grande altura 












16 


2 


J 








1 








Zi 










610 


63 




54 



Tentativas de suicídio 
b) Característicos das vítimas 



• 

Discriminação 


1946 


1947 


Janeiro 
Dezembro 


Janeiro 


Feverc-iro 






TOTAL 


610 


63 








1 Masculino .... 
1 Feminino .... 


37S 


43 




12 


Idade . . . 


1 Menor . . 




4 






Estado civU . 


f Solteiros 

. i Casados .... 
■ l V'-- 




(4 


24 

3 


24 
1 




• ■ ■ 1 Parda 


• 


50 


10 


44 


Nacionalidade 


■ Brasileira .... 
1 Estrangeira .... 


539 


58 ' 
5 


42 
10 


51 

3 



Fonte: Assistência Pública. 



5.» Divisão 



NOTAS E COMENTÁRIOS 



NOTAS E COMENTÁRIOS 



A maior reserva humana brasileira 

— Ocupa o Estado de São Paulo, como 
não se ignora, uma posição privilegiada 
e excepciona] no quadi-o da Federação 
brasileira. 

Em viitude de um conjunto de cir- 
cunstâncias históricas auspiciosas, que 
seria ocioso apojitarmos no momento, 
cêrca de metade da produção agrícola e 
industrial da nação é elaborada dentro 
de nossas próprias fronteiras. A maior 
atividade mercantil do país se processa 
em nosso meio. A melhor organização 
bancária, é bandeirante. Bem como o 
melhor traçado ferroviário e rodoviário 
de nossa terra comum. Além disso é 
em nossas plagas que se regista o maior 
númeio de educandos, estejam êles nas 
escolas primái'ias, secundárias, profis- 
sionais ou superiores. Por causa dessas 
razões, bem como de outros motivos, é 
também em São Paulo que se está plas- 
mando a elite mais cheia de seiva eco- 
nómica e cultural de nossa pátria, fa- 
dada a assumir graves responsabilida- 
des para com o Brasil de um futuro 
próximo e imediato. 

Não é, todavia, apenas nesses seto- 
res que reponta a importância de nossa 
contribuição ao fortalecimento económi- 
co e espiritual do país. Também sob o 
ponto de vista militar e político, )-epre- 
sentamos nós a maior leserva humana 
brasileira. 

O que vimos de afirmar é facil- 
mente demonstrável, se compulsarmos 
os dados do último recenseamento fe- 
deral de 1940, no tocante à população 
masculina, segundo as unidades da Fe- 
deração. 

Naquele ano, os homens no Brasil 
se distribuíam desta maneira: 



Estado População 

Acre 44 079 

Amazonas . . 220 421 

Pará 473 OSSK 

Maranhão . . 613 
I'iauí 404 08!! 

1 028 2.S4 

\íu. (;r;,n,l,. K-.vi.- 379 94.Í 

»*"'i'>l':i 697 800 

l\rna-„l.u, . ■ :;U5 300 



Bahia 

Minas Gtiais 

Espírito S:int,i 

Rio (1,. -hiori,,, 

Distvil.. K.-iI.Tiil 

São Pnniu , - , 

Paraná . , , , i; ;:; ,.:| 

Sanla (.'atãn,.,, , 1 ):: 

Rio Grand.; ,1o Sol 1 í;í;1 r,> 

Goiá-i 11^7'i7 

Mato Grosso , . 2:in ln:, 

Pela sua ordem decrescente, quanto 
ao seu potencial demográfico em ho- 
mens, os Estados brasileiros se colocam 
desta forma: São Paulo, Minas Gerais, 
Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco 
e Ceará. 

Para uma nação das peculiaridades 
mesológicas do Brasil, constitui uma fe- 
licidade e um penhor de segurança mili- 
tar e económica o fato de o seu centro 
de gravidade geográfica coincidir com 
o seu centro de gravidade demográfica. 
Em caso de agressão internacional, os 
maioies núcleos de resistência e de vi- 
talidade se situarão em São Paulo, Mi- 
nas Gerais e Bahia. 

Entre outros títulos, portanto, que 
nos conferem um posto de primazia, no 
cenáculo da Federação, convém não 
olvidarmos a nossa força e as nossas 
reservas em homens. Elas estão hoje, 
como estiveram ontem, e estarão tam- 
bém amanhã, a serviço tão somente do 
Brasil e de seus interesses vitais. 

(Diário de S. Paulo, i-l-i?) 



364 Departamento Estadual de Estatística 



Os operários dá indústria paulista 

— Coinunica-nos do Departamento Es- 
tadual de Estatística: 

No quadro geral das opiniões acer- 
ca dos remédios que devem ser adotados 
para encontrar-se uma saída para a 
atual carestia ou crise económica em 
desenvolvimento, existe, sem dúvida, um 
ponto de vista que é comum às mais 
diversas orientações — a necessidade 
urgente de incrementar a produção e 
criar um mercado interno mais forte e 
amplo, pela elevação do poder aquisi- 
tivo das vastas camadas de nossa popu- 
lação. As conclusões da Conferência de 
Teresópolis, realizada para dar um ba- 
lanço aos problemas económicos que 
mais afetam a Nação, foram consubs- 
tanciadas na Carta da Paz Social, bas- 
tante conhecida. A terceira conclusão 
dessa Carta, está assim redigida: "Não 
só por motivo de solidariedade social 
mas de conveniência económica, deve ser 
o mais rapidamente possível aumentado 
o poder aquisitivo da população, prin- 
cipalmente rural, visando a incrementar 
a prosperidade do país e fortalecer o 
mercado interno". Diante dêsse objetivo 
de consecução inadiável, resta atacar 
firmemente a tarefa de caracterização 
dos termos do problema, estabelecendo 
as bases para uma discussão científica 
da questão. Neste particular, cabe à 
Estatística, em São Paulo, uma grande 
missão. Ninguém ignora que é em 
São Paulo que será desencadeada a 
campanha decisiva contra a crise eco- 
nómica vigente em todo o Brasil. Há 
portanto, o imperativo de se levantar, 
imediatamente, todos os têrmos da vida 
económica paulista, definindo-se a po- 
sição daqueles cuja capacidade aquisi- 
tiva deve ser aumentada. 

Hoje, neste rápido comunicado, o 
Departam.ento Estadual de Estatística 
apresenta uma contribuição para o me- 
lhor conhecimento da grande massa dos 
trabalhadores da indústria paulista. 

Existiam neste Estado, em 31 de 
dezembro de 1944, 400 553 operários 
distribuídos da seguinte maneira: — 
2 603 na indústria extrativa e 397 950 
na indústria de tiansformação. Neste 
grupo, entretanto, é preciso distinguir a 
indústi-ia de produtos para consumo in- 



direto (matérias-primas, máquinas, meios 
de transporte, etc), da de produtos para 
consumo direto (vestuário, alimentos, 
etc). No primeiro subgrupo estavam 
empregados, naquela data, 237 798 ope- 
rários e no segundo 160 152. Vê-se por 
aí que a indústria produtora de m.áqui- 
nas e outros bens a serem utilizados na 
produção, empregava cêrca de 60% dos 
trabalhadores paulistas. Os menores de 
18 anos empregados na indústria, num 
total de 52 880 operários, representa- 
vam ainda, 13% do total. É interessan- 
te salientar que a maior parte dêsses 
menores (59%), era do sexo feminino. 

Não são poucas as pessoas que des- 
conhecem a composição da massa traba- 
lhadora paulista do ponto de vista da 
nacionalidade. Há mesmo a suposição 
de que, em São Paulo, os operários es- 
trangeiros constituem um grande con- 
tingente. Nada mais falso. Essa enor- 
me força produtora é composta de 89 'iv 
de brasileiros, não havendo um ramo in- 
dustrial sequer em que os estrangeiros 
sejam numèricamente significativos. A 
maior porcentagem '(20%) dos traba- 
lhadores estrangeiros é encontrada no 
ramo da produção de máquinas, apare- 
lhos, instrumentos e acessórios para fins 
diversos. 

A indústria paulista, em 1944, pa- 
gou de salários Cr$ 1 967 151 692, o que 
representava 7,6% da produção indus- 
trial bruta igual a Cr$ 25 927 915 885. 
Em relação à produção industrial efe- 
tiva, isto é, àquela que lepresenta a 
criação de novos valores económicos, os 
salários representavam cêrca de 15%. 
Quanto à produção industrial efetiva, 
deve-se esclarecer que ela é igual ao va- 
lor bruto menos o valor das matérias- 
primas, dos combustíveis e lubrificantes, 
e da energia elétrica, utilizados. Nos 
Estados Unidos da América do Norte, 
em 1937, o total de salários pagos pela 
indústria manufatureira, correspondia a 
— a) 17% do valor bruto da produção 
industrial; b) 40% do valor da produ- 
ção industrial efetiva. Deve-se procu- 
rar a explicação principal desse contras- 
te no baixo nível de mecanização que 
tem a indústria dêste Estado. 

O salário médio mensal na indús- 
tria de São Paulo, em 1944, era igual 



Notas e Comentários 



a Cr$ 409,00. O ramo industrial que 
atingiu a mais alta média mensal de 
salários pagos por operários, foi o da 
produção de máquinas, aparelhos, ins- 
trumentos e acessórios para a indústria, 
setor altamente mecanizado e que possiii 
as instalações mais novas. Essa média 
era igual a Cr$ 580,00. 

(Diário Popular, :20-2-i.7) 



O Ensino Primário, em São Paulo, 
durante o ano de 1945 — Comentando 

0 resumo dos resultados da estatística 
do ensino primário, no Brasil, em 1945, 
distribuído pelo Serviço de Estatística 
da Educação e Saúde, a Divisão de Es- 
tatísticas Físicas, Sociais e Culturais, 
do Departamento Estadual de Estatís- 
tica de São Paulo, elaborou um trabalho 
comparativo, destacando a posição dessa 
importante Unidade Federada, no qua- 
dro educacional do país. 

O trabalho levado a efeito pelo órgão 
que representa o Estado de São Paulo 
no sistema estatístico nacional refere-se 
ao ensino primário, compreendidas as 
suas categorias de primário comum, 
pré-primário maternal, pré-primário in- 
fantil, supletivo e complementar. Quanto 
ao ensino primário comum, figura São 
Paulo com 17,78Çí do total das unida- 
des escolares existentes em todo o país, 
e com 35,72% das conclusões de curso 
verificadas nesse grau. 

Ainda quanto a êsse ramo do en- 
sino, de fundamental importância para 
a nação, aquela repartição apurou ter 
sido o seguinte movimento de alunos nas 
escolas primárias comuns do Estado, no 
ano em apreciação: de cada grupo de 

1 000 crianças entre 8 e 13 anos de 
idade, inscreveram-se 649 na matrícula 
geral; permaneceram na escola até o 
encerramento do ano letivo, 524; fre- 
qiientaram diàriamente a escola, 493; 
lograram aprovação, nas diversas sé- 
ries, 357; e concluíram o curso, 66. 

De acoido com os resultados cons- 
tantes do resumo distribuído pelo Ser- 
viço de Estatística da Educação e Saú- 
de, excluindo São Paulo, verifica-se que 
de cada milhar de infantes compreendi- 



dos nas aludidas idades, 425 increve- 
ram-se na matrícula geral; ao encer- 
rar-se o ano letivo, encontravam-se na 
escola, 366; freqiientaram em média a 
escola 293; lograram aprovação nas di- 
versas séries, 184; e concluíram o cur- 
so, 26. 

Ainda estabelecendo o mesmo con- 
fronto em relação ao sul do país, isto 
é, à região abrangida pelos Estados do 
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande 
do Sul, a situação de São Paulo oferece 
aspectos menos penosos. Na Zona cita- 
da, de cada grupo de 1 000 crianças das 
idades apontadas, 638 inscreveram-sc na 
matrícula geral, em 1945; permanece- 
ram matriculadas até o fim do ano le- 
tivo, 543; freqiientaram as aulas dià- 
riamente, 453 ; obtiveram aprovações nas 
difei-entes séries, 306; e concluíram o 
curs», 52. 

(Crírrcio da Matiliã, l!)-:',-.',7) 



O número de bibliotecas existentes 
em São Paulo — O ministro da Educa- 
ção e Saúde, prof. Sousa Campos, rece- 
beu do Instituto Nacional do Livro um 
relatório das suas atividades referentes 
ao período de 31 de outubro de 1945 a 
28 de fevereii'o de 1946. Verifica-se pelo 
mesmo um aumento de mais 33 bibliote- 
cas privativas e 428 públicas, franquea- 
das a escolares. Entre as últimas, como 
entre as primeiras, São Paulo ocupa o 
primeiro lugar, com os números respec- 
tivos de 528 e 206, seguindo-se-lhe Santa 
Catarina, com 303 bibliotecas; Minas 
Gerais, com 248; Rio de Janeiro, Rio 
Grande do Sul e Distrito Federal, que 
superam o número de 150. Bahia, Pa- 
raíba, Pernambuco com 97, 61 e 63, res- 
pectivamente. Segue-se o Ceará, com 
60. Com um declínio sensível, apresen- 
tam-se os Estados de. Mato Grosso, Ma- 
ranhão, Espírito Santo, Rio Grande do 
Norte, Alagoas, Amazonas e Goiás, com 
apenas duas ou três dezenas. Abaixo de 
10, Sergipe e os Territórios. 

(Folha da Manhã, 1U-S-19U7) 



366 



Departamento Estadual de Estatistica 



DEPOIMENTO DA ESTATÍSTICA 
SÔBRE A POSIÇÃO DO CRÉDITO 

Não baixaram nem os depósitos, 
nem os empréstimos bancários — 

Não reveste sentido algum, em face do 
depoimento das estatísticas relativas ac 
movimento bancário, a afirmativa de 
que o país se encontra em fase de res- 
trição de crédito. Já ficou dito no rela- 
tório apresentado à assembléia geral dos 
acionistas do Banco do Brasil, há pou- 
cos dias, que a orientação dêsse estabe- 
lecimento de crédito, no combate à infla- 
ção, se revestiu sempre de muita pru- 
dência, para não causar abalos, embora 
se pi-ocessasse com muita firmeza. 

Não fazendo deflação de crédito, o 
controle dos empréstimos, por parte do 
Banco do Brasil, teve sempre em vista 
impossibilitar a continuidade das opera- 
ções de especulação. Assinala ainda o 
relatório citado que o volume dos e)n- 
préstimos' manteve-se no mesmo nível, 
porque a retração do cx-édito, nos setores 
de especulação, liberou recursos que se 
aplicaram, convenientemente, no estí- 
mulo à produção dos bens de consumo. 

O testemunho de algarismos é mui- 
to significativo a respeito. Justifica de 
maneira cabal o tom peremptório com 
que o Sr. Ministro da Fazenda acaba 
de declarar à imprensa, que basta aten- 
tar para as cifras alinhadas nos balan- 
cetes dos bancos a fim de que fique re- 
duzida as suas verdadeiras pi"oporções 
a afirmativa de que há restrição de 
crédito. 

Temos referido, muitas vezes, quan- 
to se torna necessário fazer com que re- 
tornem a níveis sadios os depósitos e 
empréstimos bancários. Quanto às flu- 
tuações registradas, sobretudo no de- 
curso dos dois últimos quadriénios, 
reiteradamente vêm sendo aqui fixadas 
através do depoimento das cifras, im- 
passível e impessoal. 

Examinando-se as flutuações dos 
saldos mensais ,dos empréstimos conce- 
didos pelo Banco do Brasil, no ano fin- 
do, conforme o quadro reproduzido no 
respectivo relatório, vê-se que o nível 
atingido em dezembro supera o volume 
relativo aos onze meses anteriores. Em 
janeiro de 1946, o saldo dos aludidos 



empi-éstimos montou em 12 bilhões e 613 
milhões de cruzeiros, algarismos redon- 
dos; em dezembro, elevou-se a 14 bilhões 
e 388 milhões de cruzeiros. 

Se a relação dos empréstimos, em 
face dos depósitos, está expressa na 
média de 85 Vr, em todo o ano de 1946, 
em dezembro corresponde a 93''/', re- 
presentando o ponto mais alto registra- 
do em todo o ano. Já tivemos a opor- 
tunidade de mostrar que, segundo as 
cifras do relatório do Banco do Brasil, 
o volume global dos empréstimos feitos 
por êsses estabelecimentos _ de crédito, 
subiu de 11 bilhões e 799 milhões de 
cruzeiros a 13 bilhões e 608 milhões, no 
biénio de 1945^a 1946. 

A decomposição dêsses totais, se- 
gundo as grandes categorias de aplica- 
ção dos empréstimos, está assim feita 
no documento mencionado: 

EMPRÉSTIMOS POR GRANDES 
CATEGORIAS 



Em milhões de cruzeiros 



Discriminação 




1946 


A entidade» públicas . 




4 771 


A bancos .... 




349 


A produção, comércio 






e particulares . 


7 518 


8 488 


Total .... 


11 799 





Resulta do confronto dos algaris- 
mos mencionados acima que o Banco do 
Brasil empiestou a mais a entidades 
públicas, nesse período, 755 milhões de 
cruzeiros; aos bancos 84 milhões de 
cruzeiros; à produção, comércio e par- 
ticulares, 970 milhões de cruzeiros. No 
conjunto, o aumento dos empréstimos 
feitos pelo Banco do Brasil, de confor- 
midade com as cifras alinhadas no seu 
relatório, coi^responde a 15%, entre 1945 
e 1946. 

Nunca será de mais frizar, diz o 
presidente do Banco do Brasil, que a 
política seguida pelo governo não visa 
à deflação de crédito para as legítimas 
atividades económicas. Colima, porém, 
a cautelosa liquidação de débitos de ca- 
ráter não reprodutivos, bem como im- 
pedir seja coroada de êxito a tentativa 
de novos empréstimos para fins de 
especulação. Se os depósitos levados ao 
Banco do Brasil não cessaram de cres- 



Notas e Comentários 



cer no biénio cie 1 945-19 J<>, devando-se 
de 16 bilhões e 470 milhões de cruzeiros 
a 17 bilhões e 635 inilhões de cruzeiros; 
se não houve congelamento dessa consi- 
derável massa de disponibilidades, tão 
considerável que, dentro de um decénio, 
acusa a aproximada irros-ressno de 
700 ' r ; se os saldos médios dos riii|)i(''sti- 
mos se mantiveram em ascençât) iiiinter- 
ru})ta, como se poderia sèriamente asse- 
verar ao país que há restrição de crédito? 

Estainos considerando apenas os 
algarismos que i-efletcm as atividades 
do crédito no tocante ao Banco do Bra- 
sil. Merece registro a circunstância de 
que a rêde bancária nacional também 
prosseguiu na sua expansão. Instala- 
ram-se, no ano passado, 95 estabeleci- 
mentos novos, de modo que o seu número 
subiu para 2 860, nêle incluidas 308 
cooperativas. Muito mais significativo, 
porém, é o confronto dos dados que di- 
zem respeito a todo o movimento ban- 
cário nacional. Eis as cifras apuradas 
no fim de cada ano, a partir de 1939: 

MOVIMENTO BANCÁRIO 
Km iiiilliões de cruzeiros 



Anos 


Depósitos 


Emprés- 




12 523 


11 282 


1040 .... 


13 tíi;4 


12 837 




16 532 


15 894 


UM' .... 


21 .541 


18 206 


I!i4:; .... 


31 570 


28 757 


1044 .... 




40 107 




45 281; 


43 860 


loii; . . 


4S 7l>S 





Nada mai.s conclusivo, nem mais 
eloqiicnte do (juc o testemunho que res- 
salta do simples confronto das cifras 
acima reproduzidas- Depois de haver 
crescido de 36 245 bilhões de cruzeiros, 
entre 1939 c .p iHisitnc; bancá- 

rios continiui no 
biénio de l!) i , , , , ,;ão de 

3 482 bilhões de o uzeiros. 

Relativamente' ans < 'ii))> (',-l imos, no 
decénio," a alta se ',3 994 

bilhões de cruzeiros. i is dois 

últimos anos, de avanço contínuo, houve 
o aumento de 1 416 bilhões de cruzeiros. 

Estamos insistindo sobre um assun- 
to que não mereceria novas considera- 
ções, no tocante a essas duas contas 
básicas do movimento bancário nacional, 
ao enceri'ar-se o ano passado, se não 
sobreviessem agora as declarações for- 
muladas pelo titular da pasta da Fa- 
zenda, de maneira irretorquível, pois 
que alude a fatos cuja comiireensão se 
impõe a todos quantos os encaram de 
maneira inacessível a controvérsias. 
Fixamos apenas aqui, ainda uma vez, 
estatísticas adequadas ao assunto, no 
intuito de refletir uma idealidade a que 
o Sr. Ministro Correia e Castro fêz 
referências gerais, em térmos claros e 
positivos. 

(.Jor,i:d <h, <:■'.::',;■;.,. :-.-,-J,7) 



í N DICK 

ATOS OFICIAIS 



Decreto n." 17 054, de 7 de março de 1947 — Fixa as áreas de jurisdição e as 
sedes das Delegacias de Ensino da Capital, das quatro novas Delegacias 
do Interior e dá outras providências 5 

Decreto-lei n." 17 114, de 12 de março de 1947 — Dispõe sôbre efetivação de 

funcionários interinos e dá outras providências 7 

JUNTA EXECUTIVA REGIONAL DE ESTATÍSTICA 
Resolução n.° 51 11 

SÔBRE A LOGÍSTICA DE VERHULST 
Affonso P- de Toledo Piza 15 

SÔBRE UMA EQUAÇÃO INTEGRAL, INTERESSANDO AO 
MOVIMENTO DE UMA POPULAÇÃO 
Affonso P. de Toledo Piza 27 

O ENSINO NO BRASIL 

JOÃO CARLOS DE ALMEIDA 

I — Os Órgãos executores do Convénio Estatístico ......... 31 

II — Ensino primário e não primário em 1941 31 

III — O ensino primário comum no Brasil (1940-1944) 41 

SÃO PAULO NO BRASIL 

JOÃO CARLOS DE ALMEIDA 

I — Extensão da linha divisória 49 

II — Posição dos pontos extremos 49 

III — Divisão territorial — 1944-1948 50 

IV — Revestimento florístico 52 

V — Capitais brasileiras 52 

VI — Eras e sistemas Geológicos 53 

VII — Altimetria 53 

VIII — Pontos culminantes do Brasil 54 

IX — Bacias hidrográficas 54 

X — Avaliação do potencial hidráulico 55 

BREVES COMENTÁRIOS SÔBRE OS RESULTADOS DO 
ENSINO PRIMÁRIO EM 1945 

JOÃO CARLOS DE ALMEIDA 

I — São Paulo no Brasil 59 

II — São Paulo no Sul do Brasil 62 

A DELINQUÊNCIA DOS MENORES ABANDONADOS 
NO ESTADO DE SÃO PAULO 

ÁLVARO DE CAMPOS 

I — Onde a importância do estudo da delinqiiência infantil e dos adolescentes 67 

II — O abandono moral, a causa primária do crime e a fonte mais fecunda da 

criminalidade dos menores 72 

III — A idade culminante da delinqiiência dos adultos e dos infantes e adoles- 

centes em São Paulo 77 



370 



Departamento Estadual de Estatística 



IV — O aumento da criminalidade infantil e dos adolescentes — Fatôres de 

comprovação • . 

V — Arranquemos a criança e o adolescente ao seu meio sinistro • • • • 84 

VI — Os menores apreendidos ou delinqiientes com antecedentes policiais . . 88 

ESTATÍSTICA DO COMÉRCIO DO PÔRTO DE SANTOS 

Comércio Exterior (Importação e Exportação) . 99 

Comércio Interestadual (Cabotagem) 123 

COMÉRCIO INTERESTADUAL DO ESTADO DE SÃO PAULO 

Exportação do Estado de São Paulo para outros Estados 214 

Exportação do Estado de São Paulo para outros Estados do Brasil — 2P tri- 
mestre de 1946 216 

Distrito Federal 220 

Goiás 224 

Mato Grosso 228 

Minas Gerais 232 

Paraná 236 

Rio de Janeiro 240 

Rio Grande do Sul 244 

Santa Catarina 248 

ESTATÍSTICAS DA CAPITAL DE SÃO PAULO — 1945 

Situação social 255 

Situação cultural 286 

ESTATÍSTICAS DIVERSAS 

Resumo do movimento demógrafo-sanitário da Capital ........ 313 

Mortandande infantil na Capital 315 

Construções aprovadas na Capital 316 

Área coberta aprovada na Capital 316 

Resumo das transações de títulos públicos e particulares 317 

Transações de títulos públicos na Bôlsa Oficial de São Paulo 318 

Transações de títulos particulares na Bôlsa Oficial de São Paulo .... 326 

Operações realizadas em moeda estrangeira 336 

Média de câmbio livre e oficial 337 

Banco do Brasil 338 

Caixa Económica Estadual 338 

Monte de Socorro Estadual 338 

Caixa Económica Federal 339 

Monte de Socorro Federal 339 

Arrecadação do imposto sobre vendas e consignações no Estado de São Paulo 339 

Falências e concordatas 339 

Movimento dos tabelionatos da Capital 340 

Inscrições de hipotecas na comarca de São Paulo 341 

Transcrições de transmissões de imóveis na comarca de São Paulo .... 341 
Títulos protestados na Capital: 

Mês de janeiro de 1947 342 

Mês de fevereiro de 1947 342 

Mês de março de 1947 343 

Resumo 343 

Movimento do aeroporto de São Paulo 344 

Consumo de energia elétrica na CapH.al 344 

Consumo de gás na Capital 344 

Entradas de mercadorias diversas no município da Capital — Janeiro de 1947 345 

Saídas de mercadorias diversas do município da Capital — Janeiro de 1947 . 346 

Entradas de mercadorias diversas no município da Capital — Fevereiro de 1947 347 

Saídas de mercadorias diversas do município da Capital — Fevereiro de 1947 . 348 

Entradas de mercadorias diversas no município da Capital — Março de 1947 349 

Saídas de mercadorias diversas do município da Capital — Março de 1947 . . 350 

Ocorrências atendidas pela Guarda Noturna de São Paulo 351 

Ocorrências atendidas pelo Serviço de Rádio Patrulha 352 

Assistência Pública da Capital 353 

Notas e Comentários 363 



SÃO Paulo 
TIPOGRAFIA BRASIL 
BOTHSCHILD LOUBEBBO & CIA. I-TDA. 

Rvia 15 de Novembro, 201 
1947 



IVi. FAZENDA 
D.A.-NRA-GB 



300 



COM. IMVENTARIO 
PORT. 114/73